Não pude recusar aquela buceta

Meu nome é Verônica e o que vou contar é real, aconteceu há um ano e essa é minha forma de botar pra fora e tirar um peso enorme das costas. Eu transei com um homem casado e pai de quatro filhos. Sou assistente social, tenho 22 anos, sou ruiva e, segundo meus colegas, muito gostosa. Trabalho num lugar bem pertinho do caminho negro. Foi lá que conheci a Marta, os quatro filhos dela e o Oscar, o marido. Um homem que, por ter saído da cadeia, não conseguia emprego em lugar nenhum — coisa que resolvi rapidinho, arrumando uma entrevista pra ele numa metalúrgica perto dali. Acho que o maior erro foi me oferecer pra levá-lo até a empresa no primeiro dia, pra garantir que ele não fosse falhar. Quando ele entrou no carro naquela manhã, mostrou a verdadeira cara. Não era mais o cara gentil, agora era bem sem noção e, quase sem dizer nada, colocou a mão na minha perna e foi subindo até a minha buceta. Tirei a mão dele na hora. Com medo de que ele me machucasse e sob ameaças, ele me levou pra um campo, onde enfiou a mão dentro da minha calça pra esfregar meu sexo. Ele apalpou meus peitos, beijou e mordeu, e depois quis que eu chupasse o pau enorme dele. Chupei do jeito que dava, mas a verdade é que ele me deixou quase gozando (fazia tempo que eu não ficava com um homem). Depois disso, voltamos pra estrada e chegamos na fábrica, ameaçando machucar a família. Ele disse pra gente se ver naquela mesma tarde. Fiquei com medo (pensei em denunciar, mas pensei nos filhos dele), mas ao mesmo tempo — preciso admitir — gostei da ideia de ser dele. Então, depois de me vestir com roupas bem justinhas, que foi um dos pedidos dele, fui buscá-lo na estrada. Dessa vez, ele me levou pra casa de um amigo, onde guardamos o carro e fomos pra um quarto no segundo andar. Por todos os lados, dava pra ouvir gritos e gemidos — era um motel de quinta categoria. Quando entramos, vi o lugar: uma cama grande, uma TV, o banheiro e um barzinho com bebidas. Ele serviu dois copões de vinho, virou um de uma vez e me obrigou a tomar o outro inteiro. Ele tomou mais um e me levou pra cama. a cama onde ele confessou que desde a primeira vez que me viu na casa, queria me comer e que aquela era a noite em que ia me fazer gozar como nunca tinha gozado antes, confesso que na hora eu tava tremendo de medo pensando "daqui não saio viva", tirei a roupa bem rápido, menos a tanga, e ele tirou a dele, sentei na cama e comecei a chupar o pauzão dele, abria a boca o máximo que podia pra caber mais, mas era tão grosso que ficava difícil, depois de um tempo chupando, ele começou a me comer pela boca, metia e tirava, e cada vez afundava mais até eu engasgar e ter ânsia, ele tirou minha tanga, quando viu minha buceta lisinha quase infartou, ficou doido, me deitou e enfiou a cabeça entre minhas pernas, não sei o que ele fazia, mas em poucos segundos já tava gemendo, era tão intenso que eu me contorcia pra todo lado até ele me fazer chegar no tão esperado orgasmo, continuou chupando enquanto me comia com um dedo, daí a pouco começou a doer, quando olhei, tinha três dedos entrando e saindo da minha buceta, ficou assim um tempo até me deixar de novo à beira do orgasmo, depois me ajeitou na cama de pernas abertas e tentou meter, quando forçou a entrada doeu e achei que tinha entrado, mas ele disse que não conseguia, que eu era muito apertada pra ele, passou gel e colocou minhas perninhas no ombro e tentou de novo, apoiou a cabeça bem firme na portinha e