E aí, espera... e no meio tempo, a Fer tinha largado o trampo e tava vivendo uma vida boêmia enquanto procurava outra coisa bem na passividade. Já tinham passado uns meses, algumas minas do turno da manhã se juntaram pra comemorar o Dia do Amigo no Ivannof. Eu tava na casa de uns amigos tomando umas cervejas quando a Gabriela, uma das minas da manhã que sempre dava em cima de mim quando me via, mas que não me atraía o suficiente, me mandou mensagem. Mensagem vai, mensagem vem, ela diz: "Vem, tá super irado, caninha liberada, as minas tão morrendo de rir, etc e tal". Aí eu perguntei: "Quem tá aí?" (pra ver se ia ser divertido ou não). "Tem a Jime, a Gra, a Romi e a Fer também veio..." Na hora que li isso, larguei a play e as cervejas com os amigos e me mandei pra balada em Flores.
Cheguei 20 minutos atrasado, recorde total. Tava dentro da balada, que era um caos de bêbados e caras loucos pra tirar foto das rabetões. Quando entrei, fui direto pro bar pegar minhas primeiras cervejas e fazer valer o que paguei na entrada, haja. Aí a Fer aparece no bar e é a primeira a me encontrar, surpresa porque não sabia que eu ia. Tava vestida com um tênis de lona branco, uma calça jeans bem justinha (mas que calça jeans, senhores/as 🤤) e uma regata preta. Tava de partir ao meio... Ela me dá um beijo na bochecha perto do lábio e me leva pela mão até o grupinho da manhã.
Quando encontrei o grupinho da manhã, levei zoeira por ser o "único convidado" de outro turno, etc. Tava tudo bem até que, de repente, a Gabriela aparece em cena e, ao nos ver de mãos dadas com a Fer, nos separa de um jeito sutil... A noite já tava indo pro brejo. A Fer tinha sacado a mensagem da Gaby de que eu tinha ido por ela... Já não tinha mais chance de, naquele cenário, nenhum dos dois fazer nada. Ela pra não queimar a amiga, e eu por ser otário por ter dado entender a Gabriela... mais uma chance desperdiçada...
Mas nem tudo estava perdido, eu tinha decidido que não ia deixar passar a próxima oportunidade, não importava o que acontecesse. E de novo esperar. E de novo Gabriela ia estar no meio...
Passaram-se os meses e Gabriela me convida pro aniversário dela num balada em Palermo, toda vez que me perguntavam se eu ia, eu fazia de bobo e dizia que não sabia, e perguntava quem ia, pra confirmar se mencionavam o Fer.
Chegou o dia, contei as horas daquele sábado, tava super ansioso, fiquei meia hora de bobeira sozinho no frio lá fora (cheguei tarde no lugar), me lascam com a entrada pra hora que era, mas não importava. Já tava em campo e tinha que jogar o jogo, encontro a Romi, uma das minas da manhã, que me disse que tinham ido pouquíssima gente (que merda, pensei 😞), pergunto disfarçado uns nomes "A Gaby tá no meio com as coisas, o Fer e a Gra foram comprar algo" (show 🆒), me aproximo de onde a Gabriela tava (afinal, era o aniversário dela 😳) pra cumprimentar, vejo ela com uma cara de bunda terrível "não tô me sentindo muito bem, ela me diz, caiu mal o que tomei" (não veio ninguém, como não vai se sentir mal, pensei haha 😀), nessa hora chegam o Fer e a Gra, que já tinham descido quase toda a garrafa de New Age que acabaram de comprar.
Ficamos dançando um pouco em rodinha e se pintava de casalzinho, os olhares com o Fer se cruzavam a cada piscada das luzes do lugar, tinha que fazer alguma coisa e com a Gabriela no meio ia complicar, olho as caras dos que estavam ao meu redor, que estavam destruídos, e saco uma táticain-fa-lí-velgarotas, vamos tomar uns tequilas! 😉", Gabriela nos avisou que ainda não estava se sentindo bem. Gra achava que já tinha bebido bastante e apressou a situação: "e você, Fer? Dá uma força aí, eu não bebi nada". Fer aceitou e fomos pro bar que ficava em outro andar, onde a gente pegava bebida com desconto enquanto as meninas cuidavam das coisas.
Já estava tudo pronto, sozinhos, lá em cima, sem a Gabriela. "Canta, canta, canta...". Não, ainda não... continua lendo... 😛
Eu estava indo com Fer pro bar do andar de cima, ela me puxava pela mão pra gente não se perder no meio da galera. Enquanto isso, eu aproveitava pra olhar o corpão dela e admirar tudo que podia da Fer antes de poder beijar aquela boca. Ela tava com os tênis de lona branca, uma minissaia jeans, uma camiseta vermelha e uma jaquetinha jeans escura. Era uma combinação perfeita, estilo rockeira que me deixava cada vez mais louco...
A gente virou o tequila de uma vez (ela aguentou firme, a gostosa) enquanto eu viajava naqueles olhos cor de mel que ela tem. A gente se aproximou "pra falar no ouvido" e ela me disse: "ficou um pouco de sal no seu lábio" 🤤. Na hora, eu agarrei ela pela cintura, ela chegou mais perto de mim e a gente começou a se beijar. Era um beijo sem fim, daqueles que a gente curte, porque custou pra conseguir. A gente não conseguia se desgrudar, tinha esquecido que estávamos no aniversário e que tínhamos ido só com essa desculpa pra nos ver. O melhor ainda estava por vir, mas a gente precisava sumir do lugar sem levantar suspeitas com a Gabriela... a gente tinha que dar um jeito, não dava pra ficar só nos beijos...
