Minha cunhada Excepcional IIDe manhã quando acordei, meu irmão e a Virgínia tinham saído pra fazer compras e ir ao médico, só voltaram ao meio-dia. A gente se reuniu pro almoço, eu não sabia que atitude tomar, mas a Virgínia tava super natural, conversando e rindo enquanto comia, como se nada tivesse acontecido. Ela falou alto pra todo mundo ouvir:Fernandito, você tem que ir comigo devolver uma roupa que não gostei.Quando ficamos a sós, com um olhar cúmplice e sorridente, ela me dizEspero que tenha gostado da minha performance ontem à noite, hoje à noite vou fazer uma melhor pra você. Ei, tem que tomar cuidado com suas punhetas, tive que catar seu leite da porta. Aliás, você tem uma bela pica. Quer algo especial pra hoje?Meio sem jeito, mas com coragem, respondi:Gostei de tudo que você fez, você é especial. Queria que você me chupasse igual chupou o José e engolisse meu leite.Ao que ela respondeu:Nene, vamos esclarecer as coisas: eu não quero trair meu marido, ainda mais com o irmão mais novo dele. Como te falei, você pode olhar à vontade, mas só isso.Fiquei decepcionado, mas resignado. De tarde, saímos pra uma loja devolver um lenço e um biquíni. O primeiro não teve problema, mas quando foi pra trocar o biquíni, ela quis minha opinião. Pegou uma fio-dental preta e um de peça inteira cor fúcsia, falando pra atendente:Vou com meu irmãozinho pro vestiário, ele já tem um bom gosto pra cores e sempre me dá conselhosEu tava vermelho de vergonha, mas ela piscou o olho pra mim e me puxou pra dentro do vestiário. Sentei num banquinho e ela começou a tirar a roupa de costas pra mim. Já tava achando estranho aquele costume dela se exibir na minha frente, mas só isso. Ela ficou de lingerie, os pelos pubianos dela passavam da calcinha. Aí ela se virou, tirou a calcinha e o sutiã, ficando totalmente pelada naquele cubículo pequeno, de costas pra mim. A bunda dela ficou na altura do meu rosto. Quando ela se inclinou pra vestir o shortinho, quase perdeu o equilíbrio. Eu segurei a bunda dela e puxei, minha cara entrou na racha dela por um instante e aspirei o cheiro de mulher dela. Como um reflexo, coloquei a língua pra fora e saboreei o suor da fenda. Foram só três segundos, quando ela virou na hora e falou baixinho, mas séria:Olhar mas não tocar se eu não autorizar, somos cunhados, ok?E aí ela subiu a fio dental, colocou a parte de cima que mal cobria os bicos dos peitos dela,Por favor, Ferna, me ajuda a ajustar esse vestidoEu fiquei com cara de cachorro que levou bronca e fiquei paralisado.Vamos, me ajuda, que eu te autorizo a me tocar, não fica assim nãoAbaixe a calcinha fio dental dela e a pelagem mal contida estava bagunçada, peguei saliva na minha mão e passei pelos longos pelos dela,O que cê tá fazendoele disse,É pra achatar esses teus pelos.respondi,
Os grandes lábios estavam meio molhados, e o clitóris dela aparecia entre os pelos,- “O que é isso?”, apontei para ela.
