Olá, vou me apresentar: me chamo Carlos, 32 anos, solteiro… Moro sozinho no centro de Madri, e essa é uma história que aconteceu comigo recentemente — na verdade, ainda tá rolando. Depois de buscar ideias nos contos desse site, resolvi compartilhar a minha.
Como eu disse, moro em Madri, numa área tranquila conhecida como Cidade Universitária. Meu prédio tem uns dez andares e tem de tudo um pouco: famílias e estudantes nos apartamentos menores. Um dia, voltando do trabalho, vi um caminhão de mudança. Um senhor de terno carregava uma caixa bem grande. Quando entrou no portão, tropeçou — teria se machucado feio se eu não estivesse na frente e segurasse ele. Ele se desculpou, e eu falei que não tinha problema. Andando em direção ao elevador, ele percebeu que tinha torcido o tornozelo, então me ofereci pra levar a caixa. Subimos até o apartamento dele, que era um dos maiores. Quando chegamos, ele sentou, o tornozelo tava doendo. Não sou muito de puxar conversa com vizinhos, mas naquele dia tava de bom humor, então acabei levando ele até o Samur (serviço de emergência), onde colocaram uma tornozeleira. Ele não parava de me agradecer, me contou que estavam se mudando de Valência pra filha estudar num colégio do Opus que tinha na região. Ele trabalhava como executivo numa grande empresa. Nos despedimos, e eu pensei: "que perda de tempo".
Uma semana depois, às 7 da noite, bateram na minha porta. Quando abri, vi uma senhora de uns 45 anos, muito gostosa. Ela tava vestida bem discreta, mas dava pra ver um corpaço por baixo da roupa. Se apresentou como a esposa do Jorge e disse que, pra agradecer por eu ter ajudado o marido dela, me convidavam pra jantar naquela noite. Eu não tinha nenhum plano e, pra ser sincero, minha geladeira tava vazia, então aceitei. Às 9, subi até o apartamento deles. Quem abriu a porta foi uma menina de 18 anos, filha legítima da mãe. Loira, olhos azuis, e por baixo da camiseta dava pra ver dois peitões. Quando ela se virou e eu vi a bunda dela, esqueci qualquer escrúpulo e decidi que tinha que comer ela. O jantar… começou benzendo a mesa, o que em qualquer outra situação teria me matado, mas eu tinha um objetivo e isso me mantinha de pé. Eles falaram sobre seus trabalhos e eu comentei o meu com computadores... foi bem chato, pra ser sincero, mas me diverti imaginando como os dois transariam, a senhora toda dignidade, como será que ela chupava o pau do marido?. A menina me olhava disfarçadamente, ela gostava de mim. Já era mulher demais para o jeito que se vestia, mas o ar quase monástico da casa impunha esse estilo, suponho.
No final do jantar, Jorge me pediu um favor. O computador da filha dele estava com problema e ela tava insistindo em um novo, ele me perguntou se eu podia dar uma olhada. A menina disse que não, que não precisava, que já tava funcionando bem, mas o pai a repreendeu, dizendo que fazia um mês que ela enchia o saco pedindo um novo. Ela cedeu e disse que tá bom, que na segunda-feira me trazia o computador. Eu, vendo a ansiedade dela, decidi que tinha que dar uma olhada antes que ela pudesse mexer nele. Falei que durante a semana era impossível, que tava muito ocupado, mas que era cedo e que, se ela me deixasse aquela noite, eu podia arrumar tudo sossegado e devolver no dia seguinte. A garota tentou resistir, mas o pai mandou ela trazer o notebook na hora, dava pra ver quem mandava na casa. Ela olhou pro chão e voltou num minuto com o notebook, era um HP normal com umas adesivas bestas em cima. Ela me entregou olhando nos meus olhos.
Tomamos uma dose num sofá, eu tinha o notebook do meu lado e colocava a mão distraidamente em cima dele, ela me olhava preocupada. Depois de um tempo, me despedi e desci correndo pra minha casa. Liguei o notebook e conectei um HD externo pra copiar tudo antes de qualquer coisa. Instalei uns programas pra limpar ele e, com a cópia conectada no meu, comecei a explorar. A primeira coisa que procurei foram os logs do MSN, ela tinha todas as conversas guardadas, essa mania dos adolescentes de guardar tudo... Fiz uma busca por fotos e encontrei as típicas fotos de família, com amigos, tinha umas em Palma, onde dava pra ver ela e a mãe dela de biquíni, os peitos eram exageradamente grandes, mas os corpos das duas eram impressionantes. Ficava imaginando meu pai metendo o pau na minha mãe, adorava aquilo. Explorei um pouco mais e encontrei o que procurava: uma pasta com senha, chamada "trabalhos cole física", onde os pais dela nunca iriam procurar nada, imagino. Pular a senha não foi difícil.
