đł đ€€ đ Talvez vocĂȘs jĂĄ tenham me lido antes contando as aventuras com minha cunhada, e acho que em alguma oportunidade me descrevi: sou o que se pode chamar de um cara comum, 1,76m de altura, moreno, olhos castanhos, enfim, nada de outro mundo. Do umbigo pra baixo eu vou bem, pelo que me dizem (embora nĂŁo seja pra acreditar em tudo que falam, pelo menos nunca recebi reclamaçÔes) e tenho bastante jogo com as mulheres, que, como um amigo diz, elas Ă© que te escolhem, e nĂŁo o contrĂĄrio.
Enfim, o que venho contar é a história do meu primeiro menage, que rolou com meu melhor amigo e, na época, a namorada dele (agora são casados).
Bom, isso jĂĄ faz uns 6 anos. Apesar de eu gostar de farra, nunca tinha passado do convencional: ficar com uma gatinha, no mĂĄximo uma festa em grupo, mas cada um com a sua e sem trocas, enfim, o clĂĄssico.
Tudo mudou num 6 de junho. Meu amigo, que vou chamar de Juan Pablo, tava comemorando o aniversårio dele, 22 anos, e tinha organizado uma festa. Nada de outro mundo: um dos poucos da galera que na época morava sozinho, churrasco, cerveja, um monte de doido e só, ou pelo menos era o que eu pensava.
Caso eu nunca tenha dito, sou de Rosårio, e o aniversårio, pra quem conhece, era perto do campo do Central. Como moro no centro, era uma viagenzinha até lå, ainda mais sem carro. Mal cheguei na casa do Juan, fui recebido pela namorada, Gisela, com quem sempre nos estranhamos. Acho que a bronca dela era lógica, jå que eu sempre fui parceiro de farra do namorado. Aquilo me caiu como um chute no saco, porque imaginei que as amigas dela, que também não engolia, estariam lå. O aniversårio passou sem graça nem glória. Uns caras, vendo que não iam conseguir raptar o aniversariante pra levar pra farra, foram embora. Conforme a noite avançava, a casa foi esvaziando até sobrarmos só eu, Juan, Gisela, Romina (uma chata encheção de saco, amiga da Gisela) e eu. Jå tava me preparando pra ir embora, porque a essa altura jå tinha bebido pra caralho. Caralho, nisso o Juan me fala:
- Fica pra dormir se quiser, negĂŁo, nĂŁo quero ser culpado de vocĂȘ passar do ponto com o busĂŁo e acabar na buceta da lora.
- Nahhh, deixa pra lĂĄ, falei, certeza que vocĂȘs dois querem ficar sozinhos â Disse eu, morrendo de rir e pra deixar a Gisela sem graça.
- Assim vocĂȘ nĂŁo pode ir, nĂŁo consegue nem ficar em pĂ©, Marcos â Ela falou.
A verdade é que ela tinha razão, enfim, esperamos a Romina pegar um tåxi (fomos até a avenida) e voltamos pra casa.
Eu pensava onde caralho vou me jogar, porque isso aqui Ă© minĂșsculo, nisso a Gisela vem e pergunta se a gente queria um cafĂ© com um licor pra esquentar.
A ideia agradou e sentamos nĂłs trĂȘs pra bater papo na salinha. NĂŁo sei se era porque ela tinha bebido muito ou porque eu tava doidĂŁo e nĂŁo entendia direito, mas a Gisela tava super simpĂĄtica.
Vou fazer um parĂȘntese pra descrever ela: loira, 1,65, dois olhĂ”es verdes, bunda empinada e peitos bonitos, embora nĂŁo enormes, uma bonequinha, sabe? (Eu tinha meus cĂłdigos, entĂŁo pra mim era feia e bigoduda, hahaha). TĂpica filhinha de papai, estudava medicina e era muito santinha pelo que o magrelo me contava (Ă© como chamamos o Juan Pablo), depois acabei descobrindo que nĂŁo era bem verdade, haha.