empurrou, senti uma dor enorme quando entrou, gritei tanto, ele disse que tinha entrado a cabeça e que o pior já tinha passado, pensei: ou relaxo ou desmaio de dor, e foi assim, aos poucos foi entrando e eu fui me moldando a ele até ele dizer: "já tá, você tem ele dentro, bebê", (nem precisava falar, eu sentia no estômago mais ou menos), me fazia sentir estranha, doía, mas o tesão era mais forte, ele não esperou muito pra eu me acostumar, começou a meter e tirar, sentia como se fosse uma ventosa, quando ele tirava, eu ia junto, gemia como uma puta e ele tava enlouquecido a ponto de começar a meter mais rápido, estiquei a mão e acariciei ele. comecei a olhar pra ele, vi o corpo dele por cima de mim, cheio de tatuagens, "é um homem muito gostoso", pensei comigo. quando não aguentei mais a foda, pedi um minuto pra recuperar o fôlego. então, sem tirar a pica, ele deitou em cima de mim e eu abracei e beijei ele dessa vez. do jeito que a gente tava, ele começou de novo, dessa vez quase não tirava a pica e enfiava até o fundo. doía e me fazia gritar cada vez que ele fazia isso. ele começou a gemer forte também, até que deixou a pica dentro de mim e senti o gozo dele se derramando dentro de mim, e foi isso. gozei como nunca na vida, foi o orgasmo mais longo que lembro de ter tido. depois de um tempo, ele tirou a pica, senti de novo aquela sucção horrível e fui pro banheiro. ele ria do meu jeito de andar. quando voltei, ele tava tomando outro copo de vinho e me deu metade. "olha o que você fez comigo, gatinha", ele mostrou as costas e tinha minhas dez unhas marcadas. "você gozou?", ele perguntou. "muito", respondi. "então descansa um pouco, porque quero te foder de novo", ele disse. me levantou no colo e me levou pra cama. quando me deixou lá, ele disse: "que bunda linda você tem, acho que é a bunda mais bonita que já vi". a gente ficou brincando, ele passou um creme com lidocaína na pussy pra não doer. brincando, brincando, comecei a morder os mamilos e o pescoço dele e, antes de perceber, ele tava duro como um cacete de novo. então desci e chupei ele com muita vontade até ele pedir pra eu ficar de quatro. "sabe o que é beijo negro?", ele perguntou. eu disse que "sim, mas que me dava nojo". "mas eu não tenho nojo", ele disse. "quero chupar seu cu, Vero", e começou. era muito excitante, ele chupava e enfiava a pontinha da língua no meu cu. depois de um tempo, já tava a mil, amei. ele enfiava a língua na minha bunda, mas não doía tanto quanto imaginei. quando ele não aguentou mais, me segurou pelos quadris e começou a meter na pussy devagar até entrar toda. agora eu sentia ela mais fundo do que antes. no começo, ele foi cuidadoso e bombou. Suavemente, mas depois de um tempo já tava me comendo com tudo de novo. Eu mordi o travesseiro pra abafar meus gritos, nunca na vida tinha sido comida daquele jeito. Num momento senti uma dor aguda, quando olhei, ele tinha metido um dedo na minha buceta e me comia ao mesmo tempo, dos dois lados. Tava excitada demais pra falar qualquer coisa, então mordi o travesseiro de novo e deixei ele fazer. A cabeça tava rodando, sentia um rebuliço no estômago e um calor danado, queimava tudo. Assim, gozei mais duas vezes. Pra ser sincera, não sei quanto tempo a gente ficou naquilo, pareceu umas horas, mas quando acabou, eu nem sabia mais meu nome. Dessa vez, não conseguia nem andar até o banheiro, ele me ajudou, me levou de volta pra cama, me cobriu, me deu um beijo longo de língua e deitou do meu lado.

