Como às vezes nos fazem acreditar que pegamos a melhor das putas e no final acaba que.......
Como começar? Durante muito tempo, na verdade desde aquela tarde de outono, em que ela se mudou pro bairro, o corpo dela me impactou, debaixo daquele suéter o formato dos peitos e as linhas que marcavam aquela calça que se ajustava perfeitamente naquele corpo, não sei se algum de vocês já sentiu um tesão incontrolável, que o pau endurece só de ver alguém que te atrai, comigo aconteceu, e vocês não imaginam o dia que ela se aproximou, não vi ela chegar, tava distraído justamente pensando naquela mulher que tinha virado minha cabeça, e então ouvi aquela voz, me pareceu até angelical, dizendo oi, e quando me virei, era ela, meu coração explodia, o frio na barriga era quase doloroso, gaguejando respondi: oi! Me chamo Adriana, ela disse, faz uns dias que me mudei pro bairro, fiquei mudo, estupidamente mudo, idiotizado, etc. Olhava ela de cima a baixo e parei na altura dos peitos dela, oiiiiiiiiiiii astronauta pousando na Terra, ouvi ela dizer, me desculpa, me distraí Adriana, me ouvi falar, sim e você como se chama? ela disse e perguntou, e aí respondi: me desculpa, Pablo. Ela ficou me olhando e eu olhando ela, jogo hóquei, ela disse, e aí despertou algo dentro de mim, era uma fantasia que eu tinha há tempos, sempre adorei as jogadoras de hóquei, que legal, falei, adoro ver hóquei, não sei se você já sabe, tem um clube aqui perto, sim claro, jogo lá, nunca te vi, e eu também não te vi, falei, será porque você olha mais as pernas das garotas do que os rostos? ela perguntou. Talvez, se eu te visse com aquela saia e o taco de hóquei na mão, acho que te reconheceria. Esse sábado jogo às duas da tarde, você vai? ... ela me perguntou. Com certeza, não perco jogo, eu jogo basquete, se quiser passar, no mesmo dia a gente joga ao meio-dia, e depois passo pra ver seu jogo, beleza, vou cobrar sua palavra, ela disse, e saiu andando pra casa, rebolando ou algo assim. Isso foi o que me pareceu, e como eu me excitei! Meti a mão no bolso e apertei meu pau pra ele parar de bombear sangue, tava doendo de tão duro que tinha ficado e pensei: no sábado vou chamar ela pra sair. Passei esses dias até o sábado pensando nela e numa daquelas noites em que a imaginava vindo na minha direção, não aguentei mais e quase bati uma punheta, mas não! Falei: vou me guardar pra ela. Levantei, fui no banheiro, abri o chuveiro e entrei debaixo d'água quase gelada, e isso me aliviou e voltei pra cama. Não vi ela pelo resto da semana, chegava do trabalho e quase na hora já ia pro clube pra ver se encontrava ela. Bom, vou ver ela no sábado, pensei, e também pensei: por que não antes? Me perguntei e passei na casa dela inventando alguma desculpa, e fiz isso, mas ela não tava. A mãe, uma mulher que não era pra se desperdiçar, digo isso porque olhei ela bem detalhadamente, coisa que acabou me envergonhando já que ela percebeu, porque era muito evidente que eu tinha gostado e ela disse: me olhou bem? (mais pra frente ou talvez em outro relato conto a história que tive com essa mulher). Quem que eu digo que perguntou por ela? Falei: eeeehhhh, diz que foi o Pablo. Meu nome é Marcela, ela disse, e eu respondi que era um prazer (e pensei: um prazer seria te colocar de quatro e te comer no cu e encher ele de porra — eu tinha colocado essa mulher na mira também). Foi assim que chegou o sábado e minha ansiedade cresceu (não sei se digo ansiedade, talvez a melhor palavra seria tesão, porque só de pensar nela já subia, e não era obsessão, ou pelo menos acho que não). Bom, o negócio é que tinha chegado o dia, e eu tava tão afim de jogar quanto de ir ver ela jogando... e foi assim, sem nenhum relato sobre o jogo de basquete, que é o que menos interessa, ou não??? Faltava um tempinho pra começar o jogo de hóquei e com uns amigos decidimos, enquanto esperávamos, comer e beber algo. Já tá na hora dessa história ficar mais curta. O jogo começou. não