Este é meu segundo post, mais uma história. Espero que comentem se curtem, pra ser sincero não sei se conto tão bem quanto acho, então críticas são bem-vindas. Essa também estava no meu blog, mas adicionei umas coisas que não tinha posto antes. Assim como o outro post, é tudo verdadeiro. Espero que gostem da minha história, vou continuar postando mais algumas.2 rones e uma cerveja, Sábado e eu na festa do Remy, o melhor daquele aniversário era que meus melhores amigos estavam lá. Além de ter uma variedade enorme de bebidas alcoólicas, de resto, não conhecia muitos dos convidados, nem tava afim de conhecer, a música pra mim era algo meio chato, simplesmente posso dizer que tudo que saía daquele iPod não passava de sucessos que facilmente poderiam ser encaixados em qualquer novela juvenil da Globo ou do SBT, mas fazer o quê, os gostos do Remy são assim e era o aniversário dele.
2 vodkas, Uma parada estranha que rola nas reuniões e festas é que, quando acaba a bebida de marca, o povo começa a falar "ah, já acabou a pinga", mesmo que na mesa tenha um balde de Bacardi e ainda 1 ou 2 packs de cerveja. Coisa doida, não conseguem tomar uma Cuba com Bacardi ou uma cerveja qualquer, o objetivo é o mesmo, perder a cabeça e encher a cara. Eu tinha outro compromisso além do aniversário que não ia durar mais que umas 2 horas, e preparei meu discurso pra vazar. -E aí Remy, não vamos pra festa do Sueco? Vai ser boa, já tô combinado há 2 semanas com aquele cara-. Eu sabia que o Remy provavelmente não ia, ele queria ir pra Garibaldi! -Ó, então é melhor eu encontrar vocês, verdade não gosto de deixar ninguém na mão, acho que vou e apareço daqui umas 2 horas, né?-
1 vodka, 1 rum e uma tequilinha, Eu tinha levado o Oax pro apê do Jacob (o Sueco), se a parada não fosse boa, tinha quem me fizesse companhia, enquanto as 3 amigas do Jacob se arrumavam, a gente bebeu um pouco. Me falaram que era uma festa à fantasia e que eu tinha que representar algum país na roupa ou não podia entrar, me emprestaram uma camiseta da Suécia tamanho P e uma calça de uma das minas que tinha escrito na parte de trás também "Suécia". Acho que tava ridículo, aquela calça me fazia parecer um boy da zona sul, verdade já tinha bebido o suficiente pra não ligar. Demais. Jogamos "caricachupas", acabamos com a garrafa de rum e fomos pra festa.
4 noiteboas, outra vodka e já nem lembro o que mais, eu gosto muito de noiteboa, desde uns anos que provei. Espero as temporadas de Natal pra me embriagar com algo diferente, sim, uma cerveja edição especial!. A festa tava boa, tinha minas disponíveis e uns bêbados que nem eu, colocando música mais aceitável que a da primeira festa. Vi uma mina distraída que achei gostosa, cheguei nela cumprimentando e perguntando quem ela procurava, um tal de Chucho, ela disse. Parece que não tava na festa, fiquei batendo papo com ela um tempo, não parecia muito interessada em mim e quando o "Chucho" chegou, fui com o Oax um pouco. A francesa que eu tava afim já tava muito bêbada e foi dormir num quarto, -então nada-, fui atrás de outra. Uma das amigas do Jacob também me interessava e parecia bêbada o suficiente pra facilitar as coisas, então fui nela. Dançamos e tomamos mais um pouco de noiteboa e tentei embebedar ela oferecendo doses de vodka e fazendo um coquetel meio forte, encurralei ela e beijei, como já tava bêbado tentava apalpar sem me importar quem tava vendo, ela usava uma espécie de toga e uma camiseta preta por baixo, eu tentava acariciar as pernas dela e levantar a saia mas ela não deixava e tirava minhas mãos, então tentei pegar nos peitos dela, não liguei e continuamos bebendo e eu fui apalpando ela no mesmo canto. Não sei em que momento, mas por causa do álcool que tomei, essa parte da história é difícil de lembrar. Aparecemos dançando no bar "Cafeína", parece que fomos a pé. Eu só queria ir pro apê da mina e a única coisa que fiz no lugar foi beijar ela e tentar enfiar minhas mãos por baixo da roupa dela, ficamos no máximo 30 minutos e caminhamos até o apê dela.
