Asi seduje a mi padre....

Este relato conta o drama de uma família prestes a se desintegrar por causa de um divórcio, e como a filha ultrapassa os limites da decência e do comportamento aceito pela sociedade, seduzindo o próprio pai e mantendo um relacionamento com ele para que o lar não se desmanche. Não é um conto nem fantasia, é um caso real; por isso, não tem nomes, lugares, idades ou qualquer outro dado irrelevante; o relato é um pouco longo, mas não deixa de ser interessante em nenhum momento, vale a pena dedicar um tempo para ler com atenção sem pular nenhuma linha. (Tem erros de ortografia que devem ser desculpados)

Papai trabalha administrando umas grandes lojas de ferragens, o que faz ele se ausentar por mais de 15 dias toda vez que viaja para um estado vizinho, onde tem uma filial. A relação dele com a mamãe já não era boa, brigavam com frequência, eu ouvia atrás da porta do meu quarto. Diferente do que acontecia com ela, o tratamento dele comigo era muito bom, a gente brincava, ria, mas ele nunca quis me explicar por que tinham problemas. Eu era a única filha do meu pai, por isso ele me mimava muito. Tenho dois irmãos mais velhos, ambos homens, frutos do primeiro casamento da mamãe com um homem que a abandonou com dois filhos para ir trabalhar nos Estados Unidos. Ela nunca mais soube dele e teve que trabalhar para sustentá-los. Depois de um tempo, o mais velho decidiu ir para o outro lado também, e por lá formou a família dele. Meu outro irmão, por falta de pai, se tornou um vagabundo, acho que se drogava. Um dia ele assaltou um cara com uma navalha e o feriu, foi preso e está na cadeia cumprindo pena por lesão corporal.

Papai voltou de uma dessas viagens, mudado. Ele conversou com minha mãe e pediu o divórcio. Ela, histérica, perguntou se tinha outra mulher, ele não respondeu. Começaram a discutir feio, minha mãe chorava, disse que os filhos dela estavam mal por não terem tido pai, e que se era isso que me esperava também. Ele respondeu que não, que continuaria cuidando da minha educação e de Meus gastos, "isso não é suficiente", disse a mamãe "o que ela precisa é de um pai, não do dinheiro dele"…. No meio da discussão ela perguntou como era a outra, ele não queria responder, mamãe disse "é jovem, né?" ficou pressionando ele aos gritos, até que, cansado, ele disse que sim, que era muito jovem e gostosa; minha mãe não tinha sido bem tratada pelos anos, o trabalho e as preocupações tinham acabado com ela muito rápido, ela nunca conseguiria competir com aquela rival, furiosa disse "não é justo, depois de te dar tantos anos da minha vida, agora você vai embora atrás da primeira novinha que aparece"…eu tinha ouvido tudo e sabia que era um problema grave, assim os dias passaram, as coisas cada vez piores em casa…o negócio é que minha mãe continuava profundamente apaixonada pelo meu pai e não aguentava pensar em divórcio….menos agora que estava esperando a cegonha pela quarta vez…já estava com um mês de gravidez.

Nos dias seguintes tudo piorou, mamãe tinha parado de comer, papai não conseguiu convencê-la a comer, eu estava muito preocupada, não sabia o que fazer, numa sexta-feira voltava da aula imersa nos meus pensamentos, quando ao passar por uma construção, uns caras que trabalhavam lá começaram a me cantar, "gostosa, você tá na idade de merecer…e me merece", "olha só que bucetinha, por que a gente não coloca uma pimentinha nela?"…vi eles se aproximando de mim, e parei assustada, o mais próximo me disse, "não se faz de difícil, você tá pedindo aos berros… entra aqui, vai gostar" saí de lá andando bem rápido; ao chegar em casa, encontrei minha mãe toda destruída, desfeita em lágrimas e pra piorar tinha bebido demais, o que era muito perigoso dado o estado de gravidez dela, como pude ajudei ela a ir pro quarto e deitei ela pra dormir, o que não deve ter demorado mais de 2 ou 3 minutos…Fiquei na sala pensando no que poderia fazer pra ajudá-los e decidi falar com meu pai quando ele voltasse do trabalho.

Eram umas 7 da noite, papai chegaria tipo Em uma hora, tentei jantar alguma coisa, mas a verdade é que não tava com apetite, a TV me deixava louca, então resolvi tomar um banho pra relaxar... entrei no banheiro, tirei o uniforme da escola e me preparei pra entrar no chuveiro quando reparei na imagem que via no espelho... meu corpo tava completamente exposto... lembrei das putarias que ouvi da boca dos pedreiros quando passei na obra aquela tarde, agora sozinha comecei a me observar com cuidado, minha pele tinha um tom rosado bem saudável, meus peitos eram pequenos mas perfeitos e bem firmes, meus seios pareciam rosados, já que sou de pele clara, bem brilhantes, os bicos ficavam duros e pontudos com muita facilidade... notei que minha cintura tava cada vez mais fina e meus quadris meio marcados, minha barriga era lisa e meu umbigo pequeno e chamativo, minha bunda era bem formadinha, cheinha, minhas nádegas eram bem durinhas; comparando com elas, minhas pernas compridas pareciam um pouco finas, mas isso ajudava minha bucetinha a parecer tremendamente empinada, o que me enchia de vaidade, a ponto de mais de uma vez minha mãe ter me dado sermão por ficar muito provocante sabendo que ia parecer mais gostosa e me mandava ficar reta... nem ela nem eu jamais desconfiamos que dessa sensualidade teríamos que depender pra nossa própria família não se desmanchar.

Olhando meu corpo, percebi que se aqueles caras da obra me acharam tão apetitosa com o uniforme chato da escola, bem arrumadinha com certeza seria um delicioso petisco pra qualquer homem, mas, claramente, tinha algo que tirava o charme daquele corpinho delicado e miúdo do espelho, um pouco de pelo fino na frente da minha buceta, que embora nunca tivesse me incomodado, naquele momento fazia um contraste que não me agradava, então peguei o creme de barbear e a navalha e me depilei, fiz em formato de coração, mas o pelo não era o suficiente pra que desse pra notar aquela forma e acabei tirando ele completamente, no final o resultado era incrível e depois do banho eu realmente me sentia limpa e fresca, dizem que a solidão é má conselheira, e foi nesse momento que uma ideia louca passou pela minha cabeça, horrorizada eu recusei na hora, mas lembrei do problema grave que tinha em casa e do futuro incerto que esperava a mamãe, eu, e o irmãozinho que vinha e aí já não me pareceu tão má ideia, me olhei no espelho e pensei em me arrumar e me maquiar bem pra receber o papai, mas pensei que ele podia me dar um sermão, eu queria me ver irresistível, mas sem ser muito óbvia, já que não sabia qual reação ele poderia ter, faltavam uns quinze minutos pro papai chegar, coloquei uma calcinha e escolhi uma saia jeans larga mas curta e um topzinho; meu cabelo ainda tava molhado, então decidi deixar solto, me perfumei delicadamente atrás das orelhas… com aqueles preparativos e mil pensamentos rodando na minha mente, eu tinha começado a ficar inquieta, nervosa, estranha… não sabia o que ia rolar, mas sabia muito bem o que eu queria… seduzir meu próprio pai, pra ele reconsiderar, pra ele não ir embora, tava disposta a tudo… até a ser mulher dele se precisasse, ele tava apaixonado por uma mulher bonita e jovem… e olha que eu era, sentindo que eu podia competir com aquela tipa, percebi que aquela ideia já não me assustava, me assustava mais o fato de me sentir assim… tava começando a ficar excitada, era uma loucura.

