Quer ler a primeira parte?http://www.poringa.net/posts/relatos/1445140/Mauro,su-madre-y-su-hermana.html
Mauro, a mãe dele e a irmã
A iniciaçãoMirtha tinha voltado para a casa da mãe depois de um fracasso matrimonial que a deixou desiludida com os homens e com um filho de 6 meses. Sua mãe, Laura, a recebeu de braços abertos e foi a ajuda que a moça precisava em um momento tão infeliz de sua vida. Ela não aguentou dois anos de maus-tratos e decidiu que era melhor seguir sua vida sozinha, com seu filhinho. Aos 20 anos, carregava nos ombros um fracasso conjugal e a responsabilidade de alimentar e educar sua filha, mas sua mãe lhe deu o acolhimento que ela precisava, ajudando no cuidado da bebê enquanto Mirtha ia trabalhar. Sua solidão atual era preferível à vida de pancadas, maus-tratos e humilhações que foi seu casamento.
Tudo transcorria tranquilamente na casa materna, mas o clima se tornaria bruscamente tempestuoso com as desavenças entre seus progenitores, que finalmente desembocaram na partida de seu pai, deixando sua mãe na mesma situação da filha: sozinha e sem marido. Felizmente, naquela época, Mauro veio passar suas férias de inverno e sua presença ajudou a aliviar o ambiente de tristeza que reinava em casa. Os irmãos passavam tardes inteiras juntos, como nunca antes, já que havia quatro anos de diferença entre os dois. Até aquele ano, os irmãos tinham sido relativamente distantes, pois a diferença de idade que antes os separava irremediavelmente por diferenças de todo tipo agora começava a desaparecer com a maturidade de ambos. A situação de Mirtha pareceu ser o elemento catalisador que facilitou a aproximação, e a comunicação entre os dois irmãos se tornou cada vez mais estreita, sem que nenhum dos dois imaginasse até que ponto.
A beleza de Mirtha não passou despercebida por Mauro, e os encontros dos irmãos, para ele, começaram a ser oportunidades para espiar suas pernas, seus seios e deixar sua imaginação voar com situações eróticas em que ambos eram protagonistas, o que finalmente... terminava em masturbações solitárias no banheiro ou no quarto, dedicadas à sua linda irmã. Para o rapaz, tudo na vida se resumia a sexo e tudo girava em torno de satisfazer os enormes apetites que o invadiam, e sua irmã parecia um alvo lógico, sem que o laço familiar importasse. O fato de ela ser separada, de não ter parceiro, fazia com que ele pensasse que ela era uma mulher disposta ao sexo, o que aguçava sua imaginação com cenas que supunha poder realizar com ela, as quais invariavelmente terminavam em torrentes de sêmen que ele expelia no final das masturbações que fazia pensando na irmã.
Para Mirtha, por sua vez, a presença do irmão começou a mudar do confidente que era no início para o homem que estava ao seu lado e que obviamente a desejava. Ela havia percebido isso em mais de uma oportunidade. Até a surpresa inicial, quando o ouviu se masturbar no banheiro gemendo baixinho seu nome, deu lugar à curiosidade e ao desejo insatisfeito, fazendo com que ela também imaginasse transar com o irmão, o que a levou a recorrer à própria mão para se satisfazer na solidão do quarto.
Era evidente que as suposições de Mauro não estavam erradas, já que sua irmã sentia vontade de ter um homem, seu corpo pedia, e ele era o único próximo que poderia saciar os desejos insatisfeitos do corpo dela.
O desejo estava instalado na mente de Mirtha, que tinha certeza de que teria que ser ela a tomar a iniciativa, dada a inexperiência do irmão.
Uma tarde particularmente quente, ela foi ao quarto do irmão com o pretexto de pedir uma revista, mas com o firme propósito de que ele a possuísse. A mãe havia saído a tarde toda e o rapaz dormia placidamente. E ela desejava o irmão, agora mesmo, pois seu corpo já não aguentava de tanto desejo e tinha que se satisfazer de qualquer jeito.
