MINHA QUERIDA CHEFA
A história que eu vou contar aconteceu há apenas uma semana, uma semana que passei ansiosa pra chegar a hora do trabalho, só pra ver ela, minha chefa.
Bom, sou uma garota de 19 anos que tava desesperada atrás de emprego, sou morena, olhos castanhos, 1,68 de altura, cabelo liso e comprido, magrinha e com um corpo atlético porque gosto de me manter em forma e vou muito pra academia pra ficar de boa com meu corpo.
Bom, um dia uma amiga me ligou e falou pra eu levar os papéis na pizzaria onde ela trabalhava, porque tinha falado de mim e eles queriam que eu trabalhasse lá.
Chegou o dia e lá estava eu, como mais uma funcionária, pronta pra ir pro vestiário quando vi ela. Tava no escritório dela folheando uns papéis, me olhou e falou:
"Oi, você é a nova, né? Eu sou a Belén. Espero que você goste daqui, hein", e me deu um sorriso tímido.
Fui pro vestiário e me troquei, até aí tudo normal, sou uma garota hétero, nunca tinha reparado em outra garota, mas sei lá, tinha algo que me atraía nisso tudo. Conforme os dias foram passando, notei um comportamento estranho na Belén, não sei, mal conhecia ela, mas posso garantir que pelo jeito que me tratava e a relação que tinha entre a gente, era meio suspeito.
Um dia que eu tava de fechamento, ela fez comigo, estávamos lá as duas fechando a pizzaria quando ela falou que ia um minuto no escritório pegar um cigarro porque tava nervosa. Eu continuei limpando o balcão quando ouvi ela me chamando. Fui pro escritório dela e ela disse: "Nossa, que calor do caralho, o forno ainda tá ligado e todo o calor tá concentrado aqui, insuportável." Me perguntou se eu ligava dela tirar a camiseta pra se refrescar um pouco, porque mesmo lá fora estando 8 graus, aqui dentro tava um calor que passava dos 40 graus. Falei que não ligava, que podia tirar, que Estávamos lá as duas sozinhas e ninguém podia ver ela, então, sem me deixar terminar, ela tirou a camisa. Os peitos dela eram enormes, cobertos por um sutiã branco com renda que deixava transparecer os mamilos escuros. A cintura fina dela levava a uma bunda que fazia até o mais cético sonhar. Resumindo, eu disse que ia terminar de limpar o local, já que só faltava uma varrida, mas ela me pediu para esperar, que tinha algo para mim. Fiquei super surpresa e ela pediu para eu fechar os olhos. Fechei os olhos e senti ela me beijando docemente nos lábios. Abri os olhos e lá estava ela, na minha frente, me beijando com uma doçura que não lembro de ter sido beijada assim antes. Ela se afastou de mim e disse que sentia muito, que foi um impulso, mas que não conseguia evitar, que eu gostava dela e muito, que mesmo tendo namorado, estava sentindo algo por mim que não sentia por ele, que nunca tinha reparado em uma garota, mas quando me viu, sentiu algo que não tinha sentido com ninguém. Disse a ela que comigo tinha acontecido mais ou menos a mesma coisa, e que por isso eu tinha medo. Ela me disse para não temer, que os sentimentos não podem ser controlados. Ficamos nos olhando e nos beijamos de novo, mas dessa vez com mais desenvoltura e mais paixão. Lá estávamos nós duas, nos beijando como loucas, e ela com os peitos de fora, já que tinha tirado o sutiã. Em alguns segundos, sem saber como, eu estava nua da cintura para cima, ela tirou minha blusa sem que eu entendesse como, mas ela fez. Começou a beijar meu pescoço e dar pequenas mordidas na minha orelha, enquanto descia lentamente até meus peitos, que beijou suavemente, enquanto circulava com a língua meus mamilos, que estavam prestes a explodir. Eu estava no êxtase quando ela começou a descer mais e mais, desabotoou minha calça e começou a abaixar o zíper. Ela tirou minha calça e começou a beijar minha buceta por cima da calcinha fio dental, enquanto as mãos dela acariciavam minha bunda. Eu estava No êxtase, não conseguia acreditar no que tava acontecendo comigo, e ainda por cima era minha primeira experiência com uma mulher, e nada mais, nada menos que minha chefe!!!
Ela subiu devagar e começou a me beijar na boca com a mesma suavidade do primeiro beijo, enquanto eu ajudava ela a tirar a calça. Ali estávamos nós duas, nos beijando, só de fio dental minúsculo que não demorou pra sumir.
Ela me sentou num banco que tem no escritório dela e começou a beijar meu clitóris, lambendo de cima a baixo. As mãos dela também tinham um papel importante nessa brincadeira, os dedos acariciavam minha buceta enquanto a língua penetrava dentro e mordia meu clitóris com suavidade e selvageria. Isso fez com que eu chegasse a um orgasmo indescritível.
Meu corpo dava espasmos enquanto ela continuava na minha buceta, não aguentava mais e gozei pela segunda vez. Era incrível, ela tava me fazendo sentir algo que nunca tinha sentido no sexo, era fascinante.
Quando terminou, ficou de pé na minha frente, e a buceta dela ficou na altura do meu rosto. Agora era minha vez de dar prazer pra ela.
Nunca tinha feito aquilo, já que era minha primeira experiência com uma mulher, mas minha língua percorria fazendo círculos no clitóris dela, exatamente como ela tinha feito comigo, enquanto eu ia enfiando um dedo na vagina dela. Como entrava bem solto, enfiei dois. Ela gemia de prazer, enquanto eu, com uma mão na buceta dela e minha língua no clitóris, com a outra mão me tocava pra sentir prazer ao mesmo tempo que dava.
Ela gozou duas vezes na minha boca, porque eu não conseguia parar de lamber aquela buceta. Eu amava!!
Terminamos exaustas até que um celular tocou, era o dela. O namorado perguntando até que horas ia o fechamento naquela noite, já que eram 3h30 da manhã e nunca tinha demorado tanto.
Ela disse que tinha um problema com a luz e que tivemos que ficar pra resolver, que ele não se preocupasse. Então ela me disse que já era hora da gente ir embora e que amanhã a gente se veria de novo no trabalho. A verdade é que já era bem tarde, então a gente se vestiu e foi embora. Antes de sair, ela me beijou de novo e disse que tinha sido uma experiência fantástica e que adoraria repetir aquilo comigo, porque eu gostava muito dela. Eu também gostava pra caralho dela, então topei e falei que sempre que a gente tivesse oportunidade, podia realizar nossos desejos. A gente se beijou de novo e cada uma foi pra sua casa.
No dia seguinte, voltei ao trabalho e a vi. Ela me olhou com um olhar cúmplice e, quando os outros chefes saíram da sala dela, me mandou entrar. Me beijou e disse que nunca esqueceria a noite passada. Depois, saí da sala dela e meus colegas perguntaram o que a chefe queria. Eu falei que era pra ajustar umas coisinhas no horário, hehe, se eles soubessem que era...
Depois daquela noite fantástica, ela e eu continuamos tendo mais encontros escondidos da sociedade, mas isso já são histórias que vou contar mais pra frente.
SOZINHA EM CASA
Obrigada por este espaço onde podemos relatar nossas baixas paixões, porque graças a ele me iniciei no delicioso incesto que já consigo aproveitar sem nenhum preconceito. Vou me chamar Pilar, sou divorciada e vou contar por que me separei. Tenho um corpo gostoso apesar da idade, tenho 37 anos e o mantenho porque malho muito. Na minha vida, nunca transei com um homem. Aos 13 anos, tive uma amiga com quem passei momentos inesquecíveis de prazer, já que ela era sapatão e a gente gozava toda vez que ela vinha dormir na casa dos meus pais. Éramos inseparáveis, eu achava que também era lésbica. Com o tempo, fizemos o mesmo com novas amigas sapatões, a gente se divertia pra caralho, mas conheci o Ramón, um homem que nunca soube da minha atração sexual e, sinceramente, me apaixonei por ele. Nunca transei com ele até casarmos, segundo eu, pra acabar com toda a minha tesão e ser só dele até o dia do nosso casamento. Foi um erro fatal, porque o acostumei a transar poucas vezes. Casei muito nova, aos 17 anos, estava encantada com aquele homem. Um ano depois, tivemos nosso único filho: Juan. Ramón cresceu profissionalmente e vivemos muitos anos entre luxos e os prazeres que o dinheiro dá, mas nossa relação amorosa fracassou e, no máximo, uma vez por mês a gente transava. Passei de uma garota sapatão cheia de tesão para uma mulher frígida, e hoje em dia é um verdadeiro milagre ele me comer. Quando a internet começou a se espalhar, compramos um computador para o nosso filho. Isso foi há um ano, e ele descobriu muito rápido todo o sexo que tem lá e passava horas navegando. A gente não sabia por quê, até que um dia, quando eu não esperava que o Juan, meu filho, voltasse, entrei no escritório de casa e ele estava se masturbando. Quando abri a porta, ele não percebeu, e eu não fiz barulho nenhum, só fiquei olhando e, sinceramente, foi maravilhoso. Ele tinha um pau muito gostoso, não muito grande, mas muito Gordo, igual que o pai dele tinha gordo, mas o dele parecia mais carnudo, a vista era maravilhosa. Não consegui ver o que ele tava vendo na tela, mas ele tava curtindo pra caralho. Me senti tão mal por estar espiando ele, mas não conseguia parar de admirar. Os gemidos dele me deixavam mais excitada e logo comecei a ficar uma brasa. Meus bicos endureceram e minha calcinha ficou encharcada sem parar. Foi nesse momento que lembrei de todas as minhas loucuras de juventude e desejei tanto ter aquele mastrão lindo entre minhas pernas. Queria gozar ele e que ele me fizesse mulher de novo, mas era meu filho e isso só seria uma fantasia. Na hora, vi ele soltar jatos e jatos de porra, que não paravam de sair. Foi maravilhoso ver meu querido filho gozar daquele jeito. Como eu queria ter sido eu, com minhas mãos, fazendo ele gozar assim. Rapidamente fechei a porta com cuidado e voltei pra porta da entrada, fingindo que tinha chegado em casa. Abri e bati a porta com força e gritei que tinha chegado. Meu filho respondeu lá do escritório. Por um momento, quis entrar lá, mas sabia que ia encontrá-lo todo excitado e preocupado de achar ele naquele estado, então preferi subir pro meu quarto. Subindo, gritei que ia tomar banho. Ele respondeu que ia sair.
Entrei no meu quarto, me despi devagar na frente do espelho. Meu coração batia sem parar. Vi como meus bicos estavam duros, como há muitos anos não ficavam assim. E minha calcinha, nem preciso dizer, tava tão molhada que só pensei no pau dele dentro de mim. Então comecei a me acariciar toda: meus peitos, minha bunda, minha buceta. Em segundos, já tinha dois dedos enfiados na minha buceta e me acariciava a bunda, tudo imaginando que era o pau do Juan. Peguei um aplicador de absorvente íntimo de ampola, me deitei e gozei enfiando ele até gemer de prazer com meu gozo.
