O que vou relatar a seguir aconteceu quando eu era muito jovem, estava recém-casado, minha mulher grávida e meu trabalho não era muito bom. Naquela época, o CDF não pagava nada bem. Meu nome é Waldo Terceros Goitia, sou Dasonomo de profissão, vivo na zona norte de Cochabamba, Bolívia, tenho uma ferragem e, embora meus filhos já sejam grandes e profissionais, sempre lembro com muito prazer da minha aventura.
Quando ia para o trabalho, tinha que ir a pé, já que, embora morasse longe, o dinheiro não dava para a passagem de ônibus. Ou seja, tinha que caminhar 1 hora antes para chegar ao meu trabalho. Andar não era o problema, mas sim as ruas por onde tinha que passar no meu trajeto. Depois de algum tempo, estava bem entediado com minha rotina diária, e certo dia me ocorreu ir pela Av. Salamanca. Normalmente em Cochabamba as ruas são vazias de manhãzinha, mas em certo lugar da Avenida vi uma empregada doméstica muito gostosa e bem jovem, varrendo a calçada da casa onde trabalhava – costume bem cochabambino. Era uma cholita muito sexy, a beleza das camponesas é famosa no departamento de Cochabamba. Desde aquele dia eu tentava vê-la diariamente, às vezes passava ao lado dela, até tentei um elogio que saiu péssimo, mas também não percebi rejeição da parte dela. Em pouco tempo já nos cumprimentávamos com um oi, nada mais. Eu estava ardendo de desejo por aquela camponesa, jovem, bem proporcionada e cheia de vida, além do mais, eu não tinha sexo há tempos por causa da gravidez da minha mulher.
Certo dia, criei coragem e, depois de cumprimentá-la, perguntei seu nome e pedi o telefone da casa onde ela trabalhava. Na hora ela respondeu: "E você, pra que quer saber? Por acaso minha patroa me pega e vai me ralhar! Vaza logo, se não quiser que eu chame meus patrões!!!"
Minha resposta foi que queria convidá-la para comer um prato de chicharrón e uma chichita no dia de folga dela. A cholita me disse que se chamava Francisca, que trabalhava na casa do Dr. Elío, e depois entrou rapidamente na casa. Se passaram vários dias sem eu ver a Francisca, mas uma manhã a vi fazendo sua tarefa de varrer. Aproximei-me e a cumprimentei como sempre. Como resposta, ela disse:
"Se for me ligar, que seja só de manhã, porque meus patrões saem pra trabalhar e fico sozinha cozinhando. Só nesse momento podemos conversar." Ela me deu um número de telefone e cada um seguiu seu caminho. No mesmo dia, comecei a ligar do meu trabalho pra linda cholita. Conversamos bastante: de onde ela era, há quanto tempo trabalhava naquela casa. Ela tinha 16 anos, era de Independencia. Aos poucos, as conversas foram ficando mais íntimas. Cheguei a perguntar se ela tinha namorado. Ela disse que não, que mal a deixavam sair com uma tia aos domingos, que seus patrões eram bastante ciumentos e que seus pais a tinham recomendado muito bem à senhora.
Diante de tantos obstáculos, perguntei quando poderíamos nos encontrar, que queria conversar com ela, dar um presentinho e um beijão. Pude ouvir sua risadinha de mulher jovem do outro lado da linha, e a resposta não demorou. Ela disse que pra vê-la era muito difícil, que só saía aos domingos à tarde e voltava por volta das 8 da noite, sempre acompanhada pela tia. Na minha desesperação, perguntei se talvez eu pudesse visitá-la no trabalho de manhã. Ela respondeu que era muito perigoso e que seus patrões trancavam a porta com chave, só abrindo de novo quando chegavam na hora do almoço.
Durante uma semana, pensei em como poderia comer a cholita sem perigo, até que me veio uma ideia. Quando contei à Francisca, ela me chamou de louco. A ideia era bem simples: eu ia pedir permissão no meu trabalho e, ao passar pela casa dela de manhãzinha, entraria correndo até uma van abandonada no fundo da garagem. Lá me esconderia até os donos da casa terem ido embora, e depois poderíamos conversar a sós. Ela disse: "Louco sem noção, como você acha que vai entrar na casa? E se te pegam? Vai ficar igual a um ladrão, podem te levar pra Polícia e ainda pode me fazer perder o emprego, nem pensar, você é muito louco!!!!
Depois de várias semanas em que não passávamos do bom dia matinal, nem eu também ligava por telefone, até que uma manhã ela me disse: "Waldo, amanhã venha mais cedo que o costume, vamos conversar". No meu trabalho, inventei uma visita da minha esposa ao hospital para o dia seguinte, assim como disse à minha mulher que chegava alguém importante no CDF e que eu devia ir ao CDF cedo para organizar alguns documentos. Saí bem cedo de casa e, ao chegar na rua da Francisca, notei que o portão principal estava aberto e não havia ninguém. Olhei para os dois lados da rua e não vi ninguém. Tremendo de medo e bem agachado, fui até a van no fundo da garagem, abri uma porta e me joguei dentro, tremendo. Passou um tempo, depois ouvi sair o carro da família com o dono da casa, depois saíram as crianças para a escola junto com os irmãos mais velhos. Não sei em que momento senti abrir a porta do meu esconderijo. Era a Francisca que me dizia: "Vamos para a cozinha, mas se apresse, cuidado para os vizinhos não te verem". Como um raio, fui para a cozinha, onde já me esperava a linda cholita. Estava bem penteadinha, com uma saia muito elegante e uma blusa que destacava sua figura. Mal entrei, ela me perguntou: "Qual é o presente que você ia me dar? Ou tudo era uma mentira sua?"
Dias atrás, procurando entre as coisas da minha esposa, encontrei uma correntinha e um coração de ouro, presente de uma amiga. Escondi o presente perto do quintal, para poder pegá-lo sem que ninguém percebesse. Tirei o presente do meu bolso e dei à Francisca. Ao vê-lo, ela ficou em silêncio, pois notava que era um presente muito caro para uma empregada doméstica. Ela me pediu que a ajudasse a colocar a corrente no seu lindo pescoço. Acedi com prazer. Quando ela se viu na janela da cozinha, me disse que ficava bem nela. Eu respondi que melhor era se ver num espelho. Ela saiu correndo para o quintal. Eu fiquei muito quieto. Ao voltar, ela me disse que... Foi um presente muito fofo, então eu disse que agora queria dar um beijo bem grande nela. Ela respondeu: "Então vai logo, anda que tenho muita coisa pra fazer". Me aproximei e puxei ela pra perto, segurei seus braços e coloquei no meu pescoço. "Assim não vale", ela disse, mas eu já a abraçava suavemente pela cintura. Aquele primeiro beijo foi de lábios fechados, bem de iniciante. Afastei um pouco e disse que, para o beijo valer, ela tinha que abrir a boca. Ela abriu. O segundo beijo foi bem longo, minha língua procurava a dela e meus lábios mordiscavam suavemente os seus. Quando nos separamos, ela estava vermelha como um tomate e sua respiração, muito ofegante.
