Falaê, galera do poringa. Nesse meu primeiro relato, quero contar uma história que rolou comigo há um tempinho atrás.
Primeiro, vou me descrever: meu nome é Gabriel, tenho 23 anos, sou moreno, tenho 1,86m e sou bem definido porque pratiquei esporte a vida toda.
A história que vou contar hoje começou uns anos atrás, numa festa que minha prima organizou. Na época, eu tinha 19 anos e fui pra dar uma saída do meu apê, já que tinha passado a semana inteira estudando e precisava de um ar fresco. Todo mundo na festa era mais velho que eu, tipo 24 ou 25 anos, e eram completos desconhecidos pra mim. Então, fiquei no bar tomando uma, até que vi uma amiga da minha prima que me chamou muito a atenção. Decidi ir trocar uma ideia com ela: uma morena de olhos claros, com uns peitos que eram sem dúvida o melhor da festa (pelo menos pra mim) e uma raba que tava um espetáculo atrás, na saia jeans que ela usava. Virei o copo de uma vez e fui. Achei que era demais pra mim, mas tentar não custava nada. A gente conversou um pouco e não rolou nada, mas a verdade é que aquela gostosa me deixou com muito tesão e o pau duro.
Depois daquela noite, eu acabei namorando outra gata por dois anos e não tive mais notícias daquela morena que me esquentou como nenhuma outra. Como falei, depois de dois anos terminei com minha namorada, fiquei solteiro de novo e queria ficar na minha. Não tava afim de pegar ninguém, só queria sair com meus amigos pra beber e pronto.
Uma noite qualquer, tava vendo fotos da minha prima no Facebook quando vi aquela morena de novo, e o pau subiu na hora, igual na primeira vez que a vi na festa. Sem pensar duas vezes, adicionei ela como amiga e fiquei esperando ela entrar pra trocar uma ideia. Dias se passaram e, pra ser sincero, já tinha até esquecido dela — vamos chamar ela de Solidão — quando vejo alguém me chamar no MSN. Era ela, não podia acreditar. Na hora, minha cabeça começou a funcionar a mil, mas eu precisava manter a calma se quisesse que rolasse algo. A gente conversou um tempo e, pra minha surpresa, ela lembrava direitinho de mim e daquela festa de mais de três anos atrás, onde a gente se conheceu.
Continuei trocando ideia com ela durante a semana. Primeiro objetivo cumprido. Quando chegou o fim de semana, meu colega de apê (já vou avisar, se não falei antes, que sou estudante do interior e moro com um amigo de infância em La Plata) ia ficar fora o fim de semana inteiro, então eu tinha o lugar livre, sem ninguém pra atrapalhar. Não dava pra perder a chance de chamar ela pra tomar alguma coisa — esse era o segundo objetivo.
Naquela mesma noite, quinta-feira pra ser mais exato, encontro ela no chat e era minha oportunidade. Depois de conversar um pouco, convido ela e ela diz que seria ótimo, mas que só podia no sábado à tarde, porque à noite tinha um aniversário, então ia ser só um tempinho. Claro que não liguei e falei pra ela vir mesmo assim. Passei o endereço do meu apê e o celular pra qualquer emergência, e a gente combinou que no sábado à tarde ela estaria em casa.
Não via a hora de chegar o dia. Tava com o tesão a mil, muito excitado, mas não queria criar expectativas porque não tinha certeza do que ela queria — ela nunca tinha dado nenhuma pista, como quem diz, nem um sinal.
Finalmente chegou o sábado, o dia mais esperado por mim, sem dúvida. Já tinha acordado todo excitado, culpa da Solidão. Quando eram mais ou menos seis da tarde, toca a campainha do meu apê e, pra mim, era a Solidão. Quando atendo, era um amigo de infância que mora na quadra de trás. Nem deixei ele subir, mandei um fora elegante, falei que depois contava tudo e que, se ele não fosse embora, ia acabar comendo ele. Subi de volta. Meu apê quando tocam a campainha de novo e eu nem atendo pelo porteiro, pensando que era o cara de novo, então desci direto. Quando a porta do elevador abre, vejo ela — não era meu amigo, graças a Deus, era a Soledad. Fiquei pasmo, ela tava de costas olhando pra rua, usando uma saia branca com uns babados incríveis e uma camiseta verde que combinava muito com a cor do cabelo dela. Quando abro a porta, minha surpresa foi maior ao ver os olhos lindos que ela tinha, mas o que mais me surpreendeu foi o decote impressionante — dava pra ver os peitos redondinhos e a separação entre eles que deixa qualquer homem de pau duro.
