Que você fique comigo
Eu estou fazendo o quê?... Bom, estou na computadora fazendo não sei o quê
Só tentando passar o tempo, tentando memorizar os cores, as formas, oh Deus, são tantas coisas que um pode chegar a ver, t...-tanto que ver, além de estar recordando o que aconteceu uma semana atrás, um dia como hoje…….
Aproximo-me e sem poder mais beijo-a, saboreando por fim o que sempre ansiava
Como eu amo esses lábios, e o melhor é que também está me respondendo, mas de repente sinto algo um pouco estranho, sei que algo está acontecendo, então me separo, não acredito, vejo-a chorando, não sei o que está lhe acontecendo
-Peço desculpas - é o único que consigo dizer
-Não é isso - diz com sua voz preciosa – é que nunca pensei que chegaria a
Pasar isso, pensei que nunca se tornaria realidade novamente…pensei que você não mais me lembraria.
Uma alegria invade-me que não posso disfarçar, e de repente se aproxima e me diz
-não imagina o quanto eu……
-Fer!!!! Despierte-se de uma vez... já pare de dormir- diz minha mãe
-Que estou acordando, ma!!!
Que merda… é domingo e tenho que levantar às 7:30 da manhã... SETE E MEIA DA MANHÃ!!!!
E se perguntam por quê, o que acontece é que hoje tenho outra consulta com o doutor (que se joda o doutor, eu não vou)…não sinto um dor tremendo na cabeça.
-Vale, vale, já estou me levantando - digo referindo-me à minha cabeça
Busco meus óculos na mesa de noite, que estranho... não os encontro
Estou para parar quando ouço um CRACK -ou não- digo a mim mesma
Preocupada, tento ver o que rompi – uffff - menos mal, apenas eram as lentes do meu primo (não sou má, não era de verdade são esses de plástico é que agora está com a ideia de que quer ser estrela de rock, jaja, enfim vou comprar outro)
Mas que raiva justamente me despertam quando estava no melhor de meu sono, enfim começo a me arrumar para a dita consulta…
Já no consultório, ouço que meu pai está Falei com o doutor sobre o que me está acontecendo, sobre esses dores de cabeça insuportáveis, e o doutor nos diz: Tenho medo de que seja apenas possível fazer um transplante ocular, os olhos que tem podem continuar usando-os, mas apenas por um tempo muito limitado, pois se continuar com os mesmos é muito provável que perca a vista, embora não possamos garantir nada, mas pelo menos os dores desaparecerão.
Não posso acreditar no que estou ouvindo... Estou em choque...
...Vou perder meus olhos... Meus olhos!... Embora seja melhor, pode ser que já não veja mais nada, absolutamente... NADA.
E assim é como chego agora, a esses momentos em que penso sobre tudo, sem minha vista não poderia fazer nada, nada do que eu adoro como
Ler, ler até não poder mais; tocar o piano, tocar até não poder sentir meus dedos sobre suas teclas brancas e pretas, apenas sentir a música entre meus dedos (me arrependo de não poder tocar sem ver as teclas) enfim, já não poderei ser eu mesma, não poderei ser eu.
Saio para o balcão, começo a olhar tudo ao meu redor, tentando memorizar esses dichosos colores, tudo que se pode ver é algo incrível e você não se cansa de ver pois mesmo que creia ter visto tudo, a verdade é que não viu nem a milésima parte do que existe, não viu nada ainda...
Temo esquecer tudo isso, terno esquecer o rosto dos meus pais, familiares, amigos, conhecidos, terno esquecer-me como sou, mas sobre tudo terno esquecê-la... Terno esquecer essa sonrisa que tanto me encanta, esses olhos castanhos tão profundos que não me canso de observá-los, essa forma fina de caminhar e esse corpo fino que tem, cabelos marrons que cada dia têm um novo penteado, labios tão suaves e rosados, o que mais terno é... -é esquecê-la...
