Con la madre de mi mejor amigo

Oi, meu nome é Damião, tenho 23 anos. Não sou muito de escrever, verdade, não é meu forte, mas o que rolou comigo foi algo que queria compartilhar com vocês, porque foi uma experiência única.
Tudo começou com um convite simples do meu melhor amigo, Marco. Eu e ele temos uma amizade muito sólida de poucos anos, na verdade, conheci ele na escola. Ele tem 18 anos e é daquelas pessoas que te acompanham pela maior parte da vida, porque temos muitos gostos em comum...

Enfim, um dia ele me convidou pra casa de verão que os pais dele têm. Eu aceitei, junto com outros amigos, da mesma idade. Alguns têm 18, outros 20, e o mais novo tem 14. Eu sou o mais velho, mas isso não é o ponto, só tô mencionando como detalhe. Eles toparam e tudo estava planejado pra passar uma semana com a galera e os pais deles. É aqui que começa o importante.

A mãe do Marco se chama Nala. Ela é muito jovem, tem 30 anos, mas parece ter uns 25. Muita gente confunde ela como se fosse irmã dele, mas a realidade é outra. Bom, eu já conhecia meu amigo e a família dele há 5 anos, e embora nunca tivesse olhado pra Nala com olhos de luxúria, eu achava ela gostosa. Mas, verdade, nunca passou pela minha cabeça sentir uma atração por ela, ainda mais por ser a mãe do meu amigo.

Em algumas ocasiões, passou pela minha cabeça como seria o corpo dela, porque muitas vezes eu tava na casa dela e ela tava por perto. Ela tem cabelo escuro, pele clara, olhos cor de mel, sardenta, mais ou menos 1,65m. Os peitos dela são médios, e a bunda também, pelo menos era o que eu imaginava, mas vocês vão ver que eu tava enganado.

Tudo estava pronto, íamos partir. O pai dela ia dirigir, quando o telefone dele tocou. Ele tinha que se apresentar urgente no trabalho, porque tinha pendências pra resolver. Eu pensei que a viagem ia ser cancelada, mas ele só disse que alcançava a gente no meio da semana. Nala aceitou nos levar, então ligou a caminhonete e partimos. Já no caminho, ele ia conversando com a gente toda sobre como a gente tava na escola, com as minas, etc.... umas paradas pra matar o tempo. A gente fez 3 horas de viagem até que finalmente chegamos, era uma área residencial com piscina e do outro lado tinha o mar.

Entramos e a casa era meio pequena, mas a vista era maravilhosa. Éramos 6 caras e a Nala, tinha duas beliches e um colchão inflável que a gente colocava no meio pra quem sobrasse dormir ali. E a Nala e o marido dela tinham o quarto deles. Desculpa, acho que esqueci de um detalhe, o marido dela se chamava Miguel. Eu também me dava muito bem com ele, e falo isso porque era um casamento muito jovem, parecia que tava com os amigos. Mas vamos continuar. Depois que a gente se acomodou, meus amigos correram pra piscina enquanto eu me trocava e pegava algo pra refrescar. Sentei pra ver TV quando ouvi passos na escada. Era a Nala, ela tinha soltado o cabelo e tava com uma blusinha bem provocante e um shortinho bem confortável, ela tava uma gostosa. O que me chamou a atenção foram as pernas dela, meio branquinhas, mas muito torneadas, as coxas dela eram grossas.

- Você não vai nadar, Damião?
- Não, Nala, daqui a pouco. Agora quero descansar um pouco.
- Ok. Se quiser, preparo algo pra petiscar.
- Perfeito.

Ela foi pra cozinha enquanto eu via TV, tudo normal. Minutos depois, ela sentou comigo pra ver TV e já tinha trazido salsichas, queijinhos, batatas e refrigerante. A gente ficou vendo TV bem de boa, a conversa foi ficando legal e lembro que a gente riu com alguns filmes. O dia passou, entrei na piscina, comemos, jogamos videogame e fomos dormir.

No dia seguinte, decidimos ir pro mar. Todo mundo tava de sunga, enquanto a Nala tava com um pareô e uma blusinha. Chegando lá, a gente correu pro mar e brincou um pouco. O melhor foi quando ela se levantou e tirou o pareô e a blusa, deixando a gente ver um biquíni preto que marcava o corpo dela. Foi aí que eu percebi a verdade: os peitos dela eram grandes e ela tinha pompas, hmm, digamos que nem muito grandes nem muito pequenas, mas muito lindas e bem formadinhas, empinadinhas, por assim dizer. As costas dela eram lindas, com umas sardinhhas que a deixavam ainda mais gostosa. Devo confessar que já tava me atraindo por ela, mas ainda assim não levava ao extremo. Moleques e senhores olhavam pra ela enquanto ela entrava no mar com a gente.