Encontrou-o dormindo sobre a cama e ela o acordou. Ele se sentou rápido, como se adivinasse que algo importante estava para acontecer. Mirtha também se sentou, de frente para ele. Cruzou as pernas, mas teve cuidado de não mostrar nada por enquanto. A conversa girou em torno de assuntos familiares sem importância, até que ela decidiu pegar o touro pelos chifres.
- Desde quando você se masturba?
- Por que diz isso? Eu não faço isso.
- Não minta para mim, já te peguei várias vezes, no banheiro.
- Não...
- E também no seu quarto.
- Mas...
- E você usa meus biquínis que deixo para lavar.
- É que...
O garoto estava à beira do choro, então ela decidiu acalmá-lo para evitar que seus planos fossem frustrados.
- Não seja bobo, não estou brigando com você. Só estou perguntando por curiosidade.
- Bom...
- Vai, não seja teimoso, me diz quando começou a se masturbar.
- ... desde que cheguei de férias.
- Antes não?
- Você não estava.
- Mas você não fica excitado com outras garotas?
- Não se comparam com você.
- Obrigada, irmãozinho.
- É que é a verdade.
- E no que você pensa quando está fazendo isso?
- Em você.
- Sim, eu sei. Mas, o que você imagina fazendo comigo?
- Bom, penso nas suas pernas, nas suas coxas.
- Você gosta?
E enquanto perguntava, Mirtha abriu lentamente as pernas, mostrando ao irmãozinho suas coxas e, no final delas, um biquíni branco, cujo tecido cobria o pacote de sua buceta.
- Sim... Você é uma delícia.
- E no que mais você pensa?
- Na sua coisinha, quando cheiro seu biquíni.
- Você gosta de cheirar?
- É que imagino o cheiro da sua coisinha.
- Mmmmm.
Sem dizer uma palavra, Mirtha esticou as pernas, tirou o biquíni e o passou para o irmão.
- Toma, cheira.
- Mmmmm. Que gostoso.
- Isso te deixa excitado?
- Muito, muito.
- Então, faça na minha frente.
Mauro hesitou por alguns instantes, mas a situação era muito óbvia para ignorar, então ele se decidiu, abriu a braguilha e tirou sua ferramenta, que começou a massagear com força. A presença da irmã, o biquíni que ela Já tinha passado, foi demais para sua imaginação infantil e ele acabou mais cedo do que gostaria.
Você é muito brusco, irmão
Desculpa...
Tem jeitos mais delicados de fazer, mais gostoso
Mmmmm
Deixa eu te ensinar
E Mirtha tomou a ferramenta do irmão e começou a massageá-la suavemente, sem parar de olhar nos seus olhos. Mauro estava encantado com o trabalho da irmãzinha, que movia os dedos com delicadeza, pra cima e pra baixo no seu pedaço de carne, que pulsava de desejo. Ela aproximou a boca da cabeça do pau que tinha nas mãos e abriu os lábios como se fosse engolir, mas não fez. Foi uma sugestão do que pretendia fazer depois. Mas foi o suficiente para o pobre Mauro, que gozou de novo, dessa vez na mão da irmã mais velha.
Viu a diferença?
Tem razão, foi muito melhor
Agora me diz, você já fez isso alguma vez?
Não, nunca.
Gostaria de fazer?