A garota era organizada até nisso, tudo estava super arrumado. Tinha uma pasta chamada "fotis" com duas dúzias de fotos dela de lingerie, sem sutiã, posando na frente do espelho ou de quatro na cama. Ver os peitos dela nus foi uma revelação. Ela tinha dois lindos balões com uns biquinhos rosadinhos. Ela sorria em quase todas, agora quem ia sorrir era eu. Continuei fuçando, tinha uns vídeos pornô baixados da net onde dava pra ver ela chupando paus, dando o cu, um pouco de tudo. Tinha outra pasta chamada "les", cheia de meninas lindas peladas, brincando umas com as outras, então ela também curtia garotas. Com o tanto que os pais eram religiosos, duvido que a homossexualidade fosse muito bem-vinda. Revisei as conversas dela no MSN, ela tinha duas: uma pros pais, com amigas do colégio etc, sem meninos curiosamente, e o pai dela estava no MSN dela, imaginei o quanto deviam controlá-la. E outra pra conversar com garotas, nas conversas falavam de sexo, ela era bem tímida, algumas subiam o tom. E em duas, elas tinham ligado a webcam. Procurei os vídeos correspondentes e num dava pra ver outra adolescente massageando os peitos dela. Na conversa, falavam dos peitos da Eva (é assim que ela se chama, aliás), e ficava claro que já tinham feito a mesma coisa. Fechei tudo, não precisava de mais, já revisaria o resto no dia seguinte.
Na manhã seguinte, umas onze e meia, bateram na porta. Era a Eva com a mãe dela. Ela se desculpou, dizendo que a menina tava insistindo que precisava do computador. Falei que claro, que me dessem uns minutos porque um programa tava rodando. Terminando, ofereci um café pra elas e, deixando-as na cozinha, fui pro meu escritório. Liguei a câmera pra gravar o que ia rolar e coloquei no protetor de tela do meu computador a galeria de fotos da Eva. Tenho um monitor de 20 polegadas, então dava pra ver ela claramente. Chamei ela, ligado se vinha com a mãe pra desativar o protetor de tela. A mãe, pelo visto, decidiu terminar o café tranquilamente. Quando a Eva entrou no escritório, ficou pálida olhando pro meu monitor.
Eu: — E aí, Eva?
Eva: — O quê? O que você quer dizer?
Eu: — Bom, você tira fotos pornográficas, tem brincadeiras sexuais com sapatão e fala uma linguagem que duvido que aprendeu na escola. — Ela ficou ainda mais branca.
Eva: — Por favor, não.
Eu: — Por favor, não, o quê, Eva? Não tenho escolha a não ser contar pros seus pais. Não se preocupa, quando você se recuperar da surra que seu pai vai te dar, eles vão te mandar pra um daqueles internatos religiosos onde você vai rezar quatro vezes por dia.
Eva: — Não, por favor, não faz isso. — Ela sussurrava, a mãe dela tava perto e a gente só tinha alguns minutos.
Eu: — Vai fazer tudo que eu mandar?
Eva: — Tudo? O que você quer dizer?
Eu: — Fica aqui às quatro, fala que vai dar uma volta no Vips ou algo assim.
Eva: — Sozinha? Pra quê? — Ela me olhava preocupada.
Eu: — Faz o que eu falo ou às quatro e quinze seu pai e toda a agenda dele, além das suas amigas, incluindo as sapatão, vão receber uma coleção de fotos suas junto com suas conversas quentes. Em dois dias, com a gostosa que você é, vai virar a rainha dos sites de adolescente.
Eu: — Aliás, apaguei tudo, agora só existe minha cópia. Não queremos que te peguem sendo uma menina má, né?
Dei o notebook dela e acompanhei ela até onde a mãe tava. A Eva ficou bem quieta. Na porta, a mãe me agradeceu pelo favor e mandou a filha me agradecer. A Eva me olhou com ódio.
Eva: — Muito obrigada, Carlos.
Eu sorri e falei que tinha sido um prazer.
A manhã foi interminável, me distraí colocando meu portal gravando vídeo na sala e outra câmera escondida no canto. Às quatro em ponto ouvi o elevador e alguém batendo na porta com os nós dos dedos. Abri, ela entrou rápido e fechou a porta.
Eva.- E então, o que você quer? Ela disse quase chorando.
Eu.- É fácil, o que todo homem quer de você desde que esses peitos cresceram.
Eva.- Eu não sou uma puta, já chorava e fungava.
Eu.- Já sei, não é uma puta, é uma garota normal querendo experimentar e provar.
Eva.- Sim, mas não com você, você é muito mais velho e um pervertido. Ontem você me atraiu, mas hoje te odeio.
Eu.- Certo, bom, então amadurece.
Eva.- Sério? E o que vai acontecer com tudo que você roubou de mim?
Eu.- Bom, teria que falar com seu pai, mas talvez tente com sua mãe, ela é quase tão gostosa quanto você e com certeza não vai se importar em te substituir pra seu pai não descobrir.
Eva.- Ele me daria uma surra se descobrisse, e na minha mãe também por não impedir. Ele é muito rígido.
