Na sexta-feira, a Paty me ligou cedo e avisou que não ia rolar dela ir lá em casa, então esperei o Miguel chegar e passei o dia todo com ele. No sábado, saímos de novo, fomos no cinema, demos uma volta, enfim, foi muito foda, juro que lembro de ter curtido pra caralho, mesmo sem ter transado, porque minha menstruação tinha acabado de descer naquele dia, mas mesmo assim a gente se divertiu pra cacete. Ele me deixou em casa e a gente se despediu, combinando de ele me buscar na escola na segunda, já que no domingo não dava pra gente se ver.
No domingo, eu e a Paty decidimos ir no cinema, compramos os ingressos e, antes de entrar, esbarramos na Lety e no Julio, que também iam fazer a mesma coisa, então entramos os quatro juntos. Nós três amigas ficamos juntas e o Julio do lado da namorada dele, a Lety. Curtimos o filme e, na saída, fomos os quatro comer uns hambúrgueres. Entre risadas e conversa, o tempo voou, e como já tava escurecendo, a gente foi embora, todo mundo indo deixar a Lety em casa primeiro. Quando a gente se despediu dela, pegamos o caminho pra minha casa.
A gente ia andando e conversando, e aí surgiu o papo de que no dia seguinte a gente já voltava pra escola, e por que não fazer algo a mais, já que ainda não era tão tarde. Eu tava na dúvida se minha mãe ia deixar, mas resolvi tentar, usando de desculpa que na casa da Paty tinha uma festinha, que ela precisava ir, porque era aniversário de um tio dela.
Depois de insistir um pouco e arrumar minhas coisas pro dia seguinte, minha mãe deixou, falando que era só um tempinho e que eu tinha que estar em casa até meia-noite no máximo.
A gente foi pra casa da Paty e cumprimentou todo mundo que tava lá, que já tava bem animado na festa, com bebida e dança.
A gente tava sentado num sofá conversando sobre várias paradas, e como quase sempre, levando o papo pro lado sexual, lembrando principalmente eu e o Julio do nosso primeiro menage, o que a gente tentava Fazer isso de forma codificada, embora a Paty soubesse muito bem do que estávamos falando, e do mesmo jeito, Paty e eu nos referíamos às nossas primeiras carícias entre nós, algo que despertava a curiosidade no Júlio, mas a incredulidade vencia e ele nos desafiava a nos beijar, ao que respondíamos que ele era louco se achava que íamos fazer aquilo na frente de todo mundo.
Sem muito esforço, ele nos convenceu a nos beijar na frente dele, e para isso, Paty se levantou e fomos para o quarto dela. Mal íamos entrar, quando a tia dela nos viu e disse para não fazermos muito barulho, porque os primos pequenos dela estavam dormindo ali. A decepção tomou conta dos três, mas desapareceu na hora quando Paty disse à tia que queríamos entrar para ver TV, e ela respondeu que podíamos fazer isso na casa dela, que ficava a apenas duas casas de distância da da minha amiga. Ela nos deu as chaves e fomos para lá.
Atravessamos o pequeno quintal que estava na entrada, entramos e passamos pela sala de jantar, chegando logo à pequena sala de estar que ela tinha. Lá, Júlio sentou e cada uma de nós fez o mesmo ao lado dele, e imediatamente ele insistiu naquela história do beijo. Depois de fazê-lo sofrer e se desesperar um pouco, nos levantamos e nos entregamos àquele delicioso jogo de nossas línguas na frente de Júlio, que ficou pasmo e, ao tentar falar alguma coisa, só gaguejava umas palavras, as quais Paty calou com um beijo nele. Quando aquele beijo terminou, ele tentou falar de novo, mas agora fui eu quem o calou na hora.
— Ei… eu eu… é… é… isso… Le… Lety. — Ele tentava falar.
— Você já sabe que não, não vou contar nada, e a Paty também não, certo, amiga?
— Claro que não, gatinho — respondeu Paty enquanto o beijava de novo.
Júlio estava de costas quase completamente para mim, e eu só consegui passar minha mão e esfregar minha perna, chegando até a virilha dele e roçando seus testículos com ela, enquanto ele começava a apalpar os peitos de Paty por cima da blusa dela. Foram alguns segundos. e depois ele mudou de posição, virando-se pra mim. Eu não tirei a mão de onde estava e, com o movimento dele, comecei a acariciar o pau dele por cima da calça, enquanto ele acariciava meus peitos.
Várias vezes ele mudou de posição, e numa dessas, quando estava comigo, tentou enfiar a mão entre minhas pernas. Eu reagi fechando-as e, aproveitando que ele beijava meu pescoço, falei que não dava, que estava naqueles dias. Ele não disse nada e continuou me beijando enquanto subia a mão pra voltar a acariciar meus peitos. Paty aproveitou esses momentos pra dar uma olhada no quintal.
