Isso aconteceu no último sábado. Acordei particularmente cedo, por volta das 8h, em casa. Estava sozinho, fiz meu café da manhã e sentia uma tesão indescritível, além de estar com uma vontade louca de comer minha namorada, que por vários motivos não tinha conseguido na noite anterior. Aos sábados, geralmente almoço com minha mãe, mas nesse sábado não, porque ela ia sei lá pra onde... Então isso me deu uma ideia. Liguei pra minha namorada pelo telefone. Ela estava acordada e perguntou: "Amor, que cedo pra ligar?" Eu respondi: "Queria saber se você queria vir aqui em casa, tô morrendo de vontade de te comer." Ela, com voz de menina, disse: "Nossa, isso vai ser bom demais!!" Ela estava prestes a desligar e se mandar pra minha casa, e eu falei: "Mas vem vestida de puta, o mais puta que puder! Daquelas que na rua perguntam quanto você cobra!" Deu pra notar a mudança de voz no telefone, de uma voz alegre pra uma meio surpresa e perturbada. Eu ria um pouco no telefone, e ela me disse com voz desafiadora e sensual: "OK, hoje vou ser sua puta mais do que nunca." Desligou... Eu me lambia todo pensando em tudo que minha tesão me dava pra foder minha namorada, e que ela nem imaginava o que ia acontecer com ela. Tava certo de que ela ia adorar (depois de um tempo). Precisava acalmar a besta interna que clamava por sexo violento.
Eu preparava os últimos detalhes pra aquela manhã-tarde de sexo sem limites com minha namorada. Tocou a campainha de casa, atendi o interfone, era ela. A voz dela estava bem perturbada. Abri pra ela entrar. A porta bateu e ela entrou com a cara vermelha como um tomate, e eu disse: "Então chegou minha puta..." Enquanto parei pra olhar a roupa de puta que ela usava, até eu fiquei surpreso com aquela roupa. Eu tinha dito pra vir bem de puta, mas ela seguiu as instruções ao pé da letra mais do que eu esperava. Ela estava vestida com uma camiseta curta acima do umbigo, preta, com uma jaquetinha branca com aquele forro peludo, cabelo solto, uma saia que se ela se inclinasse um pouquinho dava pra ver a bunda toda, e ela não estava usando uma tanga. Era fio dental o que ela tinha, branquinho, bem enfiado no cu. Vendo ela assim corada, perguntei: — O que foi, sua puta? — Ela ficou mais vermelha 😬 e me disse: — O taxista que me trouxe perguntou quanto eu cobro. — Eu falei: — Quanto você me cobra? — Ela me olhou com cara de safada: — Uma boa foda já basta — disse enquanto me abraçava e me dava um beijo. Eu respondi o beijo, agarrei ela pelos ombros, coloquei ela de joelhos e puxei meu pau que ainda não tinha endurecido totalmente. Aproximei do rosto dela e ela chupou com uma dedicação incrível, lambeu tudo. Agarrei a cabeça dela pelos cabelos, meu pau endurecia na boca dela e eu dizia: — Puta, chupa mais!! Engasga com meu pau, vai!! — Ela engolia, obedecia tudo que eu mandava. Eu curtia o boquete, mas tava a mil, duzentos e trinta e oito. Levantei ela e quase joguei contra a mesa, posicionei e ela mostrou toda a bunda. Tirei o micro-pedaço de pano que era a calcinha dela, vi a buceta dela toda molhada. Me abaixei e comecei a lamber toda a buceta, e o líquido escorria sem parar! Ela dizia: — Aii, amorzinho, sou sua puta, faz sua, lambe lambe lambe! — Eu lambia e lambia, encontrei o clitóris com a língua e passei a língua. Ela tremia mais e mais, mas sem aviso, mordi o clitóris dela e senti ela gritar. Mordi os lábios da buceta, ela se contorcia e falava: — Aii, dói, meu amor, para! — Eu levantei, apoiei uma mão nas costas dela e com a outra encostei o pau no cu dela, mas tava meio seco. Enfiei a pica toda, o espaço era bem apertado, aquele bundão da minha mina apertava muito. Ela gritava e eu via lágrimas saindo dos olhos dela. Comecei a bombar enquanto segurava ela pelos quadris com força. Era doloroso pra mim, imagina pra ela. O cu dela tava fechadíssimo. Ela já não gritava, mas também não gemia, eram gemidos de dor que saíam da boca dela, mas eu não ligava. Eu dizia: — Sua puta de merda, me fala o que você sente quando eu te fodo agora. — Ela, entre gemidos, respondia. dizia -AHH AYYYY ME MATA AYYY ME DÓI CÊ TÁ ME COMENDO MEU CU NÃO AGUENTA MAIS!!! AYYYA AYYYA DIMINUI UM POUCO!!