Eu.- Melhor, assim sua mãe não vai ter problema em me atender.
Eva.- Não, tá bom, ela já sofre bastante, o que você quer?
Eu.- Primeiro lava o rosto, depois volta, vou estar sentado naquele sofá, você vai montar em mim de cavalinho e, me fazendo carinho, vai implorar pra ser minha namorada, eu vou resistir, mas você tem que tentar me convencer a qualquer custo, entendeu?
Eva.- Ela me olhou com cara de dúvida e foi pro banheiro.
Eu coloquei o laptop de forma que gravasse a cena, estava a menos de um metro, não teria problemas com o som.
Ela voltou e sentou em cima de mim, começou a acariciar meu cabelo. Levou uns dez minutos pra assumir o papel, mas como eu não falava nada, acabou aceitando que não tinha alternativa.
Eva.- Carlos, por favor, ontem me apaixonei por você, quero…
Eu.- O que você quer, Eva?
Eva.- Ser sua namorada.
Eu.- O quê?? O que eu vou fazer com uma namorada de 18 anos? Você é louca?
Ela me olhou com cara de surpresa, esperava que eu pulasse nela, não isso. jogos
Eva.- Vamos, sei que você gosta de mim, ontem você ficou me olhando muito.
Eu.- Claro, porque você é uma gracinha, mas eu procuro outras coisas numa mulher.
Eva.- O que você procura? Sexo? Não sei muito sobre isso, mas aprendo rápido. Minha mãe diz que eu tenho um corpo muito gostoso.
Eu.- E você tem, e ela também. Viu, eu deveria ir atrás dela, com certeza ela me daria o que eu quero muito melhor que você. Seu pai é sortudo, aposto que come ela todo dia.
Ela fez uma cara de contrariada.
Eu.- Viu, eu falo "foder" e você se assusta, e se eu disser que o papai enfia o pau todo dia na buceta da sua mãe? Que com certeza eles tão aproveitando agora que você não tá pra ela lamber o pau dele e beber o esperma?
Eva se irritou, pegou minhas mãos e colocou sobre os peitos dela.
Eva.- Tô te dizendo que faço o que você quiser, e não, minha mãe não faz essas coisas. Ela tem um diário bem detalhado escondido, por isso ela te olhava ontem, você é o primeiro homem que não é da família ou da igreja que deixam chegar perto de mim. Ela é muito infeliz, meu pai só transa com ela no dia antes da menstruação pra ela não engravidar, e nem tira a roupa dela. Ela tem uns camisões horríveis daqueles da idade média. Quando li isso, decidi que não queria ser tão infeliz quanto ela.
Eu.- Hahaha, então no fundo você queria sim, sua putinha!
Eva.- Não me chama assim! Não sou nenhuma puta!
Apertei bem forte os dois peitos dela… Ela suspirou.
Eu.- Sim, sim você é, você é minha putinha. Vou fazer com você o que eu quiser e você não só vai obedecer, como depois vai me agradecer, igual fez hoje de manhã.
Enfiei as mãos dentro do decote dela, os peitos dela estavam muito quentes e os bicos durinhos. Brinquei com eles por um tempo, apertando e acariciando. Ela ficava cada vez mais excitada, lambia os lábios e soltava uns gemidinhos. Ela tava adorando.
Eu.- Certo, quem é você?
Eva.- Eva.
Eu.- Quem??
Eva.- Sua putinha?
Eu.- Isso, e agora me diz por que quer ser isso.
Eva.- Porque não quero acabar igual minha mãe?
Eu.- E o que falta pra sua mãe? Eva.— Fazer mais o love…
Eu.— Perdão??
Eva.— Que o papai coma ela mais?
Eu.— Com o quê?
Eva.— Com o cock dele!
Eu.— Beleza, e se eu te disser que vou te transformar numa chupadora de primeira e que um desses dias vou te foder no meu quarto, debaixo do dos teus pais pra eles te ouvirem gemer e pensarem que tô com uma puta qualquer?.
Eva.— Ummmmmmmm
Eu.— O que isso significa?
Eva.— Que eu gostei!
Eu.— Do que você gostou?
Eva.— De você me ensinar a chupar seu cock e me foder pra meus pais me ouvirem gemer igual uma puta
Eu.— Beleza, procura meu cock.
Ela baixou as mãozinhas, colocou na minha cintura e puxou pra baixo a calça do pijama que eu tava usando, meu cock que já tava duro há um tempo pulou pra fora, ela segurou bem de leve.
Eu.— Segura com força.
Ela apertou com uma mão, me masturbava sem jeito e com a outra acariciava a ponta da cabeça, eu já tinha soltado um pouco de líquido, ela levou os dedos ao nariz e cheirou…
Eu.— Chupa eles
Ela colocou os dedos na boca.
Eu.— O que achou?
Eva.— Cheira forte e tem o mesmo gosto, mas acho que gostei, isso que engravida?
Eu.— Não, isso sai depois. Mais tarde você vai provar tranquila.
