Uma tarde GostosaEra cedo, umas 3 da manhã, eu diria. Tinha acabado de fazer minhas tarefas diárias quando levantei e sentei no PC, e uma amiga com quem já tinha rolado umas trocas me chamou no MSN. Até ali, tudo seguia normal: ela perguntou: "E aí, você treina hoje à noite?" O que li me surpreendeu, porque ela sabia muito bem que eu treinava naquela noite. Talvez seja útil dizer que eu sou jogador de rugby e ela, jogadora de hóquei. Quem conhece um pouco desse meio sabe muito bem que existem várias histórias em vários clubes do nosso país. Dá pra dizer que essa é uma daquelas histórias que rolam por toda parte.
Voltando onde paramos, obviamente respondi que sim. Ela disse se eu não queria passar para buscá-la e ir pro clube, assim a gente batia um papo antes de ir treinar. Isso tudo foi uma indireta enorme, já que ela mora totalmente no caminho contrário ao meu, então ir buscá-la era uma besteira. Mas, sabendo de alguns antecedentes com a dita cuja, respondi um claro "sim" para encontrar ela às 4:30.
Demorei bem menos do que o normal para arrumar a mochila. Tava viajando na maionese com o que podia rolar: podia ser um encontro quente ou ela só querer conversar e nada mais. O horário era meio contraditório, mas pouco me importei.
Quando cheguei, toquei a campainha e ela atendeu. Como sempre, muito simpática. Fazia um tempo que não a via, mas ela continuava a mesma: loira, cabelo na altura dos ombros, olhos azuis bem claros, uma pele que mostrava um verão com muito sol e, claro, umas tetinhas lindas enfiadas numa regata de treino, junto com a saia típica de hóquei, que coroava uma bunda bem gostosa, como geralmente todas as jogadoras de hóquei têm. Como sempre, com os quadris um pouco cheios, mas isso era o toque que a deixava ainda mais sexy.
Segui ela, todo iludido, pela sala até a cozinha, onde meus sonhos desabaram: o irmãozinho... Tava lá vendo TV, minha cara de decepção chegava no chão, mas disfarcei bem. O pequeno me recebeu super carinhoso, porque eu tinha treinado ele anos atrás no clube. Foi esse o motivo pelo qual conheci essa mina. No começo, fiquei bem frustrado por tudo que tinha planejado ter ido por água abaixo por causa de um moleque de 9 anos. Mesmo que a conversa com a irmã dele fosse bem divertida, não era essa a minha ideia de visita, e muito menos ficar ouvindo o menino me contar sobre os desenhos e como tava indo no clube.
Depois de um tempo de conversa, ela me pede se posso ajudar com um móvel lá em cima. Meio entediado, levantei e segui ela pelas escadas. Ela subiu primeiro e eu atrás, tinha uma vista privilegiada do quadril dela e, claro, daquela bunda gostosa que mostrava anos de treino de hóquei. No final da escada, entramos no quarto dela. Falo: "O que você precisa mover?" Nem terminei de falar quando, como uma pantera furiosa, ela me dá um beijo bem caliente. Obviamente, me deixei levar pela situação. O contato entre as línguas era selvagem, estávamos num beijo muito apaixonado. As mãos iam e vinham, a saia de hóquei era um acessório mais que luxurioso, me excitava muito e ela também. Dava pra perceber pela respiração dela, até respirava muito forte enquanto nos beijávamos. De repente, quando as coisas estavam esquentando, falo: "Para, para. Lembra que seu irmão tá lá embaixo." "Sim, já sei, não tem problema, ele tá vidrado na TV, não vai nos dar bola por um bom tempo." Eu, muito excitado, pensei pouco e fui em frente. Ela, bem devagar, se ajoelha na minha frente, tira meu cinto e desabotoa um por um os botões da bermuda. Abaixa suavemente a cueca e se depara com meu pau todo duro e empinado. Aí ela, com uma voz bem sedutora, responde: "Nossa, mas como tá dura a parada, adoro assim, durinho." Eu, excitado ao máximo, aproximo meu pau da boca dela, que o recebe muito contente. Chupando bem rápido pra engolir e bem devagar pra soltar, a língua dela girava em volta da cabeça do meu pau, tava me fazendo explodir, ela tava muito tesuda e de vez em quando se tocava nos peitos, apertando os bicos. Depois de um tempo chupando, ela me pede pra avisar quando eu gozar, ela não gosta de engolir. Na hora, nem pensei, só segui no meu mundo dopado de êxtase, ela acariciava minhas bolas bem de leve, o que me deixava louco. Eu já não aguentava mais, quando tava quase gozando sem falar nada, enfiei a cabeça dela mais pra dentro e soltei todo o sêmen lá dentro, fiquei muito satisfeito. Ela meio brava, mas não perdia o tesão. Levantou me xingando pra caralho, mas agora era a vez dela. Tirei a regata que ela tava usando, deixando uns peitões