Cada vez que saio para o balcão, a vejo indo em direção a algum lugar (maldita a hora em que vive ao meu lado) e à noite a vejo quando sai com seus amigos, com essa roupa ceñida ao seu corpo, que não deixa Muito para a imaginação (não sou pervertido!) às vezes fico acordada esperando-a, um pouco escondida para que não me veja e noto que já são várias as vezes em que momentos antes de ela entrar em sua casa, volta para meu balcón, será que alguma vez me descobriu?; mas por sobre tudo lembro-me de uma data muito importante... umm… o dia do seu aniversário...
Algo me desperta não sei o quê é mas sei que vem de fora, são 2 da madrugada, me levanto vou para meu balcón mas me tropeço com algo maldigo a esse algo porque já no chão a vejo em sua porta olhando para meu balcón
-Pe...-Perdóo é que ha...-habia escutado um sôni...-nido e queria ver o quê...-quê era – disse tiritando de frio embora mais de vergonha já que estava jogada no chão
-Ohh... Lamento se te despertei é que acabo de chegar, saí cedo hoje da festa, como não tinha muitas vontades e me esqueci das minhas chaves de casa...
Da Festa?? Pergunto-me o que festa estará falando...
Ohhhhhhhhhhh como não me pude lembrar se hoje era seu aniversário
-Por cierto fe...-feliz cu...-cumpleaños, Cla...audia – foi o que disse
-Oh graças, não pensei que soubesses mas te agradeço muito
Meus olhos ruborizaram mas ao ver como sorriu pude notar que estava feliz...
Mas ainda seguia o problema de que não podia entrar e foi quando me lembrei que seus pais estavam de viagem de trabalho... ambos!(que mal deixam sua filha sozinha no seu aniversário, mas nem modo), assim com toda a valentia que eu tinha perguntei se queria poder passar a noite em minha casa, ao que ela aceitou e foi então quando me senti algo estranha e me dei conta que dormiria com a pessoa que eu amo, a quem sempre quis ter ao meu lado, mas poderia aguentar uma noite estar ao seu lado sem tocá-la... não acredito, embora tenha de tentar... joder o que podia fazer, não a podia deixar sozinha na rua, nãoooo isso não. Vejo como sube para meu balcón, assim como Romeo subia pelo de Julieta .. Basta!!! -Deixa de pensar em Isso-me digo a mim mesma. -Espero não incomodarte – me diz -Não há problema – se está quitando a roupa e ao final se fica apenas com interiores -blema, não há problema -Peço desculpas, mas poderias emprestar um pijama? -Claro- foi o único que pude articular -Umm...não te incomodaria se dormisse no seu quarto?- digo, mas noto que a diz um pouco timidamente. -Estaria bem – já estava prestes a dizer-lhe que ia dormir no quarto de hóspedes Se mete na cama, não sem antes notar que pôs uma sonrisa ao ouvir minha resposta, mas ainda a noto triste. -Obrigado por tudo, você não sabe como me ajudou -Não te deixaria sozinha e menos no seu aniversário- digo com uma sonrisa. -Bem, obrigado de todas formas Vejo que se queda dormida, Deus que linda é, se vê tão tranquila quase como um anjo, digo quase porque de repente vejo que algo perturba seus sonhos, está como assustada, sinto que tem medo, medo de que? ... mas nisso para mim descontento caio nos braços de Morfeu, sinto que sono com ela, a estou abraçando, me beija e me diz que não vá embora do seu lado...mas nisso me desperto e vejo que não era do todo um sonho, a estou abraçando, assim é que estou abraçando, não sei como cheguei a estar assim, tenho medo de que me descubra, então tento sacar meu braço mas não posso, noto que algo não me permite fazer isso, e logo me dou conta de que não posso, pois tínhamos as mãos entrelaçadas. Nisso escuto um susurro: -Não me deixes – é o último que ouço -Jamás...- digo, e me atrevo a dar-lhe um pequeno e tímido beijo sobre seu pescoço. Me parece ter ouvido um muito leve gemido, antes de ela se queda dormida. Eu por minha parte também me quedo dormida, novamente, não sem antes pensar em essas três palavras que me fazem sentir que também sou importante para ela, ou talvez se o disse à pessoa com quem estava sonhando...espero que não. Ao levantar-me, dou-me conta de que já não estava ao meu lado, haverá Fui quemado pelo que havia sonhado?, não creo, foi tão real para mim... nisso vejo uma pequena nota na minha mesa que diz:
Obrigada por me ajudar com o que fizemos ontem, te debo uma.
