Bebota 5 (com fotos)

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http://www.poringa.net/posts/relatos/1248739/Bebota-4-(le-romp%C3%AD-la-cola).htmlE AÍ VEM NOVIDADE

Depois daquela fodida anterior, passaram pelo menos três semanas até a Romi entregar o cuzinho de novo. A mina sabia que eu queria comer a bunda dela, mas se negava totalmente.

Como compensação, e pra me deixar contente, ela inventava outras coisas. Um dia apareceu na minha casa com uma jaqueta comprida. Estranhei porque era primavera. Quando entramos no apê, vi que por baixo ela só tinha uma fantasia de enfermeirinha. "Gostou? A Rochi foi comigo comprar porque eu tava com vergonha…".

O look era composto por um sutiã branco com uma cruz vermelha, uma calcinha fio dental combinando, uma saia que amarrava, uma touca de enfermeira, estetoscópio de plástico e uma seringa gigante, de cavalo (que acabei usando depois pra brincar um pouco com a bocetinha dela e jogar champanhe no cuzinho e na bunda enquanto chupava ela).

A foda foi tão boa que a mina resolveu repetir a fantasia na semana seguinte e se vestiu de menininha, adicionando umas meias ¾ no uniforme, fazendo duas maria-chiquinhas e trazendo umas pirulitas e chupetinhas.

Dessa vez, deixando a saia nela, mandei ela ficar de quatro no sofá da sala e chupei a boceta dela enquanto enfiava uma chupetinha. Ela brincava de menininha e chupava o pirulito. Depois trabalhei a bunda dela com a língua e um dedo, e devagar enfiei a chupetinha no cuzinho, que agarrou, deixando o cabinho branco pra fora.

Com tesão naquela imagem, fiquei de pé, larguei as calças e comecei a meter nela enquanto brincava com aquela chupetinha branca como se fosse um joystick. Quando ela já tinha gozado e tava molinha, tirei a bolinha de doce da bunda dela e dei pra ela chupar. A putinha passou a língua como se tivesse chupando um pau.

Não aguentei mais e troquei a chupetinha pelo meu pau. E depois de um tempo, enchi a carinha dela de porra. Pra completar, usei o pirulito doce como colher, peguei o esperma e dei pra ela chupar.

Essa foda me tirou do sério. Tudo bem, e eu prometi pra mim mesmo que no fim de semana ia arrebentar ela de tanta piroca, cu incluso. Então na sexta fui buscar ela na hora que saía do estudo, decidido a levar ela pra casa. Mas assim que ela entrou no carro, disse que tinha más notícias. "Mamãe precisa sair e me pediu pra ficar em casa com o Damião (o irmão)". "Teu irmão não é criança, tem 14 anos...". Mas não teve jeito. Fomos pra casa dela.

Por sorte, o moleque tava estudando pra uma prova na mesa da sala, então a Romi sugeriu a gente ir ver TV no quarto da velha. Depois de um tempo deitados com a cabecinha dela apoiada no meu peito, eu tava com o pau duro. Tava puto de tesão e queria comer ela ali mesmo, na cama da velha com o irmão na sala.

Comecei pelos beijos. E a mina se amarrou. Daí a pouco apontei meu pau duro que marcava por baixo da calça. Ela fez uns carinhos, tipo. Eu tava com o pau estourando, e a calça tava me matando.

Desabotoei o botão da jeans, mas ela não deixou eu tirar. "Nãão, meu irmão tá do lado". Eu fiquei puto e ela subiu em cima de mim e segurou meu rosto. "Olha pra mim, meu amor, não fica bravo...". Ela falou tão meiga que eu amoleci. Nos beijamos de novo, e comecei a passar a mão nela.

Ela tava sentada bem em cima do meu pau. E a calcinha dela tava quentinha, dava pra ver. Parece que o atrito com meu pau excitava ela, porque ela se mexia e gemia baixinho. A putinha tava se masturbando.

"Aaaiii como você me deixa com tesão...", dizia a Romi enquanto eu apalpava a bunda dela com as duas mãos. Assim, por trás, afastei um pouco a calcinha e comecei a acariciar a bucetinha dela e os lábios todos molhadinhos pelos sucos dela.

"É, mete o dedinho", ela autorizou bem baixinho. Eu via ela se afogar na minha boca e abafar os gemidos, e meu pau ficava maior e duro como pedra. Comecei a passar o indicador na rachinha dela enquanto ela gemia descontrolada. E até brinquei um pouco no cu dela.

"Quero meter em você, gostosa", falei quando vi que ela já tava pronta. entreguei. Abrindo os botões da calça jeans, tirei ela e, puxando a calcinha pro lado, encostei na porta da buceta sem mudar de posição.

