Amantes

Continuação de: A senhora se mostrou insaciável
Cem por cento RealDepois da maratona de sexo no trabalho e esperando o próximo encontro que ela tinha me adiantado, vi os dias passarem sem novidade, e da patroa, menos ainda...

Passados 15 dias, o patrão chamou uma reunião com o pessoal, era quinta de manhã, e avisou que a partir daquele fim de semana não abriríamos mais aos sábados, só receberíamos os pedidos dos fornecedores lá, e na véspera de um feriado (terça), também não abriríamos na segunda seguinte.

Cumprimentou todo mundo e me pediu pra ficar. Me informou que aquela noite ia viajar por uns 15 dias, e que eu ficava no comando, que qualquer dúvida ou problema, era com a esposa dele, ou, se ela não estivesse, eu falava com o filho.

Sexta, o pessoal todo alvoroçado, acelerando o serviço pra às 19h cair fora por 4 dias. Minutos antes de fechar, me disseram que a patroa tinha chegado e estava no escritório do primeiro andar. Já fiquei na expectativa de que teria outra suruba.

Depois que desliguei tudo, subi pro primeiro andar pra avisar que ia embora. Bati na porta, e entrei: sentada na mesa, uma mulher diferente, um pouco mais magra, muito bem vestida, toda produzida, maquiada, mas bem sóbria e elegante. A pele levemente bronzeada, as bochechas coradas. Ela pediu pra eu sentar e, por favor, ouvir. Pediu desculpas, explicou os motivos, que no dia do nosso encontro tinha ficado sexualmente muito satisfeita, mas emocionalmente muito mal pela forma como conseguiu o que queria. Quando ela terminou, falei a mesma coisa: que sexualmente eu tinha ficado mais que satisfeito (ela sorriu), mas por dentro passava um monte de coisa na cabeça, principalmente o que me incomodava era perder o emprego. Continuei dizendo que se ela tivesse agido como tinha acabado de fazer, a coisa teria sido diferente e menos traumática. Ela me olhou surpresa, e eu perguntei o que a surpreendia, se ela era uma mulher atraente, e eu gostava de mulheres milf, e que naquele momento ela estava muito atraente e sexy. Ela sorriu. A verdade é que Entrar naquela sala, ela tava tão diferente fisicamente, e ainda mais quando pediu desculpas. Meu cérebro não conseguia controlar os ratos e agora eu queria pegar ela, o problema é como chegar nisso. Depois de alguns minutos, a conversa foi pra qualquer outro assunto, acho que um esperava o outro dar uma abertura. Aí eu soltei um "o que vai fazer no fim de semana?", porra, por que caralhos eu fiz isso, não sei, financeiramente não dava nem pra pagar uma fatia de pizza. Ela respondeu que tava sozinha, que talvez fosse pro sítio dela em Cañuelas. Falei "que bom", e ela, nem lenta nem preguiçosa, disse: "você gostaria de me acompanhar?". Fiquei desorientado e falei que sim, mas como ia explicar pros filhos? Ela disse que tava sozinha, que o marido tava na Espanha visitando a filha mais velha, e os outros filhos em Punta del Este. Falei "bom, se você não tem problema". Nessa hora, parei de tratar ela de "você" ou "senhora". "Nenhum", respondeu, e disse: "passo aí na sua casa daqui a pouco e a gente vai pra lá". Fechamos tudo e fui pra casa. No caminho todo, os ratos corriam soltos e eu ficava cada vez mais excitado, tava muito tarado. Cheguei em casa, tomei um banho, preparei uma mochila com umas roupas, peguei uma garrafa de champanhe que tinha ganhado uns meses atrás, e esperei. 30 minutos depois, uma buzina toca. Vejo o carro e saio. Surpresa: no carro, ela ao volante e, junto com ela, outra mulher, um pouco mais nova, muito gostosa. Ela diz: "sobe aí, vou te apresentar uma amiga". Cumprimentei e partimos.

A viagem durou 45 minutos, não falei uma palavra. Ela falava besteiras que eu nem ouvia, minha cabeça tava a mil e eu tentava me convencer. Entendi outra coisa, fiquei feito um otário.

Ao chegar, paramos num posto de vigilância. Ela deu o nome e depois disse: "me acompanham Fulana e o parceiro dela...". Andou umas quadras, parou numa casa, a mulher se despediu e desceu do carro. Ela me disse: "vem pra frente", e seguimos. Andamos mais umas 10 quadras e cruzamos um muro que cercava a propriedade, muitas árvores, uma piscina enorme rodeada de ligustro e uma casa. Enorme vidraçaria.
Descemos do carro depois de desligar o alarme, entramos. Era uma casa imensa, todos os lados davam pro parque, janelões enormes e cortinas brancas cobrindo tudo.

