Temos que falar sobre isso AGORA.
Referência http://www.poringa.net/posts/relatos/1570500/Amigos-con-derecho-a-rose.html
Passou mais de um mês.
Eu me remoía de culpa por ter me deixado levar, por ter fodido ela daquele jeito.
Lembrava que ela tinha um filho, que a gente se conhecia há anos — "que merda enorme eu fiz".
Mas também sentia falta daquele corpo e do tesão que era, e não conseguia tirar o cheiro da pele dela, que parecia ter grudado em mim.
E aí recebo uma mensagem no celular: "a gente precisa conversar sobre isso AGORA".
Nem tive tempo de responder, chegou outra: "me espera, saio às 19:30".
Eu sabia que ela tava falando do lugar onde trabalhava. Perto tem uma praça com árvores e bancos pra sentar.
Tava tão ansioso que só olhava as horas e o celular, pra ver se tocava e eu não percebia.
Então vejo ela de longe, caminhando decidida, fumando nervosa, nem me cumprimentou. Sentamos num banco, o mais afastado possível de onde passava gente.
Ficamos um tempo em silêncio.
Depois:
Ela — "como você pôde fazer isso comigo, filho da pu##"
E me bate no peito forte com o punho.
Eu — "o que eu te fiz? Foi você que me apertou, me apalpou na frente da minha mãe."
Aí ela parou de me bater. Acendeu outro cigarro.
Ela — "você tava guardando isso, né? Essa tesão toda por mim."
Eu — "não se faz de sonsa, sempre deu pra perceber, mas não rolou. Você casou e tudo morreu."
Ficamos calados um tempo. E começamos a conversar sobre o relacionamento dela, sobre os amigos que perdeu quando casou, e um monte de outras coisas (coisas que eu preferia não ter ouvido).
Já era tarde, e a gente tava falando há horas, quando ela quase chorando diz:
Ela — "tenho que ir."
Eu — "vou te acompanhar."
Ela — "me abraça, idiota."
E ela me abraça com força, e quando a gente se separa, ela pega minhas mãos e coloca nos peitos dela.
E me beija com força e diz:
Ela — "vamos agora."
Eu — "para, não podemos."
Ela — "não seja idiota."
E ela desabotoa minha calça com força, puxa meu pau pra fora e começa a chupar. Eu quase nem me defendi naquele momento, sentado no banco, e ela com meu pau na boca.
Ela abaixa a calça um pouco, deixando ver a bunda dela, e se ajoelha. De lado ela me diz: "Me penetra, vai".
Eu me encosto nela e a penetro do jeito que dá, e sinto a buceta quente dela e o fluxo que lubrifica meu pau. Pela posição não dava pra meter tudo, mas tudo bem.
Pouco depois:
Ela: "Não, para, assim não dá, pra onde a gente vai?"
Eu: "Em casa hoje não dá, tem muita gente."
Ela: "Na minha casa nem sonha em ir."
Aí a gente levantou, vestiu a roupa de qualquer jeito e fomos pra calçada. Paramos o primeiro táxi que passou e eu falei, quase desesperado pro taxista: "No hotel mais perto."
Me joguei dentro do táxi, sentei, e assim que ele arrancou, ela se jogou em cima de mim, meteu a mão na minha calça e colocou o pau inteiro na boca. Mordeu de leve com os dentes e foi tirando devagar da boca, só raspando.
Chegamos no hotel. O taxista, ao nos ver ocupados, pediu o quarto. Eu paguei a corrida e mais um extra pra ele não falar nada ao ver aquela cena.
Entramos no quarto o mais rápido que deu. Ela me pegou pelos ombros e me jogou na cama. Enquanto a gente tirava a roupa como dava, joguei ela na cama e, sentado sobre ela, coloquei o pau na boca dela até o fundo. Ela chupava, apertava com a boca e balançava.
Ela: "Dessa vez quero tudo. Trouxe camisinha, né?"
Eu: "Claro, dessa vez vou gozar dentro."
Ela: "Filho da pu##, hein? Toda essa porra você guardou há anos."
Eu: "Não tô nem aí, amanhã a gente fala sobre isso, mas hoje você vai engolir tudo."
Enquanto eu colocava a camisinha, ela estava deitada na cama, me olhando e enfiando os dedos na buceta dela. Ela me puxou pra cima e comecei a lamber e meter a língua. Ela segurou minha cabeça com força,
dizendo: "Para de brincadeira e me come."
