Uma entrevista profissional de alto voltagem...
A manhã ainda estava cinzenta quando acordei: parecia que ia ser um dia de julho nublado e quente... talvez por isso e por algum sonho quente na noite, eu me sentia meio excitado, principalmente pelo tesão que sentia nas minhas partes.
- "De qualquer forma, é um despertar gostoso", fui pensando no caminho para o chuveiro
(devo dizer que minha cabecinha chegou na porta do box antes do resto do meu corpo).
Enquanto relaxava debaixo d'água, meu pau continuava pulsando duro, não me incomodava nada, se não fosse porque não podia aproveitar o momento, tinha que focar no meu objetivo daquela manhã: uma reunião de trabalho...
Tinha que me encontrar com uma tal Sra. Marta Lobez ("nome curioso... lembra lobezna... uma loba, uma fera de mulher, —... ri enquanto me secava").
Ainda sorrindo pela minha piada, comecei a me vestir, decidi não usar gravata... isso não define elegância, pensei, também decidi não usar cueca, estava com tesão o dia todo — eu já sabia — e não queria ficar apertado, além disso, as calças sociais eram largas o suficiente pra me deixar "solto" lá dentro. Então, pelado por dentro e vestido por fora, pronto pra encarar o dia, peguei as chaves, abri a porta e saí... meu corpo girou pra fechá-la e meu pau e minhas bolas roçaram com força no tecido da calça... suspirei... continuava muito excitado...
A rua... meio sol, meio nublado... meu cabelo curto ainda molhado... balancei a cabeça como pra dar um "click"... e me preparei pra chegar no ponto de encontro... às 11h no 9º andar de um prédio de escritórios perto do porto, a Sra. Lobez(na) me esperava...
Fui bem pontual, umas 10h55 eu já estava na frente do escritório da minha interlocutora, esperando a "gatekeeper" (recepcionista de sempre) me deixar passar. Observei ela enquanto falava no ramal com a Sra. Marta, como ela a chamava, suponho que pra evitar a risadinha que causaria chamá-la de Sra. Lobez… uma piada fácil demais que tinha que evitar; o que eu não tentava evitar de jeito nenhum era a vista do decote dela que a diferença de altura entre ela, sentada, e eu de pé me proporcionava… de pé e ereto, duro, firme… era assim que eu estava ficando ao ver os peitos dela aparecendo pelo decote generoso do vestido, enfiei as mãos nos bolsos da calça e com uma mão peguei meu pau e com a outra as bolas, pensando quase sem perceber nas coisas que eu poderia fazer com um par de peitos daqueles…
Fui trazido de volta aos meus pensamentos quando ela me indicou que a Sra. Marta ia me receber…
Peguei a maçaneta da porta, respirei fundo e entrei no escritório dela…
No fundo de uma sala ampla decorada com madeira escura, poltronas de couro, um sofá de 4 lugares cor bege, havia uma grande mesa provavelmente de mogno atrás da qual estava sentada a Sra. Lobez… loira, cabelo curto, ombros de fora, vestia um colete cinza sem nada por baixo; ao me ver, ela se levantou e pude apreciar enquanto caminhava em direção a ela com a mão estendida para nos cumprimentar, a cintura fina que eu adivinhava sob aquelas calças justas e pretas. Meu coração acelerou; ela era realmente uma gostosa, meus genitais concordavam comigo; estavam de novo alegres e contentes, minha cabecinha ardia enquanto eu a examinava com o olhar… Apertei a mão dela, ela segurou a minha apertando suavemente como se estivesse medindo minha força. Gostei desse gesto, olhei para ela e me surpreendi ao perceber que ela não olhava nos meus olhos, parecia mais que olhava minha virilha, será que adivinhou que eu não estava de cueca?? E se adivinhasse, o que poderia acontecer??