tirava os olhos dela, ver aquelas tetas balançando quando ela corria e até me pareceu que de canto de olho me olhava e sorria se lambendo, imaginei ela nua, na cama beijando o corpo inteiro, passando pelos peitos, descendo até a barriga, chegando no púbis e dali até aqueles lábios vaginais quentes e carnudos. O jogo acabou. Vejo ela caminhando até onde estou, se abaixa e sussurra no meu ouvido, temos que comemorar, me espera. Esperei, ela saiu com o cabelo molhado, tinha tomado banho, tá com pressa? Perguntou e eu disse que não, então vamos pra minha casa, tô sozinha. Quando chegamos, me pegou pela mão e me levou até o sofá, meu pau ficou duríssimo e ela percebeu, passou a mão no meu membro e sem dizer nada, abaixou o zíper, desabotoou minha calça e deixou ele livre, pegou com as duas mãos e se abaixou, levou à boca e lambeu com tanta suavidade que me enlouqueceu e achei que ia gozar na boca dela, me concentrei em qualquer coisa pra não acontecer… levantei ela, deitei no sofá, tirei a calcinha fio dental que ela usava por baixo daquela saia de hóquei, abri as pernas dela e perdi minha língua entre aqueles lábios que eu imaginava carnudos e eram assim mesmo, não tinha um pelo, tinha depilado tudo, comecei a subir até chegar nos peitos dela e ela já tinha tirado a camiseta, chupei, lambi, mordisquei, apertei e queria comer… ela gemia e pedia pra eu não parar de tocar, dois dedos se perderam na pussy dela, voltei a descer e chupei ela, enfiei a língua naquela caverninha molhada e salgada, me afastei e olhei o cu dela, comecei a esfregar, tava molhado pelos fluidos vaginais e minha saliva, aí enfiei um dedo e depois dois e ao mesmo tempo na buceta mais dois, ela se revirava no sofá e pedia pra eu não parar, e pergunto se ela não queria dentro, ela diz que sim, vira de costas e levanta a bunda e meto na pussy até o fundo de uma vez, ela deu um gritinho, comecei a bombar cada vez mais forte, e enquanto bombava enfiei um dedo no o cu, depois outro e depois do terceiro eu tiro meu pau da buceta e apoio a cabeça no cu e empurro devagar no começo ofereceu certa resistência até que eu empurrei de novo, ela deu um grito de dor e quase tirei e ela disse que não, que eu ficasse um tempo assim até ela se acostumar, e foi assim, quis tirar pra continuar pela buceta dela e com um gritinho ela disse que não, queria que eu enchesse o cu dela de porra, goza dentro do meu cu e depois coloca na minha boca que eu limpo tudo, disse. Isso me deixou doido e eu meti freneticamente entrando e saindo daquele anel que ainda estava meio apertado, ela gemia e mais me excitava, com uma das mãos ela se masturbava com a outra me segurava pelas nádegas, e eu explodi, enchi o cu dela de porra como ela pediu até a última gota dessa porra, coloca na boca ela pediu eu vi meio marrom (óbvio que era merda) quis limpar e ela não deixou assim levou à boca e limpou, e como limpou, e de novo endureceu, ou então volta a meter no cu e goza de novo disse, e foi assim acho que gozei umas três vezes dentro do cu, quando terminei ela sentou e ficou olhando como escorria o sêmen que saía do cu dela. Gostou? ela perguntou, me enlouqueceu e queria fazer sempre, "Não" disse essa foi a primeira e a última vez que estive com um cara, gosto de mulheres e tenho parceira, só queria matar a vontade e ao me mudar, o primeiro que encontrei foi você e gostei de você e você me devorava com o olhar, não? Não se sinta mal, eu curti e acho que você também, ou não foi assim? Claro, falei, quando quiser e se precisar algum dia provar de novo, tô pronto. Claro, te aviso, somos vizinhos e entre vizinhos podemos fazer favores. E assim passou aquela experiência que me fodeu a cabeça e me lascou por muito tempo, não podia acreditar que uma puta tão gostosa, tão entregue, tão sei lá, fosse de uma mulher, que louco, né?
Ah, antes que eu esqueça, já vou contar pra vocês contar a relação que tive com a mãe que me consolou, e vocês não fazem ideia como.
