AQUI ESTÃO AS PARTES ANTERIOREShttp://www.poringa.net/posts/relatos/1246316/Bebota-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1246318/Bebota-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1247952/Bebota-3-(primera-vez-por-la-cola).html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1248739/Bebota-4-(le-romp%C3%AD-la-cola).htmlE AQUI VAI A NOVIDADE
Depois da foda anterior, levaram pelo menos três semanas para a Romi voltar a entregar o brioco. A mina sabia que eu queria comer o cu dela, mas se negava completamente.
Como compensação, e pra me deixar contente, ela inventava outras coisas. Um dia ela apareceu na minha casa com uma jaqueta longa. Me chamou a atenção porque era primavera. Quando entramos no apto, vi que por baixo ela só trazia uma fantasia de enfermeirinha. "Gostou? A Rochi me acompanhou pra comprar porque eu tava com vergonha…".
A roupa era composta por um corpete branco com uma cruz vermelha, uma calcinha fio-dental combinando, uma saia curta que dava pra amarrar, um gorro de enfermeira, estetoscópio de plástico e uma seringa enorme, tipo pra cavalo (que acabei usando depois pra pegar um pouco da buceta dela e depois jogar champanhe no cuzinho e na bunda enquanto fazia sexo oral nela).
A foda foi tão boa que a mina quis repetir a fantasia na semana seguinte e se vestiu de neném, adicionando umas meias arrastão ao uniforme, fazendo duas maria-chiquinhas nas laterais e trazendo uns pirulitos e chupetas.
Dessa vez, deixando a saia curta nela, fiz ela ficar de quatro no sofá da minha sala e comi a buceta dela enquanto enfiava uma chupeta. Ela fazia de conta que era neném e chupava o pirulito dela. Depois trabalhei a bunda dela com a língua e um dedo, e devagarinho alojei a chupeta no cu, que a prendeu, deixando o cabinho branco pra fora.
Com essa imagem, fiquei com muito tesão, me levantei, deixei as calças caírem e comecei a meter nela enquanto brincava com aquela alavanca branca como se fosse um joystick. Quando ela já tinha gozado e estava bem molhadinha, tirei a bolinha de doce da bunda dela e dei pra ela chupar. A putinha passou a língua como se estivesse chupando um pau.
Não aguentei mais e troquei a chupeta pelo meu pau. E logo depois enchi a carinha dela de porra. Pra completar, usei o pirulito doce como colher, peguei o sêmen e dei pra ela chupar.
Essa foda me tirou do tudo e eu prometi que no fim de semana ia arregaçar ela de pirocada, incluindo o cu. Então na sexta passei pra buscá-la na hora que ela saía da faculdade, decidido a levar ela pra minha casa. Mas assim que ela entrou no carro, me deu a má notícia. "Minha mãe precisa sair e pediu pra eu ficar em casa com o Damián (o irmão)". "Seu irmão não é um bebê, tem 14 anos...". Mas não adiantou. Fomos pra casa dela.
Por sorte, o cara tava estudando pra uma prova na mesa da sala, então a Romi sugeriu que fôssemos ver TV no quarto da véia. Depois de um tempo deitados com a cabecinha dela apoiada no meu peito, eu já tava de pau duro. Tava com um tesão da porra e queria comer ela ali mesmo, na cama da véia com o irmão na sala.
Comecei pelos beijos. E a mina entrou no clima. Depois de um tempo, apontei pro meu pau duro que marcava por baixo da calça. Ela fez umas carícias, de leve. Eu tava com o pau quase estourando, e a calça tava me matando.
Desabotoei o jeans, mas ela não deixou eu tirar. "Nããão, meu irmão tá do lado". Eu fiquei puto, e ela subiu em cima de mim e agarrou meu rosto. "Olha pra mim, amor, não fica bravo...". Ela falou tão doce que eu relaxei. Demos mais uns beijos, e comecei a esfregar nela.
Ela tava sentada bem em cima do meu pau. E dava pra ver a calcinha dela toda quente. Parece que o atrito com meu pau tava excitando ela, porque ela se mexia e gemía baixinho. A putinha tava se masturbando.
"Aaaiii como você me deixa com tesão...", a Romi dizia enquanto eu apalpava a bunda dela com as duas mãos. Assim, por trás, puxei um pouco a calcinha e comecei a acariciar a vulvinha e os lábios todos molhados pelos seus fluidos.
