Voltei...Valentina, a revanche...Depois de muito esforço, suor e lágrimas, finalmente consegui o e-mail dela. Era bem estranho, até pra mim, ter passado uma noite tão incrível e não ter o contato dela. Mas claro... Naquela madrugada, não tive outra escolha senão empurrar o irmão dela e sair correndo até a porta com a roupa na mão. Agradeci meu passado no rugby, porque me salvou da bronca do tal Nico. De qualquer forma, a gente se manteve na distância até que um amigo (amei ele por isso) me passou o e-mail dela. Não foi fácil, tive que mexer vários contatos, mas consegui. Assim, de vez em quando, a gente lembrava do que tinha rolado na casa dela. Um dia, entrei, como nunca, de manhã no meu e-mail e ela estava online.
Eu: Oi, gata!!
Vale: oi! Cê tá? Nem sabs o q tenho p/ te contar
eu: n sei... fala!!
Vale: vem na minha casa umas 4 hrs q te conto...
eu:... ok
Não quis questionar muito, era óbvio que o irmão dela não ia estar. "Finalmente uma a meu favor", pensei. Naquele dia, cheguei às quatro e vinte na casa dela, não porque me atrasei, mas porque não queria que ela pensasse... sei lá o que passou pela minha cabeça, simplesmente decidi dar umas voltas antes de ir.
Finalmente, cheguei na porta da casa dela.
— Vem, entra — ela disse.
Eu a despi dez vezes com os olhos antes de olhar pro rosto dela.
A gente conversou um pouco, ela me contou que os pais tinham ido pra Tucumã (com o resto da família toda, incluindo o Nicolas) e que iam voltar dois dias depois. Sorte pra mim.
Ela tava com uma camisola transparente branca, tipo aquelas camisetas compridas que algumas minas usam e que, de um certo jeito, dão um toque infantil. Por baixo, tinha um shortinho rosa. No fim, fazia menos de uma hora que ela tinha saído da cama.
— Pra que você me trouxe? — perguntei, malicioso.
— Mmm...
...me espera aqui... — ela disse com um sorrisinho safado e saiu pela porta do quarto. Eu me acomodei no computador, sem parar de pensar qual seria a minha "surpresinha".
Ela voltou com uma caixa de sapato, largou no chão e se virou pra mim.
Ela veio devagar, pra mim aqueles... Os segundos foram eternos. Dava pra ver o cabelo escorrendo entre as mãos dela; feito água. Como os olhos dela penetravam os meus. Como a boca dela virava mel a cada passo.
Ela se jogou em cima de mim e começou a me beijar com paixão, os braços dela nos meus ombros, os meus enroscando nela, o corpo dela me aquecendo. Tudo era exatamente como eu tinha imaginado até aquele momento.
Depois ela se virou e apoiou as duas nádegas branquinhas e perfeitas no meu pacote, que já tava endurecendo aos poucos. As costas dela esfregavam no meu peito e a bunda dela na braguilha da minha calça. Minhas mãos agarravam os peitos dela, envolviam e apertavam, soltando suspiros lascivos no ar. As mãos dela acompanhavam as minhas numa harmonia perfeita.
Minha mão direita, então, acariciou a barriga quentinha dela enquanto os dedos da esquerda passeavam pela pele nua até os seios. Aí tirei a camiseta dela e pude ver os mamilos escuros enfeitando o torso pálido.
Estimulei o clitóris dela de leve, e quando levantei o shortinho, um cheiro excitante escapou, aquele cheiro de umidade, que nela era especialmente gostoso. Nessa altura, a calça já tava estourando e ela sentia, cada vez que meus dedos conseguiam excitar ela no "ponto certo", ela apertava com mais força o meu centro.
Tirei também o shortinho dela e ela ficou completamente pelada.
Ela abriu as pernas e deixou eu continuar estimulando um pouco mais.
Depois me deitou na cadeira e desabotoou minha calça, fiquei só de cueca cinza, ela mordeu umas duas vezes meu pau por cima da cueca, finalmente tirou e eu rapidamente tirei a camiseta.
A partir daí, fui dela.
Ainda sentado na cadeira, eu tinha meu pau entre as pernas dela, sem penetrar, sentia o calor da buceta dela e isso me consumia a cabeça. Ela acariciava a glande do meu pau. A boca dela beijava meu pescoço. Depois foi até a gaveta e pegou uma pomada (um óleo especial pra esse tipo de coisa... marca ACME) e me deu.
—Me enche disso...—ela falou e ficou de quatro na cama. cama.
Sem cerimônia, passei aquilo nela toda. Quando achei que tava no controle, ela me jogou na cama e colocou mais lubrificante no meu pau. Sentou e encaixou meu pênis na buceta dela. Cavalgou sem parar por vários minutos angustiantes, eu me sentia indefeso e excitado ao mesmo tempo. Soltava gemidos sem querer. Ela percebia a situação e ficava ainda mais excitada.
Depois de uns minutos, tirou uma camisinha não sei de onde, colocou rapidinho em mim e sentou de novo, mas dessa vez encaixou meu pau no cu dela.
Os movimentos no começo foram bem suaves, e eu praticamente de bandeira branca. Mas aí o ritmo aumentou, cada vez mais, e mais, e mais...
Tão apertadinho, tão justinho que tava lá dentro que acabei gozando. Mas ela nem ligou. Me agarrei como pude nos lençóis, sem perder a excitação nem a firmeza, ela tava endemoniada. Os sons dos nossos corpos se chocando já estavam muito altos.
Me recuperei, mesmo que pouco, e acompanhei o ritmo dela, mas nada parecia pará-la.