Como começar? Durante muito tempo, na verdade desde aquela tarde de outono, em que ela se mudou pro bairro, o corpo dela me impactou, debaixo daquele suéter o formato dos peitos e as linhas que marcavam aquela calça que se ajustava perfeitamente naquele corpo, não sei se algum de vocês já sentiu um tesão incontrolável, que o pau endurece só de ver alguém que te atrai, comigo aconteceu, e vocês não imaginam o dia que ela se aproximou, não vi ela chegar, tava distraído justamente pensando naquela mulher que tinha virado minha cabeça, e então ouvi aquela voz, me pareceu até angelical, dizendo oi, e quando me virei, era ela, meu coração explodia, o frio na barriga era quase doloroso, gaguejando respondi: oi! Me chamo Adriana, ela disse, faz uns dias que me mudei pro bairro, fiquei mudo, estupidamente mudo, idiotizado, etc. Olhava ela de cima a baixo e parei na altura dos peitos dela, oiiiiiiiiiiii astronauta pousando na Terra, ouvi ela dizer, me desculpa, me distraí Adriana, me ouvi falar, sim e você como se chama? ela disse e perguntou, e aí respondi: me desculpa, Pablo. Ela ficou me olhando e eu olhando ela, jogo hóquei, ela disse, e aí despertou algo dentro de mim, era uma fantasia que eu tinha há tempos, sempre adorei as jogadoras de hóquei, que legal, falei, adoro ver hóquei, não sei se você já sabe, tem um clube aqui perto, sim claro, jogo lá, nunca te vi, e eu também não te vi, falei, será porque você olha mais as pernas das garotas do que os rostos? ela perguntou. Talvez, se eu te visse com aquela saia e o taco de hóquei na mão, acho que te reconheceria. Esse sábado jogo às duas da tarde, você vai? ... ela me perguntou. Com certeza, não perco jogo, eu jogo basquete, se quiser passar, no mesmo dia a gente joga ao meio-dia, e depois passo pra ver seu jogo, beleza, vou cobrar sua palavra, ela disse, e saiu andando pra casa, rebolando ou algo assim. Isso foi o que me pareceu, e como eu me excitei! Meti a mão no bolso e apertei meu pau pra ele parar de bombear sangue, tava doendo de tão duro que tinha ficado e pensei: no sábado vou chamar ela pra sair. Passei esses dias até o sábado pensando nela e numa daquelas noites em que a imaginava vindo na minha direção, não aguentei mais e quase bati uma punheta, mas não! Falei: vou me guardar pra ela. Levantei, fui no banheiro, abri o chuveiro e entrei debaixo d'água quase gelada, e isso me aliviou e voltei pra cama. Não vi ela pelo resto da semana, chegava do trabalho e quase na hora já ia pro clube pra ver se encontrava ela. Bom, vou ver ela no sábado, pensei, e também pensei: por que não antes? Me perguntei e passei na casa dela inventando alguma desculpa, e fiz isso, mas ela não tava. A mãe, uma mulher que não era pra se desperdiçar, digo isso porque olhei ela bem detalhadamente, coisa que acabou me envergonhando já que ela percebeu, porque era muito evidente que eu tinha gostado e ela disse: me olhou bem? (mais pra frente ou talvez em outro relato conto a história que tive com essa mulher). Quem que eu digo que perguntou por ela? Falei: eeeehhhh, diz que foi o Pablo. Meu nome é Marcela, ela disse, e eu respondi que era um prazer (e pensei: um prazer seria te colocar de quatro e te comer no cu e encher ele de porra — eu tinha colocado essa mulher na mira também). Foi assim que chegou o sábado e minha ansiedade cresceu (não sei se digo ansiedade, talvez a melhor palavra seria tesão, porque só de pensar nela já subia, e não era obsessão, ou pelo menos acho que não). Bom, o negócio é que tinha chegado o dia, e eu tava tão afim de jogar quanto de ir ver ela jogando... e foi assim, sem nenhum relato sobre o jogo de basquete, que é o que menos interessa, ou não??? Faltava um tempinho pra começar o jogo de hóquei e com uns amigos decidimos, enquanto esperávamos, comer e beber algo. Já tá na hora dessa história ficar mais curta. O jogo começou. não tirava os olhos dela, ver aquelas tetas balançando quando ela corria e até me