A puta da Diana 2
Bom, amigos, vi que vocês gostaram do conto anterior, A puta da Diana, http://www.poringa.net/posts/relatos/1262198/La-slut-de-Diana.html. Agora vou contar outra experiência com ela. Valeu pelos poringa boys que comentaram e pelos que visitaram e leram o conto.Como falei antes, eu e a Diany tínhamos uma vida sexual normal até o que rolou na festa de aniversário do Emilio. Depois desse encontro, vieram muitos outros, mas nenhum com a intensidade daquele.
Até que um dia, na minha casa, a gente montou uma piscina daquelas grandes e tava curtindo ela com meus pais. Aí chegou a Diany, tudo normal até ali. Ela cumprimentou eu e meu pai, que tava dentro da piscina comigo, e minha mãe, que tinha saído pra atender o telefone e já tava voltando. Na hora, ela me perguntou se podia entrar (coisa de mulher perguntar o óbvio). Respondi que claro, e ela pediu pra eu acompanhá-la até o quarto pra trocar de roupa. Saí da piscina e fomos pro meu quarto. Ela mostrou o biquíni que tinha trazido e, sem mais, tirou a roupa na minha frente (ingenuamente, achei que fosse se trocar no banheiro, mas, por sorte, me enganei). A Diany, com aquela cara de inocente dela, me perguntou: "Gostou? Sou menina de novo", disse ela. Tinha depilado a bucetinha, o que me deixava muito excitado, e ela sabia disso. Como meus pais estavam no andar de baixo, não pensei duas vezes e meti a mão naquela xereca depilada. Ela, que nem eu, só tava de sunga e com uma toalha nos ombros, não perdeu tempo: puxou minha sunga pra baixo e começou a fazer o que sabia bem... chupar meu pau e as bolas. Ficamos assim por pouco tempo, porque ouvi passos na escada. Nos separamos, e a Diany entrou no banheiro do meu quarto pra vestir o biquíni rápido. Quem subia era minha mãe, pra avisar que iam sair pra visitar sei lá quem. A Diana saiu do banheiro, e nós três descemos pra piscina. Ficamos um tempão brincando inocentemente lá até que meus... Os pais dela saíram pra fazer a visita deles e ficamos sozinhos em casa. Já olhando pra ela naquele biquíni, não era tão pequeno, mas dava pra ver a bunda redondinha e empinada da Dianita.
Pra vocês terem uma ideia da raba que ela tinha, vou deixar um link depois, de uma foto que tirei da Diany, num dia das nossas várias visitas a motéis, onde a gente se divertiu pra caralho, eu estourando os buracos dela e ela me oferecendo tudo pra minha alegria.
Desculpa se não tá bem focada, mas como vocês podem ver, aquela bunda me deixava louco. Reparem que já tô com o cu dela aberto e a buceta molhada, ainda não tinha metido, mas já tinha passado a língua e enfiado dois dedos naquele rabo… que digo rabo, CULÃO pra caralho….
Bom, como eu tava falando, ficamos sozinhos em casa, na hora o sangue ferveu e a pica também, então não pensei duas vezes e cheguei nela por trás, puxei o biquíni pro lado, ela surpresa com a rapidez da minha ação não teve reação, só conseguiu falar meu amor, mas eu já tinha cravado a pica na piscina, coisa que nunca tinha feito antes, era mais um fetiche realizado com ela.
Comecei a meter devagar no começo porque a água não deixava lubrificar direito a racha da Dianita, e eu apalpava os peitos dela por cima do sutiã do biquíni, até que tirei as alças do sutiã, ela segurando num cano da piscina só gemia e falava siiiim papiii que gostoso me dá mais pica papiii siiiiiiiim.
Eu continuava no ritmo lento de meter, porque o biquíni também não deixava eu fazer uma penetração funda. Já cansado disso, tirei o biquíni dela e consegui controlar melhor a posição e meter mais fundo. Na primeira enfiada, mandei de uma vez só e aí ela soltou o grito aaaaaahhhhhhh, você me parte papiiiiii, vai rasgar minha bucetinha, lembra que sou uma menina, disse a putinha…
Continuei a metida funda, mas devagar, tirando a pica e enfiando de uma vez, sabe, pra fazer ela sentir mais e ficar mais excitada (pelo menos pra ela, funcionava). passava). A Dianita já não se pertencia mais e gemia muito mais alto que antes, parecia que eu tava matando ela. Como meu quintal tem muros altos, não me preocupava com ninguém olhando, é quase impossível ver de fora de casa, mas os gritos não tem parede que disfarce. Só que naquele momento eu não tava nem aí pra isso..