Quando papai abriu a porta eu tava vendo TV como se tivesse despreocupada, tinha separado as pernas sutilmente, só o necessário pra ele poder olhar de canto de olho por baixo da minha saia, ele não sabia que eu conseguia ver o reflexo do rosto dele na tela da televisão, notei que o olhar dele descobriu na hora aquela visão gostosa, percebi o olhar fixo e bem insistente dele, mostrando que o que ele conseguiu ver devia ser muito Tentador pra ele, eu não tinha uma tanga ou fio dental, porque minha mãe ainda não deixava, mas tinha colocado uma calcinha pequenininha rosa claro, de tecido bem fininho que grudava no corpo. Ele, se certificando de que eu tava vidrada naquele programa, e achando que eu não tava percebendo, me olhou à vontade...

Quando tive certeza de que ele tinha parado de olhar, reagi com alegria, como se tivesse acabado de notar a presença dele. Fui até ele e abracei, ficando na ponta dos pés, beijando a bochecha dele, mas colando meu corpo todo no dele e fazendo questão de que ele sentisse o perfume no meu pescoço e nas orelhas. Senti ele inspirar fundo meu cheiro e notei no meu ventre a pressão do pau dele, tava meio duro. Naquele momento, soube que tava ganhando, que aquela ereção era fruto do show que eu tinha dado e decidi botar mais lenha na fogueira. Não recuei nem um pouco e fingi que ia chorar, enquanto dizia que a mamãe não tava bem, que tinha chorado por causa da discussão que tiveram e que já tinha dormido. Decidi não mencionar a bebedeira dela, porque naquela hora o que menos queria era que ele pensasse nela. Não queria que nada distraísse ele do que eu pudesse fazer. Precisava que ele ocupasse todos os sentidos no que tava bem na frente do nariz dele... ou seja, eu.

Papai disse pra eu não me preocupar... a gente continuava abraçado... senti a ponta do pau dele pressionando direto no meu púbis recém-depilado, e as mãos dele, que no começo estavam nas minhas costas, deslizaram por toda a minha cintura e pararam quase nos meus quadris. Tenho certeza de que naquele momento ele descobriu uma mudança em mim que talvez antes não tivesse notado... sei que agradei ele... as mãos grandes e ásperas dele me apertavam com força e eu podia sentir que me colavam mais contra o corpo dele. Não sei quanto tempo a gente ficou assim...

Fingi que tava melhor e falei pra ele se lavar e sentar à mesa, que ia fazer um jantar pra ele. Ele fez isso. Então comecei a lavar as mãos... Eu fiquei de costas pra ele, dava pra sentir ele me devorando com os olhos, e eu sabia exatamente onde ele tava mirando naquele momento. Me sentia… feliz, tava conseguindo… meu próprio pai tava me… contemplando e se sentindo confuso, excitado, desejando eu naquela hora. Então eu levantei a raba o máximo que pude, a saia era bem curta e acho que ele conseguia ver minha calcinha da posição dele, mas pra ter certeza fui até a geladeira, me inclinando de um jeito sensual, mas com muita sutileza, e comecei a pegar o que precisava pra fazer uns sanduíches pra ele. Eu sabia exatamente onde cada coisa tava, mas fingi que não achava a maionese, só pra prolongar aquela situação o máximo possível. Agora sim, tava mostrando tudo… tudo que eu podia ser pra ele… se ele se decidisse.

Mais tarde, enquanto meu pai jantava, fui no quarto da minha mãe pra ter certeza de que ela tava dormindo. Foi uma surpresa danada quando percebi que ela subia na cama às pressas… não dava pra saber o que ela tinha feito, ou se tinha visto o que rolou lá fora. Com medo, perguntei se ela tava acordada há muito tempo, e ela respondeu que não. Disse que sem querer quase caiu da cama quando virou, e que só tinha levantado pra ligar o ventilador de teto, que tava tentada a sair do quarto pra servir a janta, mas que com uma olhada rápida percebeu que eu já tinha servido o pai. E aí ela disse algo que nunca vou esquecer… "Obrigada, filha, por me ajudar nesses momentos difíceis. Você tá indo muito bem, agradeço de toda a alma… você não sabe o quanto"… Na hora ela começou a chorar e deitou de novo pra dormir. Nunca soube ao que ela se referia, talvez fosse só por eu ter ajudado com a janta, mas na boca dela soou tão… estranho. Talvez fosse por causa da bebida… sei lá… Decidi sair, me certificando de fechar a porta dela bem firme, só por precaução, com o ótimo pretexto de que não era bom meu pai ver ela naquele estado… Ela disse: "Obrigada". Filha, tranca a porta se quiser e não se preocupa mais, tudo que eu quero é dormir" — essas palavras ecoaram na minha mente e quase soaram como cumplicidade e consentimento. Fiz como ele mandou e voltei pro papai.

Ele tinha terminado de jantar, percebi que não demoraria pra levantar da cadeira, e me apressei pra sentar de lado no colo dele. Dessa vez ele não me envolveu com os braços, como se não ousasse, levantou as mãos enquanto eu me acomodava, mas ficou ali, na expectativa. Senti que estava perdendo terreno, então aproximei meu rosto do dele e, falando bem baixinho, quase sussurrando, disse que sabia que ele tinha problemas com a mamãe, e que se eu pudesse ajudar em alguma coisa, faria com maior prazer. Quando falei isso, ele olhou fixo nos meus olhos, no olhar dele tinha muita confusão, malícia, incredulidade... e muito, muito desejo. Sustentei o olhar dele e falei: "o que você precisar, pussy... o que você precisar". Papai, nervoso, me disse que era muito tarde e que eu já devia ir dormir. Decidi que era melhor dar um tempo pra ele organizar as ideias e, quem sabe, criar coragem. Dei um beijo de boa noite e saí rebolando sensual, mas discreta, com minha bundinha pequena.