Ela sorriu.
Eu.— Beleza, segura meu cock firme pela base e com a outra mão acaricia minhas bolas, bem de leve.
Eva.— Assim? Tá muito duro e quente, gostei, e essa parte tão macia…
Eu.— Tira a blusa e o sutiã, quero brincar com seus peitos enquanto você me chupa.
Ela passou as mãos nas costas pra se desabotoar e com um movimento tirou tudo.
Eu.— Ummm, você tem uns peitos realmente lindos. — Enquanto segurava eles com as mãos, apertando.
Eva.— Obrigada, às vezes me dá vergonha, os homens me olham muito na rua, e as caras deles… bom, às vezes dão medo.
Eu.— Isso é porque eles deixam o cock duro, querem te foder igual animais. Não ligam se você é legal ou não. Só querem te foder.
Eva.— É, então acho que não ia gostar.
Eu.— Então meu cock Parece que você gostou, não solta ele.
Eva.- Bom, o seu eu gostei, e agora o que eu faço?
Eu.- Fica de joelhos, e olhando nos meus olhos, lambe a base do meu pau e minhas bolas, bem devagar…
Ela se ajoelhou e começou a lamber como uma putinha.
Eu.- Você está linda de joelhos com esses peitões, lambendo minhas bolas, puta.
Ela me olhou com um brilho de rebeldia nos olhos e de repente enfiou quase todo o meu pau na boca de uma vez.
Eu.- Vou descobrindo o que você gosta, puta, gosta, né? Gosta que eu te chame de puta – ela chupava cada vez mais forte. – Você é uma vadiazinha, aqui de joelhos, lambendo o pau de um desconhecido em vez de estar estudando – ela enfiou a mão na calça e começou a se masturbar. – Olha ela, que promíscua, se masturbando… o que será que o papai diria se visse a princesinha dele chupando meu pau? Você acha que ele já imaginou isso alguma vez? –, ela tirava o pau da boca e lambia ele inteiro, o olhar dela já não era mais de menina boazinha. – Quer que eu ensine a mamãe a chupar pau igual a você? Assim eu teria duas putas na mesma casa – Sim, por favor, ensina ela, que ela curta igual a mim, a vida dela é muito triste e ela é tão gostosa… – Beleza, vou fazer isso e você vai me ajudar, sabe no que isso vai transformar seu pai? – Num corno – e ela enfiou o pau de novo até o fundo. Eu já estava quase gozando. Tirei o pau da boca dela – Beleza, puta, agora você pode escolher: pode se levantar e ir embora, e não vou mais te chantagear, ou pode continuar chupando meu pau até eu gozar nessa sua boca de puta, você escolhe. – Não posso ir embora… se eu for, depois não vou poder te agradecer – disse ela piscando um olho. – Beleza, então engole tudo e olhando nos meus olhos – Meu pau não aguentou mais, comecei a soltar um jato de porra direto na boquinha dela. Ela apertou os lábios em volta da minha cabeça pra não deixar escapar nada, coloquei a mão na garganta dela, sentir ela engolindo era delicioso, quando terminou de sair o sêmen, ela ficou mais uns dois minutos lambendo meu pau até deixar ele limpinho. bem limpinha. Ela também tinha gozado, tirei a calça dela e comi a buceta dela como um possesso, estava delicioso, uma buceta virgem, minha propriedade e de uma menina linda. Ela gozou mais três vezes.
Eva.- Porra! Não acredito nisso.
Eu.- Gostou, né, sua puta?
Eva.- Acho que até já gosto que me chame assim.
Eu.- hahaha
Eu.- Bom, você tem que ir. Já faz uma hora que você está fora, vão desconfiar, né?
Eva.- É, mais ou menos.
Eu.- Beleza, seus pais dormem a sesta?
Eva.- Sim, de manhã missa e depois do almoço dormem um pouco.
Eu.- Bom, fala pra eles que vai ao cinema, amanhã vou desvirginar essa buceta linda e esse cu.
Eva.- O cu? Vai doer?
Eu.- Sim, um pouco. Mas uma boa puta tem que receber por todos os buracos. Você gostou de chupar pau, né? Então o resto você vai adorar, fica tranquila.
Eva.- Tá bom, sou sua puta, né? Supostamente você pode fazer o que quiser comigo, não é? Essa é a ideia.
Eu.- Sim, e você adora.
Eva.- Acho que sim.
Eu.- Beleza, agora chega perto da tela do computador e diz…
Ela corou.
Eva.- Você me gravou?
Eu.- Sempre vou fazer isso, agora faz o que eu mandei. – e dei um tapa na bunda dela.
