Bebota 5 (com fotos)

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Depois daquela fodida anterior, passaram pelo menos três semanas até a Romi entregar o cuzinho de novo. A mina sabia que eu queria comer a bunda dela, mas se recusava firmemente.

Como compensação, e pra me deixar satisfeito, ela inventava outras coisas. Um dia apareceu na minha casa com uma jaqueta comprida. Estranhei porque era primavera. Quando entramos no apê, vi que por baixo ela só tinha uma fantasia de enfermeirinha. "Gostou? A Rochi foi comigo comprar porque eu tava com vergonha…".

O look era composto por um sutiã branco com uma cruz vermelha, uma calcinha fio dental combinando, uma saia que amarrava, uma touca de enfermeira, estetoscópio de plástico e uma seringa gigante, de cavalo (que acabei usando depois pra brincar um pouco com a boceta dela e jogar champanhe no cuzinho e na bunda enquanto fazia sexo oral nela).

A foda foi tão boa que a mina resolveu repetir a fantasia na semana seguinte e se vestiu de menininha, adicionando umas meias 3/4 ao uniforme, fazendo dois rabinhos de cavalo dos lados e trazendo umas balas e pirulitos.

Dessa vez, deixando a saia nela, mandei ela ficar de quatro no sofá da sala e chupei a boceta dela enquanto enfiava um pirulito. Ela brincava de menininha e chupava a bala. Depois trabalhei a bunda dela com a língua e um dedo, e devagar enfiei o pirulito no cuzinho, que agarrou, deixando o cabinho branco pra fora.

Com tesão naquela imagem, fiquei de pé, deixei a roupa cair e comecei a meter nela enquanto brincava com aquele cabinho branco como se fosse um joystick. Quando ela já tinha gozado e tava molinha, tirei a bolinha de doce do cuzinho e dei pra ela chupar. A putinha passou a língua como se tivesse chupando uma rola.

Não aguentei mais e troquei o pirulito pelo meu pau. E depois de um tempo, enchi a carinha dela de porra. Pra completar, usei a bala doce como colher, recolhi o sêmen e dei pra ela chupar.

Aquela foda me tirou do sério. Tudo bem, e eu prometi pra mim mesmo que no fim de semana ia arrebentar ela de tanta piroca, incluindo o cuzinho. Então na sexta fui buscar ela na hora que saía do estudo, decidido a levar ela pra casa. Mas assim que ela entrou no carro, disse que tinha más notícias. "Mamãe precisa sair e me pediu pra ficar em casa com o Damião (o irmão)". "Seu irmão não é criança, tem 14 anos...". Mas não teve jeito. Fomos pra casa dela.

Por sorte, o mano tava estudando pra uma prova na mesa da sala, então a Romi sugeriu a gente ir ver TV no quarto da velha. Depois de um tempo deitados com a cabecinha dela apoiada no meu peito, eu tava com o pau duro. Tava fervendo de tesão e queria comer ela ali mesmo, na cama da velha, com o irmão na sala.

Comecei pelos beijos. E a mina se empolgou. Daí a pouco apontei meu pau duro que marcava por baixo da calça. Ela fez uns carinhos, sabe. Eu tava com o pau estourando, e a calça tava me matando.

Desabotoei o botão da jeans, mas ela não deixou eu tirar. "Nãao, meu irmão tá do lado". Fiquei puto, e ela subiu em cima de mim e segurou meu rosto. "Olha pra mim, meu amor, não fica bravo...". Ela falou tão meiga que eu amoleci. Nos beijamos de novo, e comecei a passar a mão nela.

Ela tava sentada bem em cima do meu pau. E a calcinha dela tava quentinha, dava pra sentir. Parece que o roçar no meu pau a excitava, porque ela se mexia e gemia baixinho. A putinha tava se masturbando.

"Aaaiii, como você me deixa com tesão...", a Romi falava enquanto eu apalpava a bunda dela com as duas mãos. Assim, por trás, afastei um pouco a calcinha e comecei a acariciar a bocetinha dela e os lábios todos molhados com os sucos dela.

"É, mete o dedinho", ela autorizou bem baixinho. Eu via ela se afogando na minha boca e abafando os gemidos, e meu pau ficava maior e duro como pedra. Comecei a passar o indicador na fenda dela enquanto ela gemia sem controle. E até brinquei um pouco no cuzinho.

"Quero meter em você, mina", falei quando vi que ela já tava pronta. entreguei. Abrindo os botões da calça jeans, tirei ela e, puxando a calcinha pro lado, encostei na entrada da buceta sem mudar de posição.