Entrei no chuveiro e lá tive outro orgasmo. Saí, me vesti e fui direto pro quarto do meu filho. Mesmo que uma senhora vá lá duas vezes por semana pra Fazer a limpeza da casa, meu filho se recusou desde o início e preferiu fazer ele mesmo. Naquele momento, descobri o motivo: já tinha entrado no quarto dele várias vezes, mas nunca para bisbilhotar. Ele tinha pôsteres de algumas atrizes de biquíni, mas nada fora do normal. Abri a gaveta dele e só encontrei as cuecas. Procurei mais lá dentro e não achei nada. Fui até o armário e encontrei uma caixa com cadeado. Procurei por todo lado até achar a chave pequena. Abri o cadeado e tive uma surpresa e tanto: revistas pornográficas, vídeos XXX, várias caixas de camisinha. Enfim, percebi que meu filho era um comedor danado. Pelas camisinhas, soube que ele transava com as amigas. Imaginava as loucuras que deviam ter nos vídeos e ardia de vontade de vê-los. Guardei tudo, mas não sem antes dar uma olhada naquelas revistas gostosas. Deixei tudo no lugar e fui pro meu quarto continuar me masturbando pensando nele. Em dez anos ou mais, não tinha tido tantos orgasmos como naquele dia, e muito menos imaginando que seria por causa do meu filho. Tomei outro banho e esperei meu marido e meu filho pra jantar. Só pedi comida por telefone, porque o tempo todo tava na pilha. Meu marido chegou e depois meu filho apareceu. Eu tava nervosa, não sabia se ele tinha percebido que eu vi ele se masturbando, mas acho que não, porque ele agiu super natural. Comemos, e meu marido voltou a trabalhar. Meu filho disse que ia sair com uns amigos, e eu pedi pra ele me ensinar a usar o computador, falando que queria digitar todas as minhas receitas de cozinha, mas na verdade queria descobrir o que ele via naquele computador. Nem entendia o negócio de internet, mas enfim, ele começou a me ensinar o básico, como usar Windows, Word, etc., e como procurar arquivos. Tentei abrir os arquivos dele, mas estavam protegidos por senha e não consegui ler. O resto era trabalho, vídeos, fotos de artistas, etc. No dia seguinte, ele prometeu me ensinar a internet. Chegou a noite, jantamos e eu ainda me sentia Muito gostosa, tentei fazer amor com meu marido, mas ele tava muito cansado. Reclamei e a gente discutiu, falei que precisava mais dele, que queria que me fizesse sentir mulher, que tava me entediando essa vida monótona que a gente levava. Reclamei, falei que ele talvez tivesse uma amante. No fim, ele teve que dormir em outro quarto. Minha relação com meu marido era um fracasso e, por tudo que aconteceu com meu filho, decidi aproveitar o sexo com outros homens, e assim não ter que lidar com meu filho, já que não era certo.
Na sexta, quando meu filho foi pro colégio, fui direto pegar os vídeos... Deus, era maravilhoso. Num deles, apareciam duas garotas jovens, muito gostosas e magrinhas, se beijando e se despindo, se chupando o corpo todo. Um cara chegou perto delas, na hora elas tiraram a roupa dele e mamaram o pinto enorme dele, muito gostoso. Ele comeu as duas como um mestre, o que mais me encantou foi quando ele metia no cu delas e como as duas engoliam o leite dele. O vídeo continuou, e eu terminei me masturbando deliciosamente enquanto via o vídeo desejando meu filho, e decidi mudar o rumo da minha vida, tinha que foder com meu filho. Tomei banho e só fiquei de roupão, esperando ele voltar. Quando ele chegou, pedi pra ele me ensinar a mexer na Internet. Ele me explicou como entrar em sites, como pesquisar, etc., tudo focado em receitas de cozinha, claro. Ele não parava de olhar a abertura do meu roupão, que mostrava um pouco meus peitos e marcava meus bicos durinhos de prazer. Percebi a ereção dele e isso me encantou, tinha excitado meu filho. Quando ele saiu com os amigos, a primeira coisa que fiz foi pesquisar a palavra "incesto", e aí encontrei essa página. Comecei a ler todos os relatos e amei tudo. Entendi por que meu filho passava horas conectado na Internet. Os relatos de incesto me deram coragem e ideias de como foder com meu filho, e não hesitei em fazer um plano pra conseguir. À noite, entrei no escritório e meu filho tava no computador, não sei se via uma página de sexo, mas ele se assustou. Devagar, sentei no colo dele e finalmente pude sentir o quanto o pau dele tava duro, já que eu conseguia roçar nele. Ele tava muito tenso. Ajo natural e falei que o pai dele tava cheio de trabalho e que queria ir pra praia passar uns dias. Ele disse que seria maravilhoso. Dei um beijo na bochecha dele e falei que ia resolver tudo. Conversei com meu marido e, claro, ele disse que iria sem a gente. Falei que sairíamos na próxima quinta e voltaríamos no domingo. Fui pro quarto do meu filho e, quando entrei, o cheiro de porra era forte. Meu menino tinha se masturbado. Eu tava só de roupão de seda pra dormir, meus mamilos apareciam no roupão. Ele percebeu e não tirou os olhos deles. Cheguei perto da cama dele e sentei. Minha bunda sentiu uma revista entre os lençóis. Imagino que meu filho tava batendo uma com alguma revista pornô e não deu tempo de esconder. Deu vontade de puxar a revista e descobrir ele pra ver a reação, mas não fiz. Preferi continuar com meu plano. Avisei que a gente ia pra praia naquela quinta, que ele pedisse dispensa na escola e se preparasse pra ir. Peguei na mão dele e dei um beijo na bochecha, dizendo que íamos nos divertir muito. Adorei o jeito que ele olhava disfarçadamente pros meus peitos. Imaginava o pau lindo e duro dele debaixo dos lençóis e, por um momento, quase puxei os lençóis e chupei ele, mas me segurei. No dia seguinte, fui na agência de viagens. Lembrei que no shopping tinha uma loja de roupas com uma senhora bem mais velha que eu, que todas as minhas amigas diziam que era sapatão, e achei que seria uma boa ideia brincar um pouco com ela e relembrar meus tempos de sapatão. Cheguei na loja quase na hora do almoço. A senhora se chama Marta e disse que ia fechar. Falei que era uma emergência porque ia viajar. Cheguei perto do ouvido dela e falei: "Me ajuda, vou viajar com meu amante e quero estar linda pra ele." Os olhos dela brilharam e ela dispensou Suas funcionárias, ela mandou irem embora dizendo que ela mesma me atenderia. Amiga, você sabe mesmo convencer, ela me disse. Acontece que é meu primeiro encontro com outro homem e quero deixá-lo muito excitado. Não se preocupa, querida, eu te ajudo, me diz o que você gostaria – enquanto fechava a loja. Não sei, quero algo bem sexy, vamos pra praia e quero deixá-lo excitado o tempo todo. Olha, tenho esse vestido, experimenta. Entrei no provador e deixei a porta aberta, me despi devagarzinho, ela não parava de me olhar, fiquei só de calcinha e coloquei o vestido. Ela disse que ficava muito bem em mim e era verdade, tinha um decote enorme no peito, só cobria meus seios, as costas eram abertas e chegava só alguns centímetros abaixo da minha bunda. Ela se aproximou e ajustou a parte de cima, roçando meu mamilo. Uau, eles se ergueram na hora... Com esse vestido, querida, você levanta até defunto – rimos. Você disse que vai pra praia, experimenta esse biquíni. De novo estava nua, tirei a calcinha, ela já não disfarçava nada, me olhava com luxúria e eu estava com os mamilos eretos e começando a ficar molhada. Era uma tanga minúscula, mal me cobria com um triângulo pequeno, todos os meus pelos apareciam, o sutiã mal tampava com aqueles triângulos pequenos meus mamilos, e minha bunda engolia todo o fio fino, deixando minhas nádegas à mostra. Ela mandou eu me virar, fiz devagar, ela se aproximou para ajustar meu sutiã e cobrir bem os mamilos, roçando-os de novo. Me senti no paraíso, ela disse: amor, com esse biquíni você não só excita um defunto, qualquer mulher fica com vontade de te comer toda. Qualquer mulher, acho que não, teria que ser lésbica ou bi. Você tem razão, as outras te olhariam com inveja, mas a gente com admiração, de verdade você está muito gostosa, mas temos que fazer algo com esses pelos. E uau, minhas pernas tremeram porque com a mão ela acariciou meus pelos... amor, você tem que depilar (com certeza não Eu fiquei meses sem me depilar e brotou um monte). Quando você quiser, eu te ajudo... Fiquei ali parada, surpresa. Meu jogo de excitá-la tinha funcionado, agora as duas estávamos muito excitadas. Ela começou a acariciar minha buceta, soltei um gemido que ela abafou com um beijo... Já fazia anos desde aquelas brincadeiras juvenis com minhas amigas, mas agora eu estava beijando uma mulher que me tornou bissexual. O beijo dela foi molhado, gostoso, ela passava a língua junto com a minha. Ela acariciou minha bunda, chupou e mordeu meus mamilos, não parava de acariciar minha buceta toda molhada. Eu só continuava beijando ela, e minhas mãos foram parar na bunda dela, já flácida pela idade, mas não menos gostosa e excitante para mim. Não sei como, mas eu já estava nua, e eu já tinha tirado o vestido dela. Tinha uma mulher de calcinha, gozando com ela. Os peitos dela pendiam pela idade, mas o tamanho compensava, porque eram enormes, com mamilos enormes e escuros. Uma calcinha branca, cada vez mais molhada enquanto eu acariciava. Imediatamente, ela se abaixou e me deu o boquete mais gostoso em anos. Eu gemia, segurava a cabeça dela, empurrando mais para baixo, puxava os mamilos duros e grandes dela. Ela subia e continuava mordendo meus peitos e me beijando. Não demorou nada para eu ter um orgasmo delicioso. Ela se levantou e me ofereceu os peitos, eu os chupei sem parar. Tirei a calcinha dela, agora era minha vez. Desci para chupar toda a buceta dela, que jorrava uns sucos deliciosos por todo o meu rosto. Enfiei meus dedos, ela gritava sem vergonha. Deu um pulo quando enfiei um dedo no cu dela. A putinha gostava. Ela se molhou toda ao chegar ao orgasmo. Me colocou de quatro e enfiou a boca no meu cu, enfiando um e até dois dedos no meu cu. Ela estava me destruindo. Fazia anos que ninguém me dava pelo cu. Doía tanto que eu quase não aguentava. Ela dizia: "Você é uma puta safada, gosta de ser gostosa, gosta de ser fodida pelo cu." Me dava tapas fortes na bunda, que deixaram ela vermelha e sensível. aquela desgraçada não parava, tava me estuprando gostoso pra caralho, arrancou tanta merda de mim de tanto me foder, tive um orgasmo interminável, e acabei toda arrebentada no cu, cheia de merda e querendo mais. Ela me deixou parada ali feito uma puta toda excitada, voltou pra me limpar e disse: amor, amanhã você vem pra raspar essa buceta linda pra deixar o pau do seu amante durão o dia inteiro de tão gostosa que você vai ficar, e de quebra vou trazer uns brinquedos pra gente se divertir mais. Me limpou, eu beijei ela, me vesti e saí da loja sem o vestido e o biquíni que tinha ido comprar, teria que voltar no dia seguinte pra pegar e ver que surpresa ela me preparava. Entrei num restaurante, pedi uma vodka e a cada gole vinham imagens do meu filho me comendo pelo cu, me fazendo de amante dele, de escrava fogosa dele. Não sei quanto tempo fiquei nas nuvens, molhada, desejando ter meu filho me possuindo. Fui ao banheiro do restaurante e me masturbei de novo, saí e fui pra casa, mal conseguia dirigir, aquela mulher me deixou acabada. Na quinta eu iria pra praia com meu filho e tudo estaria planejado pra gozar com ele, faria ele me pedir aos gritos pra transarmos, faria dele o amante perfeito, já que não precisaria sair de casa pra gozar com ele. Desejava tanto que os dias passassem rápido e que chegasse o dia da nossa partida. Voltei na loja no mesmo horário, lá estava Martha me esperando, mas agora tinha uma amiga dela, muito magra, cabelo preto, bem alta, parecia muito elegante com um vestido preto, quase não tinha peito, mas os bicos dos peitos marcavam demais. Ela fechou a porta e disse: amor, essa é a Susana, ela vai nos ajudar a raspar você, vamos, fica nua, gostosa, pra gente – e eu fiz isso, me despi pra elas, fiz de um jeito bem sensual. Susana chegou perto de mim e me beijou, me fez sentar e tirou tudo que precisava pra me raspar, abriu minhas pernas e acariciou minha buceta, eu mordia os lábios de tão excitante que era a sensação de estar sendo raspada. Em minutos, tava totalmente sem pelos, na mesma hora as duas fizeram um show particular pra mim, eu via elas se beijando, se tocando inteiras, me masturbando gostoso pra caralho, foi incrível, ver elas gozando daquele jeito, o contraste dos dois corpos era lindo, uma com peitão e rabão e a outra quase lisinha mas com uns bicos pontudos me deixou super molhada, não resisti e entrei na delas, as três gozamos pra caramba, elas tinham consolos duplos, vibradores, uns paus enormes, a