Mas é claro
O problema é que você acaba muito rápido
Mas eu consigo me segurar
Vou te testar. Se passar, a gente faz juntos
Beleza, o que você quiser
Você vai beijar minha coisinha e me fazer gozar, mas sem você acabar
Tá
Ela abriu as pernas, expondo à vista do irmãozinho o belo espetáculo da mata de pelo e a bucetinha entre suas lindas coxas. Seu irmão se atirou desesperado entre as pernas de Mirtha e começou a chupar e beijar a vulva da irmãzinha, que se movia com maestria, agarrando a cabeça de Mauro para guiar seus movimentos. O garoto se agarrou nas suas nádegas e começou a bombear no túnel do amor dela, até que ela sentiu uma corrente de energia subir pelo corpo e se precipitar para fora em forma de um torrente de gozo, que inundou a boca de Mauro, que surpreso não soube fazer nada além de tentar engolir o que conseguisse.
Mirtha ficou mais que satisfeita com o trabalho do irmão e decidiu que era hora de experimentar sua ferramenta, então ela Ela fez sinal para que ele subisse em cima dela e, com a mão, agarrou o pedaço de carne, guiando-o até a entrada de sua gruta do amor, da qual ainda escorriam gotas do fluido que seu irmãozinho havia provocado.
Por favor, não goza muito rápido
Vou segurar o máximo possível
É que eu queria tanto sentir um pau dentro, que quero aproveitar muito
Ela colocou o pau na entrada e, instintivamente, seu irmão empurrou até alojá-lo completamente. A garota começou a se mover desesperada, abraçada ao irmão, que se movia com calma, segurando o desejo para que ela aproveitasse ao máximo, a ponto de colocar seus pensamentos em outra coisa, para não pensar no que estava fazendo, assim conseguindo adiar a chegada do instante feliz do orgasmo final. Ela se soltou completamente e, levantando as pernas sobre as costas do irmão, começou a cavalgá-lo com desespero, entre gritos de desejo e prazer.
Sim, mijito, sim
Toma, mijita, toma
Você é tão gostoso, mijito
Você gosta?
Siiiii, eu te queria tanto. Me come, me come.
Toma, mijita, toma
Você come gostoso, mijito. Me come
Sim, mijita gostosa, sim
Me mete, me mete mais, mijito gostoso.
Você sente, mijita?
Sim, gostoso, mijito. Aghhhhhhhhhhhh
Mirtha perdeu toda a compostura, levantou as pernas e, no meio de gemidos, gozou de maneira estrondosa, com gritos fortes que denunciavam o estado de agitação a que seu irmão a havia levado. Mauro estava feliz, pois havia conseguido fazê-la gozar antes que ele, então continuou se movendo com mais calma, tentando aproveitar plenamente cada entrada e saída. Sua irmã se recuperou logo e, encantada, comprovou que seu irmãozinho continuava metendo e tirando seu pau de dentro dela, então se dispôs de bom grado a acompanhá-lo.
Quer continuar?
Sim, mijita
Assim, meu amor, assim. Com calma.
Sente como entra e sai?
É uma delícia, mijita
Gosta de como estou fazendo?
Você faz gostoso, amor. Você come muito gostoso
Gosta de como te fodo? você?
Siiiiii. Você transa delicioso
Eu gosto de te comer, irmãzinha
Sim, irmãozinho, me come muito
Eu sou seu irmão que te come, irmãzinha
Sim, irmãozinho. E eu sou sua puta
Sim, puta gostosa. Minha irmãzinha puta
Sim, sua puta. Sua puta quente
Sim, puta quente. Minha irmãzinha quente. Minha puta
Aghhhhhhhhhhhhhhhhh
Mirtha não aguentou mais o tesão que a linguagem obscena estava causando nela e novamente presenteou seu irmão com um gozo, tão intenso quanto o primeiro, com as pernas para cima e com gritos descontrolados que denunciavam o nível de prazer que havia sentido nos braços de seu irmão que, completamente satisfeito com o que havia conseguido com sua irmãzinha, sentiu que sua hora havia chegado e seus movimentos se tornaram agora convulsivos, desesperados, em busca do tão desejado orgasmo.
Irmãzinha, agora é a minha vez
Sim, meu bem, goza dentro da sua irmãzinha, a puta
Sim, minha puta, rebola enquanto eu te como mais
Você gosta de como sua puta quente se mexe?