- eu tava virado, metia sem parar, metia a 4500 por hora, levantei uma perna dela na mesa e enfiei dois dedos na buceta que tava transbordando de líquido, ela começou a gemer baixinho entre lágrimas e choro de dor, eu, filho da puta como ninguém, falo -slut, tá doendo mesmo? cê gemeu agora e sua buceta virou água!- ela me olha com cara perversa e safada, isso me deixou pior, metia com tudo, queria partir ela ao meio literalmente, ela fala -Já que sou sua slut, tenho que fazer o melhor possível, né? Aah ahhh ahh AHHHH EU GOSTO AAAAAAAAAAAAAAYYYYYYY ME COME MAIS! ela gozou, molhada pra caralho, dava pra ver o líquido escorrendo pelas bordas da mesa, eu tirei a pica da bunda dela e vi o cu todo vermelho, aberto, pulsando, ela respirava ofegante, eu virei ela, coloquei de barriga pra cima, tirei a jaqueta e a camiseta que eu nem tinha reparado, mas ela não tava de sutiã, tirei a roupa dela rapidão, mordia os bicos dos peitos enquanto com a pica dura metia no cu dela de novo, mas num ritmo mais calmo, ela se deixava levar pela violência dos meus atos sexuais, com uma mão beliscava o bico do peito que não tava na minha boca e com a mão livre esfregava o clitóris, que fazia sair mais líquido da buceta da minha mina -ahhh ahhh me come mais, me destrói, sou uma slut, ahhhhhhh mais ahhhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhh- ela falava enquanto as mãos dela acariciavam minhas costas e minha cabeça, sentia rios molhados saindo do cu e da buceta da minha mina, eu não aguentei muito mais e soltei minha porra no cu todo dela.. ela fala -Ayyy quanta porra quentinha- eu comecei a lamber todos os peitos sem tirar a pica da bunda dela, dessa vez com três dedos eu penetrei a buceta dela que era pura água, com o polegar esfregava o clitóris, ela falava -Ayyy mais aaaaaaaa mais me faz gozar, amor! ahhh ahhhh mais ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhaaaaaaaaahhhhhhhhhaaaaaaaaaaaaaa- ela Ela gozou de novo num orgasmo super molhado, continuava escorrendo pela mesa toda e pelo chão com os líquidos dela... ela me pergunta: e agora, continua? .....
CONTINUA....
Espero que vocês gostem, passem nos meus outros posts e comentem SORTE! 😀
Eu preparava os últimos detalhes pra aquela manhã-tarde de sexo sem limites com minha namorada. Tocou a campainha de casa, atendi o interfone, era ela. A voz dela estava bem perturbada. Abri pra ela entrar. A porta bateu e ela entrou com a cara vermelha como um tomate, e eu disse: "Então chegou minha puta..." Enquanto parei pra olhar a roupa de puta que ela usava, até eu fiquei surpreso com aquela roupa. Eu tinha dito pra vir bem de puta, mas ela seguiu as instruções ao pé da letra mais do que eu esperava. Ela estava vestida com uma camiseta curta acima do umbigo, preta, com uma jaquetinha branca com aquele forro peludo, cabelo solto, uma saia que se ela se inclinasse um pouquinho dava pra ver a bunda toda, e ela não estava usando uma tanga. Era fio dental o que ela tinha, branquinho, bem enfiado no cu. Vendo ela assim corada, perguntei: — O que foi, sua puta? — Ela ficou mais vermelha 😬 e me disse: — O taxista que me trouxe perguntou quanto eu cobro. — Eu falei: — Quanto você me cobra? — Ela me olhou com cara de safada: — Uma boa foda já basta — disse enquanto me abraçava e me dava um beijo. Eu respondi o beijo, agarrei ela pelos ombros, coloquei ela de joelhos e puxei meu pau que ainda não tinha