Uns anos atrás, eu tinha uns vizinhos que viviam brigando. Pelo que dava pra ouvir, o motivo era as traições constantes dele, que ela sempre perdoava, mas fazia ele sofrer por um tempo. Até que um dia eu escutei a discussão começar por ele. "Do que você reclama? Eu paguei na mesma moeda", ela disse em algum momento da briga. E essa frase ficou martelando na minha cabeça. Tempo depois, com essas palavras como inspiração, escrevi o relato a seguir. Espero que vocês gostem.🙎♂️
Foi uma briga idiota, estúpida. E mais uma vez, como tantas outras, o estopim foi o ciúme.
Já fazia quase um ano que eu estava saindo com o Marcos e a gente sempre discutia pela mesma coisa. Eu tava de saco cheio. Não que eu fosse exageradamente ciumenta, mas a verdade é que ele me dava motivos de sobra pra ser.
Já tinha perdoado algumas, mas essa, eu garanti, não ia deixar passar. E o pior de tudo é que, apesar de todas as provas contra ele, ele negava. Me fazia passar por louca.
— Eu te vi, te vi, eu mesma te vi! — gritei, tentando que, pelo menos uma vez, ele admitisse a merda que fez.
Mas não adiantava nada. Ele não dava o braço a torcer. Se emperrava naquilo e não saía de lá.
Sempre era eu quem cedia e acabava perdoando ele, sem nem dar uma bronca. Mas dessa vez foi diferente. Não ia fazer tão fácil assim.
Praticamente expulsei ele de casa no empurrão. Não queria ver ele. Não queria ouvir ele.
Embora soubesse que, mais cedo ou mais tarde, eu ia correr de volta pra ele. Mas pelo menos queria que ele levasse um susto bem merecido.
Bem na hora que ele tava saindo, entra no prédio o Daniel, meu vizinho do apartamento ao lado, que já mais de uma vez tinha me visto pelada e até transando pela janela.
Mesmo sabendo que eu tava comprometida, toda vez que a gente se cruzava, seja no elevador, na entrada ou no corredor, ele me chamava pra tomar um mate na casa dele. Claro que eu sempre recusava, educadamente, inventando mil e um compromissos pra fugir do convite.
Mas dessa vez, quando ele me chamou, eu disse que sim, sem nem hesitar.
Eu tava magoada, com vontade de vingança, e o Daniel me parecia tão bom quanto qualquer um pra realizar meus planos. Além disso, tava ali do lado, ao alcance da mão.
Subimos, então, pro apartamento dele, e enquanto ele esquentava a chaleira (e eu esquentava o tesão), fiquei olhando alguns troféus esportivos dele e as fotos de família que enfeitavam os móveis.
Em várias delas, ele aparecia com a namorada, uma loira gostosa que, por algum motivo, me parecia familiar.
— Sua namorada é bonita — comentei quando ele me passou o primeiro chimarrão.
— Ah, valeu, ela é modelo — respondeu.
— Por isso que me parecia conhecida! — exclamei estalando os dedos — devo ter visto em alguma revista, né?
— É provável, sim, ela faz bastante publicidade gráfica — concordou.
— E me diz uma coisa, tendo uma mulherão desses do lado, o que cê tá fazendo aqui perdendo tempo comigo? — perguntei.
— Bom, eu não acho que tô perdendo tempo. Acho que você e eu, aliás, tenho certeza que você e eu podemos nos divertir muito juntos — ele me garantiu.
— E o que te faz pensar isso? — quis saber.
— Posso ser totalmente sincero com você? — pediu.
— Pode sim — permiti.
— Bom... eu adoro como você geme, gemendo desse jeito você deve ser uma bomba na cama — confessou.
Depois de soltar uma risada contida, olhei pra ele e perguntei:
— Então o negócio do chimarrão era só uma desculpa? A única intenção era me levar pra cama?
— Esperava outra coisa? — ele retrucou.
— Não, pra ser sincera, não — afirmei.
Naquele momento, um silêncio estranho se instalou, mas nossos olhares, intensos e explícitos, não paravam de se cruzar.
A gente tava sentado um de frente pro outro, tão perto que eu até sentia o cheiro da loção pós-barba dele.
Aí fui eu quem quebrou aquele silêncio.
— Dani... eu queria chupar seu pau, posso?
Ele abaixou o zíper, puxou o membro com a mão direita e começou a acariciar.
— Por favor!
Andei de joelhos a distância que me separava dele, me inclinei sobre o pau dele e enfiei na boca.
Em questão de oral, nunca fui de enrolar.
De olhos fechados, totalmente focada na minha tarefa, ouvia os gemidos de prazer dele, suspiros exaltados, enquanto ele passava a mão no meu cabelo ou acariciava minhas orelhas.
— Vero, esse seu namorado, já te arrombou a buceta? — ele perguntou.
Liberei os lábios por um momento e levantei Olhava pra ele, enquanto deslizava o pau dele contra minha mão, bem devagar.
— Não, por quê? — mesmo sendo redundante, perguntei.
