A patroa ficou insaciável

Essa história é 100% real.
Trabalho num laboratório fotográfico na cidade de Buenos Aires há vários anos, e desde 2 meses atrás abriu uma filial em Pilar. Nosso horário é das 9 às 12 e das 15 às 19, segundas, quartas e sextas. Ao meio-dia, enquanto está fechado pro público, a gente recebe os fornecedores: papel, químicos e outros produtos que a gente vende. O dono vai pra filial lá pelas 11 e volta umas 16 pra fazer a mesma coisa (atender fornecedores).

A questão é que, como me conhecem há anos e me consideram de confiança, me colocaram como encarregado e me pagam uma grana boa que me cai muito bem. Eu fico no laboratório. O trabalho nesse horário é bem pouco, mas não dá pra saber quando os fornecedores chegam. Aí, enquanto espero as eventuais entregas de insumos, eu almoço e fico enrolando na internet. Como sou leitor de contos, entrava no Poringa pra ler, e lia de tudo.

Aí, um meio-dia, tava lendo um conto muito quente, e fiquei de pau duro. Como tava sozinho e fazia dias que não transava, resolvi me dar uns amassos enquanto lia. Só que, sem perceber, a mulher do dono entrou e eu não vi. Olha, não me acho o maior garanhão nem tenho um pau enorme. Na real, posso dizer que é pequeno, mas cumpre o papel. Pelo menos já me disseram que sou esforçado (no sexo) e dou conta do recado.

A questão é que a mulher, com o celular dela, tirou umas fotos de mim me masturbando.

No dia seguinte, ela disse que precisava falar comigo. Isso foi numa terça, perto das 19. Falei que com prazer, mas ela respondeu: "Amanhã, que você tem que sair". Achei estranho, mas não dei importância.

Quarta-feira, meio-dia, na hora de fechar o negócio, ela chegou, esperou todo mundo ir embora e me chamou pro escritório do primeiro andar.

