No verão passado, um amigo meu, Juan, teve que ir trampar janeiro e fevereiro em Carlos Paz. Tinham contratado ele pra uma balada lá.
Desde que se instalou, começou a me encher o saco pra eu ir uns dias. Ligou tanto que no fim eu acreditei que ele tava sozinho e entediado, e fui fazer companhia pra ele.
Apesar de eu ter dito que não, ele foi me buscar no aeroporto. Tudo pra me dar a surpresa da caminhonete nova que ele tinha comprado. "Você não sabe como eu ganho umas gostosas com essa", ele me disse.
Aí eu soube que de sozinho e entediado não tinha nada. Ele tava se divertindo pra caralho e queria compartilhar. E no caso, tava faltando um parceirão pra dar uma força na putaria.
Do aeroporto fomos pra casa que ele alugava, num condomínio a 15 minutos de Carlos Paz (25 minutos de Córdoba). Espetacular!
Correndo o risco de parecer corretor de imóveis, vou descrever: sala com cozinha integrada e um banheiro no térreo, mais um quarto e um quincho com churrasqueira. Em cima, uma salinha pra ver TV e outro quarto. Lá fora, a piscina com espreguiçadeiras. Lindo o lugar e a vista do morro atrás.
"Minha irmã dorme no quarto de baixo e eu no de cima. Você pode dormir no sofá-cama da sala de cima ou no quarto comigo, eu juntei as camas pra ficar uma grande, mas a gente separa e pronto", ele disse enquanto me mostrava o lugar.
Optei pelo sofá-cama pra não encher o saco dele, mas antes perguntei pela irmã do Juan, Marina (chamam de Mara), que é um ano e meio mais velha (tem 27).
"Ela tá trampando à tarde num quiosque e à noite me dá uma mão na balada. A casa eu aluguei com ela pra dividir os gastos", ele disse.
Eu insisti pra saber o que fazer no caso de trazer umas gostosas. "Fica tranquilo, na maioria das vezes ela dorme no apê das amigas. Aqui fica de segunda a quarta quando não vai pra balada."
Era sexta. Então era quase certo que a irmãzinha não aparecia à noite e ficava na casa das amigas, duas modelos que faziam promoções no verão. Porém Apareceu umas 7 horas, quando o sol tava se pondo e a gente já ia na terceira cerveja na beira da piscina.
Ela me cumprimentou carinhosa. Sempre foi uma deusa, embora eu lembrasse dela mais gordinha. Mas tinha perdido uns 5 quilos. Disse que ia deitar pra dormir um pouco. Mal ela saiu, o Juan me fala: "Ficou gostosa, né?".
"É tua irmã, porra!", respondi. "Sim, mas bem que você olhou pra bunda dela", ele respondeu, morrendo de rir. Eu sabia que aquele filho da puta não tinha limite nenhum.
Tanto que uma vez ele já tinha me dado mole com uma ex-namorada dele. "Verdade, tá muito mais gostosa", falei. "Ela terminou com o namorado, por isso veio comigo e as amigas pra curtir o verão aqui", ele contou.
A gente descansou um pouco também, depois jantamos, e fomos cedo pra balada. Ele me apresentou pros donos, pros caras que trabalhavam com ele, e a gente se instalou no vip.
O lugar já tava meio cheio com o pessoal da matinê, mas no vip não tinha ninguém. A gente conversou mais um pouco, sobre trampo e tal, até que começou a encher. Juan começou a ir e vir, e eu fiquei sozinho um tempo.
Aí apareceram duas minas que eu conhecia de Buenos Aires, que tavam lá numa peça de teatro, e a gente começou a bater um papo. Óbvio que tentei chegar junto, mas uma tava namorando fazia pouco e a outra tava com um cara lá, então nada.
Daí chegou a Marina e as amigas. As outras duas também eram muito gostosas. Uma magra, alta e loira, com cara de puta. A outra morena, um pouco mais baixinha, mas com uma bunda do caralho. Natália e Fernanda. Com a Mara, que é morena de olhos pretos, formavam um trio perfeito. Falei isso pra elas. "Quer que a gente seja os Anjos de Max?", a Mara me zoou.
Já adorei a vibe da Mara na hora. Até as amigas perceberam que tinha algo entre a gente e nos deixaram sozinhos. Mesmo assim, me segurei e não investi, só conversei. Mas a gente não parava de rir.
Falei pra irmos no bar pegar algo pra beber, e aí o Juan chegou. "Vem aqui, porra", e me puxou pelo braço. Olhei pra Mara, e ela disse Vai, vai, a gente continua outro dia." E foi embora com as amigas, que estavam sentadas conversando com outras minas e uns caras.
Eu segui o Juan, que me levou até uma sala no outro lado do vip, onde estavam duas novinhas que pareciam ter sobrevivido à matinê. Mesmo dizendo ter 18 e 19, a que ficou comigo parecia ter 16. E como sempre nesses casos, era a mais feia das duas.
Juan tinha pegado elas lá embaixo e feito subir pro vip, e elas estavam super a fim. Vero e Maribel. As duas eram de Córdoba, diziam ser primas. Juan ficou com a Vero (magrinha, muito gostosa, morena de olhos verdes). Eu comecei a paquerar a outra (1,60, bunduda, loira, mais safada que a prima, que parecia meio tímida).
Juan sentou a outra no colo na hora, mas a mina se fazia de difícil pra beijar. Enquanto isso, eu conversava com a Maribel, que me pediu pra acompanhar ela lá embaixo pra dançar.
