Andrea, minha gostosa do trampo - Parte 2

Depois daquela noite, tudo mudou entre eu e ela. Surgiu uma onda especial, uma cumplicidade que fazia a gente se entender só no olhar, ou nos gestos.
Os dois sabiam o que o outro queria na hora, sem precisar falar nem dizer nada.
A gente caçava qualquer oportunidade pra ficar junto no trampo.
Marcava encontros rápidos quando eu ia no banheiro, num canto do pátio ou num corredor vazio. Se a situação permitia, eu roubava um beijo ou apalpava um pouco: uma mão boa naquela bunda linda, ou nos peitos dela, exuberantes e sensuais.

Uma manhã tava pouco movimento no serviço porque tava rolando greve e nos corredores não via muita gente. Como outras vezes, combinamos de nos encontrar perto do banheiro, num corredor alternativo. Quando tava indo pra lá, notei que não tinha ninguém por perto, e quando vi ela, sem dar tempo pra nada, agarrei o rosto dela, empurrei devagar mas com vontade pra trás de uma porta, e comecei a beijar sem parar.

Ela no começo até me beijou, mas me afastou depois de uns segundos porque tava com medo de sermos vistos. Insisti que ninguém tava vendo a gente, empurrei ela mais pra dentro, e como a área tava meio escura, aproveitei pra calar as dúvidas dela com outro beijo.
Aí parece que ela esqueceu de tudo, se agarrou como uma louca, chupando minha boca e deixando eu chupar a dela, enquanto as mãos dela acariciavam meu cabelo e eu apertava ela com força.

A gente tava muito excitado, então decidimos parar, porque senão íamos fazer besteira. Fomos até um escritório que fica na frente do dela, e onde só trabalha uma pessoa que naquele dia tinha faltado. Entramos lá e trancamos a porta.

Assim que fechamos, voltamos a nos pegar e apalpar como dois loucos descontrolados. Como deu, entre beijos, mãos e mordidas, chegamos até a mesa onde antes sentava um cara que era apaixonado por ela; com a mão direita, sem me soltar dela nem parar de beijar, joguei tudo que tinha (papéis, expedientes, etc), sentei ela em cima de mim e ela enrolou as pernas na minha cintura pra sentir minha pica dura e ereta.
Ficava lambendo as orelhas dela, beijando o pescoço, e levantei a blusinha dela pra deixar aqueles peitos lindos aparecerem. Comecei a chupar eles de um jeito pervertido, com luxúria, com paixão, e ela gemia e falava: “assim bebê, assim pussy, que gostoso como você chupa eles..”
Do jeito que deu, tirei a calça dela, e ela ficou na minha frente, só de calcinha fio dental branca que dava vontade de arrancar com os dentes. Desabotoei minha calça, tirei meu pedaço pra fora já prestes a explodir, e enfiei do jeito que tava, bem fundo. Entrou de uma vez, porque ela tava toda molhadinha e aberta pra mim.
Comi ela sem freio, selvagemente, igual um bicho no cio, dando estocadas com força, que era como bater com minha pica dura e grossa, tipo um castigo gostoso e excitante.
Ela gemia, quase segurando os gritos que saíam instintivos, porque tava gozando intensamente, enquanto pedia mais e mais. “Mete mais forte, meu amor.” – ela falava toda hora, e ouvir isso me excitava mais e me deixava louco e mais degenerado.
“Cê gosta, putinha? Gosta de como eu enfio minha pica dura?”………. – eu perguntava, e ela respondia com um sim prolongado e cheio de tesão.
Ficamos transando assim até ela gozar primeiro que eu, uns segundos antes. Eu me segurei porque não tinha camisinha, então assim que ela terminou, acelerei o ritmo pra gozar também. Tirei pra fora quando já tava perto, e com a ajuda da mão dela, que bateu uma um pouco, jorrei um esguicho de porra com tanta força que respingou na barriguinha dela e em parte dos peitos.
Extasiados e exaustos, nos abraçamos por uns segundos, transamos mais uma vez, e combinamos de repetir essa experiência quantas vezes desse.
Me dêem uns pontinhos, rapaziada, que assim eu continuo contando mais dessa história.

2 comentários - Andrea, minha gostosa do trampo - Parte 2

epa! quieor trabajar ahi. buen relato 😉
buen relato + 10 pero no pidas puntos porque no te dan