gente usou em tudo que é lugar, as três éramos putas umas pras outras, foi foda tudo que a gente fez, só vi coisa assim nos filmes do meu filho, posso dizer que nunca mais pararia de fazer isso, de verdade, nunca. Elas me deram o maior pau de lembrança da nossa amizade safada, pra eu sempre lembrar delas, levei o vestido e o biquíni minúsculo, não tava nos meus planos sair com aquela roupa no primeiro dia, então entrei em outra loja pra achar um menos chamativo, mas também de duas peças e que ficasse justo, fui atrás de sutiãs e calcinhas bem sensuais e transparentes, peguei uma tanga preta transparente com renda pra usar com meu vestido. Chegou quinta-feira, meus dias férteis tinham passado e eu podia aproveitar meu filho sem camisinha e sem risco de engravidar dele. Saí vestindo uma calça bem justa e uma regata preta sem sutiã que marcava bem meus peitos, coloquei uma blusa de botão por cima, não queria que meu marido me visse assim, ele nos levou pro aeroporto e a gente partiu pra glória. Quando subi no avião, meu filho sentou na janela e eu no meio, um senhor no corredor, eu não parava de olhar pro volume do meu filho, não tava duro, mas eu queria ver ele durinho, falei que tava com sono e me encostei no ombro dele, daí a pouco meu peito roçava no braço dele, eu me mexia sem parar pra esfregar nele, meus bicos já tavam bem duros e acho que sem dúvida ele sentia meu mamilo inchado, excitado no braço dele, deus, eu tava tão quente que queria que ele me comesse ali mesmo Amor, abri meus olhos disfarçadamente e olhei pra entreperna dele, e lá estava o mastro já dilatado, eu tinha excitado meu filho, tava lindamente duro, ele não conseguiu disfarçar o contato do meu corpo quente com o dele, meu plano tava começando a ser perfeito, ali estávamos nós dois num avião, roçando nossos corpos, quentes, nos desejando, mas ao mesmo tempo nervosos, sim, tenho que confessar, parecia uma recém-casada, nervosa na hora de chegar na primeira noite de núpcias, mas também tava nervosa porque, apesar do meu filho estar excitado, eu tava preocupada com como ele reagiria a cada insinuação minha pra que ele se atrevesse a foder com a mãe dele, com a mulher que o trouxe ao mundo, só queria ter força suficiente pra fazer ele me comer como nunca, e faria de tudo pra que ele aproveitasse e esquecesse todos os estúpidos preconceitos e fodesse comigo com a mesma vontade e desejo que eu. Ao chegar no nosso destino e descer do avião, entrei no banheiro e tirei a blusa, tava muito gostosa, essas calças faziam minha bunda aparecer e o top destacava meus peitos muito bem, peguei as pontas dos meus mamilos e puxei bem forte, apertava eles pra endurecer ao máximo, saí do banheiro e lá estava meu filho me esperando, me aproximei dele e o olhar dele foi direto pros meus mamilos marcados escandalosamente no top, peguei na mão dele e falei que tinha tirado a blusa por causa do calor que faria ao sair do aeroporto, saímos e fomos pro hotel, fizemos o check-in, e ali estávamos nós dois dentro do quarto, falei pro meu filho que a gente aproveitasse o máximo de tempo possível... Vai, querido, vamos dar uma volta na praia, coloca teu maiô – peguei meu maiô e deixei em cima da roupa minha outra calcinha fio dental, queria que ele visse e se surpreendesse que eu usaria uma daquelas. Entrei no banheiro pra trocar de roupa, Deus, tava tão molhada, meus sucos tavam uma delícia, não aguentei muito e decidi me masturbar pra aliviar minha vontade de sexo. Um momento, quando saí, os olhos do meu filho ao me olhar já não eram os mesmos de antes, ele já tinha me visto de biquíni, mas sempre de peça única, era a primeira vez que na frente dele eu usava um biquíni de duas peças, praticamente ele estava me vendo de calcinha e sutiã, sem calças, sem blusas ou vestidos, ele tinha vestido um short, acho que pra disfarçar a ereção, os olhos dele brilhavam, reparei na minha mala e ele tinha mexido nas minhas roupas, acho que adorou ver o biquíni minúsculo que eu tinha preparado pra ele... Querido, e seu biquíni? Tô com ele vestido, mas prefiro ir de short. Tá bom, amor, vamos aproveitar – dei um beijo na bochecha dele e peguei na mão dele – vamos nos divertir pra caramba, esquece que sou sua mãe, imagina que você tá com uma amiga sua, não me trata como sua mãe. Sim, mãe, não se preocupa. Além disso, somos amigos, não acha? Sim, mãe, mas como vou te chamar quando precisar? Pelo meu nome, me chama de Pili toda vez que me chamar, assim ninguém vai dizer que aquela mulher não tem um homem pra acompanhar ela, e isso me faria sentir mal. Tá bom, Pili, vamos pra praia. Assim que se fala, amor, vamos. – perfeito, não íamos agir como mãe e filho, mas como um homem e uma mulher que estão de férias. Ao chegar na praia, meu filho tirou o short e, nossa, que vista deliciosa, o moreno do meu filho tem um belo pacote, não tava ereto, mas dava pra ver o grosso que o pau dele é. Daqui a pouco, falei pra gente se bronzear, que não queria que a gente se queimasse com o sol, peguei o protetor e falei pra ele virar de costas, passei o creme nas costas dele, nas pernas, fazia devagar e tentando excitá-lo, falei pra ele virar de frente e ele recusou, acho que o mastro duro dele impedia, falei pra ele então passar creme em mim, me deitei de bruços e ele começou a passar também, era a primeira vez que ele fazia isso, sentia as mãos dele massageando minhas costas, desceu pras minhas pernas, senti muito gostoso, falei pra ele desamarrar meu sutiã, que não queria ficar com marcas, e ele fez isso. Me irrita que eu Deixou marcas no biquíni, tomara que não tivesse tanto preconceito e a gente pudesse se bronzear pelados – falei. Não, Pili, isso só se faz em praia de nudismo. Pois não sei se tem uma por aqui, mas adoraria não ficar com marcas. Tem uma sim por perto. Sério, amor? Então seria uma boa ideia a gente dar um pulo lá, não acha? Você tá louca, mãe, como é que a gente vai? Juan, a gente combinou que você não ia me chamar de mãe, e além disso eu sou sua mãe e já te vi pelado várias vezes, não teria nada de errado te ver de novo, não me diga que você tá com vergonha. Não é isso, Pili, mas eu nunca te vi pelada. Mas é super normal, nesses lugares todo mundo tá no pêlo, sem maldade, até famílias inteiras vão e não acontece nada, mas enfim, é só uma ideia, talvez a gente faça, talvez não, eu adoraria me sentir livre por um momento, e você? Sim, eu gostaria de conhecer um lugar assim, mas nunca pensei que faria isso com você. Mas você é um safado, queria fazer com alguma das suas namoradas, né? Pois essa é a fantasia de qualquer homem: ficar pelado com uma gata. Bom, então como eu falei, agora não sou sua mãe, sou a Pili, sua amiga, e tudo que a gente fizer vai ser como se fôssemos namorados, sem preconceito nem nada, vamos aproveitar. Tá bom, Pili, se você quer. E você, não quer se divertir? Quero sim, Pili, você tem razão, vamos curtir o momento. Olha, assim que eu gosto... passa bronzeador na minha frente. Me virei e por um momento quis que ele visse meus peitos, mas não, melhor tampei pra não preocupar ele, meu plano tava saindo perfeito, agora meu filho ia agir como meu namorado e até numa praia de nudismo tava disposto a ir, o momento tava ideal. Quando me virei, olhei pro volume dele, e que volume, apesar de escondido, era lindamente grande, me deitei e ele começou a passar creme na minha barriga e no corpo todo, verdade, a gente tava curtindo os dois, pedi pra ele passar creme nas minhas mãos e, na frente dele, passei nos meus peitos sem mostrar, fiz isso várias vezes. Às vezes, insisti pra ele: "Quer que eu passe bronzeador na frente?" Ele disse que não, que daqui a pouco, que queria sentir o sol nas costas. Virou e deitou. Imagino que o pau lindo dele tava fincado na areia de tão duro que tava. Passou mais um tempo e eu fingi que tava dormindo. Me mexi um pouco pra deixar meu peito direito de fora, e lá estava eu, dormindo do lado do meu filho, com uma teta de fora. De repente, sinto ele se mexer. Continuei fingindo. Do nada, sinto a mão dele tentando cobrir meu peito. Ao fazer isso, roça no meu mamilo duro. Sinto os dedos dele acariciando, brincou com ele só uns segundos e me cobriu. Foi fantástico. Esse foi o primeiro contato direto. Finalmente ele tomou a iniciativa de me tocar e me deixou ainda mais excitada. De repente, ele foi pro mar. Abri os olhos e vi ele andando rápido em direção à água. Acho que precisava aliviar a excitação batendo uma dentro do mar. Me senti mulher, me senti uma puta que tinha excitado o próprio filho, que tava curtindo com a mãe e tava feliz. Depois ele voltou. Eu já tava acordada pra ele. A sunga dele não mostrava o mastro ereto que eu tanto queria. Ele sorriu pra mim e nos olhos dele dava pra ver o brilho de satisfação. Pediu pra eu passar bronzeador na frente dele. Sentei e pedi pra ele amarrar a parte de trás do meu biquíni: "Love, não me chamou pra nadar?" — falei. "É que você tava bem dormida, Pili." "Bom, a viagem foi cansativa e eu merecia descansar. Nem senti quando você foi. Deita, love, deixa eu passar o bronzeador e você descansa um pouco pra gente jantar e se preparar pra noite. Onde você pensa em ir?" "Não sei, tô com vontade de dançar. E você?" "Sim, Pili, dizem que aqui tem uma balada top." "Então vamos curtir" — a gente conversava enquanto eu passava a mão no corpo dele. A pele dele era lisa, os pelos se arrepiavam a cada toque. Quando cheguei nas pernas, comecei a ver o pequeno mastro dele crescendo. Ele não conseguiu evitar. E eu já não aguentava mais a tentação de... tocar ele, então parei de me bronzear e falei que ia nadar um pouco. Meu filho me viu entrar na água, feliz por ter excitado ele daquele jeito. Nadei um pouco e gritei pra ele que a gente ia embora. Quando cheguei, ele já tinha juntado todas as nossas coisas, vestiu o short e fomos pro quarto. Chegamos e entrei no chuveiro, ele esperando o momento de entrar pra me comer, mas não rolou. Quando saí, ele tava ligando pra casa. Os olhos dele brilharam ao me ver só de toalha. Ele disse que o pai não atendia. Falei que de certeza ele tava aproveitando que tava sozinho pra sair e se divertir. "Você tem problemas com o papai?" – ele perguntou. "Por que você diz isso, love?" "Porque ele não veio com a gente nessa viagem e faz tempo que eu vejo vocês distantes." "Sim, love, seu pai tem me abandonado muito. Acho que ele tem uma amante." "Por que você diz isso, Pili?" "Love, quando um homem tem uma amante, a esposa é a primeira a perceber. Simplesmente ele não te dá mais atenção, sabe do que eu tô falando?" "Talvez sejam pressões do trabalho." "Não acredito. Quando um homem não te come mais, alguma coisa tá errada, e não são pressões do trabalho. Eu tentei de várias maneiras excitar seu pai, mas ele tá sempre cansado. E eu sou uma mulher que adora sexo, e ele já não me dá mais. Teria sido melhor você ter vindo com ele em vez de comigo, pra vocês resolverem os problemas de vocês." "Tentei, mas ele não quis. E aqui estou eu com meu filho. Tô me divertindo muito com você, love, mas francamente esperava que seu pai me comesse e não deu." "Pili, o que posso te dizer?" – ele se aproximou e me abraçou, me deu um beijo na bochecha – "Não se preocupa, a gente vai se divertir bem." "Você tem razão. Chega de besteira, vamos aproveitar. Entra no chuveiro que vou me preparar pra sair pra jantar." Ele entrou e eu coloquei minha calcinha fio-dental preta, me perfumei e vesti meu vestido preto. Me olhei no espelho e tava orgulhosa de mim, me achava muito gostosa. Passei batom, me penteie e meu filho não saía. Acho que ele tava naquela outra sessão de... masturbação, quando vi que ele ia sair do chuveiro, fiquei na frente da porta do banheiro. Quando ele saiu, ficou me olhando: "Pili, você está linda." "Valeu, amor, mas não é pra tanto." "De verdade, você está muito bem." "Você fala sério?" "Sim, Pili, que inveja todo mundo vai ter quando me ver com uma mulher tão gostosa como você." "Valeu, amor, se apressa pra sair e nos divertir" – os olhos dele miravam meus peitos quase escondidos pelo vestido, me virei pra ele ver minha bunda e não perder nenhum detalhe da minha calcinha fio dental enfiada, me abaixei pra pegar meus sapatos e deixei ele ver tudo, queria que ele visse a bunda que ele ia foder mais tarde, calcei eles, ele pegou a roupa dele e entrou no banheiro pra se trocar, saiu e fomos embora do hotel. A gente andava pelo calçadão de mãos dadas, sorrindo, parecíamos namorados, bem, parecia uma mulher madura com o homem dela, com o amante dela, ninguém desconfiava que éramos mãe e filho prestes a trepar.