A gente dançou zoando até que a gatinha chegou junto e começamos a nos pegar. A mina beijava muito bem, e até então eu não tinha dado muita bola pra isso, mas na hora me subiu um pau.
Eu puxei ela pra perto e agarrei a bunda dela, e ela deve ter sentido o pedaço duro contra a barriga, mas não se esquivou (já!). Continuamos dançando mais um pouco e depois subimos de novo.
O Juancito tava se beijando com a Vero, e a gente se acomodou do lado e imitou eles. A minha era mais ousada e deixava meter a mão na bunda à vontade, enquanto a outra fingia demência. Juan pediu champanhe e a gente virou a garrafa em dois minutos. E depois mais uma.
Nessa altura já eram umas 5 da manhã e a balada estava esvaziando. A gente já tava os quatro conversando há um tempo quando eu puxei o papo pra um tom mais picante, elogiando a casa do Juancho.
Ele me olhou tipo "qual é a tua?", enquanto eu falava da piscina, da vista e tal. Até que ele sacou onde eu queria chegar e mandou: "você tem que vir ver o amanhecer."
As novinhas hesitaram um pouco. Mas como estavam Sozinhas em Carlos Paz, no fim a Maribel convenceu a outra. "Depois eu trago elas de volta", disse Juan. E pegaram carona.
Quando chegamos ainda faltava uma hora pro sol nascer, então a gente se instalou na sala e continuou bebendo cerveja. Eu, pra não deixar a coisa esfriar, peguei a baixinha e sentei ela em cima de mim, com uma perna de cada lado.
Começamos a nos pegar, e a pica ficou dura. Ela ainda por cima tava com a buceta bem em cima da minha pica, e encaixava perfeito. Comecei a meter nela e agarrar a bunda enquanto ela se balançava em cima de mim. Parece que o atrito com minha pica tava deixando ela com tesão, porque soltava uns gemidinhos.
Eu ouvia ela gemer e ficava mais duro ainda. Levantei o vestidinho dela, deixando a bunda empinada à vista do Juan, que tava no sofá da frente com a Vero. Os dois ficaram olhando pra gente quando comecei a passar o dedo indicador ao longo da racha da bunda da Maribel enquanto ela gemia sem controle se esfregando.
Juan tentou passar a mão na buceta da Vero. Maribel, de costas pra eles, nem percebeu, me mordia o pescoço e chupava a orelha. Eu enfiei 2 dedos na buceta dela. A mina tava encharcada.
Aí desabotoei a calça jeans, liberei a pica, e sem mudar nada, enfiei na buceta dela puxando a calcinha de lado. Juan e Vero demoraram pra perceber que a gente tava transando, e só reagiram quando a mina começou a gritar em vez de gemer.
"Tá comendo ela, mano?" "Sim, a puta engoliu a pica toda." "Olha só", falei pra ele. Levantei ela pra eles verem minha pica e abri a bunda da mina e comecei a bombar forte.
"Assim-assim-assim", soltou a puta. "Isso, bebê, goza tudo em mim", falei me adiantando. Quando levantei a vista, vi a Vero com o olhar fixo na minha pica e na bunda da prima dela.
"Olha só, Verito, como sua priminha goza, não quer fazer o mesmo?" Juan entendeu a deixa e tirou a pica do esconderijo.
Vero olhou pra ele e se recostou no sofá. "Vem cá, chupa ela um pouco. Pouquinho", pediu Juan. Ela agarrou a rola dele com uma mão e começou a bater uma pra ele.
Falei pra Maribel, que ainda estava montada em mim: "Fala pra sua priminha chupar ele que ela vai gostar". Sem hesitar, ela virou o pescoço e mandou: "Chupa ele todinho!".
Eu, agradecido, meti mais forte, focado agora em fazer ela gozar. Mesmo assim, quase gozei quando vi a Vero chupando o Juan timidamente.
Me concentrei na minha. A putinha não parava de gemer e pedia por favor pra eu comer ela com força, enquanto eu começava a molhar um dedinho na buceta dela e passava no cuzinho pra ir preparando. De tão tarada que tava... ou de tão puta que era... não falou nada.
Assim, roubei uma metida espetacular enquanto Juan lutava pra Vero chupar ele todinho (com frases tipo "vai, tudo", "abre bem a boquinha", "vai, chupa, chupa").
Eu, vendo que Vero resistia, falei pro Juan: "Deixa essa histérica de merda, vem que vamos enfiar na gostosa". Demorou uns segundos pra entender, mas quando viu que eu tava oferecendo o cuzinho da mina, veio na hora.
A menina negou na hora. "Não, os dois não, não, não, não". Eu dizia: "Vai, gostosa, não se faz de difícil, que você é bem puta". Abracei ela e puxei pra perto, deixando o cu de Maribel apontado pro Juan, que mirava a rola no cuzinho. Vero tentou falar "deixa ela". Mas já era tarde.
"Aiiiiiiii", gritou a mina quando a rola do Juan entrou. Eu senti o roçar. É sempre uma sensação estranha quando isso acontece. Às vezes excita, outras vezes broxa. Eu tava mais na diversão de ver como a gente enfiava nela e na cara de Vero, parada imóvel atrás do Juan sem fazer nada.
Também não conseguia me mexer muito. A única coisa que dava era falar, então comecei a provocar a mina. "Você gosta, putinha, de como a gente tá te enfiando?". "Sim, sim, eu gosto", ela dizia.
