Há um ano e meio, eu tava cansado de tanta balada e resolvi sentar cabeça (a frase preferida da minha velha, que insiste em me ver casado). Na real, não resolvi nada. A gente nunca resolve. Aconteceu.
A Mery me encantou desde o primeiro momento. Era colega de faculdade de um amigo. Conheci ela no aniversário dele. Depois fomos todos dançar juntos. Eu enchendo o saco de papo. Remei e rolou.
Ela é loira, cabelo comprido, gata, super sexy, meio patricinha, mas muito divertida. Minha velha amou.
Me apaixonei. E por uns meses larguei tudo e fiquei de namorico. O relacionamento foi pra frente e até veio morar comigo. No meio do caminho, conheci a família e as amigas dela.
A maioria era solteira, umas duas bem gostosas. Duas eram casadas e com filhos. A melhor dessas duas era a Fernanda. Vinte e seis anos, igual a Mery, casada com o Pablo, duas meninas de 2 e 4 anos.
O marido era gerente de uma multinacional, dois anos mais velho que eu. Eram namorados desde os 17, casaram quando ela tinha 20, e um ano depois foram morar na Europa. Voltaram cinco anos depois com duas meninas. Agora moram num condomínio fechado.
A Mery não via ela há muito tempo, então começaram a se ver direto pra pôr o papo em dia. Vieram jantar aqui em casa. Nós fomos pro bairro privado onde elas moram. Tudo certo. Ela era super divertida. Ele meio bocó. Mas comigo batia um papo.
Depois de um tempo, a Mery me liga pra dizer que ia passar meu telefone pra ela porque tava procurando emprego, e ver se eu conseguia algo. Daí a pouco a Fer ligou, falou a mesma coisa. Perguntei o que ela procurava. Ela tinha estudado design. E queria trampo freelance pra fazer de casa.
Na semana seguinte, veio na empresa onde trabalho. O gerente de RH, que é amigo, viu ela e depois me disse pra fazer o que achasse melhor. Eu trabalho com marketing e tinha serviço de design pra terceirizar, então tudo resolvido.
Perguntei a ela qual era a disponibilidade. Ela disse que não tinha problema em vir de vez em quando pro centro. Mas tava claro que o marido queria ela como dona de casa. E que ela tava começando a se sentir presa e queria fazer alguma coisa.
Uma semana depois, liguei pra ela. Falei que tinha uma reunião por causa da Pilar e que depois, se ela quisesse, passava na casa dela pra deixar o primeiro trabalho. Passei lá umas 5 horas, as filhas dela tavam brincando no jardim, mas enchia o saco toda hora. Mesmo assim, eu não tinha segundas intenções. Embora, pra ser sincero, ela me atraía bastante.
A Fer é mais alta que a Mery, tem 1,70m, também é loira-castanha, cabelo comprido, olhos azuis. Magra, mas dá pra ver que já foi gordinha. Por isso tem os peitos grandes, com peso. A bunda é empinada. Ela anda sempre num estilo hippie chique. Com jeans e uma camisa de tecido leve e uma regata por baixo.
Ela se deu bem com o trampo. Não era nada de outro mundo. De vez em quando vinha pro escritório, mas geralmente eu levava o material quando precisava ir pra lá.
Então, por essa época do ano passado, a gente tava na casa dela batendo papo sobre qualquer coisa. A relação tinha ficado mais solta. Eu já soltava meu humor com duplo sentido. E escapou uma piada que tinha a ver com o tamanho do pau. Ela, sem ficar vermelha, seguiu a conversa e deixou escapar que nunca tinha experimentado um muito grande.
"O Pablo foi praticamente o primeiro e o único", ela soltou. "Bom, não fica deprimida, ainda dá tempo", respondi zoando. "De onde vou arrumar, não saio daqui", ela disse. "Não se iluda, os caras do escritório já te olharam e te catalogaram". "O que eles falam?", perguntou. "Coisa de homem, elogiam seus peitos". Ela riu.
Pouco depois, percebi uma coisa. "Você disse que o Pablo foi praticamente o único. Teve alguém antes... ou depois?". Ela ficou toda vermelha. Eu sou bem rápido e tirei a verdade dela. "Olha, ninguém sabe disso", ela me disse. E contou que tinha tido um "deslize" (usou essa palavra), com um cara espanhol quando moravam em Madri. Mas disse que foi coisa de de um par de vezes e que ela tinha terminado com ele.
