ESCLAREÇO: não é de minha autoria, se não me engano é de um site espanholJá fazia muitos meses que eu tinha essa mesma fantasia. Meu marido ria, com aquele riso que me fazia perceber que ele ficava excitado com o que eu tava contando. A coisa não passava daquilo, nem das gozadas incríveis que a gente dava pensando nisso. Até que um dia meu cunhado apareceu em casa. Depois do jantar, sentamos na sala; nós três tomando uns drinks. Meu cunhado ia dormir aqui em casa, porque no dia seguinte tinha um monte de coisa pra fazer em Madri e talvez não desse conta de tudo.
Num determinado momento, coloquei uma música e eu e meu marido começamos a dançar. Meu cunhado, meio sério, meio brincando, falou pra gente não gastar dinheiro na casa do pobre, e meu marido respondeu que se ele queria dançar com a cunhada dele. Na hora ele levantou e a gente começou a dançar. Depois de um tempo, meu marido se juntou a nós, ficando atrás de mim, e aquilo virou um sanduíche. Meu marido começou a me acariciar e morder minha orelha, e eu ia sentindo o "calor" do meu cunhado. Nisso, o telefone tocou e meu marido foi atender, momento que meu cunhado aproveitou pra colocar a boca na minha e me dar um beijo molhado. Não sei por que, mas eu respondi. Sem parar de nos beijar, ele me abraçou mais forte e assim, naquele abraço, senti "o tamanho da pica dele", de primeira qualidade, enquanto a língua dele controlava qualquer movimento da minha, por mais leve que fosse. Vi meu marido observando a cena da porta; ele me olhou sorrindo, como quem diz que a fantasia tinha voltado, mas dessa vez, eu tava dominando a fantasia.
Meu cunhado não tinha visto meu marido, claro que quando percebeu que ele tava se aproximando, no grau de excitação que ele tava, também não tirou nenhuma das mãos da minha bunda. Com certeza tava testando até onde podia ir.
A gente foi sentar, bebendo um pouco mais, porque tava calor. Aí acho que foi meu marido quem disse que a gente podia jogar alguma coisa, e ele dizia enquanto suas mãos se refugiavam debaixo da minha blusa, sob o olhar atento do meu cunhado, que já começava a desejar que acontecesse o que queria e achava que ia rolar. Por isso, sem se acanhar, ele aproximou os lábios dos meus e disse: "vamos brincar?". "Brincar de quê?", respondi eu, mordendo a boca dele.
Meu marido, que tem uma mente superativa, falou: "vamos testar sua sensibilidade primeiro e depois a gente brinca, mas você precisa se concentrar pra saber quem é que tá te tocando. Não pode usar as mãos". E completou: "você tem que ficar imóvel e se deixar levar. Vamos vendar seus olhos e, se tiver certeza, você diz de quem é. Se errar, vai ter um castigo".
A verdade é que aquilo era tão excitante que nem parei pra pensar se era justo ou não. Só queria que começasse, afinal, como é que eu não ia reconhecer as mãos ou a boca do meu marido?
Vendaram meus olhos e me rodaram pelo quarto pra me desorientar, e de repente me deixaram sozinha. Senti um arrepio forte quando uma boca começou a chupar meu pescoço, me beijando, lambendo, mordendo... que gostoso que tava!. Enquanto sentia aquilo, outra boca procurou a minha, enfiando a língua toda dentro da minha boca e sugando a minha com força. Por mais extasiada e excitada que eu estivesse, era a boca do meu marido; tinha certeza e falei isso.
"Perdeu", disse meu cunhado enquanto passava o hálito excitado dele em mim e tirava a venda. E foi assim: a boca que tava no meu pescoço era a do meu marido, e a outra boca, que beijava com paixão, era a do meu cunhado. Como castigo, meu marido abriu dois botões da blusa e chupou meu peito, quase mordendo um mamilo. Aquilo era excitante e eu tava adorando; tava me deixando a mil por hora. Não sabia até onde o jogo ia chegar, mas tava encantada. Quando meu marido abotoou de novo a minha blusa, quase pedi pra ele não fazer isso, mas tinha que seguir o jogo dele. Vendaram meus olhos de novo e me rodaram. Outra vez uma boca se abria sobre a minha enquanto uma mão tomava conta do meu peito, tocando e apertando com força. Eu já estava toda molhada e não queria outra coisa senão que me enfiassem fundo, com força, até doendo. Mas tinha que esperar; por que demorava tanto pra chegar aquele momento?
Aquela mão que continuava tocando entrou por baixo da minha blusa e encostou na minha pele; a outra mão também apareceu, e os dedos já brincavam com meus bicos de um jeito que me enlouquecia. Eu não podia tocar nem saber quem era; os dois tinham bigode, as línguas eram parecidas... será que era parente? Não sabia o que dizer, e o que eu sabia é que até eu falar um nome, aquilo ia continuar assim.
