Espero que gostem e comentem!!!
Este conto tem uma série de apostas com minha namorada, num relacionamento que, por causa do trabalho dos dois, tinha se tornado rotineiro, frio e distante.
Eu precisava fazer algo para sermos mais felizes.
Minha namorada tinha um corpo bem dotado, peitos grandes, cintura fina, coxas fortes… mas, mesmo assim, sempre se cobria demais, por ficar vermelha fácil. Ela tinha vergonha de tudo e se preocupava demais com os outros.
Um dia, bebendo uns copos, meio bêbados, decidimos fazer uma aposta. Então apostamos se ia chover naquela noite. Ela perdeu, porque choveu pra caralho. Enquanto conversávamos, pensei no que queria e falei pra ela… eu queria que ela fosse uma putinha fácil, bem slut e, acima de tudo, muito, mas muito fogosa… onde enfrentasse várias situações que eu propusesse durante uma semana. Ela tinha que buscar, organizar, planejar, cumprir e aproveitar cada uma. Não podia reclamar de nada, não podia deixar de cumprir nenhuma, esse era o trato de boca. Além de dar um jeito de eu poder ouvir ou ver o que rolava lá. Quatro fantasias que ela não podia falhar.
A primeira fantasia que ela tinha que cumprir era transar com um ex-namorado na viela do lado de um prédio antigo e pouco movimentado. Foi assim que ela chamou o ex-namorado pra sair e bater um papo sobre a vida. Ela, com um vestidinho curto, salto alto e um decote que dava vontade de lamber, viu ele e disse que não queria ir pra lugar nenhum, só conversar no carro. Começaram a sorrir depois de um tempo e a falar daqueles anos em que eram namorados. Ela desviou o assunto pra quanto curtiam o sexo, naquelas longas sessões de prazer. Confessou que nunca realizou a fantasia mais preciosa dela: fazer numa viela escura. Ele olhou pra ela e disse "beleza", então desceram do carro e caminharam até um lugar úmido e vazio. Ela ia andando e tocando no pau dele, que endurecia cada vez mais, já não aguentava mais… Baixou a calça dele e chupou, ele pegou nos peitos dela e deixou na buceta dela. boca, mordendo ela com força pelo tempo que passou desde que terminaram. Depois ela se apoiou na parede e levantou a saia, deixando ver as meias, ele puxou o pau e metia nela uma vez atrás da outra, depois no cu molhado de prazer… ela curtia e se divertia, depois chupou ele de novo, pra depois meter de novo na bunda gostosa dela. Os dois gozaram, se despediram, cumprindo assim a primeira aposta difícil.
Chegou o dia da segunda fantasia: Seduzir o ex-professor dela. Isso aconteceu depois que ela ligou pra ele pra tirar uma dúvida sobre o novo trabalho, e aí decidiram tomar um café. Riram e conversaram sobre a vida. Ele sempre teve tesão nela, olhando pros peitos dela que quase escapavam do vestido. Do trabalho, nem se fala… Ela disse que pra explicar direito, precisavam ir a um lugar com um quadro, porque no papel não dava pra entender. Foram pro escritório dele, e ao chegar, ela começou a escrever bem alto, de um jeito que dava pra ver as meias arrastão por cima das botas de salto. Ela pediu pra ele chegar perto. Quando ele se levantou, roçou sem querer a bunda dela no pau dele, sentindo ele duro. Ela se virou, olhou pra ele e beijou, depois apertou o pau forte dele, pegou a cabeça dele e levou pro colo dela. Ele agarrou ela e jogou contra uma mesa, rasgou a calcinha dela e meteu com tudo. Ela tinha sido uma boa aluna, já era hora de terminar o que começaram há anos. Depois de gozar, ela desceu, chupou ele, e aí virou pra ele meter no cu suculento dela. Que experiência docente, hein. Ela chupou ele de novo, engolindo todo o leite guardado pra ela.. Ele se deitou na mesa, ela subiu em cima, pulava e pulava, enquanto chupava os peitos dele. Ela gritava e gemia. Que lição ele deu. Segunda aposta.
Depois veio a vez dela transar com dois amigos dele.