De repente, ela se soltou, tirou a camisinha e fez meu pau penetrar a buceta dela de novo, deu mais uns pulos e soltou um grito insuportável de prazer...
Os dois terminamos exaustos.
Depois de um tempo, a gente se viu de novo...
Bom... voltei e espero que gostem... daqui a uns meses tenho uma surpresa pra vocês... assim que der, posto as outras continuações...
Um abraço!!!
Eu: Oi, gata!!
Vale: oi! Cê tá? Nem sabs o q tenho p/ te contar
eu: n sei... fala!!
Vale: vem na minha casa umas 4 hrs q te conto...
eu:... ok
Não quis questionar muito, era óbvio que o irmão dela não ia estar. "Finalmente uma a meu favor", pensei. Naquele dia, cheguei às quatro e vinte na casa dela, não porque me atrasei, mas porque não queria que ela pensasse... sei lá o que passou pela minha cabeça, simplesmente decidi dar umas voltas antes de ir.
Finalmente, cheguei na porta da casa dela.
— Vem, entra — ela disse.
Eu a despi dez vezes com os olhos antes de olhar pro rosto dela.
A gente conversou um pouco, ela me contou que os pais tinham ido pra Tucumã (com o resto da família toda, incluindo o Nicolas) e que iam voltar dois dias depois. Sorte pra mim.
Ela tava com uma camisola transparente branca, tipo aquelas camisetas compridas que algumas minas usam e que, de um certo jeito, dão um toque infantil. Por baixo, tinha um shortinho rosa. No fim, fazia menos de uma hora que ela tinha saído da cama.
— Pra que você me trouxe? — perguntei, malicioso.
— Mmm...
...me espera aqui... — ela disse com um sorrisinho safado e saiu pela porta do quarto. Eu me acomodei no computador, sem parar de pensar qual seria a minha "surpresinha".
Ela voltou com uma caixa de sapato, largou no chão e se virou pra mim.
Ela veio devagar, pra mim aqueles... Os segundos foram eternos. Dava pra ver o cabelo escorrendo entre as mãos dela; feito água. Como os olhos dela penetravam os meus. Como a boca dela virava mel a cada passo.
Ela se jogou em cima de mim e começou a me beijar com paixão, os braços dela nos meus ombros, os meus enroscando nela, o corpo dela me aquecendo. Tudo era exatamente como eu tinha imaginado até aquele momento.
Depois ela se virou e apoiou as duas nádegas branquinhas e perfeitas no meu pacote, que já tava endurecendo aos poucos. As costas dela esfregavam no meu peito e a bunda dela na braguilha da minha calça. Minhas mãos agarravam os peitos dela, envolviam e apertavam, soltando suspiros lascivos no ar. As mãos dela acompanhavam as minhas numa harmonia perfeita.
Minha mão direita, então, acariciou a barriga quentinha dela enquanto os dedos da esquerda passeavam pela pele nua até os seios. Aí tirei a camiseta dela e pude ver os mamilos escuros enfeitando o torso pálido.
Estimulei o clitóris dela de leve, e quando levantei o shortinho, um cheiro excitante escapou, aquele cheiro de umidade, que nela era especialmente gostoso. Nessa altura, a calça já tava estourando e ela sentia, cada vez que meus dedos conseguiam excitar ela no "ponto certo", ela apertava com mais força o meu centro.
Tirei também o shortinho dela e ela ficou completamente pelada.
Ela abriu as pernas e deixou eu continuar estimulando um pouco mais.
Depois me deitou na cadeira e desabotoou minha calça, fiquei só de cueca cinza, ela mordeu umas duas vezes meu pau por cima da cueca, finalmente tirou e eu rapidamente tirei a camiseta.
A partir daí, fui dela.
Ainda sentado na cadeira, eu tinha meu pau entre as pernas dela, sem penetrar, sentia o calor da buceta dela e isso me consumia a cabeça. Ela acariciava a glande do meu pau. A boca dela beijava meu pescoço. Depois foi até a gaveta e pegou uma pomada (um óleo especial pra esse tipo de coisa... marca ACME) e me deu.
—Me enche disso...—ela falou e ficou de quatro na cama. cama.
Sem cerimônia, passei aquilo nela toda. Quando achei que tava no controle, ela me jogou na cama e colocou mais lubrificante no meu pau. Sentou e encaixou meu pênis na buceta dela. Cavalgou sem parar por vários minutos angustiantes, eu me sentia indefeso e excitado ao mesmo tempo. Soltava gemidos sem querer. Ela percebia a situação e ficava ainda mais excitada.
Depois de uns minutos, tirou uma camisinha não sei de onde, colocou rapidinho em mim e sentou de novo, mas dessa vez encaixou meu pau no cu dela.
Os movimentos no começo foram bem suaves, e eu praticamente de bandeira branca. Mas aí o ritmo aumentou, cada vez mais, e mais, e mais...
Tão apertadinho, tão justinho que tava lá dentro que acabei gozando. Mas ela nem ligou. Me agarrei como pude nos lençóis, sem perder a excitação nem a firmeza, ela tava endemoniada. Os sons dos nossos corpos se chocando já estavam muito altos.
Me recuperei, mesmo que pouco, e acompanhei o ritmo dela, mas nada parecia pará-la.
De repente, ela se soltou, tirou a camisinha e fez meu pau penetrar a buceta dela de novo, deu mais uns pulos e soltou um grito insuportável de prazer...
Os dois terminamos exaustos.
Depois de um tempo, a gente se viu de novo...
Bom... voltei e espero que gostem... daqui a uns meses tenho uma surpresa pra vocês... assim que der, posto as outras continuações...
Um abraço!!!
1 comentários - Valenttina (parte 2)
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