O dia tava lindo, então fomos tomar umas cervejas no terraço. Entre uma conversa e outra, tomamos três. Eu não conseguia parar de olhar pros peitos e pras pernas dela, eram incríveis. Entre as cervejas e ela ser tão gostosa, eu tava com um tesão do caralho. Já eram quase 8 da noite quando descemos pro meu apê porque tinha começado a esfriar um pouco. Ficamos conversando na bancada da cozinha que eu tenho, quando ela me disse que tinha andado na correria a semana toda e que tava meio tensa. Sem hesitar, me ofereci pra fazer uma massagem e fiquei atrás dela. Os dois em pé, comecei a massagear os ombros e os braços dela. Não sei se foi porque ela tava relaxando ou porque também tava um pouco excitada, mas quando ela apoiou os braços na bancada na frente dela, jogou a bunda pra trás, encostando no meu volume. Ela pediu desculpas, e eu falei que não tinha problema. Já era — tinha que aproveitar essa situação. Então me fiz de besta e encostei meu pau na bunda dela, pedindo desculpa de novo. Nessa hora, Soledad vira a cabeça e, com um sorriso safado, fala que tava tudo bem. Eu já tava duro, não tinha como escapar dessa.
Naquele instante, aproximei minha boca do ouvido dela e sussurrei que se ela quisesse, eu podia fazer mais massagens no quarto, onde ela ficaria mais confortável. Sem Sem hesitar, ela aceitou e fomos pra lá. Fiz ela deitar de bruços e sentei do lado dela, continuando a massagem nos ombros. Ela tava com cara de quem tava adorando, então comecei a massagear as costas dela por baixo da camiseta. Reclamando que ela tava me atrapalhando, levantei um pouco e desabotoei o sutiã usando o mesmo argumento — agora tinha as costas todas livres. Continuei massageando as costas dela e depois fui pros tornozelos, subindo até chegar nas coxas.
Sem pensar duas vezes, apoiei uma das minhas mãos na bunda dela por cima da saia e fiquei massageando fazendo círculos. A cara dela mostrava que tava adorando o que eu tava fazendo, mas também já começava a ter uns sinais de tesão. Vendo isso, continuei massageando as nádegas dela, mas dessa vez por baixo da saia. Ela tava de calcinha fio dental branca, e se faltava algo pra me deixar de pau duro, era aquilo. As nádegas dela eram lindas, redondas e durinhas. Foi aí que passei uma perna por cima dela e sentei, apoiando minha bunda na dela, e comecei a acariciar as costas e os braços dela, roçando minhas mãos na lateral dos peitos dela. Isso ela adorou, porque soltou um suspiro:
— Ahhhhhh
Eu tava louco, não aguentava mais, então minhas mãos começaram a pegar nos peitos dela, a amassar tudo. Tava sem controle e de pau duro. Tirei a camiseta dela completamente e o sutiã, mas sempre com ela deitada de bruços. Comecei a beijar a cintura dela, subindo pelas costas até chegar no pescoço, e depois fui beijar a orelha dela enquanto minhas mãos continuavam acariciando os peitos dela. Nesse ponto, nós dois já távamos loucos de tesão. Voltei a descer até a cintura dela e continuei beijando aquela bunda redonda, e com a mão direita comecei a acariciar a buceta dela. Ela gemia cada vez mais alto e eu ficava mais excitado ainda. Não pensei duas vezes: puxei a calcinha fio dental branca dela pra baixo. Ela levantou a cintura e deixou todo aquele paraíso à minha vista. A buceta dela já tava molhada, e enquanto eu acariciava, não me aguentei mais e comecei a chupar aquela buceta depilada e rosadinha, era incrível, passava minha língua desde a buceta até o cu dela, levando comigo os sucos que ela tinha por causa da excitação. Meti um dedo naquela buceta lubrificada e continuei chupando o cu até deixar bem molhadinho. Sole não parava de gemer nem de gritar:
— Me come toda, gostoso.