Ela me ofereceu algo pra beber e sentamos num sofá. Começamos a nos provocar com palavras. Perguntei o que ela tinha feito, notei ela mais magra, mais jovem, calma e mais gostosa. Os olhos dela brilharam e ela disse que depois do nosso encontro tinha decidido melhorar a aparência em todos os sentidos, queria além de se sentir, se ver atraente.

Enquanto ela falava, eu observava. Da outra vez, vi ela como fisicamente velha, rosto bonito mas o corpo não. Agora, tinha uma mudança enorme, não sei se foi o momento que a gente viveu ou se eu tava com tesão e era uma escolha minha estar ali, cara a cara.

Me aproximei dela, peguei na mão dela e beijei. Ela pegou minha outra mão e fez o mesmo. Levantou, ficou debaixo da luz forte e colocou música. Era jazz bem lento e quente. Cheguei perto, segurei na cintura dela e começamos a dançar. Ela tirou os sapatos, aí percebi como era baixinha, mal chegava no meu ombro. Encostou em mim, eu abracei, senti os peitos dela se apertando contra minha camiseta, dava pra sentir os bicos endurecendo. Peguei no rosto dela e mordi os lábios, ela respondeu me beijando e deixou minha língua entrar na boca dela. A saliva fresca tinha gosto de menta. Ela me segurou pela nuca pra me beijar com mais paixão. Eu segurei ela com uma mão na cintura e a outra na bunda dela. Ela suspirou e começou a tremer. Depois de uns minutos de beijos e carícias no ritmo da música, a gente se jogou no sofá, já abertamente se tocando e se mordendo.