de fora, a putinha não tava de sutiã. Virei ela e, sem tirar a saia, puxei a legging dela, deixando uma bunda bem trabalhada no ar, com uma tanga branca bem colocada por cima daquela saia que me deixava louco. No começo ela tentou tirar, mas eu falei "Deixa que me deixa mais tesudo", ela sem reclamar só se entregou. Afastei um pouco a tanga e comecei a chupar bem forte a buceta dela, tava muito molhada, os dedos ajudaram muito. Ela deitada na cama arqueava as costas de prazer, num gemido mudo de "Siim". Eu muito concentrado enfiei 2 dedos até ela gozar, tava muito quente, mas não acaba aqui. Falei pra ela se levantar e encostar na porta do quarto, tirei a roupa que ainda tava em mim e abaixei a tanga dela sem tirar, levantando a saia. Acariciei a vulva um pouco pra esquentar, peguei a única camisinha que sempre carrego na carteira, coloquei e comecei. Ela abafa os gemidos e eu meto muito forte, meu pau dobrava, fazia ela perder a cabeça de tanto prazer. Ao mesmo tempo, ela colaborava com movimentos de quadril e apertava as pernas pra dificultar a entrada e saída do meu pau. A gente tava os dois dois encharcados de suor e prazer, eu já estava prestes a gozar quando ouço uns passinhos e escuto: "Eiiii, cadê meu treinador? Quero mostrar o que aprendi a fazer com a bola". Eu fiquei paralisado, estava na casa alheia comendo uma mina que estava semi-vestida, eu com a pica dentro dela e prestes a gozar, ela sem mover um músculo respondeu: "Agora não, ele não pode, está se trocando, no banheiro" (O quarto dela tem banheiro dentro). Aí o moleque respondeu: "Ok, mas posso esperar ele aqui!". Na hora pensei que ia morrer, mas minha pica estava muito dura e muito fundo nela, não conseguia nem me mexer pra não fazer barulho. Ela, sem se abalar, responde: "Não, porque eu estou me trocando pra ir pro hóquei, desce que a gente já vai". O guri foi resmungando, e eu, que não aguentava mais, dei mais duas metidas e gozei com toda a fúria. Ela, mergulhada no prazer, soltou um gemido de AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!! O moleque ouvindo isso veio correndo até a porta perguntando: "Tá bem?". "Sim", respondeu ela, ofegante e morta de prazer. Eu tirei a pica de dentro dela e tirei a camisinha, joguei debaixo da cama. Ela foi tomar banho me fazendo sinal pra ir com ela. Quando olhei pro chão, no tapete onde eu estava encostado na porta, vi uma poça pequena. A safada tinha gozado enquanto a gente falava com o irmão, aquilo deu muita excitação nela e ela não conseguiu segurar o orgasmo. Depois, num mar de carícias e beijos, a gente tomou banho, se trocou e desceu.
Eu brinquei um pouco com o guri e depois fomos pro clube de ônibus.
Espero que tenham gostado. Se curtiram, conto o que aconteceu no dia seguinte.
Abraços.
Voltando onde paramos, obviamente respondi que sim. Ela disse se eu não queria passar para buscá-la e ir pro clube, assim a gente batia um papo antes de ir treinar. Isso tudo foi uma indireta enorme, já que ela mora totalmente no caminho contrário ao meu, então ir buscá-la era uma besteira. Mas, sabendo de alguns antecedentes com a dita cuja, respondi um claro "sim" para encontrar ela às 4:30.
Demorei bem menos do que o normal para arrumar a mochila. Tava viajando na maionese com o que podia rolar: podia ser um encontro quente ou ela só querer conversar e nada mais. O horário era meio contraditório, mas pouco me importei.
Quando cheguei, toquei a campainha e ela atendeu. Como sempre, muito simpática. Fazia um tempo que não a via, mas ela continuava a mesma: loira, cabelo na altura dos ombros, olhos azuis bem claros, uma pele que mostrava um verão com muito sol e, claro, umas tetinhas lindas enfiadas numa regata de treino, junto com a saia típica de hóquei, que coroava uma bunda bem gostosa, como geralmente todas as jogadoras de hóquei têm. Como sempre, com os quadris um pouco cheios, mas isso era o toque que a deixava ainda mais sexy.
Segui ela, todo iludido, pela sala até a cozinha, onde meus sonhos desabaram: o irmãozinho... Tava lá vendo TV, minha cara de decepção chegava no chão, mas disfarcei bem. O pequeno me recebeu super carinhoso, porque eu tinha treinado ele anos atrás no clube. Foi esse o motivo pelo qual conheci essa mina. No começo, fiquei bem frustrado por tudo que tinha planejado ter ido por água abaixo por causa de um moleque de 9 anos. Mesmo que a conversa com a irmã dele fosse bem divertida, não era essa a minha ideia de visita, e muito menos ficar ouvindo o menino me contar sobre os desenhos e como tava indo no clube.