O magrelo, descrevendo pras minas, era o tĂpico gato estiloso, sempre bronzeado, visual na moda, 1,85 de altura, corpo trabalhado, naquela Ă©poca tinha atĂ© tanquinho na barriga, professor de tĂȘnis e maior lĂĄbia do mundo, enfim, as gatinhas babavam por ele.
Como falei antes, o clima era de conversa e, com aquele fogo que a gente tava, começamos a subir o tom do papo.
- E aĂ, loira, hoje tem presentinho pro magrelo ou ele jĂĄ ganhou antes? Olha que Ă© azar dar o presente antes â Falei.
- NĂŁo, o presente eu dou depois, jĂĄ tĂĄ tudo pronto, mas faltam uns detalhes â Ela disse, olhando pro magrelo com toda a cumplicidade.
- Hahaha, Ă©, hoje acho que os vizinhos vĂŁo acabar chamando a polĂcia â O Juan falou. Aproveitando que ela tinha se levantado pra servir mais um pouco, dei uma mordida na bunda dela.
Eu me senti meio sem jeito, mas como tava bĂȘbado e a real Ă© que tava pouco me lixando, falei:
â VocĂȘ sim que come carne de exportação.
â Viu o que Ă© isso? â Ele disse, pegando a bunda dela com as duas mĂŁos.
Eu pensei que ela ia mandar ele pra puta que pariu, mas ela, morrendo de rir, falou:
â TambĂ©m nĂŁo Ă© pra tanto.
â Gi, desculpa, mas vocĂȘ tem um rabo lindo, a gente sempre fala pro cara o quanto vocĂȘ Ă© gostosa quando a gente se encontra com os manos.
â Filhos da puta, vocĂȘs querem comer ela â Disse o Juan.
Ela nĂŁo falou nada, mas fez uma carinha de quem gostou.
â No fim das contas, jĂĄ falei vĂĄrias vezes pra ela sobre fazer um menage, mas parece que nĂŁo convence ela â Soltou o cara.
Eu fiquei esperando uma bronca pela falta de noção, mas em vez disso ela continuou na naturalidade.
â O problema Ă© que com desconhecido eu tenho medo, e com conhecido me dĂĄ um pouco de vergonha.
â Ehh, vocĂȘ tambĂ©m Ă© a gata borralheira, menina â Falei em tom de brincadeira.
â Mas se rolar, tem que ser alguĂ©m bonito, pra transar com qualquer coisa eu pego um vibrador e pronto.
Devo confessar que isso me desconcertou, mas a ideia de ver a Gisela transando me excitou e comecei a ficar de pau duro. Olhei pro cara e ele nem se abalou, entĂŁo segui o jogo.
â Mmm... conhecido e bonito? Ou vocĂȘ tĂĄ ficando exigente, ou Juan, me desculpa falar, mas ele tĂĄ te traindo â E comecei a rir.
â NĂŁooo, eu conheço os amigos dele e nĂŁo gosto de nenhum, entĂŁo falei que ele vai ter que escolher um dos meus.
â Uhh, se for por beleza, vocĂȘ tĂĄ ferrado, o Santiago talvez â Falei tentando continuar a brincadeira.
â NĂŁoo, gato, nĂŁo curto loiros.
â Sei lĂĄ, de moreno vocĂȘ tem o Juan e acabou.
â VocĂȘ Ă© gostoso â Ela disse.
AĂ eu fiquei de vez excitado, mas a verdade Ă© que nĂŁo entendia como a coisa tava rolando, talvez porque era a Ășltima coisa que eu esperava.
Fiquei com cara de otĂĄrio sem saber o que falar, nisso o Juan interveio:
â Desculpa, Marquitos, mas... Essa mina nĂŁo Ă© trouxa nĂŁo, ela vai no seguro, tua fama te precede!!!
O Juanpi me contou que vocĂȘ sabe tratar bem as garotas.
Hahaha, exagero, eu disse â AĂ eu ferrei, porque ela levantou e falou: "bom, vou me preparar pra dormir".
Quando ela foi pro quarto, o cara soltou:
â VocĂȘ Ă© burro ou se faz?
â Calma aĂ, mano, qual Ă© o problema? Se quiser que eu vĂĄ embora, eu vou, assim vocĂȘs podem foder tranquilos â falei meio confuso e ainda com a pica dura.
