Martina, Martina!!!

Meu primeiro post, espero que gostem da minha história. É verídica, obviamente não é a garota das fotos, isso também falo na história, mas acho que as fotos ajudam a imaginar melhor. Só não sei se sei contar de um jeito bom. Já tinha ela no meu blog, mas adicionei mais alguns detalhes. Espero que me digam o que falta pra melhorar. Curtam aí!

Martina, Martina!!!Olhos azuis, cabelo preto, alta, magra, pernas torneadas, bonita e uma cintura bem marcada, o que mais eu poderia desejar numa mulher? Pra mim não podia existir nada melhor. É a descrição da mulher dos meus sonhos desde que tenho 15 anos. A única coisa em que nunca parei pra pensar foi no nome.

Eu, Fernando e Sarah, fomos naquela noite ao prédio do Manuel; seria uma reunião pra se despedir do Fernando, que partiria pro México em dois dias, além de tudo era sexta-feira.

Chegamos lá pelas 10, talvez antes. Estavam Manuel, Nancy, Everardo, Emma, Veronika, nós três e não sei quem mais. Como sempre, a gente se dedicou a abrir uns vinhos de 3 euros, uma vodka e por ali uma tequila ruim daquelas que os marroquinos vendem. Eu, como sempre, fiz um trago num copo grande, misturando todo tipo de álcool disponível e propus jogar o já clássico "caricachupas"; é bom sempre tomar algo forte pra começar uma boa festa e que melhor maneira divertida.

Como sempre, acabamos no bar latina, eu não esperava nada da noite. Stephanie (minha mina naquela época) não queria sair e a gente tinha combinado de se ver no dia seguinte. Comprei uma cerveja e fiquei dançando com a Sarah um pouco e depois fiquei batendo papo com o Fer e a Veronika. O Fer me dizia que aquela seria sua melhor noite e tomaria bastante pra fechar com a Veronika, sabia que era a vez dele e iam se divertir. Bom pra ele, eu talvez ia dormir bêbado e sozinho naquela noite, mas pensava que no dia seguinte eu ia me divertir mais, -tô nem aí- e fui pegar um shot de tequila. Vi duas minas muito gatas entrando no bar, e lá estava a mina dos meus sonhos, eu sempre acreditei que as boas oportunidades só aparecem uma vez, e mesmo assim não pensei em chegar nela, não teria chance. Ia ir com a Sarah mas percebi que as minas conheciam a Veronika, um golpe de sorte, fui com elas. Me aproximei dela, não tava interessado na amiga então nem cumprimentei, estupidamente perguntei: -então você conhece a Veronika? Sério?
- Sim, ela mora no meu prédio, mas só isso, nunca saímos juntas.
- Ah, tá.

Eu queria saber de onde era meu sonho e, mais importante, seu nome. Meu sonho precisava de um nome agora.
- Qual é o seu nome?
- Martina!
- Você é de Lille?
- Não, sou polonesa.
- Que legal, de que parte?
- Varsóvia. Mas você não fala francês?

Ela falou de um jeito meio seco. Eu disse que não, não muito bem, que estava aprendendo fazia pouco tempo. Ela respondeu:
- Bom, eu não gosto de falar inglês. Você sabe espanhol?
- Claro, sou mexicano.
- Mexicano?

Naquele momento, a expressão dela mudou completamente e ela me abraçou. Nunca tinha ficado tão feliz por ser mexicano. Ela disse que adorava mexicanos e queria dançar comigo. Agradeci a Deus por ter me feito mexicano.

Ficamos dançando por mais de uma hora. Convidei-a para um drink. Sempre é mais fácil com uma mina com um pouco de álcool na cabeça. Ela pediu um rum com coca. Tentei beijá-la, mas ela não deixava, embora também não desse uma negativa definitiva. Ela disse que ia ao banheiro, e eu pensei: se não voltasse, era porque não queria nada comigo; mas se voltasse, consideraria minha vitória. Ela voltou, dançamos e a levei para perto da parede — seria mais difícil ela se mexer. Tentei beijá-la de novo, e ela topou. Percebi que ela estava com mau hálito, mas isso não ia estragar meu momento. Ignorei o inconveniente, procurei meu grupo e pedi à Nancy uns chicletes ou uma bala de menta. Todos riram. Ofereci um a ela.

Agora tudo estava a meu favor. A amiga dela chamou, ela voltou e me disse que a amiga queria ir embora, mas que se eu a acompanhasse até em casa, ela ficaria comigo. Bingo!
- Claro! — eu disse.