Eles moravam num apartamento em San Isidro, ela mandou mensagem e contou uma mentirinha: que queria vê-los porque precisava de consolo depois de terminar com o namorado. Não conhecia eles direito, nem eles conheciam ela. Beberam vários copos de pisco, quase perdem o juízo. Ela vestida com um vestidinho curto por baixo de um casaco longo, botas e maquiagem pra ocasião. Eles, como era de se esperar, começaram com piadas de duplo sentido e brincadeiras pesadas, ela começou a rir e abraçar os dois, até que um deles insinuou uma brincadeira, meio sério, meio na zoeira; que podiam consolar ela juntos. Ela beijou ele na hora, enquanto pegava no cock do outro. O outro agarrou os peitos dela e chupou até deixar tudo vermelho… eles tiraram a roupa dela, ela mamou o cock de um, enquanto o outro metia nela com as mãos na cintura. Ela fez ele gozar com a boca, bebendo toda a cum dele. O outro terminou, depois ela sentou em cima de um, enquanto o outro chupava os peitos dela e beijava, assim por um tempão. Até que mais tarde foram pra cama de um deles, onde ela ficou por cima e o outro entrava pelo cu dela, doía tanto, mas ela gostava muito mais. Uma dupla penetração dos sonhos. Era quase desesperador pra ela, porque um terminava e o outro continuava, assim trocaram de posições por horas e ela não descansava, até quase sem voz de tanto gritar. No final, pediu pra eles não contarem nada e que precisava ir embora. Ela gritava por algo que sonhava escondido e hoje, graças a uma aposta, conseguiu realizar. Nunca mais soube dos amigos. Terceira aposta concluída.
A última fantasia excitante: seduzir o primo na casa de praia. Ela pediu pra ir pra praia pra relaxar de uma semana ruim de trabalho e namoro. Viajou à tarde, conseguiu pegar um sol com seu biquíni minúsculo, bem pequeno, que cobria o mínimo, percebendo como o primo olhava pra ela por trás daqueles óculos escuros, ele desejava ela… Ele morava sozinho, já que a mulher dele estava em Arequipa, cidade ao sul de Lima. Mais tarde, quando a noite chegou, entre algumas brincadeiras discretas e picantes, ela contou pra ele seus “problemas” com o namorado e que sentia que precisava esquentar a relação. Já tinham bebido o suficiente pra “quase” perder o juízo. Ele sempre olhou pra ela com outros olhos. Ela disse que tinha levado algumas peças que ele queria ver e ajudá-la a escolher algumas, para seduzir o namorado. Ela mostrou biquínis, vestidinhos, saltos, saias, calcinhas com ligas. E tudo se acendia. Ele sorria, sem saber o que fazer, na cabeça dele só queria enterrar o pau nela, desejava ela até explodir. A calça dele estava molhada e levantada de tesão.
Ela se aproximava cada vez mais, pra ele tocar o tecido e dar conselhos. Ao mostrar a última roupa, pediu pra ele desabotoar o vestido dela, ele, ardendo, fez isso, mas além disso, mordeu o pescoço dela, levantou a saia dela bruscamente, agarrando-a pela cintura e metendo com força; uma e outra vez, virava ela, deitava ela e sentava ela em cima dele, e ela pulava perdendo o controle… Ele penetrou ela duríssimo quase a noite toda, conheceram a casa inteira em várias posições, ela chupou ele, ele chupou ela. A bunda dela já não aguentava tanta porra, a bunda dela recebeu todo o desejo dele. A varanda os recebeu sob a noite escura. Que espetáculo devem ter dado… Ao chegar a manhã, ela tinha ido embora sem se despedir e com o compromisso de esquecer, terminando assim as duríssimas provas que ela perdeu por uma noite de chuva. Quarta aposta.
Minha namorada parecia uma puta, acho que serviu pra gente, pois agora ela é mais fogosa e sinto que curte muito mais a vida. Além de tudo, agora o fogo se acendeu ao máximo, igual nos velhos tempos… a gente se olha e transa, rimos mais e somos mais felizes. Se eu pudesse receitar, receitaria. Tentem.
Agora falta eu, que acabei de perder… ela já disse que eu tenho que encarar: iniciar a irmãzinha dela de 18 anos, me ver transando com uma ex-namorada, foder a melhor amiga dela com peitos enormes e novos e ela junto, e por último percorrer a cidade transando…. Valeram todas as fodas investidas.