Ela chegou perto da tela, quando mexeu no mouse o rosto dela apareceu em tela cheia, ainda tinha um pouco de sêmen nos lábios, me olhou, lambeu os lábios e olhando pra tela…
Eva.- Oi, mãe, acabei de aprender a chupar pau e comeram minha buceta como papai nunca comeu a sua, espero que logo você esteja com esse pau na sua buceta, te amo.continua 🆒 🆒 🆒
Como eu disse, moro em Madri, numa área tranquila conhecida como Cidade Universitária. Meu prédio tem uns dez andares e tem de tudo um pouco: famílias e estudantes nos apartamentos menores. Um dia, voltando do trabalho, vi um caminhão de mudança. Um senhor de terno carregava uma caixa bem grande. Quando entrou no portão, tropeçou — teria se machucado feio se eu não estivesse na frente e segurasse ele. Ele se desculpou, e eu falei que não tinha problema. Andando em direção ao elevador, ele percebeu que tinha torcido o tornozelo, então me ofereci pra levar a caixa. Subimos até o apartamento dele, que era um dos maiores. Quando chegamos, ele sentou, o tornozelo tava doendo. Não sou muito de puxar conversa com vizinhos, mas naquele dia tava de bom humor, então acabei levando ele até o Samur (serviço de emergência), onde colocaram uma tornozeleira. Ele não parava de me agradecer, me contou que estavam se mudando de Valência pra filha estudar num colégio do Opus que tinha na região. Ele trabalhava como executivo numa grande empresa. Nos despedimos, e eu pensei: "que perda de tempo".
Uma semana depois, às 7 da noite, bateram na minha porta. Quando abri, vi uma senhora de uns 45 anos, muito gostosa. Ela tava vestida bem discreta, mas dava pra ver um corpaço por baixo da roupa. Se apresentou como a esposa do Jorge e disse que, pra agradecer por eu ter ajudado o marido dela, me convidavam pra jantar naquela noite. Eu não tinha nenhum plano e, pra ser sincero, minha geladeira tava vazia, então aceitei. Às 9, subi até o apartamento deles. Quem abriu a porta foi uma menina de 18 anos, filha legítima da mãe. Loira, olhos azuis, e por baixo da camiseta dava pra ver dois peitões. Quando ela se virou e eu vi a bunda dela, esqueci qualquer escrúpulo e decidi que tinha que comer ela. O jantar… começou benzendo a mesa, o que em qualquer outra situação teria me matado, mas eu tinha um objetivo e isso me mantinha de pé. Eles falaram sobre seus trabalhos e eu comentei o meu com computadores... foi bem chato, pra ser sincero, mas me diverti imaginando como os dois transariam, a senhora toda dignidade, como será que ela chupava o pau do marido?. A menina me olhava disfarçadamente, ela gostava de mim. Já era mulher demais para o jeito que se vestia, mas o ar quase monástico da casa impunha esse estilo, suponho.
No final do jantar, Jorge me pediu um favor. O computador da filha dele estava com problema e ela tava insistindo em um novo, ele me perguntou se eu podia dar uma olhada. A menina disse que não, que não precisava, que já tava funcionando bem, mas o pai a repreendeu, dizendo que fazia um mês que ela enchia o saco pedindo um novo. Ela cedeu e disse que tá bom, que na segunda-feira me trazia o computador. Eu, vendo a ansiedade dela, decidi que tinha que dar uma olhada antes que ela pudesse mexer nele. Falei que durante a semana era impossível, que tava muito ocupado, mas que era cedo e que, se ela me deixasse aquela noite, eu podia arrumar tudo sossegado e devolver no dia seguinte. A garota tentou resistir, mas o pai mandou ela trazer o notebook na hora, dava pra ver quem mandava na casa. Ela olhou pro chão e voltou num minuto com o notebook, era um HP normal com umas adesivas bestas em cima. Ela me entregou olhando nos meus olhos.
Tomamos uma dose num sofá, eu tinha o notebook do meu lado e colocava a mão distraidamente em cima dele, ela me olhava preocupada. Depois de um tempo, me despedi e desci correndo pra minha casa. Liguei o notebook e conectei um HD externo pra copiar tudo antes de qualquer coisa. Instalei uns programas pra limpar ele e, com a cópia conectada no meu, comecei a explorar. A primeira coisa que procurei foram os logs do MSN, ela tinha todas as conversas guardadas, essa mania dos adolescentes de guardar tudo... Fiz uma busca por fotos e encontrei as típicas fotos de família, com amigos, tinha umas em Palma, onde dava pra ver ela e a mãe dela de biquíni, os peitos eram exageradamente grandes, mas os corpos das duas eram impressionantes. Ficava imaginando meu pai metendo o pau na minha mãe, adorava aquilo. Explorei um pouco mais e encontrei o que procurava: uma pasta com senha, chamada "trabalhos cole física", onde os pais dela nunca iriam procurar nada, imagino. Pular a senha não foi difícil.