Depois de um tempo de conversa, ela me pede se posso ajudar com um móvel lá em cima. Meio entediado, levantei e segui ela pelas escadas. Ela subiu primeiro e eu atrás, tinha uma vista privilegiada do quadril dela e, claro, daquela bunda gostosa que mostrava anos de treino de hóquei. No final da escada, entramos no quarto dela. Falo: "O que você precisa mover?" Nem terminei de falar quando, como uma pantera furiosa, ela me dá um beijo bem caliente. Obviamente, me deixei levar pela situação. O contato entre as línguas era selvagem, estávamos num beijo muito apaixonado. As mãos iam e vinham, a saia de hóquei era um acessório mais que luxurioso, me excitava muito e ela também. Dava pra perceber pela respiração dela, até respirava muito forte enquanto nos beijávamos. De repente, quando as coisas estavam esquentando, falo: "Para, para. Lembra que seu irmão tá lá embaixo." "Sim, já sei, não tem problema, ele tá vidrado na TV, não vai nos dar bola por um bom tempo." Eu, muito excitado, pensei pouco e fui em frente. Ela, bem devagar, se ajoelha na minha frente, tira meu cinto e desabotoa um por um os botões da bermuda. Abaixa suavemente a cueca e se depara com meu pau todo duro e empinado. Aí ela, com uma voz bem sedutora, responde: "Nossa, mas como tá dura a parada, adoro assim, durinho." Eu, excitado ao máximo, aproximo meu pau da boca dela, que o recebe muito contente. Chupando bem rápido pra engolir e bem devagar pra soltar, a língua dela girava em volta da cabeça do meu pau, tava me fazendo explodir, ela tava muito tesuda e de vez em quando se tocava nos peitos, apertando os bicos. Depois de um tempo chupando, ela me pede pra avisar quando eu gozar, ela não gosta de engolir. Na hora, nem pensei, só segui no meu mundo dopado de êxtase, ela acariciava minhas bolas bem de leve, o que me deixava louco. Eu já não aguentava mais, quando tava quase gozando sem falar nada, enfiei a cabeça dela mais pra dentro e soltei todo o sêmen lá dentro, fiquei muito satisfeito. Ela meio brava, mas não perdia o tesão. Levantou me xingando pra caralho, mas agora era a vez dela. Tirei a regata que ela tava usando, deixando uns peitões de fora, a putinha não tava de sutiã. Virei ela e, sem tirar a saia, puxei a legging dela, deixando uma bunda bem trabalhada no ar, com uma tanga branca bem colocada por cima daquela saia que me deixava louco. No começo ela tentou tirar, mas eu falei "Deixa que me deixa mais tesudo", ela sem reclamar só se entregou. Afastei um pouco a tanga e comecei a chupar bem forte a buceta dela, tava muito molhada, os dedos ajudaram muito. Ela deitada na cama arqueava as costas de prazer, num gemido mudo de "Siim". Eu muito concentrado enfiei 2 dedos até ela gozar, tava muito quente, mas não acaba aqui. Falei pra ela se levantar e encostar na porta do quarto, tirei a roupa que ainda tava em mim e abaixei a tanga dela sem tirar, levantando a saia. Acariciei a vulva um pouco pra esquentar, peguei a única camisinha que sempre carrego na carteira, coloquei e comecei. Ela abafa os gemidos e eu meto muito forte, meu pau dobrava, fazia ela perder a cabeça de tanto prazer. Ao mesmo tempo, ela colaborava com movimentos de quadril e apertava as pernas pra dificultar a entrada e saída do meu pau. A gente tava os dois dois encharcados de suor e prazer, eu já estava prestes a gozar quando ouço uns passinhos e escuto: "Eiiii, cadê meu treinador? Quero mostrar o que aprendi a fazer com a bola". Eu fiquei paralisado, estava na casa alheia comendo uma mina que estava semi-vestida, eu com a pica dentro dela e prestes a gozar, ela sem mover um músculo respondeu: "Agora não, ele não pode, está se trocando, no banheiro" (O quarto dela tem banheiro dentro). Aí o moleque respondeu: "Ok, mas posso esperar ele aqui!". Na hora pensei que ia morrer, mas minha pica estava muito dura e muito fundo nela, não conseguia nem me mexer pra não fazer barulho. Ela, sem se abalar, responde: "Não, porque eu estou me trocando pra ir pro hóquei, desce que a gente já vai". O guri foi resmungando, e eu, que não aguentava mais, dei mais duas metidas e gozei com toda a fúria. Ela, mergulhada no prazer, soltou um gemido de AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!! O moleque ouvindo isso veio correndo até a porta perguntando: "Tá bem?". "Sim", respondeu ela, ofegante e morta de prazer. Eu tirei a pica de dentro dela e tirei a camisinha, joguei debaixo da cama. Ela foi tomar banho me fazendo sinal pra ir com ela. Quando olhei pro chão, no tapete onde eu estava encostado na porta, vi uma poça pequena. A safada tinha gozado enquanto a gente falava com o irmão, aquilo deu muita excitação nela e ela não conseguiu segurar o orgasmo. Depois, num mar de carícias e beijos, a gente tomou banho, se trocou e desceu.
Eu brinquei um pouco com o guri e depois fomos pro clube de ônibus.
Espero que tenham gostado. Se curtiram, conto o que aconteceu no dia seguinte.
Abraços.
6 comentários - Tarde Gostosa com Amiga