Sim, puta quente, puta, gostosa. Ayyyyyyyyyyy
Aghhhhhhhhhhhhh
E ambos ficaram deitados na cama, suados, abraçados e fundidos em um beijo apaixonado.
Depois de um tempo, já com a respiração normalizada, os irmãos se olharam, deram um beijo e desceram para a cozinha esperar sua mãe, que não demoraria a voltar.
-------------------
Terminada a confissão, Mauro olhou para sua mãe que, com os olhos vidrados pela excitação que o relato do filho lhe causara, quis saber mais.
Mas essa não foi a única vez que fizeram, imagino
Não mãe, esse foi apenas o começo
E ainda fazem?
E com quem mais você espera que a Mirtha se satisfaça, se não comigo?
Você tem razão. Ela está na mesma situação que eu.
Correto. E eu sou o homem certo para ajudar as duas.
O que você me contou me deixou muito excitada
Bem, é fácil dar um jeito nisso, não acha?
Mmmmm, e pelo visto sua ferramenta está pronta de novo Mãe, pra você eu sempre estou disponível
Mauro colocou sua mãe de quatro e abriu as pernas dela, posicionando-se atrás e colocando sua ferramenta na entrada da vulva materna. Agarrou os seios de Laura e empurrou, até que suas bolas bateram contra os glúteos dela. E começaram um movimento de entra e sai no qual ambos colocavam todo seu esforço.
Você é uma delícia, mãe
Continua, filhinho, continua. Mais
Toma, mãe, toma
Adoro como você faz, amor
Você é tão gostosa, mãe. Tão gostosa
Você também, meu filhinho. Me come, me come
Você gosta de palavrões também?
Sim, amor. Também sou sua putinha
Minha putinha, minha putinha gostosa
Siiiiiiiii, aghhhhhhhhhhh
Laura gozou enquanto Mauro continuava bombando dentro dela, agarrado aos seus seios, que apertava entre as mãos enquanto metia e tirava seu pau da vulva materna, enquanto a bunda de sua mãe se movia descontrolada, pra trás e pra frente, como se buscasse e fugisse do pedaço de carne que implacavelmente terminava alojado no túnel que a acolhia com prazer. Quando acabaram, em meio a gritos de profunda excitação, Mauro ficou deitado sobre o corpo de sua mãe, com seu pau ainda enterrado nela.
Essa noite foi intensa e longa para mãe e filho, mas ambos sabiam que havia algo que precisavam resolver: a situação com Mirtha. E foi Laura quem propôs a Mauro a possibilidade de compartilhá-lo entre as duas, depois que seu filho pediu que ela chupasse seu pau, o que ela fez com muito prazer, aplicando-se a dar a melhor chupada que já deu em sua vida.
Mas a proposta de Laura implicava que Mirtha descobrisse o que havia entre mãe e filho e aceitasse. E isso poderia abrir uma frente inédita em seus relacionamentos, o que Mauro captou imediatamente. E enquanto pedia à sua mãe que sentasse em cima dele e se deixasse cair sobre sua ferramenta, que aparecia desafiante, ele imaginava as possibilidades de um trio com a mãe e seus dois filhos.
Enquanto se agarrava aos seios maternos que ela subia e descia enquanto a buceta da Laura afundava no pau do filho para reaparecer, em movimentos cada vez mais descontrolados. Mauro pensou que não seria difícil fazer sua mãe aceitar participar de seus planos. Do que não tinha certeza era da reação da irmã, mas se conduzisse bem, como tinha feito até agora, acreditava que tudo poderia se desenrolar conforme seus desejos.
Quando terminaram e decidiram descansar pelo resto da noite, Mauro propôs à mãe que no domingo ela o deixasse a sós com Mirtha, para explicar tudo. Ela aceitou encantada, sem imaginar os planos que seu filho-amante tinha preparado para ela.Continua...
