Chegou o dia do encontro. Tava muito nervosa, me perfumei, me banhei de colônia, coloquei minha calcinha e sutiã mais sexy e fui pro café.
Não cruzei com ninguém no caminho e meus pais só chegavam daqui a 5 horas. Tempo suficiente pra aprender pelo menos alguma coisa do meu objetivo.
Eram 14:05 quando entrei. Tava usando o que combinei com ele no dia anterior: uma calça jeans gasta, uma camiseta simples sem decote, um tênis esportivo e uma flor vermelha na cabeça.
O ambiente era estranho, nunca tinha frequentado aquele bar. Era sombrio e os poucos que estavam lá nem repararam na minha presença. E me atrevo a dizer que nem na dele.
Num canto colado no corredor que levava ao banheiro (supus), ele tava.
Um homem alto, forte, de mãos grossas e ásperas, pele morena e com pouco cabelo penteado pra trás.
Nossos olhares se cruzaram e ele fez um sinal pra eu me aproximar.
Quando cheguei na mesa, cumprimentei ele e ele, muito gentil, me convidou pra sentar. Pediu um uísque duplo e um café pra mim quando o garçom se aproximou.
Começamos a conversar sobre coisas, ele perguntou em que ano do colégio eu tava, como eu ia e tal. Eram 15h quando ele decidiu que era hora de ir pro que a gente veio fazer. Levantou da mesa e disse pra eu segui-lo, que conhecia o lugar e já tinha resolvido tudo.
Segui ele até uma porta que dava num corredor cheio de quartos. Enquanto a gente andava, eu ouvia gemidos, gritos e ofegos. Isso começou a me excitar.
Quarto 10, dizia na porta, e a gente entrou.
O quarto era amarelo pastel e só tinha uma cama de casal.
Entramos e sentamos na cama. Ele perguntou o que eu sabia e eu disse quase nada.
— Eu te guio — ele sugeriu.
Começou a tocar meus peitos, devagar, até meus mamilos ficarem duros. Aí ele tirou minha camiseta e meu sutiã.
Disse que ia chupar eles. Que enquanto ele fazia isso, eu acariciasse a cabeça dele.
Eu fiz. Mas parei porque, enquanto ele passava a Língua ao redor dos meus mamilos, soltei um gemido longo. Ele percebeu e na hora desabotoou minha calça e tirou minha calcinha. Viu minha buceta e me perguntou se eu já tinha enfiado os dedos alguma vez. Falei que sim e ele disse que isso ajudaria.
Começou a tocar suavemente meu clitóris (eu achava que era o que dava mais prazer) e pedi pra ele me chupar. Ele disse que sim, mas preferia que fizéssemos ao mesmo tempo, um 69, sexo oral a dois.
Aceitei, ele explicou pra eu fazer como se chupasse um pirulito sem morder.
Eu chupava ele e ele me chupava, e os gemidos aumentavam cada vez mais. Sentia minha boca ficar molhada, e não pela minha saliva, mas o que mais sentia era minha buceta molhando a boca dele.
Deixando me levar por um impulso, pedi pra ele se despir completamente e me penetrar.
Ele não perguntou se eu tinha certeza, só colocou a camisinha e fez. Ele me fodia por cima. Entrava e saía de mim como um garanhão louco. Colocou minhas pernas nos ombros dele e penetrou até o fundo, gritei e sangrei, mas não parava de gemer. Ele não teve pena de ser minha primeira vez e me fodia sem dó. Como se eu fosse a putinha dele. Essa sensação me agradava.
Ele me colocou por cima dele e me deu uns tapas na bunda. Pediu pra eu cavalgar e eu fiz. Pulei em cima dele! Até ele implorar pra eu parar, que ia gozar e queria que durasse mais. Ele descansou uns minutos enquanto continuava me tocando com os dedos longos dele.
Me perguntou se podia tirar a camisinha e me penetrar sem ela. Pelo cool. Falei que não, que queria guardar algo pra próxima visita. Isso deixou ele louco, me colocou de quatro e me fodeu sem misericórdia. Sem parar de tocar meus peitos. Ele falava no meu ouvido as coisas mais obscenas que eu poderia imaginar: que eu era uma putinha, que gostava de ser comida, que era fácil, e que ele adorava me comer. Que eu chupava o pau como uma profissional e que me pagaria se deixasse ele gozar na minha boca.
Gostei tanto que falei que eu era só a putinha dele, que deixaria ele fazer o que quisesse comigo e que na próxima deixaria ele gozar onde quisesse. queria.
A gente não parava de gemer, a excitação dos dois era incrível. Ele me sentou em cima dele e me fez pular. Enquanto tocava meus peitos, gozou dentro de mim e eu senti devagar o esperma dele se depositar na camisinha. Foi maravilhoso e me deu um orgasmo que não se saciava, precisei de uma chupada de buceta pra terminar.
Ficamos exaustos na cama, pelados, brincando um pouco. Fumamos uns cigarros e ele me perguntou se eu tinha gostado, se tinha doído e se me sentia ofendida com o que ele sussurrou no meu ouvido. Falei que não e ele explicou que quando fica excitado, se deixa levar.
Também confessou que, pra ser iniciante, eu fazia um sexo oral magnífico e cavalgava muito bem.
Só precisava de prática.
Eram 5 da tarde quando nos vestimos e saímos do café, cada um pro seu lado.
Quando cheguei em casa, já tinha um e-mail na minha caixa:
Foi maravilhoso: sábado, no mesmo horário, no mesmo lugar.