"Olha, Vero, olha sua priminha como grita", falei pra outra. "Cara, você não sabe o apertado que é o cuzinho dela", disse Juan. "Isso é porque eu tô do outro lado, dentro... Na real, a mina deve ter bem aberto", respondi.
"Sua putinha", disse Maribel morrendo de rir. "Ai, como tão arrombando minha bunda". "Eu não, quem tá arrombando sua bunda é ele", respondi. "Cê gosta, putinha?", perguntou Juancho, que ia e vinha mais rápido. "Tá doendo muito", respondeu a grande puta. "Aii aahh ahhhh", começou a gemer. "Vai, filho da puta, que ela vai gozar", falei pro Juan.
"Ai, você não sabe que bundão gostoso, aii", respondeu, e pela cara imaginei que ele tava gozando dentro do cu da mina. Foi isso mesmo. Depois de um tempo, ele saiu e foi se limpar no banheiro de cima. A mina saiu de cima de mim e foi pro banheiro de baixo. Era cômico ver ela andar tipo pato, com uma mão tampando a bunda cheia de porra.
Eu fiquei como estava, sentado no sofá com a pica meia-bomba e livre do peso dos outros dois. A Vero tinha se sentado encolhida no sofá da frente, sem dizer nada. Mas vi que de repente ela olhou pra minha pica. Isso foi o suficiente pra ela ficar dura de novo.
"Gosta mais dessa?", perguntei. Ela não respondeu nada e olhou pro lado. Levantei e fui até ela com a pica apontando. "Olha, bebê, pra você também tem", falei. "Sai, idiota", respondeu brava. "Vem, se você gosta", falei.
Forcejamos um pouco, segurei os pulsos dela pra deixar quieta e procurei a boca. Dei um beijo nela. Soltei os braços. "Vai, não seja boba". Ela foi se acalmando e comecei a beijar ela.
Ela tava sentada e eu ajoelhado aos pés do sofá. Então, com as mãos, peguei a bunda dela e puxei pra perto de mim. A pica dura roçou o tecido da calcinha dela, que aparecia porque o vestidinho tinha subido.
Esfreguei umas duas vezes. Depois, levei a mão e senti que a calcinha tava toda molhada. Puxei pra um lado e vi que ela tinha a buceta peludinha e toda melada.
Peguei a pica e passei a cabeça no anel, separando os pelinhos trançados que tampavam o buraco. Quando abriu, encaixei a cabeçona na entrada. da buceta e gozei dentro dela.
Ela tava quente, molhada, mas bem apertadinha. Me olhava extasiada com aqueles olhinhos azuis que ficaram vidrados e a boca entreaberta soltando gemidos. Que mina gostosa!
Beijei ela, e depois chupei o pescoço, as orelhas, o peito. Liberei um peitinho puxando o vestido dela que acabou todo enroscado na cintura e fiz um banquete com aqueles bicos durinhos.
Depois me firmei na cintura dela e comecei a meter bem forte. Ela começou a gemer e eu tava curtindo pra caralho. "Não goza dentro de mim", ela falou sentindo meu pau crescer um pouco mais. Na hora saí do transe e me afastei um pouco.
O Juan tava a dois metros e a Maribel, já pelada, chupava o pau dele. Ela sorriu pra mim. Eu continuei comendo ela. A Vero gemia, soltava uns "ai, ai, ai" de vez em quando, quando meu pau entrava até o fundo. Doía um pouco.
"Tá doendo, bebê?", perguntei. "Tá, você tem ele muito grande". "Te fodo só com a pontinha se quiser", falei. E comecei a meter só com metade do pau ou menos. Ela adorou. Em cinco minutos, os gritos dela anunciaram que ia gozar.
"Ai, como você gozou, priminha", falou a puta da Maribel. "Você é foda, cara, não sei como você faz", disse o Juan. "Viu como a histérica amoleceu? É uma puta também", falei pra ele enquanto dava uns beijinhos nela. "Você tem que provar a boca dessa, não sabe como chupa!", falou o Juancho depois. "Quer o pau do meu amigo agora?", perguntei pra Vero. "Tá bom", ela disse.
"Vem, vamos trocar", falei pro Juan. Eu não tinha gozado, então o pau tava duro. Mesmo todo melado pela buceta da Vero. A Maribel pareceu perceber quando passou a mão, sentiu grudento e mal chupou a cabeça fez cara de nojo.
— Vai, puta, chupa esse aqui. Queria pau? Tá aqui um pau todo pra você. Vai, puta, engole ele inteiro…
— Viu como chupa! — falou o Juan.
— Cala a boca, otário, e aproveita que a mina vai fazer tudo que você quiser. — Não, piranha? — falei pra Vero.
— Sim — respondeu a outra mina.
— Vai, vai… assim… chupa, chupa, chupa… vai! Que boquinha de chupar pica que você tem — eu falava pra Maribel.
— Ai, que buceta apertada — o Juan falava pra Vero.
— Kkkk, tá bem fechadinha, né? — falei pro Juan.
— Sim, cara, é impressionante. Valeu por amaciar, kkkk.
— Kkkk. Olha, eu usei a palavra buceta, deixei ela pra você, mas a raba fica pra mim… kkkkk.
— Vai fazer a booty na minha priminha? — perguntou Maribel.
— Sim, e em você também — falei. Isso parece que deixou ela doida, porque começou a chupar a pica ainda mais piranha.