Mauro, a mãe dele e a irmã
A iniciaçãoMirtha tinha voltado para a casa da mãe depois de um fracasso matrimonial que a deixou desiludida com os homens e com um filho de 6 meses. Sua mãe, Laura, a recebeu de braços abertos e foi a ajuda que a moça precisava em um momento tão infeliz de sua vida. Ela não aguentou dois anos de maus-tratos e decidiu que era melhor seguir sua vida sozinha, com seu filhinho. Aos 20 anos, carregava nos ombros um fracasso conjugal e a responsabilidade de alimentar e educar sua filha, mas sua mãe lhe deu o acolhimento que ela precisava, ajudando no cuidado da bebê enquanto Mirtha ia trabalhar. Sua solidão atual era preferível à vida de pancadas, maus-tratos e humilhações que foi seu casamento.
Tudo transcorria tranquilamente na casa materna, mas o clima se tornaria bruscamente tempestuoso com as desavenças entre seus progenitores, que finalmente desembocaram na partida de seu pai, deixando sua mãe na mesma situação da filha: sozinha e sem marido. Felizmente, naquela época, Mauro veio passar suas férias de inverno e sua presença ajudou a aliviar o ambiente de tristeza que reinava em casa. Os irmãos passavam tardes inteiras juntos, como nunca antes, já que havia quatro anos de diferença entre os dois. Até aquele ano, os irmãos tinham sido relativamente distantes, pois a diferença de idade que antes os separava irremediavelmente por diferenças de todo tipo agora começava a desaparecer com a maturidade de ambos. A situação de Mirtha pareceu ser o elemento catalisador que facilitou a aproximação, e a comunicação entre os dois irmãos se tornou cada vez mais estreita, sem que nenhum dos dois imaginasse até que ponto.
A beleza de Mirtha não passou despercebida por Mauro, e os encontros dos irmãos, para ele, começaram a ser oportunidades para espiar suas pernas, seus seios e deixar sua imaginação voar com situações eróticas em que ambos eram protagonistas, o que finalmente... terminava em masturbações solitárias no banheiro ou no quarto, dedicadas à sua linda irmã. Para o rapaz, tudo na vida se resumia a sexo e tudo girava em torno de satisfazer os enormes apetites que o invadiam, e sua irmã parecia um alvo lógico, sem que o laço familiar importasse. O fato de ela ser separada, de não ter parceiro, fazia com que ele pensasse que ela era uma mulher disposta ao sexo, o que aguçava sua imaginação com cenas que supunha poder realizar com ela, as quais invariavelmente terminavam em torrentes de sêmen que ele expelia no final das masturbações que fazia pensando na irmã.
Para Mirtha, por sua vez, a presença do irmão começou a mudar do confidente que era no início para o homem que estava ao seu lado e que obviamente a desejava. Ela havia percebido isso em mais de uma oportunidade. Até a surpresa inicial, quando o ouviu se masturbar no banheiro gemendo baixinho seu nome, deu lugar à curiosidade e ao desejo insatisfeito, fazendo com que ela também imaginasse transar com o irmão, o que a levou a recorrer à própria mão para se satisfazer na solidão do quarto.
Era evidente que as suposições de Mauro não estavam erradas, já que sua irmã sentia vontade de ter um homem, seu corpo pedia, e ele era o único próximo que poderia saciar os desejos insatisfeitos do corpo dela.
O desejo estava instalado na mente de Mirtha, que tinha certeza de que teria que ser ela a tomar a iniciativa, dada a inexperiência do irmão.
Uma tarde particularmente quente, ela foi ao quarto do irmão com o pretexto de pedir uma revista, mas com o firme propósito de que ele a possuísse. A mãe havia saído a tarde toda e o rapaz dormia placidamente. E ela desejava o irmão, agora mesmo, pois seu corpo já não aguentava de tanto desejo e tinha que se satisfazer de qualquer jeito.
