Amiga vira namorada: fetiches insaciáveis

minha namorada não me satisfazia sexualmente... toda vez que a gente transava era a mesma coisa, os complexos, a falta de vontade, as ereções que não me davam mais prazer... eu tinha acabado de fazer 18 anos no México, nessa idade já te consideram adulto; mesmo sentindo que amava ela, minha mente e meu corpo queriam uma experiência mais arriscada, não bastava mais derramar meu leite na boca quente das minhas amigas roqueiras ou foder elas pelo cu e fazer elas gemerem enquanto a gente se olhava no espelho do quarto, as pessoas libertinas com quem eu costumava andar tinham um pouco mais de paixão e emoção do que o próprio prazer em si... chamei minha puta de sempre... uma mina de 20 anos que eu conheci num show e que, logo depois de nos conhecermos, fomos pro hotel mais perto da área foder, aquela experiência foi inigualável:
-vamos foder- eu falei
-tá bom, onde você quer ir? na minha casa não dá, meu namorado tá aqui, na sua?-
-não, ela também tá aqui, falei que ia num table dance com uns amigos-
-e ela deixou? que mina...-
-é, mas então?-
-a gente se encontra no table que fica na zona da Condesa às 7 da noite, teoricamente você não vai mentir... não chega tarde, meu amor, tô morrendo de vontade de provar seu pau na minha buceta molhada-
quando a gente se encontrou depois de um tempo, não perdemos tempo e fomos pro hotel que era do lado do table:

ela tirou minha roupa com uma desesperação excitante, começou a lamber meu peito, arranhei as costas dela, enterrei minhas unhas de um jeito que o sangue saiu na hora, rasguei o sutiã dela, os peitos dela eram tão lindos e grandes, comecei a lamber eles com muita exageração enquanto enfiava a mão na calça dela pra masturbar ela, de repente ela pegou meus braços e me dominou na cama, nós dois ainda estávamos de calça, ela começou a me dar tapas enquanto eu mordia os mamilos dela e começava a apertar a bunda dela, ela desabotoou meu cinto e puxou minha calça até onde minhas botas chegavam, com muita rapidez eu sentei pra tirar elas Só consegui ver como ela virou de costas pra mim e se inclinou, mostrando aquele rabo escultural. Devagar, foi baixando a calça sem perder a posição curvada. Dava pra ver uma tanguinha preta que mal cobria a bunda gostosa que ela tinha, e eu não resisti e comecei a lamber. Ela teve que tirar as botas pra conseguir tirar a calça:

— Deixa as botas — falei, segurando meu pau prestes a explodir.
— Você é um menino malvado, e agora vai pagar por isso.

Na sequência, ela foi rápido na bolsa e tirou uma corda de uns quatro metros e meio.

A figura dela era escultural: peitos volumosos, rabão, cintura fina, olhos castanhos e uns lábios tão carnudos que nem Deus Pai teria resistido. Parecia um demônio querendo me estuprar. Não aguentei mais.

Peguei a corda e comecei a amarrar ela nas quatro pontas da cama. Ela gemia:
— Aperta mais forte, sou sua putinha, sou sua putinha — enquanto falava isso, eu enfiava meu dedo indicador na boca dela. A língua dela era tão grande...

Me preparei pra dominar ela de um jeito que a bunda dela ficasse do meu jeito, ou seja, ela de bruços. Depois de amarrar ela direitinho, me preparei pra penetrar. Eu tava prestes a explodir.

— Pelo cu! Pelo cu! — ela implorava. Eu nunca tinha feito isso com alguém por trás, então do jeito que dava, lambuzei tudo de saliva até ficar bem lubrificado pra entrar. Masturbava meu pau com uma força que só aparece quando você vê alguém transando de um jeito muito sem vergonha.

Comecei a arranhar as costas dela... e comecei a penetrar o cu apertado dela com a cabeça do meu pau:
Ela gemia de dor, o que me excitava ainda mais. Sem mais enrolação, fui enfiando tudo aos poucos. Ela tava perdendo o controle, começou a gritar mais alto a cada minuto:
— Não para, não para!!! Me trata como a puta que sou, enfia teus dedos na minha buceta, me bate!

Comecei a morder as costas dela, a nuca, arranhava as nádegas dela, o cu dela... apertava meu pau de um jeito tão incrível... de repente ela se soltou, e começou a parte boa:
parei de penetrar ela:
- enfia na minha buceta- e começou a arranhar meu peito, as unhas dela eram tão compridas que podia tê-las em qualquer parte do meu corpo, não pensei duas vezes e meti meu pau na buceta apertada dela, ao penetrá-la ela soltou um grito que deu pra ouvir no quarto inteiro

- ahhh mais, mais, não para não para - me bate - quando ouvi isso da boca dela comecei a dar tapas nela e morder o pescoço dela, com minhas mãos segurando a bunda dela e metendo mais forte.
- pela santa mãe de jesus, por que você nunca fez isso antes?! enfia teus dedos no meu cu, tô toda molhada-

enfio meu dedo indicador e médio no cu dela, usando como lubrificante o fluxo que sai da buceta dela enquanto eu a penetrava, ela não para de gemer-
- ahhh ahhh mais forte mais forte, sangra meu pescoço-
nesse momento sinto que tô quase gozando... ela percebe, tira meu pau da buceta dela e com um movimento rápido começa a me fazer um boquete, eu já não aguentava mais e ela sabia, roça meu pau nos peitos dela molhados de sangue e é aí que ela coloca meu pau na boca dela e ao morder eu gozo na boca dela...
ao tomar o sêmen, ela começa a engolir e tira um pouco com os dedos pra esfregar nos peitos volumosos dela.

o celular toca... (continua)

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