Acordei com meus próprios gemidos. Tava de lado, com uma perna pra frente e a cabeça dele enfiada na minha buceta, chupando meu cu como se não houvesse amanhã. Era incrivelmente bom, embora algo dentro de mim soubesse o que vinha: ele queria me comer de cu, e não importava se eu queria ou não. Aquele lugar não era bem um hotel, eu podia gritar a noite toda que ninguém viria ver o que tava rolando. Ele me virou de bruços e continuou o trabalho, me fazendo torcer de prazer. De repente, senti uma dor forte. Virei a cabeça e vi ele me dilatando com dois dedos. A dor foi aumentando, então imagino que veio um terceiro e um quarto dedo, mas deixei ele fazer. Só me contorcia e gemia igual um bicho ferido. "Amor, vou meter um pouquinho só, pra ver se você aguenta. Abre sua buceta com as mãos", ele disse, com a voz tremendo de tesão. Fiz isso, me abri o máximo que pude, enquanto ele passava alguma coisa no pau. Se acomodou em cima de mim e colocou a ponta do pau no meu cu. Ele tava muito excitado, falando como queria que o pau dele entrasse pra brincar no meu rabo e enchesse ele de porra. Empurrou firme, mas não entrou. Ele tinha me dito pra respirar fundo, então foi o que fiz. Na segunda vez, com a ajuda da mão dele e mexendo a cabeça do pau pra achar o ângulo certo... Venci meu esfínter, consegui, e a prova disso foi um grito meu abafado pelo travesseiro. Meus olhos se encheram de lágrimas. "Não, Oscar, não, por favor, tira ela", supliquei, mas ele só deixou ela lá dentro. "É igual na buceta, bebê, já entrou a cabeça, relaxa que você vai ver que vai gostar", ele dizia, mas não era igual. A dor subia pelas minhas costas e fazia minhas pernas tremerem enquanto ele mordiscava minhas costas e minha nuca. Mordi o travesseiro, fechei os olhos e tentei relaxar o corpo, consegui mais ou menos porque a dor forte passou, embora minhas pernas ainda tremessem. Perguntei se ele tinha colocado tudo, e ele disse que só tinha entrado a cabeça. Aí percebi que se ele metesse tudo ia me machucar, e pedi por favor que não fizesse isso. Então ele virou minha cabeça de lado, olhando no espelho, e disse: "Olha, Vero, você vai ver que só vou te comer com a cabeça." E começou a bombar bem devagar, e ficou assim por um tempo até que eu não aguentei mais e consegui sair de debaixo dele. "Chega, Oscar, pelo cu não, doi muito", falei. Ele me olhou e disse: "Vero, se não for hoje, vai ser outro dia, mas vou te comer esse cu." Foi ao banheiro, se lavou e voltou pra cama pra eu chupar ele. E foi o que fiz por um bom tempo, masturbei ele com as duas mãos e engolia o máximo que conseguia até ele gozar na minha boca. Foi um monte de esperma. Quando tentei ir ao banheiro cuspir, ele me segurou e disse: "O que você tá fazendo com meu gozo? Engole, não vai jogar fora." Custou um pouco, não pelo gosto porque não era ruim, mas porque era a primeira vez que engolia esperma. Quando terminei, ele pediu pra eu limpar bem a pica, saíram umas gotas a mais que engoli sem problema dessa vez, e aí sim ele deixou eu ir me lavar no banheiro. Ele riu de como eu andava e foi me ajudar. Tomou outro copo de vinho e fomos dormir. Depois de quatro orgasmos e uma transa violenta, eu tava morta, então dormi profundamente.
Quando acordei, olhei a hora: eram sete e quinze, e estávamos na posição colherinha. Comecei a me esfregar contra ele. Ele sentia meu Booty na altura do cock dele. Continuei assim até que começou a endurecer. Olhei pra ele e ele tava acordado, sem falar nada. Me pegou pelas cadeiras e com uma mão guiou o cock até minha pussy. Quando a cabeça entrou, eu gemi forte. Ele pegou minha perna que tava pra cima e jogou pra trás, deixando ela presa pela mão dele sobre o corpo dele, assim mais aberta. Continuou metendo até sentir a pélvis dele contra meu corpo. Doía, mas eu não conseguia escapar, e nessa altura também não queria. Recebi ele no meio de gemidos fortes que de vez em quando viravam gritos. Ele beijava e mordia meu pescoço enquanto me comia. Eu não conseguia controlar meus espasmos, meu corpo se mexia involuntariamente até que numa estocada eu gozei