Se prepara, você vai aprender mais.
Não cruzei com ninguém no caminho e meus pais só chegavam daqui a 5 horas. Tempo suficiente pra aprender pelo menos alguma coisa do meu objetivo.
Eram 14:05 quando entrei. Tava usando o que combinei com ele no dia anterior: uma calça jeans gasta, uma camiseta simples sem decote, um tênis esportivo e uma flor vermelha na cabeça.
O ambiente era estranho, nunca tinha frequentado aquele bar. Era sombrio e os poucos que estavam lá nem repararam na minha presença. E me atrevo a dizer que nem na dele.
Num canto colado no corredor que levava ao banheiro (supus), ele tava.
Um homem alto, forte, de mãos grossas e ásperas, pele morena e com pouco cabelo penteado pra trás.
Nossos olhares se cruzaram e ele fez um sinal pra eu me aproximar.
Quando cheguei na mesa, cumprimentei ele e ele, muito gentil, me convidou pra sentar. Pediu um uísque duplo e um café pra mim quando o garçom se aproximou.
Começamos a conversar sobre coisas, ele perguntou em que ano do colégio eu tava, como eu ia e tal. Eram 15h quando ele decidiu que era hora de ir pro que a gente veio fazer. Levantou da mesa e disse pra eu segui-lo, que conhecia o lugar e já tinha resolvido tudo.
Segui ele até uma porta que dava num corredor cheio de quartos. Enquanto a gente andava, eu ouvia gemidos, gritos e ofegos. Isso começou a me excitar.
Quarto 10, dizia na porta, e a gente entrou.
O quarto era amarelo pastel e só tinha uma cama de casal.
Entramos e sentamos na cama. Ele perguntou o que eu sabia e eu disse quase nada.
— Eu te guio — ele sugeriu.
Começou a tocar meus peitos, devagar, até meus mamilos ficarem duros. Aí ele tirou minha camiseta e meu sutiã.
Disse que ia chupar eles. Que enquanto ele fazia isso, eu acariciasse a cabeça dele.
Eu fiz. Mas parei porque, enquanto ele passava a Língua ao redor dos meus mamilos, soltei um gemido longo. Ele percebeu e na hora desabotoou minha calça e tirou minha calcinha. Viu minha buceta e me perguntou se eu já tinha enfiado os dedos alguma vez. Falei que sim e ele disse que isso ajudaria.
Começou a tocar suavemente meu clitóris (eu achava que era o que dava mais prazer) e pedi pra ele me chupar. Ele disse que sim, mas preferia que fizéssemos ao mesmo tempo, um 69, sexo oral a dois.
Aceitei, ele explicou pra eu fazer como se chupasse um pirulito sem morder.
Eu chupava ele e ele me chupava, e os gemidos aumentavam cada vez mais. Sentia minha boca ficar molhada, e não pela minha saliva, mas o que mais sentia era minha buceta molhando a boca dele.
Deixando me levar por um impulso, pedi pra ele se despir completamente e me penetrar.
Ele não perguntou se eu tinha certeza, só colocou a camisinha e fez. Ele me fodia por cima. Entrava e saía de mim como um garanhão louco. Colocou minhas pernas nos ombros dele e penetrou até o fundo, gritei e sangrei, mas não parava de gemer. Ele não teve pena de ser minha primeira vez e me fodia sem dó. Como se eu fosse a putinha dele. Essa sensação me agradava.
Ele me colocou por cima dele e me deu uns tapas na bunda. Pediu pra eu cavalgar e eu fiz. Pulei em cima dele! Até ele implorar pra eu parar, que ia gozar e queria que durasse mais. Ele descansou uns minutos enquanto continuava me tocando com os dedos longos dele.
Me perguntou se podia tirar a camisinha e me penetrar sem ela. Pelo cool. Falei que não, que queria guardar algo pra próxima visita. Isso deixou ele louco, me colocou de quatro e me fodeu sem misericórdia. Sem parar de tocar meus peitos. Ele falava no meu ouvido as coisas mais obscenas que eu poderia imaginar: que eu era uma putinha, que gostava de ser comida, que era fácil, e que ele adorava me comer. Que eu chupava o pau como uma profissional e que me pagaria se deixasse ele gozar na minha boca.
Gostei tanto que falei que eu era só a putinha dele, que deixaria ele fazer o que quisesse comigo e que na próxima deixaria ele gozar onde quisesse. queria.
A gente não parava de gemer, a excitação dos dois era incrível. Ele me sentou em cima dele e me fez pular. Enquanto tocava meus peitos, gozou dentro de mim e eu senti devagar o esperma dele se depositar na camisinha. Foi maravilhoso e me deu um orgasmo que não se saciava, precisei de uma chupada de buceta pra terminar.
Ficamos exaustos na cama, pelados, brincando um pouco. Fumamos uns cigarros e ele me perguntou se eu tinha gostado, se tinha doído e se me sentia ofendida com o que ele sussurrou no meu ouvido. Falei que não e ele explicou que quando fica excitado, se deixa levar.
Também confessou que, pra ser iniciante, eu fazia um sexo oral magnífico e cavalgava muito bem.
Só precisava de prática.
Eram 5 da tarde quando nos vestimos e saímos do café, cada um pro seu lado.
Quando cheguei em casa, já tinha um e-mail na minha caixa:
Foi maravilhoso: sábado, no mesmo horário, no mesmo lugar.
Se prepara, você vai aprender mais.
1 comentários - experiencias: curiosa 2