Vejo minha esposa, que é linda, mas desde adolescente sinto uma atração irresistível pela minha tia, uma mulher belíssima de longa cabeleira negra e olhos verdes de pantera. Minha esposa sempre achou essa fantasia muito engraçada e frequentemente a usa para me deixar louco na cama. Basta um dia eu me sentir um pouco cansado, para que minha querida namorada sussurre no meu ouvido:
— Bebê… por que você não me pega um pouquinho, já que seu tio desceu pra comprar o jornal?
E aí rola uma trepada selvagem, que acaba com a polícia batendo na nossa porta altas horas da madrugada… e isso é só o começo, porque se os agentes em questão agradarem minha namorada, ela costuma me pedir em seguida pra fingir que sou um deles (quando não os dois).
E quem resistiria a uma loirinha de cabelo curto, que te olha com seus olhos azuis famintos, implorando com voz rouca: "Por favor, seu policial, me reviste bem fundo"?
Eu, com certeza, sou incapaz.
Se vocês acham que eu e minha esposa somos muito sortudos, acreditem…
Ainda não fazem ideia do quanto.
Essa história começa da maneira mais inocente…
Num jantar na casa da minha tia.
O babaca do meu tio já estava se lambendo pensando no fim de semana que ia passar putando com os amigos. Isso estava deixando minha esposa puta da vida.
Eva não suporta meu tio (cujas infidelidades são de conhecimento público) e nunca entendeu como uma beleza como minha tia, que é só uns dois anos mais velha que ela (Eva tem vinte e nove), pôde se casar com um babaca de mais de cinquenta. Além disso, Marina e ela vivem se elogiando, saem juntas de vez em quando e se dão superbem. Então não deveria ter me surpreendido quando Eva falou em nome dos dois e disse praquele idiota não se preocupar, que fosse tranquilo pra viagem de negócios, que a gente faria companhia pra Marina durante o fim de semana.
Duas horas depois, eu e minha esposa estávamos cobertos de suor e ainda fazendo amor quando ouvimos os passos do meu tio pelo corredor e a porta da rua se fechando. O relógio na mesinha marcava três da madrugada. A pica endureceu na hora.
Eva começou a morrer de rir. Agarrou o pau com força e enfiou a cabeça na boca. Eu gemi alto. Ficava louco só de pensar que minha tia podia me ouvir da cama dela. Eva parou de chupar, ria tanto que as lágrimas escorriam. Sem parar de me acariciar, sussurrou no meu ouvido com voz rouca:
— Se ela soubesse como você fica doido pela Marina, nunca te deixava sozinho com ela.
Tentei falar, mas tava tão tarado que não conseguia pensar direito. Isso parecia divertir a Eva ainda mais.
— É que passei a maior parte da minha vida fantasiando com ela, e ela é tão gostosa, filha da puta.
Só solto palavrão quando tô muito excitado, e eu me referir assim à Marina, que eu amava tanto, era significativo. Eu não sabia, mas tava implorando. Eva sorria com malícia.
— Come ela.
— O quê?
— Come ela, fode ela, pega ela… e se ela deixar, dá no cu dela.
— Tá brincando?
— Nem fodendo. Você tá morrendo de vontade… e ela também, mesmo que ainda não saiba.
Eva levantou da cama e me pegou pela mão. Antes que eu percebesse, a gente tava andando pelo corredor acarpetado, ainda cobertos de suor.
Quando chegou na porta do quarto, Eva levou um dedo aos lábios pra me mandar calar a boca. Depois se deitou devagar ao lado da Marina, que respirava suave, e me fez um sinal pra fazer o mesmo do outro lado da cama. Eu respirava quase ofegante, o coração batia que nem um martelo pneumático e a pica parecia que ia explodir.
Eva puxou o lençol com cuidado, sem acordar a Marina. Eu tremi ao ver minha tia vestida (ou quase) com uma camisola curta de seda que mal segurava os peitos dela. A barra tinha subido acima da cintura, então parecia um top lindo. A calcinha de seda (mínimas) desenhavam um monte de Vênus que faria a própria deusa morrer de inveja. O quarto inteiro cheirava a ela.