Um corpo se aproximou de mim por trás, senti perfeitamente o tamanho daquele pau; me abraçou, enquanto outras mãos cuidavam das minhas coxas molhadas. A respiração na minha nuca denunciou meu marido, então eu falei que quem estava tocando meu peito e minhas coxas era meu cunhado. Dessa vez acertei, e meu marido me virou, tirou a venda e me deu um beijo na boca como prêmio. Quando acabou, quem me beijou foi meu cunhado, e ele fez com tanta paixão que achei que ia me afogar. As mãos do meu marido me tocavam pelo corpo todo. Passaram uns minutos assim, uma boca me beijava e umas mãos me tocavam, mas não eram do mesmo dono... Ah! que gostoso que tava.
Num instante, meu marido pegou uma das minhas mãos e colocou no zíper da calça dele. Rapidamente eu abaixei e meti a mão. Tava acariciando ele por dentro da cueca; o pau dele lutava pra sair, dava batidinhas na minha mão. Aí ele pegou minha outra mão e colocou em cima da braguilha do irmão dele. Fiz a mesma coisa, mas mais atrapalhada, enquanto via meu cunhado de olhos fechados e apertando uma das mãos na minha cintura. Como aconteceu, não sei, mas de repente os dois estavam pelados na minha frente. e minha boca ia de um pau pro outro enquanto as mãos deles se revezavam pra me tocar. Meu marido me deitou no sofá e começou a chupar minha buceta, a língua dele procurando meu clitóris e eu não consegui segurar aquela sequência de orgasmos. Alheio ao que o irmão dele tava me causando, meu cunhado ficava passando a língua nos meus peitos, às vezes lambia, às vezes mordia, mas a respiração dele continuava me deixando muito nervosa.
Com movimentos bem calculados dos dois irmãos, meu cunhado sentou no sofá e, com muito cuidado, me sentou em cima dele, enquanto se movia devagar enfiando o pau em mim. Eu quase ia pro céu com aquelas metidas, e pra completar o prazer, meu marido me beijava e chupava da cintura pra cima... Eu só gozava, tava toda molhada, aberta, excitada, quando meu cunhado começou a dilatar meu cu. O dedo dele já entrava e saía, depois foram dois, e aí eu pedi pro meu marido ser ele quem me penetrasse por trás enquanto meu cunhado metia fundo em mim. Uma dupla penetração, meu marido enchendo meu cu e meu cunhado dentro da minha buceta, que jogo magnífico!, sentindo os dois e seus movimentos. Não consegui nem pedir pra pararem um pouco, que iam me partir, porque gozei de novo e porque imediatamente os dois se esvaziaram dentro de mim. A fantasia tinha deixado de ser fantasia, já era realidade. Tinham me fodido os dois, e ainda por cima, como fizeram bem e como a gente tinha aproveitado!
Num determinado momento, coloquei uma música e eu e meu marido começamos a dançar. Meu cunhado, meio sério, meio brincando, falou pra gente não gastar dinheiro na casa do pobre, e meu marido respondeu que se ele queria dançar com a cunhada dele. Na hora ele levantou e a gente começou a dançar. Depois de um tempo, meu marido se juntou a nós, ficando atrás de mim, e aquilo virou um sanduíche. Meu marido começou a me acariciar e morder minha orelha, e eu ia sentindo o "calor" do meu cunhado. Nisso, o telefone tocou e meu marido foi atender, momento que meu cunhado aproveitou pra colocar a boca na minha e me dar um beijo molhado. Não sei por que, mas eu respondi. Sem parar de nos beijar, ele me abraçou mais forte e assim, naquele abraço, senti "o tamanho da pica dele", de primeira qualidade, enquanto a língua dele controlava qualquer movimento da minha, por mais leve que fosse. Vi meu marido observando a cena da porta; ele me olhou sorrindo, como quem diz que a fantasia tinha voltado, mas dessa vez, eu tava dominando a fantasia.
Meu cunhado não tinha visto meu marido, claro que quando percebeu que ele tava se aproximando, no grau de excitação que ele tava, também não tirou nenhuma das mãos da minha bunda. Com certeza tava testando até onde podia ir.
A gente foi sentar, bebendo um pouco mais, porque tava calor. Aí acho que foi meu marido quem disse que a gente podia jogar alguma coisa, e ele dizia enquanto suas mãos se refugiavam debaixo da minha blusa, sob o olhar atento do meu cunhado, que já começava a desejar que acontecesse o que queria e achava que ia rolar. Por isso, sem se acanhar, ele aproximou os lábios dos meus e disse: "vamos brincar?". "Brincar de quê?", respondi eu, mordendo a boca dele.
Meu marido, que tem uma mente superativa, falou: "vamos testar sua sensibilidade primeiro e depois a gente brinca, mas você precisa se concentrar pra saber quem é que tá te tocando. Não pode usar as mãos". E completou: "você tem que ficar imóvel e se deixar levar. Vamos vendar seus olhos e, se tiver certeza, você diz de quem é. Se errar, vai ter um castigo".