A garota era organizada até nisso, tudo estava super arrumado. Tinha uma pasta chamada "fotis" com duas dúzias de fotos dela de lingerie, sem sutiã, posando na frente do espelho ou de quatro na cama. Ver os peitos dela nus foi uma revelação. Ela tinha dois lindos balões com uns biquinhos rosadinhos. Ela sorria em quase todas, agora quem ia sorrir era eu. Continuei fuçando, tinha uns vídeos pornô baixados da net onde dava pra ver ela chupando paus, dando o cu, um pouco de tudo. Tinha outra pasta chamada "les", cheia de meninas lindas peladas, brincando umas com as outras, então ela também curtia garotas. Com o tanto que os pais eram religiosos, duvido que a homossexualidade fosse muito bem-vinda. Revisei as conversas dela no MSN, ela tinha duas: uma pros pais, com amigas do colégio etc, sem meninos curiosamente, e o pai dela estava no MSN dela, imaginei o quanto deviam controlá-la. E outra pra conversar com garotas, nas conversas falavam de sexo, ela era bem tímida, algumas subiam o tom. E em duas, elas tinham ligado a webcam. Procurei os vídeos correspondentes e num dava pra ver outra adolescente massageando os peitos dela. Na conversa, falavam dos peitos da Eva (é assim que ela se chama, aliás), e ficava claro que já tinham feito a mesma coisa. Fechei tudo, não precisava de mais, já revisaria o resto no dia seguinte.
Na manhã seguinte, umas onze e meia, bateram na porta. Era a Eva com a mãe dela. Ela se desculpou, dizendo que a menina tava insistindo que precisava do computador. Falei que claro, que me dessem uns minutos porque um programa tava rodando. Terminando, ofereci um café pra elas e, deixando-as na cozinha, fui pro meu escritório. Liguei a câmera pra gravar o que ia rolar e coloquei no protetor de tela do meu computador a galeria de fotos da Eva. Tenho um monitor de 20 polegadas, então dava pra ver ela claramente. Chamei ela, ligado se vinha com a mãe pra desativar o protetor de tela. A mãe, pelo visto, decidiu terminar o café tranquilamente. Quando a Eva entrou no escritório, ficou pálida olhando pro meu monitor.
Eu: — E aí, Eva?
Eva: — O quê? O que você quer dizer?
Eu: — Bom, você tira fotos pornográficas, tem brincadeiras sexuais com sapatão e fala uma linguagem que duvido que aprendeu na escola. — Ela ficou ainda mais branca.
Eva: — Por favor, não.
Eu: — Por favor, não, o quê, Eva? Não tenho escolha a não ser contar pros seus pais. Não se preocupa, quando você se recuperar da surra que seu pai vai te dar, eles vão te mandar pra um daqueles internatos religiosos onde você vai rezar quatro vezes por dia.
Eva: — Não, por favor, não faz isso. — Ela sussurrava, a mãe dela tava perto e a gente só tinha alguns minutos.
Eu: — Vai fazer tudo que eu mandar?
Eva: — Tudo? O que você quer dizer?
Eu: — Fica aqui às quatro, fala que vai dar uma volta no Vips ou algo assim.
Eva: — Sozinha? Pra quê? — Ela me olhava preocupada.
Eu: — Faz o que eu falo ou às quatro e quinze seu pai e toda a agenda dele, além das suas amigas, incluindo as sapatão, vão receber uma coleção de fotos suas junto com suas conversas quentes. Em dois dias, com a gostosa que você é, vai virar a rainha dos sites de adolescente.
Eu: — Aliás, apaguei tudo, agora só existe minha cópia. Não queremos que te peguem sendo uma menina má, né?
Dei o notebook dela e acompanhei ela até onde a mãe tava. A Eva ficou bem quieta. Na porta, a mãe me agradeceu pelo favor e mandou a filha me agradecer. A Eva me olhou com ódio.
Eva: — Muito obrigada, Carlos.
Eu sorri e falei que tinha sido um prazer.
A manhã foi interminável, me distraí colocando meu portal gravando vídeo na sala e outra câmera escondida no canto. Às quatro em ponto ouvi o elevador e alguém batendo na porta com os nós dos dedos. Abri, ela entrou rápido e fechou a porta.
Eva.- E então, o que você quer? Ela disse quase chorando.
Eu.- É fácil, o que todo homem quer de você desde que esses peitos cresceram.
Eva.- Eu não sou uma puta, já chorava e fungava.
Eu.- Já sei, não é uma puta, é uma garota normal querendo experimentar e provar.
Eva.- Sim, mas não com você, você é muito mais velho e um pervertido. Ontem você me atraiu, mas hoje te odeio.
Eu.- Certo, bom, então amadurece.
Eva.- Sério? E o que vai acontecer com tudo que você roubou de mim?
Eu.- Bom, teria que falar com seu pai, mas talvez tente com sua mãe, ela é quase tão gostosa quanto você e com certeza não vai se importar em te substituir pra seu pai não descobrir.
Eva.- Ele me daria uma surra se descobrisse, e na minha mãe também por não impedir. Ele é muito rígido.
Eu.- Melhor, assim sua mãe não vai ter problema em me atender.
Eva.- Não, tá bom, ela já sofre bastante, o que você quer?