Diana mudou de posição, agora não tava mais de costas pra mim, tava me encarando de frente com as pernas nos meus ombros e os braços agarrados no cano da piscina. Agora sim, me dá duro, ela falava, arrebenta minha buceta, quero que me parta toda, dizia num tom excitado, siiiim, me parte paaaaarrrrte, quero deixar de ser menina, arromba minha xereca, papai, siiiim, aaaaaaassiiiiiiim, me dá duro. Como não podia ser diferente, comecei a meter bem rápido, vai, me pede pra te partir, falei. MEEEE PAAAARRRRTE, BUUUCETA, MEEEE PAAAARRRRTE, SIIIIIIIM, gritava a Dianita, siiiim, tô gozando, tô gozandooooooo, aaaahhhhhh, siiiiiim, siiiiiiiim. Terminei, aproveitei e voltei a meter devagar pra ela curtir o orgasmo dela.
Nisso, me deu na telha de ir pra sauna que meus pais tinham construído em casa, já que não dava pra deixar ela continuar gritando no meio do quintal. Então falei a ideia e ela topou, saímos da piscina rumo à sauna. Lá, com as luzes apagadas e porta fechada, a primeira coisa que ela fez foi se ajoelhar e lamber minhas bolas e o pau como se fosse sorvete. Deixei ela me dar prazer por mais um tempo, até que começou a lamber a cabeça do pau fazendo círculos com a língua e enfiando na boca só a cabecinha, lambia a cabeça e chupava. Nessa altura já tava louco de tesão, peguei a cabeça dela e enfiei o pau de uma vez só, gggggggggrrrrrrrr gggggggrrrrrrrr, só ouvia aquele som saindo da boca dela, praticamente não deixava ela respirar. A Dianita não conseguia enfiar meu pau inteiro de uma vez até a raiz, pra fazer isso tinha que ir devagar, ela continuava com aquele som que me excita tanto, ggggggggggrrrrrrrrrrrrrrrr gggggggggggggggrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr, só deixava ela respirar. um pouco e enfiava de novo até que a glote dela se abriu e entrou até as bolas, aí aquele som aumentou mais gggggggggggrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr gggggggggggggggrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr tirei e só ouvi um aaaaaaaaaagggggggggggggggggggggggg aaaaaaaaaaggggggggggggggggggg tentando pegar ar de novo… enfiei de novo até a garganta e comi a boca dela por uns segundos, era espetacular ver e sentir a pica toda dentro da boca dela, ajoelhada à minha mercê, pensei em voz alta… que puta gostosa que eu tenho, e tirei a pica da boca dela, ela só conseguia pegar ar e olhar pra pica, como quem diz "como é que isso tudo entra em mim" e antes que ela falasse algo, enfiava de novo até os ovos e começava a comer ela de novo, a saliva da Diana escorria pelo canto dos lábios dela e quando eu tirava a pica da boca dela, notava minha pica cheia da saliva dela, de repente bateu vontade de gozar, tirei a pica da boca dela e ela quase vomitou, deixei ela pegar mais ar porque ia enfiar até terminar.
Enfiei de novo até os ovos e comecei a bombar a boca dela bem rápido, a saliva escorria pela boca dela quando eu tirava a pica até a cabeça e enfiava de novo, não aguentei muito tempo depois disso e comecei a gozar, o primeiro jato foi direto pra garganta, quase a engasgou, ela tirou a pica da boca e gritou aaaaaaaaaaaaaaaggggggggggggggggg aaaaaaaaggggggggggggg me engasgava mas enquanto dizia isso, um segundo e terceiro jato de porra caíam na cara dela, sem mais, enfiava a pica de novo na boca dela mas não até a garganta e ela também não deixou, mas umas metade da pica, ela bem complacente começou a lamber e chupar a pouca porra que ainda saía da minha pica e com a mão catava a porra que tinha na cara e passava nos peitos dela.. já com meu pau meio mole, tirei da boca dela e ela começou a lamber as mãos com os restos de porra da cara e dos peitos.
Você gosta da sua putinha de porra? Siiiim papaiiiii eu amo Tu cum gostosa, que delícia, papito... Pra isso, além da foda na piscina e do boquete que a Dianita já tinha me dado, minhas pernas já tremiam de tanto vai e vem e pensei por um momento em parar por ali e ir tomar banho, mas a puta da Diana tinha outros planos..
Meu amor, acho que você esqueceu de uma coisa, ela disse com voz de safada, e eu, ingenuamente, perguntei... você não me comeu pelo cu, papito... não, minha puta, quer que eu te arrebente a bunda também? Siim, papiii, meu cu tá pedindo guerra, quero que você rasgue meu cu na ponta da pica, meu amor.. Eu não podia deixar a Diany na vontade e falei: mas olha o estado que você deixou minha pica... não se preocupa, meu amor, eu deixo ela como nova num instante. Ela pegou a pica com as mãos e começou a passar a língua na cabeça, e aos poucos minha pica ficou dura de novo. Ajudei ela a se levantar e a coloquei de costas contra a parede de madeira da sauna, e imediatamente parei naquela bunda tão linda que ela tem e procurei o cu dela. Com a pouca luz que tinha, foi difícil acertar o buraquinho da Dianita.