Depois de ouvir a história, falei “então você já tá com tesão de novo”. Ela ficou vermelha e não respondeu. “Melhor eu pegar algo pra beber, já volto”, disse, e saiu do cômodo onde estávamos, que era o escritório dela.
Eu segui ela até a cozinha. Ela estava na bancada servindo dois copos de coca. Eu fui por trás e, segurando a cintura dela, encostei devagar (porque nessa altura eu já tinha subido a rotação pra caralho).
Ela se virou e me deu um beijo. Estávamos sozinhos, as meninas na escola, então não tinha problema. Só pelo fato de que ela era amiga da minha namorada e era casada. Quando eu comecei a passar a mão na bunda e nos peitos, ela se separou e falou pra pararmos.
Pedii desculpas. “Nós dois fomos longe demais, eu pior”, disse ela. “Vou gravar o material pra você?”, perguntou. “Pode ser”, respondi. Ela riu. Voltamos pro escritório. “Você vai pensar que sou uma histérica”, me disse. “Nada a ver, você tá com vontade e eu também, mas nós dois sabemos que é pra dar merda. O que acontece é que eu gosto de me meter em confusão”, falei enquanto segurava ela pela cintura de novo.
“Mas você tá bem com a Mery?”, perguntou ela, quase afirmando (tava implícito também que ela tava mal com o Pablo). “Não tem nada a ver, desde uns meses você é minha fantasia”. Exagerei um pouco. “Você é a minha”, respondeu. Foi o sinal verde. Eu beijei ela. Parados no meio da sala. Segurava a bunda e os peitos dela.
— Que peitos divinos que você tem! — falei.
— É meu ponto fraco…
— É mesmo?
— Sim, adoro.
Levei ela até o sofá de dois lugares do escritório. Sentei ela e praticamente arranquei a parte de cima dela. Ajoelhado na frente dela, entre as pernas dela, mas quase na mesma altura os dois. Entre beijos, comecei a chupar os peitos dela.
— Não, por favor… os peitos não — disse a Fê, que tava com muito tesão e era óbvio que queria dizer sim.
— Você gosta que eu chupe seus bicos?
— Sim, sim, assim, nos bicos, isso, assiiim
— Você Gosta assim?
– Sim, pega nelas, assim…
Eu juntava elas pra ela, e alternava com minha boca de um mamilo pro outro. Eles eram rosadinhos, médios (sem ser aqueles enormes), com os bicos bem durinhos. “Que peitos lindos, sua putinha”. Ela sorriu pra mim. “Você me deixa louca de tesão com esses peitos, vou chupar todos eles”. “Pode vir”, ela respondeu.
Chupei eles e ela gemeu de prazer. Continuei chupando enquanto desafivelava o jeans dela e, primeiro por cima da calcinha, depois por baixo, acariciava a buceta dela, toda melada. “Aghhhh, aghhhhhh, que jeito de chupar meus peitos, ahhhh, ahhhhh, não aguento mais, me come”, ela pediu.
Tirei o jeans dela e deixei ela completamente pelada. Mas, em vez de comer ela, comecei a lamber aquela buceta linda que ela tem. Abri os lábios dela e passei a língua enquanto ela se jogava pra trás no encosto e abria bem as pernas.
– Aiiii! Que filho da puta! Onde você aprendeu a comer uma buceta assim? – ela soltou depois de um tempo
– Tá gostando, putinha? – perguntei enquanto me levantava e ia buscar a boca dela pra beijar. Com a mão esquerda, eu batia uma pra ela.
– Você tá me deixando louca
– Gozou, putinha?
– Siiim, tô gozando toda hora, tô louca de tesão…
– Fazia tempo que não comiam sua buceta?
– Siiim, fazia um tempão!
Desci de novo. Fiquei vários minutos passando a língua na buceta e no cu dela. Enchi aquele cuzinho marrom de saliva e meti o dedo indicador enquanto lambia o clitóris dela, e ela gritava: “Siiiiiiim, assiiiiim, maaaaaaaais, me dá essa pica, filho da puuuuuuta, quero que você me coma!”
Eu me levantei. “Eu tô pelada e toda molhada, e você vestido”, ela riu. “Vem, tira minha roupa”, pedi. Ela desabotoou minha camisa e tirou devagar enquanto chupava meu peitoral e meus mamilos.
