Aqui vai a segunda parte dessa história.Ah, só o que faltava, a essa hora não ter um maldito táxi em lugar nenhum — murmurou Sara, segurando Juliana.
Passaram-se uns 10 minutos até encontrarem um livre. Entraram nele com todo cuidado, pra não tropeçar e derrubar a Juliana, que já tava bem bebada naquela altura.
O caminho foi silencioso. O clima era estranho até pro motorista. Pelo retrovisor, ele via uma garota de uns 16 anos, altura normal, magrinha, loira... olhos castanhos escuros e a roupa era... hmm, como dizer, meio "roqueira". Mas no fundo, a garota era linda, tipo, muito linda, mas o estado em que ela tava não deixava a gente ver a beleza dela de primeira.
Do outro lado, tinha outra moça. Parecia um pouco mais velha, talvez uns 2 anos a mais que a primeira. Tava olhando pro nada, na real. Era alta, morena, magra mas não no sentido raso da palavra. O rosto dela era bem alinhado, uns olhos pretos profundos, e até onde a vista dava pra admirar, ela tinha uma cintura... uff, de dar inveja.
— Juliana, acorda, Juliana — dizia Sara pra amiga, balançando ela pra tentar acordar — acorda, que preciso que você me diga onde você mora.
— New Yooork... eu mô...ro em Hipo... em Hipo New York.
— Kkkkkkkk — o motorista não segurou a risada — a menina tá bem tomada mesmo.
— É... — respirou fundo, se preparando de novo pra tentar acordar ela — vamos, acorda, por favor — com as mãos, virou o rosto de Juliana, conseguiu ver ela de perto e notou o próprio coração batendo mais rápido. Na real, aquela mina do lado dela era uma gostosa — acorda, por favor, tá?
— Hã? — foi a única coisa que ela falou — seu Hipo dessa...mos Hipo.
— Finalmente acordou — sorriu — me diz onde você mora, a gente tá em Laureles.
— Ah, aqui perto — apontou pra lugar nenhum, sem jeito — moço, a próxima à esquerda e depois segue reto umas 3 quadras, beleza?
— Claro, senhorita. —diga —respondeu o motorista
—e…
—e o quê, Sara?
—com quem você mora, não te xingam por chegar nesse estado?
Juliana sorriu —em que estado? Ha, se eu tô normal —e cruzou os braços fingindo estar brava
—ah ok, você tá normal, mas me diz com quem mora?
—com meu pai, ele tá viajando e só volta domingo, e aí fiquei em casa com a Maria, mas ela chega tarde hoje.
—então você fica sozinha, desse jeito?
—depende —disse a loira num tom meio safado
—ah é? Me diz do que depende?
—de você ficar me fazendo companhia —virou o rosto da janela pra olhar a mulher que tinha achado tão linda naquela tarde, fixou os olhos nos dela
O motorista olhou pra elas confuso e Sara só conseguiu sorrir, admitindo que tinha gostado da ideia.
—ali, é a casa branca —mencionou Juliana se recompando —deixa a gente aqui, senhor
—deixa a gente?
—é, você não é tão ruim a ponto de me largar aqui sozinha, é?
Sara sorriu —senhor, olha, fique com o troco, muito obrigada
As duas desceram do táxi, Juliana foi na frente e com as chaves na mão se dirigiu à porta.
—bem-vinda, hip entra
—hahaha o soluço não passou ainda —disse rindo —toma um copo d’água de cabeça pra baixo ou um pouco de açúcar que vai passar
—é, fica à vontade, tá em casa, já volto
—ok
—ah —virou pra olhar pra Sara —quer beber algo?
—hmm… tem cerveja?
—hahaha você já começou?