Não quis soltá-la, pois minha excitação me mandava fazer travessuras com a linda cholita. Com voz trêmula, ela pediu que eu fosse embora, pois tinha muito o que fazer, que talvez pudéssemos nos ver outro dia. Na hora, me veio uma mentirinha: disse que, por causa do meu trabalho, estava viajando para Santa Cruz, que ficaria seis meses fora e queria ir embora como seu namorado, pois, quando eu voltasse, ela iria morar comigo. Ela ficou meio surpresa. "De verdade você vai me levar com você?" "Claro que sim", respondi.
Diante da minha resposta, ela se aproximou um pouco mais. Então, a envolvi novamente pela cintura e minha boca procurou a dela com desespero. Seus braços se enlaçaram no meu pescoço e os beijos já eram de fogo. Como se fosse sem querer, minha boca desceu até seu pescoço. Ela ofegava de olhos fechados. De repente, a soltei, virei-a e me encaixei em suas nádegas. Minhas mãos acariciaram sua barriguinha e depois subiram até seus seios. Aí, escapou um gritinho dela. Eu disse: "Cala a boca, cuidado pra alguém não ouvir". Depois, tudo foi em silêncio. Minhas mãos desciam de seus seios até sua virilha, e minha boca não parava de beijar sua boca e seu pescoço. Em um sussurro, disse: "Vamos pro seu quarto, lá nada vai ser ouvido, vou me comportar". Ela assentiu com a cabeça, pegou minha mão e atravessamos o pátio até seu quarto. Uma vez lá dentro, fechei a porta e o abraço foi... mutuo, minha boca beijava seu pescoço e sua boca, enquanto minhas mãos agarravam aqueles peitos lindos, apertavam sua bunda e esfregavam sua virilha, mas tudo por cima da blusa e da saia dela. Suavemente, deitei-a na cama e tentei desabotochar sua blusa caipira. Ela agarrou minhas duas mãos e disse: "Chega, não quero mais nada". Mas eu era hábil em algumas coisas: com uma mão segurei suas mãos e com a outra continuei abrindo os botões. A morena se contorcia de um lado para o outro, mas não era uma recusa sincera. Quando o sutiã ficou diante dos meus olhos, só consegui levantá-lo de uma vez só. Diante de mim ficaram seus seios lindos com os mamilos bem durinhos, me convidando a chupá-los. Foi o que fiz. A morena soltou minha mão e acariciava minha cabeça. Enquanto isso, minhas mãos foram até suas pernas, acariciando-as suavemente. Como se por descuido, e muito rápido, levantei sua saia e abaixei sua calcinha. Essa buceta estava molhadinha. Francisca já não dizia nada, só me deixava fazer com os olhos fechados e ofegante. Meus dedos separaram os lábios de sua vagina, minha língua brincava com seu clitóris, enquanto a morena gemía de prazer. Meus dedos acariciavam seu ânus e, num movimento, introduzi um deles. Ela gritou: "Abusado, isso não gosto, me solta logo!". Mas o destino de Francisca já estava escrito comigo. Não dei bola e continuei chupando seu clitóris e metendo e sacando meu dedo de seu ânus. Por fim tirei o dedo, parei de chupar sua buceta. Ela estava deitada na cama com os seios ao ar, a saia levantada, as pernas abertas e mostrando uma buceta mais que suculenta, pronta para o sexo pela primeira vez. Rapidamente tirei o casaco e a camisa de uma vez só, soltei meu cinto e a calça e a cueca ficaram no chão. Ao ver meu pau duro e bem vermelho, ela perguntou: "Como é que você vai me meter uma coisa tão grande? Você vai me machucar, desgraçado. De repente vai doer e minha patroa vai perceber...".
Eu disse que ia meter bem devagar. devagarinho, pra não doer muito, porque eu queria dar muito prazer pra ela nunca esquecer da primeira vez. Com minhas palavras, a chola se acalmou, puxei um pouco as pernas dela e coloquei sobre meus ombros, então comecei a empurrar minha pica pouco a pouco dentro da sua bucetinha. Ela gemía de dor e me dizia: "Não quero mais, tá doendo, tá doendo", mas minha pica entrava mais e mais. Uma resistência no meu pau me indicou que o hímen dela estava pra romper, então empurrei forte de uma vez. A chola chorava, senti meu pau chegando no mais fundo daquela bucetinha virgem. Não tentei tirar meu pau, perguntei se ainda doía. Ela disse: "Sim!!! Tá doendo, tá doendo, tira de uma vez". Tentei tirar tudo, mas meu desejo era tão forte que comecei a meter e sacar bem devagarinho, com todo cuidado. Pouco a pouco as enfiadas foram acelerando. Francisca já não gemía de dor, mas sim de prazer. Baixei as pernas dela dos meus ombros e me coloquei sobre ela, beijei seus peitos, sua boca e seu pescoço com um desejo desmedido, enquanto metia e tirava meu pau da sua bucetinha, com Francisca gemendo de prazer. Depois de vários minutos, ela chegou ao orgasmo, mas eu não tinha terminado, então continuei bombando com fúria, pra chola saber como é uma foda de verdade. Passaram-se vários momentos em que a chola estava à beira do desespero, até que gozamos com um grito de prazer. Ficamos deitados alguns minutos, até que ela se levantou, arrumou a saia, o sutiã e a blusa, pentou-se um pouco e me disse:
"Pronto, já se deu o gosto comigo, desgraçado. Tomara que não me aconteça nada, porque se eu engravidar, vou te procurar com a polícia e meus patrões. Você vai saber o que é mexer com uma chola cochabambina". Eu fiquei meio assustado, porque ela sabia onde eu trabalhava, o que não sabia era do meu casamento. Em silêncio, me vesti e garanti que na primeira vez não havia risco de gravidez, que eu não ia esquecer dela, etc. Depois de nos arrumarmos, saímos para o pátio. A Francisca tinha conseguido uma cópia da chave principal, então eu saí o mais rápido que pude, sem me despedir, porque a chola tinha um olhar de ódio e, diante disso, melhor bater em retirada.
Passaram-se vários dias. A Francisca já não saía para varrer de manhã, e minha preocupação só aumentou quando ninguém atendia o telefone. Com a ajuda de uma atendente de um quiosque em La Pampa, fiz uma ligação uma tarde, perguntando pela Francisca. A senhora atendeu e disse que a Francisca tinha voltado para a cidade dela e que talvez não voltasse mais. Minha amiga que fez a ligação disse que sentia falta da Francisca e que ela ligasse assim que voltasse para a cidade — essas foram minhas instruções. Ao desligar o telefone, fiquei muito pensativo, porque se a Francisca estivesse grávida, uma baita confusão estava por vir.