Entramos pra jantar e o papo era gostoso, a gente sorria, fazia piadas, estávamos felizes os dois, meus mamilos estavam durinhos e ele nem disfarçava mais quando olhava pra eles, eu só pedi uma salada, não queria ter comida sólida no meu corpo, queria estar limpa porque essa noite meu filho ia me foder no cu e eu não queria que ele tirasse merda de mim. Saímos e entramos na balada que meu filho queria ir, muita luz colorida, muita fumaça, muitos casais, dava pra sentir o sexo no ar, nos deram nossa mesa, pedimos umas bebidas e fomos dançar, eu me mexia sexy pra ele, me aproximava pra cochichar no ouvido dele e assim juntar nossos corpos, a excitação era total, os dois quando se aproximavam sentiam nossos corpos eretos, meus peitos duros com os dois mamilos marcados no tecido do vestido, o pau do meu filho duro de tesão, de mãos dadas, sorrindo, se desejando. O tempo passou, a gente continuava bebendo vinho, continuava se roçando, eu dançava sexy pra ele e ele adorava, se sentia um gigolô com a amante dele, dava pra notar a diferença de idade, o pessoal no lugar sabia que ele era meu homem, os jovens olhavam com inveja. e as mulheres me criticavam por me exibir com um homem mais novo que eu, tinham inveja da gente, dava pra sentir no olhar delas, de repente tocou uma música romântica, meu filho pegou na minha mão talvez pra voltar pra mesa, mas eu puxei ele pra mim, juntamos ainda mais nossos corpos, apoiei minha cabeça no ombro dele, nossos peitos se encostaram e nossas bocetas se uniram sentindo o calor que a gente tava, o pau dele roçava em mim a cada movimento, já não dava mais pra disfarçar, ele tava enorme esfregando em mim, nossa respiração tava ofegante, nossos corpos suavam, a gente se juntava mais, se curtindo, se sentindo, ele acariciava minhas costas, sentia as mãos dele me tocando devagar, eu acariciava a nuca dele, parecíamos dois namorados excitados aproveitando nossos corpos, ele a cada passo empurrava mais o pau na minha pussy molhada de tesão, levei minha voz no ouvido dele e falei baixinho: love, o que que tem?, te sinto muito excitado. Desculpa Pili mas não consigo evitar. Por que você tá assim love – falei olhando nos olhos dele, ele parecia preocupado e ao mesmo tempo excitado, tava lindo. Por você, você tá tão gostosa, te sinto tão bem que não consigo evitar, mas sabe?, me sinto mal, você é minha mãe, Não sou sua mãe, sou a Pili e é normal um garoto da sua idade ficar assim dançando tão colado, não se preocupa love lembra que viemos pra curtir e a verdade é que eu também tô muito excitada, será que você não percebe como me deixou, como me deixou o dia inteiro com tesão. Ele sorriu pra mim, a gente se olhou nos olhos e devagar sem pensar nossas bocas se encontraram no primeiro beijo, um beijo de paixão, de love, de incesto, daquele incesto que não teria mais volta, durou só uns segundos, meu filho se afastou. Desculpa Pili não quis fazer isso. love mas foi maravilhoso. Não Pili não pode ser, você é minha mãe, Não, não sou sua mãe, sou só uma mulher abandonada, com tesão, cheia de vontade de sexo, e quem melhor que você, pra me fazer mulher de novo. Mas meu pai, o que ele vai dizer, o que as pessoas vão dizer. Nada, a gente é só dois amantes curtindo o momento e seu pai, ele deve estar fodendo alguma puta agora. Mas eu sou seu filho. Eu sei, amor, mas te desejo tanto e sei que você também me deseja, já vi como você me olha, senti como você tocava meu peito na praia, vi seu pau ereto por minha causa e o beijo que você acabou de me dar confirma isso. Pili, você me deixou louco, mas não pode ser, você é minha mãe e isso é errado. Não, você é Juan, meu homem, e eu sou Pili, sua amante, sua puta, pra te fazer gozar, pra foder como loucos, porque nos desejamos tanto e que se dane a moral, quero que você me peça, que grite, que exija foder comigo, quero que você deseje isso tanto quanto eu, quero ser sua puta, quero que essa loucura pare aqui ou que você me tire daqui e me leve pro hotel pra fazer amor, quero que você peça pra acabar com tudo isso ou que grite pra gente foder como loucos, sei que nossa vida vai mudar com isso, mas vai ser uma mudança cheia de prazer, seremos amantes sempre que você quiser – Nos beijamos de novo, passei minhas mãos pelas costas dele e ele pelas minhas. Ele olhou nos meus olhos, segurou minha bunda com as duas mãos e me puxou pra perto dele – Pili, vê como eu tô por sua causa, sente meu pau duro por você, e sim, te desejo, quero fazer amor com você, quero te comer a noite toda, você é minha e sempre vai ser – Não importava as pessoas, meu filho acariciava minha bunda, esfregava o pau na minha buceta, levantou a mão e tocou meu peito esquerdo, beliscou meu mamilo, não parávamos de nos beijar, e ele sussurrou no meu ouvido. Pili, agora você vai ser a que vai me pedir pra te foder. Sim, Juan, me fode, me faz sua, preciso de você, preciso de um homem e quero que seja você, quero ser sua mulher, sem condições, quero que quando você tiver vontade me pegue, quero fornicar com você o tempo todo, por favor me tira daqui e me come a noite toda, amor. Ele me beijou e saímos da pista de dança, chegamos na mesa, sentamos, ele me beijou de novo, levei minhas mãos pro pau dele e pela primeira vez senti ele nas minhas mãos, duro, grosso, não podia acreditar, ali estava eu, com meu filho, acariciando o pau dele, eu me sentia feliz, realizada, tava disposta a que ele me comesse ali mesmo, pedia aos berros, queria que ele enfiasse o mastro dele sem piedade, que enchesse minha boca de porra na frente de todo mundo. Meu filho virou pra olhar o povo, todo mundo tava na deles, uns dançando, outros se beijando, não éramos os únicos excitados, tinha mais casais se acariciando sem vergonha, igual a nós, cheios de luxúria. Ele me beijou de novo, mas agora deslizou a mão dele num dos meus peitos, pegou, acariciou, apertou gostoso pra caralho, nossas línguas não paravam de brincar, eu não parava de masturbar ele. De repente, ele pegou meu mamilo, beliscou, puxou forte e falou – Pili, já não aguento mais, vamos sair daqui. Ele se levantou e ali tinha o pau do meu filho duro igual cano na frente da minha cara, dava vontade de puxar e chupar, morder, mas já tínhamos ido longe demais e decidimos sair do lugar. A gente caminhava abraçado, apaixonado, nossa noite ia ser foda, sabíamos disso e estávamos felizes. Subimos num táxi, pedimos pra ele nos levar pro hotel, na hora eu me apossei do pau dele, continuei masturbando, não parávamos de nos beijar. Ele pegou meu peito de novo, mas agora por baixo do pano, agora ele sabia que eu não tava fingindo que dormia, acariciava devagar, suave, com amor. Ele desceu a mão e, pela primeira vez, acariciou minha buceta, fez isso por cima da calcinha, tava toda molhada, não lembro na minha vida toda de ter ficado tão molhada, escorria sucos, e eu não consegui evitar, soltei um gemido do prazer que aquilo me deu. Tive meu primeiro orgasmo da noite ali no táxi, e só porque meu filho, o filho da puta, acariciou a mamãe. Não duvido que o taxista percebeu o que a gente fez e com certeza ficou excitado igual a nós. Ao chegar na recepção do hotel, entramos junto com um casal, uma garota nova acompanhada de um senhor mais velho que ela. Me chamou muito a atenção, porque tavam na mesma situação que a gente: eu, uma mulher madura com um jovem, e ela, jovem com um Maduro, alto, bem fornido, gostoso, com cabelos grisalhos. Ela, toda fina, bonita, magrinha, com um corpo de dar água na boca. Vestia uma calça jeans justa no corpo, fazendo o rabo dela aparecer empinadinho. Tinha uma blusa branca sem sutiã, marcando uns peitos redondos, não muito grandes, mas bem firmes. Na real, ela parecia a namorada do meu filho, e eu, a do senhor... "Oi, me chamo Jaque, como vocês estão se divertindo?" "Muito bem, eu sou Pili, e vocês?" "Voltamos de jantar." "Nós viemos de dançar." "Que legal, pena que o Jorge não gosta de dançar e amanhã à noite a gente volta pra casa, mas eu adoro dançar." "A gente se divertiu muito, aquele lugar é muito agradável." "Pode crer, dá pra ver que voltaram pra continuar a festa" – ela disse sorrindo. "Claro, a noite é jovem." "Vejo que você vem bem acompanhada" – olhando pro meu filho. "Você não pode reclamar, seu namorado é muito gostoso." "Obrigada, ele é muito sério, mas na cama é pura paixão." "É isso que importa, que te façam se sentir bem." "Acho que nós duas vamos nos divertir muito esta noite." "Espero que sim, é a primeira noite que vou passar com o Juan." "Então sorte, amiga, espero te ver amanhã na piscina pra gente continuar conversando." "Claro, a gente vai estar lá." O homem dela chegou, ela sorriu pra mim, e foram pros elevadores. Meu filho chegou e a gente seguiu atrás. Eu consegui ver a bunda da Jaque, redonda e empinadinha. Aquela mina fazia qualquer um virar a cabeça pra olhar. Não fui a única a seguir o movimento gostoso da bunda dela; meu filho também ficou de olho naquele rabo. Subimos junto com eles no elevador. Eles apertaram o sexto andar, a gente o quarto. Meu filho me envolveu nos braços, deixando minha bunda colada no pau dele, que já tava duro. Eu não perdia detalhe dos peitos da Jaque, agora enfeitados com dois biquinhos saltadinhos. A gente se despediu deles e foi pro nosso quarto. Aquela mina me deixou mais molhada, e com certeza meu filho também. Continua... Se vocês gostaram, me escrevam, por favor...