Meu pau se mexia no ritmo da respiração dela. Eva se inclinou sobre minha tia e começou a sussurrar no ouvido dela. Deslizou a mão como uma pena na cintura de Marina e, enquanto se aproximava cada vez mais dela, pousou a mão no meu pau e começou a me fazer uma punheta suave.
Marina mal se mexeu. Ela dormia muito pesado.
Eva sorria pra mim. De vez em quando me olhava desafiadora, enquanto continuava sussurrando no ouvido da minha tia coisas que eu não conseguia entender. Às vezes achava que ouvia meu nome, que soava naquele tom quente que as amigas íntimas usam pra fazer confidências sobre um cara que elas tão afim.
Ela tava derramando gotinhas de veneno doce nos sonhos dela. Tava seduzindo ela e ela não conseguia resistir. A cervinha inocente achava que tava sonhando, mas Eva já tinha caçado ela. A mão dela largou meu pau e voltou pra cintura de Marina, que respondeu levantando os quadris. Com uma doçura incrível, Eva começou a acariciar os peitos de Marina e, com um movimento tão habilidoso quanto suave, tirou a calcinha encharcada dela e bateu na minha cara com ela, como se me desafiasse pra um duelo. Depois piscou pra mim.
— Vem — ela disse — Agora ou nunca.
Pensei que se Marina acordasse, ia começar a gritar e eu ia ser acusado de tentar estuprar minha própria tia (e com a cumplicidade da minha mulher), mas como Eva tinha dito, era agora ou nunca. E eu tava disposto a correr o risco.
Enquanto eu filosofava, minha mulher tinha começado a masturbar a Marina, que gemia ainda sem acordar, mexendo a pélvis no ritmo lento dos dedos dela.
— Vem! — Sussurrou Eva — Mete logo!
Aí perdi o controle e me coloquei sobre minha tia pra enfiar até o fundo. Tava tão descontrolado que Eva teve que segurar meu pau e guiar ela mesma até a buceta de Marina. Minha tia e eu começamos a gemer juntos quando Eva começou a deslizar. minha glande (que estava dura como uma maçã) deslizando pela vulva molhada dela. Então Marina abriu os olhos.
Antes que minha tia soltasse o maior grito da vida dela, Eva, não sei se pra confundir a Marina ou pra me enlouquecer, abriu a boca sobre a dela e deu um beijo selvagem sem soltar minha rola, que continuava esfregando na buceta da minha tia, excitada demais pra resistir.
Quando Eva separou a boca da da Marina, o corpo sedento da minha tia tinha assumido o controle e se abriu como uma flor.
— Você quer…? — sussurrei ofegante, sem ousar ainda entrar nela.
Marina olhou pra Eva com expressão confusa. Ela acendeu a chama.
— Aproveita — disse com voz safada.
Depois de ver o sorriso de satisfação da Marina, enfiei até a alma. Minha tia respondeu gemendo e enlaçando as pernas lindas nas minhas costas. Quando conseguiu se recuperar da surpresa, me olhou nos olhos e sussurrou:
— Deus, amor… como você fode… não para por nada.
Pouco depois explodi dentro dela, fazendo ela gritar enquanto Eva acariciava nós dois. E assim seguimos a noite toda…
Bom, talvez agora eu deva esclarecer que lá pelas cinco da manhã tivemos uma interrupção. Enquanto eu iniciava a Marina nos prazeres da sodomia, Eva nos deu um sorriso safado e levantou da cama. Não demorou pra começarmos a ouvir os gemidos de um homem, e nós dois (minha tia e eu) demos um pulo e paramos na hora.
Eva (de joelhos) tava fazendo um boquete de cinema num garoto de vinte e poucos anos, que acariciava o cabelo loiro dela, olhando pra ela (acho que já deixei claro mais de uma vez que minha esposa é uma gostosa do caralho) como se fosse um leão prestes a devorar a presa.
O fato do garoto em questão ser meu sobrinho (o enteado da Marina) dava à aventura novas e promissoras possibilidades (pelo menos pras fetiches), e Eva, que com certeza tinha esperado por aquele A noite toda, ele se preparava pra saborear cada detalhe. Não vou citar o nome do nosso sobrinho porque não precisa, mas acho que vale dizer que ele é muito gostoso, que, como descobri naquela noite, é bem dotado e que, pelo visto (coisa rara nele), naquele dia ainda não tinha comido ninguém.