Como precaução, busquei outro caminho, um pouco mais longo, para chegar ao trabalho, assim não precisava passar pela casa onde a chola trabalhava. Enquanto isso, minha esposa entrou no último mês de gravidez. Um dia, saí de casa mais tarde que o normal e não tive escolha senão passar pela rua da Francisca. Qual não foi minha surpresa quando a vi terminando de varrer a calçada. Tentei cumprimentá-la, mas ela entrou rapidamente em casa. No meio da manhã, liguei para ela do trabalho. Ela atendeu muito séria e me contou que não tinha acontecido nada, que a menstruação dela veio normalmente na cidade dela, que ela não pensava em voltar, mas que um dia ligou para a patroa e esta contou que uma amiga tinha ligado perguntando por ela, que sentia saudades e que ligasse quando chegasse a Cochabamba. A Francisca me disse que percebeu na hora que era eu por trás da ligação, e que só por isso se animou a voltar, mas que eu nunca mais devia vê-la, para não prejudicá-la no trabalho nem na vida.
Respondi que, se esse era o desejo dela, tudo bem, mas que precisava vê-la só uma vez antes de eu ir para Santa Cruz, para nos despedirmos sem rancor nem mal-entendidos. A chola me disse que de manhã já era muito difícil... Pois nesses dias chegou uma tia velhinha da dona e ficaria vários meses, então sugeri que por que ela não saía na sua porta uma noite, no fim da tarde, por volta das 10, a gente conversava um pouquinho e depois eu ia embora. Ela me respondeu que me avisaria alguma manhã ao passar pelo seu trabalho. Uns dias depois, ela me avisou o seguinte: “Vem hoje à noite por volta das 10 e meia, eu vou estar na porta, mas só vou sair cinco minutos, porque o dr está convidado para um casamento e vou ficar sozinha com as crianças, vou fazê-las dormir cedo e vou sair para falar com você, mas só um pouquinho”. Agora era o problema de como arranjar uma desculpa para sair de casa à noite, mas às vezes as coisas acontecem ao acaso. Minha mulher queria ter um parto sem dor e precisava de um remédio, mas esse tipo de anestesia não tinha em nenhuma farmácia de Cochabamba, por isso pedimos a vários parentes de outros lugares da Bolívia. Justamente um dia antes, um tio da minha mulher ligou dizendo que a anestesia tinha em Oruro, mas que ele não tinha dinheiro para comprar o remédio nem para o envio por ônibus, então decidimos que eu deveria viajar para Oruro para comprar o medicamento e voltar rapidamente, porque o parto estava próximo, dentro de poucos dias.
Essa tarde saí de casa rumo à rodoviária, passei várias horas deixando o tempo passar, por volta das 10 da noite peguei um ônibus que me deixava perto do trabalho da Francisca. Desci e fui caminhando, muito nervoso. Ao chegar na casa, vi na porta a figura da linda cholita. Ela estava com roupa de trabalho, mas muito mais gostosa, possivelmente o sexo ajudou no desenvolvimento da camponesa. Ela me perguntou por que eu estava com uma maleta, respondi que era para ir para Santa Cruz de madrugada. A cholita ficou bem surpresa, o que aproveitei para tentar dar um beijo nela. Ela me empurrou irritada, mas deixou eu pegar na sua mão. Ficamos assim um tempão, conversando na escuridão da porta da rua. De repente, apareceu um carro virando a esquina, e Francisca gritou comigo: "Meus patrões!". Não encontrei outra solução a não ser correr para dentro da casa e me esconder na velha van. Enquanto isso, a chola trancou o portão da rua e entrou na casa. Na mesma hora, chegou um carro, entrou na casa e logo desceram os donos da casa, a tia velhinha e os dois filhos mais velhos. Todos entraram na casa. Depois de um momento, as luzes se apagaram e tudo ficou em silêncio. De repente, ouvi uma voz vindo de dentro da casa: "Até amanhã, senhora". Era Francisca, que estava indo para o seu quarto. Com medo, abri a porta do meu esconderijo. Ela estava em frente à sua porta e me chamou. Em completo silêncio, entramos no quarto dela. Com o dedo, ela fez sinal para ficar quieto. Saiu para um banheirinho de empregada para lavar a boca, voltando pouco depois. Enquanto isso, eu continuava parado atrás da porta, segurando minha maletinha e tremendo. Quando ela entrou de novo, me disse: "E agora, o que vamos fazer? Como você vai sair?" Respondi que eu teria que esperar um bom tempo até todos dormirem e sair pelo portão, já que ela tinha uma cópia da chave. "De jeito nenhum", ela disse, passou por mim e sentou na cama, olhando para o chão. Eu deixei minha maletinha ao lado da cama e sentei ao lado dela, muito preocupado com a minha situação, embora também estivesse feliz por estar sozinho com uma chola, em um quarto, no meio da noite. Disse que era melhor apagar a luz para não despertar suspeitas dos patrões. Ela me obedeceu e ficamos sentados em silêncio, muito desconfortáveis e nervosos. De repente, Francisca começou a chorar baixinho. Dizia que tudo era minha culpa, que iam demiti-la do emprego e contar aos pais dela sobre mim. Mas eu a consolei dizendo que ninguém sabia de mim, que ninguém me viu entrar na casa, muito menos naquela noite. Para acalmá-la, passei meu braço pelos ombros dela e ficamos assim por um tempo. Senti sua boca muito perto da minha. Nos beijamos com calma, sem pressa, desejando que nunca acabasse. Com a paixão já acesa, nos abraçamos. De pé, eu acariciava seus seios e sua virilha, não sei em que momento sua mão tocou meu pau e o acariciou muito timidamente. Comecei a tirar sua manta, depois desabotoei sua blusa e seu sutiã, por fim desatei os cordões de sua saia. Francisca ficou completamente nua, trêmula e muito excitada, levantou a colcha e se enfiou na cama. Enquanto isso, eu tentava me despir no escuro, não foi muito difícil, pois joguei tudo no chão, e uma vez nu, me posicionei ao lado da minha preciosa chola. Agora não havia mais roupas para atrapalhar, eu beijava sua boca, seu pescoço, seus seios e enfiava minha língua dentro de sua buçetinha. Não houve nenhuma reclamação, só sentia seus suspiros, e de vez em quando seus gemidos de prazer. Quando a senti molhadinha, perguntei se ela fazia uma coisa para mim, a resposta foi: "O que for, contanto que você vá feliz para seu novo trabalho". Então me virei sobre ela e disse no meio do silêncio: "Enquanto eu chupo sua buceta, você vai chupar meu pau, está bem?" Ela respondeu: "Me dá nojo, mas se você quer, assim será então". Dessa forma, em um 69, Francisca me fez uma mamada estupenda. Quando senti que seus líquidos estavam saindo, a virei e a beijei como nunca antes. Ela me disse: "Para que quer que eu chupe? Será que não tem saliva suficiente para você enfiar sua coisa em mim?" Vendo a oportunidade, respondi: "Quando a mulher chupa o pau do homem, é para que ele enfie o pau no cuzinho, para escorregar melhor". A chola ficou quieta, depois me disse: "Mas isso vai doer mais do que da outra vez, sua coisa é muito grande, vai entrar no meu cu!!!"
