experiências: curiosa 2

Chegou o dia do encontro. Tava muito nervosa, me perfumei, me banhei de colônia, coloquei minha calcinha e sutiã mais sexy e fui pro café.
Não cruzei com ninguém no caminho e meus pais só chegavam daqui a 5 horas. Tempo suficiente pra aprender pelo menos alguma coisa sobre meu objetivo.
Eram 14:05 quando entrei. Tava vestindo o que combinei com ele no dia anterior: uma calça jeans gasta, uma camiseta simples sem decote, um tênis esportivo e uma flor vermelha na cabeça.
O ambiente era estranho, nunca tinha frequentado aquele bar. Era sombrio e os poucos que estavam lá nem repararam na minha presença. E me atrevo a dizer que nem na dele.
Num canto colado no corredor que levava ao banheiro (supus), ele tava.
Um cara alto, fortão, de mãos grossas e ásperas, pele morena e com pouco cabelo penteado pra trás.
Nossos olhares se cruzaram e ele fez um sinal pra eu chegar perto.
Quando cheguei na mesa, cumprimentei ele e ele, muito gentil, me convidou pra sentar. Pediu um uísque duplo e um café pra mim quando o garçom se aproximou.
Começamos a conversar sobre coisas, ele perguntou em que ano do ensino médio eu tava, como eu ia e tal. Eram 15h quando ele decidiu que era hora de ir pro que a gente veio fazer. Levantou da mesa e disse pra eu segui-lo, que conhecia o lugar e já tinha resolvido tudo.
Segui ele até uma porta que dava num corredor cheio de quartos. Enquanto a gente andava, eu ouvia gemidos, gritos e ofegos. Isso começou a me excitar.
Quarto 10, dizia na porta, e a gente entrou.
O quarto era amarelo pastel e só tinha uma cama de casal.
Entramos e sentamos na cama. Ele me perguntou o que eu sabia e eu disse que quase nada.
— Eu te guio — ele sugeriu.
Começou a tocar meus peitos, devagar, até meus bicos ficarem durinhos. Aí ele tirou minha camiseta e meu sutiã.
Disse que ia chupar eles. Enquanto ele fazia isso, eu devia acariciar a cabeça dele.
Eu fiz. Mas parei porque, enquanto ele passava a língua ao redor dos meus mamilos, soltei um gemido longo. Ele percebeu e na hora desabotoou minha calça e tirou minha calcinha. Viu minha buceta e me perguntou se eu já tinha enfiado os dedos alguma vez. Falei que sim e ele disse que isso ia servir.
Começou a tocar meu clitóris de leve (eu achava que era o que dava mais prazer) e pedi pra ele me chupar. Ele disse que sim, mas preferia fazer ao mesmo tempo, um 69, sexo oral dos dois.
Aceitei, ele me explicou pra fazer como se tivesse chupando um pirulito sem morder.
Eu chupava ele e ele me chupava, e os gemidos aumentavam cada vez mais. Sentia minha boca ficar molhada, mas não pela minha saliva — o que mais sentia era minha buceta molhando a boca dele.
Deixando me levar por um impulso, pedi pra ele se despir completamente e me penetrar.
Ele não perguntou se eu tinha certeza, só colocou a camisinha e foi. Metia em cima de mim. Entrava e saía de mim como um garanhão louco. Colocou minhas pernas nos ombros dele e penetrou até o fundo, gritei e sangrei, mas não parava de gemer. Ele não teve pena de ser minha primeira vez e me fodia sem dó. Como se eu fosse a putinha dele. Essa sensação me agradava.
Me colocou por cima dele e me deu uns tapas na bunda. Pediu pra eu cavalgar e eu fiz. PULEI EM CIMA DELE! Até ele implorar pra eu parar, que ia gozar e queria que durasse mais. Ele descansou uns minutos enquanto continuava me tocando com os dedos longos.
Me perguntou se podia tirar a camisinha e me penetrar sem ela. Pelo cu. Falei que não, que queria guardar algo pra próxima visita. Isso deixou ele louco, me colocou de quatro e me fodeu sem misericórdia. Sem parar de tocar meus peitos. Falava no meu ouvido as coisas mais obscenas que eu podia imaginar: que eu era uma putinha, que gostava de ser comida, que era fácil, e que ele adorava me foder. Que eu chupava o pau como uma profissional e que me pagaria se deixasse ele gozar na minha boca.
Gostei tanto que falei que eu era só a putinha dele, que deixaria ele fazer o que quisesse comigo e que na próxima deixaria ele gozar onde quisesse. queria.
A gente não parava de gemer, a excitação dos dois era inacreditável. Ele me sentou em cima dele e me fez pular. Enquanto ele apertava meus peitos, gozou dentro de mim, e eu senti devagar a porra dele se depositar na camisinha. Foi maravilhoso e me deu um orgasmo que não se saciava, precisei de uma chupada na buceta pra terminar.

Ficamos exaustos na cama, pelados, brincando um pouco. Fumamos uns cigarros e ele me perguntou se eu tinha gostado, se tinha doído e se me sentia ofendida com o que ele sussurrou no meu ouvido. Falei que não, e ele explicou que quando fica excitado, se deixa levar.

Também confessou que, pra ser iniciante, eu fazia um sexo oral incrível e cavalgava muito bem.
Só precisava de prática.

Eram 5 da tarde quando nos vestimos e saímos do café, cada um pro seu lado.
Quando cheguei em casa, já tinha um e-mail na minha caixa:
"Foi maravilhoso. Sábado, no mesmo horário, no mesmo lugar.
Se prepara, você vai aprender mais.

1 comentários - experiências: curiosa 2