Finalmente realizei minha fantasia... comi minha sogra gosto

Minha história é a seguinte: minha esposa e eu vivemos confortavelmente graças aos nossos empregos, já que somos ambos profissionais. Minha esposa é uma mulher de 24 anos, corpo normal, seios redondos e pequenos, quadris estreitos e uma bunda bem apetitosa, da qual eu curto cada vez que nos entregamos aos prazeres do sexo. Eu tenho 25 anos, me mantenho em forma porque sou membro de um time de futebol do bairro; minha esposa diz que tenho pernas muito boas e, acima de tudo, o que ela mais gosta em mim é meu pau de 18 cm e bem grosso — ela fala que é o único e melhor pau que poderia ter encontrado. Ela realmente curte ele. A história que vou contar está mais relacionada à minha sogra, uma mulher de 54 anos, bem conservada para a idade, que tem aquela beleza que só a maturidade concede a algumas mulheres. É uma mulher muito séria, tem um porte autoritário, sabe se vestir muito bem, embora seja bem recatada; sempre usa vestidos formais e prende o cabelo sobre os ombros, o que lhe dá um ar de seriedade e sensualidade ao mesmo tempo. É relativamente alta e tem um corpo fenomenal. Meu sogro é bem mais velho que ela, tem 61 anos, mas por causa do trabalho parece ainda mais velho; é um pouco baixo e careca, a barriga saliente mostra que come muito, o que o faz parecer ainda mais envelhecido. Os pais dela moravam em outra cidade, mas por motivos de saúde do meu sogro, tiveram que se mudar temporariamente para nossa casa, para fazer um tratamento numa clínica perto da nossa cidade. Eu sou um cara bem desinibido, então, quando estava sozinho em casa com minha esposa, costumava andar de cueca, geralmente umas cuequinhas pequenas que sempre marcavam minha ferramenta. Esse costume teve que parar quando meus sogros se mudaram para cá; eles se instalaram no quarto ao lado do nosso, assim poderíamos atender qualquer necessidade que tivessem a qualquer momento, especialmente durante a noite. Devo acrescentar que meu costume de andar de cueca em casa não foi a única coisa que eu devia ter regulado, porque com os pais dela dormindo no quarto ao lado, nossas transas tiveram que ser mais discretas e com menos barulho, então nossas relações sexuais passaram a ser: beijar minha esposa, acariciar os peitos dela por uns minutos, abrir as pernas dela e meter meu pau dentro da buceta dela, empurrar por alguns minutos lá dentro e gozar em silêncio. Minha esposa respondia com suspiros abafados, dizia que não queria que os pais dela nos ouvissem. Mais de uma vez, depois de ter gozado nela, tive que ir ao banheiro e me masturbar de novo pra tirar de mim toda a excitação que ainda ficava acumulada depois daquelas transas frias. Com o passar das semanas, meu sogro teve que ser internado na clínica porque a saúde dele não melhorava, pelo contrário, só piorava. Foi assim que minha esposa e a mãe dela, minha sogra, se revezavam pra cuidar do pai na clínica. Eu entendia a situação e não colocava a menor objeção pra minha esposa ficar acompanhando o pai algumas noites por semana, já que minha sogra também precisava descansar. Minhas punhetas no banheiro ficaram ainda mais frequentes, porque minha esposa, com a doença do pai, passava o dia todo ocupada com outras coisas e o que menos tinha era vontade de gozar do sexo. Foi assim que, numa ocasião estando em casa, minha sogra se preparava pra sair e substituir minha esposa no cuidado do marido, quando terminou de se arrumar, saiu e rapidamente se despediu de mim, disse que estava um pouco atrasada. Eu estava muito excitado e, aproveitando que ficava sozinho em casa por algumas horas, fui fazer o de sempre: fui ao banheiro pra aliviar minha excitação sozinho. Quando entrei no banheiro, ainda senti no ar o aroma do perfume da minha sogra, era um cheiro suave e doce, não sei por que, mas isso me excitou ainda mais. Sentei na tampa do vaso, tirei meu pau da calça... calça e comecei a esfregar ela, na hora que olhei pra borda da pia, vi guardados num cesto o avental da minha sogra, um impulso me fez parar e examinar o avental dela, Surpresa!, enrolado no avental dela estava a calcinha dela, senti um tesão enorme de contemplar as calcinhas da minha sogra ali no banheiro, então peguei