Como a coisa já estava esquentando, disse para ela se virar e ficar de quatro. Antes de penetrá-la, chupei seu bumbum até deixá-lo bem molhadinho, peguei um pano da cama, me posicionei e comecei a empurrar para aquele bum virgem. Eu dizia: "Não aperta, deixa entrar só um pouquinho, depois você vai gostar". Nem sei como, mas senti que a cabeça do meu pau entrou, mas Francisca estremeceu de dor, dizendo: "Até aqui só, está doendo muito, não quero mais nada com você, você é um desgraciado que me faz coisas feias, se não me soltar vou gritar". Naquele momento, empurrei um pouco mais e, antes que um grito escapasse da minha cholita, tapei sua boca com o pano. Com essa precaução, enfiei meu pau até o fundo, e ela ficou bem quietinha. Eu a consolava dizendo que era só isso, que o pior já tinha passado, que agora vinha a melhor parte do sexo, que o prazer que ela ia ter seria enorme e que nunca se esqueceria de mim nem daquela noite.
Pouco a pouco comecei a me mexer, sentia que a cholita aguentava uma dor forte, mas ao mesmo tempo sentia seus gemidos ficando cada vez mais altos. Tirei o pano da boca dela, levantei-a para apertar seus peitos, enfiar meu dedo dentro de sua buceta para brincar com seu clitóris e poder beijar sua linda boca. Agora meus movimentos eram muito mais fortes, quase violentos, a chola gemía e ofegava desesperada, mas suas mãos agarravam meus quadris, sinal de que a penetração no seu cu ela gostava mais que tudo. Mas tanto sacolejo e empurrão tiveram sua consequência, e assim gozei dentro daquele bundão lindo. A chola abafou um grito de prazer quando também gozou. Exaustos e satisfeitos, nos separamos, limpamos nossos fluidos e deitamos para dormir um pouco. Eu estava muito nervoso, então não dormi nada. Passada quase uma hora, senti meu pau duro de novo. Levantei a coberta, abri as pernas de Francisca e enfiei meu pau de novo dentro de sua bucetinha. Ao me sentir de novo, a chola me abraçou pelo pescoço. Desta vez nossos movimentos foram sincronizados, encontramos um ritmo feroz. Eu beijava sua boca, seu pescoço e seus peitos enquanto enfiava meu pau com toda minha força. Tivemos um orgasmo magnífico, a buceta de Francisca escorria meu sêmen, assim como meu pau. Peguei suas tranças e enfiei meu pau em sua boca, dizendo: "Chupa de novo, saboreia minha porra, pois não sabemos até quando não nos... Vamos ver de novo", a cholita chupou meu pau até ficar mole, nos limpamos de novo, nos acomodamos na cama e conversamos bastante. Ela nunca imaginou que o sexo pudesse ser tão intenso, que o ânus também era fonte de prazer para as mulheres, e como era possível que ela tivesse chupado meu pau com porra. Eu disse que tudo valia entre duas pessoas que se gostam e não havia motivo para vergonha, desde que ambos aproveitassem seus corpos. Olhei meu relógio: eram 3h50 da manhã. Eu deveria ir embora em breve, mas enquanto isso podíamos nos amar mais uma vez. Descansamos abraçados e em silêncio, até que senti meu pau ficar duro de novo. Já começava a clarear, então enfiei meu pau na buceta da chola. Ela estava dormindo, mas assim que me sentiu começou a me apertar forte. Nossos movimentos eram desesperados, com força, como se não quiséssemos que acabasse nunca. Depois de alguns minutos, tirei meu pau, virei ela e enfiei de novo no cu. Dessa vez, Francisca não disse nada, só agarrou meus quadris e começamos a nos mover num ritmo lento mas constante. Seus gemidos eram mais altos. Com medo da hora, gozamos rápido, mas com um prazer muito intenso. Rapidamente me vesti, ela ajeitou a saia e a blusa, se cobriu com a manta e saímos para o pátio. Em silêncio chegamos ao portão da rua. Ela abriu com a chave extra, eu saí no amanhecer frio, dei um beijo nela e, no mais absoluto silêncio, me retirei dali. Viajei para Oruro, comprei o remédio para minha esposa e voltei no mesmo dia. Ninguém desconfiou de nada.
Como realmente tive que viajar a trabalho para Santa Cruz como assistente do professor Martín Cárdenas, voltei para Cochabamba depois de vários meses. Já era pai de um bebê, os gastos eram maiores e quase não passava pela rua da Francisca, pois, como meu salário aumentou, já podia ir trabalhar de ônibus.
Um dia desses, me deu vontade de ligar para a Francisca de novo. Ela atendeu de um jeito estranho, mas aos poucos fui... deixando de lado as palavras, o que ela me contou me deixou pasmo, ela disse que depois da nossa "noite de amor", ela sonhava fazendo amor com alguém, que acordava com a buceta molhada, que os seios, os quadris e as pernas cresceram, além de ter ficado muito provocante, o resultado foi que os filhos mais velhos dos seus patrões repararam nela, começaram a dar presentes e depois pegaram ela, por turno dormiam com ela todas as noites, a moreninha que mais gostava, tinha à disposição dois garotões de 16 e 18 anos, fogosos e dispostos a satisfazê-la a qualquer hora, até faltavam na escola para transar com a empregadinha, faziam ela tomar uma injeção anticoncepcional a cada 3 meses, e enquanto isso o sexo naquela casa não era coisa de outro mundo, já que quando os pais dos garotos descobriram tudo, preferiram que a moreninha fosse a putinha dos filhos, antes que eles saíssem por aí procurando alguma mulher que passasse alguma doença. Francisca ficou com essa família por 6 anos, no final, até o pai dos garotos transava com ela, quando ela saiu, deram uma boa quantia em dinheiro, em parte para ela ficar quieta e outra por ser uma empregada fiel aos seus "patrões", atualmente Francisca tem uma barraca de roupas no mercado, tem uma casa com 4 filhos, um bom marido, mora no Mayorazgo, eu a vejo de vez em quando, quando vou comprar roupa pros meus filhos, ela cumprimenta a gente muito atenciosa, tanto a mim quanto à minha esposa, quando às vezes vou sozinho, dá vontade de flertar com ela, porque continua sendo uma linda morena, já mais velha, mas muito bem conservada, sei que tudo passa, mas nunca vou esquecer da Francisca, a linda moreninha, a empregada doméstica a quem ensinei o que é sexo e com quem passei uma noite de amor que nunca mais vai se repetir………
Quando ia para o trabalho, tinha que ir a pé, já que, embora morasse longe, o dinheiro não dava para a passagem de ônibus. Ou seja, tinha que caminhar 1 hora antes para chegar ao meu trabalho. Andar não era o problema, mas sim as ruas por onde tinha que passar no meu trajeto. Depois de algum tempo, estava bem entediado com minha rotina diária, e certo dia me ocorreu ir pela Av. Salamanca. Normalmente em Cochabamba as ruas são vazias de manhãzinha, mas em certo lugar da Avenida vi uma empregada doméstica muito gostosa e bem jovem, varrendo a calçada da casa onde trabalhava – costume bem cochabambino. Era uma cholita muito sexy, a beleza das camponesas é famosa no departamento de Cochabamba. Desde aquele dia eu tentava vê-la diariamente, às vezes passava ao lado dela, até tentei um elogio que saiu péssimo, mas também não percebi rejeição da parte dela. Em pouco tempo já nos cumprimentávamos com um oi, nada mais. Eu estava ardendo de desejo por aquela camponesa, jovem, bem proporcionada e cheia de vida, além do mais, eu não tinha sexo há tempos por causa da gravidez da minha mulher.