"Sim, mete o dedinho", ela liberou num sussurro. Eu via ela se afogar na minha boca e abafar os gemidos, e meu pau ficava ainda maior e duro que pedra. Comecei a passar o dedo indicador na sua fenda enquanto ela gemia sem controle. E até brinquei um pouquinho no cu.
"Quero te enfiar, gata", falei quando vi que ela já tava entregue. Abrindo os botões do jeans, tirei meu pau e, puxando a calcinha dela de lado, encaixei na entrada da buceta sem mudar de posição.
Deixei ali, com a cabeça entre os lábios, e ela mesma enfiou tudo pra dentro. "Viu que você também queria pau!", falei baixinho quando ela acomodou tudo dentro. "Sim! O que você achou, que eu não estava com vontade?". Depois ela me disse no ouvido. "Pode me foder, Max, te amo!"
Nos beijamos de novo e começamos a transar. Eu pedia pra ela se mexer. "Enfia meu pau, bebê, assimmmm, mexe a bunda em círculos pra sentir o anel massageando por dentro, isso, assim, que puta gostosa você é..."
Não sabem como era gostoso a buceta dela, parecia uma capinha sob medida pro meu pau, era super apertada, e as paredes da buceta dela tinham meu pau preso.
Ficamos assim um tempo, e quando cansei de foder devagar, tirei ela de cima, deitei na cama e puxei a calcinha. Depois me abaixei e comecei a beijar toda a buceta, o clitóris, e fazer massagens em círculo com minha língua. A safada não parava de gemer e pedia pra eu enfiar.
Continuei chupando a buceta (é uma coisa que eu adoro), enquanto aproveitava pra molhar um dedinho na xoxota e passar na bunda. De tão excitada que estava, ela não disse nada. Até que de repente puxou meus cabelos pra cima e disse "me fode agora!"
Me posicionei entre as pernas dela e enfiei de novo naquela buceta maravilhosa. Enfiei até o fundo e revirei dentro enquanto meu púbis esfregava no clitóris dela. A gata soltou um "aaaaaahhhhhhh" que deu pra ouvir. Imaginei que o irmão ia ter material pra uma punheta naquela noite.
Mas naquele momento eu não tava nem aí, então tapei a boca dela e comecei a serrar forte o anel, entrando e saindo rápido. Isso esquentou mais ainda.
Depois me levantei um pouco, e sem tirar, passei a perna esquerda dela pra direita. Assim ficava com a bunda redondinha pra... meu olhar. E enquanto continuava metendo na buceta, meu dedão espalhava os fluidos da sua argolinha até a bunda.
Sentir as nádegas dela contra minha virilha é algo que me deixa muito excitado, então, depois de um tempo, comecei a trabalhar a bunda dela, enfiando metade do meu polegar. Eu estava com muito tesão e não ia ficar com vontade de arrombar seu cu. Ela, enquanto isso, estava aproveitando ao máximo. "Você está me fazendo gozar, meu amor!", ela disse em voz alta.
Assim que ela terminou, eu tirei meu dedo. "Não! Continua me comendo", ela pediu. Me posicionei atrás dela e coloquei no estilo colher. Quando vi que ela estava começando a gozar de novo, eu disse: "Quero enfiar no seu cu, bebê". "Nããão, dói". "Vamos tentar, se você não aguentar, deixamos para outra hora", respondi, deixando claro que, mais cedo ou mais tarde, eu ia comer seu rabo.
Juntei saliva com um dedo e lubrifiquei o bumbum dela. Depois, enfiei meu dedo na bunda. Com o quanto ela estava molhada, foi o suficiente para que seu cu aceitasse meu dedão. "Nããão, filho da puta, nããão", ela reclamou. Mas ignorei. E repeti a operação, levando um pouco mais de saliva até o cu. E enfiei o dedinho de novo. Agora estava pronto.
Tirei da buceta enquanto mantinha o bumbum ocupado com o dedo. Em uma troca rápida, tirei o dedo e encostei a cabeça do meu pau no cu dela. Comecei a empurrar e ela gritou para não enfiar. Fui enfiando aos poucos, entre gritinhos agudos ("aiiiiiii") e xingamentos dela.
— Sente o pau no seu cu?
— Ai, não dá, você é um cuzão! — ela respondeu irritada.
— Se você relaxar, puta, vai ver como vai gostar...
— Pelo menos vai devagar... — ela ordenou.