Sentados nas duas poltronas de couro, conversamos sobre o que tínhamos que conversar por uns 15 minutos, a negociação ia bem e era um prazer ver aquela mulher bonita na minha frente naquela hora do dia. Foi nesse momento que ela se levantou
dando ao mesmo tempo alguns passos pra mim: –"Me dá licença um minuto? Preciso resolver uma parada no computador" – enquanto esticava o corpo, mostrando mais o peito (um 100?... aquela mulher era uma maravilha). Sorri pra ela, ela se virou e sentou na frente da tela do PC, de costas pra mim. Uns dois minutos depois, eu já tava de pé, falando frases cordiais, e não conseguia tirar os olhos da nuca e dos ombros dela. Quase sem querer, meus passos me levaram até ela; achei que ela olhou de canto, mas não se alterou, fez um movimento com o corpo que me deu a entender que não se importava de eu estar ali olhando e pensando no que talvez ela também pensasse.
Me posicionei atrás dela, colado na cadeira onde ela tava sentada, coloquei minhas mãos nos ombros dela, começando um massagem suave – "Espero que não se importe comigo, certeza que essa massagem vai relaxar um pouco, não fica tensa, não precisa se alterar..." – falei, chegando perto da orelha dela, quase roçando pele com pele... vi o peito dela subindo e descendo alterado, vi o pescoço pulsando de tesão, vi ela entreabrir os lábios e fechar os olhos. Com as mãos dela, pegou as minhas e disse – "Você tem umas mãos tão quentes, sabe dar uma massagem boa... se você quiser, pode tocar aqui também" – E eu já tava com as duas mãos nas duas tetas dela, acariciando, tirando elas de dentro do sutiã e do colete...
Ela já tava ofegante e eu quase fora de mim, meu pau já tava lutando pra sair do cativeiro, então peguei ela pelos ombros de novo e fiz a cadeira girar, deixando ela de frente pra mim; dessa vez, a gente se olhou nos olhos, os dela ardiam, os meus bebiam do reflexo da pele dela, ela baixou o olhar, cravando no meu volume, era inegável que meu pau devia tá duro e apontando direto pra cara dela. Adivinhei a curiosidade dela e comecei a baixar devagar o zíper da minha calça... Quando ela viu a abertura, aproximou o rosto, tentando ver o que tinha ali dentro, as mãos dela tavam acariciando as coxas e, pelo ofego dela, dava pra ver que ela tava tava ficando muito quente… resolvi brincar sem as mãos (meu pau no momento não precisava de ajuda pra "aparecer"); me mexi de um jeito que minha calça desceu um pouco sobre meus quadris e então minha vara saltou como se fosse uma mola, batendo no queixo e nos lábios dela… sem recuar um milímetro, ela sorriu satisfeita, esticou a língua e passou ao redor da minha glande, a mão dela enfiou dentro da minha calça e tirou minhas duas bolas na palma… olhou de novo nos meus olhos enquanto mordiscava meu pau da cabeça às bolas…
- "Você é muito gostosa" – eu disse…
- "Quente e safada" – ela respondeu, pegando meu pau como se fosse um microfone…
- "A mulher dos meus sonhos…" – pensei em voz alta, enquanto via que um dos mamilos dela aparecia quase insolente por cima do decote… com cuidado, peguei aquele mamilo e com a outra mão tirei a outra teta dela… fiz ela se levantar segurando pelos mamilos, sem dor, sem força, ela topou o jogo e os mamilos dela também reagiram, duros, redondos, deixando meus dedos aproveitarem eles.
Peguei ela pela cintura, puxei pra perto, entreabri os lábios dela e beijei. Nos beijamos com paixão, com umidade, com calor, minha imaginação não parava… coloquei em prática o que pensava, giramos nos pés e eu sentei na cadeira dela, os peitos dela na altura do meu rosto.
Tirei um tempo acariciando ela com as mãos, brincando com os mamilos dela, lambendo, chupando, molhando com a ponta da língua, mordiscando de leve aquelas tetas que já estavam pra fora do colete, ainda abotoado… dei uma pausa no caminho pra desabotoar o primeiro botão do colete… o resto ela foi abrindo sozinha enquanto eu me dedicava a descobrir com a língua os pedacinhos de pele que apareciam depois de cada botão; minhas mãos estavam muito ocupadas apertando a bunda gostosa dela.