— Uiii, mina, vai, assim, engole a pica até o fundo. Assim, assim, assim, ahhh… vem, vem, vem — falei tirando ela e levei até o sofá do lado dos outros dois, colocando ela de quatro.
Fiquei atrás dela e perguntei se tava pronta.
A resposta dela foi um “Siiiiiiiii!”. Comecei a brincar com a cabeça na entrada da buceta dela. Dava pra sentir o melzinho quente escorrendo.
Eu queria ir pro cu, mas aquele anelzinho me tentou e enfiei. Do lado, o Juan curtia a buceta da outra. “Experimenta o cu dela que você não sabe o que é bom”, ele falou como se lesse meu pensamento. A gente se conhecia bem. Eu enquanto continuava comendo a buceta dela, coloquei um dedo no cu. Entrou sem problema. Aí mandei outro.
Tirei a pica da buceta sem tirar o dedo do cu e apoiei na raba. “Quer?”, perguntei pra mina. “Sim, me dá”, ela falou.
Comecei a empurrar e ela gritava pra meter. “Empurra”, ela dizia. “Mete tudo até as bolas, abre meu cu, filho da puta.”
Fui enfiando aos poucos entre gritos e xingamentos dela. A Vero olhava pra prima e falava “que piranha que você é, nena!!”. “E você, otária? Já vai ver como grita quando fizerem teu cu”, respondeu a outra.
“Fala que você gosta, senão ele não vai querer experimentar”, falei eu.
“Adoro essa pica grossa que você tem, me dá tudaaaaaaa!” disse Maribel. Meu pau já tinha entrado todo e eu tirava até a metade e enfiava de novo até bater no fundo, dava nela.
A puta gritava igual uma louca. Vero também começou a gemer quando Juan começou a comer ela com mais força. "Vai bebê, goza em mim, grita puta, grita igual sua prima", ele dizia.
"Ai sim, me come forte", ela respondeu. "Vai Juancho, arrebenta a buceta dela", eu contribuí. "É, vai pra ela gozar", incentivou Maribel. "Ali, ali, ali", escapou de Vero que começou a gozar.
Eu senti que a gozada também tava vindo em mim e o pau ficou mais grosso, Maribel percebeu e pediu pra eu regar os intestinos dela de porra.
"Vai pai, enche minha bunda pequenininha", ela pediu. Não precisei porque eu já tava a ponto, e mandei um jato bem fundo naquela bunda. "Aaaaahhh siiiiim vagabundaaa, que cu gostosoooooo", soltei todo louco quando terminei de me esvaziar por completo.
Me despenquei em cima dela e beijei suas costas. Depois ela pediu pra eu sair e foi pro banheiro. Juan e Vero tinham parado de transar. E riam de mim. "Idiota, tu tava alucinado", ele disse. "Você viu o que é aquela bunda, parece um aspirador". "Com a boca também", disse Juan e a gente se cagou de rir. Vero inclusa.
"Do que vocês tão rindo", perguntou Maribel voltando do banheiro. "Eles tão dizendo que você tem um aspirador na boca e no cu", soltou Vero debochando. "É verdade", eu disse. "Adoro sentir eles gozando", disse a puta. "Ainda me resta se você quiser", disse Juan que tinha ficado com vontade de um boquete. A garota se ajoelhou e chupou ele como uma profissional.
Eu tentei fazer o mesmo com Vero mas ela pediu pra eu me limpar. Corri pro banheiro, e dois minutos depois voltei com o pau limpo. "Mudei de ideia, vou te comer eu", falei pra Vero. Ela resistiu mas no final se colocou de quatro no sofá. Ficou com a bunda bem aberta. Juan comemorou com "olha o peruzinho que você vai comer".
Me abaixei e passei a língua pela racha do cu dela, parei uma eternidade nas bochechinhas. Depois afastei mais as nádegas e enfiei a língua no meio da buceta. Vero deu um grito de prazer e levantava a bunda pra mim e arqueava as costas.
Apresentação perfeita pra arrebentar a buceta dela, pensei. Enfiei um dedinho. Entrava bem apertadinho. Ela não falava nada, mas os gemidos dela já bastavam. Daí a pouco um dedo já entrava, então coloquei dois.
Tava doendo e ela reclamou. "Essa buceta é minhaaa... e vou comer ela todinha!", respondi. Meus dedos continuavam entrando e saindo, e eu virava eles pra abrir mais. Ela sofria um pouco. Mas eu queria ir até o fim. Tirei os dedos e cuspi na bunda dela. Na maior selvageria.
Levantei, molhei a cabeça da piroca com saliva e apontei. Custou pra enfiar a ponta. E ela reclamava da dor.
"Para, Max, ela tem mais apertado que eu", disse Maribel. "Aguenta, gata, vou arrebentar essa buceta todinha...", falei eu, louco. Mas foi demais pra Vero.
No final, acabei tirando. Por sorte, Maribel, bem gostosa, fez um boquete nos dois quando voltou do banheiro depois de socorrer a Vero, que ficou meia hora sentada no bidê com água fria.
Exausto pra caralho, larguei o Juan sozinho quando ele foi levar as minas pro apê e me joguei pra dormir. Já tinha amanhecido umas hora e meia.
(CONTINUA...)
Desde que se instalou, começou a me encher o saco pra eu ir uns dias. Ligou tanto que no fim eu acreditei que ele tava sozinho e entediado, e fui fazer companhia pra ele.