Já no meu quarto, coloquei uma roupa de dormir, uma camisolinha de algodão um pouco acima dos joelhos, e me deitei na cama. Me sentia tensa. Papai tinha decidido dormir no sofá da sala depois de descobrir que a mamãe estava trancada. Deve ter passado uns trinta minutos, eu ainda pensava no que estava fazendo, não sabia se tinha conseguido despertar o interesse dele por mim ou só excitado ele. Foi quando ouvi uns passos indecisos, lentos, e alguém batendo bem de leve na minha porta. Sabia quem era. Puxei a camisola só o suficiente pra aparecer o triângulo da calcinha e abaixei uma alça pra ele ver o começo do meu peito, quase até o mamilo. Indiquei pra ele entrar, e ele parou na porta, acendeu a luz — coisa que nunca tinha feito antes quando aparecia. Meu quarto pra me dar boa noite, perguntou se eu precisava de algo, não parava de me olhar, eu disse que tava tudo bem, ele falou que achou ter me ouvido gritar, o que era mentira, e que por isso veio pensando que eu tava tendo um pesadelo… a voz dele saía rouca, como um lamento, como um pedido, com o olhar ele me percorreu dos pés à cabeça bem devagar, continuava parado imóvel, não entrava, não saía, estendi os braços pra ele se aproximar e ele veio até mim… e me deu um beijo na testa bem forte, não era o que eu esperava, mas com a mão ele me acariciou na região das costelas, bem debaixo do peito que eu quase tinha descoberto, pude sentir que com o movimento da mão ele puxava o pano disfarçadamente pra baixo, tentando liberar meu peito por completo, coisa que não conseguiu, mas era óbvio que tava morrendo de vontade de acariciar ele, me disse boa noite e foi embora… e eu soube que aquele homem… meu pai… já tinha reparado em mim… era meu.

Não sei como consegui dormir, já era tarde quando o sono me venceu; na manhã seguinte acordei umas dez da manhã, minha mãe já tava de pé, tinha preparado café da manhã pra mim e pro meu pai, tava arrumada, era óbvio que ia sair, perguntei e ela disse que ia passar uns oito dias na casa da vó porque não era bom ficar com raiva na gravidez dela, que tinha deixado um bilhete pro papai, e que confiava que esses dias que ela ia ficar fora iam servir pra as coisas melhorarem em casa… não parecia chateada; senti pena e um pouco de dó dela, apesar de ter se arrumado e tomado banho, o corpo dela era gordo e meio feio, a pele meio áspera por falta de cuidado e o rosto não ajudava em nada, parecia uns dez anos mais velha do que era… me sentia mal por julgar ela, era minha mãe, mas tinha que admitir que devia ser desagradável pro papai ter que ficar na intimidade com ela… essa era a verdade, no entanto, eu amava ela por ser minha mãe e por ela também faria de tudo. manter ao seu lado o homem que ela amava, custasse o que custasse… mamãe me deu um beijo e um abraço forte e disse "filha, vou ficar uns dias fora, mas vou tranquila, porque sei que você já é uma mocinha responsável, e confio que você vai saber o que fazer. Espero que quando eu voltar as coisas em casa estejam bem, deixo a casa nas suas mãos… com tudo o que tem nela"… e piscou um olho; antes de entrar no táxi, virou e disse pra eu ficar tranquila, e que um dia antes de voltar me avisaria por telefone; tudo aquilo me fazia pensar que minha mãe sabia o que estava rolando, e que de alguma forma estava resignada a permitir se aquilo servisse pra manter a família unida, senti que ela se ausentava com o único propósito de eu poder ficar a sós com papai pra seduzi-lo… ou pelo menos foi o que quis acreditar…

Entrei rapidamente e encontrei papai, que fingiu acordar naquele momento, no rosto dele dava pra ver alegria, era óbvio que tinha ouvido tudo. Chamei ele pra tomar café e, ao ler o bilhete de mamãe, ele fingiu ficar chateado com a notícia… o que eu aproveitei pra me aproximar e dar um abraço de consolo, cuidando pra colocar meus peitinhos bem perto dos lábios dele e, acariciando o cabelo dele, busquei fazer com que ele afundasse o rosto neles, enquanto dizia que era melhor os dois se distraírem um pouco. Ele estava sentado na cadeira dele e eu de pé ao lado, meus mamilos já começavam a endurecer com o contato do rosto áspero dele, sem barbear, e com a respiração dele, acho que ele podia sentir. Fiquei tentada a soltar meus seios ali mesmo e sabia de antemão que ele se jogaria como um bicho no cio pra provar e chupar eles, mas pensei que a gente tinha mais de uma semana pra ficar sozinhos, mamãe tinha saído há uns 5 minutos e não precisava me apressar, tinha que me garantir de me enfiar até o fundo dos desejos do meu pai pra tudo dar certo…

então a gente tomou café, e durante a conversa sugeri que ele desse uma volta, já que era sábado e ele não precisava ir trabalhar. trabalhar, ele recusou dizendo que não estava com humor pra isso, mas acho que a verdade era que ele queria ficar perto de mim. Eu queria ele fora por um tempo pra preparar algo e recebê-lo como na noite anterior, não sabia como, mas já pensaria em algo. Pra convencê-lo, falei que podia acompanhá-lo, já que também não tinha que ir pra aula, embora não tivesse muita intenção de fazer isso. Mas ao dizer isso, notei que o rosto dele se iluminou e ele disse que seria maravilhoso, então caí na minha própria armadilha. Combinamos de nos arrumar depois do café da manhã...

Mais tarde, já banhada, escolhi roupas pouco sugestivas, já que não queria chamar muita atenção na rua com o papai. Ele já estava pronto. Quando me viu sair do banheiro com uma calça larga e uma blusa folgada, ele reclamou dizendo que eu já era uma mocinha e que devia me vestir como tal. Então respondi que a maioria das minhas roupas era assim, exceto algumas peças. Ele disse que me ajudaria a escolher algo mais apropriado pra minha idade e me fez acompanhá-lo até meu próprio quarto. Me senti um pouco estranha ao ficar perto dele enquanto ele revirava minhas roupas. Pra minha surpresa, ele escolheu a mesma saia que eu tinha usado na noite anterior. Sorri satisfeita, era inegável que eu tinha agradado ele com aquela. E uma blusinha de ombros descobertos que, particularmente, eu não gostava muito, mas refleti que se tratava de agradar ele, então aceitei. Depois, ele foi direto pra gaveta onde estava minha roupa íntima, o que me fez supor que talvez não fosse a primeira vez que ele fazia isso. Ele me olhou e disse: "Você não se importa?" Eu falei: "Não, papai, tá tudo bem, você sempre teve bom gosto." Então ele começou a explorar. Eu sentia que ele estava curtindo aquilo. Ele desdobrava as peças que chamavam a atenção dele e as sentia como se quisesse encontrar a mais delicada. Eu não sabia exatamente o que sentir. Estava ali de pé, junto do meu pai e da gaveta de roupas, esperando ele escolher a calcinha que queria que eu vestisse. Depois de um tempo... Um minuto depois, ela me estendeu uma e disse: "Acho que essa vai servir, mas parece que você precisa de mais roupas urgentemente... então, filha, vamos fazer compras se você quiser". Aceitei animada, e ela disse que ia sair para eu poder me trocar, fechando a porta atrás de si. Ela tinha me dado uma calcinha branca com um detalhe de florzinhas na frente, mas não me deu um sutiã. Achei que ela não queria que eu usasse. Coloquei tudo e avisei que ela podia voltar. Ela esperava e entrou apressada. Eu tinha puxado a saia um pouco mais pra cima do normal pra parecer mais curta. Ela me olhou e disse: "Você está linda, mas esses tênis estão estranhando... que tal seus saltos?" Eu respondi: "Sério, você vai me deixar usar? ... Mamãe não deixa eu usar eles a não ser em ocasiões especiais..." Ela respondeu: "Hoje é especial... e você é muito especial... filha... usa eles, por favor."