Ela terminou o trabalho desabotoando também a calça, eu deixei cair ao longo das pernas dela. Já tinha ela quase nua, Sutiãs sem nada pra segurar, porque os peitos dela estavam na minha cara e uma calcinha fio-dental safada mostrava uma vista espetacular... não consegui me segurar e segui meu caminho pra baixo: fiel à minha regra daquele dia, agi como se ela também não estivesse usando calcinha e minha língua afastou a tirinha do fio-dental como se não existisse, pra enterrar de vez na rachinha da buceta apetitosa dela: isso a enlouqueceu... ela abriu mais as pernas e com as mãos enfiou minha cabeça debaixo dela, no meio dela... eu tava felizmente ocupado comendo a bocetinha dela e apertando de leve os peitos dela com minhas mãos quando o interfone tocou; a recepcionista e os peitos dela (aliás, nada a ver com os da minha nova e desconhecida amiga...): no 4º toque do interfone, me separei de entre as pernas dela, com minha boca ainda molhada dela, beijei ela de novo... no 8º toque, ela se ajoelhou um instante na minha frente, lambeu meu pau com vontade e se levantou. Do jeito que tava, foi até a mesa pra atender, aquela imagem me deu mais mil ideias quentes, que eu teria que deixar pra outra hora... Os dois entendemos que não dava pra continuar nosso jogo, sem dizer uma palavra nos vestimos, ficando de novo um de frente pro outro, os dois fomos até a mesa dela pra uma "despedida formal" que nenhum de nós queria fazer... me olhando nos olhos, ela me deu um cartão e com um brilho no olhar perguntou: - "Continuamos a entrevista na minha casa hoje às 10 da noite?" - sem desviar o olhar, me aproximei dela, virei a cabeça e beijei quentinho o pescoço dela, sentindo a pele dela se arrepiar. Me afastei sorrindo com a ideia de continuar esse trabalho que eu tanto amo... pisquei um olho cúmplice pra ela e saí do escritório dela.
A recepcionista também sorriu pra mim, pensei que tinha que ir mais vezes sem calcinha, me dá sorte..! Sorte de ter conhecido uma Mulher gostosa, ardente e safada...
fonte:http://www.todorelatos.com/relato/66798/Espero que tenham gostado e comentem...
A manhã ainda estava cinzenta quando acordei: parecia que ia ser um dia de julho nublado e quente... talvez por isso e por algum sonho quente na noite, eu me sentia meio excitado, principalmente pelo tesão que sentia nas minhas partes.
- "De qualquer forma, é um despertar gostoso", fui pensando no caminho para o chuveiro
(devo dizer que minha cabecinha chegou na porta do box antes do resto do meu corpo).
Enquanto relaxava debaixo d'água, meu pau continuava pulsando duro, não me incomodava nada, se não fosse porque não podia aproveitar o momento, tinha que focar no meu objetivo daquela manhã: uma reunião de trabalho...
Tinha que me encontrar com uma tal Sra. Marta Lobez ("nome curioso... lembra lobezna... uma loba, uma fera de mulher, —... ri enquanto me secava").
Ainda sorrindo pela minha piada, comecei a me vestir, decidi não usar gravata... isso não define elegância, pensei, também decidi não usar cueca, estava com tesão o dia todo — eu já sabia — e não queria ficar apertado, além disso, as calças sociais eram largas o suficiente pra me deixar "solto" lá dentro. Então, pelado por dentro e vestido por fora, pronto pra encarar o dia, peguei as chaves, abri a porta e saí... meu corpo girou pra fechá-la e meu pau e minhas bolas roçaram com força no tecido da calça... suspirei... continuava muito excitado...
A rua... meio sol, meio nublado... meu cabelo curto ainda molhado... balancei a cabeça como pra dar um "click"... e me preparei pra chegar no ponto de encontro... às 11h no 9º andar de um prédio de escritórios perto do porto, a Sra. Lobez(na) me esperava...
