Meu primeiro post, espero que gostem. Minha história é verdadeira, óbvio que não sou a mina das fotos, isso também falo na história, mas acho que as fotos ajudam a imaginar melhor, mesmo não sabendo se vou contar direito. Já tinha ela no meu blog, mas adicionei alguns detalhes a mais. Espero que me digam o que falta pra melhorar. Divirtam-se.
Olhos azuis, cabelo preto, alta, magra, pernas torneadas, gostosa e uma cintura bem marcada — o que mais eu poderia querer numa mulher? Pra mim, não existia nada melhor. É a descrição da mulher dos meus sonhos desde que eu tinha 15 anos. A única coisa em que nunca parei pra pensar foi num nome.
Eu, Fernando e Sarah fomos naquela noite pro prédio do Manuel. Ia ser uma reunião pra se despedir do Fernando, que ia pra México em dois dias. Além disso, era sexta-feira.
Chegamos lá umas 10, talvez antes. Estavam o Manuel, Nancy, Everardo, Emma, Veronika, nós três e mais não sei quem. Como sempre, a gente abriu uns vinhos de 3 euros, uma vodka e um tequila vagabundo daqueles que os marroquinos vendem. Eu, como sempre, fiz um drink num copo grande, misturando todo tipo de álcool disponível, e propus jogar o clássico "caricachupas". É bom sempre tomar uma dose forte pra começar uma festa boa, e melhor ainda de um jeito divertido.
Como sempre, a gente acabou no bar latino. Eu não esperava nada da noite. Stephanie (minha mina na época) não queria sair e a gente tinha combinado de se ver no dia seguinte. Comprei uma cerveja e fiquei dançando com a Sarah um tempo, depois fui bater um papo com o Fer e a Veronika. Fer tava dizendo que aquela seria a melhor noite dele e que ia beber pra caralho pra fechar com a Veronika. Sabia que era a vez dele e que iam se divertir. Bem pra ele. Eu talvez fosse dormir bêbado e sozinho naquela noite, mas pensava que no dia seguinte ia me divertir mais. — Foda-se — fui pegar um shot de tequila. Vi duas minas muito gostosas entrando no bar, e ali estava a garota dos meus sonhos. Sempre acreditei que as boas oportunidades só aparecem uma vez, e mesmo assim não pensei em chegar nela. Não teria chance. Ia falar com a Sarah, mas percebi que as minas conheciam a Veronika. Um golpe de sorte. Fui até elas. Me aproximei dela, não tava interessado na amiga, então nem a cumprimentei. Perguntei, estupidamente: — Então, cê conhece a Veronika? Verdade?
—Sim, mora no meu prédio, mas só isso, nunca saímos juntas.
—Ah, tá.
Queria saber de onde era meu sonho e, mais importante, o nome dele. Meu sonho agora precisava ter um nome.
—Qual é o seu nome?
—Martina!
—Você é de Lille?
—Não, sou polonesa.
—Que legal! De que parte?
—Varsóvia. Mas você não fala francês?
Ela falou de um jeito meio seco. Eu disse que não falava muito bem, que estava aprendendo há pouco tempo. Ela respondeu:
—É que não gosto de falar inglês. Você sabe espanhol?
—Claro, sou mexicano.
—Mexicano?
Naquele momento, a expressão dela mudou completamente e ela me abraçou. Nunca tinha ficado tão feliz de ser mexicano. Ela disse que adorava mexicanos e que queria dançar comigo. Agradeci a Deus por ter me feito mexicano.
Dançamos por mais de uma hora. Comprei uma bebida pra ela. Sempre é mais fácil com uma garota com um pouco de álcool no sangue. Ela pediu um rum com Coca. Tentei beijá-la, mas ela não deixava, embora também não desse um não definitivo. Ela disse que ia ao banheiro, e eu pensei: se não voltasse, era porque não queria nada comigo; se voltasse, consideraria minha vitória. Ela voltou. Dançamos e a levei perto da parede — seria mais difícil ela se mexer. Tentei beijá-la de novo, e ela aceitou. Percebi que ela tinha mau hálito, mas isso não ia estragar meu momento. Ignorei o problema, procurei meu grupo e pedi um chiclete ou uma menta pra Nancy. Todo mundo riu. Ofereci um pra ela.
Agora tudo estava a meu favor. A amiga dela chamou, ela voltou e disse que a amiga queria ir embora, mas que se eu a acompanhasse até em casa, ela ficaria comigo. Bingo!
