Boliche em Córdoba

Boliche
História de uma saída noturna em Córdoba

Meu nome é José, estudo e trabalho há alguns anos, tenho 22 anos e o que vem a seguir é uma história meio real (será que importa?).

Sábado à noite em Córdoba, nos juntamos com a galera pra preparar a prévia, faz meses que não saio... trabalho... estudo... esgotado nos fins de semana.

Morando sozinho no bairro de Nueva Córdoba, sede da melhor noitada estudantil, termino de me vestir usando o de sempre: uma camiseta sem logo nenhum, uma calça jeans escura e pegando uma jaqueta de couro que já atrai mulher sozinha. Sou um bagaço com pernas, mas como não tava procurando nada... qual era o problema?

Enquanto termino de me arrumar, vou apressando os caras pra terminarem o que sobrou de fernet e irem saindo pro elevador... já são 2h30 e quero aproveitar a noite que saio ao máximo.

Caminho pras baladas de sempre com a dúvida existencial... mais puteiro tipo "El Sol" ou mais chique tipo "Rivera"... consigo convencer todo mundo de que "El Sol" é mais perto e sempre acaba levando alguma coisa pra casa.

Dentro da balada começa a maratona até o bar, se temos uma consumação... temos que consumir. Pra variar, já tava bem alegre, 3 copos de fernet me derrubam.

Sou tímido por natureza, bêbado ou sóbrio... mas nada melhor que sair pra zoar um pouco. A balada mais vazia que cheia, música alta e meus olhos brilhavam olhando peitos decotados, agradeço a Deus só por olhar!

Depois do segundo fernet dentro da balada, de vários dos meus amigos já tinha mais gente, eu já tava solto e dançando sozinho como propaganda de "qualquer dança". Já começava a típica olhadinha, estávamos em círculo nós 4 que tínhamos saído e íamos trocando de lugar dependendo de qual gostosa cada um tava de olho, claro... olhamos por 25 minutos e as minas já putas de não rolar nada iam embora, poderia dizer que é uma tradição idiota do grupo de que mesmo que uma gostosa esteja te arranhando o corpo até as 4 da manhã, ninguém toca na carne... é uma quaresma estranha.
Já são 3:45 e consegui convencer todos os caras a irem cada um tentar pegar um grupinho que tinham gostado, nunca foi minha praia ir em grupo pra paquerar, o meu negócio é lobo solitário... trabalho em equipe implica que existe uma "amiga salva-vidas" que pode foder teu esquema com a frase: "já voltamos... vamos ao banheiro".
Circulando com um dr lemon com vodka, fico sem cigarros, não vendem no bar e isso podia acabar com minha noite; entro na pista, já todo mundo agarrado, e encontro duas minas dançando entre elas e fumando, uma baixinha, não mais que 1,55m e a outra com uns 1,60m, com cara de pidona explico o que tá rolando e que quero comprar um cigarro, nem termino de pedir quando a mais alta mete a mão no decote e tira um maço de cigarros, decote? ela tinha um peitão de 120, dava pra enfiar a bolsa inteira, já acendendo o cigarro baixo o olhar e começo a observar a gostosa, podemos dizer que gordinha, morena de olhos claros, vestia uma camiseta preta que mostrava tanto peito quanto o sutiã deixava ver, uma calça preta social que justa naquelas bundas cheias e as pernas bem carnudas deixavam imaginar tudo que tinha embaixo, não ligava muito... já tinha conseguido meu cigarro.
Já tava agradecendo e quase indo embora quando a outra gostosa se colocou na minha frente me deixando feito sanduíche entre as duas, essa magrinha... a mais baixinha não tinha tanto decote, muito magra mas com carne suficiente pra ficar satisfeito, uma bundinha pequena e empinada e olhos pretos profundos super sensuais.
Entre as duas foram me apertando e dançando comigo no meio, riam e me seguravam como se eu fosse uma coluna de mármore.
Por mais que eu seja tímido, sabia que era MINHA OBRIGAÇÃO falar alguma coisa. Laura e Vicky me disseram, 19 anos tinha Laura, a mais baixinha, e 27 anos Vicky, a mais gordinha, Laura me contou que moravam no mesmo departamento e estavam estudando, enquanto a Laura falava comigo eu fazia um esforço pra ouvir, entre a música alta e a Vicky segurando minha bunda com força, não tinha muita chance de me concentrar. Já eram 4h20 da manhã e o álcool tinha passado em boa parte, já sentia todos os meus membros funcionando direito e a Laura percebeu isso, me empurrou pra Vicky fazendo com que eu me agarrasse nas pernas dela e nos seus quadris largos, parecia que ela tava puta... pronta pra fazer um escândalo. A Vicky reagiu na hora me pegando pelos ombros e pela nuca e começou a me beijar. Foi estranho porque parecia tudo ensaiado e combinado... o que elas não contavam é que eu não ia resistir, mesmo a Vicky sendo uma gordinha, ela tinha uma cara muito bonita e um decote daqueles que me fazia esquecer de "questão de peso". De novo fui empurrado com força pela Vicky, que começou a gritar comigo "O que cê tá fazendo, idiota? Qual é o seu problema?". Se antes eu não entendia nada... agora menos ainda. O problema é que os gritos continuaram até os seguranças virem e me expulsarem, uma história horrível foi a daquele sábado...