Subi e ela tava bem arrumadinha. É uma senhora mais velha, não é feia, mas os 60 anos aparecem. Baixinha, olhos pretos e cabelo castanho. Nem magra nem gorda, um corpão mediano. Cliente de muito bom gosto, discreta e elegante, foi direto ao ponto, se levantou e me disse:
- Quero que nos dias que der, a gente foda!!!
..... sinceramente, não entendi NADA, pensei que era uma alucinação ou que estava tendo um pesadelo. Depois ela me perguntou:
- Ficou claro?
- Falei desculpa, não entendi, ela num tom bem agressivo me disse:
- Sim, sim, você ouviu bem e entendeu.
Respondi: me desculpe, mas acho que a senhora se enganou, ela, sem pestanejar:
- Não, não me engano, sei que quando você está sozinho se dá ao luxo de bater uma punheta, não vamos desperdiçar algo que eu gosto e desejo, na minha idade é muito difícil ter uma boa porra e jovem, além disso, faz tanto tempo que não vejo um pau duro, nem de falar em gozo.
Mas senhora; ela, sem me deixar falar, disse: posso fazer você ser demitido ou aumentar seu salário, além disso, posso ser muito generosa, você escolhe, então... tira o pau porque hoje preciso desesperadamente de gozo; ela deu a volta na mesa, sentou na minha frente, numa cadeira, me sentou na mesa e desabotoou minha calça e começou o serviço, eu estava pálido, assustado, nem um pouco excitado, meu pau estava morto e não reagia. Com o indicador e o polegar da mão direita, ela segurava a base do pênis enquanto chupava com vontade, esticando, e com a outra massageava os ovos.
Eu não conseguia pensar, meu pau não reagia, nem eu. Aí ela desabotoou a camisa e tirou um par de peitos enormes, por cima do sutiã, enormes e com mamilos tão grandes quanto os peitos, bem rosados e bem durinhos, mas estavam bem flácidos.
Ela soltou o pau e levantou a saia, afastou a calcinha para o lado, deixando ver uma buceta depilada com um pequeno tufo de pelo na parte de cima (como um bigodinho tipo Hitler) e começou a se masturbar, isso me deu um certo tesão e meu pau começou a reagir, além disso, ela não parava de chupar, lamber, sorver, mordiscar, aí começou a ficar duro, mas para gozar eu ia ter que lutar. Ela me perguntou se eu estava fazendo direito. respondi que sim, então ela começou a fazer mais devagar, subindo e descendo, isso aí, até o fundo, mexia a cabeça. Se esfregava no meu rosto inteiro, quando conseguia falar me elogiava, dizia que eu era gostoso, que a gente ia se divertir pra caralho. Já tinham passado uns 15 ou 20 minutos e ela continuava, eu já tava impaciente e ela começou a falar "quero a porra, quero a porra". Aí eu me concentrei, peguei ela pelos cabelos e comecei a ditar o ritmo, e ao mesmo tempo falava pra ela chupar de uma vez. Ela começou a gozar e não parava, tremia, gemia, e tirou meu pau da boca dela e começou a gritar descontroladamente. No começo me deu um estranhamento, depois eu gostei. Ela respirava forte, bufava e tremia, num momento parecia mais que tava tendo convulsão do que um orgasmo, isso me excitou pra caralho. Então decidi tentar gozar também, segurei ela pelo cabelo e comecei a me mexer, empurrava até o fundo, saía e atacava com força, já não ligava mais pra nada, queria gozar. A parada é que sempre gozei muito, e naquele dia não foi diferente. Comecei a segurar, segurei até que decidi deitar ela em cima da escrivaninha de barriga pra cima, com a cabeça pendurada pra trás. Me levantei e comecei a bombar como se fosse uma buceta, a cabeça do meu pau passava pela campainha da garganta e eu sentia que tocava na parte do meu freio (como sou circuncidado, tenho uma sensibilidade do caralho). Minhas bolas batiam na testa dela, ela com uma mão se masturbava e com a outra apertava os próprios mamilos que estavam durinhos. Até que senti que era a hora certa, empurrei até o fundo e soltei o primeiro jato, foi direto pra garganta. Quando eu tava até o fundo, ela meio engasgada tossiu e engoliu. Aí eu tirei um pouco, o segundo jato foi na boca e o resto espalhei na cara dela. Com as últimas forças do meu pau, escorri e comecei a dar umas batidas na cara dela, balançando o pau. Ela começou a gritar e gozar de novo. Não aguentava mais, sentei num sofá e me joguei pra trás, meu pau ardia, minhas pernas doíam, tava exausto. golpe, sinto que ela começa a chupar. Deixei ela fazer isso, foi devagar e delicada. Juntou a porra que tinha na cara e no cabelo com os dedos e depois passava na minha pussy ou chupava os dedos. Quando não encontrou mais, começou a esfregar o rosto no meu corpo.

Levantei e fui ao banheiro, ela me seguiu. Tirou minha calça e cueca, lavou minhas bolas e meu pau. Depois se despiu, era a primeira vez que via uma mulher mais velha pelada, muito branca, uma barriguinha, meio flácida. Pensei que ia me incomodar ou me dar nojo, sei lá. De certa forma, posso dizer que gostei. Ela se lavou no bidê, depois lavou os peitos e o rosto. Eu, com vergonha, escapei pro escritório. Ela, pelada e com a roupa na mão, me seguiu. Me jogou no sofá do escritório e continuou chupando.

Mais tarde, falei pra ela se vestir, que já tava perto do horário dos outros funcionários voltarem. Ela disse que quando chegasse alguém, que fizesse, que eu ficasse ali. E continuou chupando e pediu outra transa, queria um pouco mais de porra. Começou de novo, mas não sei se foi tesão ou se ela tinha curtido, meu pau subiu com vontade. O segundo round foi mais curto, menos trabalhado, mas bem dado. Também não teve tanta porra quanto no primeiro, mas ela curtiu como se fosse a melhor foda da vida dela. De novo no banheiro, cumprindo o ritual de limpar tudo que usou, ela me disse: semana que vem você faz meu cu, quero muito leite igual no primeiro round, mas quero tudo na minha bunda.

7 comentários - A patroa ficou insaciável

insisto una imagen vale mas que mil palabras.............................aburridoooooooooooooooooooooo!
jajajajajaja bigote tipo hittler..... 🙂 🙂 🙂
A patroa ficou insaciável
Kairen
Loco, un poco de sintaxis no vendría mal...
La verdad me gusto, mas si es real, a mi me encanta el sexo, mas si es oral con personas mayores simpre la sase muy bien con ellos tanto con hombres y mujeres, dando y recibiendo a ver para cuando la proxima historia