Este conto tem uma série de apostas com minha namorada, num relacionamento que, por causa do trabalho dos dois, tinha se tornado rotineiro, frio e distante.
Eu precisava fazer algo para sermos mais felizes.
Minha namorada tinha um corpo bem dotado, peitos grandes, cintura fina, coxas fortes… mas, mesmo assim, sempre se cobria demais, por ficar vermelha fácil. Ela tinha vergonha de tudo e se preocupava demais com os outros.
Um dia, bebendo uns copos, meio bêbados, decidimos fazer uma aposta. Então apostamos se ia chover naquela noite. Ela perdeu, porque choveu pra caralho. Enquanto conversávamos, pensei no que queria e falei pra ela… eu queria que ela fosse uma putinha fácil, bem slut e, acima de tudo, muito, mas muito fogosa… onde enfrentasse várias situações que eu propusesse durante uma semana. Ela tinha que buscar, organizar, planejar, cumprir e aproveitar cada uma. Não podia reclamar de nada, não podia deixar de cumprir nenhuma, esse era o trato de boca. Além de dar um jeito de eu poder ouvir ou ver o que rolava lá. Quatro fantasias que ela não podia falhar.
A primeira fantasia que ela tinha que cumprir era transar com um ex-namorado na viela do lado de um prédio antigo e pouco movimentado. Foi assim que ela chamou o ex-namorado pra sair e bater um papo sobre a vida. Ela, com um vestidinho curto, salto alto e um decote que dava vontade de lamber, viu ele e disse que não queria ir pra lugar nenhum, só conversar no carro. Começaram a sorrir depois de um tempo e a falar daqueles anos em que eram namorados. Ela desviou o assunto pra quanto curtiam o sexo, naquelas longas sessões de prazer. Confessou que nunca realizou a fantasia mais preciosa dela: fazer numa viela escura. Ele olhou pra ela e disse "beleza", então desceram do carro e caminharam até um lugar úmido e vazio. Ela ia andando e tocando no pau dele, que endurecia cada vez mais, já não aguentava mais… Baixou a calça dele e chupou, ele pegou nos peitos dela e deixou na buceta dela. boca, mordendo ela com força pelo tempo que passou desde que terminaram. Depois ela se apoiou na parede e levantou a saia, deixando ver as meias, ele puxou o pau e metia nela uma vez atrás da outra, depois no cu molhado de prazer… ela curtia e se divertia, depois chupou ele de novo, pra depois meter de novo na bunda gostosa dela. Os dois gozaram, se despediram, cumprindo assim a primeira aposta difícil.
Chegou o dia da segunda fantasia: Seduzir o ex-professor dela. Isso aconteceu depois que ela ligou pra ele pra tirar uma dúvida sobre o novo trabalho, e aí decidiram tomar um café. Riram e conversaram sobre a vida. Ele sempre teve tesão nela, olhando pros peitos dela que quase escapavam do vestido. Do trabalho, nem se fala… Ela disse que pra explicar direito, precisavam ir a um lugar com um quadro, porque no papel não dava pra entender. Foram pro escritório dele, e ao chegar, ela começou a escrever bem alto, de um jeito que dava pra ver as meias arrastão por cima das botas de salto. Ela pediu pra ele chegar perto. Quando ele se levantou, roçou sem querer a bunda dela no pau dele, sentindo ele duro. Ela se virou, olhou pra ele e beijou, depois apertou o pau forte dele, pegou a cabeça dele e levou pro colo dela. Ele agarrou ela e jogou contra uma mesa, rasgou a calcinha dela e meteu com tudo. Ela tinha sido uma boa aluna, já era hora de terminar o que começaram há anos. Depois de gozar, ela desceu, chupou ele, e aí virou pra ele meter no cu suculento dela. Que experiência docente, hein. Ela chupou ele de novo, engolindo todo o leite guardado pra ela.. Ele se deitou na mesa, ela subiu em cima, pulava e pulava, enquanto chupava os peitos dele. Ela gritava e gemia. Que lição ele deu. Segunda aposta.
Depois veio a vez dela transar com dois amigos dele.
