Bom, outro relato que eu estava engasgado pra contar...
Conhecia a Ale há quinze anos. A gente se conheceu na escola, fizemos o ensino fundamental juntos e parte do ensino médio também, fomos amigos a vida inteira e ela sempre foi tipo "minha irmã". No verão em que você passa do ensino médio pra faculdade, com um grupo de amigos decidimos ir pra um balneário em Rocha. Ela também foi com as amigas dela pro mesmo balneário, o que fez a gente compartilhar muito daquele verão. Eu, particularmente, tava afim de uma mina da turma dela, que se chamava Maite, e outro dia vou contar uma história com ela. Enfim, a Ale eu amava demais, achava ela uma mina que tava em tudo e que eu sempre podia confiar. Naquele ano que tinha passado, eu tava passando por um monte de mudanças, algumas típicas da adolescência e outras que vinham, suponho, da separação dos meus pais, e bom, meti muitas horas de terapia pra entender que muitas vezes a gente não pode controlar tudo e que as coisas às vezes não são excludentes. Então, cheio de vida por causa de uma nova postura diante disso, decidi aproveitar muito aquele verão.
Nos primeiros dias do verão, conheci muito mais a Maite: ela era muito gostosa, um corpo bem estilizado, mas era bem tímida. Bastava olhar pra ela pra dizer que era uma mina tímida, e tudo bem, mas era verão e eu não queria uma história de amor, só queria me divertir. Maite às vezes me enchia o saco e me dava um gelo, dizendo que eu era um gato mas que tava pra qualquer uma, e eu tentava explicar que talvez não fosse qualquer uma, mas que eu pensava diferente, e que assim como eu respeitava ela, queria que ela me respeitasse. Sabia que tinha química entre a gente, mas isso não bastava. Então, já nas baladas, tinha ficado com umas gatinhas, mas a verdade é que não foi nada demais. Uma dessas noites, cruzei com a Ale e a gente ficou bebendo e se divertindo pra caralho, ela era uma gatinha atraente, mas não dessas que se destacam, mas era a magra, alta, com uns peitos pequenos e uma raba interessante. Naquele dia, não sei se era o álcool ou outra coisa, mas eu vi ela e senti algo a mais do que o normal, mas preferi guardar pra mim e continuei bebendo, dançando e morrendo de rir com ela. Quando voltamos, acompanhei ela até a casa, e ela me disse pra irmos à praia tomar café com frutas lá. A proposta foi bem interessante porque o dia estava ensolarado e valia a pena o esforço. Fui até a casa onde estava hospedado, vesti minha bermuda e fomos pra praia só nós dois. Naquela manhã na praia, me senti especialmente à vontade com ela, e além de tudo, ela estava bem gostosa naquele momento. Tinha coisas particularmente chamativas no jeito dela, compartilhávamos o mesmo senso de humor, e, além disso, a raba cada vez parecia melhor hehe... Tinha algo no ar.