—Claro! — respondi.
Continuamos nos pegando. Ela beijava de forma agressiva, mordia meus lábios com força, como se quisesse arrancá-los, e eu a tocava sem vergonha nenhuma, colocando a mão por baixo da blusa e dentro da calça dela. Meu grupo olhava como se a gente não tivesse pudor, mas eu não liguei e continuei. Já mais excitado, perguntei a que horas ela queria voltar pra casa. Agora esse era meu objetivo (sim, possuí-la e estar dentro dela). Ela disse que a gente podia voltar com o Fernando e a Veronika, já que iam pro mesmo lugar. Então falei pro Fer: "Vamo nessa, já deu pra mim com a minha polaca". "Cara, não posso ir, eu convidei o pessoal e é minha última noite". "Não fode, você já tem mulher, me ajuda aqui". "Pô, não sei...". Depois de um tempo, insisti com a Martina que a gente devia ir embora, ela topou, nunca pensei que ficar com a mulher dos meus sonhos seria tão fácil. A caminhada até o apê dela era meio longa, ficava perto do Bellas Artes; a gente conversou e ela me contou que os melhores amigos dela em Lille eram um mexicano de Puebla e uma espanhola, e que por isso ela falava tão bem espanhol. Também disse que os dois tinham ido embora fazia pouco tempo, depois de conhecê-los por um ano, e que tava triste por não poder vê-los, porque naquele dia ela tinha terminado o semestre e tava meio sozinha, mas decidiu festejar ao máximo porque merecia.
Chegamos no apê dela, era um quarto menor que o meu. Ela não tinha banheiro ou cozinha, mas a verdade é que não tava nem aí pra nada, só queria que tivesse uma cama. Ela colocou música e de repente tocou uma do "Maná", eu beijei ela e puxei pra cama, tirei a roupa dela e me dediquei a aproveitar aquele corpo gostoso. Ela mordia meus lábios com força e sabia muito bem como me satisfazer com o corpo, boca e mãos dela. Eu lambia os peitos dela e curtia a forma dela, resolvi lamber a buceta dela, era uns lábios e uma cor igual a nenhuma outra, e o gosto dela só me fazia querer entrar nela e meter em todas as posições. Depois enfiei um dedo nela pra dar ainda mais prazer, ela me puxava pra perto como quem diz que queria me ter dentro, mas eu resisti pra deixar ela ainda mais excitada. Aí resolvi pegar ela e enfiei meu pau nela, amei sentir o calor da buceta dela e o quanto ela tava molhada por dentro. Ela adorava sentir eu mexendo meu pau dentro dela, e eu curtia possuir aquela mulher dos sonhos com o corpo perfeito, aqueles peitos lindos, a Virei ela e coloquei de quatro, metendo forte e rápido. Ela só gemia e se mexia, adorava, e eu curtia ver a cintura dela e meu pau se movendo dentro da buceta molhada e apertada dela. Mudamos de posição de novo, agora ela por cima de mim, assim ela tinha o controle de tudo, mexia o quadril em círculos fazendo meu pau acariciar todo o interior da buceta dela, até gozar. Depois disso, nos beijamos por um tempo e curti acariciando o corpo dela por mais alguns minutos.
Foi um momento foda o que a gente passou junto, até que lembrei que tinha namorada. Stephanie me amava e me senti muito mal. Falei que precisava ir, ela disse que eram só 5:30; eu não quis, além disso pensei que não valia a pena manter um relacionamento com alguém que tinha ido pra cama comigo tão fácil, isso não duraria, já o que eu tinha com a Steph sim. Me vesti e antes de fechar a porta dela, vi ela na cama, os pés, as pernas, os peitos, as costas lindas e aqueles olhos azuis. Ela me olhou e disse tchau, não acreditava que estava deixando uma mina daquela, não tinha o telefone dela, só sabia o nome, Martina, esse é o nome da mulher dos meus sonhos.
Caminhei pensativo pra casa, meus lábios sangravam um pouco (que beijos!), não me arrependo de ter traído minha mina, porque era uma oportunidade que não podia desperdiçar, além disso Stephanie terminou comigo um mês depois. Só me arrependo de não ter tirado uma foto dela, como todo sonho, a imagem dela fica cada vez mais difícil de lembrar. Martina, Martina... só por ela, decidi visitar a Polônia. Tinha que conhecer Varsóvia, a cidade onde um dos meus sonhos se tornou realidade.