elas na minha mão e instintivamente levei ao meu nariz e cheirei. Era um cheiro forte e penetrante, mas ao mesmo tempo gostoso, meu pau ficou ainda mais duro, e comecei a me masturbar cheirando as calcinhas da minha sogra, a ideia de estar ali cheirando as calcinhas da minha sogra, sentado no vaso, fez com que em poucos minutos eu gozasse, soltando um jato forte de porra no chão do banheiro. Com a calcinha da minha sogra, a mesma que estava cheirando, limpei meu pau dos restos de porra, depois enrolei de novo no avental e deixei onde encontrei, no cesto de roupa suja. Naquela tarde, quando minha esposa voltou, eu dormia tranquilamente. Ela me acordou e me disse que o pai dela tinha melhorado um pouco naquele dia, que o médico disse que ele estava se recuperando. Numa manhã em que minha esposa tinha passado a noite cuidando do pai e devia voltar pra descansar, pensando que minha sogra já tinha ido pra clínica substituir minha esposa, me levantei e, completamente pelado, fui pro banheiro, porque sabia que não tinha mais ninguém em casa. Fui urinar e a sensação de andar pelado de novo pela casa me fez sentir muito bem, então saí do banheiro ainda nu e fui pra sala ver TV. Tava na sala vendo TV quando ouvi a porta da frente abrir, e pensei que era minha esposa voltando de cuidar do pai, então comecei a acariciar meu pau até deixar ele completamente duro e ereto, seria uma boa oportunidade pra ter uma sessão de sexo, já que não tinha mais ninguém em casa. No momento em que tô completamente ereto, acariciando meu pau com a mão, e entra minha sogra, sim... minha sogra!, entrou na sala. Minha surpresa foi enorme ao ver que a mulher que estava ali na minha frente não era minha esposa, mas sim a mãe dela. Se meu espanto foi grande, o da minha sogra deve ter sido maior, porque a expressão no rosto dela refletiu uma mistura de surpresa, susto e admiração. Rapidamente cobri meu pau com as mãos, mas foi quase impossível, porque como eu disse, meu pau tem 19 cm e é grosso, então mesmo com minhas mãos ali, ainda era visível. Minha sogra virou a cabeça rapidamente e me disse: "Ah, desculpa, Raul, não sabia que você estava aqui." Ela saiu imediatamente para o quarto dela. Eu não conseguia acreditar no que tinha acontecido, eu pelado na frente da minha sogra com o pau totalmente duro. Fui para o meu quarto, fechei a porta, e ia colocar um shorts quando a excitação tomou conta de mim. Comecei a me masturbar furiosamente, lembrando da expressão no rosto da minha sogra, e terminei com uma gozada enorme que esvaziou completamente minhas bolas. Quando saí do quarto de novo, minha sogra estava na cozinha preparando algo para comer. Eu me aproximei e falei devagar: "Dona Mary, quero me desculpar pelo que aconteceu de manhã. A verdade é que não esperava que fosse a senhora quem entrasse; pensei que era minha esposa, sua filha, que estava entrando." Ela continuou virada para a pia e me disse: "Olha, Raul, na verdade quem tem que pedir desculpas sou eu. Sei que é muito difícil para você ter que aguentar eu e meu marido na sua casa. Sei que viemos limitar um monte de costumes que você e minha filha tinham. Então não se preocupe comigo, eu entendo que você precisa ter um pouco de intimidade com minha filha, e isso eu pude notar ainda agora." Ao dizer isso, ela tentou sorrir um pouco, tentando aliviar a tensão. "Então não precisa se desculpar comigo, Raul. Eu sou uma mulher velha e, embora minhas prioridades não sejam mais satisfazer meus desejos sexuais, entendo muito bem que vocês, jovens, precisam disso constantemente. Além disso, sei... que se a senhora soubesse que era eu quem estava entrando, não teria ficado tão excitada, ora essa, seria a última coisa que eu poderia imaginar, que uma mulher da minha idade fosse causar tanta excitação em um rapaz como o senhor. Diante dessas palavras, senti que, apesar de ela estar sendo muito compreensiva com a situação passada, estava ferindo meu ego ao me tratar como um garotinho, então respondi: — Olhe, Dona Mary, agradeço sua compreensão pelo ocorrido, mas lamento dizer que a senhora se engana em duas coisas: primeiro, está muito errada se acha que uma mulher tão gostosa como a senhora não pode despertar as paixões de qualquer homem; e