A história que eu vou contar aconteceu há apenas uma semana, uma semana que passei ansiosa pra chegar a hora do trabalho, só pra ver ela, minha chefa.Bom, sou uma garota de 19 anos que tava desesperada atrás de emprego, sou morena, olhos castanhos, 1,68 de altura, cabelo liso e comprido, magrinha e com um corpo atlético porque gosto de me manter em forma e vou muito pra academia pra ficar de boa com meu corpo.
Bom, um dia uma amiga me ligou e falou pra eu levar os papéis na pizzaria onde ela trabalhava, porque tinha falado de mim e eles queriam que eu trabalhasse lá.
Chegou o dia e lá estava eu, como mais uma funcionária, pronta pra ir pro vestiário quando vi ela. Tava no escritório dela folheando uns papéis, me olhou e falou:
"Oi, você é a nova, né? Eu sou a Belén. Espero que você goste daqui, hein", e me deu um sorriso tímido.
Fui pro vestiário e me troquei, até aí tudo normal, sou uma garota hétero, nunca tinha reparado em outra garota, mas sei lá, tinha algo que me atraía nisso tudo. Conforme os dias foram passando, notei um comportamento estranho na Belén, não sei, mal conhecia ela, mas posso garantir que pelo jeito que me tratava e a relação que tinha entre a gente, era meio suspeito.
Um dia que eu tava de fechamento, ela fez comigo, estávamos lá as duas fechando a pizzaria quando ela falou que ia um minuto no escritório pegar um cigarro porque tava nervosa. Eu continuei limpando o balcão quando ouvi ela me chamando. Fui pro escritório dela e ela disse: "Nossa, que calor do caralho, o forno ainda tá ligado e todo o calor tá concentrado aqui, insuportável." Me perguntou se eu ligava dela tirar a camiseta pra se refrescar um pouco, porque mesmo lá fora estando 8 graus, aqui dentro tava um calor que passava dos 40 graus. Falei que não ligava, que podia tirar, que Estávamos lá as duas sozinhas e ninguém podia ver ela, então, sem me deixar terminar, ela tirou a camisa. Os peitos dela eram enormes, cobertos por um sutiã branco com renda que deixava transparecer os mamilos escuros. A cintura fina dela levava a uma bunda que fazia até o mais cético sonhar. Resumindo, eu disse que ia terminar de limpar o local, já que só faltava uma varrida, mas ela me pediu para esperar, que tinha algo para mim. Fiquei super surpresa e ela pediu para eu fechar os olhos. Fechei os olhos e senti ela me beijando docemente nos lábios. Abri os olhos e lá estava ela, na minha frente, me beijando com uma doçura que não lembro de ter sido beijada assim antes. Ela se afastou de mim e disse que sentia muito, que foi um impulso, mas que não conseguia evitar, que eu gostava dela e muito, que mesmo tendo namorado, estava sentindo algo por mim que não sentia por ele, que nunca tinha reparado em uma garota, mas quando me viu, sentiu algo que não tinha sentido com ninguém. Disse a ela que comigo tinha acontecido mais ou menos a mesma coisa, e que por isso eu tinha medo. Ela me disse para não temer, que os sentimentos não podem ser controlados. Ficamos nos olhando e nos beijamos de novo, mas dessa vez com mais desenvoltura e mais paixão. Lá estávamos nós duas, nos beijando como loucas, e ela com os peitos de fora, já que tinha tirado o sutiã. Em alguns segundos, sem saber como, eu estava nua da cintura para cima, ela tirou minha blusa sem que eu entendesse como, mas ela fez. Começou a beijar meu pescoço e dar pequenas mordidas na minha orelha, enquanto descia lentamente até meus peitos, que beijou suavemente, enquanto circulava com a língua meus mamilos, que estavam prestes a explodir. Eu estava no êxtase quando ela começou a descer mais e mais, desabotoou minha calça e começou a abaixar o zíper. Ela tirou minha calça e começou a beijar minha buceta por cima da calcinha fio dental, enquanto as mãos dela acariciavam minha bunda. Eu estava No êxtase, não conseguia acreditar no que tava acontecendo comigo, e ainda por cima era minha primeira experiência com uma mulher, e nada mais, nada menos que minha chefe!!!
Ela subiu devagar e começou a me beijar na boca com a mesma suavidade do primeiro beijo, enquanto eu ajudava ela a tirar a calça. Ali estávamos nós duas, nos beijando, só de fio dental minúsculo que não demorou pra sumir.
Ela me sentou num banco que tem no escritório dela e começou a beijar meu clitóris, lambendo de cima a baixo. As mãos dela também tinham um papel importante nessa brincadeira, os dedos acariciavam minha buceta enquanto a língua penetrava dentro e mordia meu clitóris com suavidade e selvageria. Isso fez com que eu chegasse a um orgasmo indescritível.
Meu corpo dava espasmos enquanto ela continuava na minha buceta, não aguentava mais e gozei pela segunda vez. Era incrível, ela tava me fazendo sentir algo que nunca tinha sentido no sexo, era fascinante.
Quando terminou, ficou de pé na minha frente, e a buceta dela ficou na altura do meu rosto. Agora era minha vez de dar prazer pra ela.
Nunca tinha feito aquilo, já que era minha primeira experiência com uma mulher, mas minha língua percorria fazendo círculos no clitóris dela, exatamente como ela tinha feito comigo, enquanto eu ia enfiando um dedo na vagina dela. Como entrava bem solto, enfiei dois. Ela gemia de prazer, enquanto eu, com uma mão na buceta dela e minha língua no clitóris, com a outra mão me tocava pra sentir prazer ao mesmo tempo que dava.
Ela gozou duas vezes na minha boca, porque eu não conseguia parar de lamber aquela buceta. Eu amava!!
Terminamos exaustas até que um celular tocou, era o dela. O namorado perguntando até que horas ia o fechamento naquela noite, já que eram 3h30 da manhã e nunca tinha demorado tanto.
Ela disse que tinha um problema com a luz e que tivemos que ficar pra resolver, que ele não se preocupasse. Então ela me disse que já era hora da gente ir embora e que amanhã a gente se veria de novo no trabalho. A verdade é que já era bem tarde, então a gente se vestiu e foi embora. Antes de sair, ela me beijou de novo e disse que tinha sido uma experiência fantástica e que adoraria repetir aquilo comigo, porque eu gostava muito dela. Eu também gostava pra caralho dela, então topei e falei que sempre que a gente tivesse oportunidade, podia realizar nossos desejos. A gente se beijou de novo e cada uma foi pra sua casa.
No dia seguinte, voltei ao trabalho e a vi. Ela me olhou com um olhar cúmplice e, quando os outros chefes saíram da sala dela, me mandou entrar. Me beijou e disse que nunca esqueceria a noite passada. Depois, saí da sala dela e meus colegas perguntaram o que a chefe queria. Eu falei que era pra ajustar umas coisinhas no horário, hehe, se eles soubessem que era...
Depois daquela noite fantástica, ela e eu continuamos tendo mais encontros escondidos da sociedade, mas isso já são histórias que vou contar mais pra frente.
SOZINHA EM CASA
Obrigada por este espaço onde podemos relatar nossas baixas paixões, porque graças a ele me iniciei no delicioso incesto que já consigo aproveitar sem nenhum preconceito. Vou me chamar Pilar, sou divorciada e vou contar por que me separei. Tenho um corpo gostoso apesar da idade, tenho 37 anos e o mantenho porque malho muito. Na minha vida, nunca transei com um homem. Aos 13 anos, tive uma amiga com quem passei momentos inesquecíveis de prazer, já que ela era sapatão e a gente gozava toda vez que ela vinha dormir na casa dos meus pais. Éramos inseparáveis, eu achava que também era lésbica. Com o tempo, fizemos o mesmo com novas amigas sapatões, a gente se divertia pra caralho, mas conheci o Ramón, um homem que nunca soube da minha atração sexual e, sinceramente, me apaixonei por ele. Nunca transei com ele até casarmos, segundo eu, pra acabar com toda a minha tesão e ser só dele até o dia do nosso casamento. Foi um erro fatal, porque o acostumei a transar poucas vezes. Casei muito nova, aos 17 anos, estava encantada com aquele homem. Um ano depois, tivemos nosso único filho: Juan. Ramón cresceu profissionalmente e vivemos muitos anos entre luxos e os prazeres que o dinheiro dá, mas nossa relação amorosa fracassou e, no máximo, uma vez por mês a gente transava. Passei de uma garota sapatão cheia de tesão para uma mulher frígida, e hoje em dia é um verdadeiro milagre ele me comer. Quando a internet começou a se espalhar, compramos um computador para o nosso filho. Isso foi há um ano, e ele descobriu muito rápido todo o sexo que tem lá e passava horas navegando. A gente não sabia por quê, até que um dia, quando eu não esperava que o Juan, meu filho, voltasse, entrei no escritório de casa e ele estava se masturbando. Quando abri a porta, ele não percebeu, e eu não fiz barulho nenhum, só fiquei olhando e, sinceramente, foi maravilhoso. Ele tinha um pau muito gostoso, não muito grande, mas muito Gordo, igual que o pai dele tinha gordo, mas o dele parecia mais carnudo, a vista era maravilhosa. Não consegui ver o que ele tava vendo na tela, mas ele tava curtindo pra caralho. Me senti tão mal por estar espiando ele, mas não conseguia parar de admirar. Os gemidos dele me deixavam mais excitada e logo comecei a ficar uma brasa. Meus bicos endureceram e minha calcinha ficou encharcada sem parar. Foi nesse momento que lembrei de todas as minhas loucuras de juventude e desejei tanto ter aquele mastrão lindo entre minhas pernas. Queria gozar ele e que ele me fizesse mulher de novo, mas era meu filho e isso só seria uma fantasia. Na hora, vi ele soltar jatos e jatos de porra, que não paravam de sair. Foi maravilhoso ver meu querido filho gozar daquele jeito. Como eu queria ter sido eu, com minhas mãos, fazendo ele gozar assim. Rapidamente fechei a porta com cuidado e voltei pra porta da entrada, fingindo que tinha chegado em casa. Abri e bati a porta com força e gritei que tinha chegado. Meu filho respondeu lá do escritório. Por um momento, quis entrar lá, mas sabia que ia encontrá-lo todo excitado e preocupado de achar ele naquele estado, então preferi subir pro meu quarto. Subindo, gritei que ia tomar banho. Ele respondeu que ia sair.Entrei no meu quarto, me despi devagar na frente do espelho. Meu coração batia sem parar. Vi como meus bicos estavam duros, como há muitos anos não ficavam assim. E minha calcinha, nem preciso dizer, tava tão molhada que só pensei no pau dele dentro de mim. Então comecei a me acariciar toda: meus peitos, minha bunda, minha buceta. Em segundos, já tinha dois dedos enfiados na minha buceta e me acariciava a bunda, tudo imaginando que era o pau do Juan. Peguei um aplicador de absorvente íntimo de ampola, me deitei e gozei enfiando ele até gemer de prazer com meu gozo.