Ela baixou o olhar, afastou os pelos e abriu os lábios com as próprias mãos, apareceu a linguinha do clitóris dela. Enfiei meu dedo na fenda dela e toquei seu ponto sensível, e quando coloquei o dedo de volta na boca, senti aquele gosto novo. Continuei enfiando o dedo entre os lábios dela, entrando na rachadura, e chupei de novo. Quando ela, em silêncio, apontou o dedo indicador para mim, lembrando o que tinha dito, já mais no meu papel de consultor, levantei a calcinha dela de novo. Com confiança, virei ela, abri as nádegas, acariciei à vontade e coloquei o fio dental entre os glúteos dela.Acho que ela tá muito sem vergonha, dá pra ver que ela tá meio molhada, olha como ela me deixoudisse, mostrando minha rola pra ela,Ah, você só quer me ver só pra você, mas vou te dar atenção, vou experimentar o outro.Ela tirou a tanga e agora a buceta dela estava a 20 cm do meu rosto, dava pra sentir o cheiro da xereca dela. Sem pensar, agarrei as bundas dela e encostei minha boca nos pelos, o cheiro de buceta era típico. Apertei as nádegas dela e abri a boca, chupando os lábios peludos. Acho que pela surpresa ela não conseguiu reagir na hora, e eu passei minha língua na pepita inchada dela, sentindo aquele cheiro forte e gosto adocicado. De repente, com força mas em silêncio, ela me agarrou pelo cabelo e afastou bruscamente minha cara da boceta dela. Percebi a merda que tinha acabado de fazer, me levantei e saí do provador sem falar nada. Esperei a Virgínia sair. Quando ela veio pagar o vestido, tava toda séria e, de forma enérgica, disse:Vamos pra casa agora mesmo.Meu coração batia acelerado, pensando que a Virgínia ia me dedar pro José e pros meus pais por eu ter abusado da confiança. Voltamos em silêncio, mas antes de entrar em casa ela me disse:-“Fernando, eu te autorizei a me tocar, mas não a me beijar e, pra piorar, você enfiou a língua toda na minha buceta, por que fez isso? Você foi um amor comigo, mas isso não tá certo.”
Desculpa, Virgínia, é que eu tava com a sua buceta tão perto e adorei tanto o seu cheiro, e além disso queria conhecer bem o gosto do seu cu, igual o José fez ontem à noite, pensei que você podia me dar esse prazer.Ela argumentou,— Mas entende que José é meu marido e você é só meu cunhado, que a gente mal se conhece. Eu tentei te agradar deixando você me ver pelada e até me tocar, mas entende que não podemos ir além. Bom, mas não vamos dar tanta importância pra isso, já passou.O resto da noite foi aquele encontro familiar de sempre, meus pais foram pros quartos deles às 9 da noite e a gente viu TV até as 10, quando José foi pegar água na cozinha, a Virgínia sussurrou pra mim,- "Às 10:30 começa o show que te prometi.Eles se recolheram no quarto deles e eu fui atrás, fechando o meu quarto. Às 10:30 saí no corredor escuro e vi que a luz escapava por uma fresta da porta que minha cunhada tinha deixado pra eu ver. Espiei e percebi que a putaria já tinha começado: Virginia escarrapachada na cama, enquanto José, pelado, chupava a boceta peluda, enfiava e tirava dois dedos do cu dela enquanto o indicador entrava na buceta. Minha cunhada percebeu que eu já tinha chegado no ponto de observação e pediu pro marido dela:- "Papi, enfia mais dedos no meu cuJosé pegou o creme que tinha ao lado, passou um pouco no ânus e introduziu mais um dedo, depois tirou os três, deixando à mostra o cu dilatado se fechando devagar. Em seguida, juntou os quatro dedos em formato de cone e enfiou tudo até o fundo, ficou um tempo metendo e tirando os dedos.
Depois, Virgínia disse para José:meu amor, já tô pronta pra vocêMinha cunhada se levantou e colocou aquela rabuda enorme empinada, de um jeito que eu via tudo e o José ficava de costas pra porta. José, todo dedicado, enfiou a cabeça no buraco traseiro e aquele pedaço enorme foi sumindo centímetro por centímetro, o pau comprido e cheio de veias deslizou no túnel de trás até bater nas bolas. Pelo visto, as enculadas eram bem comuns entre eles. Ele começou a meter e tirar com maior facilidade, numa hora tirou tudo e apontou pra buceta, onde entrou de uma vez, continuou bombando rápido e a Virginia começou a gemer e gritar.Assim, papai, me enfia tudoooooo,,oooo,, vou gozar..!Ao mesmo tempo, José começou a ofegar e, contraindo os músculos, gozou dentro da esposa. Tirou o pau molhado, que já começava a murchar, e o esperma começou a escorrer entre os lábios da buceta. Os pelos de Virginia estavam melados e grudados. Eu me retirei para o meu quarto para bater uma punheta. A descarga de porra me acalmou, e acabei dormindo pelado.