pareceu que de canto de olho me olhava e sorria se lambendo, imaginei ela nua, na cama beijando o corpo inteiro, passando pelos peitos, descendo até a barriga, chegando no púbis e dali até aqueles lábios vaginais quentes e carnudos. O jogo acabou. Vejo ela caminhando até onde estou, se abaixa e sussurra no meu ouvido, temos que comemorar, me espera. Esperei, ela saiu com o cabelo molhado, tinha tomado banho, tá com pressa? Perguntou e eu disse que não, então vamos pra minha casa, tô sozinha. Quando chegamos, me pegou pela mão e me levou até o sofá, meu pau ficou duríssimo e ela percebeu, passou a mão no meu membro e sem dizer nada, abaixou o zíper, desabotoou minha calça e deixou ele livre, pegou com as duas mãos e se abaixou, levou à boca e lambeu com tanta suavidade que me enlouqueceu e achei que ia gozar na boca dela, me concentrei em qualquer coisa pra não acontecer… levantei ela, deitei no sofá, tirei a calcinha fio dental que ela usava por baixo daquela saia de hóquei, abri as pernas dela e perdi minha língua entre aqueles lábios que eu imaginava carnudos e eram assim mesmo, não tinha um pelo, tinha depilado tudo, comecei a subir até chegar nos peitos dela e ela já tinha tirado a camiseta, chupei, lambi, mordisquei, apertei e queria comer… ela gemia e pedia pra eu não parar de tocar, dois dedos se perderam na pussy dela, voltei a descer e chupei ela, enfiei a língua naquela caverninha molhada e salgada, me afastei e olhei o cu dela, comecei a esfregar, tava molhado pelos fluidos vaginais e minha saliva, aí enfiei um dedo e depois dois e ao mesmo tempo na buceta mais dois, ela se revirava no sofá e pedia pra eu não parar, e pergunto se ela não queria dentro, ela diz que sim, vira de costas e levanta a bunda e meto na pussy até o fundo de uma vez, ela deu um gritinho, comecei a bombar cada vez mais forte, e enquanto bombava enfiei um dedo no o cu, depois outro e depois do terceiro eu tiro meu pau da buceta e apoio a cabeça no cu e empurro devagar no começo ofereceu certa resistência até que eu empurrei de novo, ela deu um grito de dor e quase tirei e ela disse que não, que eu ficasse um tempo assim até ela se acostumar, e foi assim, quis tirar pra continuar pela buceta dela e com um gritinho ela disse que não, queria que eu enchesse o cu dela de porra, goza dentro do meu cu e depois coloca na minha boca que eu limpo tudo, disse. Isso me deixou doido e eu meti freneticamente entrando e saindo daquele anel que ainda estava meio apertado, ela gemia e mais me excitava, com uma das mãos ela se masturbava com a outra me segurava pelas nádegas, e eu explodi, enchi o cu dela de porra como ela pediu até a última gota dessa porra, coloca na boca ela pediu eu vi meio marrom (óbvio que era merda) quis limpar e ela não deixou assim levou à boca e limpou, e como limpou, e de novo endureceu, ou então volta a meter no cu e goza de novo disse, e foi assim acho que gozei umas três vezes dentro do cu, quando terminei ela sentou e ficou olhando como escorria o sêmen que saía do cu dela. Gostou? ela perguntou, me enlouqueceu e queria fazer sempre, "Não" disse essa foi a primeira e a última vez que estive com um cara, gosto de mulheres e tenho parceira, só queria matar a vontade e ao me mudar, o primeiro que encontrei foi você e gostei de você e você me devorava com o olhar, não? Não se sinta mal, eu curti e acho que você também, ou não foi assim? Claro, falei, quando quiser e se precisar algum dia provar de novo, tô pronto. Claro, te aviso, somos vizinhos e entre vizinhos podemos fazer favores. E assim passou aquela experiência que me fodeu a cabeça e me lascou por muito tempo, não podia acreditar que uma puta tão gostosa, tão entregue, tão sei lá, fosse de uma mulher, que louco, né?
Ah, antes que eu esqueça, já vou contar pra vocês contar a relação que tive com a mãe que me consolou, e vocês não fazem ideia como.
5 comentários - Pode acontecer com qualquer um, aconteceu comigo