Lá pelo meio da manhã, o sol tava explodindo e decidimos voltar pra casa dela. Quando chegamos, tinha um bilhete das amigas dela dizendo que tinham ido comprar coisas na fronteira e que voltariam à tarde. Então falei pra gente comer com os caras, mas ela disse que não tava a fim e que me convidava pra almoçar, que ela mesma cozinhava. "Fechou, claro! Ajudo em alguma coisa?" falei, e ela pediu se eu podia fazer uma massagem nela, porque as costas tavam doendo pra caralho. "Pra quê?" pensei por dentro, isso é sinal de que pode rolar algo, e eu não tava muito seguro de querer fazer, porque era uma amiga, mas tentei lembrar daquelas sábias palavras da terapia: "Nada é exclusivo" e então... vamos fazer a massagem. Comecei a massagear, mas achei mais confortável fazer no sofá enquanto a água fervia. Fomos pro sofá, ela se deitou, e eu tinha ela toda esticada ali, com um conjuntinho marrom bem interessante na minha frente. Devagar, comecei a sentir a ereção, e tá, era óbvio, e não ia me incomodar de mostrar ela hehehehe. Enquanto massageava, a gente conversava e ela me contava que tava doendo pra caramba. e que minhas mãos estavam bem boas, coisa que a cada vez mais me garantia algo (bem típico de homem que quando te mandam um "oi, tudo bem?" você acha que aquela gostosa quer alguma coisa). Então sugeri que ela se sentasse no sofá e comecei a massageá-la cada vez mais, tocando desde a parte baixa das costas e subindo aos poucos, até massagear os ombros e ir descendo devagar. Fiz ela se reclinar para mim, dizendo baixinho "fica à vontade, isso vai te agradar" e assim que ela se apoiou em mim, deve ter sentido minha ereção. Depois, comecei a tocar de leve o peito dela, e fui descendo até os peitinhos que ela tinha. Eram pequenos, mas nem fodendo estavam caídos, então comecei a acariciá-los suavemente, puxando a parte de cima do conjuntinho e percebi que ela estava gostando. Quando vi que o caminho estava todo livre, comecei a tocar por baixo e falei "Que delícia" e ela respondeu "Mais gostosas são suas mãos..." E aí demos um beijo bem longo, ela de costas para mim e eu enquanto tocava os peitinhos gostosos que ela tinha. De repente, ela ficou na minha frente e disse que queria transar, mas sem que isso significasse outra coisa além de transar, porque não queria namorar, porque não sabia o que estava acontecendo com ela, e eu parei e falei: "Ale, tá, a gente curte e depois vê o que rola, tá tudo bem e é algo que eu adoraria que acontecesse" e aí dei outro beijo bem loooongo no qual senti a vontade que ela tinha de mim, foi um dos beijos mais gostosos da minha vida, uns lábios, um jeito de mexer a língua, ela sabia bem o que queria. Enquanto dava outros beijos, desci com a mão pela barriguinha dela e fui ver como estava aquela buceta... E estava deliciosa. Bem molhadinha, bem divina, bem grande. Ela começou a gemer baixinho quando comecei a tocar o clitóris dela, e não era pra menos, porque comecei a estimular com muita vontade, bem devagar, para ir acelerando aos poucos e fazendo ela gozar. Ela me pediu que eu parasse e pediu pra eu chupar ela, e eu, que pra ser sincero sou meio fresco com essas coisas, perguntei qual era o estado dela. Ela disse que a única pessoa com quem tinha ficado era o ex-namorado de anos atrás e que fazia exames de HIV regularmente e que estava limpinha. Ela me perguntou a mesma coisa, e eu respondi que meu último exame deu bem e que depois disso não fiquei com mais ninguém (Ó, SE CUIDEM, NÃO SEJAM OTÁRIOS!), ao mesmo tempo sabia que ela tomava pílula então tava na festa... Aí depois disso, em vez de chupar ela, ela desabotoou minha bermuda e tirou meu pau que tava bem duro, bem mas bem duro. Ela me deu uns beijos no peito, e desceu pra chupar ele. Não consigo descrever direito aquela mamada: começou devagar chupando a cabecinha, na hora puxou um pouco da pele, e começou a chupar bem forte. Assim de uma vez. Nada de devagar, começou a chupar num ritmo normal e foi acelerando cada vez mais. Enquanto chupava, tinha os olhinhos fechados, e dava pra ver que tava gostando, e eu acariciava a cabeça dela e passava a mão no cabelo liso preto dela. Em certos momentos me olhava e numa tirou a boca do meu pau e enquanto batia uma um pouco falou "Tá gozando, gato? Porque eu tô, e se não fosse porque quero que me coma, fazia você gozar na minha boquinha". Isso foi um incentivo e montei nela na hora, mas testando uma tática que um amigo me contou: primeiro penetrei ela e já na primeira metida fiz ela gozar, e senti de perto que aquela buceta tava no ponto. Depois de umas metidas deliciosas, passei pra tática recomendada por um amigo, que dizia que se eu metesse e tirasse a cabeça do pau bem rápido, ia fazer ela gozar muito. Então comecei a fazer isso e ela começou a gemer e gritar que nem uma louca. "Mais, Pablo, mais, não cansa, continua me dando, vai" ela gritou. Eu continuei, mas depois de um minuto no piloto automático, levantei as pernas dela e as Encosta no meu peito pra continuar fazendo, cada vez mais rápido, porque, sinceramente, eu já tava cansando um pouco, mas a excitação dela era o suficiente pra eu me esforçar mais. Num momento, ela disse: "Aaaaah, tô chegando, mas quero gozar contigo, abre minhas pernas e goza comigo, quero sentir seu leitinhooo" e essa foi a ordem que eu tava esperando... "Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii vou te fazer gozar pra caralho... me faz gozar, louca" eu falei, e abri as pernas dela e comecei a meter cada vez mais forte, sentindo os gemidos dela e gemendo também, cada vez mais alto, cada vez mais gostoso, até que num momento, falei bem no ouvido dela "tô gozando, faz eu gozar como nunca" e ela me agarrou pela bunda, me apertou contra ela e fez a gente gozar juntinho, de um jeito lindo, enchi ela de leite, até escorreu da buceta dela... os dois suados, de frente um pro outro, com o coração batendo a mil, sei lá, foi uma festa!
