Dessa vez com a Viviana

Conheci a Viviana no meu trampo, quase por acaso.
Alta, magra, corpo gostoso, olhos cor de mel que davam vontade de se perder neles; um par de peitos no mesmo nível do resto, mas o que mais chamava a atenção era que ela tinha uma bunda que era a inveja de várias mulheres, incluindo minhas colegas de trabalho. (Coisa que elas fizeram questão de notar bem rápido)
Ela tinha ido visitar a prima que trabalhava comigo, e como não podia ser diferente, fomos apresentados. Conversas sem graça de praxe e nada mais…

Umas duas semanas depois, mais ou menos, a Carla (a prima) me convida pra jantar com a desculpa de que o Oscar (o marido dela e meu amigo) queria falar de um negócio comigo… O convite me chamou a atenção, porque eu e o Oscar nos víamos praticamente toda semana no treino e ele não tinha me falado nada. Achei que devia ser algo importante e por isso precisávamos conversar mais em particular.

Sexta-feira, na hora certa, como manda o figurino, chego na casa da Carla e do Oscar. Quando entro, a primeira coisa que vejo é a Viviana, enfiada num vestido de noite super apertado, que não combinava nada com o ambiente e menos ainda com a minha roupa ou a dos outros.

Enquanto me aproximava pra cumprimentar ela, sem vergonha nenhuma eu ia despindo ela com os olhos, não era pra menos, tava de dar vontade de partir ela ao meio, como se diz…

Ficou bem claro pra mim que isso tudo foi armado pela Carla quando, num momento em que eu e o Oscar ficamos sozinhos, perguntei o que ele tinha pra me dizer e ele respondeu que não tinha nada a ver com o encontro.

O jantar foi rolando com piadas sobre a tal roupa, e com uns alcoóis a mais a coisa foi esquentando… (Mas não passou de palavras e frases de duplo sentido ou mais quentes). Lá pelas três da manhã, saímos os quatro pra tomar um café e dar uma volta em algum lugar pra terminar a noite. Já bem de manhã, decidimos encerrar o rolê, e como vocês podem imaginar, era eu quem tinha que levar a Viviana pra casa dela. (Coisa que já (que eu tinha planejado e fiz com gosto).
Preciso esclarecer que, naquela época, eu estava passando por uma fase de "seca", e aparentemente minha parceira casual também, então tudo estava pronto pra coisa rolar sem maiores problemas.
Conversamos mais um pouco no carro e, antes de descer, Viviana me beijou, percorrendo toda a minha boca com a língua bem viva. Não me pegou de surpresa, porque eu também tava na mesma intenção.
Éramos um monte de desespero e tesão, nos entregamos ao prazer com uma safadeza quase inacreditável, sem nos importar se alguém passasse na calçada e nos visse.

Descemos quase sem nos olhar e entramos em casa… Não deu tempo nem de fechar a porta, já tava beijando e acariciando ela. Fomos nos despindo quase aos puxões. Meu pau tava explodindo de vontade, queria e pedia "atenção" o mais rápido possível, a buceta peluda dela tava muito molhada, resultado de tanto tesão.
Do jeito que estávamos, meti sem mais nem menos… de pé, meio vestidos, e com a porta ainda aberta. Porta que se fechou quando peguei a Vivi pelas pernas pra levantar ela e apoiei nela. Tudo durou muito pouco, um jato forte de gozo inundou a vagina dela, que se contraía compulsivamente, mostrando um orgasmo rápido.

Não tinham passado nem quinze minutos desde que entramos em casa, e já tinha acabado tudo, tinha sido um encontro carnal poderoso e incontrolável. Sem sair da buceta molhada dela, olhei pra ela e, quase ao mesmo tempo, começamos a rir. De quê? Sei lá… mas foi a primeira reação depois do que aconteceu.
Sentamos no sofá que tinha perto, ainda com nossos corpos unidos, nos beijando de vez em quando e nos perguntando sem parar como é que tinha sido? Como a gente tava?...
Claro que todas aquelas besteiras que se falam depois do coito, a gente falou….
Também tava claro que tudo que aconteceu foi um pouco por causa do álcool e muito do tesão acumulado que a gente "trazia".