Entrei no chuveiro e lá tive outro orgasmo. Saí, me vesti e fui direto pro quarto do meu filho. Mesmo que uma senhora vá lá duas vezes por semana pra Fazer a limpeza da casa, meu filho se recusou desde o início e preferiu fazer ele mesmo. Naquele momento, descobri o motivo: já tinha entrado no quarto dele várias vezes, mas nunca para bisbilhotar. Ele tinha pôsteres de algumas atrizes de biquíni, mas nada fora do normal. Abri a gaveta dele e só encontrei as cuecas. Procurei mais lá dentro e não achei nada. Fui até o armário e encontrei uma caixa com cadeado. Procurei por todo lado até achar a chave pequena. Abri o cadeado e tive uma surpresa e tanto: revistas pornográficas, vídeos XXX, várias caixas de camisinha. Enfim, percebi que meu filho era um comedor danado. Pelas camisinhas, soube que ele transava com as amigas. Imaginava as loucuras que deviam ter nos vídeos e ardia de vontade de vê-los. Guardei tudo, mas não sem antes dar uma olhada naquelas revistas gostosas. Deixei tudo no lugar e fui pro meu quarto continuar me masturbando pensando nele. Em dez anos ou mais, não tinha tido tantos orgasmos como naquele dia, e muito menos imaginando que seria por causa do meu filho. Tomei outro banho e esperei meu marido e meu filho pra jantar. Só pedi comida por telefone, porque o tempo todo tava na pilha. Meu marido chegou e depois meu filho apareceu. Eu tava nervosa, não sabia se ele tinha percebido que eu vi ele se masturbando, mas acho que não, porque ele agiu super natural. Comemos, e meu marido voltou a trabalhar. Meu filho disse que ia sair com uns amigos, e eu pedi pra ele me ensinar a usar o computador, falando que queria digitar todas as minhas receitas de cozinha, mas na verdade queria descobrir o que ele via naquele computador. Nem entendia o negócio de internet, mas enfim, ele começou a me ensinar o básico, como usar Windows, Word, etc., e como procurar arquivos. Tentei abrir os arquivos dele, mas estavam protegidos por senha e não consegui ler. O resto era trabalho, vídeos, fotos de artistas, etc. No dia seguinte, ele prometeu me ensinar a internet. Chegou a noite, jantamos e eu ainda me sentia Muito gostosa, tentei fazer amor com meu marido, mas ele tava muito cansado. Reclamei e a gente discutiu, falei que precisava mais dele, que queria que me fizesse sentir mulher, que tava me entediando essa vida monótona que a gente levava. Reclamei, falei que ele talvez tivesse uma amante. No fim, ele teve que dormir em outro quarto. Minha relação com meu marido era um fracasso e, por tudo que aconteceu com meu filho, decidi aproveitar o sexo com outros homens, e assim não ter que lidar com meu filho, já que não era certo.
Na sexta, quando meu filho foi pro colégio, fui direto pegar os vídeos... Deus, era maravilhoso. Num deles, apareciam duas garotas jovens, muito gostosas e magrinhas, se beijando e se despindo, se chupando o corpo todo. Um cara chegou perto delas, na hora elas tiraram a roupa dele e mamaram o pinto enorme dele, muito gostoso. Ele comeu as duas como um mestre, o que mais me encantou foi quando ele metia no cu delas e como as duas engoliam o leite dele. O vídeo continuou, e eu terminei me masturbando deliciosamente enquanto via o vídeo desejando meu filho, e decidi mudar o rumo da minha vida, tinha que foder com meu filho. Tomei banho e só fiquei de roupão, esperando ele voltar. Quando ele chegou, pedi pra ele me ensinar a mexer na Internet. Ele me explicou como entrar em sites, como pesquisar, etc., tudo focado em receitas de cozinha, claro. Ele não parava de olhar a abertura do meu roupão, que mostrava um pouco meus peitos e marcava meus bicos durinhos de prazer. Percebi a ereção dele e isso me encantou, tinha excitado meu filho. Quando ele saiu com os amigos, a primeira coisa que fiz foi pesquisar a palavra "incesto", e aí encontrei essa página. Comecei a ler todos os relatos e amei tudo. Entendi por que meu filho passava horas conectado na Internet. Os relatos de incesto me deram coragem e ideias de como foder com meu filho, e não hesitei em fazer um plano pra conseguir. À noite, entrei no escritório e meu filho tava no computador, não sei se via uma página de sexo, mas ele se assustou. Devagar, sentei no colo dele e finalmente pude sentir o quanto o pau dele tava duro, já que eu conseguia roçar nele. Ele tava muito tenso. Ajo natural e falei que o pai dele tava cheio de trabalho e que queria ir pra praia passar uns dias. Ele disse que seria maravilhoso. Dei um beijo na bochecha dele e falei que ia resolver tudo. Conversei com meu marido e, claro, ele disse que iria sem a gente. Falei que sairíamos na próxima quinta e voltaríamos no domingo. Fui pro quarto do meu filho e, quando entrei, o cheiro de porra era forte. Meu menino tinha se masturbado. Eu tava só de roupão de seda pra dormir, meus mamilos apareciam no roupão. Ele percebeu e não tirou os olhos deles. Cheguei perto da cama dele e sentei. Minha bunda sentiu uma revista entre os lençóis. Imagino que meu filho tava batendo uma com alguma revista pornô e não deu tempo de esconder. Deu vontade de puxar a revista e descobrir ele pra ver a reação, mas não fiz. Preferi continuar com meu plano. Avisei que a gente ia pra praia naquela quinta, que ele pedisse dispensa na escola e se preparasse pra ir. Peguei na mão dele e dei um beijo na bochecha, dizendo que íamos nos divertir muito. Adorei o jeito que ele olhava disfarçadamente pros meus peitos. Imaginava o pau lindo e duro dele debaixo dos lençóis e, por um momento, quase puxei os lençóis e chupei ele, mas me segurei. No dia seguinte, fui na agência de viagens. Lembrei que no shopping tinha uma loja de roupas com uma senhora bem mais velha que eu, que todas as minhas amigas diziam que era sapatão, e achei que seria uma boa ideia brincar um pouco com ela e relembrar meus tempos de sapatão. Cheguei na loja quase na hora do almoço. A senhora se chama Marta e disse que ia fechar. Falei que era uma emergência porque ia viajar. Cheguei perto do ouvido dela e falei: "Me ajuda, vou viajar com meu amante e quero estar linda pra ele." Os olhos dela brilharam e ela dispensou Suas funcionárias, ela mandou irem embora dizendo que ela mesma me atenderia. Amiga, você sabe mesmo convencer, ela me disse. Acontece que é meu primeiro encontro com outro homem e quero deixá-lo muito excitado. Não se preocupa, querida, eu te ajudo, me diz o que você gostaria – enquanto fechava a loja. Não sei, quero algo bem sexy, vamos pra praia e quero deixá-lo excitado o tempo todo. Olha, tenho esse vestido, experimenta. Entrei no provador e deixei a porta aberta, me despi devagarzinho, ela não parava de me olhar, fiquei só de calcinha e coloquei o vestido. Ela disse que ficava muito bem em mim e era verdade, tinha um decote enorme no peito, só cobria meus seios, as costas eram abertas e chegava só alguns centímetros abaixo da minha bunda. Ela se aproximou e ajustou a parte de cima, roçando meu mamilo. Uau, eles se ergueram na hora... Com esse vestido, querida, você levanta até defunto – rimos. Você disse que vai pra praia, experimenta esse biquíni. De novo estava nua, tirei a calcinha, ela já não disfarçava nada, me olhava com luxúria e eu estava com os mamilos eretos e começando a ficar molhada. Era uma tanga minúscula, mal me cobria com um triângulo pequeno, todos os meus pelos apareciam, o sutiã mal tampava com aqueles triângulos pequenos meus mamilos, e minha bunda engolia todo o fio fino, deixando minhas nádegas à mostra. Ela mandou eu me virar, fiz devagar, ela se aproximou para ajustar meu sutiã e cobrir bem os mamilos, roçando-os de novo. Me senti no paraíso, ela disse: amor, com esse biquíni você não só excita um defunto, qualquer mulher fica com vontade de te comer toda. Qualquer mulher, acho que não, teria que ser lésbica ou bi. Você tem razão, as outras te olhariam com inveja, mas a gente com admiração, de verdade você está muito gostosa, mas temos que fazer algo com esses pelos. E uau, minhas pernas tremeram porque com a mão ela acariciou meus pelos... amor, você tem que depilar (com certeza não Eu fiquei meses sem me depilar e brotou um monte). Quando você quiser, eu te ajudo... Fiquei ali parada, surpresa. Meu jogo de excitá-la tinha funcionado, agora as duas estávamos muito excitadas. Ela começou a acariciar minha buceta, soltei um gemido que ela abafou com um beijo... Já fazia anos desde aquelas brincadeiras juvenis com minhas amigas, mas agora eu estava beijando uma mulher que me tornou bissexual. O beijo dela foi molhado, gostoso, ela passava a língua junto com a minha. Ela acariciou minha bunda, chupou e mordeu meus mamilos, não parava de acariciar minha buceta toda molhada. Eu só continuava beijando ela, e minhas mãos foram parar na bunda dela, já flácida pela idade, mas não menos gostosa e excitante para mim. Não sei como, mas eu já estava nua, e eu já tinha tirado o vestido dela. Tinha uma mulher de calcinha, gozando com ela. Os peitos dela pendiam pela idade, mas o tamanho compensava, porque eram enormes, com mamilos enormes e escuros. Uma calcinha branca, cada vez mais molhada enquanto eu acariciava. Imediatamente, ela se abaixou e me deu o boquete mais gostoso em anos. Eu gemia, segurava a cabeça dela, empurrando mais para baixo, puxava os mamilos duros e grandes dela. Ela subia e continuava mordendo meus peitos e me beijando. Não demorou nada para eu ter um orgasmo delicioso. Ela se levantou e me ofereceu os peitos, eu os chupei sem parar. Tirei a calcinha dela, agora era minha vez. Desci para chupar toda a buceta dela, que jorrava uns sucos deliciosos por todo o meu rosto. Enfiei meus dedos, ela gritava sem vergonha. Deu um pulo quando enfiei um dedo no cu dela. A putinha gostava. Ela se molhou toda ao chegar ao orgasmo. Me colocou de quatro e enfiou a boca no meu cu, enfiando um e até dois dedos no meu cu. Ela estava me destruindo. Fazia anos que ninguém me dava pelo cu. Doía tanto que eu quase não aguentava. Ela dizia: "Você é uma puta safada, gosta de ser gostosa, gosta de ser fodida pelo cu." Me dava tapas fortes na bunda, que deixaram ela vermelha e sensível. aquela desgraçada não parava, tava me estuprando gostoso pra caralho, arrancou tanta merda de mim de tanto me foder, tive um orgasmo interminável, e acabei toda arrebentada no cu, cheia de merda e querendo mais. Ela me deixou parada ali feito uma puta toda excitada, voltou pra me limpar e disse: amor, amanhã você vem pra raspar essa buceta linda pra deixar o pau do seu amante durão o dia inteiro de tão gostosa que você vai ficar, e de quebra vou trazer uns brinquedos pra gente se divertir mais. Me limpou, eu beijei ela, me vesti e saí da loja sem o vestido e o biquíni que tinha ido comprar, teria que voltar no dia seguinte pra pegar e ver que surpresa ela me preparava. Entrei num restaurante, pedi uma vodka e a cada gole vinham imagens do meu filho me comendo pelo cu, me fazendo de amante dele, de escrava fogosa dele. Não sei quanto tempo fiquei nas nuvens, molhada, desejando ter meu filho me possuindo. Fui ao banheiro do restaurante e me masturbei de novo, saí e fui pra casa, mal conseguia dirigir, aquela mulher me deixou acabada. Na quinta eu iria pra praia com meu filho e tudo estaria planejado pra gozar com ele, faria ele me pedir aos gritos pra transarmos, faria dele o amante perfeito, já que não precisaria sair de casa pra gozar com ele. Desejava tanto que os dias passassem rápido e que chegasse o dia da nossa partida. Voltei na loja no mesmo horário, lá estava Martha me esperando, mas agora tinha uma amiga dela, muito magra, cabelo preto, bem alta, parecia muito elegante com um vestido preto, quase não tinha peito, mas os bicos dos peitos marcavam demais. Ela fechou a porta e disse: amor, essa é a Susana, ela vai nos ajudar a raspar você, vamos, fica nua, gostosa, pra gente – e eu fiz isso, me despi pra elas, fiz de um jeito bem sensual. Susana chegou perto de mim e me beijou, me fez sentar e tirou tudo que precisava pra me raspar, abriu minhas pernas e acariciou minha buceta, eu mordia os lábios de tão excitante que era a sensação de estar sendo raspada. Em minutos, tava totalmente sem pelos, na mesma hora as duas fizeram um show particular pra mim, eu via elas se beijando, se tocando inteiras, me masturbando gostoso pra caralho, foi incrível, ver elas gozando daquele jeito, o contraste dos dois corpos era lindo, uma com peitão e rabão e a outra quase lisinha mas com uns bicos pontudos me deixou super molhada, não resisti e entrei na delas, as três gozamos pra caramba, elas tinham consolos duplos, vibradores, uns paus enormes, a