Salve, poringa boys! Me chamo Paula, ou Pau, que soa mais sexy. Tenho 33 anos lindos e algumas histórias pra vocês. Já faz um tempo que descobri esse site e não paro de me excitar com ele. Tô quase criando coragem pra tirar umas fotos e postar, mas até lá, enquanto arrumo meu fotógrafo pessoal, vou contar essa historinha — ou a primeira parte dela — que com certeza vai explodir a cabeça de vocês, a de cima e a de baixo também, que é a que mais me agrada, óbvio.
Essa história inclui eu, claro, minha amiga inseparável — vamos chamar ela de Lau pra não colocar nomes reais, por via das dúvidas — e cinco colegas de um curso de design que fizemos há três anos atrás.
Eu e Lau somos o complemento perfeito pra qualquer homem. Ela tem uns peitos incríveis, naturais, óbvio, e pouca coisa embaixo. Já eu não tive essa sorte, mas a sorte veio um pouco mais pra baixo, na minha bunda — algo escultural, perfeita, redondinha e grande ao mesmo tempo. Ela atrai todos os olhares de frente, e eu levo os de trás. Por isso nos complementamos tão bem. Somos inseparáveis: saímos, bebemos, dançamos, dividimos uns caras de vez em quando, e até rolou uns amassos mútuos aqui e ali, mas nunca nada parecido com o que aconteceu naquela noite de sexta-feira de dezembro, veranil e, claro, com muuuuuito calor.
Vamos direto pra história...
Durante aquele ano e o anterior, fizemos um curso de design com meninas e meninos, mas nunca quisemos misturar esse ambiente com nossas saídas noturnas. Até que, no final do curso, cedemos e saímos com dois dos caras mais gatos da turma. E, bom, aconteceu o que tinha que acontecer — usem a imaginação —, mas ficou por isso mesmo, sem mais nada.
Numa das últimas aulas, o professor passou uma tarefa: um trabalho em grupo. Se a nota passasse de oito, a gente se formava sem precisar ir praquele maldito final, que era livros e mais livros, muito chato. Mas já adianto que acabamos tendo que ir pro final mesmo assim. fizemos muitas outras coisas, menos esse trabalho.
O grupo se formou com aqueles dois caras que mencionamos, a Lau e eu, e mais três caras. Chegando no fim de semana, decidimos matar aula naquela sexta e nos reunir na casa de um dos caras, o único casado do grupo, que, por coincidência, a esposa dele estava visitando a irmã no litoral, e era a casa maior e mais confortável pra gente se encontrar.
Chegamos na casa, tudo começou tranquilo. Perguntaram que música a gente gostava, colocaram sem mais nem menos, perguntaram o que a gente bebia, nós duas, inocentes, pedimos água e eles se cagaram de rir e trouxeram cerveja, gancia, um freeze, uns speeds e bastante gelo (tudo indicava que já tava quase tudo armado). Eu e a Lau nos olhamos, fizemos aquele gesto de ombro pra cabeça, tipo "por que não?", e a noite começou. Copo após copo, a gente falou um pouco do trabalho, e bem pouco mesmo, e quando aquele pequeno batalhão de bebidas começou a fazer efeito, vieram as piadas, as zoas, a música subiu, o ambiente mudou 100%. A gente se levantou, começou a dançar entre a gente, eles só olhavam até que nossos ficantes entraram na dança, que até ali era bem naif e tranquila, cumbia, reggaeton e só.
Dois dos caras nessa hora foram pro quarto jogar no play, acho, porque dava pra ouvir gols e comemorações, e a gente na sala até que um dos caras teve a ideia que levou a tudo que rolou naquela noite: ele queria que a gente jogasse um "strip poker". Na hora que ele soltou a ideia, todo mundo na sala, incluindo a gente, congelou por uns segundos, até que a Lau me surpreendeu 😳 e disse: "muito boa ideia". O dono da casa correu pra pegar aquele baralho que ia nos despir aos poucos, cada um naquela mesinha de centro.