– Aiiii, como você é gostoso!
– Continua descendo que vai ver que fica melhor – respondi.
Ela se ajoelhou, soltou o cinto e puxou minha calça junto com a cueca. A pica pulou feito uma mola na frente dos olhos dela.
– A Você tem enorme!…
— Você queria uma assim, não queria?
— Imaginei que você tivesse grande, mas subestimei! E ainda é durona pra caralho!
— Isso é por sua causa… — falei, levando ela até a boca.
— Não vai caber tudo na minha boca!
— Devagarzinho assim… assim — a puta comeu ela toda.
— Assim você gosta…? — perguntou Fer, tirando ela da boca. Era óbvio que ela tava chupando bem, mas queria me ouvir.
“Sim, puta do caralho, adoro como você come meu pau.” Ela me batia uma punheta e enfiava a cabeça na boca. “Siiim!… chupa… chupa… Adorooommm…”, eu falava. Ela tava decidida a me fazer gozar. “Aiii, como você chupa bem, que puta que você é, que vadias que são todas, aposto que pro seu marido você não chupa assim”, eu dizia. Ela não respondia. Tava super concentrada em comer ele. “Me diz, puta, pro seu marido você come assim?”. Tirando ele da boca e me olhando, respondeu “não”.
“Vem cá, puta, vem que vou te dar o que seu marido não te dá”, falei e levei ela de volta pro sofá. Sentei ela e abri as pernas. Me ajoelhei na frente dela, que tava com a bunda na beirada do assento.
Sem camisinha, encostei a cabeça do pau na buceta, esfreguei devagar e ela pedia pra eu meter. “Vai, por favor, me fode que não aguento mais, preciso do teu pau dentro, me dá ele todo (comecei a meter devagar) Siiiiiiim, assiiiiim, me dá ele todo”.
Que gostoso pro ego da gente ter uma mina assim, totalmente entregue, pedindo aos berros pra ser fodida, e ainda com o tesão de ser a amiga da sua namorada, ser casada, e você estar metendo na casa dela. Naquele exato momento, enfiei o pau de uma vez.
— Ahhhhhhhhhhhhh filha da puta, que pica boa pra caralho.
— Gostou, puta?
— Sim, adoro, me dá com tudo, me dá ele todo.
— Toma, puta, toma!
— Siiiiiiiiiii, siiiiiii, ahh, ahhhh, ahhhh
Era uma máquina de gemer. Nunca tinha visto uma gostosa tão louca. O idiota do Pablo era óbvio que não comia ela direito. Essa precisava de porrada a todo vapor.
— Ah, que delícia, tô morrendo…
— Gostou? —Assim? — perguntei, enquanto mexia a pica nela, que cuspia fluxo pra caralho.
—Sim, filho da puta, como você tá me deixando!
—Como eu tô te deixando?
—Latejando… ayy, faz um tempão que eu precisava disso… (ela não terminou a frase, começou a gemer). Ahhhhgg, aaaaaaaaa, ajjjj, aaaa!
Ela gozou de novo. Eu não podia acreditar.
—Ayyy, que vontade você tava de pica!!! — falei.
—Você tá me comendo como uma puta. E o pior é que eu tô gostandooo…!
—Vai, puta, goza tudo pra mim!
—Sim, tô muito tarada, não consigo controlar… vou gozar… vou gozar… vou molhar sua pica toda… tá vindo… tá vindo… aaaahhhh, aaaahhhhh, aaaahhhh…
Mais um orgasmo.
—Ayyy, filho da puta, que pica boa que você tem…
Tirei ela de mim, mandei ela ficar de quatro e comi de cachorrinho um pouco. Daí comecei a brincar com um dedo no cu dela, e de tão tarada, ela deixou. “Que bunda linda que você tem, quero comer seu cu também”, falei. “Aaaaahhhaahhha”. Ela continuava gemendo enquanto eu serrava a buceta dela. Meu dedo, depois foram dois. “Uyyy, esse cu já quer pica. Acho que hoje você vai dormir com seu maridinho de cu arrombado”. “Ayy, que perverso que você é, filho da puta”. “E você, puta, transando sem camisinha com o namorado da sua amiga”. “Não tem problema, tomo pílula”, respondeu ela, me convidando a gozar dentro.
