Minha prima gostosa: história de amor

Bom, como dizem, tudo tem um começo. Agora, com o passar dos anos, percebi que em alguns casos tive sorte, e em outros, nem sei o que foi, mas como meus amigos falam: "isso só acontece com você". Hoje sou um cara de mente aberta, mas já fui um adolescente apaixonado pelo amor. Bom, vamos ao que interessa: depois de ler tantas histórias, queria contar algumas coisas que me aconteceram nesta vida. Tudo o que vou contar é 100% real, do meu ponto de vista dos acontecimentos.

Sei que esse relato é longo, mas é a introdução para tudo o que virá, já que, como disse, essas coisas que me aconteceram são reais e vou tentar contá-las em ordem cronológica.

Começava o ano de 90 e eu estava dando meus primeiros passos no colégio. Nunca fui um garoto adiantado para a idade no sentido sexual, mas, por sorte, pertencia a um bom círculo social. Fui criado nas chácaras do meu pai e, quando todo mundo começou a sair pra balada (13/14 anos), eu preferia caçar. Tinha moto (sim, nessa idade eu já tinha moto, e de boa cilindrada; aprendi a andar aos 9 anos por iniciativa do meu pai) e era seguro na época, no lugar onde fui criado.

Não me interessava sexualmente pelas garotas, só curtia fazer o que queria de forma saudável. Era apaixonado pela minha prima, como todo mundo nessa idade, mas ela era mais velha que eu, 4 anos pra ser exato. Lembro das primeiras brincadeiras dela comigo, sempre brincava comigo, mais de uma vez nos beijamos no jogo da garrafa, mas as coisas estavam prestes a mudar.

Verão de 90, como todos os verões, entre as chácaras, o rio e um monte de primos. Naquele verão, não sei por que, me mudei pra casa dos meus avós. Bom, na verdade sei sim, por que: estava meio rebelde e eles me seguravam melhor. Lembro como se fosse hoje quando minha avó me acorda uma manhã e diz: "Bom, coração, sua tia ligou e pediu se a Silvia (vou chamar minha prima assim) pode passar o verão aqui em casa". Eu disse que não tinha problema. Meus tios chegaram... Na manhã seguinte, ficamos uma semana na casa dos avós, mas lembro como se fosse hoje quando a Silvia desceu do carro. Fazia só uns 6 ou 7 meses que não a via, mas parecia outra pessoa. O corpo dela tinha se desenvolvido muito bem (ela tinha 18 anos), mantinha a carinha de menina, o cabelo ruivo com as sardas que até hoje combinam tão bem com ela. Eu, por outro lado, naquele ano de ser o mais alto do ensino fundamental, passei a ser um dos mais baixos no primeiro ano do ensino médio. Todo mundo cresceu, menos eu. — Isso me deixava mal pra caralho.

Meu avô tinha três quartos na casa, então meus tios usavam um, meus avós outro, e a Silvia e eu dividíamos o terceiro. Sempre nos demos super bem, mas naquele verão ela tava meio distante. Eu continuei como se nada tivesse acontecendo.

A semana passou e meus tios foram embora. Na primeira noite que eles foram, me aproximei dela e lembro que falei: "Quero que você saiba que te quero do mesmo jeito de sempre e que tô muito feliz por você estar aqui." Ela me olhou e disse: "Preciso esclarecer umas coisas pra você:

Primeiro, tô te avisando que tô namorando e é por isso que me trouxeram pra cá. Segundo, eu também te quero como sempre, mas somos primos e sei que você tá apaixonadinho por mim." Minha cara se desfigurou, mas ela completou: "Mas você é muito novinho pra mim."

Depois disso, ela calou a boca e eu fiquei sem reação, não sabia o que dizer, até que não sei de onde tirei: "…É verdade que sou muito novo pra você. Segundo, não sei se tô apaixonado por você, só sei que você é a mina mais gostosa que conheço e me encanta. E se não tenho namorada nem saio pra putaria, é porque tô esperando você. Quero crescer e te conquistar."

Ela caiu na risada e disse: "Isso não pode acontecer e você sabe." Aí eu respondi: "Já sei, mas você não vai me fazer mudar de ideia. Mesmo assim, quero que saiba que tá tudo bem, é como você sempre fala." Levantei da cama onde estávamos sentados, peguei a moto e fui dar umas voltas pela cidade.