Pedi pra ela pegar os sapatos pra mim. Sentei na cama, cruzei as pernas com sensualidade e comecei a calçá-los devagar. Fingi dificuldade pra fechar as fivelas, e ela se apressou em se oferecer, dizendo: "Deixa eu te ajudar com isso." Ela se ajoelhou na minha frente e esperou eu dar permissão. Ela vasculhou meus olhos tentando encontrar algum sinal de desgosto ou rejeição da minha parte... Eu sorri... Era uma oportunidade perfeita pra seduzi-la, então falei: "Valeu, pussy... não sei o que faria sem você"... E aí descruzei as pernas na frente dela, plantei os pés firmemente no chão com os joelhos separados uns 15 centímetros e fiquei sentada. Ela olhou enlouquecida para minhas coxas e minha virilha. Lá estava a calcinha que ela tinha escolhido, a menos de meio metro do rosto dela. Curvei as costas pra trás, levantei os braços e comecei a prender meu cabelo olhando pro teto. Ela teve que decidir entre enfiar o nariz em mim ou fechar meus sapatos. Depois de uma eternidade, ela finalmente fechou meus saltos e se levantou, dizendo: "Pronto, já está. Podemos ir quando você quiser."

Me senti muito cheia de vaidade. Eu estava se transformando em mais que sua filha… agora era sua deusa…

Saímos na frente de casa, estava muito vento e eu tinha que segurar minha saia pra não levantar, papai notou mas não disse nada, enquanto ele trancava a porta, eu olhei ao redor, eram muitos vizinhos naquela hora nas suas varandas lendo jornal, outros regando suas plantas, todos homens, sentia os olhares deles em mim, me percorrendo, vi mais de um se tocando no pau, papai deu uma olhada e começamos a andar, eu fiquei um pouco pra trás, porque tava difícil andar já que os saltos eram altos pra mim e eu não tinha prática com eles, papai percebeu e me esperou, então me envolveu a cintura enquanto me indicava que nosso carro tava a meia quadra, me levou assim apertada… sentia que eu parecia muito puta com essa saia curta e salto alto; mas não era qualquer puta… era a puta do meu pai, e comecei a gostar, soltei minha saia, e excitada deixei o vento fazer o que queria, via caras de boca aberta… não sei se meu pai tava orgulhoso ou com ciúmes, ele abriu a porta pra mim, mas não se afastou nem um pouco, passei pelo pequeno espaço que ele deixou, roçando no pau dele inchado… primeiro com uma mão, depois com a bunda… devagar.

Já dentro do carro, me acomodei encostada na porta e tentando encostar meus joelhos na alavanca de câmbio, papai entrou pelo outro lado e percebeu o presente que eu tava dando, mas mesmo assim não aproveitou, e só ficou olhando de canto as minhas coxas disfarçadamente o caminho todo…

Papai me levou a um shopping, lá a gente ficou andando por várias lojas de departamento escolhendo roupa, ele me ajudou a escolher… ou melhor, escolheu por mim, percebi que ele tava comprando só roupa provocante pra mim, mini saias e mini shorts de cintura bem bem curtinhos, blusinhas decotadas de tecido semi transparente, de lycra ou sem alça, outras tipo tomara que caia, até me levou na área de lingerie e me ajudou escolher roupa de dormir, um roupão de seda acetinada azul céu muito lindo, não parou por aí, e me selecionou também muita roupa íntima, calcinhas das mais finas, delicadas e minúsculas que eu nem imaginava que existiam; pela ousadia daquelas peças, a maioria era como para garotinhas um pouco mais velhas que eu, mas eu estava fascinada… embora talvez depois tivesse que dar um jeito de explicar pra minha mãe...

meu pai revirava as prateleiras enquanto eu experimentava tudo que ele me dava, saía do provador com a roupa, perguntava como estava em mim, dava uma voltinha na frente dele, andava toda gostosa, enfim, passamos um tempo do caralho, assim continuamos procurando, até que, numa das tantas lojas, ele se deparou com uma peça que o deixou perplexo: era uma minissaia de renda preta, super justa, com um cinto delicado de pedrarias rosa com aplicações de lantejoulas, no manequim parecia incrível, mas era ousada demais. ele me olhou, se perguntando se eu teria coragem de usar, eu o abracei safada enquanto dizia: "compra pra mim, pussy, vai, por favor, sim?" ele aceitou todo animado, escolhemos em dois tamanhos diferentes e entrei no provador, a sensação era sensacional, era muito fina, o roçar do tecido me excitava, a primeira ficou super pequena, a ponto de eu não conseguir me inclinar um pouco porque aparecia a calcinha, então coloquei a segunda, um pouco maior, saí andando devagar, papai ficou de boca aberta, disse que eu estava divina, me aproximei dele devagar, enrolei os braços no pescoço dele e dei um beijo, metade na bochecha e metade na boca, ele ficou perturbado com aquele gesto, voltei ao provador satisfeita com minha ousadia, e troquei as peças sem falar nada pro meu pai, entregando a menor pra ele pagar...

depois ele me levou pro setor de sapatos e escolhemos umas lindas sandálias de tiras bem finas em verniz preto sem calcanheira, tipo umas sandálias mas com salto 7, ainda mais altas que as que Naquele momento, achei que não ia conseguir andar com elas, mas falei bem convincente que se ele gostasse, eu tava toda feliz... contanto que ele me segurasse pra eu não dar um passo em falso. Nunca esperei que ele fosse dizer que ia comprar aquelas zapatilhas pra mim, mas que eu fosse usá-las na hora. Fiquei entre a cruz e a espada, mas não podia dizer não, porque com certeza ele precisou de muita coragem pra me pedir isso. Sem mais, não tive escolha e saí andando de lá com as zapatilhas mais altas que já usei na vida, me sentindo uma daquelas mulheres que dançam pros cavalheiros...