segundo, se engana ao dizer que sou um rapazinho. Dona Mary, eu sou um homem feito, e não um garotinho, e isso a senhora acho que pôde comprovar ainda agora na sala. E ao dizer isso, olhei diretamente nos olhos dela. Ela corou e, virando-se novamente para a pia da cozinha, finalizou: — Está bem, Raúl, acho melhor deixarmos isso por aqui. Ficou claro que o que aconteceu foi um incidente que devemos deixar de lado, é melhor que nós dois esqueçamos o ocorrido. E dizendo isso, foi para o quarto dela. Fiquei ali parado na cozinha, me sentindo um pouco irritado com as palavras dela: "um incidente sem importância". Ela disse isso depois de ter visto minha pica dura na frente dela. Isso machucou meu orgulho masculino. Eu precisava encontrar um jeito de mostrar a ela que ver minha pica não era coisa sem importância. Os dias seguintes passaram sem grandes novidades. Meu sogro ainda estava na clínica, começando a dar sinais de melhora. Uma semana depois, ele pôde voltar para casa. Minha esposa e minha sogra se dedicavam aos cuidados com ele. Alguns dias depois, meu sogro já estava mais recuperado e começou a se integrar novamente à rotina familiar. Mas, apesar da recuperação dele, eu ainda notava uma certa inquietação no rosto da minha sogra. Foi assim que, uma noite, conversando com minha esposa na cama, perguntei: — Me diz uma coisa... Sandra (era o nome da minha mulher), por que mesmo com a recuperação do seu pai, sua mãe ainda mantém um traço de preocupação no olhar?
- Minha mulher se aproximou de mim e respondeu:
- Coisas de mulher, você não entende. E ficou em silêncio.
- Como assim coisas de mulher, vai, me diz o que ela tem?
- OK, mas me promete que não vai comentar nada do que eu te disser.
- Tá bem, amor, fala. Como você sabe, minha mãe sempre foi uma mulher muito séria e preocupada consigo mesma, e um dos maiores orgulhos dela era saber que, mesmo aos 54 anos, ainda menstruava. Pra ela, ter isso era uma prova de que ainda não era tão velha, que ainda mantinha um encanto especial apesar da idade. Mas faz dois meses que o ciclo dela parou, ou seja, ela começou a entrar na menopausa. Interrompendo, eu disse:
- Ha, e não será que seu pai engravidou ela? Ha, talvez a recuperação da doença dele tenha feito melhor do que a gente esperava.
- Cala a boca, não brinca com isso, Raúl, isso é coisa séria. Além disso, segundo o médico, o remédio que o papai toma é muito forte e, de acordo com ele, causa problemas de ereção.
Meu sogro impotente e minha sogra com necessidade de se sentir produtiva ainda, uau, isso fez minha mente funcionar na hora. Virando pra minha mulher, respondi:
- Poxa, isso deve ser terrível, a gente tem que apoiar eles no que der, meu amor. E fomos dormir. Eu já sabia que não teria chance de rolar uma sessão gostosa de sexo naquela noite, meus sogros estavam no quarto ao lado. Naquela manhã, quando acordei, minha mulher saiu cedo pro trabalho, então fiquei mais um tempinho na cama. A ideia de como ajudar minha sogra com o "probleminha" dela tava rodando na minha cabeça. E a reação imediata foi uma ereção fenomenal. Tava meditando quando a porta do meu quarto se abre e minha sogra entra.
- Ah, Raúl, você ainda tá aqui! Eu ia arrumar o quarto, mas é melhor voltar mais tarde. E na mesma hora ela ia abrir a porta pra sair, quando... Eu disse:
— Espera, sogra, se a senhora veio arrumar o quarto pra mim, não precisa se preocupar, já vou levantar. E dizendo isso, tirei o lençol, deixando minha pica exposta aos seus olhos. Meus 19 centímetros de pica ficaram à mostra na maior plenitude.
— Como sei que pra senhora ver meu pau duro é um incidente sem importância, não tenho a menor vergonha de me levantar pra senhora arrumar minha caminha, sogra.
— Raul, o que você está fazendo? — disse ela, surpresa.
— Sou sua sogra, a mãe da sua esposa, você me deve respeito. Se cubra!
Ignorando isso, fui em direção à porta do quarto. Ela recuou, me dando espaço pra passar. Ao passar por ela, completei:
— Não, sogrinha, não se preocupe. Isso tá assim, mas não é por sua causa. Como a senhora disse da outra vez, são coisas de garoto. E enquanto falava, peguei minha pica com a mão. Ela me olhou com cara de espanto. Saí do quarto completamente pelado, rumo ao banheiro.