Os dias foram passando e ela tava cada vez mais distante. Todos Meus amigos de primeiro amor, por isso que eu me envolvi com uma mina, mas não passava de beijos e amassos, como eu disse, não era um avançado em questões sexuais na minha idade.

As festas passaram, tudo na mesma, e um dia lembro que uma amiga liga pra ela, ela desliga e vai pro quarto. Esperei um pouco e bati na porta, ela diz… vai embora, vocês são todos iguais… (Eu) insisti e falei deixa eu entrar, quando ela abriu, tava chorando, jogada na cama, e aí me contou que a amiga tinha ligado pra dizer que o namorado dela e a amiga tinham saído juntos e que não sabia o que rolou, e tinham transado.

Eu só consegui passar a mão no cabelo dela enquanto ela tava deitada de bruços, observava o corpo todo dela enquanto acariciava, ficamos assim umas duas horas até ela começar a se acalmar e me diz… vamos caminhar, não quero que os avós me vejam chorando por aquele idiota.

Andamos pela chácara, fomos até o rio caminhando, voltamos e no caminho ela me contou que tinha perdido a virgindade com aquele cara, que a mãe dela tinha descoberto as aventuras sexuais dela, que não gostou da ideia e trouxe ela pra cá. Quando ela me contava tudo, sentia meu estômago começar a doer, não sei o que tava rolando comigo, queria dar um tapa nela, sair correndo dali, com a confissão dela tava me matando, mas fiquei impassível. Continuamos andando um pouco e começou a escurecer, então voltamos pra casa.

Naquela noite, lembro que roubei os cigarros do avô e fui um pouco mais longe de casa pra fumar, era a primeira vez que fazia isso, sei lá… queria crescer… me sentia mal… Voltei tarde pra casa, tomei banho e fui pra cama, não conseguia dormir, o que ela tinha me contado ficava rodando na minha cabeça. Com a partida dos tios, ela tinha mudado de quarto, e aí sinto ela me chamar… Ale… Ale, você tá acordado? Eu não queria nem ouvir ela… Ale, você tá aí? Preciso falar com você. Por dentro eu pensava nãoooo, chega, nãoooo.