Fui bem pontual, umas 10h55 eu já estava na frente do escritório da minha interlocutora, esperando a "gatekeeper" (recepcionista de sempre) me deixar passar. Observei ela enquanto falava no ramal com a Sra. Marta, como ela a chamava, suponho que pra evitar a risadinha que causaria chamá-la de Sra. Lobez… uma piada fácil demais que tinha que evitar; o que eu não tentava evitar de jeito nenhum era a vista do decote dela que a diferença de altura entre ela, sentada, e eu de pé me proporcionava… de pé e ereto, duro, firme… era assim que eu estava ficando ao ver os peitos dela aparecendo pelo decote generoso do vestido, enfiei as mãos nos bolsos da calça e com uma mão peguei meu pau e com a outra as bolas, pensando quase sem perceber nas coisas que eu poderia fazer com um par de peitos daqueles…
Fui trazido de volta aos meus pensamentos quando ela me indicou que a Sra. Marta ia me receber…
Peguei a maçaneta da porta, respirei fundo e entrei no escritório dela…
No fundo de uma sala ampla decorada com madeira escura, poltronas de couro, um sofá de 4 lugares cor bege, havia uma grande mesa provavelmente de mogno atrás da qual estava sentada a Sra. Lobez… loira, cabelo curto, ombros de fora, vestia um colete cinza sem nada por baixo; ao me ver, ela se levantou e pude apreciar enquanto caminhava em direção a ela com a mão estendida para nos cumprimentar, a cintura fina que eu adivinhava sob aquelas calças justas e pretas. Meu coração acelerou; ela era realmente uma gostosa, meus genitais concordavam comigo; estavam de novo alegres e contentes, minha cabecinha ardia enquanto eu a examinava com o olhar… Apertei a mão dela, ela segurou a minha apertando suavemente como se estivesse medindo minha força. Gostei desse gesto, olhei para ela e me surpreendi ao perceber que ela não olhava nos meus olhos, parecia mais que olhava minha virilha, será que adivinhou que eu não estava de cueca?? E se adivinhasse, o que poderia acontecer??
Sentados nas duas poltronas de couro, conversamos sobre o que tínhamos que conversar por uns 15 minutos, a negociação ia bem e era um prazer ver aquela mulher bonita na minha frente naquela hora do dia. Foi nesse momento que ela se levantou
dando ao mesmo tempo alguns passos pra mim: –"Me dá licença um minuto? Preciso resolver uma parada no computador" – enquanto esticava o corpo, mostrando mais o peito (um 100?... aquela mulher era uma maravilha). Sorri pra ela, ela se virou e sentou na frente da tela do PC, de costas pra mim. Uns dois minutos depois, eu já tava de pé, falando frases cordiais, e não conseguia tirar os olhos da nuca e dos ombros dela. Quase sem querer, meus passos me levaram até ela; achei que ela olhou de canto, mas não se alterou, fez um movimento com o corpo que me deu a entender que não se importava de eu estar ali olhando e pensando no que talvez ela também pensasse.
Me posicionei atrás dela, colado na cadeira onde ela tava sentada, coloquei minhas mãos nos ombros dela, começando um massagem suave – "Espero que não se importe comigo, certeza que essa massagem vai relaxar um pouco, não fica tensa, não precisa se alterar..." – falei, chegando perto da orelha dela, quase roçando pele com pele... vi o peito dela subindo e descendo alterado, vi o pescoço pulsando de tesão, vi ela entreabrir os lábios e fechar os olhos. Com as mãos dela, pegou as minhas e disse – "Você tem umas mãos tão quentes, sabe dar uma massagem boa... se você quiser, pode tocar aqui também" – E eu já tava com as duas mãos nas duas tetas dela, acariciando, tirando elas de dentro do sutiã e do colete...