De manhã, acordei tarde. Quando senti a porta abrir, ela entrou com a mesma camisola curta, sem nada por baixo. Dava pra ver os bicos dos peitos e a moita de pelos através do tecido. Eu, pelado, tentei me cobrir. Ela sentou na cama do meu lado e disse:-“Tranquilo, o José e seus pais já foram, estamos sozinhos. O que achou da minha demonstração ontem à noite? Do que você gostou mais?”Respondi, -Espectacular, principalmente quando eu chupo sua buceta e depois você meteu tudo no cuzinho, gozou tudo! Não ficou inchado?
—De jeito nenhum, se quiser examinar, pode ficar à vontade.E aí ela tirou o pijama dela, tava toda pelada na minha cama, aquilo sim era felicidade de verdade.
Eu levantei com meu pau balançando e na hora Virginia pegou ele pela primeira vez com uma mão,
Ela disse,Esses irmãos são bem dotados.”, O pau terminou de endurecer entre as mãos dela, que apalpavam pela primeira vez a vara do cunhado dela;
Eu desci da cama e deitei ela de barriga pra cima, levantei as pernas dela até os joelhos tocarem os peitos dela e pude ver de perto a verdadeira razão pela qual meu irmão era tão apaixonado por ela, os lábios grossos cobertos de pelos que iam até o cu, era um templo pra adorar o amor, as nádegas gordas e sem nenhum sinal de celulite eram o complemento da bunda ideal, só dava pra pensar em entrar lá dentro e foi isso que me deu vontade, meu pau pedia uma entrada desesperada dentro da minha esquiva cunhada.
Coloquei saliva no meu dedo do meio, toquei com um dedo o cu dela que, com os pelinhos curtos ao redor, não mostrava sinais de maltrato, empurrei um pouco o dedo que deslizou entrando a primeira falange, parei esperando a reação da minha cunhada, mas diante do silêncio dela, continuei enfiando até o fundo,
Tirei o dedo e chupei, minha cunhada só me olhava, os lábios da buceta dela agora entreabertos estavam molhados, com as duas mãos eu os abri e um buraco enorme ficou diante dos meus olhos, finalmente via de perto uma buceta de verdade, enfiei um dedo na fenda dela e depois enfiei outro,
Me atrevi a dizer:- "Cunhada, me deixa agora provar com minha boca o gosto da sua buceta",
- "Tá bom, chupa mas só um pouquinho, pra você ver que eu também te agrado",Ela me respondeu.
Baixei meu rosto e o enterrei entre os pelos dela, minha língua pousou na entrada da buceta dela e lambi com vontade, o gosto dos sucos que escorriam me dava mais ânimo, mas pela minha óbvia falta de experiência, eu não conseguia fazer as coisas direito, então minha cunhada me disse:
—Vai com calma, vou te ensinar a comer buceta. Passa a língua devagar no grelinho e vai girando em volta dele, depois enfia a língua na minha buceta até onde conseguir e repete isso várias vezes, que eu te ajudo.Com as pernas bem encolhidas, ela mesma afastou os pelinhos crespos da entrada, abriu os lábios e apareceu o clitóris dela, que eu já conhecia, mas não sabia que podia crescer tanto. Estiquei a ponta da língua e comecei a lamber conforme ela mandava, minha cunhada começou a girar a bunda devagar e foi aumentando o ritmo. Eu lambia com gosto, e os fluidos dela encharcavam minha cara. Passei a língua pelo canal dela até chegar no cuzinho, chupei com vontade e voltei pra gruta peluda dela. Os gemidos dela foram subindo de tom e, de repente, ela me disse:Cunhado, não aguento mais, você vai ter que meter em mim, não tava nos planos, mas você tem uma pica que vale a pena, me fura, por favor.
— "Tem certeza que me autoriza a meter?—, falei surpreso com o pedido dela.Com certeza, preciso da sua pica dentro da minha buceta agora! Mas não goza dentro!Ela me respondeu.