Ela se aproximou da minha cama e me deu um Beijo na bochecha, quase nos lábios, e ela me fala: "acorda... vem... quero falar com você."
Levantei e ela disse: "vamos lá fora, sai devagar, quero conversar com você." Coloquei uma camiseta dos Pericos e saímos. Lá fora, um calor infernal. Sentamos do lado de fora, e ela falou: "não, melhor irmos pro quincho. Você tem os cigarros que tirou do vô?" "Tenho", respondi. "Então beleza, vem", ela disse.
Abrimos o quincho que meu avô tinha pra receber a família quando vinha, e sentamos pra conversar.
Ela começou a fumar e me contar mais detalhes da vida sexual dela, enquanto meu estômago revirava. Lembro que me deitei no chão e sinto ela apoiar a mão no meu peito e falar: "aquilo que você me disse quando cheguei é verdade?" "O quê?", perguntei. "Aquilo que você me falou naquela noite, que me queria e gostava de mim, é verdade?" Aí eu disse: "deve ser, porque tudo que você me contou até agora me fez sentir muito estranho, quase passando mal. Meu corpo dói, meu coração", ela falou. "O corpo inteiro, não só o coração", respondi.
Ela se deitou de lado, me olhou e disse: "então você deve me querer muito, porque foi assim que me senti quando minha amiga ligou hoje."
"Sim", respondi, "gosto muito de você, você me encanta, penso muito em você."
"E você já se masturbou pensando em mim?"
"Ehh... bom, já que não vai rolar nada e é hora de confissões", falei, "sim, penso muito em você, sim, me masturbei pensando em você, você me encanta."
"Você já ficou com alguma garota?"
"Nunca. Por mais que pareça mentira, queria que minha primeira vez fosse com você e que a sua fosse comigo."
"Mas isso não pode ser", ela disse.
"Sim, eu sei. Sei como você pensa. Isso é o que mais me dói."
"Não", ela falou, "não pode ser que você seja meu primeiro homem, porque como te contei, eu já perdi minha virgindade. Mas podemos fazer com que eu seja sua primeira mulher."
Silêncio, silêncio e mais silêncio.
"O que foi?", ela perguntou.
"É que... não sei, você falar isso..."
"Você não gostaria?"
"Sim, adoraria, mas queria que fosse algo especial."
"É especial. ela me diz:
Lembro que ela se deitou de bruços e me disse: "amo suas carícias".
Comecei pelo cabelo dela, beijei seu pescoço, seus ombros. Sentia meu corpo tremer, o nervosismo me consumia. Levantei a camiseta dela e beijei suas costas. Ela levantou a bunda pra cima e, pela primeira vez, encostei meu pau no corpo dela. Bem na hora, senti como se ela suspirasse e me disse: "que doce você é, amo seus beijos". Tirei a camiseta dela como pude, tirei minha calça, minha cueca e minha camiseta. Ela soltou o sutiã e me disse: "tira tudo de mim, pra ficarmos iguais". Não acreditava na beleza do corpo dela — não era de uma menina, era de uma mulher. Ela se mexia e fazia meu pau ficar entre as nádegas dela, meu Deus, não podia acreditar. Meu corpo estava prestes a explodir, não sabia se era real. Lembro que apertei o corpo dela com força e ela me disse: "gosto que você seja suave". Continuamos assim, beijei o corpo inteiro dela, como alguém escreveu uma vez: "beijei até a sombra". Tudo que eu fazia, não sabia se tava certo ou errado, mas ela aprovava com um gesto ou um suspiro. Aí ela se virou e me disse: "quero que você me beije aqui" — levando minha mão até a buceta dela — "como se estivesse beijando minha boca". Lembro do sabor inconfundível do néctar dela, amava aquilo. Parecia mel pela grossura, o líquido que saía de lá, e ela só suspirava. Começou a tremer e, por instinto, parei. Ela disse: "não para, continua, por favor, não para". Voltei a mergulhar naquela loucura, queria aproveitar ela toda. Segui assim por um bom tempo até que, com a mão apoiada na minha cabeça, ela me afastou dali e se virou de lado, se encolhendo sozinha.
Fiquei imóvel. Meu pau tava duro, ereto, sentia ele pulsar, quase doía. Ela pegou na minha mão e me deitou atrás dela. Ficamos abraçados por uns segundos, quando sinto que ela abre um pouco as pernas e, com a mão, pega meu pau e coloca entre as pernas dela. Meu Deus, que sensação. Ela se mexia devagar, virou a cabeça pra mim e me beijou fundo, e me disse: "eu te quero". Presentear sua primeira vez, a única coisa que quero é que me avise quando estiver perto de gozar. De novo, ela pega meu pau com a mão e coloca entre as nádegas dela. Na hora, senti ela arquear as costas e senti meu pau penetrando na carne dela. O calor que eu sentia era inexplicável, era muito quente. Ficamos assim, de lado, por um bom tempo, enquanto ela se mexia devagar, eu sentia entrando uma vez e outra. Ela passou a mão por trás e me apertou contra ela enquanto tremia. Eu sentia que não aguentava mais. Nesse momento, ela me soltou e me tirou do lado dela. Me olhou e disse: "Gozou..." Quase respondi. Ela pegou meu pau entre as mãos, não deu tempo de fazer muitos movimentos e meu esperma jorrou, sujou o rosto dela. Ela passou um dedo na bochecha e provou. Naquela noite, só ficamos abraçados, mas combinamos de comprar camisinhas, já que ainda tínhamos mais um mês de férias. Mas isso é para a próxima vez, essa é outra história que deu um rumo inesperado na minha vida.

23 comentários - Minha prima gostosa: história de amor

Gracias Martina por ayudarme a subir el post? 😀 😀 😀 😀
puta yo que tu me la tiraba hasta quedarme muerto 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
muy buena historia ademas quien no se voltio una prima 😀
muy buena historia. me la lei para pasar el rato. 😉
buen relato!
aunque te quedaste con las ganas de desvirgarla jajaj
Me re caben esas historias... !!! Muy buena... 🙂
Muy buena tu historia! lo mejor es hacerlo de esa forma, xq es algo inexplicable, magico...
la verdad me quede sin palabras al leer tu relato muy bien contado , relatado , con mucha frescura y descriviendo cada momento ... muy bueno 🙂
ohhhh una historia tuya y personal, q perfectoooo, la verdad es que ya he vivido esa historia algo parecida a la tuya con mi primo lindo... 😀 😀 😀 😀
Que buena historia la tuya....ojala me hubiese pasado a mi...Toma +10.
Muy buen relato! realmente las primas son importantes a la hora del inicio sexual