â Burro, vocĂȘ nĂŁo sabe o quanto eu lutei pra convencer ela a fazer um mĂ©nage, e quando ela topa e ainda escolhe um cara que tĂĄ de boa, pensei eu, vocĂȘ se faz de idiota!
AĂ eu jĂĄ nĂŁo entendia mais nada, e nĂŁo era por causa da bebida.
â OtĂĄrio, o que vocĂȘ quer que a gente diga? Que queremos transar com vocĂȘ pra vocĂȘ entender?
Isso me desmontou, mas eu olhei pro cara e vi que era sério.
â Desculpa, mano, a verdade Ă© que nunca pensei isso da loira.
â Ela fica com vergonha, por isso todo esse rodeio, mas vocĂȘ Ă© um burro que nĂŁo saca nada. Se nĂŁo tiver a fim, me fala.
Olhei pra ele o mais sério que pude e, pra ele não pensar mal, falei:
â Por vocĂȘ, eu faço sem problemas.
â EntĂŁo vem pro quarto e parte pra ação.
Fomos pro quarto e lĂĄ estava a Gisela com um babydoll preto. Na hora, a pica parecia que ia explodir.
Olhei pro cara e ele balançou a cabeça.
â Se beijem â ele disse.
Ela se aproximou meio tĂmida, mas eu jĂĄ tava ligado na situação e isso a acalmou. Enfiei a lĂngua e percorri a boca dela, ela me acariciou, colando o corpo no meu. Peguei a bunda dela com as duas mĂŁos e massageei.
â Que bunda gostosa vocĂȘ tem.
Ela me olhou com malĂcia.
Em 2 segundos, me deixou pelado.
â Upa, como vou brincar com isso hoje â ela disse.
Olhei pro lado e o cara jå tava pelado com a pica bem dura. Ela se ajoelhou enquanto a gente ficava um do lado do outro e começou a chupar um tempo cada um. Que boca maravilhosa, pelo amor de Deus, ela engolia tudo, passava a mão nos ovos, brincava com a cabeça. A verdade é que ela era uma Sensação tremenda, além do fato de ela ser a namorada do meu melhor amigo e ele estar presente, a verdade é que era espetacular.
Ela fazia uma carinha de puta espetacular.
O cara delirava de prazer.
Viu que lindo que a minha namorada chupa?
Eu nĂŁo respondi.
Chupa tudo, amor, faz ele gozar.
Mmm... que pica linda vocĂȘ tem, Marquitos, tava de olho nela hĂĄ tempos.
Olha sĂł, eu pensei que vocĂȘ nĂŁo me queria.
Tinha que disfarçar, cara â Ela disse e voltou pros caramelos, lambuzamos a cara dela, metemos as duas cabeças juntas, a verdade Ă© que foi uma bagunça linda.
NĂłs dois levamos ela pra cama e deixamos ela pelada, metemos lĂngua em tudo quanto Ă© lugar, atĂ© que o cara falou:
A Gisela tĂĄ morrendo de vontade de vocĂȘ comer a buceta dela.
Sem mais, comecei a chupar a buceta dela, que tava depiladinha, brinquei com os låbios vaginais, chupei o clitóris dela, dava pra sentir ela gemer. O cara não quis ficar de fora e começou a se masturbar, ela tateou até ele e enfiou o pau dele na boca até o talo, fazendo um garganta profunda.
Eu, por minha vez, continuei com minha lĂngua penetrando ela o mais fundo que podia enquanto dedilhava o clitĂłris dela. Com a outra mĂŁo, comecei a brincar perto do cuzinho dela. A filha da puta começou a apertar minha cabeça com as pernas enquanto acariciava meu cabelo. Senti o gosto do gozo e as contraçÔes daquela buceta linda que indicavam um orgasmo bem intenso. Mesmo assim, continuei brincando com a buceta dela e lambendo todo o caminho atĂ© o cuzinho bem fechado dela.
O cara tirou ela da boca por um instante e, se deitando de corpo inteiro na cama, convidou ela pra montar. Ela, gostosa, subiu e começou a cavalgar em cima do namorado.