Apesar de eu ter dito que não, ele foi me buscar no aeroporto. Tudo pra me dar a surpresa da caminhonete nova que ele tinha comprado. "Você não sabe como eu ganho umas gostosas com essa", ele me disse.
Aí eu soube que de sozinho e entediado não tinha nada. Ele tava se divertindo pra caralho e queria compartilhar. E no caso, tava faltando um parceirão pra dar uma força na putaria.
Do aeroporto fomos pra casa que ele alugava, num condomínio a 15 minutos de Carlos Paz (25 minutos de Córdoba). Espetacular!
Correndo o risco de parecer corretor de imóveis, vou descrever: sala com cozinha integrada e um banheiro no térreo, mais um quarto e um quincho com churrasqueira. Em cima, uma salinha pra ver TV e outro quarto. Lá fora, a piscina com espreguiçadeiras. Lindo o lugar e a vista do morro atrás.
"Minha irmã dorme no quarto de baixo e eu no de cima. Você pode dormir no sofá-cama da sala de cima ou no quarto comigo, eu juntei as camas pra ficar uma grande, mas a gente separa e pronto", ele disse enquanto me mostrava o lugar.
Optei pelo sofá-cama pra não encher o saco dele, mas antes perguntei pela irmã do Juan, Marina (chamam de Mara), que é um ano e meio mais velha (tem 27).
"Ela tá trampando à tarde num quiosque e à noite me dá uma mão na balada. A casa eu aluguei com ela pra dividir os gastos", ele disse.
Eu insisti pra saber o que fazer no caso de trazer umas gostosas. "Fica tranquilo, na maioria das vezes ela dorme no apê das amigas. Aqui fica de segunda a quarta quando não vai pra balada."
Era sexta. Então era quase certo que a irmãzinha não aparecia à noite e ficava na casa das amigas, duas modelos que faziam promoções no verão. Porém Apareceu umas 7 horas, quando o sol tava se pondo e a gente já ia na terceira cerveja na beira da piscina.
Ela me cumprimentou carinhosa. Sempre foi uma deusa, embora eu lembrasse dela mais gordinha. Mas tinha perdido uns 5 quilos. Disse que ia deitar pra dormir um pouco. Mal ela saiu, o Juan me fala: "Ficou gostosa, né?".
"É tua irmã, porra!", respondi. "Sim, mas bem que você olhou pra bunda dela", ele respondeu, morrendo de rir. Eu sabia que aquele filho da puta não tinha limite nenhum.
Tanto que uma vez ele já tinha me dado mole com uma ex-namorada dele. "Verdade, tá muito mais gostosa", falei. "Ela terminou com o namorado, por isso veio comigo e as amigas pra curtir o verão aqui", ele contou.
A gente descansou um pouco também, depois jantamos, e fomos cedo pra balada. Ele me apresentou pros donos, pros caras que trabalhavam com ele, e a gente se instalou no vip.
O lugar já tava meio cheio com o pessoal da matinê, mas no vip não tinha ninguém. A gente conversou mais um pouco, sobre trampo e tal, até que começou a encher. Juan começou a ir e vir, e eu fiquei sozinho um tempo.
Aí apareceram duas minas que eu conhecia de Buenos Aires, que tavam lá numa peça de teatro, e a gente começou a bater um papo. Óbvio que tentei chegar junto, mas uma tava namorando fazia pouco e a outra tava com um cara lá, então nada.
Daí chegou a Marina e as amigas. As outras duas também eram muito gostosas. Uma magra, alta e loira, com cara de puta. A outra morena, um pouco mais baixinha, mas com uma bunda do caralho. Natália e Fernanda. Com a Mara, que é morena de olhos pretos, formavam um trio perfeito. Falei isso pra elas. "Quer que a gente seja os Anjos de Max?", a Mara me zoou.
Já adorei a vibe da Mara na hora. Até as amigas perceberam que tinha algo entre a gente e nos deixaram sozinhos. Mesmo assim, me segurei e não investi, só conversei. Mas a gente não parava de rir.
Falei pra irmos no bar pegar algo pra beber, e aí o Juan chegou. "Vem aqui, porra", e me puxou pelo braço. Olhei pra Mara, e ela disse Vai, vai, a gente continua outro dia." E foi embora com as amigas, que estavam sentadas conversando com outras minas e uns caras.
Eu segui o Juan, que me levou até uma sala no outro lado do vip, onde estavam duas novinhas que pareciam ter sobrevivido à matinê. Mesmo dizendo ter 18 e 19, a que ficou comigo parecia ter 16. E como sempre nesses casos, era a mais feia das duas.
Juan tinha pegado elas lá embaixo e feito subir pro vip, e elas estavam super a fim. Vero e Maribel. As duas eram de Córdoba, diziam ser primas. Juan ficou com a Vero (magrinha, muito gostosa, morena de olhos verdes). Eu comecei a paquerar a outra (1,60, bunduda, loira, mais safada que a prima, que parecia meio tímida).
Juan sentou a outra no colo na hora, mas a mina se fazia de difícil pra beijar. Enquanto isso, eu conversava com a Maribel, que me pediu pra acompanhar ela lá embaixo pra dançar.
A gente dançou zoando até que a gatinha chegou junto e começamos a nos pegar. A mina beijava muito bem, e até então eu não tinha dado muita bola pra isso, mas na hora me subiu um pau.