Caminhando pra casa, com o maior tédio e vergonha em meses, chego na esquina e sinto me agarrarem pelos braços dos dois lados. De noite, assustado, me resignei a terminar a noite com duas facadas no rio, foi então que me viro e vejo a Laura e a Vicky me segurando com força, quase sem me deixar mexer e com uma cara séria e de raiva.

- Agora o quê? Que porra que vocês têm?
- Olha, José... são 4h30 da manhã, cê tá sozinho, entediado e acabou de ser expulso do rolê. Pode ficar calado e continuar andando com a gente ou a gente pode continuar a confusão aqui pra você terminar a noite na delegacia.
- Mas o que vocês querem? Acham que vão me assustar com essas merdas? Não vou dar um puto se é isso que vocês querem e não tenho droga.
- Fica quieto e segue a gente que não vamos te roubar...

Segui os passos das minas que iam me levando pelos braços com Cara firme pra não demonstrar medo, mas analisando a mil o que tava rolando, sabia que se quisessem me roubar não iam me fazer andar com elas. Com certeza tavam metidas em alguma treta e precisavam de alguém pra servir de testemunha da merda que aprontaram...

Andamos quatro quadras, chegando na Larrañaga paramos na frente de um prédio qualquer, e a Laura tira da bolsa a chave pra entrar. Aí comecei a resistir, não tinha polícia pra elas começarem a gritar nem fazia sentido eu entrar num apartamento depois de uma treta dessas... TEM que dar merda...

A Vicky por trás meteu a mão no meu bolso e eu nem percebi até ela mostrar as chaves do meu apê, e guardar no bolso apertadíssimo da calça dela.

— Você tem duas opções: sobe agora... ou arranja um chaveiro que te atenda de graça às 5 da manhã...

Quando me toquei, a Laura também tinha minha carteira. Nunca pensei que alguém conseguisse meter a mão em mim sem eu perceber. Agora sim, só me restava partir pra violência ou seguir elas...

Álcool, noite, inconsciência — que trio perigoso que se junta quando a gente sai... Decidi segui-las, convencido de que, igual ao Steven Seagal, se algum valentão me esperasse, ia quebrar a cara dele e vazar.

Entramos no terceiro andar, um apartamento arrumado, típico apê de mulher. Dava pra ver os cadáveres do que tinham bebido antes: um New Age e duas cervejas. Só a luz da cozinha tava acesa, e me empurraram pra lá.

Dentro da cozinha, a Laura tava atrás de mim e a Vicky de frente. Quando ia perguntar como essa porra ia terminar, sinto um frio nas costas... sim, era algo afiado... e sim, agora tava até o talo.

— Quieto — sussurrou a Laura no meu ouvido.