Uma vez lá, a gente brincou, conversou e nadou. O dia passou, comemos, fomos pra piscina e no final do dia fomos dormir.
Lembro que eram 2 da manhã e eu não conseguia pegar no sono, então decidi levantar pra ver TV. Desci as escadas, liguei a TV, abri a porta do terraço e acendi um cigarro. Tava entrando num estado de relaxamento incrível. Passou, acho, meia hora quando ouvi alguém descendo as escadas.

— O que cê tá fazendo aqui, Damián?
Era a Nala descendo de short e blusa, igual no começo.
— É que não consigo dormir, desci um pouco pra me distrair.
— Quer que eu faça companhia pra você relaxar?
— Não, não precisa, obrigado, mas tô bem assim.
— Se importa se eu sentar com você?
— Não, de jeito nenhum.

Depois disso, ela sentou do meu lado e pediu um cigarro. Começamos a conversar e filosofar sobre a vida. Já nem tava mais vendo TV, então desliguei. Mais uma vez a gente ria, eu tava me divertindo com ela. Depois, começaram a surgir perguntas.

— E você tem namorada?
— Não.
— Isso eu não acredito, você é um cara muito bonito e bem sociável, tem muita conversa.
— Valeu, mas não tô com pressa, uma hora aparece.
— É, acredito sim.

De repente, ela colocou a perna no sofá e eu fiquei olhando pra ela. Ela era linda e eu tava gostando dela, não posso negar. E ela percebeu.

— O que foi? Tem alguma coisa em mim?
— Não.

Naquele momento, eu tava tão à vontade com ela que decidi fazer um comentário sem passar do limite.

— Olha, espero que não leve como atrevimento, mas você tem umas pernas lindas.
— Oooh, que legal, obrigada! E não se preocupa, não é atrevimento nenhum, pelo contrário, é um elogio bonito. E que bom que você falou, porque quero te pedir uma coisa.
— Fala.

Nisso, ela pegou minha mão e levou até a perna dela.

— Quero que você... me diga como você se sente, como você vê elas, é que quero uma opinião masculina
Eu me sentia no céu, não pensei que ela fosse me dizer aquilo, toquei na coxa dela e tirei a mão
– Tão durinhas e muito lindas
– Mas toca direito, fica tranquilo

Eu toquei de novo, mas dessa vez acariciei, passava a ponta dos dedos e aquilo tava me excitando porque eu não podia acreditar, ela fechou os olhos e sorriu

– E aí?
– Não, tão muito lindas

Eu comecei a ter uma ereção, mas tentava disfarçar de lado, só que ela percebeu
– Vejo que te causei algo
A vergonha me tomou e eu fiquei calado
– Fica tranquilo, é normal
– Não acho, e pra ser sincero, tô com vergonha porque mesmo você sendo de confiança, não acho que seja certo
– Relaxa

Assim que terminou de falar, a mão dela foi pro meu short e tocou meu pau, eu dei um pulo tentando me afastar porque não era certo, ainda mais por causa do meu amigo, não podia fazer isso com ele, mas também algo me dizia que era uma experiência que eu não podia deixar passar

– Calma, olha, vou te confessar uma coisa: meu marido não me toca há um mês e eu preciso de alguém, por favor
As palavras dela me surpreenderam, não podia acreditar, ela tava implorando por sexo
– Mas como assim, não posso fazer isso com o Marco, e agora imagina, eles estão lá em cima, podem acordar e nos ver
– Não se preocupa

Ela pegou na minha mão e a gente saiu de casa, cada casa é separada por um muro baixo que dá pra uma palapa onde tem uma churrasqueira, bancos de pedra, rapidinho ela tirou a blusa e o short, e qual não foi minha surpresa que ela não tava de calcinha, o corpo dela era lindíssimo, os biquinhos rosadinhos e os peitos grandes como já falei, mas no lugar a buceta dela sem nenhum pelo e rosadinha, e uma raba que me deixou de boca aberta, média e bem empinada, eu só tirei meu short

– Que lindo você é, tem um corpo bonito
– Você também, nossa, que corpo lindo, não sei como seu marido não te toca do jeito que você quer
– Por isso você vai me ajudar