num orgasmo foda. Ele continuou me comendo assim por um tempão até que me pegou pelo pescoço com a outra mão, jogando minha cabeça pra trás, e começou a me comer numa velocidade inacreditável. Comecei a gritar, mas ele abafou meus gritos com um beijo. Não sei quanto tempo durou, mas quando ele gozou dentro de mim, senti como se tivesse corrido uma maratona. Meu coração não aguentava mais, e ele bufava forte até que, depois de se recuperar, me disse: "Bom dia, Vero, gostou do matinal?" Me virei e beijei ele: "Amei, mas no final quase me matou", respondi. Olhei o relógio e eram oito e meia. Levantei e andei como dava, minhas pernas bambas. Tomei banho com ele, nos vestimos e saímos. O bairro era horrível, mas não tava nem aí. Tava muito tranquila e relaxada depois daquela noite. Não tinha mais medo. Deixei ele no trabalho e fui pra minha casa, onde tomei banho e comi café. Não podia ir pra vila, não conseguia olhar na cara da Marta depois de ter transado com o Oscar. Pensei em deixar passar uns dias antes de voltar, enquanto isso iria pro escritório. De tarde, o Oscar ligou pra saber se eu tava bem. Respondi que sim, e ele disse pra eu ir na casa dele na sexta, umas uma da tarde. Falei que não podia encontrar com a Marta, e ele disse: "Bobinha, se eu tô mandando você vir é porque a outra não vai estar." Hoje. Quando cheguei, discutimos e à tarde ele vai ver a irmã no berçário. Eu fico com os dois moleques aqui. Tentei falar não, mas não consegui. Sexta-feira mudei de plano e fui pra vila, fiz o trajeto e deixei pra última a casa do Oscar. Não precisei chamar, ele tava lá fora com um dos pequenos que, quando me viu, correu na minha direção e me abraçou. O pai dele, Oscar, me fez entrar e eu conversei com os guris por um tempão. Oscar preparou uns mates e nós três falamos sobre como tava na escola e muitas outras coisas até o mate acabar. Aí Oscar mandou eles irem jogar na quadrinha que tava cheia de moleques. Quando saíram, ele trancou a porta com um pau. Tava de bermuda e regata, me perguntou se eu tinha sentido falta dele e eu disse que sim. Me abraçou e as mãos dele agarraram com força as bandas da minha bunda. Ele tava suado, quando eu passei os braços nele, minhas mãos escorregaram pelas costas dele. A gente se beijou, meti a mão por baixo da regata dele e acariciei a barriga, o peito e as costas. Ele me sentou e puxou a rola rapidão. Peguei nela e enfiei na boca, comecei a chupar, mas não tava tranquila, tinha janelas e podiam nos ver se alguém espiasse. Então ele me levou pro quarto que não tinha janela, mas fazia um calor do caralho. A cama tava toda bagunçada e tinha roupa jogada pra todo lado. Ele tirou minha blusa e o sutiã, sentei na cama e continuei chupando. Tirei o short dele, tava com um cheiro forte dessa vez, mas não desagradável. Ele pegou minha cabeça e controlou o ritmo do boquete. Quando tava durona e bem lubrificada com minha saliva, sentou na cama e me fez montar nele, ficando de frente. Me segurou pela cintura, me levantou como se eu fosse uma pluma e, devagar, com minha ajuda, enfiou. Comecei a subir e descer sem enfiar tudo dentro de mim. Depois ele tomou o controle e começou a me fazer descer mais e mais até que a pica entrou toda na minha buceta. Aí, com estocadas curtas e profundas, começou a me comer. Tentei me segurar pra não gemer, mas era demais, então beijei ele pra afogando os gemidos fortes de prazer que a serrada que eu tava levando me causava, em poucos minutos a gente tava ensopado de suor, ele começou a chupar meus peitos e isso foi o suficiente pra eu gozar, e de um jeito que eu molhei ele todo, isso encorajou ele a aumentar o ritmo, provocando meus gemidos e reclamações pela dor e ardor que ele me fazia sentir até que, uns minutos depois, ele me encheu de sêmen. sorte que eu me cuido com pílula, pensei, senão eu já tava toda grávida. assim, sem tirar, ele esticou o braço e pegou uma bolsa, tirou um creme "presentinho pra você", falou, passou um pouco de creme na minha bunda "isso vai fazer você aguentar meu pau no seu cu, vai ver", ele disse. eu respondi: "Oscar, não