Minha sogra ficou muda no meu quarto. Sabendo que ela não demoraria a sair, deixei a porta do banheiro aberta e me preparei pra tentar mijar com a pica dura na frente do vaso. Minha sogra não demorou a sair do quarto, olhou pra onde eu estava e, segurando minha pica com ainda mais força, esfreguei pra cima e pra baixo olhando diretamente nos olhos dela. Ela olhou por alguns segundos da entrada do quarto dela, abriu a porta e entrou bem no momento em que um jato forte de porra saía da minha pica e ia se estourar no espelho do banheiro. Foi realmente excitante me masturbar enquanto minha sogra contemplava a cena.

Voltei pro meu quarto e me vesti. No resto do dia, não vi mais minha sogra. Quem eu vi foi meu sogro, sentado na sala vendo TV.
— Oi, seu Jorge, como vai? Parece que melhorou, o senhor tá com uma cara ótima.
Ele virou pra mim e me cumprimentou:
— Como vai, Raul? Aqui um pouco melhor, verdade seja dita, me sinto melhor. Parece que ainda não querem que eu vá embora.
Nisso, estávamos conversando quando minha... Minha sogra sai do quarto e, sem olhar pra mim, se aproxima do marido, que a abraça e a senta ao lado dele.
— Sabe, Mary, eu tava falando com o Raúl sobre como minha recuperação tá indo bem. Disse a ele que vocês ainda não querem que você se vista de preto. E falando isso, ele sorriu.
— Não fala besteira, meu amor, você sabe que é tudo que eu tenho e que eu morreria se me faltasse. — Disse minha sogra, se abraçando ainda mais no marido.
— Não se preocupe, sogra, que o senhor Jorge ainda tem muita vida pela frente. Além disso, a senhora sabe que tem a filha da senhora e eu pra cuidar de tudo que precisar.
E enquanto falava isso, passei minha mão disfarçadamente pelo volume da minha calça, sem que meu sogro percebesse. Ela olhou e fez uma careta de desaprovação enquanto abraçava o marido. Sabia que não ia ficar tranquilo até pegar aquela mulher na minha frente. Já fazia umas semanas desde o incidente anterior e minha vontade de comer minha sogra só aumentava. Foi assim que, numa tarde em que minha esposa tinha saído pra encontrar umas amigas e meu sogro tava no quarto tirando uma soneca, resolvi tentar seduzir minha sogra. Ela tava no quartinho de lavar, lavando roupa suja, quando eu fui lá vestido só com um shortinho justo.
— Oh, sogra, a senhora tá lavando roupa? — Perguntei numa boa.
— Sim, é isso mesmo, Raúl. Tô tentando ajudar um pouco sua mulher com os serviços de casa. Era minha chance. Sem querer, ela tinha dito algo que ia me ajudar.
— Sabe, sogrinha, se a senhora tá tão afim de ajudar sua filha, acho que podia fazer outras coisas por ela, que eu agradeceria muito mais.
— Como assim, Raúl? O que você quer dizer com isso? — Perguntou num tom meio irritado.
— É que eu, seu genro, tenho outras necessidades que sua filha não atende e, se a senhora quisesse, podia fazer por ela.