— Calma, aí vai mais um pouco — disse, enfiando mais alguns centímetros de pau naquele rabo.
— Por favor, tira que está doendo muito.
— Aguenta que ainda tem mais.
— Mas está doendo, filho da puta!
— Não grita que seu irmãozinho vai descobrir que estão arrombando seu cu — sussurrei no ouvido dela.
Isso a acalmou. Eu fiquei parado por um tempo e com a... Cara, comecei a acariciar as pernas dela até chegar na virilha. Devagarinho trabalhei a buceta e o clitóris. Depois de um tempo ela começou a gostar e relaxou.
Aproveitei pra ir empurrando bem devagar até enfiar tudo. "Muito bem, já está tudo dentro... que garotinha boa do papai você é...", falei. Ela começou a gemer. "Não era isso que você queria?". "Me deu tesão do jeito que você tá me tocando", respondeu ela, toda seca, e voltou a se concentrar na masturbação que eu tava fazendo nela.
A Romi mordia os lábios e o rosto dela ficava cada vez mais vermelho de tesão e dor, isso me dava tanto tesão que eu empurrava mais fundo e via como meu pau sumia naquele delicioso buraquinho. Ela apertava a bunda e eu sentia as contrações do cuzinho que apertavam meu pau. Quase não mexia, tava curtindo as bundinhas dela e aquele rabo recheado pelo meu pau.
Nisso o telefone tocou. O irmão atendeu. "Tá falando com minha mãe", disse a Romi, saindo do transe. "Romina, é a mamãe", gritou o irmão da sala. Ela saiu, e arrumando a saia do uniforme que ainda tava vestindo, foi pra sala enquanto eu guardava o pau (que tava por sorte limpo... mas com cheiro de cu, com certeza) na cueca.
Esperei que ela voltasse rápido, mas demorou um pouco. "Ela disse que não chega pra jantar e pra gente pedir pizza, você gosta de quê?", me perguntou quando voltou. "A única coisa que eu quero é continuar com o que a gente tava fazendo". "Não dá, meu irmão já terminou de estudar... vamos ver TV na sala". Como prêmio de consolação era uma merda.
Fiquei vendo TV deitado na cama da mãe dela e ela foi pedir a pizza. Como demorava, e de curioso que sou, aproveitei pra revirar as gavetas dos criados-mudos ao lado da cama. E achei um vibrador pequeno! O pau ficou duro na hora.
Quando a Romi voltou pra me buscar eu já tinha colocado no lugar, mas meu pau mantinha o mesmo estado. "Daqui a pouco chega a comida", ela respondeu, me puxando pra me levar pra viver. Mas eu a virei e comecei a transar com ela ali mesmo, em pé aos pés da cama.
De repente, ela mesma se soltou e se ajoelhou aos meus pés. Tirou o pau pra fora e começou a me chupar. Uma campeã. Passava a língua pela cabeça, mordia de leve, chupava a cabecinha, cuspia nele, esfregava e enfiava tudo na boca.
Apertava a glande com os lábios enquanto roçava a língua, sugava, enfiava ele inteiro dentro da boca pra tirar de novo e passar a língua toda pelo tronco. Enfiava o pau inteiro até a garganta.
De cima, eu olhava pra carinha dela, que era uma mistura de malícia e inocência. De vez em quando ela levantava o olhar e me encarava com seus olhinhos meio marejados. O pau ficou durasso, e ela começou a me punhetar com sua mãozinha pequena (fazia meu pau parecer ainda maior) mais forte enquanto recuperava o fôlego.
— Você vai me dar o leite? — perguntou, safadinha.
— Pra putinha que eu vou gozar tudo, pra filha da sua vadia, pra buceta da sua mãe, aaaaaaaaaaaaaaa.
Não aguentei nem um segundo. Enchi a boca dela com uma descarga de porra que escorreu pelo canto dos lábios. Ela engoliu tudo e se lambeu. "Gostou do meu leite, bebê?" "Sim, papi! Amei!", me respondeu brincalhona.
No dia seguinte ela veio em casa e depois de dar uma chupada foda na buceta e no cu, e uma boa fodida de quatro, pude comer seu cu, deitado por cima dela, bem devagar, e estimulando o clitóris.