Depois, papai me levou ao cinema. Lá dentro, no escuro, enquanto assistíamos ao filme, ficamos abraçados feito namorados. Papai segurou minha mão e disse que tava vivendo o dia mais feliz da vida dele, e me beijou, igual eu tinha feito antes: metade na bochecha, metade na boca. Eu devolvi o beijo, mas dessa vez foi no pescoço dele. Senti ele tremer, apertou minha mão. Eu arrastei nossas mãos pra mim e coloquei as duas sobre minhas pernas, porque já fazia um tempão que ele ficava olhando pra elas sem parar. Depois, fui soltando a mão dele devagar, sem tentar tirar a dele de lá. Papai continuava olhando minhas pernas, paralisado, submisso, deixou eu esticar a mão dele mansamente. Quando finalmente tive a mão dele aberta sobre minhas coxas, tirei a minha e me aninhei no peito dele. Tava nervosa, não sabia mais o que fazer. Aí senti... papai tentou me acariciar, mas tava com muito medo, sentia a mão dele tremendo. Cada avanço leve da mão dele era seguido por uma pausa enorme, indeciso em fazer algo mais ousado, ele parou de vez. Aproximei minhas pernas mais pra ele, mas não conseguia fazer ele se atrever. Então comecei um movimento quase imperceptível com minhas pernas, esfregando uma na outra de leve. Ele avançou um pouco pra cima, eu continuei e ele avançou de novo. Com o braço dele, ele esfregava meus peitos. Com uma mão, eu envolvi aquele braço e puxei ele ainda mais pra perto. Pra que ele se sentisse seguro, com a outra mão eu acariciava o braço dele, até que devagarzinho ele foi passando a mão em cada centímetro da minha pele, desde os meus joelhos, até quase colocar a mão na minha minissaia. Esfreguei minha bochecha no peito dele pra indicar que podia continuar, que ele podia fazer o que quisesse comigo... que eu tava esperando por aquilo... e então ele se arriscou, me acariciando, apertando... me apalpando...

Quase não vimos o filme... quando ele acabou, antes das luzes acenderem, papai tirou a mão com cuidado, a gente levantou e foi pro estacionamento onde tinha deixado o carro. O destino quis que eu tivesse deixado a luz interna acesa por descuido, o que fez o carro não pegar. Eu me senti mal... foi culpa minha, mas meu pai disse que não importava, que não podia ficar bravo comigo. Falou que a gente pegaria um táxi e que ele voltaria no dia seguinte pra buscar o carro... A gente caminhou até a esquina, já era noite e com tanta gente era impossível achar um táxi livre, e não teve jeito senão pegar o metrô. Quando descemos as escadas, ouvi suspiros de admiração e uns assobios. Pedi pro meu pai carregar as sacolas de compras, e continuei andando enquanto me esforçava pra puxar minha saia pra baixo e cobrir as pernas, porque ela subia sozinha. Enquanto esperávamos, vários caras gritavam coisas tipo "ai, mamacita, que gostosa você já tá" — eram uns babacas da pior laia, que não ligavam pra presença do meu pai, ficavam olhando descaradamente pras minhas pernas. Tavam conseguindo me assustar. Alguém disse "coisinha linda, mas se já alcança o timbre"... O metrô tava chegando, então papai me avisou: "se prepara, já vamos subir, filha". Os babacas ouviram isso; a gente subiu apertado, e alguns daqueles arrombados começaram a falar "deixa passar meu sogrão"... "atrás, por favor, não vão machucar o sogro"...

O vagão tava lotado, a gente mal conseguiu entrar. Quando fui me enfiando no meio da galera, senti muitas mãos. que ficavam passando a mão na minha bunda sem permissão, mais de dez, acho. encontramos um espaço, o vagão tava andando, eu me segurei no tubo, sentia que todos me devoravam com o olhar, alguém cuspiu "são brancos"... tinha esquecido de puxar minha saia pra baixo, corada, quis fazer isso, então senti alguém se aproximar e colar em mim por trás, senti o pau dele duro entre minhas nádegas, esperei a reação do meu pai com aquele cara... esperei... mas não aconteceu nada, estranhei, procurei meu pai com os olhos e encontrei... bem atrás de mim... então um sentimento de excitação me invadiu de novo, lentamente passei o olhar por todo o lugar, olhando com desprezo pra todos aqueles caras, encarei eles nos olhos com desdém... me posicionei do jeito mais escandaloso que pude, levantando minha bunda e tensionando as pernas, empurrei um pouco pra trás... em direção ao pau do meu pai... os minutos passaram... não sei quantos... ninguém mais gritava putaria... agora calavam, estavam absortos, incrédulos, afrouxei um pouco os braços no tubo pra aproveitar o balanço do vagão... pobres coitados... aquela gostosinha já tinha malícia... e não era qualquer malícia... ficaram estupefatos... nos olhando com espanto, se olhavam entre si como se perguntando se aquilo era normal... claro que não, não era... era especial; me senti estimulada, o vai e vem nos fazia esfregar inevitavelmente... baixei o olhar e observei meus pezinhos e pernas finas, um pouco afastadas em saltos altos... podia ver os dois pés do papai aparecendo entre os meus, estávamos parados no mesmo espaço... contemplei a grossura das pernas do papai contrastando com as minhas... senti o papai empurrar um pouco e fiz um leve movimento de quadril, pra tentar encaixar melhor minha bunda nele... sentia ele grande, muito grande... naquele momento sabíamos que tínhamos passado do limite, que não tinha mais volta... era um caminho sem retorno... ao nos verem descer, aqueles caras já eram só um monte de perdedores, tentando encontrar uma explicação pra algo que não entendiam, outros Ficavam olhando fixamente pro volume do meu pai, e então percebi que ele tinha uma mancha enorme de umidade, super evidente, na calça.

Chegamos em casa umas nove da noite, sem falar, sem ter coragem de falar, entrando em casa, papai acendeu as luzes, suspirando, nós dois estávamos exaustos, tinha sido um dia longo, papai evitava a todo custo olhar nos meus olhos, falei que ia tomar um banho e depois pegar alguma coisa na geladeira pra nós dois, ele concordou sem me olhar, se acomodou na sala e ligou a TV, entrei no banheiro escondendo as sacolas com as roupas que a gente tinha comprado, acho que ele viu, mas fingiu que não, tirei a roupa e notei que minha calcinha tava molhada... muito molhada, tomei banho caprichosamente, coloquei uma calcinha nova, bem apertadinha e pequenininha com um lacinho charmoso na frente, que não cobria nem metade de cada bunda, escolhi uma blusinha curta bem leve de alcinha, que tinha fitas no peito pra amarrar, o que não fiz, e deixei ela aberta... e então peguei a saia de renda... fiquei olhando pra ela por um tempo... vesti, era terrivelmente pequena, mesmo descendo até o quadril continuava curta demais, me perfumei, ajustei o decote, passei uma sombra bem discreta nas pálpebras e passei brilho nos lábios, sem pintar, tava quase saindo, quando percebi que tava de chinelo, peguei as sapatilhas novas, limpei e calcei, dei uma olhada no espelho, me achei super gostosa, mas queria causar, então tirei a pulseira de ouro do pulso e coloquei no calcanhar e saí do banheiro...