Continuamos no pegação. Ela beijava de um jeito agressivo, mordia meus lábios com força, como se quisesse arrancá-los, e eu a tocava sem vergonha nenhuma, metendo a mão por baixo da blusa e dentro da calça dela. Meu grupo ficava nos olhando como se não tivéssemos vergonha na cara. Eu tava cagando e continuei. Já mais excitado, perguntei a que horas ela queria voltar para casa, porque... agora esse era meu objetivo (sim, possuí-la e estar dentro dela). Ela disse que poderíamos voltar com Fernando e Veronika, já que iam para o mesmo lugar. Então falei pro Fer - já vamos embora, cara, já deu com minha polonesa - -mano, não posso ir, eu que chamei a galera e é minha última noite- -não fode, você já tem mina, me ajuda aí- -puts, sei não-. Depois de um tempo insisti com a Martina que a gente devia ir, ela topou, nunca imaginei que ficar com a mulher dos meus sonhos seria tão fácil. A caminhada até o apê dela foi um pouco longa, era perto da Bellas Artes; a gente conversou e ela me contou que seus melhores amigos em Lille eram um mexicano de Puebla e uma espanhola, e que por isso ela falava um espanhol tão bom. Também me disse que os dois tinham ido embora há pouco tempo, depois de conhecê-los por um ano, e que estava triste por não poder vê-los, pois naquele dia ela tinha acabado o semestre e estava meio sozinha, mas tinha decidido comemorar ao máximo porque merecia.

Chegamos no apê dela, era um quarto menor que o meu. Ela não tinha banheiro ou cozinha, na real não tava nem aí pra nada, só queria que tivesse uma cama. Ela botou uma música e do nada tocou uma do Maná, beijei ela e levei pra cama, tirei a roupa dela e me dediquei a curtir o corpo lindo que ela tinha. Ela mordia meus lábios com força e sabia muito bem como me agradar com o corpo, a boca e as mãos. Eu lambia os mamilos dela e curtia a silhueta, decidi lamber a buceta, eram uns lábios e uma cor como nenhuma outra e o sabor dela só me fazia querer entrar e fazer em todas as posições, depois enfiei um dedo nela pra dar ainda mais prazer, ela me puxava pra perto como se pedindo pra eu entrar, mas eu segurei pra deixar ela ainda mais excitada. Aí resolvi pegar ela e enfiar meu pau, adorei sentir o calor da vagina e o quanto ela estava molhada por dentro, ela adorava sentir meu pau se mexendo dentro dela, e eu curtia possuir aquela mulher dos sonhos com o corpo perfeito, aqueles peitos lindos, a... Virei ela e a coloquei de quatro, metendo forte e rápido. Ela só gemida e se mexia, adorava, e eu curtia ver sua cintura e meu pau entrando e saindo de sua buceta molhada e apertada. Mudamos de posição de novo, agora ela por cima de mim, assim ela tinha controle total, movia os quadris em círculos fazendo meu pênis acariciar todo o interior de sua vagina, até eu explodir. Depois disso nos beijamos por um tempo e aproveitei acariciando seu corpo por mais alguns minutos.

Foi um momento excelente que passamos juntos, até que lembrei que tinha namorada. Stephanie me encantava e me senti muito mal. Disse que precisava ir, ela falou que eram só 5:30; não quis, além disso pensei que não valia a pena manter um relacionamento com alguém que tinha ido para a cama comigo tão fácil, isso não duraria, enquanto o que tinha com Steph sim. Me vesti e antes de fechar a porta a vi na cama, seus pés, suas pernas, seus peitos, suas costas lindas e aqueles olhos azuis. Ela me olhou e disse adeus, não conseguia acreditar que estava deixando uma garota assim, não tinha o telefone dela, só sabia o nome, Martina, assim se chama a mulher dos meus sonhos.

Caminhei pensativo para casa, meus lábios sangravam um pouco (que beijos!), não me arrependo de ter traído minha mina, pois era uma oportunidade que não podia desperdiçar, além disso Stephanie terminou o relacionamento um mês depois. Só me arrependo de não ter tirado uma foto dela, como todo sonho sua imagem fica cada vez mais difícil de lembrar. Martina, Martina... só por ela, decidi visitar a Polônia. Tinha que conhecer Varsóvia, a cidade onde um dos meus sonhos se tornou realidade.Historia

1 comentários - Martina, Martina!!!

que linda chica es por la descripcion
espero que la encuentres denuevo:P
y espeor encontrar una asi yo 😛