“Não, puta, a porra vou dar no seu cu”. Tirei a pica da boceta e encostei na bunda dela. Ela falava que não, que não fizesse isso com a bunda dela. Mas não era muito convincente. Subido atrás, cheguei perto do ouvido dela e falei: “já te disse, você vai dormir com seu maridinho de cu aberto”.
Empurrei devagar, o cu dela se abriu e deixou a cabeça da pica entrar. Sem avançar, beijei as costas dela, o pescoço, chupei a orelha. Empurrei mais e senti que ela se entregava. Falei no ouvido: “viu como seu cu abre… vou deixar ele bem aberto”.
—Aaaay!! Filho da puta, dói!!
—Você vai se acostumar, respira e relaxa esse cuzinho pra entrar tudo. Vai ver que você você vai cagar de prazer!
- Você é um sem-vergonha, as coisas que você me fala!
- Pra eu te fazer amor, você tem o pau curto do seu marido! Foi por isso que você me procurou! Pra eu te arrebentar bem a bunda! Pra eu te martelar bem essa raba divina que você tem!, - gritei pra ela
- Aiiii que merda que você é!
- Pra você, puta, pra você!
- Não acredito como você tá arrombando meu cu, filho da puta, adoro essa pica que você tem, me dá tudaaaaa!”
Comecei a comer ela um pouco mais forte. Fer gritou de prazer e dor. “Viu que você ia gostar!!”. “Sim!! Sim!!”. Então meti sem dó. Minha pica já tinha entrado toda, e eu tirava e enfiava de novo até o fundo. Metia igual um animal e perguntava se doía.
Ela dizia que sim. “Dói!, dói!”. “Sofre, puta. Você merece ficar com o cu bem arrombado. Cê acha certo dar a bunda pro namorado da sua amiga enquanto seu marido trabalha?”. Isso a excitava mais.
- O filho da puta merece por não me comer direito”, ela disse de repente, como se tivesse pensando nisso.
- E eu te como bem, puta?.
- Sim, nunca me fizeram o cu tão bem.
- Seu maridinho não te come pelo cu?.
- Não, ele não gosta.
- Aii que idiota, e ainda por cima você adora…
- Não, eu não adoro.
- Já vi…
- Não, nunca gostei tanto, é você…
- Mentira, puta. Sua bunda adora pica..
- Siiiim, arromba tudo
- Sim, vou arrombar tudo, puta. Tô aumentando ele pra caralho!
- E eu tô gozando enquanto você aumenta!
Olhei e vi que uma mão dela tava entre as pernas. Claramente ela tava se masturbando enquanto eu comia ela. “Tá se punhetando, puta?”. “Tô me tocando no clitóris…tô muito excitada”. “Que puta que você é!”. “Não, é você que me deixou assim. Aii e sua pica…”. “Cê gosta da minha pica?”. “Siiiiim, isso é uma pica, não o ‘pedacinho’ que o Pablo tem”, ela respondeu. Eu não acreditava. “Uii que puta você é, gostou dessa pica”. “Simmm, me deixou louca..ahhhhh…ahhhhhh”. Enfiei tudo no cu dela e Eu revirei os intestinos dela. "Aghhhhhhhh, uhhhhhhhh, sim, ahhhhhhhhhhh, sua puta que te pariu, você tá rasgando meu cu, filho da puta."
Isso já foi demais pro meu tesão e eu falei que tava perto de gozar. "Siiiiim, enche minha raba." "Quer que eu goze dentro do teu cuuuu?" "Siiiiim, me dá tudo." A pica inchou como nunca e o jato de porra saiu. E depois outro, e mais outro, e mais dois, tudo lá no fundo daquele cu arrombado.
Quando eu tirei ela, ela correu pro banheiro. Quando voltou, tava feliz, relaxada, parecia 5 anos mais nova. Tava na cara que ela precisava de uma boa foda. "Que jeito de gozar... pelo amor!... Tanta porra... bom... com essa pica, como não gozar assim...", ela disse sem me deixar falar e se ajoelhou na minha frente e limpou minha pica com um lencinho úmido de bebê. Bem de mãezona, pensei.
A Mery me encantou desde o primeiro momento. Era colega de faculdade de um amigo. Conheci ela no aniversário dele. Depois fomos todos dançar juntos. Eu enchendo o saco de papo. Remei e rolou.
Ela é loira, cabelo comprido, gata, super sexy, meio patricinha, mas muito divertida. Minha velha amou.