Ela levantou e disse: "Vou no banheiro me arrumar pra você". Eu aproveitei o momento, ajustei a roupa e também meu pau já duro. Tava gostando do que tava rolando, me sentia excitado que nem um adolescente. Enquanto tomava um pouco de água e olhava a casa, sinto ela me beijando o pescoço por trás, tira minha camiseta e beija meus ombros, minha nuca. Por trás do sofá de três lugares, se jogando do encosto, ela vem com uma camisola curta, branca e transparente, mas não demais — dá pra ver só um sutiã branco, uma pequena calcinha branca, cinta-liga e meias, tudo combinando. A roupa de baixo também é transparente. A gente se enrosca num beijo e meu pau fica duro na hora, sentindo a língua fresca dela na minha boca. Levo minha mão entre as pernas dela: tá molhada e muito lisinha, descubro que é toda depilada. Enquanto toco, ela geme, se contorce, cada vez mais, tá muito molhada. Levanto e mergulho entre as pernas dela, afasto a calcinha pro lado — é praticamente um fio dental. O cheiro de mulher se misturava com a doçura de algum perfume, o gosto gostoso invade minha boca de repente. Ela começa a gritar, pedindo "não para, não para". Tá tendo um orgasmo espetacular, a umidade dela vira líquido abundante. Minha cara escorrega entre os lábios e pernas dela, por causa da mistura dos sucos dela com minha saliva. O clitóris ereto e bem vermelho, ela se contorce, geme e puxa meu cabelo. Depois começa a se acalmar, mal mexe os quadris, a respiração fica lenta e profunda. Minha cara molhada e inundada com o cheiro dela, agora forte mas muito excitante. Ela se levanta e, me beijando na boca, começa a descer, passa pelos meus mamilos, meu abdômen enquanto abre minha calça. Esfrega o rosto no meu pelo pubiano, se ajoelha na minha frente, tira meus sapatos, meias, calça e cueca. Fico nu na frente dela, minhas partes expostas com uma ereção. Ela pega meu membro com as mãos enquanto chupa minhas bolas, levando elas pra dentro da boca, me leva ao limite máximo da excitação. Começa a enfiar meu pau, devora tudo até encostar os lábios na minha pélvis e começa o movimento. Começo a sentir que vou explodir, peço pra ela parar, que dessa vez não quero só transar, quero fazer amor com ela. Ela me olha com ternura. A gente levanta, tiro a camisola dela, desabotoo a cinta-liga e tiro a calcinha pequena dela — é só um triângulo pequeno na frente e fios que ligam as... Ponta, tento desabotoar o sutiã, ela me segura e mostra que dá pra tirar a parte da frente, deixando o peito todo e o mamilo exposto sem tirar ele. Aparecem dois peitões enormes com mamilos grandes, rosados e duros de tesão. Ela se joga em cima de mim, e eu caio sentado no sofá. Ela se ajoelha sobre ele, com minhas pernas entre as dela, e senta no meu pau devagar. Entra sem problema nenhum, desliza pra dentro, a lubrificação é muita. Começa o movimento de sobe e desce, se segurando na minha nuca, enquanto a respiração acelera. Eu me afundo entre um par de tetas do caralho, chupando, sugando os mamilos dela, que parecem cada vez maiores e mais duros. Enquanto isso, com as mãos, agarro as bundas dela, massajo e abro. Sinto que ela treme e segura a respiração, e o interior da buceta dela começa a se contrair. Ela fica empurrando, como se esperasse eu gozar. Me seguro, ela começa a se mover de novo, as contrações na buceta não param. A respiração ofegante solta o hálito de menta na minha cara. Eu levanto com ela, sem tirar o pau. Coloco ela de costas no sofá, as pernas dela nos meus ombros, e começo a meter. Dá pra ouvir o barulho característico, tipo um chape-chape. Minhas bolas batem no cu dela. Ela começa a gritar de novo, enquanto sinto a buceta dela se contrair no meu pau, cada vez mais forte. O interior dela tá muito quente. Ela treme, o corpo todo se contorce. Eu continuo com movimentos firmes, profundos e só um pouco rápidos. Ela não para, não para. Falo que não aguento mais, que quero gozar. Tento tirar, e ela diz pra gozar dentro dela. Ela quer sentir meu leite dentro dela. Me desconcentro e, ao empurrar, começo a descarga. A primeira é longa, e ainda sinto uma queimação, como se minha uretra estivesse pegando fogo. E continuo as descargas, uma atrás da outra. Meus braços já tão exaustos, e meu corpo sente o esforço. Tiro as pernas dela dos meus ombros e caio relaxado em cima dela, ainda dentro dela. Ela ainda tem pequenas contrações. A gente fica. Jogados no sofá, abraçados e trocando carinhos, depois de uns 10 ou 15 minutos sem falar nada, a gente levantou — primeiro ela, depois eu. O sofá tava molhado de suor e de porra que escorria da buceta dela enquanto a gente ficava parado. Fomos pro banheiro de mãos dadas e entramos no chuveiro. Nos ensaboamos, esfregando os corpos um no outro, e nos perdemos em beijos longos e carícias. A gente se secou e se enrolou em toalhas — eu na cintura, ela uma tipo top que cobria o torso e deixava quase aparecendo a bucetinha, e a outra na cabeça. Fomos pra cozinha pegar algo pra beber, tava calor. Enquanto ela preparava suco de laranja espremido numa jarra, fiquei atrás dela e comecei a beijar os ombros dela. Ela jogou a cabeça pra trás, deixando a toalha cair automaticamente. Vi os peitos enormes dela, já duros, fiquei admirando. Via outra mulher, não a coroa tarada, mas uma mulher calma e excitante. Numa voz baixa e tímida, ela disse: "Faz anos que não tenho um orgasmo como os de hoje, e muito menos tantos". As palavras dela me deram uma ereção. Tirei minha toalha enquanto ela continuava com as laranjas. Peguei ela pela cintura, me apoiei na bunda pequena e alongada dela — não era bunda de novinha, mas também não de velha. Gostei. Tomamos um copo de suco, virei ela, beijei e perguntei onde era o quarto. Ela apontou pra escada sem parar de me beijar. Levantei