Encontrou-o dormindo sobre a cama e ela o acordou. Ele se sentou rápido, como se adivinasse que algo importante estava para acontecer. Mirtha também se sentou, de frente para ele. Cruzou as pernas, mas teve cuidado de não mostrar nada por enquanto. A conversa girou em torno de assuntos familiares sem importância, até que ela decidiu pegar o touro pelos chifres.
- Desde quando você se masturba?
- Por que diz isso? Eu não faço isso.
- Não minta para mim, já te peguei várias vezes, no banheiro.
- Não...
- E também no seu quarto.
- Mas...
- E você usa meus biquínis que deixo para lavar.
- É que...
O garoto estava à beira do choro, então ela decidiu acalmá-lo para evitar que seus planos fossem frustrados.
- Não seja bobo, não estou brigando com você. Só estou perguntando por curiosidade.
- Bom...
- Vai, não seja teimoso, me diz quando começou a se masturbar.
- ... desde que cheguei de férias.
- Antes não?
- Você não estava.
- Mas você não fica excitado com outras garotas?
- Não se comparam com você.
- Obrigada, irmãozinho.
- É que é a verdade.
- E no que você pensa quando está fazendo isso?
- Em você.
- Sim, eu sei. Mas, o que você imagina fazendo comigo?
- Bom, penso nas suas pernas, nas suas coxas.
- Você gosta?
E enquanto perguntava, Mirtha abriu lentamente as pernas, mostrando ao irmãozinho suas coxas e, no final delas, um biquíni branco, cujo tecido cobria o pacote de sua buceta.
- Sim... Você é uma delícia.
- E no que mais você pensa?
- Na sua coisinha, quando cheiro seu biquíni.
- Você gosta de cheirar?
- É que imagino o cheiro da sua coisinha.
- Mmmmm.
Sem dizer uma palavra, Mirtha esticou as pernas, tirou o biquíni e o passou para o irmão.
- Toma, cheira.
- Mmmmm. Que gostoso.
- Isso te deixa excitado?
- Muito, muito.
- Então, faça na minha frente.
Mauro hesitou por alguns instantes, mas a situação era muito óbvia para ignorar, então ele se decidiu, abriu a braguilha e tirou sua ferramenta, que começou a massagear com força. A presença da irmã, o biquíni que ela Já tinha passado, foi demais para sua imaginação infantil e ele acabou mais cedo do que gostaria.
Você é muito brusco, irmão
Desculpa...
Tem jeitos mais delicados de fazer, mais gostoso
Mmmmm
Deixa eu te ensinar
E Mirtha tomou a ferramenta do irmão e começou a massageá-la suavemente, sem parar de olhar nos seus olhos. Mauro estava encantado com o trabalho da irmãzinha, que movia os dedos com delicadeza, pra cima e pra baixo no seu pedaço de carne, que pulsava de desejo. Ela aproximou a boca da cabeça do pau que tinha nas mãos e abriu os lábios como se fosse engolir, mas não fez. Foi uma sugestão do que pretendia fazer depois. Mas foi o suficiente para o pobre Mauro, que gozou de novo, dessa vez na mão da irmã mais velha.
Viu a diferença?
Tem razão, foi muito melhor
Agora me diz, você já fez isso alguma vez?
Não, nunca.
Gostaria de fazer?
Mas é claro
O problema é que você acaba muito rápido
Mas eu consigo me segurar
Vou te testar. Se passar, a gente faz juntos
Beleza, o que você quiser
Você vai beijar minha coisinha e me fazer gozar, mas sem você acabar
Tá
Ela abriu as pernas, expondo à vista do irmãozinho o belo espetáculo da mata de pelo e a bucetinha entre suas lindas coxas. Seu irmão se atirou desesperado entre as pernas de Mirtha e começou a chupar e beijar a vulva da irmãzinha, que se movia com maestria, agarrando a cabeça de Mauro para guiar seus movimentos. O garoto se agarrou nas suas nádegas e começou a bombear no túnel do amor dela, até que ela sentiu uma corrente de energia subir pelo corpo e se precipitar para fora em forma de um torrente de gozo, que inundou a boca de Mauro, que surpreso não soube fazer nada além de tentar engolir o que conseguisse.