Me levantei de entre as pernas dela e, segurando-a pelas coxas, coloquei os tornozelos dela nos meus ombros. A cabeça da minha pica ficou na frente dos lábios dela, eu os abri com meus dedos, e ela mesma, pegando no meu pau, foi enfiando ele nas entranhas dela. Tão molhada que minha vara estava, entrou de uma vez.- "Cunhado, você tá uma delícia, sinto seu pau mais fundo que o do José.Minha cunhada começou um movimento circular, onde eu via meu pau entrando e saindo da buceta dela. Eu, com uma mão, acariciava os biquinhos dela, que estavam durinhos. De repente, o pau saiu da buceta, e ela, apressada, pegou ele de novo e enfiou de volta. Nossos pelos se misturavam, e a entrada espumava com as nossas porra, molhando tudo. Eu continuei furando ela por dentro, até que, do nada, ela parou… Pensei: “Ela se arrependeu e me deixou na mão”. Mas ela se levantou e disse:-“Eu sei que o que você gosta em mim é a minha bunda, então aproveita, te autorizo a meter essa pica enorme no meu buraco, espero que saiba valorizar, assim também evito uma gravidez inesperada.”Ela se ajoelhou de quatro e, com as duas mãos, abriu bem as nádegas. Tava uma delícia de obscena, o cuzinho rosado tava molhado com os sucos dela e minha saliva. Ela enfiou um dedo no buraco e eu enfiei outro, nossos dois dedos entravam e saíam. Ela colocou mais um e eu imitei, foram quatro dedos entrando e saindo. O buraco dela já tava bem dilatado, pelo que ela me disse.- "É verdade que eu tô com essa buceta bem aberta, é a hora de você aproveitar, tô tão tesuda que queria que o Jorge estivesse aqui pra vocês dois me enfiarem pelos dois buracos, mete logo!Peguei meu pau na mão, coloquei a cabeça na entrada do cu e empurrei, a buraquinha dela se abriu, minha cabecinha entrou e meti o pau até o fundo, que nem um anel apertava gostoso, e tirei de novo. Finalmente tava dentro da minha cunhada! Meti e tirei de novo, repeti a enfiada agora sem segurar, o túnel dela engolia minha pica sem resistência, e quando eu tirava tudo, ficava um vazio no buraquinho dela, que eu enchia de novo com meu pedaço. Enfiei devagar e fundo, encostei meu peito nas costas dela e coloquei minhas mãos na buceta dela, sentindo os pelinhos enquanto massageava o clitóris com os dedos. As nádegas carnudas dela se esfregavam na minha virilha, o pistão saía e entrava, aproveitei como tinha imaginado nas minhas punhetas. Virgínia começou um movimento que parecia desenhar um 8 imaginário com a cintura, enquanto eu continuava esfregando o clitóris dela. Os gemidos dela começaram a subir de tom, a rotação da bunda dela acelerou e ela começou a gritar, o orgasmo dela tava chegando.-“Assim, assim….Me dá, me dá mais, Fernando, me fode assiiim…que pau tão gostoso!!, continua me dedando!!!!…”O orgasmo bateu tão forte que dava pra sentir as contrações dela, com uma mão na minha cintura ela me puxava pra eu entrar mais fundo no cu dela, eu também senti o meu gozo chegando, o clímax foi no ponto mais alto, meu esperma jorrou pra dentro do intestino dela, eu vibrei e meus pelos arrepiaram com aquele puta tesão, nunca imaginei essa emoção, jatos de porra agradecendo o prazer que aquele rabo me deu.
Quando tirei, ela se jogou de barriga pra cima, meu pau escorrendo gozo, ela pegou com a mão e espremeu, chupou os dedos saboreando meu sêmen, e me disse olhando nos meus olhos,Sabe, acho que não fui infiel ao Jorge porque tenho autorização dele pra dar uma trepada com você se eu quiser.
—"E como é isso?respondi,—"Lembra que as palavras exatas do José foram: 'Fernandito vai te acompanhar e cuidar de você quando eu não estiver, então retribui as atenções da melhor forma que puder'.E é exatamente o que acabei de fazer, ou você não tá bem servido?
Eu concordei totalmente com minha cunhada…
(Continua)
Os grandes lábios estavam meio molhados, e o clitóris dela aparecia entre os pelos,- “O que é isso?”, apontei para ela.