Enquanto a Vicky tirava meu tênis, arrancou os cadarços e o celular, que era a única coisa que tinha sobrado nos meus bolsos. Seria lindo se a história continuasse como um sonho erótico... mas era sério. Meus pulsos começaram a doer de tão apertado que tavam. Elas tinham me amarrado com os cadarços.
Já a jaqueta de couro eu dava como perdida, a Laura tinha levado ela pro que imaginei que seria o quarto... a carteira depois de terem revistado só conseguiram tirar uns $60 e o celular usaram pra tirar fotos minhas do jeito que eu estava amarrado.
— Fica quieto que a gente vai te soltar... mas não desse jeito...
Abriram um vinho de caixa e começaram a me dar pra eu beber, eu não queria... só me faltava ficar bêbado pra não conseguir me defender depois...
— Bebe tudo, você só vai sair daqui quando estiver bêbado e não souber o que fez...
Respirei fundo e comecei a beber devagar pela bica do tetra, não queria ficar bêbado... mas pelo menos já tinham dito que se eu fosse rápido me soltavam antes.
Não tinha tomado nem 3 goles quando me engasguei e cuspi o vinho na Laura, molhei ela inteira de tinto na blusa branca que ela tava usando, ela começou a xingar... e já vi que a coisa ia piorar.
— Pega esse filho da puta! — ela gritava
Enquanto a Vicky continuava na tarefa de me dar vinho, com mais cuidado dessa vez, eu vi a Laura começar a se despir a não mais de 2 metros de onde eu estava, ela só tava preocupada com o vinho que tinha derrubado nela... e de tudo isso ela tinha ficado só de calcinha... eu tava assustado, até o talo... mas o tesão falou mais alto e comecei a ficar excitado, tava com as mãos amarradas, numa cozinha que eu não conhecia, com uma gostosa me segurando firme pra eu beber, e outra mina praticamente nua a alguns metros.
De tanto tesão, a pica subiu de um jeito que tava machucando dentro da calça jeans, tentei ajeitar mas não tinha as mãos livres, então comecei a me mexer. A Vicky começou a me empurrar mandando eu ficar quieto, foi quando eu encostei a pica nela e senti que podia gozar ali mesmo.
— Seu filho da puta — ela sussurrou no meu ouvido
Então, vendo que a Laura tava no banheiro, ela virou de costas e começou a esfregar a raba na minha calça jeans, eu fiquei tinha esquecido completamente do que tava rolando e tava curtindo, mesmo ela estando bem ligada, apertando meus braços, cravando as unhas e falando pra eu calar a boca senão não saía mais.
Levantei minha camiseta e levei pra trás do corpo até onde eu tava com as mãos amarradas, aí ela começou a beijar meu pescoço, sentia os lábios carnudos dela no pescoço, descendo até os ombros e indo pro peito, queria me soltar na hora e enfiar nela do jeito que tava...
Ela começou a rir e abriu ainda mais o decote.
— Me faz gozar, viado... e se liga que a Laura já volta.
Não sei se fiquei com cara de susto na hora, mas eu tava curtindo pra caralho, mesmo ela achando que tava me fazendo um favor... Comecei beijando o peito dela e descendo até encontrar umas tetas daquelas, meu deus... lambia e chupava... já tinha começado a escorrer baba nas tetas de tanto que eu tava chupando, ela começou a se excitar e foi abaixando o decote até deixar o sutiã todo à mostra... comecei a brincar com os lábios e o sutiã... até que consegui liberar o mamilo... eram tetas bem brancas com algumas pintinhas... e um mamilo enorme... bem largo e escuro, chupava com tanta vontade... passava a língua em volta e mamava como se fosse um bebê.
Nessa altura ela já tinha começado a se tocar por cima da roupa, e não demorou muito pra ela desabotoar a calça e puxar até os joelhos. Me agarrou a cabeça com força e foi me empurrando pra baixo até a pussy dela, ainda tava de calcinha... mas toda ensopada, apertou minha cabeça com força até eu ficar com a cara toda molhada, senti que ela tava se secando na minha cara, e era só a calcinha dela, ela puxou pra baixo com uma mão enquanto com a outra continuava me apertando, lambi e reli tudo que pude, quis secar ela completamente, tinha alguns pelinhos pubianos mas a maior parte era a racha da pussy que ela forçava pra frente com a bacia.
Ela abriu mais as pernas e praticamente me enfiou debaixo dela, como se eu tivesse montando na cara dela.
Sentia que tava me afogando com tanta quantidade de fluido, os lábios tão grandes e a pussy bem aberta me permitiam sem usar as mãos meter bem fundo e que a língua ficasse abraçada pelos lábios da pussy dela.
Ela me empurrou pra trás com força, me batendo num móvel da cozinha, me olhou fixo e...
— Nossa, filho da puta, como você me esquentou, mais vale você ver o que é transar...
Ela virou de costas, colocando a bunda na minha cara, levantou a bunda e se reclinou na bancada, ficou de novo a pussy dela totalmente aberta na frente da minha cara. Voltei então pro meu nada sofrido trabalho de chupar e lamber a pussy dela, apertando agora por meu próprio desejo meu rosto na pussy dela o mais forte que podia pra chegar o mais fundo possível.
— Mais vale você não errar, cara... se eu gritar, você acaba com um ferro na cabeça...
Ela baixou meu jeans e se deparou com meu pau todo cheio de fluidos... tava incrivelmente molhado e ela tratou de tirar tudo o que tinha grudado no meu pau. Sem dizer nada, enfiou o pau inteiro na boca, até os lábios baterem na minha pélvis. Enquanto isso, sentia ela mexer a língua dentro da boca e os lábios fortes apertando meu pau. Ela tirou ele todo e enfiou de novo até o fundo várias vezes. Depois, tirou da boca pra olhar por uns segundos e começou a lamber... ela tinha a língua larga e conseguia percorrer meu pau da ponta à base, cobrindo toda a largura do pau que agora pedia clemência... queria gozar.
Ela me desamarrou de novo, me avisando do que podia me acontecer...
Não hesitei nem um momento e fiz o que deveria ter feito desde o começo... agarrei aquelas tetas enormes e comecei a massageá-las, enquanto brincava com um dos bicos, tinha voltado a chupar o outro. Encostei ela no móvel da cozinha, a peguei de... de costas e enquanto com uma mão acariciava um mamilo, a outra percorria as pernas dela subindo e descendo até chegar na buceta onde entravam sem esforço dois dedos e saíam completamente molhados, enquanto fazia isso beijava o pescoço dela e apertava ela forte contra meu pau, me matava sentir a raba dela no meu pau!.
-O que me falta é engravidar de você, cara... vai, sai...sai...
Ela me empurrou com a raba pra trás e quando se afastou pegou meu pau com a mão, passou ele na buceta dela e enfiou com a mão por um segundo só pra tirar de novo.
-Agora sim... pronta pra foder....
Sem soltar meu pau foi me guiando até achar o cu dela, enquanto com a outra mão ia me empurrando forte contra ela