Ela, na ânsia de ser penetrada, abriu as nádegas com as mãos pra me dar espaço, assim pude ver o cu dela esperando pra ser fodido. Antes de fazer isso, e agora com a ajuda das mãos dela que me davam mais visibilidade, me abaixei e comecei a lamber o cu e a buceta dela... siiiim, siiiim, siiiiiim, lambe meu cu, meu amor, siiiiiim, siiiiiim, siiiiiim. Pra ajudar na penetração, comecei a enfiar um dedo no cu dela e depois dois, assim deixei saliva suficiente na bunda dela pra foda ser mais gostosa pra ela.
Me levantei e falei... agora sim, minha putinha, vou cravar a pica no teu cu... siiiiiim, pussy, siiiiiim, me destrói o ânus... quero que doa quando eu sentar no escritório amanhã, e lembrar que você arrebentou meu cu, siiiiiim, papai, me come pelo cu, siiiiiii... Sem mais, com a pica molhada e o cu dela bem dilatado, enfiei a pica de uma vez até o fundo... Os ovos…
Aaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, gritou a pobre da Dianita. "Você não queria que eu te arrebentasse o cu, sua puta?" … "Aaaaaaahhhhhhhiiii", continuou dizendo a puta da Diana, com lágrimas escorrendo dos olhos, ela me disse: "Sim, mas não tão bruto, BRUTO… aiiiiiiii, minha bunda". "Pois é, você se ferrou, minha puta, vou te partir ao meio agora…" "Nãoooo, buceta, me dá devagar, pelo amor de Deeeeeeeus…" Era tarde, já tinha muito gozo na cabeça e comecei a bombar ela, no início nem rápido, nem devagar, num ritmo bom. Ela gritava de dor… "Jááááá, meu amor, para, tá doendo muito, paraaaa, paraaaa". Continuei naquele ritmo por mais um tempo entre os gritos dela pedindo pra parar, mas não parei. Deixei de penetrar ela por uns instantes pra terminar de dilatar o anel dela, enquanto dizia: "Vou cumprir o que prometi amanhã, toda vez que você quiser sentar, vai lembrar de mim, sua puta". Ela não disse nada, só ouvia os soluços dela. Já com o cu mais dilatado, voltei a penetrar ela no mesmo ritmo de antes. Dessa vez, a resposta da Diany foi diferente: "Agora você gostou, sua putinha?" … "Siiiiim, papai, siiiim, me dá pica, me dá…"
Isso me agradou, já que a dor tinha passado e ela queria mais pica, a grande puta… "Sim, minha puta, agora você vai sentir o que é bom". Comecei a tirar a pica completamente do cu dela e meter de novo… Dianita aproveitava: "Ahhhhh, ahhhhh, aaahhhhiiii, papai, que gostoso, você deixou meu cu aberto do jeito que você gosta de colocar, siiiiiiiiiii, siiiiiiiiiiiii, me dá, me dá mais pica, siiiiiiiiiiiiiiiii".
"Sim, minha puta, vou fazer isso", e comecei a bombar ela do mesmo jeito, tirando a pica toda e penetrando até o fundo que dava… "Siiiiii, buceta, siiiiiiiiiii…" Num momento, ela se abaixou e colocou as mãos no chão pra me dar mais espaço, pra penetração ser mais funda, e foi o que fiz. Meti até os ovos, forte, sem parar, comecei um mete e sai endemoniado… "Siiiiiii, aaaahhhhhhhiiiiii, tá doendo, papai, tá doendo", gritava a grande puta, mas dizia: "Tá doendo, mas não tira, continua que você me parte, siiiiii, aaahhhhhiiiiiii, ahhhiiiiiiii, meu cu… arrebento essa buceta... vou continuar te arrombando mais... me pede mais, cock slut... me pede, eu gritava pra ela... siiiim, buceta, me dá mais cock, arromba meu cu, siiiiiiiiiim... até que não aguentei mais e gozei naquele cu, enchi o rabo dela de porra, fiquei seco, a pobre Diany, entre soluços e gemidos, se separou e chupou meu pau mais um pouco...
A gente tomou banho e se vestiu, 20 minutos depois meus pais chegaram, mas a gente já tinha matado a vontade, hehehe.
No dia seguinte, ela me ligou no escritório falando o quanto estava lembrando de mim naquele dia... Que arrombada boa que você me deu... não consigo disfarçar quando sento, minhas amigas já estão desconfiadas... Enfim, o que posso dizer? Que gostoso é arrombar o cu da Diany...
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