Foi a primeira vez que não doeu tanto e ela até gostou da surra de pau que eu dei. E na minha cabecinha comecei a imaginar o que estava por vir. A garota que até pouco tempo era virgem dos dois buracos estava no caminho de uma fodeção de cu fenomenal.
http://www.poringa.net/posts/relatos/1246318/Bebota-2.html
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Depois da foda anterior, levaram pelo menos três semanas para a Romi voltar a entregar o brioco. A mina sabia que eu queria comer o cu dela, mas se negava completamente.
Como compensação, e pra me deixar contente, ela inventava outras coisas. Um dia ela apareceu na minha casa com uma jaqueta longa. Me chamou a atenção porque era primavera. Quando entramos no apto, vi que por baixo ela só trazia uma fantasia de enfermeirinha. "Gostou? A Rochi me acompanhou pra comprar porque eu tava com vergonha…".
A roupa era composta por um corpete branco com uma cruz vermelha, uma calcinha fio-dental combinando, uma saia curta que dava pra amarrar, um gorro de enfermeira, estetoscópio de plástico e uma seringa enorme, tipo pra cavalo (que acabei usando depois pra pegar um pouco da buceta dela e depois jogar champanhe no cuzinho e na bunda enquanto fazia sexo oral nela).
A foda foi tão boa que a mina quis repetir a fantasia na semana seguinte e se vestiu de neném, adicionando umas meias arrastão ao uniforme, fazendo duas maria-chiquinhas nas laterais e trazendo uns pirulitos e chupetas.
Dessa vez, deixando a saia curta nela, fiz ela ficar de quatro no sofá da minha sala e comi a buceta dela enquanto enfiava uma chupeta. Ela fazia de conta que era neném e chupava o pirulito dela. Depois trabalhei a bunda dela com a língua e um dedo, e devagarinho alojei a chupeta no cu, que a prendeu, deixando o cabinho branco pra fora.
Com essa imagem, fiquei com muito tesão, me levantei, deixei as calças caírem e comecei a meter nela enquanto brincava com aquela alavanca branca como se fosse um joystick. Quando ela já tinha gozado e estava bem molhadinha, tirei a bolinha de doce da bunda dela e dei pra ela chupar. A putinha passou a língua como se estivesse chupando um pau.
Não aguentei mais e troquei a chupeta pelo meu pau. E logo depois enchi a carinha dela de porra. Pra completar, usei o pirulito doce como colher, peguei o sêmen e dei pra ela chupar.
Essa foda me tirou do tudo e eu prometi que no fim de semana ia arregaçar ela de pirocada, incluindo o cu. Então na sexta passei pra buscá-la na hora que ela saía da faculdade, decidido a levar ela pra minha casa. Mas assim que ela entrou no carro, me deu a má notícia. "Minha mãe precisa sair e pediu pra eu ficar em casa com o Damián (o irmão)". "Seu irmão não é um bebê, tem 14 anos...". Mas não adiantou. Fomos pra casa dela.
Por sorte, o cara tava estudando pra uma prova na mesa da sala, então a Romi sugeriu que fôssemos ver TV no quarto da véia. Depois de um tempo deitados com a cabecinha dela apoiada no meu peito, eu já tava de pau duro. Tava com um tesão da porra e queria comer ela ali mesmo, na cama da véia com o irmão na sala.
Comecei pelos beijos. E a mina entrou no clima. Depois de um tempo, apontei pro meu pau duro que marcava por baixo da calça. Ela fez umas carícias, de leve. Eu tava com o pau quase estourando, e a calça tava me matando.
Desabotoei o jeans, mas ela não deixou eu tirar. "Nããão, meu irmão tá do lado". Eu fiquei puto, e ela subiu em cima de mim e agarrou meu rosto. "Olha pra mim, amor, não fica bravo...". Ela falou tão doce que eu relaxei. Demos mais uns beijos, e comecei a esfregar nela.
Ela tava sentada bem em cima do meu pau. E dava pra ver a calcinha dela toda quente. Parece que o atrito com meu pau tava excitando ela, porque ela se mexia e gemía baixinho. A putinha tava se masturbando.
"Aaaiii como você me deixa com tesão...", a Romi dizia enquanto eu apalpava a bunda dela com as duas mãos. Assim, por trás, puxei um pouco a calcinha e comecei a acariciar a vulvinha e os lábios todos molhados pelos seus fluidos.
"Sim, mete o dedinho", ela liberou num sussurro. Eu via ela se afogar na minha boca e abafar os gemidos, e meu pau ficava ainda maior e duro que pedra. Comecei a passar o dedo indicador na sua fenda enquanto ela gemia sem controle. E até brinquei um pouquinho no cu.