Assim em pé de costas pra mim comecei a bombar... com dificuldade aquela raba era apertada... já tinha comido muito pau... e não durou muito até eu gozar no cu dela. Tirei o pau e via o fio de porra escorrendo pela raba até cair na roupa dela.
Ela me vestiu de novo e me obrigou a terminar o vinho, já não tava mais amarrado mas quando me dei conta eram 10 da manhã, tava na rua e só lembrava do andar onde isso aconteceu, mas sem jaqueta, sem celular e sem grana, só tinham me deixado a chave, e várias horas depois a lembrança do que tinha acontecido... bonito ou feio... que bem que comi aquela noite!!

Agradecimentos: A todos que publicam histórias que me enchem de tesão, calor e desejos, desejo que todas as suas fantasias possam se realizar!!.

Por favor, evitem comentários sobre redação e ortografia... escrevi na maior onda porque tava afim de contar... não porque sou o Borges... é na boa que tô falando.

20 comentários - Boliche em Córdoba

😛 😩 🤔 🙂 😛 😞 😢 😐 😬 😀 😢 😃 😛 😉 🙂 🙂 😃 😞 😞
jajaja que culiau, me mato toda la narracion del boliche con tus amigos, yo soy igual de boludo,jeje, me cague de risa, muy bueno¡¡¡¡¡¡¡¡¡ 😀
ajajajja..me encanto el relato..creo q cumplio los objetivos en los leectores ajajja d diee!!
felicitaciones pa..io tmb soi d cba capi..pero lo unico q cnsigo son mujeres cn fierros bien groso...nos vemos!!
felicidades lokon! la verdad! tiene de todo la historia!! soy tmb de cordoba y sol sta a plano pero hay q tner siempre cuidado!! +10!!! 😉 😉 😉 😉 😉 😉
la verdad muy buen relato viejo...segui asi
2 vecez que lo leo ya!! viejo no salgo mas a nva cba ! xD jaja !! me voy pa el chateau !! 😛
muy bueno loco!!! cba si que tiene noche y muy oscura. Excelente relato
Uriarte +3
jajajaj si fuera una mina esto sería un caso de robo, extorsión y violación. Como le pasa a un chabón es un relato "erótico". Que sociedad de mierda