Assim que terminou de falar Dito isso, peguei meu pau e comecei a acariciar de cima pra baixo, com a outra mão ela tocava minhas bolas e massageava. Não podia acreditar, a mãe do meu melhor amigo estava me masturbando. Meu pau foi crescendo, e não vou mentir, não tenho ele grande nem pequeno. Acho que com uma boa ereção chego a uns 18cm, normal, acho. Nessa altura, meu pau já tava durasso e ela só massageava. Num instante fechei os olhos e senti um calor invadindo a ponta. Quando abri os olhos, ela tava metendo a boca. Começou pela cabeça, chupando e lambendo com delicadeza, depois enfiou tudo na boca, enquanto eu sentia o calor e a língua dela brincando por todo o tronco.

A imagem era linda, ela descia e subia, chupando cada vez mais rápido. Toda vez que tirava, via meu pau todo babado e brilhoso, e isso me esquentava demais. A mão dela continuava brincando com minhas bolas, de vez em quando descia e chupava elas também. Fazia como uma verdadeira professora de sexo oral.

— Você tem um gostinho muito gostoso e é de um tamanho bom, já tô morrendo de vontade de sentir dentro de mim.

Isso me deixou super quente, e enquanto pensava em meter, ela continuou chupando, dessa vez mais rápido. Senti uma pulsada no meu pau.

— Nala, vou gozar!
— Fica tranquilo, vai fundo.

Depois de falar isso, ela enfiou tudo na boca, e eu descarreguei todo meu gozo na boca dela. Ela chupava meu pau, e pelos cantos da boca saía meu leite, molhando meu pau. Ela tirou da boca e vi como tinha enchido a boca linda dela. Enquanto isso, ela brincava com o gozo e depois engoliu.

— Mmmm... seu gozo é uma delícia, tem um sabor gostoso.

Eu tava com a respiração ofegante e só via a cara de prazer dela. De novo, ela pegou meu pau e chupou mais devagar, limpando os restos de gozo. Quando terminou, deitou no banco de pedra, abrindo as pernas. Eu sabia o que ela queria.

Então, aproximei minha boca da buceta dela. Cheirava delicioso. Passei minha língua entre os lábios dela, e ela foi se abrindo aos poucos. Ela fechou os olhos e, com as unhas, bagunçou meu cabelo enquanto segurava minha cabeça. cabeça
-AAASIIIII…..ASSSIIIII
Chupava, devo dizer, meio sem jeito, mas tava causando um prazer imenso porque ela se contorcia. Com minha mão, encontrei o clitóris dela e, com cuidado, esfreguei, o que provocou um grito que talvez deu pra ouvir do outro lado do mar

-AAHHHHHHHHAHHHHHHHH
Assim continuei, passava minha língua e com meus lábios segurava os dela, puxando um pouquinho
-AAAAA…que bem que você faz….aaaaa….não consigo acrediiitaaaar

Lembro que ela se contorceu e gozou na mesma hora, porque saiu uma quantidade de fluidos que saboreei na minha boca. Ela me afastou, a respiração dela tava ofegante

-Mete em mim… quero sentir você, quero que me coma como se sua vida dependesse disso

Palavras mais quentes eu não podia ter ouvido, e num instante eu recuperava a ereção. Peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, passei um pouco meu pau na buceta dela, esfregando, e num instante meti. Queria que vocês pudessem sentir o que eu senti naquele momento: era um calor delicioso e uma maciez que dava pra sentir no meu pau inteiro

-AAAA…SIIIM…Me comeemm
Meti devagar e, aos poucos, aumentei a intensidade. Ela mordia os lábios, tocava os peitos ou acariciava o cabelo. Eu via a cena toda e era incrível, os peitos dela balançavam no vai e vem, e quando eu olhava pra baixo, meu pau sumia naquela buceta linda
-Mmmmmmm….Que gostosooooo…siiiiim….continuaaa

Decidi subir no banco e, na mesma posição, peguei a roupa e coloquei debaixo do quadril dela, levantando a pelve. Me acomodei e comecei a meter mais rápido e com mais força

-Aaaaaaaaaaaaaa…..você é um filho da puuuuutaaa….eu amooo como você meee come

Só dava pra ouvir o mar, o som que nossos fluidos faziam e o choque dos nossos corpos.
Ficamos nessa posição por mais um tempo, meu vai e vem era constante até que ela, com a mão, me parou e tirou meu pau. Me empurrou, e eu caí no banco. Ela se levantou e se posicionou em cima de mim, enquanto com uma mão pegava Novo, meu pau e ela enfiou só um pouquinho, depois foi entrando aos poucos enquanto abaixava o corpo. Conforme ia entrando, ela mordia o lábio e mantinha os olhos fechados, ficou assim por uns segundos.