Ela baixou o olhar, afastou os pelos e abriu os lábios com as próprias mãos, apareceu a linguinha do clitóris dela. Enfiei meu dedo na fenda dela e toquei seu ponto sensível, e quando coloquei o dedo de volta na boca, senti aquele gosto novo. Continuei enfiando o dedo entre os lábios dela, entrando na rachadura, e chupei de novo. Quando ela, em silêncio, apontou o dedo indicador para mim, lembrando o que tinha dito, já mais no meu papel de consultor, levantei a calcinha dela de novo. Com confiança, virei ela, abri as nádegas, acariciei à vontade e coloquei o fio dental entre os glúteos dela.Acho que ela tá muito sem vergonha, dá pra ver que ela tá meio molhada, olha como ela me deixoudisse, mostrando minha rola pra ela,Ah, você só quer me ver só pra você, mas vou te dar atenção, vou experimentar o outro.Ela tirou a tanga e agora a buceta dela estava a 20 cm do meu rosto, dava pra sentir o cheiro da xereca dela. Sem pensar, agarrei as bundas dela e encostei minha boca nos pelos, o cheiro de buceta era típico. Apertei as nádegas dela e abri a boca, chupando os lábios peludos. Acho que pela surpresa ela não conseguiu reagir na hora, e eu passei minha língua na pepita inchada dela, sentindo aquele cheiro forte e gosto adocicado. De repente, com força mas em silêncio, ela me agarrou pelo cabelo e afastou bruscamente minha cara da boceta dela. Percebi a merda que tinha acabado de fazer, me levantei e saí do provador sem falar nada. Esperei a Virgínia sair. Quando ela veio pagar o vestido, tava toda séria e, de forma enérgica, disse:Vamos pra casa agora mesmo.Meu coração batia acelerado, pensando que a Virgínia ia me dedar pro José e pros meus pais por eu ter abusado da confiança. Voltamos em silêncio, mas antes de entrar em casa ela me disse:-“Fernando, eu te autorizei a me tocar, mas não a me beijar e, pra piorar, você enfiou a língua toda na minha buceta, por que fez isso? Você foi um amor comigo, mas isso não tá certo.”
Desculpa, Virgínia, é que eu tava com a sua buceta tão perto e adorei tanto o seu cheiro, e além disso queria conhecer bem o gosto do seu cu, igual o José fez ontem à noite, pensei que você podia me dar esse prazer.Ela argumentou,— Mas entende que José é meu marido e você é só meu cunhado, que a gente mal se conhece. Eu tentei te agradar deixando você me ver pelada e até me tocar, mas entende que não podemos ir além. Bom, mas não vamos dar tanta importância pra isso, já passou.O resto da noite foi aquele encontro familiar de sempre, meus pais foram pros quartos deles às 9 da noite e a gente viu TV até as 10, quando José foi pegar água na cozinha, a Virgínia sussurrou pra mim,- "Às 10:30 começa o show que te prometi.Eles se recolheram no quarto deles e eu fui atrás, fechando o meu quarto. Às 10:30 saí no corredor escuro e vi que a luz escapava por uma fresta da porta que minha cunhada tinha deixado pra eu ver. Espiei e percebi que a putaria já tinha começado: Virginia escarrapachada na cama, enquanto José, pelado, chupava a boceta peluda, enfiava e tirava dois dedos do cu dela enquanto o indicador entrava na buceta. Minha cunhada percebeu que eu já tinha chegado no ponto de observação e pediu pro marido dela:- "Papi, enfia mais dedos no meu cuJosé pegou o creme que tinha ao lado, passou um pouco no ânus e introduziu mais um dedo, depois tirou os três, deixando à mostra o cu dilatado se fechando devagar. Em seguida, juntou os quatro dedos em formato de cone e enfiou tudo até o fundo, ficou um tempo metendo e tirando os dedos.
Depois, Virgínia disse para José:meu amor, já tô pronta pra vocêMinha cunhada se levantou e colocou aquela rabuda enorme empinada, de um jeito que eu via tudo e o José ficava de costas pra porta. José, todo dedicado, enfiou a cabeça no buraco traseiro e aquele pedaço enorme foi sumindo centímetro por centímetro, o pau comprido e cheio de veias deslizou no túnel de trás até bater nas bolas. Pelo visto, as enculadas eram bem comuns entre eles. Ele começou a meter e tirar com maior facilidade, numa hora tirou tudo e apontou pra buceta, onde entrou de uma vez, continuou bombando rápido e a Virginia começou a gemer e gritar.Assim, papai, me enfia tudoooooo,,oooo,, vou gozar..!Ao mesmo tempo, José começou a ofegar e, contraindo os músculos, gozou dentro da esposa. Tirou o pau molhado, que já começava a murchar, e o esperma começou a escorrer entre os lábios da buceta. Os pelos de Virginia estavam melados e grudados. Eu me retirei para o meu quarto para bater uma punheta. A descarga de porra me acalmou, e acabei dormindo pelado.