Me posicionei sobre ela e afundei meu pau na buceta dela.
Ela: "Vai, mete tudo até o fundo, forrrrte!"
Eu: "Tudo, você quer?"
E penetrei com força, mantendo até o fundo, e ela mordeu o lábio inferior com força.
Comecei a bombar forte e rápido, e ela geme e se morde.
Eu: "Grita, aqui ninguém liga."
Ela: "Aaa aaa... aaa mmmm daleee me fodeee forteee ”
Me separo dela, viro ela de costas e penetro, bombeio rápido e depois fundo, rápido e fundo, deitado sobre ela a gente vira, ela fica por cima de costas, se ajoelha em cima de mim e começa a dar fortes batidas com a bunda, enfiando o pau com força e se sacudindo.
Ela—“dale goza dentro de mim dale”
Pego ela pela bunda e começo a acelerar até não aguentar mais e gozo.
Ela—“deixa dentro quero sentir a porra quentinha”
Ela mexia a bunda com meu pau dentro como se quisesse tirar a última gota.
Ela levanta “dale levanta que agora você tem que me foder no chuveiro”
Os chuveiros do hotel eram pra duas pessoas, quando vejo a água escorrendo pelos peitos dela e entrando entre as pernas, chego perto e aperto ela contra a parede com meu corpo.
Ela—“dessa vez me fode devagar”
Beijo os peitos dela, mordo suavemente os bicos, ela tira a camisinha e lava meu pau pra tirar os restos de porra e começa a lamber ele com cuidado. Pega outra camisinha e coloca.
Ela—“agora me fode de frente”
Levanta uma perna, seguro com um braço e me apoio nela e penetro.
Ela—“deixa aí não se mexe sente como eu tô”
Eu—“tá quente”
Ela—“se mexe devagar deixa eu sentir como seu pau tá quente”
Eu—“sim você tá muito molhada”
Ela—“como você gosta da putaria você gosta de me foder”
Eu—“sim vou te foder do jeito que você quiser”
A gente escorrega até o chão
Ela—“deixa eu por cima que eu faço você gozar rapidinho”
Ela—“não me toca deixa que eu faço tudo sozinha”
Sentou em cima de mim, pegou meu pau e esfregou contra os lábios da buceta dela com cuidado e enfiou pra dentro e começou a se mexer e apertar com os músculos e sentava forte e se sacudia.
Ela—“quando você for gozar me avisa quero sua porra nos meus peitos”
Eu—“dale vou gozar tudo em cima”
Então ela começa a acelerar.
Ela—“e dale você vai gozar em mim dale me enche de porra”
Ela—“dale me dá aaa tuuuudaaaaa”
Eu—“fuck you porra se prepara”
A gente virou, sentei em cima dela, comecei a me masturbar e em Nesse momento, acabei enchendo aqueles peitos lindos de porra.
Ela espalhava o leite pelo peito dela.
Depois de um tempo, ela levanta, lava o sêmen do corpo, se enrola numa toalha e vai pro quarto. Eu sigo ela, ela tava se vestindo.
Eu – “E agora, o que a gente faz com isso?”
Ela – “Como vou te explicar... você já não é mais meu amigo.”
Eu – “Que merda, você vai embora de vez?”
Ela – “Não dá pra ser meu amigo se me come, amigos não transam.”
Eu – “Isso não foi culpa só minha.”
Ela – “Agora você é só um rola. Quando eu precisar, te chamo.”
Ela – “Se é que quer continuar me comendo ou já matou a vontade.”
Ela – “Acho que por um tempo ainda vou te esquentar, né?”
Eu – “O que você tá dizendo?”
Ela – “Olha, por um tempo eu te aguento, mas vou arrumar alguém pra você e essa putaria de me comer por sacanagem vai passar.”
Ela – “Então, me leva pra casa que é tarde. Sábado te ligo e a gente dá uma trepada na sua casa.”
Ela – “Resolve a parada dos preservativos, porque eu não posso ficar marcada na minha casa.”
E sem poder falar muito mais, fomos embora. Levei ela até umas quadras da casa dela e nos despedimos. Ela foi andando pra ninguém ver ela comigo.