Eu puxei ela pra perto e agarrei a bunda dela, e ela deve ter sentido o pedaço duro contra a barriga, mas não se esquivou (já!). Continuamos dançando mais um pouco e depois subimos de novo.
O Juancito tava se beijando com a Vero, e a gente se acomodou do lado e imitou eles. A minha era mais ousada e deixava meter a mão na bunda à vontade, enquanto a outra fingia demência. Juan pediu champanhe e a gente virou a garrafa em dois minutos. E depois mais uma.
Nessa altura já eram umas 5 da manhã e a balada estava esvaziando. A gente já tava os quatro conversando há um tempo quando eu puxei o papo pra um tom mais picante, elogiando a casa do Juancho.
Ele me olhou tipo "qual é a tua?", enquanto eu falava da piscina, da vista e tal. Até que ele sacou onde eu queria chegar e mandou: "você tem que vir ver o amanhecer."
As novinhas hesitaram um pouco. Mas como estavam Sozinhas em Carlos Paz, no fim a Maribel convenceu a outra. "Depois eu trago elas de volta", disse Juan. E pegaram carona.
Quando chegamos ainda faltava uma hora pro sol nascer, então a gente se instalou na sala e continuou bebendo cerveja. Eu, pra não deixar a coisa esfriar, peguei a baixinha e sentei ela em cima de mim, com uma perna de cada lado.
Começamos a nos pegar, e a pica ficou dura. Ela ainda por cima tava com a buceta bem em cima da minha pica, e encaixava perfeito. Comecei a meter nela e agarrar a bunda enquanto ela se balançava em cima de mim. Parece que o atrito com minha pica tava deixando ela com tesão, porque soltava uns gemidinhos.
Eu ouvia ela gemer e ficava mais duro ainda. Levantei o vestidinho dela, deixando a bunda empinada à vista do Juan, que tava no sofá da frente com a Vero. Os dois ficaram olhando pra gente quando comecei a passar o dedo indicador ao longo da racha da bunda da Maribel enquanto ela gemia sem controle se esfregando.
Juan tentou passar a mão na buceta da Vero. Maribel, de costas pra eles, nem percebeu, me mordia o pescoço e chupava a orelha. Eu enfiei 2 dedos na buceta dela. A mina tava encharcada.
Aí desabotoei a calça jeans, liberei a pica, e sem mudar nada, enfiei na buceta dela puxando a calcinha de lado. Juan e Vero demoraram pra perceber que a gente tava transando, e só reagiram quando a mina começou a gritar em vez de gemer.
"Tá comendo ela, mano?" "Sim, a puta engoliu a pica toda." "Olha só", falei pra ele. Levantei ela pra eles verem minha pica e abri a bunda da mina e comecei a bombar forte.
"Assim-assim-assim", soltou a puta. "Isso, bebê, goza tudo em mim", falei me adiantando. Quando levantei a vista, vi a Vero com o olhar fixo na minha pica e na bunda da prima dela.
"Olha só, Verito, como sua priminha goza, não quer fazer o mesmo?" Juan entendeu a deixa e tirou a pica do esconderijo.
Vero olhou pra ele e se recostou no sofá. "Vem cá, chupa ela um pouco. Pouquinho", pediu Juan. Ela agarrou a rola dele com uma mão e começou a bater uma pra ele.
Falei pra Maribel, que ainda estava montada em mim: "Fala pra sua priminha chupar ele que ela vai gostar". Sem hesitar, ela virou o pescoço e mandou: "Chupa ele todinho!".
Eu, agradecido, meti mais forte, focado agora em fazer ela gozar. Mesmo assim, quase gozei quando vi a Vero chupando o Juan timidamente.
Me concentrei na minha. A putinha não parava de gemer e pedia por favor pra eu comer ela com força, enquanto eu começava a molhar um dedinho na buceta dela e passava no cuzinho pra ir preparando. De tão tarada que tava... ou de tão puta que era... não falou nada.
Assim, roubei uma metida espetacular enquanto Juan lutava pra Vero chupar ele todinho (com frases tipo "vai, tudo", "abre bem a boquinha", "vai, chupa, chupa").
Eu, vendo que Vero resistia, falei pro Juan: "Deixa essa histérica de merda, vem que vamos enfiar na gostosa". Demorou uns segundos pra entender, mas quando viu que eu tava oferecendo o cuzinho da mina, veio na hora.
A menina negou na hora. "Não, os dois não, não, não, não". Eu dizia: "Vai, gostosa, não se faz de difícil, que você é bem puta". Abracei ela e puxei pra perto, deixando o cu de Maribel apontado pro Juan, que mirava a rola no cuzinho. Vero tentou falar "deixa ela". Mas já era tarde.
"Aiiiiiiii", gritou a mina quando a rola do Juan entrou. Eu senti o roçar. É sempre uma sensação estranha quando isso acontece. Às vezes excita, outras vezes broxa. Eu tava mais na diversão de ver como a gente enfiava nela e na cara de Vero, parada imóvel atrás do Juan sem fazer nada.
Também não conseguia me mexer muito. A única coisa que dava era falar, então comecei a provocar a mina. "Você gosta, putinha, de como a gente tá te enfiando?". "Sim, sim, eu gosto", ela dizia.
"Olha, Vero, olha sua priminha como grita", falei pra outra. "Cara, você não sabe o apertado que é o cuzinho dela", disse Juan. "Isso é porque eu tô do outro lado, dentro... Na real, a mina deve ter bem aberto", respondi.