De manhã, acordei tarde. Quando senti a porta abrir, ela entrou com a mesma camisola curta, sem nada por baixo. Dava pra ver os bicos dos peitos e a moita de pelos através do tecido. Eu, pelado, tentei me cobrir. Ela sentou na cama do meu lado e disse:-“Tranquilo, o José e seus pais já foram, estamos sozinhos. O que achou da minha demonstração ontem à noite? Do que você gostou mais?”Respondi, -Espectacular, principalmente quando eu chupo sua buceta e depois você meteu tudo no cuzinho, gozou tudo! Não ficou inchado?
—De jeito nenhum, se quiser examinar, pode ficar à vontade.E aí ela tirou o pijama dela, tava toda pelada na minha cama, aquilo sim era felicidade de verdade.
Eu levantei com meu pau balançando e na hora Virginia pegou ele pela primeira vez com uma mão,
Ela disse,Esses irmãos são bem dotados.”, O pau terminou de endurecer entre as mãos dela, que apalpavam pela primeira vez a vara do cunhado dela;
Eu desci da cama e deitei ela de barriga pra cima, levantei as pernas dela até os joelhos tocarem os peitos dela e pude ver de perto a verdadeira razão pela qual meu irmão era tão apaixonado por ela, os lábios grossos cobertos de pelos que iam até o cu, era um templo pra adorar o amor, as nádegas gordas e sem nenhum sinal de celulite eram o complemento da bunda ideal, só dava pra pensar em entrar lá dentro e foi isso que me deu vontade, meu pau pedia uma entrada desesperada dentro da minha esquiva cunhada.
Coloquei saliva no meu dedo do meio, toquei com um dedo o cu dela que, com os pelinhos curtos ao redor, não mostrava sinais de maltrato, empurrei um pouco o dedo que deslizou entrando a primeira falange, parei esperando a reação da minha cunhada, mas diante do silêncio dela, continuei enfiando até o fundo,
Tirei o dedo e chupei, minha cunhada só me olhava, os lábios da buceta dela agora entreabertos estavam molhados, com as duas mãos eu os abri e um buraco enorme ficou diante dos meus olhos, finalmente via de perto uma buceta de verdade, enfiei um dedo na fenda dela e depois enfiei outro,
Me atrevi a dizer:- "Cunhada, me deixa agora provar com minha boca o gosto da sua buceta",
- "Tá bom, chupa mas só um pouquinho, pra você ver que eu também te agrado",Ela me respondeu.
Baixei meu rosto e o enterrei entre os pelos dela, minha língua pousou na entrada da buceta dela e lambi com vontade, o gosto dos sucos que escorriam me dava mais ânimo, mas pela minha óbvia falta de experiência, eu não conseguia fazer as coisas direito, então minha cunhada me disse:
—Vai com calma, vou te ensinar a comer buceta. Passa a língua devagar no grelinho e vai girando em volta dele, depois enfia a língua na minha buceta até onde conseguir e repete isso várias vezes, que eu te ajudo.Com as pernas bem encolhidas, ela mesma afastou os pelinhos crespos da entrada, abriu os lábios e apareceu o clitóris dela, que eu já conhecia, mas não sabia que podia crescer tanto. Estiquei a ponta da língua e comecei a lamber conforme ela mandava, minha cunhada começou a girar a bunda devagar e foi aumentando o ritmo. Eu lambia com gosto, e os fluidos dela encharcavam minha cara. Passei a língua pelo canal dela até chegar no cuzinho, chupei com vontade e voltei pra gruta peluda dela. Os gemidos dela foram subindo de tom e, de repente, ela me disse:Cunhado, não aguento mais, você vai ter que meter em mim, não tava nos planos, mas você tem uma pica que vale a pena, me fura, por favor.
— "Tem certeza que me autoriza a meter?—, falei surpreso com o pedido dela.Com certeza, preciso da sua pica dentro da minha buceta agora! Mas não goza dentro!Ela me respondeu.