Papai já não tava mais na sala, procurei ele com o olhar e encontrei no jardim dos fundos... tava sentado olhando pro céu, revendo o que aconteceu, eu acho; a gente tem uns banquinhos confidentes lá no jardim, ele tinha acendido todas as luzes, e fumava um cigarro, pensei em avisar que o banheiro já tava livre pra ele... mas fiquei com receio de papai entrar e durante o banho desfogar ali, seus desejos, então fui até a geladeira, sem ter certeza do que faria, e me aventurei. Peguei um prato e cortei um pouco de queijo bola em cubinhos, e peguei duas das cervejas dele… sim, duas… não sabia o que ele ia achar, mas se eu percebesse que ele não tava de acordo, dava a desculpa que as duas eram pra ele… me dirigi a ele, andando de forma sensual, ele ainda tava de costas sem me notar. Tossi pra ele me ouvir… ele virou e me viu, com aquelas roupas, andando em direção a ele de chinelo, o prato numa mão e duas cervejas na outra, me devorou com os olhos vermelhos de desejo… perguntei como é que eu tinha ficado, ele só disse… "santo deus"… soube que tava bom…

Parei na frente dele, bem pertinho; no tecido fino da minha blusa, apareciam as pontas dos meus mamilos bem durinhos e pontudos. Estendi uma cerveja pra ele, guardando a outra comigo, ele reparou nisso, mas não reclamou… me olhando na cara, notou minha maquiagem sutil nos olhos e no brilho dos meus lábios. A gente continuou se olhando sem falar, os olhos dele cheios de sangue, me expondo pra ele me repreender. Devagar, comecei a abrir aquela lata de cerveja que tava na minha mão, não consegui, a argola machucava meus dedos… aí papai tirou ela da minha mão… e me devolveu aberta… sem parar de se olhar. Era a hora, bebi um gole bem lasciva… papai tava paralisado, nem tinha aberto a lata dele… então encostei a minha nos lábios dele, convidando, ele deu um gole bem grande… bem longo… um pouco de cerveja escorreu dos lábios dele, porque sem querer eu tinha tirado a lata antes da hora… limpei aquilo com os dedos, devagar, como um carinho, passei minhas unhas bem suavemente na área, devagar fui me aproximando dele… bebi outro gole… notei que papai afastou um pouco as pernas pra eu poder chegar mais perto dele… era um sinal bem claro… entreguei aquela cerveja aberta pra ele e me virei pro banco da frente, que tava a uns dois metros, e me curvei exageradamente pra assentei ali o prato com o queijo picado, ouvi um gemido do meu pai, sem saber por quê, mas me atrevi a olhar pra ele enquanto estava naquela posição. papai contemplava minha bunda com a boca aberta, depois, quando nossos olhares se cruzaram, ele desviou o olhar pro céu, pigarreando e tossindo envergonhado, mas eu continuei assim, inclinada na frente dele, enquanto saboreava um quadradinho de queijo… foram longos segundos, papai percebeu, baixou o olhar do firmamento e me encarou de novo, sustentei o olhar dele enquanto saboreava sedutora aquele pedaço e ele finalmente entendeu… os olhos dele lentamente voltaram pra mim… pra aquela parte de mim que eu tanto queria que ele olhasse… ele me contemplava com luxúria e desejo, com muito desejo; não aguentou mais, e eu vi ele ajeitar o pau sem disfarce, assim com a roupa no lugar, acho que tava doendo… ele bebeu tudo que restava na lata, sem parar, mas sem tirar um só momento os olhos da minha carne… ele voltou a mexer no pênis sem vergonha… já não precisava dizer uma palavra, me ergui devagar virando pra ele, e ele esticou os braços na minha direção, fui até ele bem devagar, eu olhava nos olhos dele, ele olhava meu umbigo de fora e minhas pernas, então ele deslizou no banco pra baixo, se ajeitando pra mim, sentei de lado nas pernas dele, bem em cima, em cima do volume que tava aparecendo, uma mão envolveu minha cintura nua e a outra acariciou meu joelho; por ter ficado inclinada, meu cabelo tinha ido todo pra frente, e agora tava no meu peito, comecei a amarrar ele voluptuosamente, quando terminei peguei a outra cerveja… meu pai, solícito, abriu ela pra mim, comecei a beber, sem pressa, dava goles espaçados, quase terminei, papai continuava acariciando meus joelhos, a outra mão dele tava na minha cintura, o olhar dele tava no meu decote, a abertura exagerada da minha blusa sem amarrar deixava ele ver meus peitos rosados e meus mamilos excitados, ele já não se importava em disfarçar o olhar, percebi isso, e talvez animada Pela cerveja eu fiz isso… minha blusa estava aberta e só precisei deslizar a alça com um dedo pra o tecido cair, liberando completamente meu peito direito. Papai me olhou com muita gratidão, antes que ele pudesse fazer qualquer outra coisa, eu bebi até o fundo o que sobrava na lata, e a deixei cair devagar, enquanto olhava papai nos olhos. Nossos rostos foram se aproximando, a mão dele deslizou ao longo das minhas coxas, mais pra cima, até tocar minha calcinha e começou a acariciá-la. A outra mão me puxou pra perto dele… a boca dele buscou a minha e a encontrou, sedenta por ele. Enterrei os dedos no cabelo dele e nos demos um longo, incestuoso e lascivo beijo. Ele enfiou a língua na minha boca, eu era inexperiente beijando, mas ele era um grande mestre e me deixei levar. A outra mão dele subiu raspando por toda minha costa, me segurou suavemente pelo cabelo e puxou minha cabeça pra trás com muita leveza. Começou a beijar meu pescoço, atrás das minhas orelhas, me dava beijos fortes, me chupava, me cheirava. Parou ao chegar no meu peito pra contemplá-lo, não o beijou, o admirava com devoção. Percebi que em algum momento, sem me dar conta, tinha separado um pouco minhas pernas pra receber as carícias dele… e papai estava me tocando. Me soltei como pude… papai se assustou por um momento, pensando que eu estaria brava. Devagar, deslizei minha blusa por cima de mim e a tirei diante dos olhos dele… ali estava a filha dele, nua da cintura pra cima, de pé na frente dele, os mamilos durinhos pra caralho, meus peitos subindo e descendo com minha respiração ofegante. Ele enfiou as mãos debaixo dos meus braços, nas minhas axilas… e me puxou pra perto dele, esfregou o rosto nos meus peitos, o bigode dele arranhava gostoso. Papai cheirava a suor porque eu não tinha dado tempo pra ele tomar banho, tinha um cheiro muito forte de macho que estranhamente me seduzia, contrastava com meu corpo que estava limpo, fresco e delicadamente perfumado; éramos tão diferentes… papai me esfregava contra ele, enfiou o nariz nas minhas axilas e me cheirava como um animal, sentindo tudo. Tipo de cheiro que deixava ela idiota, meus olhos estavam fechados, curtindo a força de homem dele, parecia uma bonequinha entre os braços grandes e peludos dele, e finalmente ele começou a devorar meus seios virgens com vontade, com fome, pegava meus bicos com os lábios e estimulava, beijava, passava de um pro outro sem parar, eu tava agarrada nos ombros fortes dele pra aguentar a investida, ele soltou meus quadris e as mãos desceram até minhas panturrilhas, acariciando meus calcanhares e a parte de trás dos meus joelhos, me esfregava me deixando louca, as mãos continuaram subindo por trás das minhas pernas, uma mão em cada perna, eu abri elas pra ele poder acariciar a parte de dentro, já tava chegando nas minhas nádegas… mas fez por baixo da saia, eu arqueei as costas de prazer, ele sentiu e começou a massagear, apertar, tocou o tecido da minha calcinha pequena, acariciou, tava molhada, senti os dedos dele acariciando meus lábios da buceta por cima do tecido, eu gemi, ele continuou, não aguentei mais, e apoiei todo meu corpo nele, senti que ele tentava puxar minha calcinha pro lado, mas era muito justa, levantei a bunda pra facilitar o trabalho dele e comecei a arranhar as costas dele com as unhas pra provocar, finalmente ele conseguiu afastar, e senti as mãos dele percorrerem por trás minha buceta nua, acariciar meus lábios, espalhar toda aquela umidade, pressionar de leve na entrada da minha buceta, senti que com meus fluidos ele molhou um dos dedos, e colocou na minha entrada, mexendo em círculos, esfregando em volta, hesitante, eu empurrei de leve pra trás e senti que uma parte pequena do dedo dele entrou na minha buceta, soltei um gemido, comecei a mexer devagar os quadris, e ele fez o resto, enfiando o resto do dedo até onde deu, senti algo rasgar dentro de mim e uma pontada pequena, assustada fiz um movimento sem querer… depois senti algo morno, não teve dor nem sangue; ele foi paciente e me deu tempo, depois, quando comecei a me mexer de novo Meu quadril, ele começou a explorar meu interior, virei o rosto e olhei pra trás, pro meu rabo, só conseguia ver aquela mão grossa sumindo entre minhas preciosas nádegas, não aguentei muito tempo e tive um orgasmo avassalador, ele me deu um descanso sem tirar a mão de dentro de mim, beijou meus lábios, correspondi com paixão, meus líquidos escorriam pelas minhas pernas, falei com voz bem baixa e entrecortada, a única que consegui emitir… "papai, me leva pra sala, por favor"