— Porque eu adoraria fazer isso em você. O que acha? Me deixa? — ele pediu.
Depois eu descobriria que a namorada dele, a modelo famosa, não deixava ele meter no cu dela. Algo sobre a firmeza da bunda, sei lá. E por isso ele vinha até mim, achando que eu não teria problema em aceitar. E não tive.
Mas, pra ser sincera, o Marcos e alguns outros ex já tinham me pedido pra dar o cu. Parece que minha bundinha pequena é bem tentadora, mas na época, mesmo com a insistência, recusei.
Agora era diferente. Achava que era isso que o Marcos merecia, por todas as traições dele, as do passado e as que viriam. Que outro cara fizesse comigo o que ele tanto queria. Que outro me arrombasse.
— Não vai doer muito, vai? — me preocupei, fazendo carinha de cordeiro indefeso.
— Só um pouquinho — ele prometeu.
E assim, um tempo depois, eu estava deitada no chão, pelada, de quatro, com a bunda provocantemente levantada, esperando pela consumação safada da minha ousada vingança.
Antes, o Daniel passou um pouco de lubrificante anal na minha buceta, aquele que não tinha conseguido usar com a namorada, e já com a camisinha colocada, enfiou o pau por trás, arrombando devagar, firme e sem parar, sem aliviar a pressão nos meus esfíncteres em nenhum momento.
Na real, a dor não foi nem tão pouquinha, como ele disse, nem tão exagerada.
Um meio-termo, talvez, embora tenha ficado mais intensa quando ele começou a se mover dentro de mim, pra dentro e pra fora, com estocadas cada vez mais violentas, caindo pesado em cima de mim, me penetrando com tudo, arrancando uns gemidos meus que traduziam, com toda a sinceridade, o quanto a situação era excitante.
Eu estava arrombada. Furada por trás. Selvagemente atravessada. Estourada ao máximo. Com o cu perfurado até o fundo. lá do fundo das minhas entranhas.
Eu sentia o Daniel fluindo imperiosamente por entre meus intestinos, e explodia de prazer. Jubilosa e satisfeita.
Era extremamente prazeroso. Uma delícia diferente, mas igualmente intensa e fulgurante.
Eu adorava que ele me comesse. Que me fizesse o bum, ou que me comesse o peru, como se diz vulgarmente.
A vingança contra meu namorado tinha sido um sucesso total.
Eu podia ser tão infiel pra ele quanto ele era pra mim. Eu tinha provado. E de que jeito! Meu bum arrombado não me deixa mentir.POR EROTOMANOESSE FOI MEU PRIMEIRO POST, ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. SE FOI ASSIM, VOU POSTAR MAIS SEGUIDO. ESPERO COMENTÁRIOS. VALEU.
🤤 ENTREGUEI A BUNDA PRO MEU VIZINHO 🤤
Foi uma briga idiota, estúpida. E mais uma vez, como tantas outras, o estopim foi o ciúme.
Já fazia quase um ano que eu estava saindo com o Marcos e a gente sempre discutia pela mesma coisa. Eu tava de saco cheio. Não que eu fosse exageradamente ciumenta, mas a verdade é que ele me dava motivos de sobra pra ser.
Já tinha perdoado algumas, mas essa, eu garanti, não ia deixar passar. E o pior de tudo é que, apesar de todas as provas contra ele, ele negava. Me fazia passar por louca.
— Eu te vi, te vi, eu mesma te vi! — gritei, tentando que, pelo menos uma vez, ele admitisse a merda que fez.
Mas não adiantava nada. Ele não dava o braço a torcer. Se emperrava naquilo e não saía de lá.
Sempre era eu quem cedia e acabava perdoando ele, sem nem dar uma bronca. Mas dessa vez foi diferente. Não ia fazer tão fácil assim.
Praticamente expulsei ele de casa no empurrão. Não queria ver ele. Não queria ouvir ele.
Embora soubesse que, mais cedo ou mais tarde, eu ia correr de volta pra ele. Mas pelo menos queria que ele levasse um susto bem merecido.
Bem na hora que ele tava saindo, entra no prédio o Daniel, meu vizinho do apartamento ao lado, que já mais de uma vez tinha me visto pelada e até transando pela janela.
Mesmo sabendo que eu tava comprometida, toda vez que a gente se cruzava, seja no elevador, na entrada ou no corredor, ele me chamava pra tomar um mate na casa dele. Claro que eu sempre recusava, educadamente, inventando mil e um compromissos pra fugir do convite.
Mas dessa vez, quando ele me chamou, eu disse que sim, sem nem hesitar.
Eu tava magoada, com vontade de vingança, e o Daniel me parecia tão bom quanto qualquer um pra realizar meus planos. Além disso, tava ali do lado, ao alcance da mão.
Subimos, então, pro apartamento dele, e enquanto ele esquentava a chaleira (e eu esquentava o tesão), fiquei olhando alguns troféus esportivos dele e as fotos de família que enfeitavam os móveis.
Em várias delas, ele aparecia com a namorada, uma loira gostosa que, por algum motivo, me parecia familiar.
