La apuesta perdida

Olá, meu nome é Rebeca, tenho 25 anos, sou magrinha, cabelo comprido e escuro, olhos pretos, peitos médios mas firmes, umas pernas bonitas e uma bunda gostosa que é meu maior orgulho.

Era nas férias de verão quando isso aconteceu. Eu estava fazendo umas compras, porque umas amigas iam vir me visitar, então resolvi comprar um monte de coisas. Depois fui pro meu apartamento — e é verdade, moro sozinha, e é ótimo porque posso fazer o que quiser. Quando já tinha preparado tudo, percebi que faltavam os refrigerantes, então tive que ir a pé até a loja, que ficava perto de um parque. Ao passar por lá, tinha um homem, na verdade um mendigo, sentado num banco. O nome dele era Ramón, uns 50 anos, gordo, cabelo comprido, sujo e, pra ser sincera, fedendo pra caralho.

Quando passei perto dele, ele não parava de me olhar, e isso me irritava pra cacete. Depois de comprar os refrigerantes na loja, sabia que teria que passar de novo onde o mendigo estava. E quando passei perto dele outra vez, ele falou umas palavras que nunca vou esquecer: "deixa eu te penetrar, puta". Fiquei uns instantes paralisada com o que ele disse, e quando me toquei, fui direto pro meu apartamento. Chegando lá, percebi que estava ficando excitada.

Depois, minhas amigas chegaram e a festa começou. Minhas amigas eram Lorena, Letícia e Adriana. Depois de comer, começamos a jogar pôquer e, quando já estávamos cansando, Lorena disse: "vamos jogar essa última partida, mas com uma condição: quem perder vai ter que fazer algo incrível e excitante".

Na hora, Lorena falou: "se eu perder essa partida, vou andar pelada na escola por uma hora". Aí Adriana disse: "pois se eu perder, vou transar com todos os professores da escola". E depois veio Letícia: "se eu perder, vou lavar meu carro em público, completamente pelada". E eu, que não queria ficar pra trás, falei: "e se eu perder... então vou deixar o mendigo que tá no parque me comer.

E aí Lorena simplesmente disse: "vamos jogar". E a gente começou a jogar, cada uma podia pedir duas vezes, mas mesmo que eu pedisse quantas vezes quisesse, a sorte nunca tava do meu lado e acabei perdendo, e agora tinha que cumprir o que apostei.

Minhas amigas ficavam dizendo que como iam saber se eu ia cumprir a aposta, aí a Adriana, que é expert em câmeras de vídeo, sugeriu gravar a situação. Levou umas 3 horas pra instalar 10 câmeras pequenas no meu apartamento e 3 câmeras fotográficas.

E no dia seguinte, minhas amigas só falaram pra eu ficar tranquila, que quando eu voltasse com aquele sortudo, elas já teriam ido embora do meu apê e as câmeras fariam o trabalho delas.

A verdade é que quando saí do meu apartamento, eu tava bem provocante: uns saltos pretos, uma minissaia preta que batia no meio das coxas, uma tanga preta e uma blusa escura.

Peguei o carro e fui pro parque. Aí vi que aquele homem ainda tava sentado no banco, como se tivesse me esperando. Comecei a andar bem devagar e, quando cheguei, falei: "Qual é, por que tão sozinho?"

Quando me viu, ele disse assim: "então você voltou, vagabunda, quer que eu te meta?"

Rebeca: "Claro, adoraria que você me metesse, mas não seria melhor a gente ir pro meu apê? É mais confortável e a gente fica sozinho."

Mendigo: "Tá bom, vamos, vagabunda."

Quando entrei no meu apê, percebi que as câmeras já tavam ligadas, e eu falei pra aquele homem se sentir à vontade. E olha que ele se sentiu à vontade mesmo, porque sem dizer nada começou a se pelar na minha frente. E o que me chocou foi que ele tinha um pauzão, era descomunal mesmo, não dava pra comparar com ninguém, e fiquei pensando que talvez não fosse tão ruim assim. Depois ele agarrou meu cabelo com força e me levou direto pro meu quarto, mandou eu me despir, e quando tava completamente pelada, ele ordenou deitar de barriga pra cima, porque ele ia meter na minha buceta e, levantando aquele pauzão dele, começou a me penetrar como nunca na minha linda buceta.

Tava gostando pra caralho, isso era foda, ele me comia com tudo, doía, e eu gemia de dor mas também gemia de prazer, porque na real o que aquele velho nojento tava fazendo comigo eu tava adorando.

Depois ele me pegou pelos cabelos e mandou eu chupar aquele pauzão dele, a verdade é que eu não queria, porque fedia pra cacete e tava sujo, mas ele disse que se eu não fizesse ia me bater, então acabei chupando e ele falou que tinha que ficar bem limpinho. Chupei o pau e as bolas dele por mais de uma hora até ficarem completamente limpos, e depois de enfiar o pau na minha boca de novo, ele gozou dentro e eu tive que engolir todo o leite dele.

Aí ele mandou eu ficar de quatro, porque ia me comer pelo cu, e foi isso mesmo, ele meteu com tudo no meu cuzinho lindo, que é meu maior orgulho, e as estocadas dele eram muito fortes e muito brutas, dava pra ver que aquele velho queria me comer há muito tempo.

Depois ele cansou e ficou deitado em cima de mim, e quando pensei que tinha acabado, tentei me levantar, mas esse homem acordou e me pegou de novo pelo cabelo e me virou de barriga pra baixo e aí veio a parada, ele me comeu de novo pelo cu, depois pela buceta e por último pela boca, embora tenha metido mais no cu, até eu desmaiar.

Quando acordei, percebi que aquele Ramon, o mendigo, já não tava mais no meu apartamento, acho que foi embora enquanto eu dormia.

Fim

4 comentários - La apuesta perdida

Luego me ordeno estar a cuatro patas, porque me iba a penetrar por el culo, y asi fue me dio con todo en mi bello culo que es mi mayor orgullo, 😀 😀 😀 😀 😀 ,, tremendoooooooo relato, en verdad me cague de la risa, muy entretenido y ameno, solo cargo 3 puntos son tuyos 😉
La apuesta perdida
que pedazo de trolaaaaaaaaaa 😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