Minha Gata e Eu, Depois do PC (continuação)

A gente tinha acabado de transar na frente do PC, e enquanto ela pegava algo gelado na geladeira, me disse que não tinha sido como esperava, tava claramente desanimada.
O computador indicou que precisava reiniciar, então dei o OK.
Observei ela com atenção, ela suspirou umas duas vezes, aí tirei a calça de vez e levantei da cadeira, caminhei com confiança, arranquei a garrafa de suco da mão dela, levantei uma das pernas dela até minha cintura e, sem aviso, meti com toda força, os olhos dela arregalaram, tentou me rejeitar com todas as forças, segurei os pulsos dela enquanto continuava metendo, mesmo assim mantive a calma, minha intenção não era machucar, prendi as mãos dela atrás das costas, a perna dela na minha cintura se contraiu me apertando mais, ela ainda lutava pra se soltar, apertava a buceta tentando me parar, gemia e gritava, sofria e gozava, ofegava com tesão, começou a lubrificar muito, escorria pelas coxas dela, começou a gritar bem alto, beijei ela com força, aí ela mordeu meu lábio, virei o rosto e passei a língua pra sentir, tinha machucado um pouco, beijei ela de novo e quando ela animou, me afastei e mordi o pescoço dela, deixando os dentes marcados fundo.
Ela soltou uma das mãos e cravou as unhas nas minhas costas, apertei meus ombros e parei um momento, ela me olhou na expectativa, tirei devagar de dentro dela, mas antes de sair completamente, meti de novo com toda força que dava, ela gritou e ofegou e se abraçou em mim, afastei ela e segurei o cabelo comprido dela, puxando a cabeça dela pra trás, ela apoiou as mãos na geladeira, mordi a garganta dela e desci o máximo que minhas costas conseguiam se curvar, peguei a camiseta dela e rasguei com a mão que tava livre, agarrei um dos peitos dela e chupei até cansar.
Ela começou a mexer a bacia no ritmo, mas parou de repente, me olhou desafiadora, quase brava, apertou a buceta ainda mais.

— Chega — falou seca.

Não respondi, continuei metendo nela como se nada. Um louco maldito e desenfreado, quis se afastar de novo e não deixei, me deu um tapa que quase arrancou minha mandíbula, me bateu várias vezes e eu aguentei, não me importava com nada, exceto não machucar ela.
Ela cansou de me bater, e percebi que ela tava sem ânimo, já não ligava mais pro que acontecia, então acariciei a bunda dela quentinha, na verdade tava meio fria por causa da geladeira aberta, tateei a entradinha dela, e sem cerimônia enfiei meu dedo bem fundo.
Da boca dela escapou um gemido e ela recuperou as forças na hora.
O olhar dela já não era mais de desafio, era de cumplicidade, soltei o cabelo dela e acariciei a barriga dela, o ritmo diminuiu um pouco, então virei deixando a geladeira fechar e fomos pro chão sem nos separar, fiquei por cima dela olhando nos olhos dela, me apoiei com uma mão no chão, tirei meu dedo da bunda dela e abracei as costas dela, levantei ela o máximo que pude tirando do chão e com um pouco mais de força continuei comendo ela.
Ela ficava mais molhada a cada segundo, o corpo inteiro dela ficou tenso, ela me abraçou e cravou as unhas nas minhas costas, desci um pouco e mordi a boca dela, ela apertou um dos meus mamilos e mordi o peito dela, ela pegou a garrafa de suco que tava caída ali perto e derramou em cima de mim, o suco tava gelado, escorreu do meu pescoço até a parte baixa das minhas costas, se espalhou pelos meus ombros até ela, que tomou com gosto, senti os cortes nas minhas costas queimarem, então continuei comendo ela com mais força, num momento ela começou a ficar sem ar, ofegava sem som, até que respirou fundo e soltou gritos quase abafados, a buceta dela se contraía sem parar, ela ergueu a cintura um pouco mais, tava prestes a gozar, os olhos dela ficaram brancos, ela abriu as pernas mais e de repente gritou como uma endemoniada gozando com toda a alma, poucos segundos depois eu gozei com toda a força possível inundando ela com meu esperma.
Ela me olhou e sorriu com carinho, respondi do mesmo jeito, senti meu braço cãibra, coloquei ela de volta no chão e me deitei ao lado dela, ela virou e se deitou no meu peito.

– Porra, incrível – Ela disse ofegante.
– Vadia. caliente - Respondi com um beijo.
Espero que tenham curtido essa aventurinha agressiva... Se você gostou, deixa um comentário pra mim.

2 comentários - Minha Gata e Eu, Depois do PC (continuação)

Minha Gata e Eu, Depois do PC (continuação)
jajaja zagoro excelente final!!!! puto increible...puta caliente como me gustan las obscenidades en la cama 😬 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
excelente relato amigo 😉