—nada… só quero uma, mas se não tiver, um copo d’água já serve
—claro que tenho, fica à vontade que não demoro
—você tá triste hoje, anda, me diz o que você tem, desde que a gente se apresentou você tá assim
—não, nada disso —mentiu Sara —não tenho nada
—tem certeza? —perguntou a loira bebendo mais um gole da cerveja
—mm, bom, a verdade é que não sei… faz uns dias que ando me sentindo meio deprê —confessou baixando a cabeça
Juliana se aproximou mais dela, erguendo com a mão o queixo de Sara —é porque você tá sofrendo por alguém? —suspiro—ou talvez sim, a verdade é que já faz muito tempo e estou muito sozinha, todo mundo só quer sexo e, olha, não tô dizendo que é ruim, muito pelo contrário, mas eu busco algo mais, e nada me preenche, tipo, todos são a mesma coisa pra mim
—hummm, entendi… mas isso é porque a pessoa certa ainda não apareceu, ou porque são muito cegos pra não aproveitar uma gostosa dessas
—acho que não… não encontro ninguém
Juliana tomou mais um gole de cerveja —não faz isso, Juliana, não— ela dizia pra si mesma enquanto bebia… mas, como sempre, seus impulsos venceram
—e por que você não começa procurando aqui mesmo? —ela disse finalmente, se aproximando perigosamente dos lábios de Sara
O que eu faço? O que eu façoooooooo????? Vamos, Sara, pensa, pensa… meu Deus, o que essa menina fez comigo?? Por que eu fico tão nervosa, hmm, e ela tá tão perto, quero beijá-la, quero beijá-la, não, não faz isso, Sara, talvez o álcool esteja fazendo ela falar isso, vamos, responde logo, caralho, mas o que eu digo????
—hummm, já entendi, me desculpa —ela pensou em se afastar quando sentiu a mão de Sara tocar sua perna e o rosto dela a poucos centímetros do seu
—o que você tá fazendo?
—shhh, você não quer? —perguntou a morena de olhos fechados, agora roçando a testa na de Juliana
—quero, mas… —ela não conseguiu dizer mais nada ao ver os lábios de Sara colidirem com os seus, bem delicadamente
Ambas fecharam os olhos. Juliana não demorou a pedir permissão com a língua pra entrar na boca de Sara, e logo começaram a suspirar
—Hmm, você beija muito bem —murmurou Juliana
—shhh, não fala nada, gata. Aaahhh, Juli, quero hmm que você me coma
Desculpem pelos erros de ortografia e todos os outros vacilos, tô começando a escrever contos agora e é isso, espero críticas construtivas, se cuidem muito
Passaram-se uns 10 minutos até encontrarem um livre. Entraram nele com todo cuidado, pra não tropeçar e derrubar a Juliana, que já tava bem bebada naquela altura.
O caminho foi silencioso. O clima era estranho até pro motorista. Pelo retrovisor, ele via uma garota de uns 16 anos, altura normal, magrinha, loira... olhos castanhos escuros e a roupa era... hmm, como dizer, meio "roqueira". Mas no fundo, a garota era linda, tipo, muito linda, mas o estado em que ela tava não deixava a gente ver a beleza dela de primeira.
Do outro lado, tinha outra moça. Parecia um pouco mais velha, talvez uns 2 anos a mais que a primeira. Tava olhando pro nada, na real. Era alta, morena, magra mas não no sentido raso da palavra. O rosto dela era bem alinhado, uns olhos pretos profundos, e até onde a vista dava pra admirar, ela tinha uma cintura... uff, de dar inveja.
— Juliana, acorda, Juliana — dizia Sara pra amiga, balançando ela pra tentar acordar — acorda, que preciso que você me diga onde você mora.
— New Yooork... eu mô...ro em Hipo... em Hipo New York.
— Kkkkkkkk — o motorista não segurou a risada — a menina tá bem tomada mesmo.
— É... — respirou fundo, se preparando de novo pra tentar acordar ela — vamos, acorda, por favor — com as mãos, virou o rosto de Juliana, conseguiu ver ela de perto e notou o próprio coração batendo mais rápido. Na real, aquela mina do lado dela era uma gostosa — acorda, por favor, tá?
— Hã? — foi a única coisa que ela falou — seu Hipo dessa...mos Hipo.
— Finalmente acordou — sorriu — me diz onde você mora, a gente tá em Laureles.
— Ah, aqui perto — apontou pra lugar nenhum, sem jeito — moço, a próxima à esquerda e depois segue reto umas 3 quadras, beleza?
— Claro, senhorita. —diga —respondeu o motorista
—e…
—e o quê, Sara?
—com quem você mora, não te xingam por chegar nesse estado?