"Quero te enfiar, gata", falei quando vi que ela já tava entregue. Abrindo os botões do jeans, tirei meu pau e, puxando a calcinha dela de lado, encaixei na entrada da buceta sem mudar de posição.
Deixei ali, com a cabeça entre os lábios, e ela mesma enfiou tudo pra dentro. "Viu que você também queria pau!", falei baixinho quando ela acomodou tudo dentro. "Sim! O que você achou, que eu não estava com vontade?". Depois ela me disse no ouvido. "Pode me foder, Max, te amo!"
Nos beijamos de novo e começamos a transar. Eu pedia pra ela se mexer. "Enfia meu pau, bebê, assimmmm, mexe a bunda em círculos pra sentir o anel massageando por dentro, isso, assim, que puta gostosa você é..."
Não sabem como era gostoso a buceta dela, parecia uma capinha sob medida pro meu pau, era super apertada, e as paredes da buceta dela tinham meu pau preso.
Ficamos assim um tempo, e quando cansei de foder devagar, tirei ela de cima, deitei na cama e puxei a calcinha. Depois me abaixei e comecei a beijar toda a buceta, o clitóris, e fazer massagens em círculo com minha língua. A safada não parava de gemer e pedia pra eu enfiar.
Continuei chupando a buceta (é uma coisa que eu adoro), enquanto aproveitava pra molhar um dedinho na xoxota e passar na bunda. De tão excitada que estava, ela não disse nada. Até que de repente puxou meus cabelos pra cima e disse "me fode agora!"
Me posicionei entre as pernas dela e enfiei de novo naquela buceta maravilhosa. Enfiei até o fundo e revirei dentro enquanto meu púbis esfregava no clitóris dela. A gata soltou um "aaaaaahhhhhhh" que deu pra ouvir. Imaginei que o irmão ia ter material pra uma punheta naquela noite.
Mas naquele momento eu não tava nem aí, então tapei a boca dela e comecei a serrar forte o anel, entrando e saindo rápido. Isso esquentou mais ainda.
Depois me levantei um pouco, e sem tirar, passei a perna esquerda dela pra direita. Assim ficava com a bunda redondinha pra... meu olhar. E enquanto continuava metendo na buceta, meu dedão espalhava os fluidos da sua argolinha até a bunda.
Sentir as nádegas dela contra minha virilha é algo que me deixa muito excitado, então, depois de um tempo, comecei a trabalhar a bunda dela, enfiando metade do meu polegar. Eu estava com muito tesão e não ia ficar com vontade de arrombar seu cu. Ela, enquanto isso, estava aproveitando ao máximo. "Você está me fazendo gozar, meu amor!", ela disse em voz alta.
Assim que ela terminou, eu tirei meu dedo. "Não! Continua me comendo", ela pediu. Me posicionei atrás dela e coloquei no estilo colher. Quando vi que ela estava começando a gozar de novo, eu disse: "Quero enfiar no seu cu, bebê". "Nããão, dói". "Vamos tentar, se você não aguentar, deixamos para outra hora", respondi, deixando claro que, mais cedo ou mais tarde, eu ia comer seu rabo.
Juntei saliva com um dedo e lubrifiquei o bumbum dela. Depois, enfiei meu dedo na bunda. Com o quanto ela estava molhada, foi o suficiente para que seu cu aceitasse meu dedão. "Nããão, filho da puta, nããão", ela reclamou. Mas ignorei. E repeti a operação, levando um pouco mais de saliva até o cu. E enfiei o dedinho de novo. Agora estava pronto.
Tirei da buceta enquanto mantinha o bumbum ocupado com o dedo. Em uma troca rápida, tirei o dedo e encostei a cabeça do meu pau no cu dela. Comecei a empurrar e ela gritou para não enfiar. Fui enfiando aos poucos, entre gritinhos agudos ("aiiiiiii") e xingamentos dela.
— Sente o pau no seu cu?
— Ai, não dá, você é um cuzão! — ela respondeu irritada.
— Se você relaxar, puta, vai ver como vai gostar...
— Pelo menos vai devagar... — ela ordenou.
— Calma, aí vai mais um pouco — disse, enfiando mais alguns centímetros de pau naquele rabo.
— Por favor, tira que está doendo muito.
— Aguenta que ainda tem mais.
— Mas está doendo, filho da puta!