Deduzi que o azar dele talvez fosse porque ele tinha de olho em alguma casada, e a presença do marido tinha estragado o plano. Isso ficou claro pelo tesão que meu sobrinho tava sentindo, já que ele não se segurava nem um pouco em olhar nos olhos da madrasta linda enquanto Eva passava a língua numa rola que mal cabia na boca dela.
De repente, bufando de raiva, o moleque separou a cabecinha faminta da minha mulher de entre as pernas dele e arrancou, mais do que tirou, a roupa. Depois pegou Eva pela cintura e levantou ela no ar. Minha esposa entendeu na hora e enlaçou as pernas na cintura do jovem enquanto ele enfiava até o talo. Eva gemia abraçada no pescoço do sobrinho, que, sem tirar os olhos da madrasta, chegou perto da cama e, deixando o corpo da minha mulher arquear pra trás até ela também ficar olhando nos nossos olhos, começou a meter forte. Marina e eu respondemos à provocação do enteado dela e da Eva: eu coloquei Marina de quatro e meti no cu dela sem cerimônia, e ela beijou Eva, que, de cabeça pra baixo, respondeu ao beijo pra provocar todo mundo.
O tesão da situação não demorou a pegar as garotas, que gozaram juntas, se beijando. Meu sobrinho e eu demos uns segundos pra elas se recuperarem e, em seguida, trocamos de parceira.
Naquele fim de semana, Eva e Marina tiveram a chance de saborear todo tipo de delícia e realizar qualquer fantasia que tinham guardado a vida inteira. Marina e o afilhado dela continuam amantes e aproveitam qualquer ausência do meu tio (embora seja de minutos) pra foder como bestas. Pelo que sei, já chegaram a trepar na cama de casamento enquanto meu tio dorme. Sei disso porque a Marina vem aqui em casa direto e me conta. A Eva sabe que essas histórias são as preliminares que minha tia usa pra me esquentar e nos deixa sozinhos (às vezes) porque é uma esposa compreensiva que também adora visitar o sobrinho.
Ela e minha tia continuam saindo juntas e, pelo que sei, também explorando a bissexualidade delas, que ficava latente até aquele fim de semana...
Espero que tenha gostado do meu relato...
— Bebê… por que você não me pega um pouquinho, já que seu tio desceu pra comprar o jornal?
E aí rola uma trepada selvagem, que acaba com a polícia batendo na nossa porta altas horas da madrugada… e isso é só o começo, porque se os agentes em questão agradarem minha namorada, ela costuma me pedir em seguida pra fingir que sou um deles (quando não os dois).
E quem resistiria a uma loirinha de cabelo curto, que te olha com seus olhos azuis famintos, implorando com voz rouca: "Por favor, seu policial, me reviste bem fundo"?
Eu, com certeza, sou incapaz.
Se vocês acham que eu e minha esposa somos muito sortudos, acreditem…
Ainda não fazem ideia do quanto.
Essa história começa da maneira mais inocente…
Num jantar na casa da minha tia.
O babaca do meu tio já estava se lambendo pensando no fim de semana que ia passar putando com os amigos. Isso estava deixando minha esposa puta da vida.
Eva não suporta meu tio (cujas infidelidades são de conhecimento público) e nunca entendeu como uma beleza como minha tia, que é só uns dois anos mais velha que ela (Eva tem vinte e nove), pôde se casar com um babaca de mais de cinquenta. Além disso, Marina e ela vivem se elogiando, saem juntas de vez em quando e se dão superbem. Então não deveria ter me surpreendido quando Eva falou em nome dos dois e disse praquele idiota não se preocupar, que fosse tranquilo pra viagem de negócios, que a gente faria companhia pra Marina durante o fim de semana.
Duas horas depois, eu e minha esposa estávamos cobertos de suor e ainda fazendo amor quando ouvimos os passos do meu tio pelo corredor e a porta da rua se fechando. O relógio na mesinha marcava três da madrugada. A pica endureceu na hora.