Olhos azuis, cabelo preto, alta, magra, pernas torneadas, gostosa e uma cintura bem marcada — o que mais eu poderia querer numa mulher? Pra mim, não existia nada melhor. É a descrição da mulher dos meus sonhos desde que eu tinha 15 anos. A única coisa em que nunca parei pra pensar foi num nome.Eu, Fernando e Sarah fomos naquela noite pro prédio do Manuel. Ia ser uma reunião pra se despedir do Fernando, que ia pra México em dois dias. Além disso, era sexta-feira.
Chegamos lá umas 10, talvez antes. Estavam o Manuel, Nancy, Everardo, Emma, Veronika, nós três e mais não sei quem. Como sempre, a gente abriu uns vinhos de 3 euros, uma vodka e um tequila vagabundo daqueles que os marroquinos vendem. Eu, como sempre, fiz um drink num copo grande, misturando todo tipo de álcool disponível, e propus jogar o clássico "caricachupas". É bom sempre tomar uma dose forte pra começar uma festa boa, e melhor ainda de um jeito divertido.
Como sempre, a gente acabou no bar latino. Eu não esperava nada da noite. Stephanie (minha mina na época) não queria sair e a gente tinha combinado de se ver no dia seguinte. Comprei uma cerveja e fiquei dançando com a Sarah um tempo, depois fui bater um papo com o Fer e a Veronika. Fer tava dizendo que aquela seria a melhor noite dele e que ia beber pra caralho pra fechar com a Veronika. Sabia que era a vez dele e que iam se divertir. Bem pra ele. Eu talvez fosse dormir bêbado e sozinho naquela noite, mas pensava que no dia seguinte ia me divertir mais. — Foda-se — fui pegar um shot de tequila. Vi duas minas muito gostosas entrando no bar, e ali estava a garota dos meus sonhos. Sempre acreditei que as boas oportunidades só aparecem uma vez, e mesmo assim não pensei em chegar nela. Não teria chance. Ia falar com a Sarah, mas percebi que as minas conheciam a Veronika. Um golpe de sorte. Fui até elas. Me aproximei dela, não tava interessado na amiga, então nem a cumprimentei. Perguntei, estupidamente: — Então, cê conhece a Veronika? Verdade?
—Sim, mora no meu prédio, mas só isso, nunca saímos juntas.
—Ah, tá.
Queria saber de onde era meu sonho e, mais importante, o nome dele. Meu sonho agora precisava ter um nome.
—Qual é o seu nome?
—Martina!
—Você é de Lille?
—Não, sou polonesa.
—Que legal! De que parte?
—Varsóvia. Mas você não fala francês?
Ela falou de um jeito meio seco. Eu disse que não falava muito bem, que estava aprendendo há pouco tempo. Ela respondeu:
—É que não gosto de falar inglês. Você sabe espanhol?
—Claro, sou mexicano.
—Mexicano?
Naquele momento, a expressão dela mudou completamente e ela me abraçou. Nunca tinha ficado tão feliz de ser mexicano. Ela disse que adorava mexicanos e que queria dançar comigo. Agradeci a Deus por ter me feito mexicano.
Dançamos por mais de uma hora. Comprei uma bebida pra ela. Sempre é mais fácil com uma garota com um pouco de álcool no sangue. Ela pediu um rum com Coca. Tentei beijá-la, mas ela não deixava, embora também não desse um não definitivo. Ela disse que ia ao banheiro, e eu pensei: se não voltasse, era porque não queria nada comigo; se voltasse, consideraria minha vitória. Ela voltou. Dançamos e a levei perto da parede — seria mais difícil ela se mexer. Tentei beijá-la de novo, e ela aceitou. Percebi que ela tinha mau hálito, mas isso não ia estragar meu momento. Ignorei o problema, procurei meu grupo e pedi um chiclete ou uma menta pra Nancy. Todo mundo riu. Ofereci um pra ela.
Agora tudo estava a meu favor. A amiga dela chamou, ela voltou e disse que a amiga queria ir embora, mas que se eu a acompanhasse até em casa, ela ficaria comigo. Bingo!
—Claro! — respondi.