Alternando, chupei tudo até fazer ela gozar. Nessa hora ela se virou e pegou na minha pica, dizendo:
— Que pica linda, vou chupar ela até seus ovos espremerem.
Ela encostou os lábios na minha pica e começou a passar a língua sem deixar um centímetro sem percorrer, depois disso foram meus ovos que entraram na boca dela, primeiro um e depois o outro enquanto ela me batia uma, meu pau parecia que ia explodir. Finalmente ela levou tudo na boca e começou a chupar como desesperada, como se tivesse dois anos sem pegar numa, cuspia, passava a língua na cabeça, batia uma. Depois de um tempo, senti que não aguentava mais, então falei pra ela parar que não queria gozar sem meter, mas ela levantou os olhos e, sem tirar meu brinquedo da boca, balbuciou:
— Goza na minha boca, quero provar seu leite, hoje à noite sou toda sua, gostoso.
Eu não podia acreditar, estava no céu, então depois de um tempo gozei tudo na boca dela, ela engoliu tudo e continuou chupando até deixar limpinho.
Longe de passar a quentura, deitei ela de novo de barriga pra baixo na cama e voltei a chupar aquela buceta que tinha um sabor muito gostoso, enquanto com um dedo brincava com o cu dela tentando dilatar o máximo possível. Em pouquinho tempo já tava duro de novo, então me ajeitei atrás dela e apoiei a cabeça da minha pica na buceta dela, mas sem meter, brinquei com a cabeça com todos os sucos dela, até que ela vira a cabeça e grita como desesperada:
— Mete em mim, gostoso, quero essa pica linda na minha buceta agora, arrebenta ela!
Me fiz de difícil um pouco até que enfiei. Mandei de uma vez até o fundo, e ela respondeu com um grito: AHHH! Fiquei serrando a buceta dela por um tempo enquanto com o dedo da mão direita brincava com o cu dela, dilatando. Ela gozou umas 2 ou 3 vezes, eu parecia que tava no céu e sentia que ainda não tava nem perto de gozar.
— Quero meter no teu cu — falei,
e ela respondeu:
— É todo teu, faz o que quiser, mas mete devagar que nunca tive uma pica assim no cu..
Não pensei nem um segundo, tirei minha pica da buceta dela e comecei a lubrificar o cu dela com os próprios sucos até não aguentar mais de vontade de enfiar por trás. Mandei de pouco em pouco, como ela pediu, até sentir que meus ovos já tavam encostando nela. Fiquei um tempo assim pra ela se acostumar com minha pica e depois comecei a serrar o cu dela, primeiro devagar até que ela gritou:
— Arrebenta esse cu, cara!
Enquanto com uma das mãos ela se masturbava. Vendo isso, fiquei a mil e daí a pouco Soledad gozou de novo e eu já tava perto de terminar. Ela percebeu que não faltava muito pra eu gozar, então me disse:
— Goza dentro do meu cuzinho, por favor…
Depois de uns minutos, gozei no cu dela. Caímos os dois exaustos na cama. Quando tirei minha pica do cu dela, um jorro de porra saiu daquele cu aberto, sujando a perna dela e meus lençóis, mas nessa altura pouco importava… Dormimos de conchinha.
Na manhã seguinte, quando acordei, ainda estávamos na mesma posição. Vendo o cu dela daquele jeito, fiquei de pau duro e comecei a acariciar um dos peitos dela e com a outra mão a buceta dela até sentir que tava molhada. Queria comer o cu dela de novo. Levei os sucos dela até o cu pra lubrificar. Enquanto isso, Soledad fingia que tava dormindo, até que escapou um suspiro e um gemido abafado. Nessa hora, beijei o pescoço dela enquanto encostava a pica no cu e, fazendo um pouco de pressão, meti de uma vez. Bombeei primeiro devagar e depois na brutalidade. Ficamos assim um cara, ela gozou 3 vezes enquanto eu metia no cu dela e com uma das minhas mãos eu acariciava o clitóris dela, até que eu gozei no cu dela.
Depois da "rapidinha matinal", fomos tomar um banho juntos, onde rolou umas carícias e só.
Pouco depois ela foi embora do meu apê, me dando um beijo na bochecha e sussurrando:
— A gente vai se ver de novo, cara…
Espero que tenham gostado, é meio longo, mas foi o que aconteceu..