Eva começou a morrer de rir. Agarrou o pau com força e enfiou a cabeça na boca. Eu gemi alto. Ficava louco só de pensar que minha tia podia me ouvir da cama dela. Eva parou de chupar, ria tanto que as lágrimas escorriam. Sem parar de me acariciar, sussurrou no meu ouvido com voz rouca:
— Se ela soubesse como você fica doido pela Marina, nunca te deixava sozinho com ela.
Tentei falar, mas tava tão tarado que não conseguia pensar direito. Isso parecia divertir a Eva ainda mais.
— É que passei a maior parte da minha vida fantasiando com ela, e ela é tão gostosa, filha da puta.
Só solto palavrão quando tô muito excitado, e eu me referir assim à Marina, que eu amava tanto, era significativo. Eu não sabia, mas tava implorando. Eva sorria com malícia.
— Come ela.
— O quê?
— Come ela, fode ela, pega ela… e se ela deixar, dá no cu dela.
— Tá brincando?
— Nem fodendo. Você tá morrendo de vontade… e ela também, mesmo que ainda não saiba.
Eva levantou da cama e me pegou pela mão. Antes que eu percebesse, a gente tava andando pelo corredor acarpetado, ainda cobertos de suor.
Quando chegou na porta do quarto, Eva levou um dedo aos lábios pra me mandar calar a boca. Depois se deitou devagar ao lado da Marina, que respirava suave, e me fez um sinal pra fazer o mesmo do outro lado da cama. Eu respirava quase ofegante, o coração batia que nem um martelo pneumático e a pica parecia que ia explodir.
Eva puxou o lençol com cuidado, sem acordar a Marina. Eu tremi ao ver minha tia vestida (ou quase) com uma camisola curta de seda que mal segurava os peitos dela. A barra tinha subido acima da cintura, então parecia um top lindo. A calcinha de seda (mínimas) desenhavam um monte de Vênus que faria a própria deusa morrer de inveja. O quarto inteiro cheirava a ela.
Meu pau se mexia no ritmo da respiração dela. Eva se inclinou sobre minha tia e começou a sussurrar no ouvido dela. Deslizou a mão como uma pena na cintura de Marina e, enquanto se aproximava cada vez mais dela, pousou a mão no meu pau e começou a me fazer uma punheta suave.
Marina mal se mexeu. Ela dormia muito pesado.
Eva sorria pra mim. De vez em quando me olhava desafiadora, enquanto continuava sussurrando no ouvido da minha tia coisas que eu não conseguia entender. Às vezes achava que ouvia meu nome, que soava naquele tom quente que as amigas íntimas usam pra fazer confidências sobre um cara que elas tão afim.
Ela tava derramando gotinhas de veneno doce nos sonhos dela. Tava seduzindo ela e ela não conseguia resistir. A cervinha inocente achava que tava sonhando, mas Eva já tinha caçado ela. A mão dela largou meu pau e voltou pra cintura de Marina, que respondeu levantando os quadris. Com uma doçura incrível, Eva começou a acariciar os peitos de Marina e, com um movimento tão habilidoso quanto suave, tirou a calcinha encharcada dela e bateu na minha cara com ela, como se me desafiasse pra um duelo. Depois piscou pra mim.
— Vem — ela disse — Agora ou nunca.
Pensei que se Marina acordasse, ia começar a gritar e eu ia ser acusado de tentar estuprar minha própria tia (e com a cumplicidade da minha mulher), mas como Eva tinha dito, era agora ou nunca. E eu tava disposto a correr o risco.
Enquanto eu filosofava, minha mulher tinha começado a masturbar a Marina, que gemia ainda sem acordar, mexendo a pélvis no ritmo lento dos dedos dela.
— Vem! — Sussurrou Eva — Mete logo!
Aí perdi o controle e me coloquei sobre minha tia pra enfiar até o fundo. Tava tão descontrolado que Eva teve que segurar meu pau e guiar ela mesma até a buceta de Marina. Minha tia e eu começamos a gemer juntos quando Eva começou a deslizar. minha glande (que estava dura como uma maçã) deslizando pela vulva molhada dela. Então Marina abriu os olhos.
Antes que minha tia soltasse o maior grito da vida dela, Eva, não sei se pra confundir a Marina ou pra me enlouquecer, abriu a boca sobre a dela e deu um beijo selvagem sem soltar minha rola, que continuava esfregando na buceta da minha tia, excitada demais pra resistir.