— Chega! Vou te falar uma coisa, Raúl, e espero que fique bem claro: sou uma mulher muito mais velha que você, a mãe da sua esposa, sua sogra!!! Sou uma mulher casada com um marido que eu amo. Com todo o meu coração, e se em algum momento eu deixei você passar dos limites um pouco, foi porque achei que tinha sido sem querer, mas acho que você está exagerando, Raúl, que está confundindo o fato de eu ter calado a boca sobre o seu quarto e o banheiro com a sua esposa foi para que você não tivesse problemas com ela, mas nunca foi uma permissão para você tentar ou tentar passar dos limites comigo, você tem que me respeitar, sou sua sogra, uma mulher mais velha e muito decente. - Sim, sogra pode ser uma mulher mais velha, minha sogra, mas me diga, de que adianta estar apaixonada por um homem que não consegue satisfazer você, um homem que nem consegue cumprir a tarefa mais básica de comer a própria mulher. Ela virou o rosto muito séria e com voz firme acrescentou: - Olha aqui, rapazinho, não é da sua conta se meu marido me fode ou não!, isso é algo muito íntimo e você não deveria se importar, além disso, olha, sou uma mulher mais velha, a última coisa que me importa é ficar trepando!, então estou pedindo para você sair ou vou gritar. "Rapazinho" de novo ela tinha me chamado de rapazinho, isso feriu meu ego, me enchi de coragem, empurrei ela pelos ombros, puxei ela para perto do meu corpo e esfregando meu pau contra a pélvis dela através do vestido que cobria o corpo dela, eu disse: - Sente, senhora, esse pau, sinta meu pau e me diga se é um pau de rapazinho, me diga se isso que você está sentindo é um pau de rapazinho, e dizendo isso eu beijei ela nos lábios. Sentir os lábios dela úmidos e quentes me excitou ainda mais, ela tentou se soltar dos meus braços, mas eu a segurava com força contra mim e os movimentos que ela fazia para se soltar só conseguiam me excitar mais - Me solta, Raúl, me larga, me respeita, sou uma mulher decente. - Sim, sogrinha, você é uma mulher decente e eu vou fazer você deixar de ser, vou te ensinar os prazeres que um homem como eu pode dar a uma mulher como você, e abraçando ela com um braço, com o outro levantei a saia dela, enquanto beijava o pescoço dela. - Ahhh não, por favor não!. Ela dizia e lentamente ia parando de resistir. Então ficou parada. Beijava seu pescoço e ia descendo em direção aos peitos dela, baixei o vestido pelos ombros devagar, contemplando como aquela mulher que eu tanto desejava se entregava às minhas carícias. Aos poucos, fui baixando o vestido dela até deixá-lo no chão, e ali, diante de mim, estava nua a mulher que eu tanto queria, a mãe da minha esposa. O corpo dela era realmente maravilhoso, uns peitões grandes e redondos cobertos só por um sutiã de renda, uns quadris largos e definidos, a buceta dela parecia realmente deliciosa, apertadinha e peludinha, tampada por uma calcinha branca bem pouco sensual, mas muito excitante. A bunda dela era grande e firme, ver ela assim fez meu pau ficar ainda mais duro e grande.

