A oficina

olá posteio este relato que a verdade é que eu gostei muito! espero que tenham gostado como eu.Chegar cedo à oficina me trazia recordos muito intensos do verão de 2004. Lá Claudia e eu simpatizávamos muito, vivíamos fodendo porque o sentido do humor era mútuo, e certa onda havia. O que não me enchia o todo era que sua magreza não era meu tipo, mas seus lábios faziam a minha cabeça, e perguntava sempre como a chuparia. Com o tempo, saberia. Uma manhã, sozinhos, deu-se por falar sobre sexo, e o candor ia aumentando, e de sinceridade, porque ao mesmo tempo ela tinha uma fantasia sobre minhas mãos, e tudo lentamente se foi dando, embora tenha de reconhecer que o passo inicial o deu ela pedindo massagens. Seu pescoço, seus ombros, sua espinha, foram terreno facilmente desvirgável para minhas mãos... Um giro de cabeça da parte dela, uma olhar complice, e um beijo suave foi o início, para nos colocarmos frente a frente, então decidi que devia ser eu mesmo, e busquei seus peitos rapidamente, que não eram grandes mas seus mamilos foram os mais duros que conheci, o que rapidamente fez ela esquentar de tal maneira que minha cabeça entrou em erupção, ao escutá-la gemir agitadamente tão somente por isso. Então decidi que era hora que eu a visse, e saquei a pênis para começar a me masturbar, o que lhe encantou. Como de costume minha cabeça humedecia rapidamente, o que se converteu em um bocado muito apetecível, para o que eu tanto desejava. Então a deixei ela me masturbar muito suavemente e ir aproximando os lábios, até apoiar sua língua na minha cabeça, para girar sobre ela, abrir a boca e sugá-la como nunca antes. Me chupava com força ao mesmo tempo que a masturbação era muito suave. Pôs suas mãos atrás e apenas sua boca era o que me fazia perder o controle sem parar de me olhar. Nunca me haviam chupado daquela maneira, e tenho de reconhecer que tampouco o fizera após. É mais não precisava outra coisa, e acredito que isso tínhamos claro, ambos. Pensei que em um momento não havia mais lugar na sua boca, porque minha cabeça estava prestes a estourar, e ela se havia posto colorada em uma mistura de prazer e asfixia, que ao mesmo tempo a fazia louca. Parei um instante para pedir-lhe que me puxasse os mamilos, o que fiz com suavidade. Seus olhos assentiram, e ali senti que estava por... ela perguntou se eu já vinha, asenti, e pediu-me. Tentei reter, mas não aguentei....e sua boca ficou cheia de muito cul, a que engoli súbitamente, sem deixar gota à vista... Ela disse que havia acabado com meus puxões...que teria desejado mais de mim...mas as coisas deram-se assim... Pensei que um dia foderíamos, mas isso nunca aconteceu, embora as chupadinhas continuassem por um tempo. Inclusive saboreei seu uso da palavra: pussy várias vezes e nos acostumbramos a masturbar-nos e chupar-nos, sem ter jamais feito. Durou quase um ano, e às vezes falávamos por telefone. Ela está de noiva, como naquela época, e feliz, embora sempre nos lembrássemos desses lindos dias... E há tanto mais para recordar... Que um dia farei saber...garotos gostaria de saber como fazer para colocar 1 imagem, pois me apagam o post, senão por favor,

2 comentários - A oficina

Que buen laburo. Yo quiero una compañera asi. Muy bueno. gracias!!!!!!!!!!
nose, tenemos el mismo nombre JAJAJJAA. pero me encanto el relato +10 🙂