Certo dia, criei coragem e, depois de cumprimentá-la, perguntei seu nome e pedi o telefone da casa onde ela trabalhava. Na hora ela respondeu: "E você, pra que quer saber? Por acaso minha patroa me pega e vai me ralhar! Vaza logo, se não quiser que eu chame meus patrões!!!"
Minha resposta foi que queria convidá-la para comer um prato de chicharrón e uma chichita no dia de folga dela. A cholita me disse que se chamava Francisca, que trabalhava na casa do Dr. Elío, e depois entrou rapidamente na casa. Se passaram vários dias sem eu ver a Francisca, mas uma manhã a vi fazendo sua tarefa de varrer. Aproximei-me e a cumprimentei como sempre. Como resposta, ela disse:
"Se for me ligar, que seja só de manhã, porque meus patrões saem pra trabalhar e fico sozinha cozinhando. Só nesse momento podemos conversar." Ela me deu um número de telefone e cada um seguiu seu caminho. No mesmo dia, comecei a ligar do meu trabalho pra linda cholita. Conversamos bastante: de onde ela era, há quanto tempo trabalhava naquela casa. Ela tinha 16 anos, era de Independencia. Aos poucos, as conversas foram ficando mais íntimas. Cheguei a perguntar se ela tinha namorado. Ela disse que não, que mal a deixavam sair com uma tia aos domingos, que seus patrões eram bastante ciumentos e que seus pais a tinham recomendado muito bem à senhora.
Diante de tantos obstáculos, perguntei quando poderíamos nos encontrar, que queria conversar com ela, dar um presentinho e um beijão. Pude ouvir sua risadinha de mulher jovem do outro lado da linha, e a resposta não demorou. Ela disse que pra vê-la era muito difícil, que só saía aos domingos à tarde e voltava por volta das 8 da noite, sempre acompanhada pela tia. Na minha desesperação, perguntei se talvez eu pudesse visitá-la no trabalho de manhã. Ela respondeu que era muito perigoso e que seus patrões trancavam a porta com chave, só abrindo de novo quando chegavam na hora do almoço.
Durante uma semana, pensei em como poderia comer a cholita sem perigo, até que me veio uma ideia. Quando contei à Francisca, ela me chamou de louco. A ideia era bem simples: eu ia pedir permissão no meu trabalho e, ao passar pela casa dela de manhãzinha, entraria correndo até uma van abandonada no fundo da garagem. Lá me esconderia até os donos da casa terem ido embora, e depois poderíamos conversar a sós. Ela disse: "Louco sem noção, como você acha que vai entrar na casa? E se te pegam? Vai ficar igual a um ladrão, podem te levar pra Polícia e ainda pode me fazer perder o emprego, nem pensar, você é muito louco!!!!
Depois de várias semanas em que não passávamos do bom dia matinal, nem eu também ligava por telefone, até que uma manhã ela me disse: "Waldo, amanhã venha mais cedo que o costume, vamos conversar". No meu trabalho, inventei uma visita da minha esposa ao hospital para o dia seguinte, assim como disse à minha mulher que chegava alguém importante no CDF e que eu devia ir ao CDF cedo para organizar alguns documentos. Saí bem cedo de casa e, ao chegar na rua da Francisca, notei que o portão principal estava aberto e não havia ninguém. Olhei para os dois lados da rua e não vi ninguém. Tremendo de medo e bem agachado, fui até a van no fundo da garagem, abri uma porta e me joguei dentro, tremendo. Passou um tempo, depois ouvi sair o carro da família com o dono da casa, depois saíram as crianças para a escola junto com os irmãos mais velhos. Não sei em que momento senti abrir a porta do meu esconderijo. Era a Francisca que me dizia: "Vamos para a cozinha, mas se apresse, cuidado para os vizinhos não te verem". Como um raio, fui para a cozinha, onde já me esperava a linda cholita. Estava bem penteadinha, com uma saia muito elegante e uma blusa que destacava sua figura. Mal entrei, ela me perguntou: "Qual é o presente que você ia me dar? Ou tudo era uma mentira sua?"
Dias atrás, procurando entre as coisas da minha esposa, encontrei uma correntinha e um coração de ouro, presente de uma amiga. Escondi o presente perto do quintal, para poder pegá-lo sem que ninguém percebesse. Tirei o presente do meu bolso e dei à Francisca. Ao vê-lo, ela ficou em silêncio, pois notava que era um presente muito caro para uma empregada doméstica. Ela me pediu que a ajudasse a colocar a corrente no seu lindo pescoço. Acedi com prazer. Quando ela se viu na janela da cozinha, me disse que ficava bem nela. Eu respondi que melhor era se ver num espelho. Ela saiu correndo para o quintal. Eu fiquei muito quieto. Ao voltar, ela me disse que... Foi um presente muito fofo, então eu disse que agora queria dar um beijo bem grande nela. Ela respondeu: "Então vai logo, anda que tenho muita coisa pra fazer". Me aproximei e puxei ela pra perto, segurei seus braços e coloquei no meu pescoço. "Assim não vale", ela disse, mas eu já a abraçava suavemente pela cintura. Aquele primeiro beijo foi de lábios fechados, bem de iniciante. Afastei um pouco e disse que, para o beijo valer, ela tinha que abrir a boca. Ela abriu. O segundo beijo foi bem longo, minha língua procurava a dela e meus lábios mordiscavam suavemente os seus. Quando nos separamos, ela estava vermelha como um tomate e sua respiração, muito ofegante.