Me apaixonei. E por uns meses larguei tudo e fiquei de namorico. O relacionamento foi pra frente e até veio morar comigo. No meio do caminho, conheci a família e as amigas dela.
A maioria era solteira, umas duas bem gostosas. Duas eram casadas e com filhos. A melhor dessas duas era a Fernanda. Vinte e seis anos, igual a Mery, casada com o Pablo, duas meninas de 2 e 4 anos.
O marido era gerente de uma multinacional, dois anos mais velho que eu. Eram namorados desde os 17, casaram quando ela tinha 20, e um ano depois foram morar na Europa. Voltaram cinco anos depois com duas meninas. Agora moram num condomínio fechado.
A Mery não via ela há muito tempo, então começaram a se ver direto pra pôr o papo em dia. Vieram jantar aqui em casa. Nós fomos pro bairro privado onde elas moram. Tudo certo. Ela era super divertida. Ele meio bocó. Mas comigo batia um papo.
Depois de um tempo, a Mery me liga pra dizer que ia passar meu telefone pra ela porque tava procurando emprego, e ver se eu conseguia algo. Daí a pouco a Fer ligou, falou a mesma coisa. Perguntei o que ela procurava. Ela tinha estudado design. E queria trampo freelance pra fazer de casa.
Na semana seguinte, veio na empresa onde trabalho. O gerente de RH, que é amigo, viu ela e depois me disse pra fazer o que achasse melhor. Eu trabalho com marketing e tinha serviço de design pra terceirizar, então tudo resolvido.
Perguntei a ela qual era a disponibilidade. Ela disse que não tinha problema em vir de vez em quando pro centro. Mas tava claro que o marido queria ela como dona de casa. E que ela tava começando a se sentir presa e queria fazer alguma coisa.
Uma semana depois, liguei pra ela. Falei que tinha uma reunião por causa da Pilar e que depois, se ela quisesse, passava na casa dela pra deixar o primeiro trabalho. Passei lá umas 5 horas, as filhas dela tavam brincando no jardim, mas enchia o saco toda hora. Mesmo assim, eu não tinha segundas intenções. Embora, pra ser sincero, ela me atraía bastante.
A Fer é mais alta que a Mery, tem 1,70m, também é loira-castanha, cabelo comprido, olhos azuis. Magra, mas dá pra ver que já foi gordinha. Por isso tem os peitos grandes, com peso. A bunda é empinada. Ela anda sempre num estilo hippie chique. Com jeans e uma camisa de tecido leve e uma regata por baixo.
Ela se deu bem com o trampo. Não era nada de outro mundo. De vez em quando vinha pro escritório, mas geralmente eu levava o material quando precisava ir pra lá.
Então, por essa época do ano passado, a gente tava na casa dela batendo papo sobre qualquer coisa. A relação tinha ficado mais solta. Eu já soltava meu humor com duplo sentido. E escapou uma piada que tinha a ver com o tamanho do pau. Ela, sem ficar vermelha, seguiu a conversa e deixou escapar que nunca tinha experimentado um muito grande.
"O Pablo foi praticamente o primeiro e o único", ela soltou. "Bom, não fica deprimida, ainda dá tempo", respondi zoando. "De onde vou arrumar, não saio daqui", ela disse. "Não se iluda, os caras do escritório já te olharam e te catalogaram". "O que eles falam?", perguntou. "Coisa de homem, elogiam seus peitos". Ela riu.
Pouco depois, percebi uma coisa. "Você disse que o Pablo foi praticamente o único. Teve alguém antes... ou depois?". Ela ficou toda vermelha. Eu sou bem rápido e tirei a verdade dela. "Olha, ninguém sabe disso", ela me disse. E contou que tinha tido um "deslize" (usou essa palavra), com um cara espanhol quando moravam em Madri. Mas disse que foi coisa de de um par de vezes e que ela tinha terminado com ele.
Depois de ouvir a história, falei “então você já tá com tesão de novo”. Ela ficou vermelha e não respondeu. “Melhor eu pegar algo pra beber, já volto”, disse, e saiu do cômodo onde estávamos, que era o escritório dela.
Eu segui ela até a cozinha. Ela estava na bancada servindo dois copos de coca. Eu fui por trás e, segurando a cintura dela, encostei devagar (porque nessa altura eu já tinha subido a rotação pra caralho).