E essa nota fez-me dar conta de que não havia sido um sonho, não pude estar mais feliz aquele dia e tudo graças a ela. Mas sinto algo diferente em mim... sinto um sabor nos meus lábios que não é apenas meu... se não for da outra pessoa - tenho de estar imaginando coisas novamente - digo a mim mesma.
Continuare...?
------------------------------
Nota:
Essa é a primeira vez que escrevo algo... para ser sincera, comecei há um tempo longo e por isso o deixei também (só cheguei a escrever como 12 páginas), estou planejando continuar mas talvez não chame atenção ou simplesmente careça daquilo que atrai alguém para uma leitura, devem saber que ainda estou no colégio mas isso não me impede de não poder escrever este tipo de leituras, apenas queria relatar algo embora não seja inteiramente verdadeiro nem inteiramente falso também.
Bom, espero todos os tipos de comentários (críticos, des/aprovadorios) e desejo que não me julguem pela minha idade mas como alguém que só quer relatar uma história), e de acordo com isso ver se seria bom continuar ou apenas deixar estar, pois isso é apenas um introdutório para o que vem.
PS: Talvez eu não tenha experiência, como talvez sim, disso já se verá na forma como continuarei este relato, bem... isso se vocês desejarem que eu continue.
Até então..=)
Eu estou fazendo o quê?... Bom, estou na computadora fazendo não sei o quê
Só tentando passar o tempo, tentando memorizar os cores, as formas, oh Deus, são tantas coisas que um pode chegar a ver, t...-tanto que ver, além de estar recordando o que aconteceu uma semana atrás, um dia como hoje…….
Aproximo-me e sem poder mais beijo-a, saboreando por fim o que sempre ansiava
Como eu amo esses lábios, e o melhor é que também está me respondendo, mas de repente sinto algo um pouco estranho, sei que algo está acontecendo, então me separo, não acredito, vejo-a chorando, não sei o que está lhe acontecendo
-Peço desculpas - é o único que consigo dizer
-Não é isso - diz com sua voz preciosa – é que nunca pensei que chegaria a
Pasar isso, pensei que nunca se tornaria realidade novamente…pensei que você não mais me lembraria.
Uma alegria invade-me que não posso disfarçar, e de repente se aproxima e me diz
-não imagina o quanto eu……
-Fer!!!! Despierte-se de uma vez... já pare de dormir- diz minha mãe
-Que estou acordando, ma!!!
Que merda… é domingo e tenho que levantar às 7:30 da manhã... SETE E MEIA DA MANHÃ!!!!
E se perguntam por quê, o que acontece é que hoje tenho outra consulta com o doutor (que se joda o doutor, eu não vou)…não sinto um dor tremendo na cabeça.