— Sua namorada é bonita — comentei quando ele me passou o primeiro chimarrão.
— Ah, valeu, ela é modelo — respondeu.
— Por isso que me parecia conhecida! — exclamei estalando os dedos — devo ter visto em alguma revista, né?
— É provável, sim, ela faz bastante publicidade gráfica — concordou.
— E me diz uma coisa, tendo uma mulherão desses do lado, o que cê tá fazendo aqui perdendo tempo comigo? — perguntei.
— Bom, eu não acho que tô perdendo tempo. Acho que você e eu, aliás, tenho certeza que você e eu podemos nos divertir muito juntos — ele me garantiu.
— E o que te faz pensar isso? — quis saber.
— Posso ser totalmente sincero com você? — pediu.
— Pode sim — permiti.
— Bom... eu adoro como você geme, gemendo desse jeito você deve ser uma bomba na cama — confessou.
Depois de soltar uma risada contida, olhei pra ele e perguntei:
— Então o negócio do chimarrão era só uma desculpa? A única intenção era me levar pra cama?
— Esperava outra coisa? — ele retrucou.
— Não, pra ser sincera, não — afirmei.
Naquele momento, um silêncio estranho se instalou, mas nossos olhares, intensos e explícitos, não paravam de se cruzar.
A gente tava sentado um de frente pro outro, tão perto que eu até sentia o cheiro da loção pós-barba dele.
Aí fui eu quem quebrou aquele silêncio.
— Dani... eu queria chupar seu pau, posso?
Ele abaixou o zíper, puxou o membro com a mão direita e começou a acariciar.
— Por favor!
Andei de joelhos a distância que me separava dele, me inclinei sobre o pau dele e enfiei na boca.
Em questão de oral, nunca fui de enrolar.
De olhos fechados, totalmente focada na minha tarefa, ouvia os gemidos de prazer dele, suspiros exaltados, enquanto ele passava a mão no meu cabelo ou acariciava minhas orelhas.
— Vero, esse seu namorado, já te arrombou a buceta? — ele perguntou.
Liberei os lábios por um momento e levantei Olhava pra ele, enquanto deslizava o pau dele contra minha mão, bem devagar.
— Não, por quê? — mesmo sendo redundante, perguntei.
— Porque eu adoraria fazer isso em você. O que acha? Me deixa? — ele pediu.
Depois eu descobriria que a namorada dele, a modelo famosa, não deixava ele meter no cu dela. Algo sobre a firmeza da bunda, sei lá. E por isso ele vinha até mim, achando que eu não teria problema em aceitar. E não tive.
Mas, pra ser sincera, o Marcos e alguns outros ex já tinham me pedido pra dar o cu. Parece que minha bundinha pequena é bem tentadora, mas na época, mesmo com a insistência, recusei.
Agora era diferente. Achava que era isso que o Marcos merecia, por todas as traições dele, as do passado e as que viriam. Que outro cara fizesse comigo o que ele tanto queria. Que outro me arrombasse.
— Não vai doer muito, vai? — me preocupei, fazendo carinha de cordeiro indefeso.
— Só um pouquinho — ele prometeu.
E assim, um tempo depois, eu estava deitada no chão, pelada, de quatro, com a bunda provocantemente levantada, esperando pela consumação safada da minha ousada vingança.
Antes, o Daniel passou um pouco de lubrificante anal na minha buceta, aquele que não tinha conseguido usar com a namorada, e já com a camisinha colocada, enfiou o pau por trás, arrombando devagar, firme e sem parar, sem aliviar a pressão nos meus esfíncteres em nenhum momento.
Na real, a dor não foi nem tão pouquinha, como ele disse, nem tão exagerada.
Um meio-termo, talvez, embora tenha ficado mais intensa quando ele começou a se mover dentro de mim, pra dentro e pra fora, com estocadas cada vez mais violentas, caindo pesado em cima de mim, me penetrando com tudo, arrancando uns gemidos meus que traduziam, com toda a sinceridade, o quanto a situação era excitante.
Eu estava arrombada. Furada por trás. Selvagemente atravessada. Estourada ao máximo. Com o cu perfurado até o fundo. lá do fundo das minhas entranhas.
Eu sentia o Daniel fluindo imperiosamente por entre meus intestinos, e explodia de prazer. Jubilosa e satisfeita.
Era extremamente prazeroso. Uma delícia diferente, mas igualmente intensa e fulgurante.
Eu adorava que ele me comesse. Que me fizesse o bum, ou que me comesse o peru, como se diz vulgarmente.
A vingança contra meu namorado tinha sido um sucesso total.
Eu podia ser tão infiel pra ele quanto ele era pra mim. Eu tinha provado. E de que jeito! Meu bum arrombado não me deixa mentir.POR EROTOMANOESSE FOI MEU PRIMEIRO POST, ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. SE FOI ASSIM, VOU POSTAR MAIS SEGUIDO. ESPERO COMENTÁRIOS. VALEU.
10 comentários - Entreguei a buceta pro meu vizinho (Anal)