Ela se virou e me deu um beijo. Estávamos sozinhos, as meninas na escola, então não tinha problema. Só pelo fato de que ela era amiga da minha namorada e era casada. Quando eu comecei a passar a mão na bunda e nos peitos, ela se separou e falou pra pararmos.
Pedii desculpas. “Nós dois fomos longe demais, eu pior”, disse ela. “Vou gravar o material pra você?”, perguntou. “Pode ser”, respondi. Ela riu. Voltamos pro escritório. “Você vai pensar que sou uma histérica”, me disse. “Nada a ver, você tá com vontade e eu também, mas nós dois sabemos que é pra dar merda. O que acontece é que eu gosto de me meter em confusão”, falei enquanto segurava ela pela cintura de novo.
“Mas você tá bem com a Mery?”, perguntou ela, quase afirmando (tava implícito também que ela tava mal com o Pablo). “Não tem nada a ver, desde uns meses você é minha fantasia”. Exagerei um pouco. “Você é a minha”, respondeu. Foi o sinal verde. Eu beijei ela. Parados no meio da sala. Segurava a bunda e os peitos dela.
— Que peitos divinos que você tem! — falei.
— É meu ponto fraco…
— É mesmo?
— Sim, adoro.
Levei ela até o sofá de dois lugares do escritório. Sentei ela e praticamente arranquei a parte de cima dela. Ajoelhado na frente dela, entre as pernas dela, mas quase na mesma altura os dois. Entre beijos, comecei a chupar os peitos dela.
— Não, por favor… os peitos não — disse a Fê, que tava com muito tesão e era óbvio que queria dizer sim.
— Você gosta que eu chupe seus bicos?
— Sim, sim, assim, nos bicos, isso, assiiim
— Você Gosta assim?
– Sim, pega nelas, assim…
Eu juntava elas pra ela, e alternava com minha boca de um mamilo pro outro. Eles eram rosadinhos, médios (sem ser aqueles enormes), com os bicos bem durinhos. “Que peitos lindos, sua putinha”. Ela sorriu pra mim. “Você me deixa louca de tesão com esses peitos, vou chupar todos eles”. “Pode vir”, ela respondeu.
Chupei eles e ela gemeu de prazer. Continuei chupando enquanto desafivelava o jeans dela e, primeiro por cima da calcinha, depois por baixo, acariciava a buceta dela, toda melada. “Aghhhh, aghhhhhh, que jeito de chupar meus peitos, ahhhh, ahhhhh, não aguento mais, me come”, ela pediu.
Tirei o jeans dela e deixei ela completamente pelada. Mas, em vez de comer ela, comecei a lamber aquela buceta linda que ela tem. Abri os lábios dela e passei a língua enquanto ela se jogava pra trás no encosto e abria bem as pernas.
– Aiiii! Que filho da puta! Onde você aprendeu a comer uma buceta assim? – ela soltou depois de um tempo
– Tá gostando, putinha? – perguntei enquanto me levantava e ia buscar a boca dela pra beijar. Com a mão esquerda, eu batia uma pra ela.
– Você tá me deixando louca
– Gozou, putinha?
– Siiim, tô gozando toda hora, tô louca de tesão…
– Fazia tempo que não comiam sua buceta?
– Siiim, fazia um tempão!
Desci de novo. Fiquei vários minutos passando a língua na buceta e no cu dela. Enchi aquele cuzinho marrom de saliva e meti o dedo indicador enquanto lambia o clitóris dela, e ela gritava: “Siiiiiiim, assiiiiim, maaaaaaaais, me dá essa pica, filho da puuuuuuta, quero que você me coma!”
Eu me levantei. “Eu tô pelada e toda molhada, e você vestido”, ela riu. “Vem, tira minha roupa”, pedi. Ela desabotoou minha camisa e tirou devagar enquanto chupava meu peitoral e meus mamilos.
– Aiiii, como você é gostoso!
– Continua descendo que vai ver que fica melhor – respondi.
Ela se ajoelhou, soltou o cinto e puxou minha calça junto com a cueca. A pica pulou feito uma mola na frente dos olhos dela.
– A Você tem enorme!…
— Você queria uma assim, não queria?
— Imaginei que você tivesse grande, mas subestimei! E ainda é durona pra caralho!
— Isso é por sua causa… — falei, levando ela até a boca.
— Não vai caber tudo na minha boca!
— Devagarzinho assim… assim — a puta comeu ela toda.