Deixei ela ali, com a cabeça da piroca entre os lábios, e ela mesma enfiou pra dentro. "Viu que você também queria pica?", falei baixinho quando ela encaixou tudo. "Sim! O que você achou, que eu não tava afim?". Depois ela sussurrou no meu ouvido: "Pode me foder, Max, te amo!"

A gente se beijou de novo e começou a trepar. Eu pedia pra ela se mexer. "Monta na minha pica, bebê, assimmm, mexe a bunda em círculo pra sentir como massageia seu cuzinho por dentro, isso, assim, que puta gostosa você é..."

Vocês não têm ideia de como era bom a buceta dela, parecia um estojo feito sob medida pro meu pau, era super apertada, e as paredes da buceta dela tinham meu pau preso.

Ficamos assim um tempão, e quando cansei de foder devagar, tirei ela de cima, joguei na cama e arranquei a tanga dela. Depois me abaixei e comecei a beijar a buceta toda, o clitóris, e fazer massagens circulares com a língua. A safada não parava de gemer e pedia pra eu comer ela.

Continuei chupando a buceta dela (amo fazer isso), enquanto aproveitava pra molhar um dedinho na bocetinha dela e passar no cuzinho. Do tesão que ela tava, não falou nada. Até que de repente ela puxou meu cabelo pra cima e disse: "Me fode agora!"

Me encaixei entre as pernas dela e enfiei de novo naquela buceta maravilhosa. Meti fundo e revirei lá dentro enquanto meu púbis esfregava no clitóris dela. A mina soltou um "aaaaaahhhhhhh" que deu pra ouvir. Imaginei que o irmão ia ter material pra uma punheta naquela noite.

Mas naquele momento eu não tava nem aí, então tampei a boca dela e comecei a serrar forte o cuzinho dela, entrando e saindo rápido. Isso deixou ela ainda mais excitada.

Depois me levantei um pouco, sem tirar ela, e passei a perna esquerda dela pra direita. Assim fiquei com a bundinha redonda minha vista. E enquanto eu continuava metendo na buceta dela, meu dedão espalhava os sucos da argolinha dela na bunda dela.

Sentir as nadeguinhas contra minha virilha é algo que me excita muito, então depois de um tempo, comecei a trabalhar a bunda dela, enfiando metade do polegar. Eu tava excitado e não ia ficar sem vontade de arrombar seu cu. Ela, enquanto isso, tava no maior tesão. "Você tá me fazendo gozar, meu amor!", ela disse em voz alta.

Assim que ela terminou, eu tirei. "Não! Continua me comendo", ela pediu. Me ajeitei atrás dela e coloquei de ladinho. Quando vi que ela começava a gozar de novo, falei: "Quero meter no seu cu, bebê". "Nããão, dói". "Vamos tentar, se não aguentar a gente deixa pra outra vez", respondi, deixando claro que mais cedo ou mais tarde eu ia comer o cu dela.

Juntei saliva com um dedo e lubrifiquei o cuzinho dela. Depois enfiei o dedo no cu dela. Com tudo tão molhadinho, foi o suficiente pro cuzinho dela deixar meu dedão entrar. "Nããão, filho da puta, não", ela reclamava. Mas não liguei. E repeti a operação, levando um pouco mais de saliva pro cu. E mandei o dedinho de novo. Já era.

Tirei da buceta enquanto mantinha o cu ocupado com o dedo. Numa troca rápida, tirei e encostei a cabeça da pica no cuzinho dela. Comecei a empurrar e ela gritava pra não enfiar. Fui enfiando aos poucos entre gritinhos agudos ("aiiiiiii") e xingamentos dela.

— Tá sentindo a pica no cu?
— Aii, não dá, você é um sem-vergonha do caralho! — respondeu ela irritada.
— Se você relaxar, puta, vai ver como vai curtir...
— Pelo menos vai devagar... — ela ordenou.
— Calma, vai mais um pouco — falei, enfiando mais uns centímetros de pica naquele cu.
— Por favor, tira que tá doendo muito.
— Aguenta que ainda falta.
— Mas tá doendo, filho da puta!
— Não grita que seu irmãozinho vai descobrir que tão arrombando seu cu — falei baixinho no ouvido dela.

Isso a acalmou. Eu fiquei parado um pouco com a Mano, comecei a acariciar as pernas dela até chegar na virilha. Devagarzinho, fui trabalhando a buceta e o clitóris. Depois de um tempo, ela começou a gostar e relaxou.