Deixei ela ali, com a glande entre os lábios, e ela mesma enfiou pra dentro. "Viu que você também queria o pau?", falei baixinho quando ela encaixou tudo. "Sim! O que você pensava, que eu não tava a fim?". Depois ela sussurrou no meu ouvido: "Você me domina, Max, te amo!"

A gente se beijou de novo e começou a transar. Eu pedia pra ela se mexer. "Monta no meu pau, bebê, assimmm, mexe a bunda em círculo pra sentir como massageia o cuzinho por dentro, isso, assim, que puta gostosa você é..."

Vocês não imaginam como era bom a pussy dela, parecia um estojo feito sob medida pro meu pau, era super apertada, e as paredes da pussy dela tinham meu pau preso.

Ficamos assim por um tempo, e quando cansei de transar devagar, tirei ela de cima, joguei na cama e arranquei a tanga dela. Depois me abaixei e comecei a beijar a buceta toda, o clitóris, e fazer massagens em círculo com minha língua. A safada não parava de gemer e pedia pra eu comer ela.

Continuei chupando a pussy dela (é uma coisa que eu amo), enquanto aproveitava pra molhar um dedinho na bocetinha dela e passar no cuzinho. Do tesão que ela tava, não falou nada. Até que de repente ela me puxou pelos cabelos pra cima e disse: "Me come agora!"

Me encaixei entre as pernas dela e enfiei de novo naquela buceta maravilhosa. Meti fundo e remexi lá dentro enquanto meu púbis esfregava no clitóris dela. A gata soltou um "aaaaaahhhhhhh" que deu pra ouvir. Imaginei que o irmão ia ter material pra uma punheta naquela noite.

Mas naquele momento eu não tava nem aí, então tapei a boca dela e comecei a serrar forte o cuzinho, entrando e saindo rápido. Isso deixou ela ainda mais excitada.

Depois me levantei um pouco, sem tirar de dentro, e passei a perna esquerda dela pra direita. Assim fiquei com a bundinha redonda minha vista. E enquanto eu continuava metendo na buceta, meu dedinho espalhava os sucos da argolinha dela na bunda.

Sentir as nadeguinhas contra minha virilha é algo que me excita muito, então depois de um tempo, comecei a trabalhar a bunda dela, enfiando metade do polegar. Eu tava excitado e não ia ficar sem vontade de arrebentar seu cu. Ela, enquanto isso, tava no maior tesão. "Você tá me fazendo gozar, meu amor!", ela disse bem alto.

Assim que ela terminou, eu tirei. "Não! Continua me comendo", ela pediu. Me ajeitei atrás dela e coloquei de conchinha. Quando vi que ela começava a gozar de novo, falei: "Quero meter no seu cu, bebê". "Nãao, dói". "Vamos tentar, se não aguentar a gente deixa pra outra vez", respondi, deixando claro que mais cedo ou mais tarde eu ia comer aquele cu.

Juntei saliva com um dedo e lubrifiquei o cuzinho dela. Depois enfiei o dedo no cu. Com tudo tão molhadinho, foi o suficiente pro cuzinho dela deixar meu dedão entrar. "Nãao, filho da puta, não", ela reclamava. Mas não liguei. E repeti a operação, levando um pouco mais de saliva pro cu. E mandei o dedinho de novo. Tava pronto.

Tirei da buceta enquanto mantinha o cu ocupado com o dedo. Numa troca rápida, tirei e apoiei a cabeça da pica no cu dela. Comecei a empurrar e ela gritava pra eu não meter. Fui enfiando devagar entre gritinhos agudos ("aiiiiiii") e xingamentos dela.

— Tá sentindo a pica no cu?
— Ai, não dá, você é um sem-vergonha do caralho! — respondeu ela irritada.
— Se relaxar, puta, vai ver como vai aproveitar...
— Pelo menos vai devagar... — ela ordenou.
— Calma, vai mais um pouco — falei, enfiando mais uns centímetros de pica naquele cu.
— Por favor, tira que tá doendo muito.
— Aguenta que ainda falta.
— Mas tá doendo, filho da puta!
— Não grita que seu irmãozinho vai descobrir que tão arrombando seu cu — falei baixinho no ouvido dela.

Isso a acalmou. Eu fiquei parado um pouco com a Mano, comecei a acariciar as pernas dela até chegar na virilha. Devagarzinho, fui trabalhando a buceta e o clitóris dela. Depois de um tempo, ela começou a gostar e relaxou.