Depois de um tempo deitados no sofá olhando pro ventilador, a gente conversou e combinou que ia levar numa boa entre nós, mas se quiséssemos ficar com outras pessoas, tudo bem, e que não agiríamos feito idiotas, que a vida era pra ser vivida e pronto, tinha que fazer. Mas a gente ficou várias vezes, ela me chupava como uma deusa e eu não queria perder aquilo por nada... Além disso, era amiga, e todo mundo sabe que namorados vão e amigas ficam...
Que frase essa do final, hein? 😉 Hahaha... Abraços.
Conhecia a Ale há quinze anos. A gente se conheceu na escola, fizemos o ensino fundamental juntos e parte do ensino médio também, fomos amigos a vida inteira e ela sempre foi tipo "minha irmã". No verão em que você passa do ensino médio pra faculdade, com um grupo de amigos decidimos ir pra um balneário em Rocha. Ela também foi com as amigas dela pro mesmo balneário, o que fez a gente compartilhar muito daquele verão. Eu, particularmente, tava afim de uma mina da turma dela, que se chamava Maite, e outro dia vou contar uma história com ela. Enfim, a Ale eu amava demais, achava ela uma mina que tava em tudo e que eu sempre podia confiar. Naquele ano que tinha passado, eu tava passando por um monte de mudanças, algumas típicas da adolescência e outras que vinham, suponho, da separação dos meus pais, e bom, meti muitas horas de terapia pra entender que muitas vezes a gente não pode controlar tudo e que as coisas às vezes não são excludentes. Então, cheio de vida por causa de uma nova postura diante disso, decidi aproveitar muito aquele verão.
Nos primeiros dias do verão, conheci muito mais a Maite: ela era muito gostosa, um corpo bem estilizado, mas era bem tímida. Bastava olhar pra ela pra dizer que era uma mina tímida, e tudo bem, mas era verão e eu não queria uma história de amor, só queria me divertir. Maite às vezes me enchia o saco e me dava um gelo, dizendo que eu era um gato mas que tava pra qualquer uma, e eu tentava explicar que talvez não fosse qualquer uma, mas que eu pensava diferente, e que assim como eu respeitava ela, queria que ela me respeitasse. Sabia que tinha química entre a gente, mas isso não bastava. Então, já nas baladas, tinha ficado com umas gatinhas, mas a verdade é que não foi nada demais. Uma dessas noites, cruzei com a Ale e a gente ficou bebendo e se divertindo pra caralho, ela era uma gatinha atraente, mas não dessas que se destacam, mas era a magra, alta, com uns peitos pequenos e uma raba interessante. Naquele dia, não sei se era o álcool ou outra coisa, mas eu vi ela e senti algo a mais do que o normal, mas preferi guardar pra mim e continuei bebendo, dançando e morrendo de rir com ela. Quando voltamos, acompanhei ela até a casa, e ela me disse pra irmos à praia tomar café com frutas lá. A proposta foi bem interessante porque o dia estava ensolarado e valia a pena o esforço. Fui até a casa onde estava hospedado, vesti minha bermuda e fomos pra praia só nós dois. Naquela manhã na praia, me senti especialmente à vontade com ela, e além de tudo, ela estava bem gostosa naquele momento. Tinha coisas particularmente chamativas no jeito dela, compartilhávamos o mesmo senso de humor, e, além disso, a raba cada vez parecia melhor hehe... Tinha algo no ar.