- Quer ficar um pouco? – perguntou a Vivi. - Sim, claro… — respondi.
Continuamos nos beijando e tirando o resto da roupa. Já completamente nus, fomos para o banheiro tomar um banho revigorante juntos.
Transar debaixo do chuveiro era uma das minhas fantasias recorrentes naquela época; óbvio que não ia perder a chance de realizá-la. E foi assim… água quente, sabonete pra cá, sabonete pra lá… e bem… a coisa começou de novo. Não sou de ter uma recuperação imediata ou rápida. Mas naquela ocasião, um pouco pela situação em si e outro pela ação da Vivi no meu pau, ele reagiu como se não tivesse acontecido nada antes.
Uauuuu…!!!! Tava rolando…!!!
E era quase como eu tinha imaginado naquelas sessões de punheta que eu me dava de vez em quando.
A água quente escorria pelo meu corpo, enquanto meu pau era chupado com voracidade por uma mulher que eu praticamente não conhecia.
A boca e a língua dela faziam maravilhas, ninguém até aquele momento tinha me feito sentir o que eu estava sentindo. Ela não parava num lugar específico, diria que meu pau inteiro era o "butim" dela, e obviamente queria aproveitar ao máximo.
Quando me deixou a ponto de explodir, ela se afastou e pegou meu rosto, me beijando… bahhh… praticamente devorando minha boca, percorrendo com a língua viva todo o meu rosto.
Ela me puxou pelos cabelos e foi me forçando a lamber, chupar, morder… cada centímetro do corpo dela.
Era lindo sentir o tremor dela a cada roçada da minha língua. Minhas mãos não paravam de acariciar e apertar. Quando cheguei na buceta dela, meus dedos já tinham encontrado o lugar, entrando e saindo com frenesi, com muita delicadeza, apesar da excitação. O clitóris dela vibrava a cada investida dos dedos (que já eram três), enquanto minha boca sugava os sucos dela e boa parte da água que escorria pelo sexo dela. Devo confessar que, apesar de ter desejado esse momento por muito tempo, estava meio difícil respirar, e isso me incomodava… Mas, olha!!! Eu queria isso... ela tava passando "de puta mãe" e não queria parar, mas também tava me afogando e engolindo litros de água, hehehe... Optei por nos afastar um pouco e deixar o jato de chuva bater mais nas costas dela, pra continuar lambendo e excitando ela até o orgasmo.
Minha mão direita não parava de se mexer na buceta dela; entrando, saindo, com movimentos giratórios, pros lados, tentando estimular o máximo possível... e olha que tava dando resultado!
A esquerda tava no rabo dela, fuçando o buraquinho fechado, mas pronto pra receber tudo que pudesse. Enfiei dois dedos, e foi o começo de um orgasmo violento, cheio de espasmos intensos, gritos, puxões de cabelo e pedidos pra eu não parar. (Só de lembrar desse momento, já fico com tesão e morro de vontade de reviver a experiência)
Aumentei a intensidade do movimento das mãos, já não eram três dedos dentro da buceta inchada dela, eram quatro, e o rabo dela tava quase recebendo minha mão inteira. Embora a excitação fosse extrema e a gente perca um pouco da razão, tive a lucidez de não machucar ela. Mesmo que parecesse que nada poderia machucá-la.
Viviana não parava de gozar, eram um atrás do outro, consecutivos, intensos e incontroláveis.
A água já tinha esfriado, então saímos do chuveiro. Ajudei a Vivi a sair, porque as pernas dela ainda tremiam por causa de tudo que aconteceu.
Tanta investida no prazer dela fez com que meu "amigo" se sentisse esquecido; e ele resolveu descansar.
Foi aí que, uma vez na cama, a Vivi partiu pra cima dele de novo, lambendo com dedicação.
Depois de conseguir reanimar meu pau, ela montou em cima sem perder tempo, quase como se tivesse medo de ele amolecer de novo.
(Nada disso aconteceu, pelo contrário, tava duro e firme. Mais ainda, com tanta atenção que eu dei pra Vivi, eu tinha passado do ponto de tesão, então não conseguia gozar)
Ela continuava cavalgando em mim e dizendo "o quanto ela adorava meu pau", "como era gostoso ter ele dentro dela tudo pra dentro", "como ela tava dura" e outras coisas que se falam...
Virei ela, deitei na cama e comecei a meter forte, quase estuprando ela, beijava, mordia os peitos e os bicos, lambia as orelhas dela. Sentia as contrações da buceta dela a cada metida. Falei cada barbaridade que me vinha na cabeça (ela adorava isso). Tive que aliviar um pouco, porque era eu quem não aguentava mais o ritmo, o corpo não tava dando, tinha me esgotado, tava todo suado e sem fôlego.
Falei que queria "fazer a Booty", e na hora ela ficou de quatro, me oferecendo aquele rabo espetacular. Molhei com saliva e meti de uma vez... devagar. Nunca imaginei que a Vivi ia curtir tanto quanto tava curtindo. Ela me xingou, pediu pra meter mais forte (e eu fiz).
Quando tava quase gozando, avisei ela. Ela tirou o pau da Booty e implorou pra eu terminar na cara dela.
MEU DEUS...!!! COMO GOZEI!!!... não só na intensidade, mas na quantidade. Deixei a cara e a boca dela toda lambuzada de porra. Aí ela caiu na cama, extasiada, suada e bem relaxada.
Tinha terminado aquela sessão de sexo quase maratona que começou assim que entrei em casa.
Eu também me joguei na cama, do lado dela, feito uma bola. Meu pau demorou pra voltar ao "torpor", ainda tava duro, inchado e quente.
Acho que dormimos na hora, do jeito que a gente tinha ficado.

8 comentários - Dessa vez com a Viviana

Muy buen relato amigo 😉
van mis ultimos puntos del dia para vos
besis
Excelente relato, muy bien armado, tiene trama, inicio, desarrollo, final, con párrafos adecuados y todo lo que tiene que tener, además de transmitir y generar calentura.
Sólo te digo esto de onda porque escribes muy bien, usas los acentos, entiendes las reglas gramaticales y todo eso: Revisa el texto y verás que "te comiste" varios de esos acentos y "devuelta" se escribe separado y cosas menores por el estilo.
Felicitaciones, a favoritos y volveremos con un par de "puntitos" cuando paguemos deudas acumuladas.

Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!

Dessa vez com a Viviana

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Muy rico... El fisting, delicioso... se me moja la colita de solo pensarlo 🙎‍♂️
Volvimos a pasar para dejarte simbólicos puntos de reconocimiento por un muy buen relato !!!.
Felicitaciones.
Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!

sexo

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