— Assim você gosta…? — perguntou Fer, tirando ela da boca. Era óbvio que ela tava chupando bem, mas queria me ouvir.
“Sim, puta do caralho, adoro como você come meu pau.” Ela me batia uma punheta e enfiava a cabeça na boca. “Siiim!… chupa… chupa… Adorooommm…”, eu falava. Ela tava decidida a me fazer gozar. “Aiii, como você chupa bem, que puta que você é, que vadias que são todas, aposto que pro seu marido você não chupa assim”, eu dizia. Ela não respondia. Tava super concentrada em comer ele. “Me diz, puta, pro seu marido você come assim?”. Tirando ele da boca e me olhando, respondeu “não”.
“Vem cá, puta, vem que vou te dar o que seu marido não te dá”, falei e levei ela de volta pro sofá. Sentei ela e abri as pernas. Me ajoelhei na frente dela, que tava com a bunda na beirada do assento.
Sem camisinha, encostei a cabeça do pau na buceta, esfreguei devagar e ela pedia pra eu meter. “Vai, por favor, me fode que não aguento mais, preciso do teu pau dentro, me dá ele todo (comecei a meter devagar) Siiiiiiim, assiiiiim, me dá ele todo”.
Que gostoso pro ego da gente ter uma mina assim, totalmente entregue, pedindo aos berros pra ser fodida, e ainda com o tesão de ser a amiga da sua namorada, ser casada, e você estar metendo na casa dela. Naquele exato momento, enfiei o pau de uma vez.
— Ahhhhhhhhhhhhh filha da puta, que pica boa pra caralho.
— Gostou, puta?
— Sim, adoro, me dá com tudo, me dá ele todo.
— Toma, puta, toma!
— Siiiiiiiiiii, siiiiiii, ahh, ahhhh, ahhhh
Era uma máquina de gemer. Nunca tinha visto uma gostosa tão louca. O idiota do Pablo era óbvio que não comia ela direito. Essa precisava de porrada a todo vapor.
— Ah, que delícia, tô morrendo…
— Gostou? —Assim? — perguntei, enquanto mexia a pica nela, que cuspia fluxo pra caralho.
—Sim, filho da puta, como você tá me deixando!
—Como eu tô te deixando?
—Latejando… ayy, faz um tempão que eu precisava disso… (ela não terminou a frase, começou a gemer). Ahhhhgg, aaaaaaaaa, ajjjj, aaaa!
Ela gozou de novo. Eu não podia acreditar.
—Ayyy, que vontade você tava de pica!!! — falei.
—Você tá me comendo como uma puta. E o pior é que eu tô gostandooo…!
—Vai, puta, goza tudo pra mim!
—Sim, tô muito tarada, não consigo controlar… vou gozar… vou gozar… vou molhar sua pica toda… tá vindo… tá vindo… aaaahhhh, aaaahhhhh, aaaahhhh…
Mais um orgasmo.
—Ayyy, filho da puta, que pica boa que você tem…
Tirei ela de mim, mandei ela ficar de quatro e comi de cachorrinho um pouco. Daí comecei a brincar com um dedo no cu dela, e de tão tarada, ela deixou. “Que bunda linda que você tem, quero comer seu cu também”, falei. “Aaaaahhhaahhha”. Ela continuava gemendo enquanto eu serrava a buceta dela. Meu dedo, depois foram dois. “Uyyy, esse cu já quer pica. Acho que hoje você vai dormir com seu maridinho de cu arrombado”. “Ayy, que perverso que você é, filho da puta”. “E você, puta, transando sem camisinha com o namorado da sua amiga”. “Não tem problema, tomo pílula”, respondeu ela, me convidando a gozar dentro.
“Não, puta, a porra vou dar no seu cu”. Tirei a pica da boceta e encostei na bunda dela. Ela falava que não, que não fizesse isso com a bunda dela. Mas não era muito convincente. Subido atrás, cheguei perto do ouvido dela e falei: “já te disse, você vai dormir com seu maridinho de cu aberto”.
Empurrei devagar, o cu dela se abriu e deixou a cabeça da pica entrar. Sem avançar, beijei as costas dela, o pescoço, chupei a orelha. Empurrei mais e senti que ela se entregava. Falei no ouvido: “viu como seu cu abre… vou deixar ele bem aberto”.
—Aaaay!! Filho da puta, dói!!