Primeiro, vou me descrever: meu nome é Gabriel, tenho 23 anos, sou moreno, tenho 1,86m e sou bem definido porque pratiquei esporte a vida toda.
A história que vou contar hoje começou uns anos atrás, numa festa que minha prima organizou. Na época, eu tinha 19 anos e fui pra dar uma saída do meu apê, já que tinha passado a semana inteira estudando e precisava de um ar fresco. Todo mundo na festa era mais velho que eu, tipo 24 ou 25 anos, e eram completos desconhecidos pra mim. Então, fiquei no bar tomando uma, até que vi uma amiga da minha prima que me chamou muito a atenção. Decidi ir trocar uma ideia com ela: uma morena de olhos claros, com uns peitos que eram sem dúvida o melhor da festa (pelo menos pra mim) e uma raba que tava um espetáculo atrás, na saia jeans que ela usava. Virei o copo de uma vez e fui. Achei que era demais pra mim, mas tentar não custava nada. A gente conversou um pouco e não rolou nada, mas a verdade é que aquela gostosa me deixou com muito tesão e o pau duro.
Depois daquela noite, eu acabei namorando outra gata por dois anos e não tive mais notícias daquela morena que me esquentou como nenhuma outra. Como falei, depois de dois anos terminei com minha namorada, fiquei solteiro de novo e queria ficar na minha. Não tava afim de pegar ninguém, só queria sair com meus amigos pra beber e pronto.
Uma noite qualquer, tava vendo fotos da minha prima no Facebook quando vi aquela morena de novo, e o pau subiu na hora, igual na primeira vez que a vi na festa. Sem pensar duas vezes, adicionei ela como amiga e fiquei esperando ela entrar pra trocar uma ideia. Dias se passaram e, pra ser sincero, já tinha até esquecido dela — vamos chamar ela de Solidão — quando vejo alguém me chamar no MSN. Era ela, não podia acreditar. Na hora, minha cabeça começou a funcionar a mil, mas eu precisava manter a calma se quisesse que rolasse algo. A gente conversou um tempo e, pra minha surpresa, ela lembrava direitinho de mim e daquela festa de mais de três anos atrás, onde a gente se conheceu.
Continuei trocando ideia com ela durante a semana. Primeiro objetivo cumprido. Quando chegou o fim de semana, meu colega de apê (já vou avisar, se não falei antes, que sou estudante do interior e moro com um amigo de infância em La Plata) ia ficar fora o fim de semana inteiro, então eu tinha o lugar livre, sem ninguém pra atrapalhar. Não dava pra perder a chance de chamar ela pra tomar alguma coisa — esse era o segundo objetivo.
Naquela mesma noite, quinta-feira pra ser mais exato, encontro ela no chat e era minha oportunidade. Depois de conversar um pouco, convido ela e ela diz que seria ótimo, mas que só podia no sábado à tarde, porque à noite tinha um aniversário, então ia ser só um tempinho. Claro que não liguei e falei pra ela vir mesmo assim. Passei o endereço do meu apê e o celular pra qualquer emergência, e a gente combinou que no sábado à tarde ela estaria em casa.
Não via a hora de chegar o dia. Tava com o tesão a mil, muito excitado, mas não queria criar expectativas porque não tinha certeza do que ela queria — ela nunca tinha dado nenhuma pista, como quem diz, nem um sinal.
Finalmente chegou o sábado, o dia mais esperado por mim, sem dúvida. Já tinha acordado todo excitado, culpa da Solidão. Quando eram mais ou menos seis da tarde, toca a campainha do meu apê e, pra mim, era a Solidão. Quando atendo, era um amigo de infância que mora na quadra de trás. Nem deixei ele subir, mandei um fora elegante, falei que depois contava tudo e que, se ele não fosse embora, ia acabar comendo ele. Subi de volta. Meu apê quando tocam a campainha de novo e eu nem atendo pelo porteiro, pensando que era o cara de novo, então desci direto. Quando a porta do elevador abre, vejo ela — não era meu amigo, graças a Deus, era a Soledad. Fiquei pasmo, ela tava de costas olhando pra rua, usando uma saia branca com uns babados incríveis e uma camiseta verde que combinava muito com a cor do cabelo dela. Quando abro a porta, minha surpresa foi maior ao ver os olhos lindos que ela tinha, mas o que mais me surpreendeu foi o decote impressionante — dava pra ver os peitos redondinhos e a separação entre eles que deixa qualquer homem de pau duro.