Quando Eva separou a boca da da Marina, o corpo sedento da minha tia tinha assumido o controle e se abriu como uma flor.
— Você quer…? — sussurrei ofegante, sem ousar ainda entrar nela.
Marina olhou pra Eva com expressão confusa. Ela acendeu a chama.
— Aproveita — disse com voz safada.
Depois de ver o sorriso de satisfação da Marina, enfiei até a alma. Minha tia respondeu gemendo e enlaçando as pernas lindas nas minhas costas. Quando conseguiu se recuperar da surpresa, me olhou nos olhos e sussurrou:
— Deus, amor… como você fode… não para por nada.
Pouco depois explodi dentro dela, fazendo ela gritar enquanto Eva acariciava nós dois. E assim seguimos a noite toda…
Bom, talvez agora eu deva esclarecer que lá pelas cinco da manhã tivemos uma interrupção. Enquanto eu iniciava a Marina nos prazeres da sodomia, Eva nos deu um sorriso safado e levantou da cama. Não demorou pra começarmos a ouvir os gemidos de um homem, e nós dois (minha tia e eu) demos um pulo e paramos na hora.
Eva (de joelhos) tava fazendo um boquete de cinema num garoto de vinte e poucos anos, que acariciava o cabelo loiro dela, olhando pra ela (acho que já deixei claro mais de uma vez que minha esposa é uma gostosa do caralho) como se fosse um leão prestes a devorar a presa.
O fato do garoto em questão ser meu sobrinho (o enteado da Marina) dava à aventura novas e promissoras possibilidades (pelo menos pras fetiches), e Eva, que com certeza tinha esperado por aquele A noite toda, ele se preparava pra saborear cada detalhe. Não vou citar o nome do nosso sobrinho porque não precisa, mas acho que vale dizer que ele é muito gostoso, que, como descobri naquela noite, é bem dotado e que, pelo visto (coisa rara nele), naquele dia ainda não tinha comido ninguém.
Deduzi que o azar dele talvez fosse porque ele tinha de olho em alguma casada, e a presença do marido tinha estragado o plano. Isso ficou claro pelo tesão que meu sobrinho tava sentindo, já que ele não se segurava nem um pouco em olhar nos olhos da madrasta linda enquanto Eva passava a língua numa rola que mal cabia na boca dela.
De repente, bufando de raiva, o moleque separou a cabecinha faminta da minha mulher de entre as pernas dele e arrancou, mais do que tirou, a roupa. Depois pegou Eva pela cintura e levantou ela no ar. Minha esposa entendeu na hora e enlaçou as pernas na cintura do jovem enquanto ele enfiava até o talo. Eva gemia abraçada no pescoço do sobrinho, que, sem tirar os olhos da madrasta, chegou perto da cama e, deixando o corpo da minha mulher arquear pra trás até ela também ficar olhando nos nossos olhos, começou a meter forte. Marina e eu respondemos à provocação do enteado dela e da Eva: eu coloquei Marina de quatro e meti no cu dela sem cerimônia, e ela beijou Eva, que, de cabeça pra baixo, respondeu ao beijo pra provocar todo mundo.
O tesão da situação não demorou a pegar as garotas, que gozaram juntas, se beijando. Meu sobrinho e eu demos uns segundos pra elas se recuperarem e, em seguida, trocamos de parceira.
Naquele fim de semana, Eva e Marina tiveram a chance de saborear todo tipo de delícia e realizar qualquer fantasia que tinham guardado a vida inteira. Marina e o afilhado dela continuam amantes e aproveitam qualquer ausência do meu tio (embora seja de minutos) pra foder como bestas. Pelo que sei, já chegaram a trepar na cama de casamento enquanto meu tio dorme. Sei disso porque a Marina vem aqui em casa direto e me conta. A Eva sabe que essas histórias são as preliminares que minha tia usa pra me esquentar e nos deixa sozinhos (às vezes) porque é uma esposa compreensiva que também adora visitar o sobrinho.
Ela e minha tia continuam saindo juntas e, pelo que sei, também explorando a bissexualidade delas, que ficava latente até aquele fim de semana...
Espero que tenha gostado do meu relato...
4 comentários - Laços de Família
gracias por compartir