gente usou em tudo que é lugar, as três éramos putas umas pras outras, foi foda tudo que a gente fez, só vi coisa assim nos filmes do meu filho, posso dizer que nunca mais pararia de fazer isso, de verdade, nunca. Elas me deram o maior pau de lembrança da nossa amizade safada, pra eu sempre lembrar delas, levei o vestido e o biquíni minúsculo, não tava nos meus planos sair com aquela roupa no primeiro dia, então entrei em outra loja pra achar um menos chamativo, mas também de duas peças e que ficasse justo, fui atrás de sutiãs e calcinhas bem sensuais e transparentes, peguei uma tanga preta transparente com renda pra usar com meu vestido. Chegou quinta-feira, meus dias férteis tinham passado e eu podia aproveitar meu filho sem camisinha e sem risco de engravidar dele. Saí vestindo uma calça bem justa e uma regata preta sem sutiã que marcava bem meus peitos, coloquei uma blusa de botão por cima, não queria que meu marido me visse assim, ele nos levou pro aeroporto e a gente partiu pra glória. Quando subi no avião, meu filho sentou na janela e eu no meio, um senhor no corredor, eu não parava de olhar pro volume do meu filho, não tava duro, mas eu queria ver ele durinho, falei que tava com sono e me encostei no ombro dele, daí a pouco meu peito roçava no braço dele, eu me mexia sem parar pra esfregar nele, meus bicos já tavam bem duros e acho que sem dúvida ele sentia meu mamilo inchado, excitado no braço dele, deus, eu tava tão quente que queria que ele me comesse ali mesmo Amor, abri meus olhos disfarçadamente e olhei pra entreperna dele, e lá estava o mastro já dilatado, eu tinha excitado meu filho, tava lindamente duro, ele não conseguiu disfarçar o contato do meu corpo quente com o dele, meu plano tava começando a ser perfeito, ali estávamos nós dois num avião, roçando nossos corpos, quentes, nos desejando, mas ao mesmo tempo nervosos, sim, tenho que confessar, parecia uma recém-casada, nervosa na hora de chegar na primeira noite de núpcias, mas também tava nervosa porque, apesar do meu filho estar excitado, eu tava preocupada com como ele reagiria a cada insinuação minha pra que ele se atrevesse a foder com a mãe dele, com a mulher que o trouxe ao mundo, só queria ter força suficiente pra fazer ele me comer como nunca, e faria de tudo pra que ele aproveitasse e esquecesse todos os estúpidos preconceitos e fodesse comigo com a mesma vontade e desejo que eu. Ao chegar no nosso destino e descer do avião, entrei no banheiro e tirei a blusa, tava muito gostosa, essas calças faziam minha bunda aparecer e o top destacava meus peitos muito bem, peguei as pontas dos meus mamilos e puxei bem forte, apertava eles pra endurecer ao máximo, saí do banheiro e lá estava meu filho me esperando, me aproximei dele e o olhar dele foi direto pros meus mamilos marcados escandalosamente no top, peguei na mão dele e falei que tinha tirado a blusa por causa do calor que faria ao sair do aeroporto, saímos e fomos pro hotel, fizemos o check-in, e ali estávamos nós dois dentro do quarto, falei pro meu filho que a gente aproveitasse o máximo de tempo possível... Vai, querido, vamos dar uma volta na praia, coloca teu maiô – peguei meu maiô e deixei em cima da roupa minha outra calcinha fio dental, queria que ele visse e se surpreendesse que eu usaria uma daquelas. Entrei no banheiro pra trocar de roupa, Deus, tava tão molhada, meus sucos tavam uma delícia, não aguentei muito e decidi me masturbar pra aliviar minha vontade de sexo. Um momento, quando saí, os olhos do meu filho ao me olhar já não eram os mesmos de antes, ele já tinha me visto de biquíni, mas sempre de peça única, era a primeira vez que na frente dele eu usava um biquíni de duas peças, praticamente ele estava me vendo de calcinha e sutiã, sem calças, sem blusas ou vestidos, ele tinha vestido um short, acho que pra disfarçar a ereção, os olhos dele brilhavam, reparei na minha mala e ele tinha mexido nas minhas roupas, acho que adorou ver o biquíni minúsculo que eu tinha preparado pra ele... Querido, e seu biquíni? Tô com ele vestido, mas prefiro ir de short. Tá bom, amor, vamos aproveitar – dei um beijo na bochecha dele e peguei na mão dele – vamos nos divertir pra caramba, esquece que sou sua mãe, imagina que você tá com uma amiga sua, não me trata como sua mãe. Sim, mãe, não se preocupa. Além disso, somos amigos, não acha? Sim, mãe, mas como vou te chamar quando precisar? Pelo meu nome, me chama de Pili toda vez que me chamar, assim ninguém vai dizer que aquela mulher não tem um homem pra acompanhar ela, e isso me faria sentir mal. Tá bom, Pili, vamos pra praia. Assim que se fala, amor, vamos. – perfeito, não íamos agir como mãe e filho, mas como um homem e uma mulher que estão de férias. Ao chegar na praia, meu filho tirou o short e, nossa, que vista deliciosa, o moreno do meu filho tem um belo pacote, não tava ereto, mas dava pra ver o grosso que o pau dele é. Daqui a pouco, falei pra gente se bronzear, que não queria que a gente se queimasse com o sol, peguei o protetor e falei pra ele virar de costas, passei o creme nas costas dele, nas pernas, fazia devagar e tentando excitá-lo, falei pra ele virar de frente e ele recusou, acho que o mastro duro dele impedia, falei pra ele então passar creme em mim, me deitei de bruços e ele começou a passar também, era a primeira vez que ele fazia isso, sentia as mãos dele massageando minhas costas, desceu pras minhas pernas, senti muito gostoso, falei pra ele desamarrar meu sutiã, que não queria ficar com marcas, e ele fez isso. Me irrita que eu Deixou marcas no biquíni, tomara que não tivesse tanto preconceito e a gente pudesse se bronzear pelados – falei. Não, Pili, isso só se faz em praia de nudismo. Pois não sei se tem uma por aqui, mas adoraria não ficar com marcas. Tem uma sim por perto. Sério, amor? Então seria uma boa ideia a gente dar um pulo lá, não acha? Você tá louca, mãe, como é que a gente vai? Juan, a gente combinou que você não ia me chamar de mãe, e além disso eu sou sua mãe e já te vi pelado várias vezes, não teria nada de errado te ver de novo, não me diga que você tá com vergonha. Não é isso, Pili, mas eu nunca te vi pelada. Mas é super normal, nesses lugares todo mundo tá no pêlo, sem maldade, até famílias inteiras vão e não acontece nada, mas enfim, é só uma ideia, talvez a gente faça, talvez não, eu adoraria me sentir livre por um momento, e você? Sim, eu gostaria de conhecer um lugar assim, mas nunca pensei que faria isso com você. Mas você é um safado, queria fazer com alguma das suas namoradas, né? Pois essa é a fantasia de qualquer homem: ficar pelado com uma gata. Bom, então como eu falei, agora não sou sua mãe, sou a Pili, sua amiga, e tudo que a gente fizer vai ser como se fôssemos namorados, sem preconceito nem nada, vamos aproveitar. Tá bom, Pili, se você quer. E você, não quer se divertir? Quero sim, Pili, você tem razão, vamos curtir o momento. Olha, assim que eu gosto... passa bronzeador na minha frente. Me virei e por um momento quis que ele visse meus peitos, mas não, melhor tampei pra não preocupar ele, meu plano tava saindo perfeito, agora meu filho ia agir como meu namorado e até numa praia de nudismo tava disposto a ir, o momento tava ideal. Quando me virei, olhei pro volume dele, e que volume, apesar de escondido, era lindamente grande, me deitei e ele começou a passar creme na minha barriga e no corpo todo, verdade, a gente tava curtindo os dois, pedi pra ele passar creme nas minhas mãos e, na frente dele, passei nos meus peitos sem mostrar, fiz isso várias vezes. Às vezes, insisti pra ele: "Quer que eu passe bronzeador na frente?" Ele disse que não, que daqui a pouco, que queria sentir o sol nas costas. Virou e deitou. Imagino que o pau lindo dele tava fincado na areia de tão duro que tava. Passou mais um tempo e eu fingi que tava dormindo. Me mexi um pouco pra deixar meu peito direito de fora, e lá estava eu, dormindo do lado do meu filho, com uma teta de fora. De repente, sinto ele se mexer. Continuei fingindo. Do nada, sinto a mão dele tentando cobrir meu peito. Ao fazer isso, roça no meu mamilo duro. Sinto os dedos dele acariciando, brincou com ele só uns segundos e me cobriu. Foi fantástico. Esse foi o primeiro contato direto. Finalmente ele tomou a iniciativa de me tocar e me deixou ainda mais excitada. De repente, ele foi pro mar. Abri os olhos e vi ele andando rápido em direção à água. Acho que precisava aliviar a excitação batendo uma dentro do mar. Me senti mulher, me senti uma puta que tinha excitado o próprio filho, que tava curtindo com a mãe e tava feliz. Depois ele voltou. Eu já tava acordada pra ele. A sunga dele não mostrava o mastro ereto que eu tanto queria. Ele sorriu pra mim e nos olhos dele dava pra ver o brilho de satisfação. Pediu pra eu passar bronzeador na frente dele. Sentei e pedi pra ele amarrar a parte de trás do meu biquíni: "Love, não me chamou pra nadar?" — falei. "É que você tava bem dormida, Pili." "Bom, a viagem foi cansativa e eu merecia descansar. Nem senti quando você foi. Deita, love, deixa eu passar o bronzeador e você descansa um pouco pra gente jantar e se preparar pra noite. Onde você pensa em ir?" "Não sei, tô com vontade de dançar. E você?" "Sim, Pili, dizem que aqui tem uma balada top." "Então vamos curtir" — a gente conversava enquanto eu passava a mão no corpo dele. A pele dele era lisa, os pelos se arrepiavam a cada toque. Quando cheguei nas pernas, comecei a ver o pequeno mastro dele crescendo. Ele não conseguiu evitar. E eu já não aguentava mais a tentação de... tocar ele, então parei de me bronzear e falei que ia nadar um pouco. Meu filho me viu entrar na água, feliz por ter excitado ele daquele jeito. Nadei um pouco e gritei pra ele que a gente ia embora. Quando cheguei, ele já tinha juntado todas as nossas coisas, vestiu o short e fomos pro quarto. Chegamos e entrei no chuveiro, ele esperando o momento de entrar pra me comer, mas não rolou. Quando saí, ele tava ligando pra casa. Os olhos dele brilharam ao me ver só de toalha. Ele disse que o pai não atendia. Falei que de certeza ele tava aproveitando que tava sozinho pra sair e se divertir. "Você tem problemas com o papai?" – ele perguntou. "Por que você diz isso, love?" "Porque ele não veio com a gente nessa viagem e faz tempo que eu vejo vocês distantes." "Sim, love, seu pai tem me abandonado muito. Acho que ele tem uma amante." "Por que você diz isso, Pili?" "Love, quando um homem tem uma amante, a esposa é a primeira a perceber. Simplesmente ele não te dá mais atenção, sabe do que eu tô falando?" "Talvez sejam pressões do trabalho." "Não acredito. Quando um homem não te come mais, alguma coisa tá errada, e não são pressões do trabalho. Eu tentei de várias maneiras excitar seu pai, mas ele tá sempre cansado. E eu sou uma mulher que adora sexo, e ele já não me dá mais. Teria sido melhor você ter vindo com ele em vez de comigo, pra vocês resolverem os problemas de vocês." "Tentei, mas ele não quis. E aqui estou eu com meu filho. Tô me divertindo muito com você, love, mas francamente esperava que seu pai me comesse e não deu." "Pili, o que posso te dizer?" – ele se aproximou e me abraçou, me deu um beijo na bochecha – "Não se preocupa, a gente vai se divertir bem." "Você tem razão. Chega de besteira, vamos aproveitar. Entra no chuveiro que vou me preparar pra sair pra jantar." Ele entrou e eu coloquei minha calcinha fio-dental preta, me perfumei e vesti meu vestido preto. Me olhei no espelho e tava orgulhosa de mim, me achava muito gostosa. Passei batom, me penteie e meu filho não saía. Acho que ele tava naquela outra sessão de... masturbação, quando vi que ele ia sair do chuveiro, fiquei na frente da porta do banheiro. Quando ele saiu, ficou me olhando: "Pili, você está linda." "Valeu, amor, mas não é pra tanto." "De verdade, você está muito bem." "Você fala sério?" "Sim, Pili, que inveja todo mundo vai ter quando me ver com uma mulher tão gostosa como você." "Valeu, amor, se apressa pra sair e nos divertir" – os olhos dele miravam meus peitos quase escondidos pelo vestido, me virei pra ele ver minha bunda e não perder nenhum detalhe da minha calcinha fio dental enfiada, me abaixei pra pegar meus sapatos e deixei ele ver tudo, queria que ele visse a bunda que ele ia foder mais tarde, calcei eles, ele pegou a roupa dele e entrou no banheiro pra se trocar, saiu e fomos embora do hotel. A gente andava pelo calçadão de mãos dadas, sorrindo, parecíamos namorados, bem, parecia uma mulher madura com o homem dela, com o amante dela, ninguém desconfiava que éramos mãe e filho prestes a trepar.