-Vale, vale, já estou me levantando - digo referindo-me à minha cabeça
Busco meus óculos na mesa de noite, que estranho... não os encontro
Estou para parar quando ouço um CRACK -ou não- digo a mim mesma
Preocupada, tento ver o que rompi – uffff - menos mal, apenas eram as lentes do meu primo (não sou má, não era de verdade são esses de plástico é que agora está com a ideia de que quer ser estrela de rock, jaja, enfim vou comprar outro)
Mas que raiva justamente me despertam quando estava no melhor de meu sono, enfim começo a me arrumar para a dita consulta…
Já no consultório, ouço que meu pai está Falei com o doutor sobre o que me está acontecendo, sobre esses dores de cabeça insuportáveis, e o doutor nos diz: Tenho medo de que seja apenas possível fazer um transplante ocular, os olhos que tem podem continuar usando-os, mas apenas por um tempo muito limitado, pois se continuar com os mesmos é muito provável que perca a vista, embora não possamos garantir nada, mas pelo menos os dores desaparecerão.
Não posso acreditar no que estou ouvindo... Estou em choque...
...Vou perder meus olhos... Meus olhos!... Embora seja melhor, pode ser que já não veja mais nada, absolutamente... NADA.
E assim é como chego agora, a esses momentos em que penso sobre tudo, sem minha vista não poderia fazer nada, nada do que eu adoro como
Ler, ler até não poder mais; tocar o piano, tocar até não poder sentir meus dedos sobre suas teclas brancas e pretas, apenas sentir a música entre meus dedos (me arrependo de não poder tocar sem ver as teclas) enfim, já não poderei ser eu mesma, não poderei ser eu.
Saio para o balcão, começo a olhar tudo ao meu redor, tentando memorizar esses dichosos colores, tudo que se pode ver é algo incrível e você não se cansa de ver pois mesmo que creia ter visto tudo, a verdade é que não viu nem a milésima parte do que existe, não viu nada ainda...
Temo esquecer tudo isso, terno esquecer o rosto dos meus pais, familiares, amigos, conhecidos, terno esquecer-me como sou, mas sobre tudo terno esquecê-la... Terno esquecer essa sonrisa que tanto me encanta, esses olhos castanhos tão profundos que não me canso de observá-los, essa forma fina de caminhar e esse corpo fino que tem, cabelos marrons que cada dia têm um novo penteado, labios tão suaves e rosados, o que mais terno é... -é esquecê-la...
Cada vez que saio para o balcão, a vejo indo em direção a algum lugar (maldita a hora em que vive ao meu lado) e à noite a vejo quando sai com seus amigos, com essa roupa ceñida ao seu corpo, que não deixa Muito para a imaginação (não sou pervertido!) às vezes fico acordada esperando-a, um pouco escondida para que não me veja e noto que já são várias as vezes em que momentos antes de ela entrar em sua casa, volta para meu balcón, será que alguma vez me descobriu?; mas por sobre tudo lembro-me de uma data muito importante... umm… o dia do seu aniversário...
Algo me desperta não sei o quê é mas sei que vem de fora, são 2 da madrugada, me levanto vou para meu balcón mas me tropeço com algo maldigo a esse algo porque já no chão a vejo em sua porta olhando para meu balcón
-Pe...-Perdóo é que ha...-habia escutado um sôni...-nido e queria ver o quê...-quê era – disse tiritando de frio embora mais de vergonha já que estava jogada no chão
-Ohh... Lamento se te despertei é que acabo de chegar, saí cedo hoje da festa, como não tinha muitas vontades e me esqueci das minhas chaves de casa...
Da Festa?? Pergunto-me o que festa estará falando...
Ohhhhhhhhhhh como não me pude lembrar se hoje era seu aniversário
-Por cierto fe...-feliz cu...-cumpleaños, Cla...audia – foi o que disse
-Oh graças, não pensei que soubesses mas te agradeço muito
Meus olhos ruborizaram mas ao ver como sorriu pude notar que estava feliz...