Mirtha ficou mais que satisfeita com o trabalho do irmão e decidiu que era hora de experimentar sua ferramenta, então ela Ela fez sinal para que ele subisse em cima dela e, com a mão, agarrou o pedaço de carne, guiando-o até a entrada de sua gruta do amor, da qual ainda escorriam gotas do fluido que seu irmãozinho havia provocado.
Por favor, não goza muito rápido
Vou segurar o máximo possível
É que eu queria tanto sentir um pau dentro, que quero aproveitar muito
Ela colocou o pau na entrada e, instintivamente, seu irmão empurrou até alojá-lo completamente. A garota começou a se mover desesperada, abraçada ao irmão, que se movia com calma, segurando o desejo para que ela aproveitasse ao máximo, a ponto de colocar seus pensamentos em outra coisa, para não pensar no que estava fazendo, assim conseguindo adiar a chegada do instante feliz do orgasmo final. Ela se soltou completamente e, levantando as pernas sobre as costas do irmão, começou a cavalgá-lo com desespero, entre gritos de desejo e prazer.
Sim, mijito, sim
Toma, mijita, toma
Você é tão gostoso, mijito
Você gosta?
Siiiii, eu te queria tanto. Me come, me come.
Toma, mijita, toma
Você come gostoso, mijito. Me come
Sim, mijita gostosa, sim
Me mete, me mete mais, mijito gostoso.
Você sente, mijita?
Sim, gostoso, mijito. Aghhhhhhhhhhhh
Mirtha perdeu toda a compostura, levantou as pernas e, no meio de gemidos, gozou de maneira estrondosa, com gritos fortes que denunciavam o estado de agitação a que seu irmão a havia levado. Mauro estava feliz, pois havia conseguido fazê-la gozar antes que ele, então continuou se movendo com mais calma, tentando aproveitar plenamente cada entrada e saída. Sua irmã se recuperou logo e, encantada, comprovou que seu irmãozinho continuava metendo e tirando seu pau de dentro dela, então se dispôs de bom grado a acompanhá-lo.
Quer continuar?
Sim, mijita
Assim, meu amor, assim. Com calma.
Sente como entra e sai?
É uma delícia, mijita
Gosta de como estou fazendo?
Você faz gostoso, amor. Você come muito gostoso
Gosta de como te fodo? você?
Siiiiii. Você transa delicioso
Eu gosto de te comer, irmãzinha
Sim, irmãozinho, me come muito
Eu sou seu irmão que te come, irmãzinha
Sim, irmãozinho. E eu sou sua puta
Sim, puta gostosa. Minha irmãzinha puta
Sim, sua puta. Sua puta quente
Sim, puta quente. Minha irmãzinha quente. Minha puta
Aghhhhhhhhhhhhhhhhh
Mirtha não aguentou mais o tesão que a linguagem obscena estava causando nela e novamente presenteou seu irmão com um gozo, tão intenso quanto o primeiro, com as pernas para cima e com gritos descontrolados que denunciavam o nível de prazer que havia sentido nos braços de seu irmão que, completamente satisfeito com o que havia conseguido com sua irmãzinha, sentiu que sua hora havia chegado e seus movimentos se tornaram agora convulsivos, desesperados, em busca do tão desejado orgasmo.
Irmãzinha, agora é a minha vez
Sim, meu bem, goza dentro da sua irmãzinha, a puta
Sim, minha puta, rebola enquanto eu te como mais
Você gosta de como sua puta quente se mexe?