Juliana sorriu —em que estado? Ha, se eu tô normal —e cruzou os braços fingindo estar brava
—ah ok, você tá normal, mas me diz com quem mora?
—com meu pai, ele tá viajando e só volta domingo, e aí fiquei em casa com a Maria, mas ela chega tarde hoje.
—então você fica sozinha, desse jeito?
—depende —disse a loira num tom meio safado
—ah é? Me diz do que depende?
—de você ficar me fazendo companhia —virou o rosto da janela pra olhar a mulher que tinha achado tão linda naquela tarde, fixou os olhos nos dela
O motorista olhou pra elas confuso e Sara só conseguiu sorrir, admitindo que tinha gostado da ideia.
—ali, é a casa branca —mencionou Juliana se recompando —deixa a gente aqui, senhor
—deixa a gente?
—é, você não é tão ruim a ponto de me largar aqui sozinha, é?
Sara sorriu —senhor, olha, fique com o troco, muito obrigada
As duas desceram do táxi, Juliana foi na frente e com as chaves na mão se dirigiu à porta.
—bem-vinda, hip entra
—hahaha o soluço não passou ainda —disse rindo —toma um copo d’água de cabeça pra baixo ou um pouco de açúcar que vai passar
—é, fica à vontade, tá em casa, já volto
—ok
—ah —virou pra olhar pra Sara —quer beber algo?
—hmm… tem cerveja?
—hahaha você já começou?
—nada… só quero uma, mas se não tiver, um copo d’água já serve
—claro que tenho, fica à vontade que não demoro
—você tá triste hoje, anda, me diz o que você tem, desde que a gente se apresentou você tá assim
—não, nada disso —mentiu Sara —não tenho nada
—tem certeza? —perguntou a loira bebendo mais um gole da cerveja
—mm, bom, a verdade é que não sei… faz uns dias que ando me sentindo meio deprê —confessou baixando a cabeça
Juliana se aproximou mais dela, erguendo com a mão o queixo de Sara —é porque você tá sofrendo por alguém? —suspiro—ou talvez sim, a verdade é que já faz muito tempo e estou muito sozinha, todo mundo só quer sexo e, olha, não tô dizendo que é ruim, muito pelo contrário, mas eu busco algo mais, e nada me preenche, tipo, todos são a mesma coisa pra mim
—hummm, entendi… mas isso é porque a pessoa certa ainda não apareceu, ou porque são muito cegos pra não aproveitar uma gostosa dessas
—acho que não… não encontro ninguém
Juliana tomou mais um gole de cerveja —não faz isso, Juliana, não— ela dizia pra si mesma enquanto bebia… mas, como sempre, seus impulsos venceram
—e por que você não começa procurando aqui mesmo? —ela disse finalmente, se aproximando perigosamente dos lábios de Sara
O que eu faço? O que eu façoooooooo????? Vamos, Sara, pensa, pensa… meu Deus, o que essa menina fez comigo?? Por que eu fico tão nervosa, hmm, e ela tá tão perto, quero beijá-la, quero beijá-la, não, não faz isso, Sara, talvez o álcool esteja fazendo ela falar isso, vamos, responde logo, caralho, mas o que eu digo????
—hummm, já entendi, me desculpa —ela pensou em se afastar quando sentiu a mão de Sara tocar sua perna e o rosto dela a poucos centímetros do seu
—o que você tá fazendo?
—shhh, você não quer? —perguntou a morena de olhos fechados, agora roçando a testa na de Juliana
—quero, mas… —ela não conseguiu dizer mais nada ao ver os lábios de Sara colidirem com os seus, bem delicadamente
Ambas fecharam os olhos. Juliana não demorou a pedir permissão com a língua pra entrar na boca de Sara, e logo começaram a suspirar
—Hmm, você beija muito bem —murmurou Juliana
—shhh, não fala nada, gata. Aaahhh, Juli, quero hmm que você me coma
Desculpem pelos erros de ortografia e todos os outros vacilos, tô começando a escrever contos agora e é isso, espero críticas construtivas, se cuidem muito
5 comentários - Love Parte 2
Es de bien nacidos ser agradecidos!
Es de bien nacidos ser agradecidos!