ela no colo, igual fazem nos filmes, e subi. Entrei num quarto com uma cama bem grande, quadrada, com lençóis de cetim branco. Levei ela até lá e deitei na cama. Levantei e comecei a observar ela nua. Gosto de olhar pra ela. Com muita vergonha, ela fechou os olhos, se virou, mostrando a bunda. Me aproximei e começamos de novo com beijos e carícias. Ela, bem tímida, falou: "Não se assusta com o que vou dizer, e não se sinta obrigado". Olhei tranquilo pra ela, e ela disse numa voz bem baixa, quase sussurrando: "Eu te quero". A gente se beijou, ela se deitou em cima de mim, deixando a buceta na minha cara enquanto eu começava... pra lamber meu pau, eu comecei a mordiscar os lábios dela e a enfiar minha língua na buceta vermelha e quente dela. abri as nádegas dela e me deparei com o cu dela, era só um pouco mais escuro que as nádegas, as dobras pequenas e uniformes não tinham cheiro nenhum. então, levantando a cabeça, passei a ponta da língua ao redor, e dali enfiei. o cu dela estava bem apertado, ela apertava o tronco da minha pica toda vez que eu tentava introduzir minha língua. notei que ela tentava relaxar e, ao mesmo tempo, abrir, e a cada tentativa da minha língua, por reflexo, ela apertava. a buceta dela ficava molhada, o líquido transparente começava a molhar meu rosto enquanto ela continuava com o oral. eu me deliciava com a pussy suave dela e o cu apertado. ela se levantou, deixando meu rosto apertado contra a bunda dela, percebi que ela estava tendo um orgasmo. não parei, mesmo começando a faltar ar, já que as nádegas dela tampavam meu nariz e boca. abri as bandas dela e respirei fundo. ela percebeu e começou a se levantar, eu segui. virei ela de bruços e continuei fuçando com minha língua no cu dela. já de bruços, minha língua entrava mais fácil, já que assim ela estava mais relaxada. depois, me deitei de costas e ela sentou em cima de mim, me penetrando pela buceta. depois de alguns minutos, ela se deitou sobre mim enquanto nos movíamos e nos beijávamos. eu massageava a bunda dela, chupava os peitos dela. quando ela começou a dizer que estava perto de gozar, eu disse pra ela gozar, que depois eu queria penetrar o cu dela. sem dizer uma palavra, ela começou a se apoiar com força pra chegar ao orgasmo. eu sentia o clitóris duro dela tocando a parte superior da base do pau. não demorou muito, ela gozou, não tanto quanto das outras vezes. deixei ela se acalmar pra depois virá-la, colocar as pernas dela de novo sobre meus ombros e, com meu pau molhado pela viscosidade dela, lubrificar aquele cu que eu tanto queria. uma vez bem molhado, apoiei minha glande no cu dela. ela fechou os olhos e, me segurando pela cintura, me puxou pra perto dela, fazendo meu pau entrar, deslizando pela quantidade de líquido. vaginal me atraiu de forma lenta e firme até que as bundas dela encostaram nas minhas pernas, e eu comecei a me mexer, enquanto ela, com sinais de desconforto mas também de prazer, me incentivava. Quanto mais eu me mexia, mais ela parecia gozar. Na buceta dela começava a sair um líquido transparente, parte era lubrificação e parte urina. Perguntei se parava, ela disse que nem louca, então continuei me mexendo. Ela disse que se eu me mexesse mais rápido, ela gozava, e eu fiz isso enquanto apertava os peitos dela. Depois de alguns segundos, ela começou a gozar e já não conseguia controlar a urina, saíam pequenos jatos que molhavam minha pélvis e escorriam pelas minhas pernas. O cu dela apertou forte, e diretamente, sem poder fazer nada, gozei dentro dela no momento da ejaculação. Ela fez uma cara de que gostava e ao mesmo tempo incomodava ou doía. Gozei e aproveitei, apesar de estar todo molhado com a urina dela, me senti como nunca. Quis me retirar e ela pediu para esperar. Meu pau já flácido saiu do cu dela enquanto escorria meu sêmen, algo escuro. Levantei e fui ao banheiro, ela atrás de mim. Tomamos um banho juntos, ela com muito cuidado lavou meu pau, minhas bolas e todo o meu corpo, eu fiz o mesmo com ela. Minutos depois, enquanto me secava, ela se sentou no bidê e lavou a buceta dela, enquanto do cu dela ainda caía sêmen. Quando terminou, se secou e ainda no banheiro observava algo tão íntimo para ela e existente para mim. Depois, ao sair do banheiro, voltei, deixei ela me ver urinando, e ela pegou meu pau e sacudiu para cair as últimas gotas. Então, exaustos de cansaço, dormimos juntos, nus, abraçados como se fôssemos um casal de toda a vida. O fim de semana estava só começando e já tínhamos tido uma maratona de sexo que começou depois das dez da noite e terminou com as primeiras luzes do sábado. O fim de semana continuou com muito sexo, de todos os tipos, mas cada vez colocávamos mais sentimento, além do prazer físico, sentíamos prazer espiritual.

Durante mais quinze dias, os encontros foram diários. Alguns foram só palavras, confissões, risadas, outros também incluíram sexo tão fervoroso quanto os daquele fim de semana.

Depois o tempo quis que a relação continuasse como amantes com vidas totalmente separadas, mas cheias de gozo e prazer.

Até o fim, Eloísa e eu criamos, a partir do sexo, o casal perfeito. Nunca discutimos, sempre expressamos o que queríamos, nunca negamos nada um ao outro e sempre nos divertimos pra caralho.

6 comentários - Amantes

Me gusto, sobre todo algunos detalles me calentaron pero mas por vos que por la mujer.
que experiensia que barbaro hasta me fui solo de imaginarme a esa señora y que calentada ya me dieron ganas de meterla y guao 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
muy bueno !!!!!! lei los dos post y es muy buena historia !!
Oye amigo, pásame el link del de "La señora resulto insaciable
Ciento por ciento Real " ¿es el anterior de éste? Buen relato por cierto. (Y)