- Então, olhando diretamente nos meus olhos, ela disse:
- Vamos, Raul, mostre pra essa velha que você não é nenhum moleque, que você é um homem de verdade, capaz de fazer qualquer mulher feliz. Imediatamente peguei meu short e baixei, deixando meu pau livre. Me aproximei dela de novo e comecei a beijá-la na boca, os lábios dela se abriram recebendo os meus, a língua dela entrou na minha boca, nossas línguas se entrelaçaram num beijo ardente. Continuei beijando ela e comecei a acariciar os peitos gostosos dela, soltei as alças do sutiã, que caiu no chão, e os peitos gostosos dela ficaram livres. Acariciei eles com minhas mãos e depois, separando meus lábios dos dela, desci até chupar os bicos dos peitos dela com minha boca.
- Ahhh, sim, Raul, que gostoso, continua, não para, preciso sentir suas carícias, sim, me faz sentir que ainda estou viva. Ela pegou meu pau com a mão, apertando forte, ficou esfregando e me dizia:
- Ai, Raul, que pau gostoso você tem, que delícia sentir um pau tão jovem e duro nas minhas mãos.
- Pega ele, sogrinha, é todo seu, seja feliz com ele. Levantei ela e a coloquei de novo sobre um monte de roupa que estava para lavar, me deitei ao lado dela e me inclinei, com muito cuidado peguei as pernas dela e as abri devagar, sentindo a maciez. Aos poucos, meti minha cabeça entre as coxas dela,
- Uhhh, que gostosa sogrinha, que buceta mais deliciosa ela tem, passei minha língua devagar pelos lábios vaginais dela e suavemente introduzi minha língua na buceta dela procurando o clitóris, que estava inchado de tanta excitação.
- Ahhh, continua continua ela gemia, com a respiração ofegante. Chupei o clitóris dela por muitos minutos, de repente senti ela gemer ainda mais forte e contrair a buceta, um jato de suco saiu do fundo do ser dela.
- Ahhh sim Raúl, ahh que gostosa tô tendo um orgasmo ela dizia entre suspiros. - faz tempo que não sentia nada tão maravilhoso. Então se levantando, ela se aproximou de mim e me beijou na boca, os peitos dela ainda estavam bem durinhos e meu pau mais ainda. Então se inclinando foi direto pro meu pau e enfiou na boca, sentir o calor da boca dela no meu pau fez eu gemer de prazer, ela chupava meu pau de um jeito delicioso, lambia a base e passava a língua nas minhas bolas, enfiava elas na boca e chupava suavemente. Depois enfiou todo meu pau na boca dela, só entrou uma parte.
- Papai gostoso, que pau mais gostoso você tem, de verdade sou muito feliz, meu marido já não sobe mais, isso é um pau de verdade. E continuava chupando com mais vontade. Então pegando ela pela cabeça puxei pra perto e beijei, sabia que se ela continuasse chupando meu pau daquele jeito eu ia acabar descarregando todo meu leite na boca dela e ainda não queria gozar, de novo deitei ela sobre a roupa e aos poucos aproximei meu pau da rachadura dela, esfregava a cabeça do meu pau nos lábios vaginais dela, ela gemia e tremia de excitação.
- Vai Raúl, enfia todo esse seu pau gostoso nessa velha, quero sentir essa pica toda dentro da minha buceta, então sem perder tempo pressionei a cabeça do meu pau na entrada da rachadura dela, a umidade da minha sogra e o lubrificado da buceta dela fez meu pau entrar gostoso, ahhh sentir meu pau abrindo caminho na buceta ardente dela era uma sensação deliciosa, ela gemia: Ai Raúl você me enlouquece com esse pau, me faz muito feliz ahhh. Eu comecei a Bombar meu pau pra dentro e pra fora, sentir como a buceta dela apertava meu pau era mais do que eu podia imaginar.
- Raúl, você não sabe há quanto tempo eu não sentia coisas tão gostosas assim, enfia mais, amorzinho, assim, mete seu pau gostoso na sua sogra que tanto precisa. Senti que tava perto de gozar, então acelerei a bombada dentro da racha dela. Aí, tirando meu pau quase todo pra fora da buceta dela, enfiei de uma só vez até sentir minhas bolas batendo nos pelos da racha dela, na hora ela gemeu ainda mais forte de prazer, tava tendo outro orgasmo porque a buceta dela se contraiu apertando deliciosamente meu pau, que soltou vários jatos de porra que saíram disparados lá dentro da buceta dela. Mesmo depois de ter gozado, continuei com o mete e tira porque meu pau ainda tava bem duro e firme. Aí, tirando ele da buceta dela, virei ela, deixando a bunda gostosa dela exposta, era um rabão grande e redondo, uma visão muito quente. Peguei minha mão e passei na buceta dela, que tava deixando sair restos da minha porra misturada com os sucos dela, peguei isso na mão e coloquei na entrada do cu dela, ela gemeu ao sentir meus dedos acariciando o cu dela. Devagarzinho, fui aproximando meu pau do reto da minha sogra, ela apertava, não deixando meu pau entrar, então pressionando ainda mais meu pau contra o esfíncter dela, consegui que fosse cedendo aos poucos, até que meu pau entrou no rabo dela. Era uma sensação excitante, o rabo dela era apertadinho e com as contrações que ela tinha, apertava ainda mais meu pau. Comecei a mexer meu pau devagar dentro do rabo dela pra depois ir aumentando o ritmo, ela gemia e mexia os quadris tentando acompanhar o ritmo das minhas estocadas. Ela começou a gemer de novo forte - Tô gozando, Raúl, ahhh, tô gozando, dizia enquanto eu de novo soltava toda minha porra dentro do cu dela. Tirei meu pau do cu dela e me deitei do lado, ela me beijou na boca enquanto dizia: - Sabe, Raúl, sempre fui uma mulher decente, Nunca fui infiel ao meu marido, mas agora que provei essa sua piroca jovem e forte, sei que de agora em diante serei sua, e toda vez que dormir ao lado do meu marido, vou lembrar da fodida gostosa que você me deu. Você é um homem de verdade mesmo, Raul. Eu acariciei os peitos dela com a mão e sorri, sabia que de agora em diante ia comer a minha sogra recatada sempre que eu quisesse.