— Não grita que seu irmãozinho vai descobrir que estão arrombando seu cu — sussurrei no ouvido dela.
Isso a acalmou. Eu fiquei parado por um tempo e com a... Cara, comecei a acariciar as pernas dela até chegar na virilha. Devagarinho trabalhei a buceta e o clitóris. Depois de um tempo ela começou a gostar e relaxou.
Aproveitei pra ir empurrando bem devagar até enfiar tudo. "Muito bem, já está tudo dentro... que garotinha boa do papai você é...", falei. Ela começou a gemer. "Não era isso que você queria?". "Me deu tesão do jeito que você tá me tocando", respondeu ela, toda seca, e voltou a se concentrar na masturbação que eu tava fazendo nela.
A Romi mordia os lábios e o rosto dela ficava cada vez mais vermelho de tesão e dor, isso me dava tanto tesão que eu empurrava mais fundo e via como meu pau sumia naquele delicioso buraquinho. Ela apertava a bunda e eu sentia as contrações do cuzinho que apertavam meu pau. Quase não mexia, tava curtindo as bundinhas dela e aquele rabo recheado pelo meu pau.
Nisso o telefone tocou. O irmão atendeu. "Tá falando com minha mãe", disse a Romi, saindo do transe. "Romina, é a mamãe", gritou o irmão da sala. Ela saiu, e arrumando a saia do uniforme que ainda tava vestindo, foi pra sala enquanto eu guardava o pau (que tava por sorte limpo... mas com cheiro de cu, com certeza) na cueca.
Esperei que ela voltasse rápido, mas demorou um pouco. "Ela disse que não chega pra jantar e pra gente pedir pizza, você gosta de quê?", me perguntou quando voltou. "A única coisa que eu quero é continuar com o que a gente tava fazendo". "Não dá, meu irmão já terminou de estudar... vamos ver TV na sala". Como prêmio de consolação era uma merda.
Fiquei vendo TV deitado na cama da mãe dela e ela foi pedir a pizza. Como demorava, e de curioso que sou, aproveitei pra revirar as gavetas dos criados-mudos ao lado da cama. E achei um vibrador pequeno! O pau ficou duro na hora.
Quando a Romi voltou pra me buscar eu já tinha colocado no lugar, mas meu pau mantinha o mesmo estado. "Daqui a pouco chega a comida", ela respondeu, me puxando pra me levar pra viver. Mas eu a virei e comecei a transar com ela ali mesmo, em pé aos pés da cama.
De repente, ela mesma se soltou e se ajoelhou aos meus pés. Tirou o pau pra fora e começou a me chupar. Uma campeã. Passava a língua pela cabeça, mordia de leve, chupava a cabecinha, cuspia nele, esfregava e enfiava tudo na boca.
Apertava a glande com os lábios enquanto roçava a língua, sugava, enfiava ele inteiro dentro da boca pra tirar de novo e passar a língua toda pelo tronco. Enfiava o pau inteiro até a garganta.
De cima, eu olhava pra carinha dela, que era uma mistura de malícia e inocência. De vez em quando ela levantava o olhar e me encarava com seus olhinhos meio marejados. O pau ficou durasso, e ela começou a me punhetar com sua mãozinha pequena (fazia meu pau parecer ainda maior) mais forte enquanto recuperava o fôlego.
— Você vai me dar o leite? — perguntou, safadinha.
— Pra putinha que eu vou gozar tudo, pra filha da sua vadia, pra buceta da sua mãe, aaaaaaaaaaaaaaa.
Não aguentei nem um segundo. Enchi a boca dela com uma descarga de porra que escorreu pelo canto dos lábios. Ela engoliu tudo e se lambeu. "Gostou do meu leite, bebê?" "Sim, papi! Amei!", me respondeu brincalhona.
No dia seguinte ela veio em casa e depois de dar uma chupada foda na buceta e no cu, e uma boa fodida de quatro, pude comer seu cu, deitado por cima dela, bem devagar, e estimulando o clitóris.
Foi a primeira vez que não doeu tanto e ela até gostou da surra de pau que eu dei. E na minha cabecinha comecei a imaginar o que estava por vir. A garota que até pouco tempo era virgem dos dois buracos estava no caminho de uma fodeção de cu fenomenal.
20 comentários - Bebota 5 (con fotitos)
+5
Para la proxima certifica las fotos con la P..!
Un saludo ;):):D
+10
Mañana te dejo puntos groso