Minha sogra é uma mulher que, naquela época, tinha uns 42 anos, mas bem vividos: uns peitos que pareciam de uma mulher mais nova (empinados e bem firmes), pouca bunda, mas o suficiente, mede uns 1,70m, no geral bem aceitável. Ela é da região dos Andes venezuelanos e sei, por convicção própria, que as mulheres daquela área do país são MUITO quentes. Eu, por minha vez, tinha 31 anos, alto, moreno e do tipo que, mesmo não sendo um Adônis, agrada muitas mulheres. Tudo começou num fim de semana, uns 4 anos atrás. Eu estava em casa vendo TV e minha sogra chegou com uns amigos (um casal de amantes, pra ser mais específico) e me perguntou se a gente podia tomar uns drinks. Convidei eles pra entrar e ficamos bebendo por um bom tempo: minha sogra, os amigos dela, minha esposa e eu. Quando deu umas 1h da manhã, ela me pediu se eu podia levar eles a um bar pra continuarem se divertindo. Eu topei e perguntei pra minha esposa (a filha dela) se ia junto. Ela disse que tava cansada e que ia dormir. Decidimos ir nós 4. Já no bar, tomamos umas cervejas e, quando começaram a fazer efeito, os amigos da minha sogra me pediram pra levar eles a um hotel, já que os respectivos parceiros não estavam na cidade e eles queriam passar a noite juntos. Eu falei que não tinha problema. Entramos no carro: minha sogra na frente comigo e eles atrás. No caminho, não paravam de se pegar, coisa que eu e minha sogra ignoramos, já que conversávamos sobre qualquer coisa menos sexo (depois descobri que minha sogra e a amiga tinham planejado tudo). Chegando no hotel, levei eles na recepção e, sem sair do carro, alugamos um quarto. Depois, levei eles até lá. Quando desceram, eu e minha sogra fomos embora, mas, chegando na saída do hotel, falei pra ela que tava com vontade de ir ao banheiro. Perguntei na recepção e me disseram que só tinha banheiro dentro dos quartos. Eu, meio bêbado, e vendo... Pela primeira vez com a chance de comer minha sogra, falei pro gerente: "ok, me dá uma". Chegamos no quarto e eu disse pra minha sogra: "por que a gente não sobe?" (ali já tava bolando um jeito de comer ela). Ela respondeu: "você é sem-vergonha mesmo", mas mesmo assim subiu comigo. Quando entramos no quarto, esqueci o motivo de estarmos lá, levantei ela e levei pra cama. Ela disse: "o que você tá fazendo? É louco?" Eu falei: "relaxa, vamos aproveitar essa noite". Depois disso, comecei a acariciar minha sogrinha, e mesmo ela resistindo um pouco, dava pra ver que tava gostando. A gente continuou assim por um bom tempo, tirei a blusa que ela tava usando, tirei o sutiã e apareceram os peitos que eu imaginava que ela tinha: grandes, firmes. Ela não parava de falar "não" (haha), mas não fazia nada pra evitar. Comecei a beijar aqueles peitos que tinham um gosto muito especial, e naquele momento acho que o álcool terminou de fazer efeito nela. Ela me deitou na cama, montou em cima de mim e começou a tirar minha camisa, me beijava o peito e dizia: "isso é loucura, não devia estar acontecendo". Ela terminou de se despir e tirou minha calça. Pedi pra ela me chupar, e ela disse que não gostava. Insisti tanto que ela começou a beijar meu pau de um jeito único. Depois disso, deitei ela na cama e comecei a beijar aquela bucetinha que ela tinha muito bem depilada. Ela começou a gemer e repetia: "isso é loucura". Depois de uns 15 minutos, ela disse: "enfia, quero sentir ele dentro". Claro que obedeci, montei nela e com um só empurrão enfiei meu pau (aliás, de tamanho normal, uns 17 cm). Ela começou a gemer e a rebolar quase que de forma brutal, e naquela hora ela falou algo que até hoje me excita pra caralho por causa do parentesco que a gente tem. Ela disse: "eu sou bem puta mesmo; transando com o marido da minha filha". Assim se passaram uns 10 minutos, depois levantei ela e coloquei de quatro, continuando com aquela metida e tirada fenomenal. O jeito que a velha mexia a cintura era pouco menos que espetacular. Assim que estávamos, empurrei ela na cama, ela de bruços e eu por cima, penetrando com força. Já tava com o pau durasso por causa dos movimentos da minha sogra, tava quase gozando quando ela falou algo que me deixou mais excitado ainda: — mete no meu cu, vai, papai. Como um bom obediente, não hesitei em satisfazer ela. Lembro que a velha era uma veterana nessa posição, porque meu pau não encontrou resistência nenhuma, aí falei: — dá pra ver que você gosta de levar no cu. Ela sorriu e respondeu: — é que não quero engravidar, imagina se eu tivesse um filho seu, seria uma loucura. Dito isso, continuei metendo na minha sogrinha até não aguentar mais, e enchi o cu dela de porra. Já exaustos, caímos na cama nos acariciando, um do lado do outro, e ela passando a mão no meu pau já mole depois da luta que tivemos. Depois de um tempo, dormimos. De manhã (umas 5h), acordei e vi minha sogra saindo do banheiro toda vestida, e ela disse: — vamos embora que vai amanhecer. Como sou do tipo que curte a famosa trepada matinal, puxei ela pelo braço e joguei na cama. Acho que ela tava com mais vontade de transar do que eu, porque na hora tirou toda a roupa e abriu aquela bucetinha que eu já tinha aproveitado. Montei nela e a gente trepou nessa posição por umas meia hora. Depois nos vestimos e no caminho inventamos uma desculpa pra minha esposa. Desde então, eu e minha sogra mantemos o segredo. Já tentei comer ela de novo, mas ela diz que tem medo da minha esposa descobrir. Só consegui passar a mão ou beijar os peitos dela quando a gente se encontra na casa dela ou na minha (sozinhos, claro). Ainda guardo esperança de viver essa experiência de novo.
3 comentários - Minha sogra no hotel comigo
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