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13 comentários - Finalmente realizei minha fantasia... comi minha sogra gosto

Ni locaaaaaaaaaaa me leo esooo por favorrrrrrrr. Ni un punto aparte, editalo, si querés que lean.
Va con onda, es a tu favor.
muy pero muy pero muy pero muy bueno!!! 😉 la verdad que es un relato espectacular!!! me lo lei todo! 😉 tarde pero vale la pena! al final a la suegra le re cabia! 😉 🙎‍♂️ te dejaria mis 10 pero no tengo! asi que despues me doy una vuelta! 😉 muchas gracias por compartir!!! 😉 :alaba:[/color]

\"Un abrazo desde mardel de parte de este [/color]Sub-dministrador [/size] logeado como[/color] danielg666 que te espera con toda la buena onda y con los brazos bien abiertos en esta pagina\"

\"COMENTAR es AGRADECER TU TRABAJO y el de que postea para NOSOTROS!\" [/color]

Finalmente realizei minha fantasia... comi minha sogra gosto

\"Es un sentimiento que solo nosotros los poringueros entendemos!\" [/color]
La fuente amigo? Porque no aclaraste que no fuese tuyo. Así que si no te molesta te la dejo yo 😉

elpaskin8.lacoctelera.net/post/.../mi-recatada-suegra -
si copian el link anterior les dará error, es este
http://elpaskin8.lacoctelera.net/post/2008/11/22/mi-recatada-suegra
che te diste cuenta que al principio del relato te media 18 cm, y por el medio ya tenias 19cm!!, jajaja, mañana mismo me pongo a escribir como loco por ahi....!! jajaja
ta bueno!
También lo noté al leer el relato y me recagué de risa con eso.
DrAlban69 dijo:che te diste cuenta que al principio del relato te media 18 cm, y por el medio ya tenias 19cm!!, jajaja, mañana mismo me pongo a escribir como loco por ahi....!! jajaja
ta bueno!

creció un poco más... guay!!!
BioAlex dijo:
DrAlban69 dijo:che te diste cuenta que al principio del relato te media 18 cm, y por el medio ya tenias 19cm!!, jajaja, mañana mismo me pongo a escribir como loco por ahi....!! jajaja
ta bueno!

creció un poco más... guay!!!

Así de buena es la vieja con la vagina jajajaja