Eu olhava pra ela e com minhas mãos acariciava os peitos dela, brincava com os biquinhos e até dava uns beliscões leves, o que parecia que ela gostava. Ela esticou as mãos e eu correspondi, dando as minhas, e foi aí que ela começou a rebolando devagar. Era incrível o jeito que ela enfiava todo o meu pau, e melhor ainda era o movimento dos peitos dela.

Acho que ela já tinha cansado um pouco, porque se deitou em cima de mim. Preciso dizer que aquele beijo eu senti com um sentimento especial, porque foi de certa forma apaixonado, mas ao mesmo tempo meio romântico. Depois, com minhas mãos, percorri as costas dela até chegar na bunda dela, agarrei, e agora era eu quem controlava.

-AHHH...OOOOOOOO….AUGGGG

Os gemidos dela eu ouvia bem perto do meu ouvido, e isso me motivava a meter mais e mais forte. De vez em quando, ela segurava a respiração, enquanto eu amassava a bunda dela e, de vez em quando, apertava bem forte pra fazer as minhas estocadas mais fortes. Lembro que ficamos assim por um tempo, o tempo passava devagar e a paisagem era maravilhosa.

-Siii…. Assim… siii…. bebêee

Consegui ouvir em algum momento de novo no meu ouvido, com uma voz meio doce. Parei o movimento, peguei ela pela cintura e virei ela de lado, me levantei, e ela me olhava com uma cara de estranheza. Coloquei ela de quatro, era uma posição deliciosa, e vocês já imaginam que minha ideia era sexo anal, mas não, ou pelo menos ainda não. Ela só se deixava amar. Molhei um pouco meu pau e coloquei de novo na buceta dela, e mais uma vez começou o vai e vem. De novo, a imagem era linda, via o cabelo dela cair e se espalhar pelas pintinhas safadas nas costas, e mais pra baixo meu olhar desviava pra bunda dela, que naquela posição parecia maior e muito, como dizer, macia. Peguei com as mãos e massageava enquanto começava um vai e vem mais forte. Forte.
-ÔÔÔ…UUUUU…… SIMM……SIIIIM
Sabia que ela tava curtindo e comecei a meter mais forte, consegui ouvir um som bem peculiar, que era o barulho das minhas bolas batendo na bunda dela
-Plaft..Plaft…plaftff
Uma vez e outra, ela gritava cada vez mais alto, e eu me aproximei
-Calma Nala, podem nos ouvir
-Não tô nem aí se ouvirem que você tá me dando a melhor fodida da minha vidaaaa

Continuei com meus movimentos enquanto minhas mãos se revezavam, às vezes tocava as costas dela, outras vezes pegava nos peitos dela ou até puxava o cabelo dela, era um prazer imenso e de novo senti ela se contorcendo, ela teve um orgasmo, o que fez soltar um grito abafado, tudo parou e ela caiu ainda com a bunda pra cima, comecei o movimento de novo, ela não parecia se importar, meti ainda mais rápido e em poucos instantes ia gozar, mas ia tirar

-Não, meu amoooor, não tiiiraaaa me encheee toooda deee seu leiiiiteee
E foi assim, comecei a gozar jorrando, só sentia como enchia a buceta dela e parte escorria pelas pernas lindas dela
-Aaaa…tá quente….e caralhooo, você tiiinha muuuuuito

Ainda com a respiração ofegante, deitamos e eu abracei ela, ela virou pra mim e me beijou de novo, acho que o que faltava pra ela era amor, que o marido dela não dava.
Sentamos na areia e ficamos descansando uns minutos, ela falou pra mim que nem uma palavra sobre isso e que podíamos fazer mais vezes, eu concordei, embora no fundo sentisse um remorso por fazer isso com meu amigo. Levantamos e ainda pelados estávamos cheios de areia, ela me sacudiu e eu fiz o mesmo, primeiro as costas dela e depois a bunda linda dela, ali sacudi devagar e até me atrevi a passar o dedo naquela linha do cuzinho dela até a buceta, o que fez ela dar um pulo

-O que foi, fiz algo que te incomodou?
-Não, pelo contrário, gostei da sensação
Então toquei um pouco na entrada do cuzinho dela só, ela de Fechei os olhos de novo e curti, ainda saía um pouco de areia.