Mas ainda seguia o problema de que não podia entrar e foi quando me lembrei que seus pais estavam de viagem de trabalho... ambos!(que mal deixam sua filha sozinha no seu aniversário, mas nem modo), assim com toda a valentia que eu tinha perguntei se queria poder passar a noite em minha casa, ao que ela aceitou e foi então quando me senti algo estranha e me dei conta que dormiria com a pessoa que eu amo, a quem sempre quis ter ao meu lado, mas poderia aguentar uma noite estar ao seu lado sem tocá-la... não acredito, embora tenha de tentar... joder o que podia fazer, não a podia deixar sozinha na rua, nãoooo isso não. Vejo como sube para meu balcón, assim como Romeo subia pelo de Julieta .. Basta!!! -Deixa de pensar em Isso-me digo a mim mesma. -Espero não incomodarte – me diz -Não há problema – se está quitando a roupa e ao final se fica apenas com interiores -blema, não há problema -Peço desculpas, mas poderias emprestar um pijama? -Claro- foi o único que pude articular -Umm...não te incomodaria se dormisse no seu quarto?- digo, mas noto que a diz um pouco timidamente. -Estaria bem – já estava prestes a dizer-lhe que ia dormir no quarto de hóspedes Se mete na cama, não sem antes notar que pôs uma sonrisa ao ouvir minha resposta, mas ainda a noto triste. -Obrigado por tudo, você não sabe como me ajudou -Não te deixaria sozinha e menos no seu aniversário- digo com uma sonrisa. -Bem, obrigado de todas formas Vejo que se queda dormida, Deus que linda é, se vê tão tranquila quase como um anjo, digo quase porque de repente vejo que algo perturba seus sonhos, está como assustada, sinto que tem medo, medo de que? ... mas nisso para mim descontento caio nos braços de Morfeu, sinto que sono com ela, a estou abraçando, me beija e me diz que não vá embora do seu lado...mas nisso me desperto e vejo que não era do todo um sonho, a estou abraçando, assim é que estou abraçando, não sei como cheguei a estar assim, tenho medo de que me descubra, então tento sacar meu braço mas não posso, noto que algo não me permite fazer isso, e logo me dou conta de que não posso, pois tínhamos as mãos entrelaçadas. Nisso escuto um susurro: -Não me deixes – é o último que ouço -Jamás...- digo, e me atrevo a dar-lhe um pequeno e tímido beijo sobre seu pescoço. Me parece ter ouvido um muito leve gemido, antes de ela se queda dormida. Eu por minha parte também me quedo dormida, novamente, não sem antes pensar em essas três palavras que me fazem sentir que também sou importante para ela, ou talvez se o disse à pessoa com quem estava sonhando...espero que não. Ao levantar-me, dou-me conta de que já não estava ao meu lado, haverá Fui quemado pelo que havia sonhado?, não creo, foi tão real para mim... nisso vejo uma pequena nota na minha mesa que diz:
Obrigada por me ajudar com o que fizemos ontem, te debo uma.
E essa nota fez-me dar conta de que não havia sido um sonho, não pude estar mais feliz aquele dia e tudo graças a ela. Mas sinto algo diferente em mim... sinto um sabor nos meus lábios que não é apenas meu... se não for da outra pessoa - tenho de estar imaginando coisas novamente - digo a mim mesma.
Continuare...?
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Nota:
Essa é a primeira vez que escrevo algo... para ser sincera, comecei há um tempo longo e por isso o deixei também (só cheguei a escrever como 12 páginas), estou planejando continuar mas talvez não chame atenção ou simplesmente careça daquilo que atrai alguém para uma leitura, devem saber que ainda estou no colégio mas isso não me impede de não poder escrever este tipo de leituras, apenas queria relatar algo embora não seja inteiramente verdadeiro nem inteiramente falso também.
Bom, espero todos os tipos de comentários (críticos, des/aprovadorios) e desejo que não me julguem pela minha idade mas como alguém que só quer relatar uma história), e de acordo com isso ver se seria bom continuar ou apenas deixar estar, pois isso é apenas um introdutório para o que vem.
PS: Talvez eu não tenha experiência, como talvez sim, disso já se verá na forma como continuarei este relato, bem... isso se vocês desejarem que eu continue.
Até então..=)
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