Lá pelo meio da manhã, o sol tava explodindo e decidimos voltar pra casa dela. Quando chegamos, tinha um bilhete das amigas dela dizendo que tinham ido comprar coisas na fronteira e que voltariam à tarde. Então falei pra gente comer com os caras, mas ela disse que não tava a fim e que me convidava pra almoçar, que ela mesma cozinhava. "Fechou, claro! Ajudo em alguma coisa?" falei, e ela pediu se eu podia fazer uma massagem nela, porque as costas tavam doendo pra caralho. "Pra quê?" pensei por dentro, isso é sinal de que pode rolar algo, e eu não tava muito seguro de querer fazer, porque era uma amiga, mas tentei lembrar daquelas sábias palavras da terapia: "Nada é exclusivo" e então... vamos fazer a massagem. Comecei a massagear, mas achei mais confortável fazer no sofá enquanto a água fervia. Fomos pro sofá, ela se deitou, e eu tinha ela toda esticada ali, com um conjuntinho marrom bem interessante na minha frente. Devagar, comecei a sentir a ereção, e tá, era óbvio, e não ia me incomodar de mostrar ela hehehehe. Enquanto massageava, a gente conversava e ela me contava que tava doendo pra caramba. e que minhas mãos estavam bem boas, coisa que a cada vez mais me garantia algo (bem típico de homem que quando te mandam um "oi, tudo bem?" você acha que aquela gostosa quer alguma coisa). Então sugeri que ela se sentasse no sofá e comecei a massageá-la cada vez mais, tocando desde a parte baixa das costas e subindo aos poucos, até massagear os ombros e ir descendo devagar. Fiz ela se reclinar para mim, dizendo baixinho "fica à vontade, isso vai te agradar" e assim que ela se apoiou em mim, deve ter sentido minha ereção. Depois, comecei a tocar de leve o peito dela, e fui descendo até os peitinhos que ela tinha. Eram pequenos, mas nem fodendo estavam caídos, então comecei a acariciá-los suavemente, puxando a parte de cima do conjuntinho e percebi que ela estava gostando. Quando vi que o caminho estava todo livre, comecei a tocar por baixo e falei "Que delícia" e ela respondeu "Mais gostosas são suas mãos..." E aí demos um beijo bem longo, ela de costas para mim e eu enquanto tocava os peitinhos gostosos que ela tinha. De repente, ela ficou na minha frente e disse que queria transar, mas sem que isso significasse outra coisa além de transar, porque não queria namorar, porque não sabia o que estava acontecendo com ela, e eu parei e falei: "Ale, tá, a gente curte e depois vê o que rola, tá tudo bem e é algo que eu adoraria que acontecesse" e aí dei outro beijo bem loooongo no qual senti a vontade que ela tinha de mim, foi um dos beijos mais gostosos da minha vida, uns lábios, um jeito de mexer a língua, ela sabia bem o que queria. Enquanto dava outros beijos, desci com a mão pela barriguinha dela e fui ver como estava aquela buceta... E estava deliciosa. Bem molhadinha, bem divina, bem grande. Ela começou a gemer baixinho quando comecei a tocar o clitóris dela, e não era pra menos, porque comecei a estimular com muita vontade, bem devagar, para ir acelerando aos poucos e fazendo ela gozar. Ela me pediu que eu parasse e pediu pra eu chupar ela, e eu, que pra ser sincero sou meio fresco com essas coisas, perguntei qual era o estado dela. Ela disse que a única pessoa com quem tinha ficado era o ex-namorado de anos atrás e que fazia exames de HIV regularmente e que estava limpinha. Ela me perguntou a mesma coisa, e eu respondi que meu último exame deu bem e que depois disso não fiquei com mais ninguém (Ó, SE CUIDEM, NÃO