— Você gosta muito, né?
— SIIIM, queroooo que você meta no meu cuzão.

Aí sim, não conseguia acreditar, fiquei frio depois de ouvir aquilo.

— Mas primeiro...

E assim como ela falou, se ajoelhou e de novo meu pau sentiu a boca dela, começou a chupar de novo, deixando bem babado. Depois, ela babou a mão e passou na bunda dela, ficou de quatro de novo e dessa vez abrindo um pouco mais as pernas, e a mão dela abrindo as nádegas. Lembro que peguei meu pau e aproximei da entrada, era rosadinho e, pra ser sincero, parecia meio pequeno, mas ela começou a enfiar. Aquele cu era a coisa mais gostosa que eu tava provando, sentia meu pau abrindo caminho com dificuldade e ele respondia com pequenas contrações. Empurrei devagar até desaparecer, e ela se levantou.

— Agoraaaa siiiim... monta em mim, porra!

Era uma sensação muito prazerosa e, conforme eu ia penetrando ela, o cu dela ia dilatando, dando lugar a um movimento mais fluido. Subi pra poder meter mais forte e peguei ela pelo cabelo, praticamente tava montando ela como se fosse um animal. Quando olhei pra baixo, via meu pau sumindo entre aquelas nádegas lindas, que eu dava tapas.

— Isssoooo... Assiiim... me bate na bunda... eu... mereeeço...

A intensidade aumentava cada vez mais, teve um momento que me desconheci e metia sem parar, o que me fez gozar de novo. Dessa vez, dentro do cu dela, foi pouco, mas mesmo assim me deu um prazer enorme. De novo terminamos e nos deitamos. Em alguns minutos, nos vestimos e voltamos pra casa, tudo estava quieto. Quando entramos, ouvimos roncos, sinal de que os caras estavam bem dormidos. Antes de subir, ela me beijou de novo. Subiu primeiro, não sem antes levar um tapa na bunda que ela acompanhou com um sorriso. Quando ouvi a porta dela, fiquei pensando no que tinha feito e depois subi pra dormir.

No dia seguinte, fui o último a acordar e por... Pela janela vi que eles estavam na piscina. Quando desci, lá estava ela, toda gostosa. Dizem que quando você transa bem, fica com uma beleza sem igual, e era isso que eu via nela. Ela sorriu pra mim e piscou o olho. Como não tinha mais ninguém ali além de mim e dela, me aproximei e peguei ela pelas costas enquanto ela lavava a louça. Apertei a bunda dela e, por uns instantes, meti a mão na buceta dela.

— Não, agora não, podem nos ver.

Naquele mesmo dia, transamos de novo à noite. Nos dias seguintes, não deu mais porque o Miguel, o marido dela, chegou. Mas mesmo assim, quando ela me olhava, sorria e, de vez em quando, mandava um beijo. Quando voltamos daquela semana de férias, não a via com tanta frequência, mas teve uma vez que a encontrei na rua e ela me deu o telefone dela pra marcarmos umas sessões de sexo.

De certa forma, me senti mal por fazer isso com o Marco, mas a verdade é que foi o melhor sexo da minha curta vida.

ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. PEDI PERMISSÃO PRA PUBLICAR ESSE RELATO E EM BREVE ELA VAI LER. TOMARA QUE SEJA BEM COMENTADO, COMENTÁRIOS BONS OU RUINS NÃO IMPORTA. ASSIM A GENTE SE MOTIVA PRA CONTAR O RESTO DO QUE A GENTE JÁ FEZ.

OBRIGADO.

10 comentários - Con la madre de mi mejor amigo

bueisimo tu relato... 🆒 e gusto mucho el contenido de la historia, se nota claramente que es real, no hay nada inventado... eso si un pequeño consejito, antes de publicarlo pegale una leida para corregir errores de ortografia y puntuacion 😉 , pero salvo eso esta buenisimo... Gracias Por Compatir... +5 🙂
Mexicana Sexy!!!
:headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang:
eh si errores muchos!!!
primero el chico tiene 18 y su mamá 30, osea lo tuvo a los 12?
BioAlex dijo:eh si errores muchos!!!
primero el chico tiene 18 y su mamá 30, osea lo tuvo a los 12?


jajaa
buena data...y otra cosa...el chabon es mexicano,y el usuario q postea es argentino...mm no me cierra...asiq digo
FUENTE??? xd 🆒
me gustaria saber que fue de la vida de nala... si puedes contar mas... hermoso relato. volvi despues de tiempo que lo lei ...