Antes de continuar, queria descrever um pouco a Lau e eu também, claro. Nós duas temos altura padrão, 1,65 a Lau e 1,68 eu. Como já falei antes, a Lau tem uns peitos lindos e enormes. morena, olhos castanhos, uma boca carnuda e muito habilidosa 😬 garantido por algum amigo aí, hehe, tatuagem na parte de trás do ombro e outra bem clássica, mas não menos sensual, no fim das costas e começo da bunda. Por meu lado, sou loira, olhos cor de mel, piercing no umbigo, uma tatuagem que só veem aqueles sortudos que conseguem tirar toda minha roupa, e como já comentei, uma bunda carnuda bem colocada e muito habilidosa também, hehehe. Naquela noite, a puta da Lau — porque a babe é um pouco mais puta que eu pra se vestir — tava com um top branco em cima, mostrando obviamente seu melhor atributo sem sutiã, com os mamilos que até eu queria chupar 🤤🤤 e embaixo uma saia curta soltinha, mas bem sexy. Eu tava com uma regata justa e decotada, mostrando o máximo que podia, e embaixo, destacando minha parte mais voluptuosa, uma calça jeans elastizada cinza que ficava colada em mim, e sentia que toda vez que me virava, os caras cravavam os olhos naquela calça. Bom, isso e nossa roupa íntima "era" — e bem dito "era" — o que minutos depois nenhuma de nós duas ia mais estar usando 😳😳. Mas não éramos as únicas que aquele strip pocker ia deixar peladas. O dono da casa foi o primeiro a ficar sem nada, e posso garantir que nós duas ficamos de boca aberta na hora, porque ele era o mais gordinho, pela vida de casado, mas superou de longe qualquer um dos outros 4. Mas não quero ir além, como eu disse, essa é a primeira parte, e quero deixar vocês com a cabeça a mil revoluções por minuto e os amiguinhos firmes esperando a segunda e talvez última parte — ainda não sei.
Beijos a todos os poringa boys mais punheteiros dessa comunidade, porque não pensem que as mulheres não gostam de punheteiros — muitas de nós adoramos ver um homem se masturbar, mas também dar conta na cama depois dessa punheta. Esquentem bem com seus comentários, porque depois da segunda parte da história vêm minhas fotos. e quem sabe, quando eu contar pra Lau, ela topa e a gente pode curtir esses peitões enormes.
Essa história inclui eu, claro, minha amiga inseparável — vamos chamar ela de Lau pra não colocar nomes reais, por via das dúvidas — e cinco colegas de um curso de design que fizemos há três anos atrás.
Eu e Lau somos o complemento perfeito pra qualquer homem. Ela tem uns peitos incríveis, naturais, óbvio, e pouca coisa embaixo. Já eu não tive essa sorte, mas a sorte veio um pouco mais pra baixo, na minha bunda — algo escultural, perfeita, redondinha e grande ao mesmo tempo. Ela atrai todos os olhares de frente, e eu levo os de trás. Por isso nos complementamos tão bem. Somos inseparáveis: saímos, bebemos, dançamos, dividimos uns caras de vez em quando, e até rolou uns amassos mútuos aqui e ali, mas nunca nada parecido com o que aconteceu naquela noite de sexta-feira de dezembro, veranil e, claro, com muuuuuito calor.
Vamos direto pra história...
Durante aquele ano e o anterior, fizemos um curso de design com meninas e meninos, mas nunca quisemos misturar esse ambiente com nossas saídas noturnas. Até que, no final do curso, cedemos e saímos com dois dos caras mais gatos da turma. E, bom, aconteceu o que tinha que acontecer — usem a imaginação —, mas ficou por isso mesmo, sem mais nada.
Numa das últimas aulas, o professor passou uma tarefa: um trabalho em grupo. Se a nota passasse de oito, a gente se formava sem precisar ir praquele maldito final, que era livros e mais livros, muito chato. Mas já adianto que acabamos tendo que ir pro final mesmo assim. fizemos muitas outras coisas, menos esse trabalho.
O grupo se formou com aqueles dois caras que mencionamos, a Lau e eu, e mais três caras. Chegando no fim de semana, decidimos matar aula naquela sexta e nos reunir na casa de um dos caras, o único casado do grupo, que, por coincidência, a esposa dele estava visitando a irmã no litoral, e era a casa maior e mais confortável pra gente se encontrar.