Me levantei de entre as pernas dela e, segurando-a pelas coxas, coloquei os tornozelos dela nos meus ombros. A cabeça da minha pica ficou na frente dos lábios dela, eu os abri com meus dedos, e ela mesma, pegando no meu pau, foi enfiando ele nas entranhas dela. Tão molhada que minha vara estava, entrou de uma vez.- "Cunhado, você tá uma delícia, sinto seu pau mais fundo que o do José.Minha cunhada começou um movimento circular, onde eu via meu pau entrando e saindo da buceta dela. Eu, com uma mão, acariciava os biquinhos dela, que estavam durinhos. De repente, o pau saiu da buceta, e ela, apressada, pegou ele de novo e enfiou de volta. Nossos pelos se misturavam, e a entrada espumava com as nossas porra, molhando tudo. Eu continuei furando ela por dentro, até que, do nada, ela parou… Pensei: “Ela se arrependeu e me deixou na mão”. Mas ela se levantou e disse:-“Eu sei que o que você gosta em mim é a minha bunda, então aproveita, te autorizo a meter essa pica enorme no meu buraco, espero que saiba valorizar, assim também evito uma gravidez inesperada.”Ela se ajoelhou de quatro e, com as duas mãos, abriu bem as nádegas. Tava uma delícia de obscena, o cuzinho rosado tava molhado com os sucos dela e minha saliva. Ela enfiou um dedo no buraco e eu enfiei outro, nossos dois dedos entravam e saíam. Ela colocou mais um e eu imitei, foram quatro dedos entrando e saindo. O buraco dela já tava bem dilatado, pelo que ela me disse.- "É verdade que eu tô com essa buceta bem aberta, é a hora de você aproveitar, tô tão tesuda que queria que o Jorge estivesse aqui pra vocês dois me enfiarem pelos dois buracos, mete logo!Peguei meu pau na mão, coloquei a cabeça na entrada do cu e empurrei, a buraquinha dela se abriu, minha cabecinha entrou e meti o pau até o fundo, que nem um anel apertava gostoso, e tirei de novo. Finalmente tava dentro da minha cunhada! Meti e tirei de novo, repeti a enfiada agora sem segurar, o túnel dela engolia minha pica sem resistência, e quando eu tirava tudo, ficava um vazio no buraquinho dela, que eu enchia de novo com meu pedaço. Enfiei devagar e fundo, encostei meu peito nas costas dela e coloquei minhas mãos na buceta dela, sentindo os pelinhos enquanto massageava o clitóris com os dedos. As nádegas carnudas dela se esfregavam na minha virilha, o pistão saía e entrava, aproveitei como tinha imaginado nas minhas punhetas. Virgínia começou um movimento que parecia desenhar um 8 imaginário com a cintura, enquanto eu continuava esfregando o clitóris dela. Os gemidos dela começaram a subir de tom, a rotação da bunda dela acelerou e ela começou a gritar, o orgasmo dela tava chegando.-“Assim, assim….Me dá, me dá mais, Fernando, me fode assiiim…que pau tão gostoso!!, continua me dedando!!!!…”O orgasmo bateu tão forte que dava pra sentir as contrações dela, com uma mão na minha cintura ela me puxava pra eu entrar mais fundo no cu dela, eu também senti o meu gozo chegando, o clímax foi no ponto mais alto, meu esperma jorrou pra dentro do intestino dela, eu vibrei e meus pelos arrepiaram com aquele puta tesão, nunca imaginei essa emoção, jatos de porra agradecendo o prazer que aquele rabo me deu.
Quando tirei, ela se jogou de barriga pra cima, meu pau escorrendo gozo, ela pegou com a mão e espremeu, chupou os dedos saboreando meu sêmen, e me disse olhando nos meus olhos,Sabe, acho que não fui infiel ao Jorge porque tenho autorização dele pra dar uma trepada com você se eu quiser.
—"E como é isso?respondi,—"Lembra que as palavras exatas do José foram: 'Fernandito vai te acompanhar e cuidar de você quando eu não estiver, então retribui as atenções da melhor forma que puder'.E é exatamente o que acabei de fazer, ou você não tá bem servido?
Eu concordei totalmente com minha cunhada…
(Continua)
19 comentários - Mi Cuñada Excepcional II
yo quiero una asi jajaja
muy buen relato, saludos!!
maravilloso relato