"Sua putinha", disse Maribel morrendo de rir. "Ai, como tão arrombando minha bunda". "Eu não, quem tá arrombando sua bunda é ele", respondi. "Cê gosta, putinha?", perguntou Juancho, que ia e vinha mais rápido. "Tá doendo muito", respondeu a grande puta. "Aii aahh ahhhh", começou a gemer. "Vai, filho da puta, que ela vai gozar", falei pro Juan.
"Ai, você não sabe que bundão gostoso, aii", respondeu, e pela cara imaginei que ele tava gozando dentro do cu da mina. Foi isso mesmo. Depois de um tempo, ele saiu e foi se limpar no banheiro de cima. A mina saiu de cima de mim e foi pro banheiro de baixo. Era cômico ver ela andar tipo pato, com uma mão tampando a bunda cheia de porra.
Eu fiquei como estava, sentado no sofá com a pica meia-bomba e livre do peso dos outros dois. A Vero tinha se sentado encolhida no sofá da frente, sem dizer nada. Mas vi que de repente ela olhou pra minha pica. Isso foi o suficiente pra ela ficar dura de novo.
"Gosta mais dessa?", perguntei. Ela não respondeu nada e olhou pro lado. Levantei e fui até ela com a pica apontando. "Olha, bebê, pra você também tem", falei. "Sai, idiota", respondeu brava. "Vem, se você gosta", falei.
Forcejamos um pouco, segurei os pulsos dela pra deixar quieta e procurei a boca. Dei um beijo nela. Soltei os braços. "Vai, não seja boba". Ela foi se acalmando e comecei a beijar ela.
Ela tava sentada e eu ajoelhado aos pés do sofá. Então, com as mãos, peguei a bunda dela e puxei pra perto de mim. A pica dura roçou o tecido da calcinha dela, que aparecia porque o vestidinho tinha subido.
Esfreguei umas duas vezes. Depois, levei a mão e senti que a calcinha tava toda molhada. Puxei pra um lado e vi que ela tinha a buceta peludinha e toda melada.
Peguei a pica e passei a cabeça no anel, separando os pelinhos trançados que tampavam o buraco. Quando abriu, encaixei a cabeçona na entrada. da buceta e gozei dentro dela.
Ela tava quente, molhada, mas bem apertadinha. Me olhava extasiada com aqueles olhinhos azuis que ficaram vidrados e a boca entreaberta soltando gemidos. Que mina gostosa!
Beijei ela, e depois chupei o pescoço, as orelhas, o peito. Liberei um peitinho puxando o vestido dela que acabou todo enroscado na cintura e fiz um banquete com aqueles bicos durinhos.
Depois me firmei na cintura dela e comecei a meter bem forte. Ela começou a gemer e eu tava curtindo pra caralho. "Não goza dentro de mim", ela falou sentindo meu pau crescer um pouco mais. Na hora saí do transe e me afastei um pouco.
O Juan tava a dois metros e a Maribel, já pelada, chupava o pau dele. Ela sorriu pra mim. Eu continuei comendo ela. A Vero gemia, soltava uns "ai, ai, ai" de vez em quando, quando meu pau entrava até o fundo. Doía um pouco.
"Tá doendo, bebê?", perguntei. "Tá, você tem ele muito grande". "Te fodo só com a pontinha se quiser", falei. E comecei a meter só com metade do pau ou menos. Ela adorou. Em cinco minutos, os gritos dela anunciaram que ia gozar.
"Ai, como você gozou, priminha", falou a puta da Maribel. "Você é foda, cara, não sei como você faz", disse o Juan. "Viu como a histérica amoleceu? É uma puta também", falei pra ele enquanto dava uns beijinhos nela. "Você tem que provar a boca dessa, não sabe como chupa!", falou o Juancho depois. "Quer o pau do meu amigo agora?", perguntei pra Vero. "Tá bom", ela disse.
"Vem, vamos trocar", falei pro Juan. Eu não tinha gozado, então o pau tava duro. Mesmo todo melado pela buceta da Vero. A Maribel pareceu perceber quando passou a mão, sentiu grudento e mal chupou a cabeça fez cara de nojo.
— Vai, puta, chupa esse aqui. Queria pau? Tá aqui um pau todo pra você. Vai, puta, engole ele inteiro…
— Viu como chupa! — falou o Juan.
— Cala a boca, otário, e aproveita que a mina vai fazer tudo que você quiser. — Não, piranha? — falei pra Vero.
— Sim — respondeu a outra mina.
— Vai, vai… assim… chupa, chupa, chupa… vai! Que boquinha de chupar pica que você tem — eu falava pra Maribel.
— Ai, que buceta apertada — o Juan falava pra Vero.
— Kkkk, tá bem fechadinha, né? — falei pro Juan.
— Sim, cara, é impressionante. Valeu por amaciar, kkkk.
— Kkkk. Olha, eu usei a palavra buceta, deixei ela pra você, mas a raba fica pra mim… kkkkk.
— Vai fazer a booty na minha priminha? — perguntou Maribel.
— Sim, e em você também — falei. Isso parece que deixou ela doida, porque começou a chupar a pica ainda mais piranha.
— Uiii, mina, vai, assim, engole a pica até o fundo. Assim, assim, assim, ahhh… vem, vem, vem — falei tirando ela e levei até o sofá do lado dos outros dois, colocando ela de quatro.