Sim, puta quente, puta, gostosa. Ayyyyyyyyyyy
Aghhhhhhhhhhhhh
E ambos ficaram deitados na cama, suados, abraçados e fundidos em um beijo apaixonado.
Depois de um tempo, já com a respiração normalizada, os irmãos se olharam, deram um beijo e desceram para a cozinha esperar sua mãe, que não demoraria a voltar.
-------------------
Terminada a confissão, Mauro olhou para sua mãe que, com os olhos vidrados pela excitação que o relato do filho lhe causara, quis saber mais.
Mas essa não foi a única vez que fizeram, imagino
Não mãe, esse foi apenas o começo
E ainda fazem?
E com quem mais você espera que a Mirtha se satisfaça, se não comigo?
Você tem razão. Ela está na mesma situação que eu.
Correto. E eu sou o homem certo para ajudar as duas.
O que você me contou me deixou muito excitada
Bem, é fácil dar um jeito nisso, não acha?
Mmmmm, e pelo visto sua ferramenta está pronta de novo Mãe, pra você eu sempre estou disponível
Mauro colocou sua mãe de quatro e abriu as pernas dela, posicionando-se atrás e colocando sua ferramenta na entrada da vulva materna. Agarrou os seios de Laura e empurrou, até que suas bolas bateram contra os glúteos dela. E começaram um movimento de entra e sai no qual ambos colocavam todo seu esforço.
Você é uma delícia, mãe
Continua, filhinho, continua. Mais
Toma, mãe, toma
Adoro como você faz, amor
Você é tão gostosa, mãe. Tão gostosa
Você também, meu filhinho. Me come, me come
Você gosta de palavrões também?
Sim, amor. Também sou sua putinha
Minha putinha, minha putinha gostosa
Siiiiiiiii, aghhhhhhhhhhh
Laura gozou enquanto Mauro continuava bombando dentro dela, agarrado aos seus seios, que apertava entre as mãos enquanto metia e tirava seu pau da vulva materna, enquanto a bunda de sua mãe se movia descontrolada, pra trás e pra frente, como se buscasse e fugisse do pedaço de carne que implacavelmente terminava alojado no túnel que a acolhia com prazer. Quando acabaram, em meio a gritos de profunda excitação, Mauro ficou deitado sobre o corpo de sua mãe, com seu pau ainda enterrado nela.
Essa noite foi intensa e longa para mãe e filho, mas ambos sabiam que havia algo que precisavam resolver: a situação com Mirtha. E foi Laura quem propôs a Mauro a possibilidade de compartilhá-lo entre as duas, depois que seu filho pediu que ela chupasse seu pau, o que ela fez com muito prazer, aplicando-se a dar a melhor chupada que já deu em sua vida.
Mas a proposta de Laura implicava que Mirtha descobrisse o que havia entre mãe e filho e aceitasse. E isso poderia abrir uma frente inédita em seus relacionamentos, o que Mauro captou imediatamente. E enquanto pedia à sua mãe que sentasse em cima dele e se deixasse cair sobre sua ferramenta, que aparecia desafiante, ele imaginava as possibilidades de um trio com a mãe e seus dois filhos.
Enquanto se agarrava aos seios maternos que ela subia e descia enquanto a buceta da Laura afundava no pau do filho para reaparecer, em movimentos cada vez mais descontrolados. Mauro pensou que não seria difícil fazer sua mãe aceitar participar de seus planos. Do que não tinha certeza era da reação da irmã, mas se conduzisse bem, como tinha feito até agora, acreditava que tudo poderia se desenrolar conforme seus desejos.
Quando terminaram e decidiram descansar pelo resto da noite, Mauro propôs à mãe que no domingo ela o deixasse a sós com Mirtha, para explicar tudo. Ela aceitou encantada, sem imaginar os planos que seu filho-amante tinha preparado para ela.Continua...
7 comentários - Mauro, a Mãe e a Irmã
porque megustarin muho los dos post 🤤 🤤