endurecido totalmente. Aproximei do rosto dela e ela chupou com uma dedicação incrível, lambeu tudo. Agarrei a cabeça dela pelos cabelos, meu pau endurecia na boca dela e eu dizia: — Puta, chupa mais!! Engasga com meu pau, vai!! — Ela engolia, obedecia tudo que eu mandava. Eu curtia o boquete, mas tava a mil, duzentos e trinta e oito. Levantei ela e quase joguei contra a mesa, posicionei e ela mostrou toda a bunda. Tirei o micro-pedaço de pano que era a calcinha dela, vi a buceta dela toda molhada. Me abaixei e comecei a lamber toda a buceta, e o líquido escorria sem parar! Ela dizia: — Aii, amorzinho, sou sua puta, faz sua, lambe lambe lambe! — Eu lambia e lambia, encontrei o clitóris com a língua e passei a língua. Ela tremia mais e mais, mas sem aviso, mordi o clitóris dela e senti ela gritar. Mordi os lábios da buceta, ela se contorcia e falava: — Aii, dói, meu amor, para! — Eu levantei, apoiei uma mão nas costas dela e com a outra encostei o pau no cu dela, mas tava meio seco. Enfiei a pica toda, o espaço era bem apertado, aquele bundão da minha mina apertava muito. Ela gritava e eu via lágrimas saindo dos olhos dela. Comecei a bombar enquanto segurava ela pelos quadris com força. Era doloroso pra mim, imagina pra ela. O cu dela tava fechadíssimo. Ela já não gritava, mas também não gemia, eram gemidos de dor que saíam da boca dela, mas eu não ligava. Eu dizia: — Sua puta de merda, me fala o que você sente quando eu te fodo agora. — Ela, entre gemidos, respondia. dizia -AHH AYYYY ME MATA AYYY ME DÓI CÊ TÁ ME COMENDO MEU CU NÃO AGUENTA MAIS!!! AYYYA AYYYA DIMINUI UM POUCO!!- eu tava virado, metia sem parar, metia a 4500 por hora, levantei uma perna dela na mesa e enfiei dois dedos na buceta que tava transbordando de líquido, ela começou a gemer baixinho entre lágrimas e choro de dor, eu, filho da puta como ninguém, falo -slut, tá doendo mesmo? cê gemeu agora e sua buceta virou água!- ela me olha com cara perversa e safada, isso me deixou pior, metia com tudo, queria partir ela ao meio literalmente, ela fala -Já que sou sua slut, tenho que fazer o melhor possível, né? Aah ahhh ahh AHHHH EU GOSTO AAAAAAAAAAAAAAYYYYYYY ME COME MAIS! ela gozou, molhada pra caralho, dava pra ver o líquido escorrendo pelas bordas da mesa, eu tirei a pica da bunda dela e vi o cu todo vermelho, aberto, pulsando, ela respirava ofegante, eu virei ela, coloquei de barriga pra cima, tirei a jaqueta e a camiseta que eu nem tinha reparado, mas ela não tava de sutiã, tirei a roupa dela rapidão, mordia os bicos dos peitos enquanto com a pica dura metia no cu dela de novo, mas num ritmo mais calmo, ela se deixava levar pela violência dos meus atos sexuais, com uma mão beliscava o bico do peito que não tava na minha boca e com a mão livre esfregava o clitóris, que fazia sair mais líquido da buceta da minha mina -ahhh ahhh me come mais, me destrói, sou uma slut, ahhhhhhh mais ahhhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhh- ela falava enquanto as mãos dela acariciavam minhas costas e minha cabeça, sentia rios molhados saindo do cu e da buceta da minha mina, eu não aguentei muito mais e soltei minha porra no cu todo dela.. ela fala -Ayyy quanta porra quentinha- eu comecei a lamber todos os peitos sem tirar a pica da bunda dela, dessa vez com três dedos eu penetrei a buceta dela que era pura água, com o polegar esfregava o clitóris, ela falava -Ayyy mais aaaaaaaa mais me faz gozar, amor! ahhh ahhhh mais ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhaaaaaaaaahhhhhhhhhaaaaaaaaaaaaaa- ela Ela gozou de novo num orgasmo super molhado, continuava escorrendo pela mesa toda e pelo chão com os líquidos dela... ela me pergunta: e agora, continua? .....
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3 comentários - Mi Novia el Gato!