Entramos pra jantar e o papo era gostoso, a gente sorria, fazia piadas, estávamos felizes os dois, meus mamilos estavam durinhos e ele nem disfarçava mais quando olhava pra eles, eu só pedi uma salada, não queria ter comida sólida no meu corpo, queria estar limpa porque essa noite meu filho ia me foder no cu e eu não queria que ele tirasse merda de mim. Saímos e entramos na balada que meu filho queria ir, muita luz colorida, muita fumaça, muitos casais, dava pra sentir o sexo no ar, nos deram nossa mesa, pedimos umas bebidas e fomos dançar, eu me mexia sexy pra ele, me aproximava pra cochichar no ouvido dele e assim juntar nossos corpos, a excitação era total, os dois quando se aproximavam sentiam nossos corpos eretos, meus peitos duros com os dois mamilos marcados no tecido do vestido, o pau do meu filho duro de tesão, de mãos dadas, sorrindo, se desejando. O tempo passou, a gente continuava bebendo vinho, continuava se roçando, eu dançava sexy pra ele e ele adorava, se sentia um gigolô com a amante dele, dava pra notar a diferença de idade, o pessoal no lugar sabia que ele era meu homem, os jovens olhavam com inveja. e as mulheres me criticavam por me exibir com um homem mais novo que eu, tinham inveja da gente, dava pra sentir no olhar delas, de repente tocou uma música romântica, meu filho pegou na minha mão talvez pra voltar pra mesa, mas eu puxei ele pra mim, juntamos ainda mais nossos corpos, apoiei minha cabeça no ombro dele, nossos peitos se encostaram e nossas bocetas se uniram sentindo o calor que a gente tava, o pau dele roçava em mim a cada movimento, já não dava mais pra disfarçar, ele tava enorme esfregando em mim, nossa respiração tava ofegante, nossos corpos suavam, a gente se juntava mais, se curtindo, se sentindo, ele acariciava minhas costas, sentia as mãos dele me tocando devagar, eu acariciava a nuca dele, parecíamos dois namorados excitados aproveitando nossos corpos, ele a cada passo empurrava mais o pau na minha pussy molhada de tesão, levei minha voz no ouvido dele e falei baixinho: love, o que que tem?, te sinto muito excitado. Desculpa Pili mas não consigo evitar. Por que você tá assim love – falei olhando nos olhos dele, ele parecia preocupado e ao mesmo tempo excitado, tava lindo. Por você, você tá tão gostosa, te sinto tão bem que não consigo evitar, mas sabe?, me sinto mal, você é minha mãe, Não sou sua mãe, sou a Pili e é normal um garoto da sua idade ficar assim dançando tão colado, não se preocupa love lembra que viemos pra curtir e a verdade é que eu também tô muito excitada, será que você não percebe como me deixou, como me deixou o dia inteiro com tesão. Ele sorriu pra mim, a gente se olhou nos olhos e devagar sem pensar nossas bocas se encontraram no primeiro beijo, um beijo de paixão, de love, de incesto, daquele incesto que não teria mais volta, durou só uns segundos, meu filho se afastou. Desculpa Pili não quis fazer isso. love mas foi maravilhoso. Não Pili não pode ser, você é minha mãe, Não, não sou sua mãe, sou só uma mulher abandonada, com tesão, cheia de vontade de sexo, e quem melhor que você, pra me fazer mulher de novo. Mas meu pai, o que ele vai dizer, o que as pessoas vão dizer. Nada, a gente é só dois amantes curtindo o momento e seu pai, ele deve estar fodendo alguma puta agora. Mas eu sou seu filho. Eu sei, amor, mas te desejo tanto e sei que você também me deseja, já vi como você me olha, senti como você tocava meu peito na praia, vi seu pau ereto por minha causa e o beijo que você acabou de me dar confirma isso. Pili, você me deixou louco, mas não pode ser, você é minha mãe e isso é errado. Não, você é Juan, meu homem, e eu sou Pili, sua amante, sua puta, pra te fazer gozar, pra foder como loucos, porque nos desejamos tanto e que se dane a moral, quero que você me peça, que grite, que exija foder comigo, quero que você deseje isso tanto quanto eu, quero ser sua puta, quero que essa loucura pare aqui ou que você me tire daqui e me leve pro hotel pra fazer amor, quero que você peça pra acabar com tudo isso ou que grite pra gente foder como loucos, sei que nossa vida vai mudar com isso, mas vai ser uma mudança cheia de prazer, seremos amantes sempre que você quiser – Nos beijamos de novo, passei minhas mãos pelas costas dele e ele pelas minhas. Ele olhou nos meus olhos, segurou minha bunda com as duas mãos e me puxou pra perto dele – Pili, vê como eu tô por sua causa, sente meu pau duro por você, e sim, te desejo, quero fazer amor com você, quero te comer a noite toda, você é minha e sempre vai ser – Não importava as pessoas, meu filho acariciava minha bunda, esfregava o pau na minha buceta, levantou a mão e tocou meu peito esquerdo, beliscou meu mamilo, não parávamos de nos beijar, e ele sussurrou no meu ouvido. Pili, agora você vai ser a que vai me pedir pra te foder. Sim, Juan, me fode, me faz sua, preciso de você, preciso de um homem e quero que seja você, quero ser sua mulher, sem condições, quero que quando você tiver vontade me pegue, quero fornicar com você o tempo todo, por favor me tira daqui e me come a noite toda, amor. Ele me beijou e saímos da pista de dança, chegamos na mesa, sentamos, ele me beijou de novo, levei minhas mãos pro pau dele e pela primeira vez senti ele nas minhas mãos, duro, grosso, não podia acreditar, ali estava eu, com meu filho, acariciando o pau dele, eu me sentia feliz, realizada, tava disposta a que ele me comesse ali mesmo, pedia aos berros, queria que ele enfiasse o mastro dele sem piedade, que enchesse minha boca de porra na frente de todo mundo. Meu filho virou pra olhar o povo, todo mundo tava na deles, uns dançando, outros se beijando, não éramos os únicos excitados, tinha mais casais se acariciando sem vergonha, igual a nós, cheios de luxúria. Ele me beijou de novo, mas agora deslizou a mão dele num dos meus peitos, pegou, acariciou, apertou gostoso pra caralho, nossas línguas não paravam de brincar, eu não parava de masturbar ele. De repente, ele pegou meu mamilo, beliscou, puxou forte e falou – Pili, já não aguento mais, vamos sair daqui. Ele se levantou e ali tinha o pau do meu filho duro igual cano na frente da minha cara, dava vontade de puxar e chupar, morder, mas já tínhamos ido longe demais e decidimos sair do lugar. A gente caminhava abraçado, apaixonado, nossa noite ia ser foda, sabíamos disso e estávamos felizes. Subimos num táxi, pedimos pra ele nos levar pro hotel, na hora eu me apossei do pau dele, continuei masturbando, não parávamos de nos beijar. Ele pegou meu peito de novo, mas agora por baixo do pano, agora ele sabia que eu não tava fingindo que dormia, acariciava devagar, suave, com amor. Ele desceu a mão e, pela primeira vez, acariciou minha buceta, fez isso por cima da calcinha, tava toda molhada, não lembro na minha vida toda de ter ficado tão molhada, escorria sucos, e eu não consegui evitar, soltei um gemido do prazer que aquilo me deu. Tive meu primeiro orgasmo da noite ali no táxi, e só porque meu filho, o filho da puta, acariciou a mamãe. Não duvido que o taxista percebeu o que a gente fez e com certeza ficou excitado igual a nós. Ao chegar na recepção do hotel, entramos junto com um casal, uma garota nova acompanhada de um senhor mais velho que ela. Me chamou muito a atenção, porque tavam na mesma situação que a gente: eu, uma mulher madura com um jovem, e ela, jovem com um Maduro, alto, bem fornido, gostoso, com cabelos grisalhos. Ela, toda fina, bonita, magrinha, com um corpo de dar água na boca. Vestia uma calça jeans justa no corpo, fazendo o rabo dela aparecer empinadinho. Tinha uma blusa branca sem sutiã, marcando uns peitos redondos, não muito grandes, mas bem firmes. Na real, ela parecia a namorada do meu filho, e eu, a do senhor... "Oi, me chamo Jaque, como vocês estão se divertindo?" "Muito bem, eu sou Pili, e vocês?" "Voltamos de jantar." "Nós viemos de dançar." "Que legal, pena que o Jorge não gosta de dançar e amanhã à noite a gente volta pra casa, mas eu adoro dançar." "A gente se divertiu muito, aquele lugar é muito agradável." "Pode crer, dá pra ver que voltaram pra continuar a festa" – ela disse sorrindo. "Claro, a noite é jovem." "Vejo que você vem bem acompanhada" – olhando pro meu filho. "Você não pode reclamar, seu namorado é muito gostoso." "Obrigada, ele é muito sério, mas na cama é pura paixão." "É isso que importa, que te façam se sentir bem." "Acho que nós duas vamos nos divertir muito esta noite." "Espero que sim, é a primeira noite que vou passar com o Juan." "Então sorte, amiga, espero te ver amanhã na piscina pra gente continuar conversando." "Claro, a gente vai estar lá." O homem dela chegou, ela sorriu pra mim, e foram pros elevadores. Meu filho chegou e a gente seguiu atrás. Eu consegui ver a bunda da Jaque, redonda e empinadinha. Aquela mina fazia qualquer um virar a cabeça pra olhar. Não fui a única a seguir o movimento gostoso da bunda dela; meu filho também ficou de olho naquele rabo. Subimos junto com eles no elevador. Eles apertaram o sexto andar, a gente o quarto. Meu filho me envolveu nos braços, deixando minha bunda colada no pau dele, que já tava duro. Eu não perdia detalhe dos peitos da Jaque, agora enfeitados com dois biquinhos saltadinhos. A gente se despediu deles e foi pro nosso quarto. Aquela mina me deixou mais molhada, e com certeza meu filho também. Continua... Se vocês gostaram, me escrevam, por favor...
12 comentários - Duas Histórias Incríveis!!!
ahh!!!! y me olvidaba que guacho sos ese gift de la pendejita de lazy town 😀 😀 sos un guacho!!!
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