1 copo d'água, -porra, será que todos eles moram aqui?-, Eu sabia que o Jacob também morava naquele apê, mas Nunca fiquei sabendo que mais três pessoas dormiam no lugar. Eu falava pra mina a gente ir pro quarto dela, mas ela disse que dividia o quarto com outra garota e que não dava. O banheiro também não, e os inquilinos do lugar pareciam não gostar da presença de um bêbado insistente. Fomos pra cozinha, ela se jogou no chão e comecei a apalpar ela, além de beijar os peitos dela (aliás, uns dos melhores que já tive, tamanho bom mas sem ser de stripper). Falei que queria ficar com ela naquela noite, fiquei mais um tempo, mas bateram na porta e disseram que queriam dormir, então levantei ela e beijei. Ela falou que eu tinha que ir. Insisti pra irmos pro meu carro, ela não quis. Me acompanhou até o corredor de saída. Lá, ela disse que também queria ficar comigo, mas tinha muita gente. Peguei ela pela cintura e empurrei pra escada do corredor, beijei ela, meti a mão e enfiei os dedos na buceta dela, tentando excitar ela, mexendo o dedo lá dentro. Tava muito molhada. Tirei a meia-calça dela e, ao contrário do que eu achava, que essas coisas só acontecem em pornô, começamos a transar na escada pública de uns apartamentos. Não é muito confortável, então depois de um tempo decidimos usar o chão. Eu adoro lamber bucetas e usar meus dedos, sou viciado nisso, então fiquei lambendo ela e enfiando os dedos por um bom tempo. Mexia os dedos dentro dela e tentava rodear o colo do útero e acariciar (pelo que sei, toda mina adora). Ela decidiu me chupar por um tempo, mas como não era muito boa, resolvi continuar satisfazendo ela e pedi pra tirar a blusa. Ela tirou, mas depois de um pouco falou: "É que eu tô totalmente nua aqui fora" e vestiu a camiseta. Depois de um tempo e com um pouco de sorte pra ninguém ter usado o corredor ou as escadas, decidimos entrar no apartamento. Aí resolvi meter. Ela se mexia muito bem e adorava. Usamos o sofá da entrada, tentando não fazer barulho, mas acho que ouviram sim. Eu tava muito tarado e ela se mexia. Tão bom que, sem pensar, acabei gozando dentro dela (esqueci de falar que não usamos camisinha, coisa idiota, mas a gente tava bêbado). Idiotamente falei: "Pô, já gozei". Ela perguntou: "Muito ou pouco?" — "Mais ou menos". Ela nem ligou na hora. Eu tirei e quis fazer ela gozar também com meus dedos, e consegui. A gente continuou por um bom tempo, e ela ficava dizendo que tava muito tesuda e queria mais. Já não tava tão molhada, então perguntei se ela tinha óleo ou algo assim. Ela disse que não, e eu perguntei se tinha óleo de cozinha (na hora achamos que era uma boa ideia, embora depois eu tenha pensado que talvez seja ruim pra uma garota usar isso). Continuei com meus dedos até me cansar, e depois fiquei abraçando ela e apertando os peitos dela por mais um tempinho — que peitos gostosos, puta merda! A gente ficou lá até umas 7 horas.
1 Gatorade, decidi ir pra casa descansar. Sujo e vestido do jeito mais gay possível, entrei no meu carro e fui embora pra casa. Não lembro o nome da mina, era um nome estranho e sou péssimo pra decorar nomes. Também não espero vê-la de novo, embora adoraria passar outra noite com ela. Ainda tô com dor nas costas, joelhos ralados, dor num braço e os músculos dos dedos doloridos. Isso não acontece só nos pornôs, agora eu sei. Que sábado foda, porra!
2 vodkas, Uma parada estranha que rola nas reuniões e festas é que, quando acaba a bebida de marca, o povo começa a falar "ah, já acabou a pinga", mesmo que na mesa tenha um balde de Bacardi e ainda 1 ou 2 packs de cerveja. Coisa doida, não conseguem tomar uma Cuba com Bacardi ou uma cerveja qualquer, o objetivo é o mesmo, perder a cabeça e encher a cara. Eu tinha outro compromisso além do aniversário que não ia durar mais que umas 2 horas, e preparei meu discurso pra vazar. -E aí Remy, não vamos pra festa do Sueco? Vai ser boa, já tô combinado há 2 semanas com aquele cara-. Eu sabia que o Remy provavelmente não ia, ele queria ir pra Garibaldi! -Ó, então é melhor eu encontrar vocês, verdade não gosto de deixar ninguém na mão, acho que vou e apareço daqui umas 2 horas, né?-
1 vodka, 1 rum e uma tequilinha, Eu tinha levado o Oax pro apê do Jacob (o Sueco), se a parada não fosse boa, tinha quem me fizesse companhia, enquanto as 3 amigas do Jacob se arrumavam, a gente bebeu um pouco. Me falaram que era uma festa à fantasia e que eu tinha que representar algum país na roupa ou não podia entrar, me emprestaram uma camiseta da Suécia tamanho P e uma calça de uma das minas que tinha escrito na parte de trás também "Suécia". Acho que tava ridículo, aquela calça me fazia parecer um boy da zona sul, verdade já tinha bebido o suficiente pra não ligar. Demais. Jogamos "caricachupas", acabamos com a garrafa de rum e fomos pra festa.