O dia tava lindo, então fomos tomar umas cervejas no terraço. Entre uma conversa e outra, tomamos três. Eu não conseguia parar de olhar pros peitos e pras pernas dela, eram incríveis. Entre as cervejas e ela ser tão gostosa, eu tava com um tesão do caralho. Já eram quase 8 da noite quando descemos pro meu apê porque tinha começado a esfriar um pouco. Ficamos conversando na bancada da cozinha que eu tenho, quando ela me disse que tinha andado na correria a semana toda e que tava meio tensa. Sem hesitar, me ofereci pra fazer uma massagem e fiquei atrás dela. Os dois em pé, comecei a massagear os ombros e os braços dela. Não sei se foi porque ela tava relaxando ou porque também tava um pouco excitada, mas quando ela apoiou os braços na bancada na frente dela, jogou a bunda pra trás, encostando no meu volume. Ela pediu desculpas, e eu falei que não tinha problema. Já era — tinha que aproveitar essa situação. Então me fiz de besta e encostei meu pau na bunda dela, pedindo desculpa de novo. Nessa hora, Soledad vira a cabeça e, com um sorriso safado, fala que tava tudo bem. Eu já tava duro, não tinha como escapar dessa.
Naquele instante, aproximei minha boca do ouvido dela e sussurrei que se ela quisesse, eu podia fazer mais massagens no quarto, onde ela ficaria mais confortável. Sem Sem hesitar, ela aceitou e fomos pra lá. Fiz ela deitar de bruços e sentei do lado dela, continuando a massagem nos ombros. Ela tava com cara de quem tava adorando, então comecei a massagear as costas dela por baixo da camiseta. Reclamando que ela tava me atrapalhando, levantei um pouco e desabotoei o sutiã usando o mesmo argumento — agora tinha as costas todas livres. Continuei massageando as costas dela e depois fui pros tornozelos, subindo até chegar nas coxas.
Sem pensar duas vezes, apoiei uma das minhas mãos na bunda dela por cima da saia e fiquei massageando fazendo círculos. A cara dela mostrava que tava adorando o que eu tava fazendo, mas também já começava a ter uns sinais de tesão. Vendo isso, continuei massageando as nádegas dela, mas dessa vez por baixo da saia. Ela tava de calcinha fio dental branca, e se faltava algo pra me deixar de pau duro, era aquilo. As nádegas dela eram lindas, redondas e durinhas. Foi aí que passei uma perna por cima dela e sentei, apoiando minha bunda na dela, e comecei a acariciar as costas e os braços dela, roçando minhas mãos na lateral dos peitos dela. Isso ela adorou, porque soltou um suspiro:
— Ahhhhhh
Eu tava louco, não aguentava mais, então minhas mãos começaram a pegar nos peitos dela, a amassar tudo. Tava sem controle e de pau duro. Tirei a camiseta dela completamente e o sutiã, mas sempre com ela deitada de bruços. Comecei a beijar a cintura dela, subindo pelas costas até chegar no pescoço, e depois fui beijar a orelha dela enquanto minhas mãos continuavam acariciando os peitos dela. Nesse ponto, nós dois já távamos loucos de tesão. Voltei a descer até a cintura dela e continuei beijando aquela bunda redonda, e com a mão direita comecei a acariciar a buceta dela. Ela gemia cada vez mais alto e eu ficava mais excitado ainda. Não pensei duas vezes: puxei a calcinha fio dental branca dela pra baixo. Ela levantou a cintura e deixou todo aquele paraíso à minha vista. A buceta dela já tava molhada, e enquanto eu acariciava, não me aguentei mais e comecei a chupar aquela buceta depilada e rosadinha, era incrível, passava minha língua desde a buceta até o cu dela, levando comigo os sucos que ela tinha por causa da excitação. Meti um dedo naquela buceta lubrificada e continuei chupando o cu até deixar bem molhadinho. Sole não parava de gemer nem de gritar:
— Me come toda, gostoso.
Alternando, chupei tudo até fazer ela gozar. Nessa hora ela se virou e pegou na minha pica, dizendo:
— Que pica linda, vou chupar ela até seus ovos espremerem.