Vem cĂĄ, idiota, que eu vou te devolver o favor que vocĂȘ acabou de me fazer. Nunca tinham me chupado assim.
Ă que eu tenho a lĂngua curta â disse o cara, intensificando a metida.
Meu amor, deixa eu tomar a gozada do Marquitos?
O cara, como resposta, enfiou atĂ© o fundo. fundo enquanto enfiava um dedo no cu dela, ela chupava minha pica sem freio, usando a lĂngua de um jeito espetacular enquanto acariciava minhas bolas, minhas mĂŁos foram direto pros peitos dela, que massageei com gosto, atĂ© sentir que os bicos iam explodir de prazer.
A cena toda era do caralho, um festival de sentidos, dava pra sentir o sexo no ar, e era Ăłbvio que a gente nĂŁo ia aguentar muito mais. O cara chegou ao clĂmax com uma espĂ©cie de bufada e deixou enterrado nela, ela, que jĂĄ tinha gozado uma vez, se arrepiou com um segundo orgasmo logo depois. Eu, que jĂĄ sentia que nĂŁo ia aguentar mais e que a porra ia sair pelos olhos, tirei ela da boca dela e, apontando, perguntei:
Onde gozo?
Ela nĂŁo respondeu, sĂł ficou esperando eu decidir. Sem pensar duas vezes, molhei a cara e os peitos dela.
Uhh, olha como te deixei, Marquitos love, vocĂȘ tĂĄ toda porquinha.
Ela ficou de joelhos na cama e, com o dedo, começou a juntar a porra e levar à boca.
O cara olhava pra ela com vontade de um segundo round, mas isso fica pra parte 2.
Enfim, o que venho contar é a história do meu primeiro menage, que rolou com meu melhor amigo e, na época, a namorada dele (agora são casados).
Bom, isso jĂĄ faz uns 6 anos. Apesar de eu gostar de farra, nunca tinha passado do convencional: ficar com uma gatinha, no mĂĄximo uma festa em grupo, mas cada um com a sua e sem trocas, enfim, o clĂĄssico.
Tudo mudou num 6 de junho. Meu amigo, que vou chamar de Juan Pablo, tava comemorando o aniversårio dele, 22 anos, e tinha organizado uma festa. Nada de outro mundo: um dos poucos da galera que na época morava sozinho, churrasco, cerveja, um monte de doido e só, ou pelo menos era o que eu pensava.
Caso eu nunca tenha dito, sou de Rosårio, e o aniversårio, pra quem conhece, era perto do campo do Central. Como moro no centro, era uma viagenzinha até lå, ainda mais sem carro. Mal cheguei na casa do Juan, fui recebido pela namorada, Gisela, com quem sempre nos estranhamos. Acho que a bronca dela era lógica, jå que eu sempre fui parceiro de farra do namorado. Aquilo me caiu como um chute no saco, porque imaginei que as amigas dela, que também não engolia, estariam lå. O aniversårio passou sem graça nem glória. Uns caras, vendo que não iam conseguir raptar o aniversariante pra levar pra farra, foram embora. Conforme a noite avançava, a casa foi esvaziando até sobrarmos só eu, Juan, Gisela, Romina (uma chata encheção de saco, amiga da Gisela) e eu. Jå tava me preparando pra ir embora, porque a essa altura jå tinha bebido pra caralho. Caralho, nisso o Juan me fala:
- Fica pra dormir se quiser, negĂŁo, nĂŁo quero ser culpado de vocĂȘ passar do ponto com o busĂŁo e acabar na buceta da lora.
- Nahhh, deixa pra lĂĄ, falei, certeza que vocĂȘs dois querem ficar sozinhos â Disse eu, morrendo de rir e pra deixar a Gisela sem graça.
- Assim vocĂȘ nĂŁo pode ir, nĂŁo consegue nem ficar em pĂ©, Marcos â Ela falou.
A verdade é que ela tinha razão, enfim, esperamos a Romina pegar um tåxi (fomos até a avenida) e voltamos pra casa.