E se vocês acham que essa história foi estranha, esperem pra ouvir as que eu acumulei nesse tempo todo juntos.🔥 🔥 🔥 🔥 🔥
Referência http://www.poringa.net/posts/relatos/1570500/Amigos-con-derecho-a-rose.html
Passou mais de um mês.
Eu me remoía de culpa por ter me deixado levar, por ter fodido ela daquele jeito.
Lembrava que ela tinha um filho, que a gente se conhecia há anos — "que merda enorme eu fiz".
Mas também sentia falta daquele corpo e do tesão que era, e não conseguia tirar o cheiro da pele dela, que parecia ter grudado em mim.
E aí recebo uma mensagem no celular: "a gente precisa conversar sobre isso AGORA".
Nem tive tempo de responder, chegou outra: "me espera, saio às 19:30".
Eu sabia que ela tava falando do lugar onde trabalhava. Perto tem uma praça com árvores e bancos pra sentar.
Tava tão ansioso que só olhava as horas e o celular, pra ver se tocava e eu não percebia.
Então vejo ela de longe, caminhando decidida, fumando nervosa, nem me cumprimentou. Sentamos num banco, o mais afastado possível de onde passava gente.
Ficamos um tempo em silêncio.
Depois:
Ela — "como você pôde fazer isso comigo, filho da pu##"
E me bate no peito forte com o punho.
Eu — "o que eu te fiz? Foi você que me apertou, me apalpou na frente da minha mãe."
Aí ela parou de me bater. Acendeu outro cigarro.
Ela — "você tava guardando isso, né? Essa tesão toda por mim."
Eu — "não se faz de sonsa, sempre deu pra perceber, mas não rolou. Você casou e tudo morreu."
Ficamos calados um tempo. E começamos a conversar sobre o relacionamento dela, sobre os amigos que perdeu quando casou, e um monte de outras coisas (coisas que eu preferia não ter ouvido).
Já era tarde, e a gente tava falando há horas, quando ela quase chorando diz:
Ela — "tenho que ir."
Eu — "vou te acompanhar."
Ela — "me abraça, idiota."
E ela me abraça com força, e quando a gente se separa, ela pega minhas mãos e coloca nos peitos dela.
E me beija com força e diz:
Ela — "vamos agora."
Eu — "para, não podemos."
Ela — "não seja idiota."
E ela desabotoa minha calça com força, puxa meu pau pra fora e começa a chupar. Eu quase nem me defendi naquele momento, sentado no banco, e ela com meu pau na boca.
Ela abaixa a calça um pouco, deixando ver a bunda dela, e se ajoelha. De lado ela me diz: "Me penetra, vai".
Eu me encosto nela e a penetro do jeito que dá, e sinto a buceta quente dela e o fluxo que lubrifica meu pau. Pela posição não dava pra meter tudo, mas tudo bem.
Pouco depois:
Ela: "Não, para, assim não dá, pra onde a gente vai?"
Eu: "Em casa hoje não dá, tem muita gente."
Ela: "Na minha casa nem sonha em ir."
Aí a gente levantou, vestiu a roupa de qualquer jeito e fomos pra calçada. Paramos o primeiro táxi que passou e eu falei, quase desesperado pro taxista: "No hotel mais perto."
Me joguei dentro do táxi, sentei, e assim que ele arrancou, ela se jogou em cima de mim, meteu a mão na minha calça e colocou o pau inteiro na boca. Mordeu de leve com os dentes e foi tirando devagar da boca, só raspando.
Chegamos no hotel. O taxista, ao nos ver ocupados, pediu o quarto. Eu paguei a corrida e mais um extra pra ele não falar nada ao ver aquela cena.
Entramos no quarto o mais rápido que deu. Ela me pegou pelos ombros e me jogou na cama. Enquanto a gente tirava a roupa como dava, joguei ela na cama e, sentado sobre ela, coloquei o pau na boca dela até o fundo. Ela chupava, apertava com a boca e balançava.
Ela: "Dessa vez quero tudo. Trouxe camisinha, né?"
Eu: "Claro, dessa vez vou gozar dentro."
Ela: "Filho da pu##, hein? Toda essa porra você guardou há anos."
Eu: "Não tô nem aí, amanhã a gente fala sobre isso, mas hoje você vai engolir tudo."
Enquanto eu colocava a camisinha, ela estava deitada na cama, me olhando e enfiando os dedos na buceta dela. Ela me puxou pra cima e comecei a lamber e meter a língua. Ela segurou minha cabeça com força,
dizendo: "Para de brincadeira e me come."