A verdade é que aquilo era tão excitante que nem parei pra pensar se era justo ou não. Só queria que começasse, afinal, como é que eu não ia reconhecer as mãos ou a boca do meu marido?
Vendaram meus olhos e me rodaram pelo quarto pra me desorientar, e de repente me deixaram sozinha. Senti um arrepio forte quando uma boca começou a chupar meu pescoço, me beijando, lambendo, mordendo... que gostoso que tava!. Enquanto sentia aquilo, outra boca procurou a minha, enfiando a língua toda dentro da minha boca e sugando a minha com força. Por mais extasiada e excitada que eu estivesse, era a boca do meu marido; tinha certeza e falei isso.
"Perdeu", disse meu cunhado enquanto passava o hálito excitado dele em mim e tirava a venda. E foi assim: a boca que tava no meu pescoço era a do meu marido, e a outra boca, que beijava com paixão, era a do meu cunhado. Como castigo, meu marido abriu dois botões da blusa e chupou meu peito, quase mordendo um mamilo. Aquilo era excitante e eu tava adorando; tava me deixando a mil por hora. Não sabia até onde o jogo ia chegar, mas tava encantada. Quando meu marido abotoou de novo a minha blusa, quase pedi pra ele não fazer isso, mas tinha que seguir o jogo dele. Vendaram meus olhos de novo e me rodaram. Outra vez uma boca se abria sobre a minha enquanto uma mão tomava conta do meu peito, tocando e apertando com força. Eu já estava toda molhada e não queria outra coisa senão que me enfiassem fundo, com força, até doendo. Mas tinha que esperar; por que demorava tanto pra chegar aquele momento?
Aquela mão que continuava tocando entrou por baixo da minha blusa e encostou na minha pele; a outra mão também apareceu, e os dedos já brincavam com meus bicos de um jeito que me enlouquecia. Eu não podia tocar nem saber quem era; os dois tinham bigode, as línguas eram parecidas... será que era parente? Não sabia o que dizer, e o que eu sabia é que até eu falar um nome, aquilo ia continuar assim.
Um corpo se aproximou de mim por trás, senti perfeitamente o tamanho daquele pau; me abraçou, enquanto outras mãos cuidavam das minhas coxas molhadas. A respiração na minha nuca denunciou meu marido, então eu falei que quem estava tocando meu peito e minhas coxas era meu cunhado. Dessa vez acertei, e meu marido me virou, tirou a venda e me deu um beijo na boca como prêmio. Quando acabou, quem me beijou foi meu cunhado, e ele fez com tanta paixão que achei que ia me afogar. As mãos do meu marido me tocavam pelo corpo todo. Passaram uns minutos assim, uma boca me beijava e umas mãos me tocavam, mas não eram do mesmo dono... Ah! que gostoso que tava.
Num instante, meu marido pegou uma das minhas mãos e colocou no zíper da calça dele. Rapidamente eu abaixei e meti a mão. Tava acariciando ele por dentro da cueca; o pau dele lutava pra sair, dava batidinhas na minha mão. Aí ele pegou minha outra mão e colocou em cima da braguilha do irmão dele. Fiz a mesma coisa, mas mais atrapalhada, enquanto via meu cunhado de olhos fechados e apertando uma das mãos na minha cintura. Como aconteceu, não sei, mas de repente os dois estavam pelados na minha frente. e minha boca ia de um pau pro outro enquanto as mãos deles se revezavam pra me tocar. Meu marido me deitou no sofá e começou a chupar minha buceta, a língua dele procurando meu clitóris e eu não consegui segurar aquela sequência de orgasmos. Alheio ao que o irmão dele tava me causando, meu cunhado ficava passando a língua nos meus peitos, às vezes lambia, às vezes mordia, mas a respiração dele continuava me deixando muito nervosa.
Com movimentos bem calculados dos dois irmãos, meu cunhado sentou no sofá e, com muito cuidado, me sentou em cima dele, enquanto se movia devagar enfiando o pau em mim. Eu quase ia pro céu com aquelas metidas, e pra completar o prazer, meu marido me beijava e chupava da cintura pra cima... Eu só gozava, tava toda molhada, aberta, excitada, quando meu cunhado começou a dilatar meu cu. O dedo dele já entrava e saía, depois foram dois, e aí eu pedi pro meu marido ser ele quem me penetrasse por trás enquanto meu cunhado metia fundo em mim. Uma dupla penetração, meu marido enchendo meu cu e meu cunhado dentro da minha buceta, que jogo magnífico!, sentindo os dois e seus movimentos. Não consegui nem pedir pra pararem um pouco, que iam me partir, porque gozei de novo e porque imediatamente os dois se esvaziaram dentro de mim. A fantasia tinha deixado de ser fantasia, já era realidade. Tinham me fodido os dois, e ainda por cima, como fizeram bem e como a gente tinha aproveitado!
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