Ela já tava ofegante e eu quase fora de mim, meu pau já tava lutando pra sair do cativeiro, então peguei ela pelos ombros de novo e fiz a cadeira girar, deixando ela de frente pra mim; dessa vez, a gente se olhou nos olhos, os dela ardiam, os meus bebiam do reflexo da pele dela, ela baixou o olhar, cravando no meu volume, era inegável que meu pau devia tá duro e apontando direto pra cara dela. Adivinhei a curiosidade dela e comecei a baixar devagar o zíper da minha calça... Quando ela viu a abertura, aproximou o rosto, tentando ver o que tinha ali dentro, as mãos dela tavam acariciando as coxas e, pelo ofego dela, dava pra ver que ela tava tava ficando muito quente… resolvi brincar sem as mãos (meu pau no momento não precisava de ajuda pra "aparecer"); me mexi de um jeito que minha calça desceu um pouco sobre meus quadris e então minha vara saltou como se fosse uma mola, batendo no queixo e nos lábios dela… sem recuar um milímetro, ela sorriu satisfeita, esticou a língua e passou ao redor da minha glande, a mão dela enfiou dentro da minha calça e tirou minhas duas bolas na palma… olhou de novo nos meus olhos enquanto mordiscava meu pau da cabeça às bolas…
- "Você é muito gostosa" – eu disse…
- "Quente e safada" – ela respondeu, pegando meu pau como se fosse um microfone…
- "A mulher dos meus sonhos…" – pensei em voz alta, enquanto via que um dos mamilos dela aparecia quase insolente por cima do decote… com cuidado, peguei aquele mamilo e com a outra mão tirei a outra teta dela… fiz ela se levantar segurando pelos mamilos, sem dor, sem força, ela topou o jogo e os mamilos dela também reagiram, duros, redondos, deixando meus dedos aproveitarem eles.
Peguei ela pela cintura, puxei pra perto, entreabri os lábios dela e beijei. Nos beijamos com paixão, com umidade, com calor, minha imaginação não parava… coloquei em prática o que pensava, giramos nos pés e eu sentei na cadeira dela, os peitos dela na altura do meu rosto.
Tirei um tempo acariciando ela com as mãos, brincando com os mamilos dela, lambendo, chupando, molhando com a ponta da língua, mordiscando de leve aquelas tetas que já estavam pra fora do colete, ainda abotoado… dei uma pausa no caminho pra desabotoar o primeiro botão do colete… o resto ela foi abrindo sozinha enquanto eu me dedicava a descobrir com a língua os pedacinhos de pele que apareciam depois de cada botão; minhas mãos estavam muito ocupadas apertando a bunda gostosa dela.
Ela terminou o trabalho desabotoando também a calça, eu deixei cair ao longo das pernas dela. Já tinha ela quase nua, Sutiãs sem nada pra segurar, porque os peitos dela estavam na minha cara e uma calcinha fio-dental safada mostrava uma vista espetacular... não consegui me segurar e segui meu caminho pra baixo: fiel à minha regra daquele dia, agi como se ela também não estivesse usando calcinha e minha língua afastou a tirinha do fio-dental como se não existisse, pra enterrar de vez na rachinha da buceta apetitosa dela: isso a enlouqueceu... ela abriu mais as pernas e com as mãos enfiou minha cabeça debaixo dela, no meio dela... eu tava felizmente ocupado comendo a bocetinha dela e apertando de leve os peitos dela com minhas mãos quando o interfone tocou; a recepcionista e os peitos dela (aliás, nada a ver com os da minha nova e desconhecida amiga...): no 4º toque do interfone, me separei de entre as pernas dela, com minha boca ainda molhada dela, beijei ela de novo... no 8º toque, ela se ajoelhou um instante na minha frente, lambeu meu pau com vontade e se levantou. Do jeito que tava, foi até a mesa pra atender, aquela imagem me deu mais mil ideias quentes, que eu teria que deixar pra outra hora... Os dois entendemos que não dava pra continuar nosso jogo, sem dizer uma palavra nos vestimos, ficando de novo um de frente pro outro, os dois fomos até a mesa dela pra uma "despedida formal" que nenhum de nós queria fazer... me olhando nos olhos, ela me deu um cartão e com um brilho no olhar perguntou: - "Continuamos a entrevista na minha casa hoje às 10 da noite?" - sem desviar o olhar, me aproximei dela, virei a cabeça e beijei quentinho o pescoço dela, sentindo a pele dela se arrepiar. Me afastei sorrindo com a ideia de continuar esse trabalho que eu tanto amo... pisquei um olho cúmplice pra ela e saí do escritório dela.
A recepcionista também sorriu pra mim, pensei que tinha que ir mais vezes sem calcinha, me dá sorte..! Sorte de ter conhecido uma Mulher gostosa, ardente e safada...
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