Eu.- Primeiro lava o rosto, depois volta, vou estar sentado naquele sofá, você vai montar em mim de cavalinho e, me fazendo carinho, vai implorar pra ser minha namorada, eu vou resistir, mas você tem que tentar me convencer a qualquer custo, entendeu?
Eva.- Ela me olhou com cara de dúvida e foi pro banheiro.
Eu coloquei o laptop de forma que gravasse a cena, estava a menos de um metro, não teria problemas com o som.
Ela voltou e sentou em cima de mim, começou a acariciar meu cabelo. Levou uns dez minutos pra assumir o papel, mas como eu não falava nada, acabou aceitando que não tinha alternativa.
Eva.- Carlos, por favor, ontem me apaixonei por você, quero…
Eu.- O que você quer, Eva?
Eva.- Ser sua namorada.
Eu.- O quê?? O que eu vou fazer com uma namorada de 18 anos? Você é louca?
Ela me olhou com cara de surpresa, esperava que eu pulasse nela, não isso. jogos
Eva.- Vamos, sei que você gosta de mim, ontem você ficou me olhando muito.
Eu.- Claro, porque você é uma gracinha, mas eu procuro outras coisas numa mulher.
Eva.- O que você procura? Sexo? Não sei muito sobre isso, mas aprendo rápido. Minha mãe diz que eu tenho um corpo muito gostoso.
Eu.- E você tem, e ela também. Viu, eu deveria ir atrás dela, com certeza ela me daria o que eu quero muito melhor que você. Seu pai é sortudo, aposto que come ela todo dia.
Ela fez uma cara de contrariada.
Eu.- Viu, eu falo "foder" e você se assusta, e se eu disser que o papai enfia o pau todo dia na buceta da sua mãe? Que com certeza eles tão aproveitando agora que você não tá pra ela lamber o pau dele e beber o esperma?
Eva se irritou, pegou minhas mãos e colocou sobre os peitos dela.
Eva.- Tô te dizendo que faço o que você quiser, e não, minha mãe não faz essas coisas. Ela tem um diário bem detalhado escondido, por isso ela te olhava ontem, você é o primeiro homem que não é da família ou da igreja que deixam chegar perto de mim. Ela é muito infeliz, meu pai só transa com ela no dia antes da menstruação pra ela não engravidar, e nem tira a roupa dela. Ela tem uns camisões horríveis daqueles da idade média. Quando li isso, decidi que não queria ser tão infeliz quanto ela.
Eu.- Hahaha, então no fundo você queria sim, sua putinha!
Eva.- Não me chama assim! Não sou nenhuma puta!
Apertei bem forte os dois peitos dela… Ela suspirou.
Eu.- Sim, sim você é, você é minha putinha. Vou fazer com você o que eu quiser e você não só vai obedecer, como depois vai me agradecer, igual fez hoje de manhã.
Enfiei as mãos dentro do decote dela, os peitos dela estavam muito quentes e os bicos durinhos. Brinquei com eles por um tempo, apertando e acariciando. Ela ficava cada vez mais excitada, lambia os lábios e soltava uns gemidinhos. Ela tava adorando.
Eu.- Certo, quem é você?
Eva.- Eva.
Eu.- Quem??
Eva.- Sua putinha?
Eu.- Isso, e agora me diz por que quer ser isso.
Eva.- Porque não quero acabar igual minha mãe?
Eu.- E o que falta pra sua mãe? Eva.— Fazer mais o love…
Eu.— Perdão??
Eva.— Que o papai coma ela mais?
Eu.— Com o quê?
Eva.— Com o cock dele!
Eu.— Beleza, e se eu te disser que vou te transformar numa chupadora de primeira e que um desses dias vou te foder no meu quarto, debaixo do dos teus pais pra eles te ouvirem gemer e pensarem que tô com uma puta qualquer?.
Eva.— Ummmmmmmm
Eu.— O que isso significa?
Eva.— Que eu gostei!
Eu.— Do que você gostou?
Eva.— De você me ensinar a chupar seu cock e me foder pra meus pais me ouvirem gemer igual uma puta
Eu.— Beleza, procura meu cock.
Ela baixou as mãozinhas, colocou na minha cintura e puxou pra baixo a calça do pijama que eu tava usando, meu cock que já tava duro há um tempo pulou pra fora, ela segurou bem de leve.
Eu.— Segura com força.
Ela apertou com uma mão, me masturbava sem jeito e com a outra acariciava a ponta da cabeça, eu já tinha soltado um pouco de líquido, ela levou os dedos ao nariz e cheirou…
Eu.— Chupa eles
Ela colocou os dedos na boca.
Eu.— O que achou?
Eva.— Cheira forte e tem o mesmo gosto, mas acho que gostei, isso que engravida?
Eu.— Não, isso sai depois. Mais tarde você vai provar tranquila.
Ela sorriu.
Eu.— Beleza, segura meu cock firme pela base e com a outra mão acaricia minhas bolas, bem de leve.