tenho certeza, tem que ser hoje?" ele não respondeu, me deitou na cama de pernas abertas e, enquanto chupava minha pussy com uns dedos cheios de creme, começou a dilatar meu ânus. senti como se a área toda da bunda estivesse anestesiada, porque ele enfiava e tirava os dedos sem piedade e quase não doía. continuou me chupando até eu ficar à beira do orgasmo "Oscar, não me deixa assim", implorei. ele me pegou e me colocou de quatro, encaixou a ponta do pau meio mole no meu ânus e empurrou com força, e entrou dessa vez. ainda doía, mas já não era insuportável, então ele continuou empurrando até dizer "entrou metade, vou começar a te foder assim e depois enfio tudo". daí a pouco o pau tava duro de novo e, já num estado de excitação total, eu falei "sim, papai, faz o que quiser comigo". enquanto ele me comia, eu mordia o cobertor pra não gritar. numa dessas estocadas, ele enfiou tudo de uma vez, eu gritei, não consegui me segurar "tira, Oscar, que não aguento, tira, por favor!!", eu gritava, e ele deve ter visto que eu realmente não aguentava ele todo lá dentro, então tirou um pouco, mas não parou de me comer. os meninos batiam na porta e ele disse pra eles irem brincar mais um pouco, continuou o serviço enquanto com uma mão me acariciava. O clitóris não aguentou mais e eu tive outro orgasmo. Minha bunda apertou tanto que fiz ele gozar também, deixando meu cu cheio de porra. O corpo dele caiu nas minhas costas, estávamos banhados de suor. Levantei e fui pro banheiro precário primeiro evacuar o sêmen que saía da minha bunda em jorros e, graças ao enema, também fiz cocô. Lavei com água de um balde, me arrumei o melhor que pude e me preparei pra ir embora. "Daqui a dois dias a Marta volta", ele disse. "Quer que a gente se veja?" "Claro, com certeza", respondi. "Depois a gente vê onde vamos." Ele me deu a pomada pra eu ir dilatando minha bunda pra ele e eu saí. Os meninos mal me viram e vieram me cumprimentar. Fiquei com tanta vergonha que saí rápido da vila. Quando cheguei em casa, tomei banho e ainda saía um pouco de sêmen dos meus buracos. Ele tinha me comido na casa dele, na cama de casal, e o pior é que cada vez eu gostava mais. Continua...

26 comentários - Não pude recusar aquela buceta

eh estoy sin trabajo ,,, saves de algo por ahi? ja
gut_12
mi amor.. cuando me haces una visita 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ ... muy buen relato 😃
gracias
@2ojosclaros y la segúnda parte?
laos77
me calente 😀 😀 😀 😀 😀
mas que un :buenpost:
Não pude recusar aquela buceta
espero que alguien halla podido disfrutar de ese estado e que te deje 😉
Vero! que gran relato!
Yo que vos me hago el examen de hiv y de cuanta peste puedas pegarte desde venereas a hepatitis...
lo hice, estoy sanita, por suerte
Por dios!! Que relato más genial; si es verdad no más es que digas y te parto ese orto para que recibas sin dolor al tipo ese!
ESTA BUENO PERO CUANDO LLEGAS POR MI VILLA, JAJAJA 🙂 🙂
yo estoy buscando laburo, aunqe soy menor 😳 te dejo un agujero mayor 😳

/piiscuu 😉
muy buen relato, nada mejor que cuando te calientan la garompa y el bocho

Não pude recusar aquela buceta
que suerte que te gusto
M dejaste a 1000!!!! 🙎‍♂️
espero que alguien halla disfrutado de como quedaste
Y la continuacion ?
en cualquier momento, hay mucho material, jaja
Muy bueno, excelente redaccion y muy caliente. Detallando todo. un infierno vivido, al punto de estar completamente entregada y deseosa.Es lo que mas nos calienta que al final salga la gata calentona y sedienta.
Gracias por compartir
muchas gracias, que bueno que te gusto
excelente relato!!!!!!!!!! muy bien narrado y muy caliente!!!!!!!!! Te dejo 3 puntines. Probaste alguna vez con una chica???? 🤤
no pase de algun beso, pero tengo una amiga que me tiene muchas ganas
noooooooooooooooooo.....seguí contando como te transformaron en la puta promiscua que sos hoy por favor!!!
aaaahhhh!! la verdad, muy caliente tu relato. me gusto mucho. parece que dejastes de ser estrecha de tus agujeritos..... y si lo disfrutastes, bienvenido sea. espero tu segundo relato porfa.....ahi van mis puntos.