4 noiteboas, outra vodka e já nem lembro o que mais, eu gosto muito de noiteboa, desde uns anos que provei. Espero as temporadas de Natal pra me embriagar com algo diferente, sim, uma cerveja edição especial!. A festa tava boa, tinha minas disponíveis e uns bêbados que nem eu, colocando música mais aceitável que a da primeira festa. Vi uma mina distraída que achei gostosa, cheguei nela cumprimentando e perguntando quem ela procurava, um tal de Chucho, ela disse. Parece que não tava na festa, fiquei batendo papo com ela um tempo, não parecia muito interessada em mim e quando o "Chucho" chegou, fui com o Oax um pouco. A francesa que eu tava afim já tava muito bêbada e foi dormir num quarto, -então nada-, fui atrás de outra. Uma das amigas do Jacob também me interessava e parecia bêbada o suficiente pra facilitar as coisas, então fui nela. Dançamos e tomamos mais um pouco de noiteboa e tentei embebedar ela oferecendo doses de vodka e fazendo um coquetel meio forte, encurralei ela e beijei, como já tava bêbado tentava apalpar sem me importar quem tava vendo, ela usava uma espécie de toga e uma camiseta preta por baixo, eu tentava acariciar as pernas dela e levantar a saia mas ela não deixava e tirava minhas mãos, então tentei pegar nos peitos dela, não liguei e continuamos bebendo e eu fui apalpando ela no mesmo canto. Não sei em que momento, mas por causa do álcool que tomei, essa parte da história é difícil de lembrar. Aparecemos dançando no bar "Cafeína", parece que fomos a pé. Eu só queria ir pro apê da mina e a única coisa que fiz no lugar foi beijar ela e tentar enfiar minhas mãos por baixo da roupa dela, ficamos no máximo 30 minutos e caminhamos até o apê dela.
1 copo d'água, -porra, será que todos eles moram aqui?-, Eu sabia que o Jacob também morava naquele apê, mas Nunca fiquei sabendo que mais três pessoas dormiam no lugar. Eu falava pra mina a gente ir pro quarto dela, mas ela disse que dividia o quarto com outra garota e que não dava. O banheiro também não, e os inquilinos do lugar pareciam não gostar da presença de um bêbado insistente. Fomos pra cozinha, ela se jogou no chão e comecei a apalpar ela, além de beijar os peitos dela (aliás, uns dos melhores que já tive, tamanho bom mas sem ser de stripper). Falei que queria ficar com ela naquela noite, fiquei mais um tempo, mas bateram na porta e disseram que queriam dormir, então levantei ela e beijei. Ela falou que eu tinha que ir. Insisti pra irmos pro meu carro, ela não quis. Me acompanhou até o corredor de saída. Lá, ela disse que também queria ficar comigo, mas tinha muita gente. Peguei ela pela cintura e empurrei pra escada do corredor, beijei ela, meti a mão e enfiei os dedos na buceta dela, tentando excitar ela, mexendo o dedo lá dentro. Tava muito molhada. Tirei a meia-calça dela e, ao contrário do que eu achava, que essas coisas só acontecem em pornô, começamos a transar na escada pública de uns apartamentos. Não é muito confortável, então depois de um tempo decidimos usar o chão. Eu adoro lamber bucetas e usar meus dedos, sou viciado nisso, então fiquei lambendo ela e enfiando os dedos por um bom tempo. Mexia os dedos dentro dela e tentava rodear o colo do útero e acariciar (pelo que sei, toda mina adora). Ela decidiu me chupar por um tempo, mas como não era muito boa, resolvi continuar satisfazendo ela e pedi pra tirar a blusa. Ela tirou, mas depois de um pouco falou: "É que eu tô totalmente nua aqui fora" e vestiu a camiseta. Depois de um tempo e com um pouco de sorte pra ninguém ter usado o corredor ou as escadas, decidimos entrar no apartamento. Aí resolvi meter. Ela se mexia muito bem e adorava. Usamos o sofá da entrada, tentando não fazer barulho, mas acho que ouviram sim. Eu tava muito tarado e ela se mexia. Tão bom que, sem pensar, acabei gozando dentro dela (esqueci de falar que não usamos camisinha, coisa idiota, mas a gente tava bêbado). Idiotamente falei: "Pô, já gozei". Ela perguntou: "Muito ou pouco?" — "Mais ou menos". Ela nem ligou na hora. Eu tirei e quis fazer ela gozar também com meus dedos, e consegui. A gente continuou por um bom tempo, e ela ficava dizendo que tava muito tesuda e queria mais. Já não tava tão molhada, então perguntei se ela tinha óleo ou algo assim. Ela disse que não, e eu perguntei se tinha óleo de cozinha (na hora achamos que era uma boa ideia, embora depois eu tenha pensado que talvez seja ruim pra uma garota usar isso). Continuei com meus dedos até me cansar, e depois fiquei abraçando ela e apertando os peitos dela por mais um tempinho — que peitos gostosos, puta merda! A gente ficou lá até umas 7 horas.
1 Gatorade, decidi ir pra casa descansar. Sujo e vestido do jeito mais gay possível, entrei no meu carro e fui embora pra casa. Não lembro o nome da mina, era um nome estranho e sou péssimo pra decorar nomes. Também não espero vê-la de novo, embora adoraria passar outra noite com ela. Ainda tô com dor nas costas, joelhos ralados, dor num braço e os músculos dos dedos doloridos. Isso não acontece só nos pornôs, agora eu sei. Que sábado foda, porra!
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