Não quis soltá-la, pois minha excitação me mandava fazer travessuras com a linda cholita. Com voz trêmula, ela pediu que eu fosse embora, pois tinha muito o que fazer, que talvez pudéssemos nos ver outro dia. Na hora, me veio uma mentirinha: disse que, por causa do meu trabalho, estava viajando para Santa Cruz, que ficaria seis meses fora e queria ir embora como seu namorado, pois, quando eu voltasse, ela iria morar comigo. Ela ficou meio surpresa. "De verdade você vai me levar com você?" "Claro que sim", respondi.
Diante da minha resposta, ela se aproximou um pouco mais. Então, a envolvi novamente pela cintura e minha boca procurou a dela com desespero. Seus braços se enlaçaram no meu pescoço e os beijos já eram de fogo. Como se fosse sem querer, minha boca desceu até seu pescoço. Ela ofegava de olhos fechados. De repente, a soltei, virei-a e me encaixei em suas nádegas. Minhas mãos acariciaram sua barriguinha e depois subiram até seus seios. Aí, escapou um gritinho dela. Eu disse: "Cala a boca, cuidado pra alguém não ouvir". Depois, tudo foi em silêncio. Minhas mãos desciam de seus seios até sua virilha, e minha boca não parava de beijar sua boca e seu pescoço. Em um sussurro, disse: "Vamos pro seu quarto, lá nada vai ser ouvido, vou me comportar". Ela assentiu com a cabeça, pegou minha mão e atravessamos o pátio até seu quarto. Uma vez lá dentro, fechei a porta e o abraço foi... mutuo, minha boca beijava seu pescoço e sua boca, enquanto minhas mãos agarravam aqueles peitos lindos, apertavam sua bunda e esfregavam sua virilha, mas tudo por cima da blusa e da saia dela. Suavemente, deitei-a na cama e tentei desabotochar sua blusa caipira. Ela agarrou minhas duas mãos e disse: "Chega, não quero mais nada". Mas eu era hábil em algumas coisas: com uma mão segurei suas mãos e com a outra continuei abrindo os botões. A morena se contorcia de um lado para o outro, mas não era uma recusa sincera. Quando o sutiã ficou diante dos meus olhos, só consegui levantá-lo de uma vez só. Diante de mim ficaram seus seios lindos com os mamilos bem durinhos, me convidando a chupá-los. Foi o que fiz. A morena soltou minha mão e acariciava minha cabeça. Enquanto isso, minhas mãos foram até suas pernas, acariciando-as suavemente. Como se por descuido, e muito rápido, levantei sua saia e abaixei sua calcinha. Essa buceta estava molhadinha. Francisca já não dizia nada, só me deixava fazer com os olhos fechados e ofegante. Meus dedos separaram os lábios de sua vagina, minha língua brincava com seu clitóris, enquanto a morena gemía de prazer. Meus dedos acariciavam seu ânus e, num movimento, introduzi um deles. Ela gritou: "Abusado, isso não gosto, me solta logo!". Mas o destino de Francisca já estava escrito comigo. Não dei bola e continuei chupando seu clitóris e metendo e sacando meu dedo de seu ânus. Por fim tirei o dedo, parei de chupar sua buceta. Ela estava deitada na cama com os seios ao ar, a saia levantada, as pernas abertas e mostrando uma buceta mais que suculenta, pronta para o sexo pela primeira vez. Rapidamente tirei o casaco e a camisa de uma vez só, soltei meu cinto e a calça e a cueca ficaram no chão. Ao ver meu pau duro e bem vermelho, ela perguntou: "Como é que você vai me meter uma coisa tão grande? Você vai me machucar, desgraçado. De repente vai doer e minha patroa vai perceber...".
Eu disse que ia meter bem devagar. devagarinho, pra não doer muito, porque eu queria dar muito prazer pra ela nunca esquecer da primeira vez. Com minhas palavras, a chola se acalmou, puxei um pouco as pernas dela e coloquei sobre meus ombros, então comecei a empurrar minha pica pouco a pouco dentro da sua bucetinha. Ela gemía de dor e me dizia: "Não quero mais, tá doendo, tá doendo", mas minha pica entrava mais e mais. Uma resistência no meu pau me indicou que o hímen dela estava pra romper, então empurrei forte de uma vez. A chola chorava, senti meu pau chegando no mais fundo daquela bucetinha virgem. Não tentei tirar meu pau, perguntei se ainda doía. Ela disse: "Sim!!! Tá doendo, tá doendo, tira de uma vez". Tentei tirar tudo, mas meu desejo era tão forte que comecei a meter e sacar bem devagarinho, com todo cuidado. Pouco a pouco as enfiadas foram acelerando. Francisca já não gemía de dor, mas sim de prazer. Baixei as pernas dela dos meus ombros e me coloquei sobre ela, beijei seus peitos, sua boca e seu pescoço com um desejo desmedido, enquanto metia e tirava meu pau da sua bucetinha, com Francisca gemendo de prazer. Depois de vários minutos, ela chegou ao orgasmo, mas eu não tinha terminado, então continuei bombando com fúria, pra chola saber como é uma foda de verdade. Passaram-se vários momentos em que a chola estava à beira do desespero, até que gozamos com um grito de prazer. Ficamos deitados alguns minutos, até que ela se levantou, arrumou a saia, o sutiã e a blusa, pentou-se um pouco e me disse:
"Pronto, já se deu o gosto comigo, desgraçado. Tomara que não me aconteça nada, porque se eu engravidar, vou te procurar com a polícia e meus patrões. Você vai saber o que é mexer com uma chola cochabambina". Eu fiquei meio assustado, porque ela sabia onde eu trabalhava, o que não sabia era do meu casamento. Em silêncio, me vesti e garanti que na primeira vez não havia risco de gravidez, que eu não ia esquecer dela, etc. Depois de nos arrumarmos, saímos para o pátio. A Francisca tinha conseguido uma cópia da chave principal, então eu saí o mais rápido que pude, sem me despedir, porque a chola tinha um olhar de ódio e, diante disso, melhor bater em retirada.
Passaram-se vários dias. A Francisca já não saía para varrer de manhã, e minha preocupação só aumentou quando ninguém atendia o telefone. Com a ajuda de uma atendente de um quiosque em La Pampa, fiz uma ligação uma tarde, perguntando pela Francisca. A senhora atendeu e disse que a Francisca tinha voltado para a cidade dela e que talvez não voltasse mais. Minha amiga que fez a ligação disse que sentia falta da Francisca e que ela ligasse assim que voltasse para a cidade — essas foram minhas instruções. Ao desligar o telefone, fiquei muito pensativo, porque se a Francisca estivesse grávida, uma baita confusão estava por vir.