Ele me beijou os lábios de novo e começou a me levar pra sala devagar, rodeando minha cintura com o braço, mas nunca tirou aquele dedo da minha buceta, puxando minha bunda levemente pra cima, me forçava a levantá-la, aquele era um abraço muito indecente, mas vindo do ser amado, não me incomodava nem um pouco, vaidosa, caminhei ligeiramente na frente dele, pra que pudesse me observar assim, rebolava muito as cadeiras, ele liberou o pau no caminho e acariciou vigorosamente durante o trajeto, chegando na sala, me acomodei no sofá, descansando sobre os joelhos e cotovelos, oferecendo uma visão esplêndida do meu rabo pelado, ele abaixou a calça com a mão livre, e não tirou o dedo até se acomodar atrás e o pinto dele estar pronto pra entrar em mim, e aí começou a segunda parte do nosso encontro incestuoso…

Papai me fez dele, me penetrou com força, mas com muito amor, foram momentos de entrega total, esquecemos naqueles instantes de parentescos e idades, só éramos um homem e uma mulher selando um pacto, um pacto de amor, de cumplicidade… e de muita discrição. Ele me segurava pelas cadeiras enquanto me comia com potência, bufava como um touro, de vez em quando eu olhava pra trás tentando ver a cena, era difícil por causa do movimento, nossos olhares se cruzavam, papai esticava a mão sem parar, e carinhosamente arrumava meu cabelo que cobria meus olhos, secava meu suor, eu olhava agradecida e ele sorria, fechava os olhos e sem sentimentos De culpa, ele me empurrava com aquele pauzão dele... era prazer demais pra aguentar por muito tempo. Depois de um tempo, senti um segundo orgasmo, gemi bem alto e contraí os músculos. Ele sorriu, mas não parou. O movimento dele ficou mais rápido, não durou nem um minuto. As mãos dele me seguraram firme e me puxaram pra perto, enfiando o pau até o fundo e parando de repente. Eu olhava pra ele, orgulhosa de mim. Ele já não se mexia, só empurrava o máximo que podia, até que senti um monte de líquido quente me inundar por dentro, onda após onda. Foram vários jatos. No fim, ele ficou imóvel e, devagar, foi empurrando, e a gente se deixou cair no sofá. O pau dele pulsava dentro de mim. Exaustos, felizes, ele sustentava o próprio peso com os braços pra não me sufocar. Fechei os olhos e encostei a bochecha na almofada do sofá. O rosto do meu pai estava bem atrás do meu, e ele sussurrou no meu ouvido: "Me perdoa, não consegui evitar". Sem abrir os olhos, curtindo aquele momento de sinceridade, falei: "Pai, eu queria isso, e tenho certeza que fui eu que provoquei... não se desculpa". Então ele disse: "Não devia ter gozado dentro de você, é arriscado". Excitada do jeito que eu tava, nem tinha reparado nisso. Ele continuou: "Amanhã quando acordar, vai achar uma pílula em cima da mesa, na cozinha. Não esquece de tomar, por favor"... "Não, pai, do jeito que você falar". Depois ele começou a brincar com meus brincos, curtindo me ver sorrir de olhos fechados. Me dava beijinhos no ombro, acariciava o canto dos meus lábios com um dedo e disse: "Você me faz muito feliz, sou muito sortudo de ter uma filha tão carinhosa como você". Então abri os olhos e, olhando pra ele, falei: "Eu te amo muito, pai, preciso de você... e vou ser sua, se você me quiser". Aí, me olhando bem firme, ele disse: "Eu te quero, bebê, mas o que sinto por você não é aceitável pra gente normal". Respondi, sedutora: "Eu não sou normal, pussy... sou especial, lembra? Você disse isso de manhã". Com um brilho de felicidade no olhar, ele jurou: "Nunca vou te largar, bebê". aqui vou estar ao seu lado enquanto você me quiser". Selamos aquele pacto com um beijo de amantes.