Ela encostou os lábios na minha pica e começou a passar a língua sem deixar um centímetro sem percorrer, depois disso foram meus ovos que entraram na boca dela, primeiro um e depois o outro enquanto ela me batia uma, meu pau parecia que ia explodir. Finalmente ela levou tudo na boca e começou a chupar como desesperada, como se tivesse dois anos sem pegar numa, cuspia, passava a língua na cabeça, batia uma. Depois de um tempo, senti que não aguentava mais, então falei pra ela parar que não queria gozar sem meter, mas ela levantou os olhos e, sem tirar meu brinquedo da boca, balbuciou:
— Goza na minha boca, quero provar seu leite, hoje à noite sou toda sua, gostoso.
Eu não podia acreditar, estava no céu, então depois de um tempo gozei tudo na boca dela, ela engoliu tudo e continuou chupando até deixar limpinho.
Longe de passar a quentura, deitei ela de novo de barriga pra baixo na cama e voltei a chupar aquela buceta que tinha um sabor muito gostoso, enquanto com um dedo brincava com o cu dela tentando dilatar o máximo possível. Em pouquinho tempo já tava duro de novo, então me ajeitei atrás dela e apoiei a cabeça da minha pica na buceta dela, mas sem meter, brinquei com a cabeça com todos os sucos dela, até que ela vira a cabeça e grita como desesperada:
— Mete em mim, gostoso, quero essa pica linda na minha buceta agora, arrebenta ela!
Me fiz de difícil um pouco até que enfiei. Mandei de uma vez até o fundo, e ela respondeu com um grito: AHHH! Fiquei serrando a buceta dela por um tempo enquanto com o dedo da mão direita brincava com o cu dela, dilatando. Ela gozou umas 2 ou 3 vezes, eu parecia que tava no céu e sentia que ainda não tava nem perto de gozar.
— Quero meter no teu cu — falei,
e ela respondeu:
— É todo teu, faz o que quiser, mas mete devagar que nunca tive uma pica assim no cu..
Não pensei nem um segundo, tirei minha pica da buceta dela e comecei a lubrificar o cu dela com os próprios sucos até não aguentar mais de vontade de enfiar por trás. Mandei de pouco em pouco, como ela pediu, até sentir que meus ovos já tavam encostando nela. Fiquei um tempo assim pra ela se acostumar com minha pica e depois comecei a serrar o cu dela, primeiro devagar até que ela gritou:
— Arrebenta esse cu, cara!
Enquanto com uma das mãos ela se masturbava. Vendo isso, fiquei a mil e daí a pouco Soledad gozou de novo e eu já tava perto de terminar. Ela percebeu que não faltava muito pra eu gozar, então me disse:
— Goza dentro do meu cuzinho, por favor…
Depois de uns minutos, gozei no cu dela. Caímos os dois exaustos na cama. Quando tirei minha pica do cu dela, um jorro de porra saiu daquele cu aberto, sujando a perna dela e meus lençóis, mas nessa altura pouco importava… Dormimos de conchinha.
Na manhã seguinte, quando acordei, ainda estávamos na mesma posição. Vendo o cu dela daquele jeito, fiquei de pau duro e comecei a acariciar um dos peitos dela e com a outra mão a buceta dela até sentir que tava molhada. Queria comer o cu dela de novo. Levei os sucos dela até o cu pra lubrificar. Enquanto isso, Soledad fingia que tava dormindo, até que escapou um suspiro e um gemido abafado. Nessa hora, beijei o pescoço dela enquanto encostava a pica no cu e, fazendo um pouco de pressão, meti de uma vez. Bombeei primeiro devagar e depois na brutalidade. Ficamos assim um cara, ela gozou 3 vezes enquanto eu metia no cu dela e com uma das minhas mãos eu acariciava o clitóris dela, até que eu gozei no cu dela.
Depois da "rapidinha matinal", fomos tomar um banho juntos, onde rolou umas carícias e só.
Pouco depois ela foi embora do meu apê, me dando um beijo na bochecha e sussurrando:
— A gente vai se ver de novo, cara…
Espero que tenham gostado, é meio longo, mas foi o que aconteceu..
18 comentários - A melhor amiga da minha prima
segui asi, 😉
Comemela asi a mi...jajajajajajaa