Chegamos na casa, tudo começou tranquilo. Perguntaram que música a gente gostava, colocaram sem mais nem menos, perguntaram o que a gente bebia, nós duas, inocentes, pedimos água e eles se cagaram de rir e trouxeram cerveja, gancia, um freeze, uns speeds e bastante gelo (tudo indicava que já tava quase tudo armado). Eu e a Lau nos olhamos, fizemos aquele gesto de ombro pra cabeça, tipo "por que não?", e a noite começou. Copo após copo, a gente falou um pouco do trabalho, e bem pouco mesmo, e quando aquele pequeno batalhão de bebidas começou a fazer efeito, vieram as piadas, as zoas, a música subiu, o ambiente mudou 100%. A gente se levantou, começou a dançar entre a gente, eles só olhavam até que nossos ficantes entraram na dança, que até ali era bem naif e tranquila, cumbia, reggaeton e só.
Dois dos caras nessa hora foram pro quarto jogar no play, acho, porque dava pra ouvir gols e comemorações, e a gente na sala até que um dos caras teve a ideia que levou a tudo que rolou naquela noite: ele queria que a gente jogasse um "strip poker". Na hora que ele soltou a ideia, todo mundo na sala, incluindo a gente, congelou por uns segundos, até que a Lau me surpreendeu 😳 e disse: "muito boa ideia". O dono da casa correu pra pegar aquele baralho que ia nos despir aos poucos, cada um naquela mesinha de centro.
Antes de continuar, queria descrever um pouco a Lau e eu também, claro. Nós duas temos altura padrão, 1,65 a Lau e 1,68 eu. Como já falei antes, a Lau tem uns peitos lindos e enormes. morena, olhos castanhos, uma boca carnuda e muito habilidosa 😬 garantido por algum amigo aí, hehe, tatuagem na parte de trás do ombro e outra bem clássica, mas não menos sensual, no fim das costas e começo da bunda. Por meu lado, sou loira, olhos cor de mel, piercing no umbigo, uma tatuagem que só veem aqueles sortudos que conseguem tirar toda minha roupa, e como já comentei, uma bunda carnuda bem colocada e muito habilidosa também, hehehe. Naquela noite, a puta da Lau — porque a babe é um pouco mais puta que eu pra se vestir — tava com um top branco em cima, mostrando obviamente seu melhor atributo sem sutiã, com os mamilos que até eu queria chupar 🤤🤤 e embaixo uma saia curta soltinha, mas bem sexy. Eu tava com uma regata justa e decotada, mostrando o máximo que podia, e embaixo, destacando minha parte mais voluptuosa, uma calça jeans elastizada cinza que ficava colada em mim, e sentia que toda vez que me virava, os caras cravavam os olhos naquela calça. Bom, isso e nossa roupa íntima "era" — e bem dito "era" — o que minutos depois nenhuma de nós duas ia mais estar usando 😳😳. Mas não éramos as únicas que aquele strip pocker ia deixar peladas. O dono da casa foi o primeiro a ficar sem nada, e posso garantir que nós duas ficamos de boca aberta na hora, porque ele era o mais gordinho, pela vida de casado, mas superou de longe qualquer um dos outros 4. Mas não quero ir além, como eu disse, essa é a primeira parte, e quero deixar vocês com a cabeça a mil revoluções por minuto e os amiguinhos firmes esperando a segunda e talvez última parte — ainda não sei.
Beijos a todos os poringa boys mais punheteiros dessa comunidade, porque não pensem que as mulheres não gostam de punheteiros — muitas de nós adoramos ver um homem se masturbar, mas também dar conta na cama depois dessa punheta. Esquentem bem com seus comentários, porque depois da segunda parte da história vêm minhas fotos. e quem sabe, quando eu contar pra Lau, ela topa e a gente pode curtir esses peitões enormes.
4 comentários - Minha primeira Festa graças aquele "Strip Poker
en lo personal odio mucho cuando postean un relato por partes... mas cuando en la primer parte no pasa nada de nada
pero es totalmente de onda