Como precaução, busquei outro caminho, um pouco mais longo, para chegar ao trabalho, assim não precisava passar pela casa onde a chola trabalhava. Enquanto isso, minha esposa entrou no último mês de gravidez. Um dia, saí de casa mais tarde que o normal e não tive escolha senão passar pela rua da Francisca. Qual não foi minha surpresa quando a vi terminando de varrer a calçada. Tentei cumprimentá-la, mas ela entrou rapidamente em casa. No meio da manhã, liguei para ela do trabalho. Ela atendeu muito séria e me contou que não tinha acontecido nada, que a menstruação dela veio normalmente na cidade dela, que ela não pensava em voltar, mas que um dia ligou para a patroa e esta contou que uma amiga tinha ligado perguntando por ela, que sentia saudades e que ligasse quando chegasse a Cochabamba. A Francisca me disse que percebeu na hora que era eu por trás da ligação, e que só por isso se animou a voltar, mas que eu nunca mais devia vê-la, para não prejudicá-la no trabalho nem na vida.
Respondi que, se esse era o desejo dela, tudo bem, mas que precisava vê-la só uma vez antes de eu ir para Santa Cruz, para nos despedirmos sem rancor nem mal-entendidos. A chola me disse que de manhã já era muito difícil... Pois nesses dias chegou uma tia velhinha da dona e ficaria vários meses, então sugeri que por que ela não saía na sua porta uma noite, no fim da tarde, por volta das 10, a gente conversava um pouquinho e depois eu ia embora. Ela me respondeu que me avisaria alguma manhã ao passar pelo seu trabalho. Uns dias depois, ela me avisou o seguinte: “Vem hoje à noite por volta das 10 e meia, eu vou estar na porta, mas só vou sair cinco minutos, porque o dr está convidado para um casamento e vou ficar sozinha com as crianças, vou fazê-las dormir cedo e vou sair para falar com você, mas só um pouquinho”. Agora era o problema de como arranjar uma desculpa para sair de casa à noite, mas às vezes as coisas acontecem ao acaso. Minha mulher queria ter um parto sem dor e precisava de um remédio, mas esse tipo de anestesia não tinha em nenhuma farmácia de Cochabamba, por isso pedimos a vários parentes de outros lugares da Bolívia. Justamente um dia antes, um tio da minha mulher ligou dizendo que a anestesia tinha em Oruro, mas que ele não tinha dinheiro para comprar o remédio nem para o envio por ônibus, então decidimos que eu deveria viajar para Oruro para comprar o medicamento e voltar rapidamente, porque o parto estava próximo, dentro de poucos dias.
Essa tarde saí de casa rumo à rodoviária, passei várias horas deixando o tempo passar, por volta das 10 da noite peguei um ônibus que me deixava perto do trabalho da Francisca. Desci e fui caminhando, muito nervoso. Ao chegar na casa, vi na porta a figura da linda cholita. Ela estava com roupa de trabalho, mas muito mais gostosa, possivelmente o sexo ajudou no desenvolvimento da camponesa. Ela me perguntou por que eu estava com uma maleta, respondi que era para ir para Santa Cruz de madrugada. A cholita ficou bem surpresa, o que aproveitei para tentar dar um beijo nela. Ela me empurrou irritada, mas deixou eu pegar na sua mão. Ficamos assim um tempão, conversando na escuridão da porta da rua. De repente, apareceu um carro virando a esquina, e Francisca gritou comigo: "Meus patrões!". Não encontrei outra solução a não ser correr para dentro da casa e me esconder na velha van. Enquanto isso, a chola trancou o portão da rua e entrou na casa. Na mesma hora, chegou um carro, entrou na casa e logo desceram os donos da casa, a tia velhinha e os dois filhos mais velhos. Todos entraram na casa. Depois de um momento, as luzes se apagaram e tudo ficou em silêncio. De repente, ouvi uma voz vindo de dentro da casa: "Até amanhã, senhora". Era Francisca, que estava indo para o seu quarto. Com medo, abri a porta do meu esconderijo. Ela estava em frente à sua porta e me chamou. Em completo silêncio, entramos no quarto dela. Com o dedo, ela fez sinal para ficar quieto. Saiu para um banheirinho de empregada para lavar a boca, voltando pouco depois. Enquanto isso, eu continuava parado atrás da porta, segurando minha maletinha e tremendo. Quando ela entrou de novo, me disse: "E agora, o que vamos fazer? Como você vai sair?" Respondi que eu teria que esperar um bom tempo até todos dormirem e sair pelo portão, já que ela tinha uma cópia da chave. "De jeito nenhum", ela disse, passou por mim e sentou na cama, olhando para o chão. Eu deixei minha maletinha ao lado da cama e sentei ao lado dela, muito preocupado com a minha situação, embora também estivesse feliz por estar sozinho com uma chola, em um quarto, no meio da noite. Disse que era melhor apagar a luz para não despertar suspeitas dos patrões. Ela me obedeceu e ficamos sentados em silêncio, muito desconfortáveis e nervosos. De repente, Francisca começou a chorar baixinho. Dizia que tudo era minha culpa, que iam demiti-la do emprego e contar aos pais dela sobre mim. Mas eu a consolei dizendo que ninguém sabia de mim, que ninguém me viu entrar na casa, muito menos naquela noite. Para acalmá-la, passei meu braço pelos ombros dela e ficamos assim por um tempo. Senti sua boca muito perto da minha. Nos beijamos com calma, sem pressa, desejando que nunca acabasse. Com a paixão já acesa, nos abraçamos. De pé, eu acariciava seus seios e sua virilha, não sei em que momento sua mão tocou meu pau e o acariciou muito timidamente. Comecei a tirar sua manta, depois desabotoei sua blusa e seu sutiã, por fim desatei os cordões de sua saia. Francisca ficou completamente nua, trêmula e muito excitada, levantou a colcha e se enfiou na cama. Enquanto isso, eu tentava me despir no escuro, não foi muito difícil, pois joguei tudo no chão, e uma vez nu, me posicionei ao lado da minha preciosa chola. Agora não havia mais roupas para atrapalhar, eu beijava sua boca, seu pescoço, seus seios e enfiava minha língua dentro de sua buçetinha. Não houve nenhuma reclamação, só sentia seus suspiros, e de vez em quando seus gemidos de prazer. Quando a senti molhadinha, perguntei se ela fazia uma coisa para mim, a resposta foi: "O que for, contanto que você vá feliz para seu novo trabalho". Então me virei sobre ela e disse no meio do silêncio: "Enquanto eu chupo sua buceta, você vai chupar meu pau, está bem?" Ela respondeu: "Me dá nojo, mas se você quer, assim será então". Dessa forma, em um 69, Francisca me fez uma mamada estupenda. Quando senti que seus líquidos estavam saindo, a virei e a beijei como nunca antes. Ela me disse: "Para que quer que eu chupe? Será que não tem saliva suficiente para você enfiar sua coisa em mim?" Vendo a oportunidade, respondi: "Quando a mulher chupa o pau do homem, é para que ele enfie o pau no cuzinho, para escorregar melhor". A chola ficou quieta, depois me disse: "Mas isso vai doer mais do que da outra vez, sua coisa é muito grande, vai entrar no meu cu!!!"