Continuamos nos pegando. Ela beijava de forma agressiva, mordia meus lábios com força, como se quisesse arrancá-los, e eu a tocava sem vergonha nenhuma, colocando a mão por baixo da blusa e dentro da calça dela. Meu grupo olhava como se a gente não tivesse pudor, mas eu não liguei e continuei. Já mais excitado, perguntei a que horas ela queria voltar pra casa. Agora esse era meu objetivo (sim, possuí-la e estar dentro dela). Ela disse que a gente podia voltar com o Fernando e a Veronika, já que iam pro mesmo lugar. Então falei pro Fer: "Vamo nessa, já deu pra mim com a minha polaca". "Cara, não posso ir, eu convidei o pessoal e é minha última noite". "Não fode, você já tem mulher, me ajuda aqui". "Pô, não sei...". Depois de um tempo, insisti com a Martina que a gente devia ir embora, ela topou, nunca pensei que ficar com a mulher dos meus sonhos seria tão fácil. A caminhada até o apê dela era meio longa, ficava perto do Bellas Artes; a gente conversou e ela me contou que os melhores amigos dela em Lille eram um mexicano de Puebla e uma espanhola, e que por isso ela falava tão bem espanhol. Também disse que os dois tinham ido embora fazia pouco tempo, depois de conhecê-los por um ano, e que tava triste por não poder vê-los, porque naquele dia ela tinha terminado o semestre e tava meio sozinha, mas decidiu festejar ao máximo porque merecia.
Chegamos no apê dela, era um quarto menor que o meu. Ela não tinha banheiro ou cozinha, mas a verdade é que não tava nem aí pra nada, só queria que tivesse uma cama. Ela colocou música e de repente tocou uma do "Maná", eu beijei ela e puxei pra cama, tirei a roupa dela e me dediquei a aproveitar aquele corpo gostoso. Ela mordia meus lábios com força e sabia muito bem como me satisfazer com o corpo, boca e mãos dela. Eu lambia os peitos dela e curtia a forma dela, resolvi lamber a buceta dela, era uns lábios e uma cor igual a nenhuma outra, e o gosto dela só me fazia querer entrar nela e meter em todas as posições. Depois enfiei um dedo nela pra dar ainda mais prazer, ela me puxava pra perto como quem diz que queria me ter dentro, mas eu resisti pra deixar ela ainda mais excitada. Aí resolvi pegar ela e enfiei meu pau nela, amei sentir o calor da buceta dela e o quanto ela tava molhada por dentro. Ela adorava sentir eu mexendo meu pau dentro dela, e eu curtia possuir aquela mulher dos sonhos com o corpo perfeito, aqueles peitos lindos, a Virei ela e coloquei de quatro, metendo forte e rápido. Ela só gemia e se mexia, adorava, e eu curtia ver a cintura dela e meu pau se movendo dentro da buceta molhada e apertada dela. Mudamos de posição de novo, agora ela por cima de mim, assim ela tinha o controle de tudo, mexia o quadril em círculos fazendo meu pau acariciar todo o interior da buceta dela, até gozar. Depois disso, nos beijamos por um tempo e curti acariciando o corpo dela por mais alguns minutos.
Foi um momento foda o que a gente passou junto, até que lembrei que tinha namorada. Stephanie me amava e me senti muito mal. Falei que precisava ir, ela disse que eram só 5:30; eu não quis, além disso pensei que não valia a pena manter um relacionamento com alguém que tinha ido pra cama comigo tão fácil, isso não duraria, já o que eu tinha com a Steph sim. Me vesti e antes de fechar a porta dela, vi ela na cama, os pés, as pernas, os peitos, as costas lindas e aqueles olhos azuis. Ela me olhou e disse tchau, não acreditava que estava deixando uma mina daquela, não tinha o telefone dela, só sabia o nome, Martina, esse é o nome da mulher dos meus sonhos.
Caminhei pensativo pra casa, meus lábios sangravam um pouco (que beijos!), não me arrependo de ter traído minha mina, porque era uma oportunidade que não podia desperdiçar, além disso Stephanie terminou comigo um mês depois. Só me arrependo de não ter tirado uma foto dela, como todo sonho, a imagem dela fica cada vez mais difícil de lembrar. Martina, Martina... só por ela, decidi visitar a Polônia. Tinha que conhecer Varsóvia, a cidade onde um dos meus sonhos se tornou realidade.
1 comentários - Martina, Martina!!!
espero que la encuentres denuevo:P
y espeor encontrar una asi yo 😛