Relato xxx - O Assalto Gostoso

O Assalto
Fonte:http://mmm.tecompraste.com/Minhas relações conjugais tinham entrado numa zona de sombra, a rotina e o tédio desmotivavam tanto a mim quanto à minha esposa. Eram sete anos de vida de casados, marcados pelo trabalho e pelo sexo como uma obrigação. Ela antes era diferente, e eu me lembrava dela nos momentos de paixão e luxúria na hora de transar.

Por isso, decidimos passar umas férias longe do barulho da cidade e alugamos uma casa de campo nos arredores, para nos reencontrarmos com a felicidade da vida a dois. Era propriedade de um conhecido que nos cedeu para o mês de janeiro. A casa ficava no meio de um parque que a cercava, e tinha uma piscina de tamanho médio que aproveitaríamos na solidão.

Chegou o verão e nos instalamos na casa de dois andares, cujo piso superior tinha dois quartos e um banheiro suíte, com amplas portas de vidro que davam para um terraço com vista para o parque. Uma árvore enorme cobria parte do terraço com seus galhos e fazia sombra. No andar de baixo, havia uma sala de jantar ampla e uma sala de estar com uma televisão de 29 polegadas e um videocassete. No fim das contas, tinha todo o conforto para tornar nossa estadia agradável. Era acolhedora e confortável, embora grande demais para nós dois. No silêncio do dia, aproveitaríamos o canto dos pássaros e o barulho das folhas balançando ao vento.

Depois de arrumar as malas e organizar as coisas, terminamos o dia exaustos. Por causa do calor, fomos dormir depois de um banho revigorante, eu só de cueca, e a Silvia com uma tanga e um robe transparente que deixava à mostra as curvas do corpo dela, praticamente nua.

Umas duas da manhã, ouvi um barulho e acordei assustado, acendi o abajur e, parados na minha frente, dois homens encapuzados me ameaçaram. Minha mulher acordou e se agarrou a mim na hora, soltando um grito abafado de surpresa e medo ao nos vermos invadidos. Eles tinham entrado pelo terraço. A porta-janela que havíamos deixado escancarada por causa do calorão.

Quem parecia estar no comando, com uma voz autoritária, pediu calma e disse que nada nos aconteceria se obedecêssemos. Só queriam o dinheiro. Enquanto me acalmava, expliquei o motivo da nossa estadia e que só encontrariam o dinheiro que trouxemos para passar o mês.

Mandaram a gente se levantar, e depois me amarraram numa cadeira pelos pés e mãos. Perguntaram pelo cofre e, quando avisei que estava no quarto ao lado, o chefe levou minha esposa para abri-lo, enquanto o outro sujeito apontava a arma pra mim e ficava de vigia. Apesar da máscara que cobria o rosto dele, deu tempo de observar. Era de estatura média, de porte robusto, como um atleta com músculos trabalhados na academia. A camiseta dele marcava os bíceps e os peitorais. Devia ter uns trinta e cinco anos, igual ao comparsa.

Ouvi minha esposa abrindo o cofre onde estavam os quinhentos pesos, e o Tino, como ele se chamava, reclamando alto da miséria do dinheiro, exigindo que ela conseguisse mais, senão a gente ia se ferrar.

Voltaram pro quarto onde eu estava amarrado e, quando repeti que só achariam uns trezentos pesos a mais na minha carteira, colocaram uma mordaça de fita adesiva na minha boca. Em voz alta, com total controle da situação, elogiaram a beleza e a sensualidade da Silvia, como se fosse um petisco gostoso prestes a ser saboreado. Fiquei impotente pra reagir quando percebi que iam cumprir as ameaças. Disseram pra minha esposa que ela tinha que obedecer às ordens pra não se arrepender, porque eu ia passar muito mal se ela recusasse. Afinal, ela seria a heroína se sacrificando pela minha saúde física.

Ela olhou nos meus olhos, e eu concordei com a cabeça pra não contrariar eles e evitar merda maior. O chefe se despiu, ficando só com o capuz, e... aproximando-se de Silvia de um puxão, arrancou-lhe o roupão, deixando-a só de fio dental. Eu, a três metros de distância, observava tudo sem poder intervir. Estava absorto e confuso. Quando Tino a mandou se ajoelhar e chupar a pica dele, e Ela obedeceu, meu pau endureceu de tesão ao ver Silvia pegar com as mãos a pica descomunal daquele atleta vikingo de rosto coberto. Os movimentos ao beijá-la e chupá-la com gosto me convenceram de que Silvia tava curtindo a situação, o que confirmei ao ver ela semicerrar os olhos e passar a língua ao longo do pau, e mais ainda quando enfiou na boca as bolas e, brincando com elas, soltou um gemido de prazer em Tino, que finalmente gozou dentro dela, engasgando-a e derramando o resto do leite pelos cantos dos lábios.