Depois, ao nos levantarmos, líquidos abundantes começaram a escorrer entre minhas pernas, resultado do meu orgasmo e da ejaculação dele. Ele me cedeu o banheiro e tomei banho feliz por estar lavando os vestígios do meu pai no meu corpo. Quando saí, estava com o robe de dormir que ele tinha me comprado. Ele me contemplou, disse que eu estava linda, falei que o tecido era sensacional e disse "toca". Ele deslizou as mãos da cintura até meus quadris por cima do tecido, fiquei na ponta dos pés e dei um beijo nos lábios dele, e me afastei. Ele entrou no banheiro, quando terminou, foi até meu quarto para me dar boa noite, mas não me encontrou. Me procurou pela casa toda sem sucesso. Ao abrir a porta do quarto dele, me encontrou. Eu estava na cama dele, debaixo dos lençóis, sorrindo para ele. Falei que queria dormir com ele. Ele assentiu, levantou o lençol para entrar também e percebeu que eu estava completamente nua. Ele se deitou, e eu me acomodei no peito dele. Enrolamos nossas pernas e aproximamos nossos sexos. Papai deslizou as mãos pelos meus quadris e brincava com eles. Eu não parava de dar beijinhos no peito dele, meus peitos nus contra o peito dele. Ficamos nos acariciando por um bom tempo, trocando carinhos. O sono me venceu primeiro, não sei a que horas.

Isso aconteceu no mesmo dia em que minha mãe nos deixou sozinhos. Só precisei de um dia para conquistar meu pai. Talvez ele me desejasse há muito tempo... não sei.

Ao acordar, era domingo. Ele não estava. Levantei e fui para a cozinha. Lá estava uma pílula e um bilhete dizendo que ele tinha ido buscar o carro.

Durante aquela semana, passamos como recém-casados, brincando, comprando comida pronta, saíamos — eu para a escola e ele para o trabalho — e voltávamos ansiosos para ficar juntos de novo. Ele me fez amor todo dia, me ensinou diferentes formas de dar prazer a ele, e me deu prazer de muitas maneiras diferentes, sem exceção, todas as noites. Noites dormimos juntos, pelados, às vezes no quarto deles, às vezes no meu, os dias foram passando, papai disse que ia fazer uma viagem bem rápida, voltaria no dia seguinte, e aí sim, me explicou os motivos com todos os detalhes, eu não podia ir porque tinha prova no dia seguinte, ficaria sozinha só um dia, concordei dizendo pra ele não se preocupar, e ele foi embora.

Naquela tarde, saí de um banho demorado, toda produzida e me sentindo uma gostosa, fiquei pasma quando me deparei com a minha mãe na minha frente, ela me encontrou, vestida daquele jeito, com aquela roupa toda ousada e nova, que ela não tinha comprado pra mim, não soube o que dizer, ela reagiu e falou, "ai meu amor, desculpa esse susto que te dei, queria avisar que vinha, mas o telefone tá ocupado há mais de uma semana", olhei pra sala e percebi que o aparelho estava mesmo fora do gancho, já que eu e meu pai tínhamos nos amado naquele lugar e devemos ter batido nele, notei que ela saía do quarto dos meus pais, tinha entrado pra deixar a mala, tinha roupas minhas entre os lençóis e no chão, mas ela não falou nada sobre isso, titubeante, com a alma na corda bamba igual um moribundo, ela me perguntou "e... seu pai?" gaguejei no começo, e respondi "foi embora... já sabe pra onde", o semblante dela desabou, e eu continuei, mas agora com segurança e com voz de vitória "disse que precisava ver uma certa pessoa, pra conversar, e terminar com ela", minha mãe ouviu aquilo e o rosto dela brilhou de novo, me abraçou bem forte, em silêncio, só disse "graças a Deus", sem me soltar, perguntou se eu tinha jantado, falei que não, então ela disse num tom estranho, "filha, a casa tá... meio bagunçada, me ajuda com isso enquanto te faço o jantar?" falei "sim, mãe, te amo"... "eu também, meu céu, vai começar", nos soltamos e ela foi pra cozinha, eu entrei no quarto deles e recolhi toda a minha roupa, e levei pro meu quarto.

Papai voltou e teve uma longa conversa com minha mãe, não sei que histórias ele inventou, mamãe aceitou tudo, sem complicações… nunca mais se ouviu a palavra divórcio em casa. Até hoje a família continua unida.

Mamãe nunca me perguntou o que eu fiz durante a ausência dela, também não questiona o fato de que meu pai me compra roupas com frequência, mesmo que todas sejam muito ousadas.

Mamãe trabalha, o que me permite ficar a sós com papai, quando ele não está viajando. Mantemos nossa relação incestuosa até hoje. Muitas vezes saímos sozinhos para passear como se fôssemos namorados. Eu pergunto a ele o que deseja que eu vista, sempre disposta a agradá-lo com o que ele escolher, não importa o quão desconfortável ou comprometedor possa ser. Às vezes ele me leva para jantar ou dançar, e no final sempre acabamos em algum hotel, onde ele me come longa e deliciosamente. Eu participo entusiasmada e feliz por receber a masculinidade dele. Sou mais que sua amante… sou a mulher do meu próprio pai………… fim.

autor: kar1aalbornozflores@hotmail.com

31 comentários - Asi seduje a mi padre....

mut buen relato me encanto

ademas de q la idea de hacer la contraparte me parece genial
por ahora tengo sueño.. pero tu relato es muy bueno!! 😃 🆒
mpc90
hola lei tu relato me encanto y yo podria pasar el relato a perspectiva masculina pero no soy muy bueno haciendo relatos 😞 .
exelente relato.
estuvo buenisimo!!!!
logre a eyacular con este cuento.
pero que imaginacion, que familia rara, la hija hace el amor con el padre exelenteee!!!!!!
no te doy puntos porque soy novato 🙄 🙄 🙄 :buenpost:
MUY BUENO QUE SE SIENTE DESPUES DE TODO ESTA BELLA HISTORIA 😳 😳 😳 😳
genial...


me encanto este relato y es una idea espectacular la de la contraparte

espero q este pronto---

mucha suerte
me gusto mucho tu relato fue muy interesante... espero q no aiga problemas,, si e agreggo al msn.. me gustria hacerte unas preguntas... no morbosoas ni nada solo por curiosidad.
+10 ptos Excelente relato al principio es un poco raro o asqueroso pero del modo que lo cuentas se torna totalmente normal xDD!

Escribis otras cosas tambien?
Sopa69
Exelente relato.Segui escribiendo 😃
Realmente es un relato de una historia muy profunda que no escatima en detalles, que si me permitis me vuela la cabeza, te felicito por tu osadia, muy buen post, gracias. 😃 😃
bueeeeeeeeeeeeeeeennnnnnooooooooooooooooo, me encantó 🙂 🙂 🙂
fina74
el relato es buenisimo.Un tanto que el papi a una chica a estrenar no le diera muchos besitos y mas entre sus piernitas.