Me posicionei sobre ela e afundei meu pau na buceta dela.
Ela: "Vai, mete tudo até o fundo, forrrrte!"
Eu: "Tudo, você quer?"
E penetrei com força, mantendo até o fundo, e ela mordeu o lábio inferior com força.
Comecei a bombar forte e rápido, e ela geme e se morde.
Eu: "Grita, aqui ninguém liga."
Ela: "Aaa aaa... aaa mmmm daleee me fodeee forteee ”
Me separo dela, viro ela de costas e penetro, bombeio rápido e depois fundo, rápido e fundo, deitado sobre ela a gente vira, ela fica por cima de costas, se ajoelha em cima de mim e começa a dar fortes batidas com a bunda, enfiando o pau com força e se sacudindo.
Ela—“dale goza dentro de mim dale”
Pego ela pela bunda e começo a acelerar até não aguentar mais e gozo.
Ela—“deixa dentro quero sentir a porra quentinha”
Ela mexia a bunda com meu pau dentro como se quisesse tirar a última gota.
Ela levanta “dale levanta que agora você tem que me foder no chuveiro”
Os chuveiros do hotel eram pra duas pessoas, quando vejo a água escorrendo pelos peitos dela e entrando entre as pernas, chego perto e aperto ela contra a parede com meu corpo.
Ela—“dessa vez me fode devagar”
Beijo os peitos dela, mordo suavemente os bicos, ela tira a camisinha e lava meu pau pra tirar os restos de porra e começa a lamber ele com cuidado. Pega outra camisinha e coloca.
Ela—“agora me fode de frente”
Levanta uma perna, seguro com um braço e me apoio nela e penetro.
Ela—“deixa aí não se mexe sente como eu tô”
Eu—“tá quente”
Ela—“se mexe devagar deixa eu sentir como seu pau tá quente”
Eu—“sim você tá muito molhada”
Ela—“como você gosta da putaria você gosta de me foder”
Eu—“sim vou te foder do jeito que você quiser”
A gente escorrega até o chão
Ela—“deixa eu por cima que eu faço você gozar rapidinho”
Ela—“não me toca deixa que eu faço tudo sozinha”
Sentou em cima de mim, pegou meu pau e esfregou contra os lábios da buceta dela com cuidado e enfiou pra dentro e começou a se mexer e apertar com os músculos e sentava forte e se sacudia.
Ela—“quando você for gozar me avisa quero sua porra nos meus peitos”
Eu—“dale vou gozar tudo em cima”
Então ela começa a acelerar.
Ela—“e dale você vai gozar em mim dale me enche de porra”
Ela—“dale me dá aaa tuuuudaaaaa”
Eu—“fuck you porra se prepara”
A gente virou, sentei em cima dela, comecei a me masturbar e em Nesse momento, acabei enchendo aqueles peitos lindos de porra.
Ela espalhava o leite pelo peito dela.
Depois de um tempo, ela levanta, lava o sêmen do corpo, se enrola numa toalha e vai pro quarto. Eu sigo ela, ela tava se vestindo.
Eu – “E agora, o que a gente faz com isso?”
Ela – “Como vou te explicar... você já não é mais meu amigo.”
Eu – “Que merda, você vai embora de vez?”
Ela – “Não dá pra ser meu amigo se me come, amigos não transam.”
Eu – “Isso não foi culpa só minha.”
Ela – “Agora você é só um rola. Quando eu precisar, te chamo.”
Ela – “Se é que quer continuar me comendo ou já matou a vontade.”
Ela – “Acho que por um tempo ainda vou te esquentar, né?”
Eu – “O que você tá dizendo?”
Ela – “Olha, por um tempo eu te aguento, mas vou arrumar alguém pra você e essa putaria de me comer por sacanagem vai passar.”
Ela – “Então, me leva pra casa que é tarde. Sábado te ligo e a gente dá uma trepada na sua casa.”
Ela – “Resolve a parada dos preservativos, porque eu não posso ficar marcada na minha casa.”
E sem poder falar muito mais, fomos embora. Levei ela até umas quadras da casa dela e nos despedimos. Ela foi andando pra ninguém ver ela comigo.
E se vocês acham que essa história foi estranha, esperem pra ouvir as que eu acumulei nesse tempo todo juntos.🔥 🔥 🔥 🔥 🔥
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