Desculpa, galera, por deixar vocês no suspense. Já é tarde, em uns dias o final... eu prometo!Aqui a parte 1 caso tenham perdidohttp://www.poringa.net/posts/relatos/1562010/Fer-y-la-duda.html
Cheguei 20 minutos atrasado, recorde total. Tava dentro da balada, que era um caos de bêbados e caras loucos pra tirar foto das rabetões. Quando entrei, fui direto pro bar pegar minhas primeiras cervejas e fazer valer o que paguei na entrada, haja. Aí a Fer aparece no bar e é a primeira a me encontrar, surpresa porque não sabia que eu ia. Tava vestida com um tênis de lona branco, uma calça jeans bem justinha (mas que calça jeans, senhores/as 🤤) e uma regata preta. Tava de partir ao meio... Ela me dá um beijo na bochecha perto do lábio e me leva pela mão até o grupinho da manhã.
Quando encontrei o grupinho da manhã, levei zoeira por ser o "único convidado" de outro turno, etc. Tava tudo bem até que, de repente, a Gabriela aparece em cena e, ao nos ver de mãos dadas com a Fer, nos separa de um jeito sutil... A noite já tava indo pro brejo. A Fer tinha sacado a mensagem da Gaby de que eu tinha ido por ela... Já não tinha mais chance de, naquele cenário, nenhum dos dois fazer nada. Ela pra não queimar a amiga, e eu por ser otário por ter dado entender a Gabriela... mais uma chance desperdiçada...
Mas nem tudo estava perdido, eu tinha decidido que não ia deixar passar a próxima oportunidade, não importava o que acontecesse. E de novo esperar. E de novo Gabriela ia estar no meio...
Passaram-se os meses e Gabriela me convida pro aniversário dela num balada em Palermo, toda vez que me perguntavam se eu ia, eu fazia de bobo e dizia que não sabia, e perguntava quem ia, pra confirmar se mencionavam o Fer.
Chegou o dia, contei as horas daquele sábado, tava super ansioso, fiquei meia hora de bobeira sozinho no frio lá fora (cheguei tarde no lugar), me lascam com a entrada pra hora que era, mas não importava. Já tava em campo e tinha que jogar o jogo, encontro a Romi, uma das minas da manhã, que me disse que tinham ido pouquíssima gente (que merda, pensei 😞), pergunto disfarçado uns nomes "A Gaby tá no meio com as coisas, o Fer e a Gra foram comprar algo" (show 🆒), me aproximo de onde a Gabriela tava (afinal, era o aniversário dela 😳) pra cumprimentar, vejo ela com uma cara de bunda terrível "não tô me sentindo muito bem, ela me diz, caiu mal o que tomei" (não veio ninguém, como não vai se sentir mal, pensei haha 😀), nessa hora chegam o Fer e a Gra, que já tinham descido quase toda a garrafa de New Age que acabaram de comprar.
Ficamos dançando um pouco em rodinha e se pintava de casalzinho, os olhares com o Fer se cruzavam a cada piscada das luzes do lugar, tinha que fazer alguma coisa e com a Gabriela no meio ia complicar, olho as caras dos que estavam ao meu redor, que estavam destruídos, e saco uma táticain-fa-lí-velgarotas, vamos tomar uns tequilas! 😉", Gabriela nos avisou que ainda não estava se sentindo bem. Gra achava que já tinha bebido bastante e apressou a situação: "e você, Fer? Dá uma força aí, eu não bebi nada". Fer aceitou e fomos pro bar que ficava em outro andar, onde a gente pegava bebida com desconto enquanto as meninas cuidavam das coisas.
Já estava tudo pronto, sozinhos, lá em cima, sem a Gabriela. "Canta, canta, canta...". Não, ainda não... continua lendo... 😛
Eu estava indo com Fer pro bar do andar de cima, ela me puxava pela mão pra gente não se perder no meio da galera. Enquanto isso, eu aproveitava pra olhar o corpão dela e admirar tudo que podia da Fer antes de poder beijar aquela boca. Ela tava com os tênis de lona branca, uma minissaia jeans, uma camiseta vermelha e uma jaquetinha jeans escura. Era uma combinação perfeita, estilo rockeira que me deixava cada vez mais louco...
A gente virou o tequila de uma vez (ela aguentou firme, a gostosa) enquanto eu viajava naqueles olhos cor de mel que ela tem. A gente se aproximou "pra falar no ouvido" e ela me disse: "ficou um pouco de sal no seu lábio" 🤤. Na hora, eu agarrei ela pela cintura, ela chegou mais perto de mim e a gente começou a se beijar. Era um beijo sem fim, daqueles que a gente curte, porque custou pra conseguir. A gente não conseguia se desgrudar, tinha esquecido que estávamos no aniversário e que tínhamos ido só com essa desculpa pra nos ver. O melhor ainda estava por vir, mas a gente precisava sumir do lugar sem levantar suspeitas com a Gabriela... a gente tinha que dar um jeito, não dava pra ficar só nos beijos...
Desculpa, galera, por deixar vocês no suspense. Já é tarde, em uns dias o final... eu prometo!Aqui a parte 1 caso tenham perdidohttp://www.poringa.net/posts/relatos/1562010/Fer-y-la-duda.html
1 comentários - Fer e a Dúvida Parte 2