Aproveitei pra ir empurrando de leve até enfiar tudo. "Muito bem, já tá tudo dentro... que nenenzinha gostosa você é, hein...", falei. Ela começou a gemer. "Não era isso que você queria?". "Me deixou com tesão do jeito que você tá me tocando", respondeu ela, seca, e se concentrou de novo na masturbação que eu tava fazendo.

A Romi mordia os lábios e a cara dela ficava cada vez mais vermelha de tesão e dor, isso me dava tanto tesão que eu empurrava mais fundo e via como meu pau sumia naquele buraquinho delicioso. Ela apertava a bunda e eu sentia as contrações do cuzinho apertando meu pau. Quase não me mexia, tava aproveitando aquelas nalgas e aquela bunda cheia do meu pau.

Nisso, o telefone tocou. O irmão atendeu. "Tá falando com a minha mãe", disse a Romi, saindo do transe. "Romina, a mãe!", gritou o irmão da sala. Ela saiu, ajeitando a saia do uniforme que ainda tava vestindo, e foi pra sala enquanto eu guardava o pau (que, por sorte, tava limpo... mas com cheiro de cu, com certeza) na cueca.

Esperei ela voltar rápido, mas demorou um pouco. "Ela disse que não vai chegar pra jantar e pra pedir pizza. Você gosta de quê?", me perguntou quando voltou. "A única coisa que eu quero é continuar o que a gente tava fazendo". "Não dá, meu irmão já terminou de estudar... vamos ver TV na sala". Como prêmio de consolação, foi uma merda.

Fiquei vendo TV largado na cama da velha e ela foi pedir a pizza. Como demorava, e sendo curioso como sou, aproveitei pra revirar as gavetas dos criados-mudos ao lado da cama. E encontrei um vibrador pequeno! Meu pau ficou duro na hora.

Quando a Romi voltou pra me buscar, já tinha colocado no lugar, mas meu pau continuava no mesmo estado. "Daqui a pouco chega a comida", respondeu ela, me puxando pra levar pra sala. viva. Mas eu a girei e comecei a beijar ela ali mesmo, parados aos pés da cama.

De repente, ela mesma se soltou e se ajoelhou aos meus pés. Tirou a rola e começou a chupar. Uma campeã. Passava a língua na cabeça, mordia um pouquinho, chupava a cabecinha, cuspia, esfregava e enfiava na boca.

Apertava a glande com os lábios enquanto roçava com a língua, sugava, enfiava inteiro dentro da boca pra depois tirar de novo e passar a língua toda no tronco. Metia a rola inteira até a garganta.

De cima eu olhava a carinha dela, que era uma mistura de safadeza e inocência. De vez em quando ela levantava o olhar e me encarava com os olhinhos meio lacrimejando. A rola ficou dura pra caralho, e ela começou a bater uma punheta com a mãozinha pequena dela (fazia minha rola parecer ainda maior) mais forte enquanto respirava.

— Vai me dar a porra? — perguntou, putinha.
— Pra garota que eu gozo todinha, pra filha da puta, usa a buceta da sua mãe, aaaaaaaaaaaaaaa.

Não aguentei nem um segundo. Enchi a boca dela com uma descarga de porra que escorreu pelo canto dos lábios. Ela engoliu tudo e se lambeu. "Gostou da minha porra, bebê?" "Sim, papai! Adorei!", respondeu brincando.

No dia seguinte ela veio em casa e depois de dar uma chupada foda na buceta e no cu, e uma boa trepada de quatro, consegui comer o cu dela, deitado por cima dela, bem devagar, e estimulando o clitóris.

Foi a primeira vez que não doeu tanto e ela até gostou da punheta que eu bati nela. E na minha cabecinha comecei a imaginar o que vinha pela frente. A garota que até pouco tempo era virgem dos dois buracos tava a caminho de um arrombamento de cu fenomenal.

20 comentários - Bebota 5 (com fotos)

chabon sos un grosooooo, jajaja verdad o mentira me encanto tu saga jajja
justi98 +1
Jamon del medio...
+5
Para la proxima certifica las fotos con la P..!
muuuy buena!!!se viene la vieja tbn me imagino no?jejeje 😉
Muy bueno master... muy bueno.. la verdad la mina vale la pena :);):D
Un saludo ;):):D
Estan de 10 tus relatos, pero no se ven las fotos
Mañana te dejo puntos groso
goac08
NOS MUCHO AGRADO TU POST SALUDOS!!!!

Grado de putas (tratado terminológico)
mu_a2
MUY BUENO EL RELATO , GRACIAS 😉 😉 😉 😉

Bebota 5 (con fotitos)pete
Cayeron las fotos, man! Excelentes tus relatos!