Como a coisa já estava esquentando, disse para ela se virar e ficar de quatro. Antes de penetrá-la, chupei seu bumbum até deixá-lo bem molhadinho, peguei um pano da cama, me posicionei e comecei a empurrar para aquele bum virgem. Eu dizia: "Não aperta, deixa entrar só um pouquinho, depois você vai gostar". Nem sei como, mas senti que a cabeça do meu pau entrou, mas Francisca estremeceu de dor, dizendo: "Até aqui só, está doendo muito, não quero mais nada com você, você é um desgraciado que me faz coisas feias, se não me soltar vou gritar". Naquele momento, empurrei um pouco mais e, antes que um grito escapasse da minha cholita, tapei sua boca com o pano. Com essa precaução, enfiei meu pau até o fundo, e ela ficou bem quietinha. Eu a consolava dizendo que era só isso, que o pior já tinha passado, que agora vinha a melhor parte do sexo, que o prazer que ela ia ter seria enorme e que nunca se esqueceria de mim nem daquela noite.
Pouco a pouco comecei a me mexer, sentia que a cholita aguentava uma dor forte, mas ao mesmo tempo sentia seus gemidos ficando cada vez mais altos. Tirei o pano da boca dela, levantei-a para apertar seus peitos, enfiar meu dedo dentro de sua buceta para brincar com seu clitóris e poder beijar sua linda boca. Agora meus movimentos eram muito mais fortes, quase violentos, a chola gemía e ofegava desesperada, mas suas mãos agarravam meus quadris, sinal de que a penetração no seu cu ela gostava mais que tudo. Mas tanto sacolejo e empurrão tiveram sua consequência, e assim gozei dentro daquele bundão lindo. A chola abafou um grito de prazer quando também gozou. Exaustos e satisfeitos, nos separamos, limpamos nossos fluidos e deitamos para dormir um pouco. Eu estava muito nervoso, então não dormi nada. Passada quase uma hora, senti meu pau duro de novo. Levantei a coberta, abri as pernas de Francisca e enfiei meu pau de novo dentro de sua bucetinha. Ao me sentir de novo, a chola me abraçou pelo pescoço. Desta vez nossos movimentos foram sincronizados, encontramos um ritmo feroz. Eu beijava sua boca, seu pescoço e seus peitos enquanto enfiava meu pau com toda minha força. Tivemos um orgasmo magnífico, a buceta de Francisca escorria meu sêmen, assim como meu pau. Peguei suas tranças e enfiei meu pau em sua boca, dizendo: "Chupa de novo, saboreia minha porra, pois não sabemos até quando não nos... Vamos ver de novo", a cholita chupou meu pau até ficar mole, nos limpamos de novo, nos acomodamos na cama e conversamos bastante. Ela nunca imaginou que o sexo pudesse ser tão intenso, que o ânus também era fonte de prazer para as mulheres, e como era possível que ela tivesse chupado meu pau com porra. Eu disse que tudo valia entre duas pessoas que se gostam e não havia motivo para vergonha, desde que ambos aproveitassem seus corpos. Olhei meu relógio: eram 3h50 da manhã. Eu deveria ir embora em breve, mas enquanto isso podíamos nos amar mais uma vez. Descansamos abraçados e em silêncio, até que senti meu pau ficar duro de novo. Já começava a clarear, então enfiei meu pau na buceta da chola. Ela estava dormindo, mas assim que me sentiu começou a me apertar forte. Nossos movimentos eram desesperados, com força, como se não quiséssemos que acabasse nunca. Depois de alguns minutos, tirei meu pau, virei ela e enfiei de novo no cu. Dessa vez, Francisca não disse nada, só agarrou meus quadris e começamos a nos mover num ritmo lento mas constante. Seus gemidos eram mais altos. Com medo da hora, gozamos rápido, mas com um prazer muito intenso. Rapidamente me vesti, ela ajeitou a saia e a blusa, se cobriu com a manta e saímos para o pátio. Em silêncio chegamos ao portão da rua. Ela abriu com a chave extra, eu saí no amanhecer frio, dei um beijo nela e, no mais absoluto silêncio, me retirei dali. Viajei para Oruro, comprei o remédio para minha esposa e voltei no mesmo dia. Ninguém desconfiou de nada.
Como realmente tive que viajar a trabalho para Santa Cruz como assistente do professor Martín Cárdenas, voltei para Cochabamba depois de vários meses. Já era pai de um bebê, os gastos eram maiores e quase não passava pela rua da Francisca, pois, como meu salário aumentou, já podia ir trabalhar de ônibus.
Um dia desses, me deu vontade de ligar para a Francisca de novo. Ela atendeu de um jeito estranho, mas aos poucos fui... deixando de lado as palavras, o que ela me contou me deixou pasmo, ela disse que depois da nossa "noite de amor", ela sonhava fazendo amor com alguém, que acordava com a buceta molhada, que os seios, os quadris e as pernas cresceram, além de ter ficado muito provocante, o resultado foi que os filhos mais velhos dos seus patrões repararam nela, começaram a dar presentes e depois pegaram ela, por turno dormiam com ela todas as noites, a moreninha que mais gostava, tinha à disposição dois garotões de 16 e 18 anos, fogosos e dispostos a satisfazê-la a qualquer hora, até faltavam na escola para transar com a empregadinha, faziam ela tomar uma injeção anticoncepcional a cada 3 meses, e enquanto isso o sexo naquela casa não era coisa de outro mundo, já que quando os pais dos garotos descobriram tudo, preferiram que a moreninha fosse a putinha dos filhos, antes que eles saíssem por aí procurando alguma mulher que passasse alguma doença. Francisca ficou com essa família por 6 anos, no final, até o pai dos garotos transava com ela, quando ela saiu, deram uma boa quantia em dinheiro, em parte para ela ficar quieta e outra por ser uma empregada fiel aos seus "patrões", atualmente Francisca tem uma barraca de roupas no mercado, tem uma casa com 4 filhos, um bom marido, mora no Mayorazgo, eu a vejo de vez em quando, quando vou comprar roupa pros meus filhos, ela cumprimenta a gente muito atenciosa, tanto a mim quanto à minha esposa, quando às vezes vou sozinho, dá vontade de flertar com ela, porque continua sendo uma linda morena, já mais velha, mas muito bem conservada, sei que tudo passa, mas nunca vou esquecer da Francisca, a linda moreninha, a empregada doméstica a quem ensinei o que é sexo e com quem passei uma noite de amor que nunca mais vai se repetir………
11 comentários - Uma Empregadinha Muito Fiel
te quiero conocer!
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