—Você vai se acostumar, respira e relaxa esse cuzinho pra entrar tudo. Vai ver que você você vai cagar de prazer!
- Você é um sem-vergonha, as coisas que você me fala!
- Pra eu te fazer amor, você tem o pau curto do seu marido! Foi por isso que você me procurou! Pra eu te arrebentar bem a bunda! Pra eu te martelar bem essa raba divina que você tem!, - gritei pra ela
- Aiiii que merda que você é!
- Pra você, puta, pra você!
- Não acredito como você tá arrombando meu cu, filho da puta, adoro essa pica que você tem, me dá tudaaaaa!”
Comecei a comer ela um pouco mais forte. Fer gritou de prazer e dor. “Viu que você ia gostar!!”. “Sim!! Sim!!”. Então meti sem dó. Minha pica já tinha entrado toda, e eu tirava e enfiava de novo até o fundo. Metia igual um animal e perguntava se doía.
Ela dizia que sim. “Dói!, dói!”. “Sofre, puta. Você merece ficar com o cu bem arrombado. Cê acha certo dar a bunda pro namorado da sua amiga enquanto seu marido trabalha?”. Isso a excitava mais.
- O filho da puta merece por não me comer direito”, ela disse de repente, como se tivesse pensando nisso.
- E eu te como bem, puta?.
- Sim, nunca me fizeram o cu tão bem.
- Seu maridinho não te come pelo cu?.
- Não, ele não gosta.
- Aii que idiota, e ainda por cima você adora…
- Não, eu não adoro.
- Já vi…
- Não, nunca gostei tanto, é você…
- Mentira, puta. Sua bunda adora pica..
- Siiiim, arromba tudo
- Sim, vou arrombar tudo, puta. Tô aumentando ele pra caralho!
- E eu tô gozando enquanto você aumenta!
Olhei e vi que uma mão dela tava entre as pernas. Claramente ela tava se masturbando enquanto eu comia ela. “Tá se punhetando, puta?”. “Tô me tocando no clitóris…tô muito excitada”. “Que puta que você é!”. “Não, é você que me deixou assim. Aii e sua pica…”. “Cê gosta da minha pica?”. “Siiiiim, isso é uma pica, não o ‘pedacinho’ que o Pablo tem”, ela respondeu. Eu não acreditava. “Uii que puta você é, gostou dessa pica”. “Simmm, me deixou louca..ahhhhh…ahhhhhh”. Enfiei tudo no cu dela e Eu revirei os intestinos dela. "Aghhhhhhhh, uhhhhhhhh, sim, ahhhhhhhhhhh, sua puta que te pariu, você tá rasgando meu cu, filho da puta."
Isso já foi demais pro meu tesão e eu falei que tava perto de gozar. "Siiiiim, enche minha raba." "Quer que eu goze dentro do teu cuuuu?" "Siiiiim, me dá tudo." A pica inchou como nunca e o jato de porra saiu. E depois outro, e mais outro, e mais dois, tudo lá no fundo daquele cu arrombado.
Quando eu tirei ela, ela correu pro banheiro. Quando voltou, tava feliz, relaxada, parecia 5 anos mais nova. Tava na cara que ela precisava de uma boa foda. "Que jeito de gozar... pelo amor!... Tanta porra... bom... com essa pica, como não gozar assim...", ela disse sem me deixar falar e se ajoelhou na minha frente e limpou minha pica com um lencinho úmido de bebê. Bem de mãezona, pensei.
21 comentários - La amiga de mi novia 1
-Aaaay!! Hijo de puta me duele!!
-Ya te vas a acostumbrar, respirá y aflojá la colita para que te entre toda. Vas a ver que te vas a cagar de placer!
-Sos un zarpado, las cosas que me decís!
-Para que te haga el amor lo tenés al pito corto de tu marido! A mi me buscaste para esto! Para que te rompa bien el orto! Para que te remache bien ese ojete divino que tenés!,- le dije a los gritos
-Ayyy que mierda que sos!
-Para vos putita, para vos!
-No puedo creer cómo me estás rompiendo el culo hijo de puta, me encanta esa pijota que tenés, dámela todaaaaaaa!”.
+10
excelente...!!!
Te dejo los 10 de hoy.
Besos.
😀 😀 😀 😀 😀
viste que cuando las tratas como perras... mejor responden..
+3... dale con la continuación que tiene para rato...