Isso é uma história real que aconteceu comigo há quase 5 anos, era meu último ano no ensino médio. Eu tinha uma namorada chamada Karen, ela era gostosa pra caralho e muito fogosa. Lembro que uma vez, dentro da escola, a gente tava se pegando e eu coloquei os dedos na pussy dela, isso a excitou pra caramba, então ela ia me chupar o pau quando fomos interrompidos por um barulho que nos assustou. Mas não é esse o ponto, porque o ano letivo já tinha acabado e eu ainda não tinha comido ela, me sentia frustrado, mas isso ia mudar, já que uma noite ela me ligou perguntando o que eu ia fazer, respondi que nada, porque tava cansado. Aí ela perguntou se podia ir me visitar, e eu aceitei. A gente ficou falando de outras coisas, desligamos, resolvi tomar um banho. As horas passaram e ela não chegava, então, desiludido, ia dormir, mas parecia que o destino tava me sorrindo de novo, porque a campainha tocou. Devo admitir que já era tarde, umas 11 da noite. Saí e, puta que pariu, era ela, com uma calça jeans que destacava a bunda enorme dela. A gente conversou uns minutos, de repente nos beijamos e começamos a nos tocar de um jeito muito safado, ficamos excitados como nunca. Então peguei ela pela cintura e virei ela pra sentir a dureza do meu pau contra a bunda dela, senti como ela se moldava ao meu pau. Beijei o pescoço dela e continuamos até que ela disse: "Vaza, vamos transar". Deus, pensei que nunca ia ouvir isso. Então subi em casa, peguei uns preservativos e saí voando pra ir pra minha outra casa, que ficava a 5 minutos dali. Então a gente fez a viagem curta.
No caminho, a gente falou besteira, mas na porta tudo mudou. Viramos uns animais sexuais prontos pra tudo. Então, sem mais, começamos a nos beijar enquanto tirávamos a roupa que a gente tava usando. Era a primeira vez que via ela nua à luz da Lua, foi incrível. Se meu pau já tava duro, agora tava mais intenso ainda. Não perdemos tempo, montei nela e, lentamente, a Senti o calor da buceta dela e deu uma vontade do caralho de arrebentar aquele rabão que ela carregava. Não pensei duas vezes: metia e tirava meu pau, e ela adorava, porque a putinha gemia e gemia. Depois de um tempo, montei ela em cima da mesa e continuamos no vai e vem. Seguimos transando, mudamos de posição mais uma vez. Agora eu era o dominado por aquelas cadeiras que me fizeram perder o controle, a ponto de morder aqueles peitões enormes e de um gostoso sabor. Parece que ela adorou, porque inspirou e suspirou de um jeito quase angelical. Eu tava totalmente dominado, então decidi tomar o controle de novo. Peguei ela pela cintura, dobrei e enfiei com muita euforia. Isso deixou ela louca. Não trocamos palavras, só nos dedicamos a foder e foder aquela buceta.
Meu pau já não aguentava mais, então decidi terminar na posição que mais gosto: a de missionário, com a qual deixei ela louca. A expressão no rosto dela me disse tudo: ela também tava quase gozando. Não aguentei mais, gozei de um jeito descomunal, e ela também. Terminamos exaustos, literalmente. Rapidamente nos vestimos e, em seguida, nos preparamos pra sair do lugar, já que éramos uns caras e não podíamos ficar pra dormir juntos. Fomos pras nossas respectivas casas. Quando cheguei em casa, olhei o relógio e eram 3 da manhã. "Caralho, que transa", pensei com um sorrisinho safado. Mas pra minha surpresa, meus pais não estavam em casa: tinham saído pra me procurar, já que eu não avisei. Pois é, meu pai me deu uma bronca, quase me bateu, mas naquela hora eu não tava nem aí, porque eu tinha transado a melhor foda da minha vida. Ainda me pergunto o que teria acontecido se eles tivessem ido no lugar onde eu estava... E se realmente foram?
Agora a Karen é casada, tem um filho, e eu? Bem, digamos que só me divirto.
No caminho, a gente falou besteira, mas na porta tudo mudou. Viramos uns animais sexuais prontos pra tudo. Então, sem mais, começamos a nos beijar enquanto tirávamos a roupa que a gente tava usando. Era a primeira vez que via ela nua à luz da Lua, foi incrível. Se meu pau já tava duro, agora tava mais intenso ainda. Não perdemos tempo, montei nela e, lentamente, a Senti o calor da buceta dela e deu uma vontade do caralho de arrebentar aquele rabão que ela carregava. Não pensei duas vezes: metia e tirava meu pau, e ela adorava, porque a putinha gemia e gemia. Depois de um tempo, montei ela em cima da mesa e continuamos no vai e vem. Seguimos transando, mudamos de posição mais uma vez. Agora eu era o dominado por aquelas cadeiras que me fizeram perder o controle, a ponto de morder aqueles peitões enormes e de um gostoso sabor. Parece que ela adorou, porque inspirou e suspirou de um jeito quase angelical. Eu tava totalmente dominado, então decidi tomar o controle de novo. Peguei ela pela cintura, dobrei e enfiei com muita euforia. Isso deixou ela louca. Não trocamos palavras, só nos dedicamos a foder e foder aquela buceta.
Meu pau já não aguentava mais, então decidi terminar na posição que mais gosto: a de missionário, com a qual deixei ela louca. A expressão no rosto dela me disse tudo: ela também tava quase gozando. Não aguentei mais, gozei de um jeito descomunal, e ela também. Terminamos exaustos, literalmente. Rapidamente nos vestimos e, em seguida, nos preparamos pra sair do lugar, já que éramos uns caras e não podíamos ficar pra dormir juntos. Fomos pras nossas respectivas casas. Quando cheguei em casa, olhei o relógio e eram 3 da manhã. "Caralho, que transa", pensei com um sorrisinho safado. Mas pra minha surpresa, meus pais não estavam em casa: tinham saído pra me procurar, já que eu não avisei. Pois é, meu pai me deu uma bronca, quase me bateu, mas naquela hora eu não tava nem aí, porque eu tinha transado a melhor foda da minha vida. Ainda me pergunto o que teria acontecido se eles tivessem ido no lugar onde eu estava... E se realmente foram?
Agora a Karen é casada, tem um filho, e eu? Bem, digamos que só me divirto.
0 comentários - A última noite...