Aproveitei pra ir empurrando de leve até colocar tudo pra dentro. "Muito bem, já tá tudo dentro... que nenenzinha gostosa você é...", falei. Ela começou a gemer. "Não era isso que você queria?". "Me excitei com o jeito que você tá me tocando", respondeu ela, seca, e se concentrou de novo na masturbação que eu tava fazendo.

Romi mordia os lábios e o rosto dela ficava cada vez mais vermelho de tesão e dor, isso me dava tanto tesão que eu empurrava mais fundo e via como meu pau sumia naquele buraquinho delicioso. Ela apertava a bunda e eu sentia as contrações do cuzinho apertando meu pau. Quase não me mexia, tava aproveitando aquela bundinha e aquele rabo preenchido pelo meu pau.

Nisso, o telefone tocou. O irmão atendeu. "Tá falando com a minha mãe", disse Romi, saindo do transe. "Romina, é a mãe!", gritou o irmão da sala. Ela saiu, ajeitando a saia do uniforme que ainda tava vestindo, e foi pra sala enquanto eu guardava o pau (que, por sorte, tava limpo... mas com cheiro de cu, com certeza) na cueca.

Esperei ela voltar rápido, mas demorou um pouco. "Ela falou que não vai chegar pra jantar e pra pedir pizza. Você gosta de quê?", ela perguntou quando voltou. "A única coisa que eu quero é continuar o que a gente tava fazendo". "Não dá, meu irmão já terminou de estudar... vamos ver TV na sala". Como prêmio de consolação, foi uma merda.

Fiquei vendo TV largado na cama da velha e ela foi pedir a pizza. Como demorava, e sendo curioso como sou, aproveitei pra revirar as gavetas dos criados-mudos ao lado da cama. E encontrei um vibrador pequeno! Meu pau ficou duro na hora.

Quando Romi voltou pra me buscar, já tinha colocado no lugar, mas meu pau continuava no mesmo estado. "Daqui a pouco a comida chega", ela respondeu, me puxando pra levar pra sala. viva. Mas eu a girei e comecei a beijar ela ali mesmo, parados aos pés da cama.

De repente, ela mesma se soltou e se ajoelhou aos meus pés. Puxou a rola e começou a chupar. Uma campeã. Passava a língua na cabeça, mordia um pouquinho, chupava a cabecinha, cuspia, esfregava e enfiava na boca.

Apertava a glande com os lábios enquanto roçava a língua, sugava, enfiava inteiro dentro da boca pra depois tirar de novo e passar a língua toda no tronco. Enfiava a rola inteira até a garganta.

De cima, eu olhava a carinha dela, que era uma mistura de safadeza e inocência. De vez em quando, ela levantava o olhar e me encarava com os olhinhos meio lacrimejando. A rola ficou dura pra caralho, e ela começou a punhetar com a mãozinha pequena (fazia minha rola parecer ainda maior) mais forte enquanto respirava.

— Vai gozar na minha boca? — perguntou, toda porca.
— Pra puta que te pariu, vou gozar tudo, filha da puta, buceta da sua mãe, aaaaaaaaaaaaaaa.

Não aguentei nem um segundo. Enchi a boca dela com uma descarga de porra que escorreu pelo canto dos lábios. Ela engoliu tudo e se lambeu. "Gostou da minha porra, bebê?" "Sim, papai! Adorei!", respondeu, brincalhona.

No dia seguinte, ela veio em casa e, depois de dar uma chupada foda na buceta e no cu, e uma boa foda de quatro, consegui comer o cu dela, deitado por cima, bem devagar, e estimulando o clitóris.

Foi a primeira vez que não doeu tanto e ela até gostou da punheta que eu dei. E na minha cabecinha, comecei a matutar sobre o que viria. A mina que até pouco tempo era virgem dos dois buracos tava a caminho de um arrombamento de cu fenomenal.

20 comentários - Bebota 5 (com fotos)

chabon sos un grosooooo, jajaja verdad o mentira me encanto tu saga jajja
justi98 +1
Jamon del medio...
+5
Para la proxima certifica las fotos con la P..!
muuuy buena!!!se viene la vieja tbn me imagino no?jejeje 😉
Muy bueno master... muy bueno.. la verdad la mina vale la pena :);):D
Un saludo ;):):D
Estan de 10 tus relatos, pero no se ven las fotos
Mañana te dejo puntos groso
goac08
NOS MUCHO AGRADO TU POST SALUDOS!!!!

Bebota 5 (com fotos)
mu_a2
MUY BUENO EL RELATO , GRACIAS 😉 😉 😉 😉

Relatos Reais de Gente IIrelatos
Cayeron las fotos, man! Excelentes tus relatos!