Fiquei atrás dela e perguntei se tava pronta.
A resposta dela foi um “Siiiiiiiii!”. Comecei a brincar com a cabeça na entrada da buceta dela. Dava pra sentir o melzinho quente escorrendo.
Eu queria ir pro cu, mas aquele anelzinho me tentou e enfiei. Do lado, o Juan curtia a buceta da outra. “Experimenta o cu dela que você não sabe o que é bom”, ele falou como se lesse meu pensamento. A gente se conhecia bem. Eu enquanto continuava comendo a buceta dela, coloquei um dedo no cu. Entrou sem problema. Aí mandei outro.
Tirei a pica da buceta sem tirar o dedo do cu e apoiei na raba. “Quer?”, perguntei pra mina. “Sim, me dá”, ela falou.
Comecei a empurrar e ela gritava pra meter. “Empurra”, ela dizia. “Mete tudo até as bolas, abre meu cu, filho da puta.”
Fui enfiando aos poucos entre gritos e xingamentos dela. A Vero olhava pra prima e falava “que piranha que você é, nena!!”. “E você, otária? Já vai ver como grita quando fizerem teu cu”, respondeu a outra.
“Fala que você gosta, senão ele não vai querer experimentar”, falei eu.
“Adoro essa pica grossa que você tem, me dá tudaaaaaaa!” disse Maribel. Meu pau já tinha entrado todo e eu tirava até a metade e enfiava de novo até bater no fundo, dava nela.
A puta gritava igual uma louca. Vero também começou a gemer quando Juan começou a comer ela com mais força. "Vai bebê, goza em mim, grita puta, grita igual sua prima", ele dizia.
"Ai sim, me come forte", ela respondeu. "Vai Juancho, arrebenta a buceta dela", eu contribuí. "É, vai pra ela gozar", incentivou Maribel. "Ali, ali, ali", escapou de Vero que começou a gozar.
Eu senti que a gozada também tava vindo em mim e o pau ficou mais grosso, Maribel percebeu e pediu pra eu regar os intestinos dela de porra.
"Vai pai, enche minha bunda pequenininha", ela pediu. Não precisei porque eu já tava a ponto, e mandei um jato bem fundo naquela bunda. "Aaaaahhh siiiiim vagabundaaa, que cu gostosoooooo", soltei todo louco quando terminei de me esvaziar por completo.
Me despenquei em cima dela e beijei suas costas. Depois ela pediu pra eu sair e foi pro banheiro. Juan e Vero tinham parado de transar. E riam de mim. "Idiota, tu tava alucinado", ele disse. "Você viu o que é aquela bunda, parece um aspirador". "Com a boca também", disse Juan e a gente se cagou de rir. Vero inclusa.
"Do que vocês tão rindo", perguntou Maribel voltando do banheiro. "Eles tão dizendo que você tem um aspirador na boca e no cu", soltou Vero debochando. "É verdade", eu disse. "Adoro sentir eles gozando", disse a puta. "Ainda me resta se você quiser", disse Juan que tinha ficado com vontade de um boquete. A garota se ajoelhou e chupou ele como uma profissional.
Eu tentei fazer o mesmo com Vero mas ela pediu pra eu me limpar. Corri pro banheiro, e dois minutos depois voltei com o pau limpo. "Mudei de ideia, vou te comer eu", falei pra Vero. Ela resistiu mas no final se colocou de quatro no sofá. Ficou com a bunda bem aberta. Juan comemorou com "olha o peruzinho que você vai comer".
Me abaixei e passei a língua pela racha do cu dela, parei uma eternidade nas bochechinhas. Depois afastei mais as nádegas e enfiei a língua no meio da buceta. Vero deu um grito de prazer e levantava a bunda pra mim e arqueava as costas.
Apresentação perfeita pra arrebentar a buceta dela, pensei. Enfiei um dedinho. Entrava bem apertadinho. Ela não falava nada, mas os gemidos dela já bastavam. Daí a pouco um dedo já entrava, então coloquei dois.
Tava doendo e ela reclamou. "Essa buceta é minhaaa... e vou comer ela todinha!", respondi. Meus dedos continuavam entrando e saindo, e eu virava eles pra abrir mais. Ela sofria um pouco. Mas eu queria ir até o fim. Tirei os dedos e cuspi na bunda dela. Na maior selvageria.
Levantei, molhei a cabeça da piroca com saliva e apontei. Custou pra enfiar a ponta. E ela reclamava da dor.
"Para, Max, ela tem mais apertado que eu", disse Maribel. "Aguenta, gata, vou arrebentar essa buceta todinha...", falei eu, louco. Mas foi demais pra Vero.
No final, acabei tirando. Por sorte, Maribel, bem gostosa, fez um boquete nos dois quando voltou do banheiro depois de socorrer a Vero, que ficou meia hora sentada no bidê com água fria.
Exausto pra caralho, larguei o Juan sozinho quando ele foi levar as minas pro apê e me joguei pra dormir. Já tinha amanhecido umas hora e meia.
(CONTINUA...)
17 comentários - A irmã gostosa do Juan
La hermana de juan?, seguramente nos sorprende con una super saga de esas que hace 😛
+10
Felicitaciones.
Angie
A Favoritos.
que sigan los exitos..!!!
ajajaj aguantaaaaaaaaaaa 😀 😀 😀 😀 😀
Felicitaciones
Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!
GRACIAS POR COMPARTIR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Sos un idolo, me encanta como escribis. Besos