Eu pensava onde caralho vou me jogar, porque isso aqui Ă© minĂșsculo, nisso a Gisela vem e pergunta se a gente queria um cafĂ© com um licor pra esquentar.
A ideia agradou e sentamos nĂłs trĂȘs pra bater papo na salinha. NĂŁo sei se era porque ela tinha bebido muito ou porque eu tava doidĂŁo e nĂŁo entendia direito, mas a Gisela tava super simpĂĄtica.
Vou fazer um parĂȘntese pra descrever ela: loira, 1,65, dois olhĂ”es verdes, bunda empinada e peitos bonitos, embora nĂŁo enormes, uma bonequinha, sabe? (Eu tinha meus cĂłdigos, entĂŁo pra mim era feia e bigoduda, hahaha). TĂpica filhinha de papai, estudava medicina e era muito santinha pelo que o magrelo me contava (Ă© como chamamos o Juan Pablo), depois acabei descobrindo que nĂŁo era bem verdade, haha.
O magrelo, descrevendo pras minas, era o tĂpico gato estiloso, sempre bronzeado, visual na moda, 1,85 de altura, corpo trabalhado, naquela Ă©poca tinha atĂ© tanquinho na barriga, professor de tĂȘnis e maior lĂĄbia do mundo, enfim, as gatinhas babavam por ele.
Como falei antes, o clima era de conversa e, com aquele fogo que a gente tava, começamos a subir o tom do papo.
- E aĂ, loira, hoje tem presentinho pro magrelo ou ele jĂĄ ganhou antes? Olha que Ă© azar dar o presente antes â Falei.
- NĂŁo, o presente eu dou depois, jĂĄ tĂĄ tudo pronto, mas faltam uns detalhes â Ela disse, olhando pro magrelo com toda a cumplicidade.
- Hahaha, Ă©, hoje acho que os vizinhos vĂŁo acabar chamando a polĂcia â O Juan falou. Aproveitando que ela tinha se levantado pra servir mais um pouco, dei uma mordida na bunda dela.
Eu me senti meio sem jeito, mas como tava bĂȘbado e a real Ă© que tava pouco me lixando, falei:
â VocĂȘ sim que come carne de exportação.
â Viu o que Ă© isso? â Ele disse, pegando a bunda dela com as duas mĂŁos.
Eu pensei que ela ia mandar ele pra puta que pariu, mas ela, morrendo de rir, falou:
â TambĂ©m nĂŁo Ă© pra tanto.
â Gi, desculpa, mas vocĂȘ tem um rabo lindo, a gente sempre fala pro cara o quanto vocĂȘ Ă© gostosa quando a gente se encontra com os manos.
â Filhos da puta, vocĂȘs querem comer ela â Disse o Juan.
Ela nĂŁo falou nada, mas fez uma carinha de quem gostou.
â No fim das contas, jĂĄ falei vĂĄrias vezes pra ela sobre fazer um menage, mas parece que nĂŁo convence ela â Soltou o cara.
Eu fiquei esperando uma bronca pela falta de noção, mas em vez disso ela continuou na naturalidade.
â O problema Ă© que com desconhecido eu tenho medo, e com conhecido me dĂĄ um pouco de vergonha.
â Ehh, vocĂȘ tambĂ©m Ă© a gata borralheira, menina â Falei em tom de brincadeira.
â Mas se rolar, tem que ser alguĂ©m bonito, pra transar com qualquer coisa eu pego um vibrador e pronto.
Devo confessar que isso me desconcertou, mas a ideia de ver a Gisela transando me excitou e comecei a ficar de pau duro. Olhei pro cara e ele nem se abalou, entĂŁo segui o jogo.
â Mmm... conhecido e bonito? Ou vocĂȘ tĂĄ ficando exigente, ou Juan, me desculpa falar, mas ele tĂĄ te traindo â E comecei a rir.
â NĂŁooo, eu conheço os amigos dele e nĂŁo gosto de nenhum, entĂŁo falei que ele vai ter que escolher um dos meus.
â Uhh, se for por beleza, vocĂȘ tĂĄ ferrado, o Santiago talvez â Falei tentando continuar a brincadeira.