Eles moravam num apartamento em San Isidro, ela mandou mensagem e contou uma mentirinha: que queria vê-los porque precisava de consolo depois de terminar com o namorado. Não conhecia eles direito, nem eles conheciam ela. Beberam vários copos de pisco, quase perdem o juízo. Ela vestida com um vestidinho curto por baixo de um casaco longo, botas e maquiagem pra ocasião. Eles, como era de se esperar, começaram com piadas de duplo sentido e brincadeiras pesadas, ela começou a rir e abraçar os dois, até que um deles insinuou uma brincadeira, meio sério, meio na zoeira; que podiam consolar ela juntos. Ela beijou ele na hora, enquanto pegava no cock do outro. O outro agarrou os peitos dela e chupou até deixar tudo vermelho… eles tiraram a roupa dela, ela mamou o cock de um, enquanto o outro metia nela com as mãos na cintura. Ela fez ele gozar com a boca, bebendo toda a cum dele. O outro terminou, depois ela sentou em cima de um, enquanto o outro chupava os peitos dela e beijava, assim por um tempão. Até que mais tarde foram pra cama de um deles, onde ela ficou por cima e o outro entrava pelo cu dela, doía tanto, mas ela gostava muito mais. Uma dupla penetração dos sonhos. Era quase desesperador pra ela, porque um terminava e o outro continuava, assim trocaram de posições por horas e ela não descansava, até quase sem voz de tanto gritar. No final, pediu pra eles não contarem nada e que precisava ir embora. Ela gritava por algo que sonhava escondido e hoje, graças a uma aposta, conseguiu realizar. Nunca mais soube dos amigos. Terceira aposta concluída.
A última fantasia excitante: seduzir o primo na casa de praia. Ela pediu pra ir pra praia pra relaxar de uma semana ruim de trabalho e namoro. Viajou à tarde, conseguiu pegar um sol com seu biquíni minúsculo, bem pequeno, que cobria o mínimo, percebendo como o primo olhava pra ela por trás daqueles óculos escuros, ele desejava ela… Ele morava sozinho, já que a mulher dele estava em Arequipa, cidade ao sul de Lima. Mais tarde, quando a noite chegou, entre algumas brincadeiras discretas e picantes, ela contou pra ele seus “problemas” com o namorado e que sentia que precisava esquentar a relação. Já tinham bebido o suficiente pra “quase” perder o juízo. Ele sempre olhou pra ela com outros olhos. Ela disse que tinha levado algumas peças que ele queria ver e ajudá-la a escolher algumas, para seduzir o namorado. Ela mostrou biquínis, vestidinhos, saltos, saias, calcinhas com ligas. E tudo se acendia. Ele sorria, sem saber o que fazer, na cabeça dele só queria enterrar o pau nela, desejava ela até explodir. A calça dele estava molhada e levantada de tesão.
Ela se aproximava cada vez mais, pra ele tocar o tecido e dar conselhos. Ao mostrar a última roupa, pediu pra ele desabotoar o vestido dela, ele, ardendo, fez isso, mas além disso, mordeu o pescoço dela, levantou a saia dela bruscamente, agarrando-a pela cintura e metendo com força; uma e outra vez, virava ela, deitava ela e sentava ela em cima dele, e ela pulava perdendo o controle… Ele penetrou ela duríssimo quase a noite toda, conheceram a casa inteira em várias posições, ela chupou ele, ele chupou ela. A bunda dela já não aguentava tanta porra, a bunda dela recebeu todo o desejo dele. A varanda os recebeu sob a noite escura. Que espetáculo devem ter dado… Ao chegar a manhã, ela tinha ido embora sem se despedir e com o compromisso de esquecer, terminando assim as duríssimas provas que ela perdeu por uma noite de chuva. Quarta aposta.
Minha namorada parecia uma puta, acho que serviu pra gente, pois agora ela é mais fogosa e sinto que curte muito mais a vida. Além de tudo, agora o fogo se acendeu ao máximo, igual nos velhos tempos… a gente se olha e transa, rimos mais e somos mais felizes. Se eu pudesse receitar, receitaria. Tentem.
Agora falta eu, que acabei de perder… ela já disse que eu tenho que encarar: iniciar a irmãzinha dela de 18 anos, me ver transando com uma ex-namorada, foder a melhor amiga dela com peitos enormes e novos e ela junto, e por último percorrer a cidade transando…. Valeram todas as fodas investidas.
3 comentários - Aposta com minha namorada, fantasias realizadas
ya le voy a jugar una apuesta a mi novia y gane quien gane va a ser igual de interesante!!
saludos