Era uma imagem psicodélica. Nunca tinha estado numa orgia. Ver minha esposa como centro dela me excitou pra caralho. Meu pau ameaçava rasgar a cueca, o que não passou despercebido por ninguém e despertou o comentário intencional da minha vigia, que também se pelou. Ela tirou ele do cativeiro e começou a me masturbar. Era bissexual. Pedi por favor com gestos que tirasse a mordaça. Ela topou e, quando me libertou, comecei a gemer. Silvia me olhava e, quando o chefe tirou o fio dental dela, não reclamou nem resistiu. Ele a colocou de costas na cama, abriu as pernas dela e, sem preâmbulos, enfiou a pica até as bolas. Silvia soltou um grito abafado com a estocada, mas recebeu com gosto. Começou a se balançar e a ofegar a cada vai e vem. A pica ia e vinha. Eu via tudo de uma posição privilegiada. Depois de gozar, pude ver Silvia procurando a boca de Tino com desespero, rasgando parte da meia que cobria o rosto dele pra curtir a língua molhada do invasor.

Eu continuava amarrado e contemplei o melhor da noite. Tino de costas na cama se deixou montar por Silvia, que A mão dele guiou a rola, enfiando na buceta dela. Pude ver ela por inteiro, era enorme, e aqueles lábios abertos e irritados da vulva pelos movimentos de vai e vem me mostraram a capacidade da buceta de aguentar uma rola daquelas. As mãos do Tino separaram as nádegas e abriram o cu, já lubrificado pela porra escorrida da buceta. Aí o comparsa dele aproximou a rola por trás. A Silvia, excitada pela foda do Tino, nem percebeu a aproximação dessa segunda rola até que o empurrão decidido do meu guarda fez ela atravessar o esfíncter. Ela soltou um grito de dor, mas as mãos firmes do Tino impediram qualquer defesa, e eu vi as nádegas abertas da minha mulher como uma fruta partida, deixando a rola entrar no cu dela. Acho que nessa hora eu gozei vendo a dupla penetração. Eles se moviam freneticamente, entrando e saindo da buceta e do cu da Silvia, que ofegava e gemia de prazer. Ela gritava pra eles meterem tudo, enquanto gozava sem parar. Os caras acariciavam, beijavam e chupavam os peitos dela, mordendo os bicos e as bundas. Depois, já exausta e deitada na cama, eles começaram a lamber a vulva e o clitóris dela, levando ela ao êxtase. Num sussurro, a Silvia pediu pra me deixarem participar, porque a gente não ia denunciar ninguém, já que o prazer e a redescoberta do sexo tavam bem pagos com o dinheiro que eles levavam. Me soltaram e, depois de uns minutos, a gente recomeçou a putaria. Minha esposa topou tudo. Vestiu a lingerie erótica, se maquiou igual uma puta e recebeu a atenção dos três, não sem antes ser elogiada por todos pela sensualidade e fogosidade. Enquanto um metia no cu dela e outro na buceta, ela chupava com gosto a minha rola, me fazendo gozar dentro da boca dela. O que tava metendo separava as nádegas dela com as mãos. mano, o cara que tava comendo o cu dela, pegava ela por trás acariciando as tetas e beliscando os bicos, e eu segurando a cabeça dela queria que ela engolisse minha pica. Depois a gente trocava de posição. Ela parecia insaciável. Depois de várias horas, ao amanhecer, eles foram embora, deixando a gente exausto e satisfeito. A gente tomou banho junto e dormimos abraçados, felizes por ter reacendido o desejo no nosso casamento e realizado a fantasia que os dois tinham há muito tempo e nunca tivemos coragem de confessar.

O que minha esposa nunca soube é que eu tinha contratado o assaltante pra nos excitar e fazer aquela noite inesquecível pra reavivar nossa paixão adormecida.http://mmm.tecompraste.com/

4 comentários - Relato xxx - O Assalto Gostoso

jaja muy bueno....a la otra contratame a mi para darle a tu esposa
Muy buen relato, excelente experiencia, me imagino...Es lindo cuando se acompaña por completo.
Felicitaciones y sigan disfrutando asi