Mi amigo, mi novia y yo. Parte II

Desde que entrei no porta-malas do carro, a única coisa que lembro era a sensação de sobe e desce que sentia no estômago. Depois, o carro parou por um tempão, andou devagar, o barulho de máquina trabalhando, e aí parou e o motor desligou. Nessa hora, eu já tava com dificuldade pra respirar, me lembrando o Angus Young, que entra sozinho e só respira com ajuda de um tanque de oxigênio. Assim que eu tinha que ser hoje: dar tudo de mim, não pra uma Gibson SG, mas pra minha mina e meu amigo, fazer eles se sentirem do jeito mais confortável possível. Finalmente, a porta do porta-malas abriu, eu saí, e entre piada e piada, sentamos no quarto: ela na cama, ele no chão e eu num sofá. Meu amigo, com o consentimento da minha mina, pediu uma garrafa de cerveja. No lugar dele, eu teria tomado meia garrafa de gim ou vodka. Começamos a conversar bem de boa, e não sei por que, mas na minha mina o álcool funciona como soro da verdade, por mais mínimo que tenha bebido. Ela começou a confessar pro meu amigo a vontade que tava sentindo por ele, e ele, com cara de vergonha, olhou nos meus olhos. Eu, que já tava excitado sei lá por que, assenti com a cabeça. Ele sentou do lado da minha mina, pegou ela pelo braço, virou ela na direção dele e começaram a se beijar. Comecei a gostar da parada, vendo eles se beijando, se acariciando o corpo todo. Peguei o telefone do quarto e pedi pra prepararem meu drink num copo longo com dois cubos de gelo: minha invenção, gim com Sprite.

Eu tava sentado no sofá com um maço de cigarro recém-aberto, tomando meu drink e olhando eles. Minha mina tava deitada só de fio dental, porque o sutiã tinham acabado de tirar. Ele tava em cima dela, com a calça desabotoada e sem camisa. Terminou de beijar a boca dela e começou a descer, beijando com muita insistência os mamilos. Ela, com as duas mãos perto da cabeça e os punhos fechados, começou a gemer fraquinho pela boca entreaberta. Ele continuou descendo pelas coxas dela. Beijando ela enquanto descia e com uma mão tocou a sola de um dos pés dela. Ela sorriu e, pegando ele pela nuca, guiou ele até a pélvis dela. Ele beijou por cima da calcinha fio dental e começou a descer, colocou a língua pra fora e começou a lamber ela na vertical. Ela começou a gemer mais forte, mexia as pernas de prazer e acho que teve o primeiro orgasmo. Agarrou ele pelos ombros, puxou ele pra cima e disse: "Me dá agora". Ele se levantou, tirou a calça e a cueca e ficou de joelhos na frente do rosto dela, e ela começou a chupar ele. Ele aproveitou pra tocar a buceta e os peitos dela. Passou um tempo e ele disse: "Quero te foder agora". Ela sorriu pra ele, se levantou e foi pegar as camisinhas na calça dele. Colocou uma e, por cima dela, começou a penetrar ela.

Começou devagar e depois foi aumentando a velocidade. Ela gemia cada vez mais forte e cravava as unhas nas costas dele. Mudaram de posição e minha namorada me perguntou se eu não ia com eles. Eu disse que gostava de ver, que continuassem, que já tinham me trazido outro copo de gin com sprite. Essa parada de voyeurismo tava começando a me pegar. Agora ele tava embaixo e ela em cima, cavalgando ele furiosamente. Ver eles era ver o tesão puro. Ele agarrava as nádegas dela e beliscava, igual fazia com os mamilos dela. Pegava ela pelo pescoço e parecia que queria enforcar ela. Ela não gemia, gritava de prazer, de excitação. Ela ficou de quatro, passou os dedos na língua e lubrificou o cu. "Faz meu cu, vai, me dá forte que é assim que eu gosto". Ele se levantou rápido e, com um pouco de dificuldade, penetrou ela e começou a meter numa velocidade raramente vista. Ela gemia forte, passava a mão na língua, se masturbava, apertava os peitos, tava totalmente louca de tesão. "Onde você quer que eu goze, puta?" ele perguntou, e ela respondeu: "Joga em cima da buceta". Ele gozou tão forte que jogou ela contra os travesseiros, tirou a camisinha, bateu uma rapidinho e começou a soltar vários jatos pequenos. Com a buceta dela toda melada, ela se masturbava e gemia, parecia que tinha gozado gostoso.

Eles foram tomar banho rápido porque o turno já tava acabando. Saímos e eu falei: "Agora é tua vez, vai no porta-malas, meu amigo". Saímos do hotel e passei de propósito em alguns buracos com o carro só pra zuar ele. Quando chegamos numa rua vazia, tirei ele do porta-malas e ele sentou atrás. No semáforo, minha mina falou: "Na próxima a gente filma". Olhei pro meu amigo e ele deu um sorriso.

Desculpa pela demora em escrever a segunda parte. Valeu pelos comentários.
Bolls.

7 comentários - Mi amigo, mi novia y yo. Parte II

El relato está bueno pero, como sugerencia de inda, debes hacer control de ortografía del texto antes de publicar el post. En un relato realmente quedan muy mal "horrores" como "habierto" "serca" y muchísimos más que detectamos a simple vista.
Un "escritor" no puede tener errores de ortografía tan evidentes.

Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!
Mi amigo, mi novia y yo. Parte II

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bolls dijo:Te puedo asegurar que lo rebice antes de postearlo, lo que pasa es que estaba con sueño. Perdon, gracias por tu comentario

Muy bueno el relato. Lo mejor es empezar a preocuparse en escribir bien. Es la única forma de que no salgan las faltas ortográficas. Otra forma es escribirlo antes en WORD.
PD: rebise es revise. 😃
me paso algo parecido hace un par de semanas...
tengo ganas de escribir mi relato pero me comi la cabeza bastante y quiero que sea objetivo y no producto de mis celos de novio. 🤔
gracias x el relato. me abrio bstante la cabeza.