â NĂŁoo, gato, nĂŁo curto loiros.
â Sei lĂĄ, de moreno vocĂȘ tem o Juan e acabou.
â VocĂȘ Ă© gostoso â Ela disse.
AĂ eu fiquei de vez excitado, mas a verdade Ă© que nĂŁo entendia como a coisa tava rolando, talvez porque era a Ășltima coisa que eu esperava.
Fiquei com cara de otĂĄrio sem saber o que falar, nisso o Juan interveio:
â Desculpa, Marquitos, mas... Essa mina nĂŁo Ă© trouxa nĂŁo, ela vai no seguro, tua fama te precede!!!
O Juanpi me contou que vocĂȘ sabe tratar bem as garotas.
Hahaha, exagero, eu disse â AĂ eu ferrei, porque ela levantou e falou: "bom, vou me preparar pra dormir".
Quando ela foi pro quarto, o cara soltou:
â VocĂȘ Ă© burro ou se faz?
â Calma aĂ, mano, qual Ă© o problema? Se quiser que eu vĂĄ embora, eu vou, assim vocĂȘs podem foder tranquilos â falei meio confuso e ainda com a pica dura.
â Burro, vocĂȘ nĂŁo sabe o quanto eu lutei pra convencer ela a fazer um mĂ©nage, e quando ela topa e ainda escolhe um cara que tĂĄ de boa, pensei eu, vocĂȘ se faz de idiota!
AĂ eu jĂĄ nĂŁo entendia mais nada, e nĂŁo era por causa da bebida.
â OtĂĄrio, o que vocĂȘ quer que a gente diga? Que queremos transar com vocĂȘ pra vocĂȘ entender?
Isso me desmontou, mas eu olhei pro cara e vi que era sério.
â Desculpa, mano, a verdade Ă© que nunca pensei isso da loira.
â Ela fica com vergonha, por isso todo esse rodeio, mas vocĂȘ Ă© um burro que nĂŁo saca nada. Se nĂŁo tiver a fim, me fala.
Olhei pra ele o mais sério que pude e, pra ele não pensar mal, falei:
â Por vocĂȘ, eu faço sem problemas.
â EntĂŁo vem pro quarto e parte pra ação.
Fomos pro quarto e lĂĄ estava a Gisela com um babydoll preto. Na hora, a pica parecia que ia explodir.
Olhei pro cara e ele balançou a cabeça.
â Se beijem â ele disse.
Ela se aproximou meio tĂmida, mas eu jĂĄ tava ligado na situação e isso a acalmou. Enfiei a lĂngua e percorri a boca dela, ela me acariciou, colando o corpo no meu. Peguei a bunda dela com as duas mĂŁos e massageei.
â Que bunda gostosa vocĂȘ tem.
Ela me olhou com malĂcia.
Em 2 segundos, me deixou pelado.
â Upa, como vou brincar com isso hoje â ela disse.
Olhei pro lado e o cara jå tava pelado com a pica bem dura. Ela se ajoelhou enquanto a gente ficava um do lado do outro e começou a chupar um tempo cada um. Que boca maravilhosa, pelo amor de Deus, ela engolia tudo, passava a mão nos ovos, brincava com a cabeça. A verdade é que ela era uma Sensação tremenda, além do fato de ela ser a namorada do meu melhor amigo e ele estar presente, a verdade é que era espetacular.
Ela fazia uma carinha de puta espetacular.
O cara delirava de prazer.
Viu que lindo que a minha namorada chupa?
Eu nĂŁo respondi.
Chupa tudo, amor, faz ele gozar.
Mmm... que pica linda vocĂȘ tem, Marquitos, tava de olho nela hĂĄ tempos.
Olha sĂł, eu pensei que vocĂȘ nĂŁo me queria.
Tinha que disfarçar, cara â Ela disse e voltou pros caramelos, lambuzamos a cara dela, metemos as duas cabeças juntas, a verdade Ă© que foi uma bagunça linda.
NĂłs dois levamos ela pra cama e deixamos ela pelada, metemos lĂngua em tudo quanto Ă© lugar, atĂ© que o cara falou:
A Gisela tĂĄ morrendo de vontade de vocĂȘ comer a buceta dela.
