Já tinha me separado, jurava que nunca mais ia ser swinger, igual a maioria das mulheres, e aí comecei a sentir aquele bichinho de querer voltar a fazer e me enganchei no chat da revista que usava em Buenos Aires e comecei a me conectar com gente da minha cidade. É uma cidade grande, mas pra maioria dos swinger não passa de um quintal, já que a maioria tem medo de se encontrar dentro de uma balada assim, mesmo sem saber do que se trata de portas pra fora. Foi lá que conheci um dos meus melhores amigos até hoje. Ele tava de casal com uma gata magrinha muito, mas muito putinha, que curtia tudo igual a mim, e a gente formava um trio bem variado nos gostos sexuais, desde bi até anal bem profundo e todos os brinquedos que existem e que já existiram. Uma noite, chega o Diego — vamos dar um nome — e anuncia que naquela noite a gente ia pra um clube swinger que ficava não muito longe do apartamento dele, pra sair da rotina de ficar sempre só nós três. Chegamos, era uma casa velha daquelas com uma escadona pra subir até a entrada, depois de uma porta de madeira daquelas que não se fazem mais. Quando entramos, vimos um lugar até bem arrumado, mas não era uma loucura, se você não olhasse com cuidado, porque deixava bastante a desejar. Tava meio cheio, ou meio vazio, dependendo do ponto de vista, e tinha casais de todas as idades e classes sociais. Alguns claramente se conheciam, a gente não conhecia ninguém. Primeiro, dançamos, bebemos, e alguns casais já estavam esquentando o clima no fundo, mas só entre eles. Alguns casais começaram a ir embora, e quando ficaram umas 8 ou 9 duplas, a gente começou: danças sensuais, striptease, beijos quentes de um casal pro outro, e eu no doce trio com meus amigos, nos beijando as duas e fazendo um oral nele com duas bocas e nos beijando ao mesmo tempo. Em dois minutos, tinha outro casalzinho do nosso lado: Manuel e Antonela, uma morena bem gostosa que me lembrou uma das meninas do Olmedo. Eles começaram a se beijar do nosso lado, e ela enfiou a mão por baixo da minha blusa e... Acariciar meus mamilos, tenho peitos bem grandes, e subindo as mãos até ficar sem a blusa, aí o Manuel baixou a boca e procurou ansioso pra chupar eles. Pra ele não ficar com torcicolo, eu levantei ele enquanto beijava o Diego, que tava enfiado na parceira dele, enquanto eu tocava o clitóris dela de leve. Quando senti que ela gozou, levantei ela e sentei em cima do Diego, enquanto ela me beijava e a gente acariciava o Manuel e a Antonela juntas. Uma das casais teve a ideia de fazer um concurso de boquete, e eu falei: "no meu jogo me chamaram, dizem que com a boca eu acordo até defunto". Obviamente, como já era esperado, ganhei e aí virou uma bagunça total organizada: tinha três casais no fundo, a gente cinco numa janela, e começamos com os anais. O Manuel tem um pau grande pra caralho, e o Diego não fica atrás, mas a gente adorava sentir eles entrando numa e noutra ao mesmo tempo, como se fosse um xilofone, uma do lado da outra, com a raba empinada esperando um dos dois meter, até que senti o Diego gozar nas minhas costas e encher elas de porra, aí peguei o pau do Manuel e coloquei no meu cu, que pedia mais e mais. Ele goza mais no anal do que no vaginal, então quando chegou lá, não consegui me segurar e gritei alto demais pro meu gosto, mas o prazer era inegável. Pra dar o gosto deles, a gente fez um trio entre as minas, e quando todas terminamos, eles tavam prontos pra continuar, aí começamos com os vaginais e a beijar os peitos entre as minas, sempre uma livre com mãos, boca e outros buracos pra se receber. Depois, a gente se juntou aos outros casais e foi uma troca total, não dava pra saber de quem era uma mão ou um pau, mas passamos a noite inteira transando, lambendo e bebendo, molhando paus com champanhe ou tomando ele da xereca de alguma de nós. Assim, nesse aquelarre magnífico, chegou a manhã e cada um foi catar a roupa numa bagunça de sutiãs, tanguinhas, calcinhas e cuecas, se arrumando uns aos outros, e saímos como quem vai à missa num domingo. E é isso. Não aconteceu nada. Mas quem curtiu sabia QUE NOITE a gente tinha passado.
1 comentários - Que noite, hein!