SEJAM OTÁRIOS!), ao mesmo tempo sabia que ela tomava pílula então tava na festa... Aí depois disso, em vez de chupar ela, ela desabotoou minha bermuda e tirou meu pau que tava bem duro, bem mas bem duro. Ela me deu uns beijos no peito, e desceu pra chupar ele. Não consigo descrever direito aquela mamada: começou devagar chupando a cabecinha, na hora puxou um pouco da pele, e começou a chupar bem forte. Assim de uma vez. Nada de devagar, começou a chupar num ritmo normal e foi acelerando cada vez mais. Enquanto chupava, tinha os olhinhos fechados, e dava pra ver que tava gostando, e eu acariciava a cabeça dela e passava a mão no cabelo liso preto dela. Em certos momentos me olhava e numa tirou a boca do meu pau e enquanto batia uma um pouco falou "Tá gozando, gato? Porque eu tô, e se não fosse porque quero que me coma, fazia você gozar na minha boquinha". Isso foi um incentivo e montei nela na hora, mas testando uma tática que um amigo me contou: primeiro penetrei ela e já na primeira metida fiz ela gozar, e senti de perto que aquela buceta tava no ponto. Depois de umas metidas deliciosas, passei pra tática recomendada por um amigo, que dizia que se eu metesse e tirasse a cabeça do pau bem rápido, ia fazer ela gozar muito. Então comecei a fazer isso e ela começou a gemer e gritar que nem uma louca. "Mais, Pablo, mais, não cansa, continua me dando, vai" ela gritou. Eu continuei, mas depois de um minuto no piloto automático, levantei as pernas dela e as Encosta no meu peito pra continuar fazendo, cada vez mais rápido, porque, sinceramente, eu já tava cansando um pouco, mas a excitação dela era o suficiente pra eu me esforçar mais. Num momento, ela disse: "Aaaaah, tô chegando, mas quero gozar contigo, abre minhas pernas e goza comigo, quero sentir seu leitinhooo" e essa foi a ordem que eu tava esperando... "Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii vou te fazer gozar pra caralho... me faz gozar, louca" eu falei, e abri as pernas dela e comecei a meter cada vez mais forte, sentindo os gemidos dela e gemendo também, cada vez mais alto, cada vez mais gostoso, até que num momento, falei bem no ouvido dela "tô gozando, faz eu gozar como nunca" e ela me agarrou pela bunda, me apertou contra ela e fez a gente gozar juntinho, de um jeito lindo, enchi ela de leite, até escorreu da buceta dela... os dois suados, de frente um pro outro, com o coração batendo a mil, sei lá, foi uma festa!
Depois de um tempo deitados no sofá olhando pro ventilador, a gente conversou e combinou que ia levar numa boa entre nós, mas se quiséssemos ficar com outras pessoas, tudo bem, e que não agiríamos feito idiotas, que a vida era pra ser vivida e pronto, tinha que fazer. Mas a gente ficou várias vezes, ela me chupava como uma deusa e eu não queria perder aquilo por nada... Além disso, era amiga, e todo mundo sabe que namorados vão e amigas ficam...
Que frase essa do final, hein? 😉 Hahaha... Abraços.
11 comentários - Minhas histórias. Capítulo II: as amigas são sempre gosto
exelente historia amigo, gracias por compartir.
Gracias por los comentarios. Recién tengo 2 posts, y escribo por placer... Y puede ser que divague. Pero ta, me gustan mis divagues... Igual voy a tratar de escribir mejor. Saludos!
p.d. chido esta bueno? o no?
Muy formal el vocabulario??? Auch! Bueno, voy a tratar de corregir eso... al menos me gusto mucho que te calentaras jeje... besos!
Estaría q separes los párrafos para hacer la lectura más fácil. 🙄