Sem mais, comecei a chupar a buceta dela, que tava depiladinha, brinquei com os låbios vaginais, chupei o clitóris dela, dava pra sentir ela gemer. O cara não quis ficar de fora e começou a se masturbar, ela tateou até ele e enfiou o pau dele na boca até o talo, fazendo um garganta profunda.
Eu, por minha vez, continuei com minha lĂngua penetrando ela o mais fundo que podia enquanto dedilhava o clitĂłris dela. Com a outra mĂŁo, comecei a brincar perto do cuzinho dela. A filha da puta começou a apertar minha cabeça com as pernas enquanto acariciava meu cabelo. Senti o gosto do gozo e as contraçÔes daquela buceta linda que indicavam um orgasmo bem intenso. Mesmo assim, continuei brincando com a buceta dela e lambendo todo o caminho atĂ© o cuzinho bem fechado dela.
O cara tirou ela da boca por um instante e, se deitando de corpo inteiro na cama, convidou ela pra montar. Ela, gostosa, subiu e começou a cavalgar em cima do namorado.
Vem cĂĄ, idiota, que eu vou te devolver o favor que vocĂȘ acabou de me fazer. Nunca tinham me chupado assim.
Ă que eu tenho a lĂngua curta â disse o cara, intensificando a metida.
Meu amor, deixa eu tomar a gozada do Marquitos?
O cara, como resposta, enfiou atĂ© o fundo. fundo enquanto enfiava um dedo no cu dela, ela chupava minha pica sem freio, usando a lĂngua de um jeito espetacular enquanto acariciava minhas bolas, minhas mĂŁos foram direto pros peitos dela, que massageei com gosto, atĂ© sentir que os bicos iam explodir de prazer.
A cena toda era do caralho, um festival de sentidos, dava pra sentir o sexo no ar, e era Ăłbvio que a gente nĂŁo ia aguentar muito mais. O cara chegou ao clĂmax com uma espĂ©cie de bufada e deixou enterrado nela, ela, que jĂĄ tinha gozado uma vez, se arrepiou com um segundo orgasmo logo depois. Eu, que jĂĄ sentia que nĂŁo ia aguentar mais e que a porra ia sair pelos olhos, tirei ela da boca dela e, apontando, perguntei:
Onde gozo?
Ela nĂŁo respondeu, sĂł ficou esperando eu decidir. Sem pensar duas vezes, molhei a cara e os peitos dela.
Uhh, olha como te deixei, Marquitos love, vocĂȘ tĂĄ toda porquinha.
Ela ficou de joelhos na cama e, com o dedo, começou a juntar a porra e levar à boca.
O cara olhava pra ela com vontade de um segundo round, mas isso fica pra parte 2.
19 comentĂĄrios - Meu primeiro menage (com meu amigo e a namorada dele)
impresionante relato morocho!!!! me re calente espero la continuacion...al mejor estilo
mortal kombat....roud 2..fight!!!!!
van +5
Muy buen relato.
Gracias por los puntos Monica
Ya salio la segunda para el feriadito
saludos
COMO TE DIJE EN EL OTRO (que, por el tĂtulo, me tirĂ© a leer sin darme cuenta que habĂa una primera parte -quĂ© pelotuda!) IN CRE Ă BLE!!!!
ADEMĂS DE QUE ME ENCANTA CĂMO ESCRIBĂS (porque una cosa ya BIEN grande es estar en una situaciĂłn TAN buena como un trĂo y ooootra muy distinta es contarlo como lo contĂĄs đ ) en cuanto a los detalles, las palabras, los 5 sentidos que quedan TOTALMENTE comprometidos, etc. etc. etc., EXCELENTE LA HISTORIA! Y EXCELENTE QUE LA COMPARTAS CON NOSOTROS (me trae muuuchos recuerdos). Por todo eso,y me quedo corta, te doy mis 10 puntitos!!!
GRACIAS,
GRACIAS,
GRACIAS!!!
muy buen relato morochinnnnnnn...
voy al 2Âș