Eva.— Assim? Tá muito duro e quente, gostei, e essa parte tão macia…
Eu.— Tira a blusa e o sutiã, quero brincar com seus peitos enquanto você me chupa.
Ela passou as mãos nas costas pra se desabotoar e com um movimento tirou tudo.
Eu.— Ummm, você tem uns peitos realmente lindos. — Enquanto segurava eles com as mãos, apertando.
Eva.— Obrigada, às vezes me dá vergonha, os homens me olham muito na rua, e as caras deles… bom, às vezes dão medo.
Eu.— Isso é porque eles deixam o cock duro, querem te foder igual animais. Não ligam se você é legal ou não. Só querem te foder.
Eva.— É, então acho que não ia gostar.
Eu.— Então meu cock Parece que você gostou, não solta ele.
Eva.- Bom, o seu eu gostei, e agora o que eu faço?
Eu.- Fica de joelhos, e olhando nos meus olhos, lambe a base do meu pau e minhas bolas, bem devagar…
Ela se ajoelhou e começou a lamber como uma putinha.
Eu.- Você está linda de joelhos com esses peitões, lambendo minhas bolas, puta.
Ela me olhou com um brilho de rebeldia nos olhos e de repente enfiou quase todo o meu pau na boca de uma vez.
Eu.- Vou descobrindo o que você gosta, puta, gosta, né? Gosta que eu te chame de puta – ela chupava cada vez mais forte. – Você é uma vadiazinha, aqui de joelhos, lambendo o pau de um desconhecido em vez de estar estudando – ela enfiou a mão na calça e começou a se masturbar. – Olha ela, que promíscua, se masturbando… o que será que o papai diria se visse a princesinha dele chupando meu pau? Você acha que ele já imaginou isso alguma vez? –, ela tirava o pau da boca e lambia ele inteiro, o olhar dela já não era mais de menina boazinha. – Quer que eu ensine a mamãe a chupar pau igual a você? Assim eu teria duas putas na mesma casa – Sim, por favor, ensina ela, que ela curta igual a mim, a vida dela é muito triste e ela é tão gostosa… – Beleza, vou fazer isso e você vai me ajudar, sabe no que isso vai transformar seu pai? – Num corno – e ela enfiou o pau de novo até o fundo. Eu já estava quase gozando. Tirei o pau da boca dela – Beleza, puta, agora você pode escolher: pode se levantar e ir embora, e não vou mais te chantagear, ou pode continuar chupando meu pau até eu gozar nessa sua boca de puta, você escolhe. – Não posso ir embora… se eu for, depois não vou poder te agradecer – disse ela piscando um olho. – Beleza, então engole tudo e olhando nos meus olhos – Meu pau não aguentou mais, comecei a soltar um jato de porra direto na boquinha dela. Ela apertou os lábios em volta da minha cabeça pra não deixar escapar nada, coloquei a mão na garganta dela, sentir ela engolindo era delicioso, quando terminou de sair o sêmen, ela ficou mais uns dois minutos lambendo meu pau até deixar ele limpinho. bem limpinha. Ela também tinha gozado, tirei a calça dela e comi a buceta dela como um possesso, estava delicioso, uma buceta virgem, minha propriedade e de uma menina linda. Ela gozou mais três vezes.
Eva.- Porra! Não acredito nisso.
Eu.- Gostou, né, sua puta?
Eva.- Acho que até já gosto que me chame assim.
Eu.- hahaha
Eu.- Bom, você tem que ir. Já faz uma hora que você está fora, vão desconfiar, né?
Eva.- É, mais ou menos.
Eu.- Beleza, seus pais dormem a sesta?
Eva.- Sim, de manhã missa e depois do almoço dormem um pouco.
Eu.- Bom, fala pra eles que vai ao cinema, amanhã vou desvirginar essa buceta linda e esse cu.
Eva.- O cu? Vai doer?
Eu.- Sim, um pouco. Mas uma boa puta tem que receber por todos os buracos. Você gostou de chupar pau, né? Então o resto você vai adorar, fica tranquila.
Eva.- Tá bom, sou sua puta, né? Supostamente você pode fazer o que quiser comigo, não é? Essa é a ideia.
Eu.- Sim, e você adora.
Eva.- Acho que sim.
Eu.- Beleza, agora chega perto da tela do computador e diz…
Ela corou.
Eva.- Você me gravou?
Eu.- Sempre vou fazer isso, agora faz o que eu mandei. – e dei um tapa na bunda dela.
Ela chegou perto da tela, quando mexeu no mouse o rosto dela apareceu em tela cheia, ainda tinha um pouco de sêmen nos lábios, me olhou, lambeu os lábios e olhando pra tela…
Eva.- Oi, mãe, acabei de aprender a chupar pau e comeram minha buceta como papai nunca comeu a sua, espero que logo você esteja com esse pau na sua buceta, te amo.continua 🆒 🆒 🆒
15 comentários - Entupindo uma novinha
si acabas de hacer esa pregunta..no tenes derecho a cojer...:lpmqtp:
Y encima le piden videos jajaja