Quando Paty voltou, Júlio parou de me beijar e virou pra olhar pra ela. Ela estava parada na nossa frente. Ele puxou ela pelas mãos, e ela sentou no colo dele, de frente pra ele. Na hora, ele levantou a blusa dela junto com o sutiã, deixando os peitos dela de fora, que ele começou a acariciar e beijar. Eu fiquei de joelhos ao lado do Júlio e alcancei a boca da minha amiga com a minha, e começamos a nos beijar, enquanto ele continuava chupando os peitos dela. Eu tava muito excitada, mas também com aquele sentimento de frustração por estar menstruada.
Paty descobriu meus peitos, levantando também minha blusa e meu sutiã, e começou a acariciá-los. E como eu tava bem perto do Júlio, ele aproveitou pra se revezar, chupando os peitos das duas. Foram minutos que a gente ficou nessa brincadeira, os três muito excitados. Dava pra ouvir nossa respiração de tão ofegante que tava. Enquanto Júlio beijava e mordia meus peitos, Paty aproveitou e desceu do colo dele, ficando de joelhos no chão entre as pernas dele, e desabotoou a calça dele, com a ajuda dele. Quando conseguiu, Júlio levantou um pouco e baixou a calça e a cueca até os tornozelos, deixando à mostra o pau esplêndido dele, totalmente duro e ereto.
Paty começou a chupar ele, e eu na hora me ajeitei do lado dela, começando a beijar e chupar as bolas dele. Minha amiga tirou aquele pau da boca, e nós duas começamos a... percorrer com nossas línguas, que acabavam se encontrando, e assim, também nos acariciávamos entre nós. Julio estava muito excitado, começou a ofegar forte, e não demorou muito para começar a gozar na minha boca, que naquele momento estava cobrindo o pau dele. Fiquei parada recebendo aqueles jatos de porra e sentindo as contrações dele nos meus lábios. Quando ele terminou de soltar o leite, me afastei dele e a Paty logo procurou minha boca. Demos um beijo longo, brincando com nossas línguas, trocando saliva e compartilhando a porra do Julio, que ainda ofegava um pouco. Paty se jogou de novo no pau do Julio, que já estava mole, enquanto eu enfiava as mãos e tentava desabotoar a calça dele. Quando consegui, puxei pra baixo junto com a calcinha dela. Não pensei duas vezes e fiquei atrás dela, comecei a passar minha língua na buceta dela e senti os sucos, aquele gosto meio salgado, não me desagradou e continuei lambendo, arrancando gemidos altos dela na hora. Direcionei minha língua pro clitóris dela e comecei a enfiar dois dedos. Ela gemia mais forte e mexia os quadris, mostrando que tava adorando. Eu também tava super quente com toda a situação, não sabia o que rolava na minha frente, eu tava na minha, até que fui interrompida porque a Paty se levantou um pouco, então parei de acariciar ela com a língua, mas continuei com os dedos. Julio ficou atrás da Paty, que ainda gemia forte. Me afastei e, quando ele tomou a posição, só consegui me inclinar e passar minha língua duas ou três vezes naquele pau que já tava duro de novo, com a cabeça prestes a explodir de tão inchada. Quando me levantei de novo, a Paty tava com a cabeça enfiada no sofá, pedindo pro Julio entre gemidos que metesse logo. Ele segurou ela pelos quadris, e eu peguei o pau dele e guiei pra boceta da minha amiga. Quando encaixei e ela sentiu, a Paty empurrou os quadris. pra trás, enfiando completamente aquele membro lindo. Beijei o Julio e comecei a acariciar a bunda da Paty, enquanto ele acariciava meus peitos.
Fiquei ali por uns momentos, vendo como a Paty estava sendo comida, o pau do Julio aparecia na minha frente e sumia no corpo da minha amiga, que não parava de gemer e gritar o gostoso que estava sentindo.
ahhhhhhh!!!!!!!!!!!! Assim!!!!!!!!!!!! Que gostoso!!!!!!!!!!! Ahh!!!!!!!!!!! Não para!!!!!!!!!!!!!
Sentei no chão, encostada no sofá, do lado da Paty, que virou pra mim e com um gesto me fez entender que queria minha boca, então me aproximei e nos fundimos num beijo, enquanto o Julio continuava comendo ela com força. Ela colocou a mão entre minhas pernas e começou a acariciar por cima da minha calça, me deixei fazer, apesar do meu estado, conseguia sentir as carícias dela.
A Paty parou de me beijar e enterrou a cabeça no sofá, apertou mais a mão na minha entreperna e começou a mexer os quadris com mais força contra o Julio, pra logo em seguida começar a sentir o orgasmo no meio de gritos e ofegos. Ele, impulsionado por essas reações da Paty, investiu com mais força contra ela, dava pra ouvir o choque do corpo dele contra a bunda da Paty, e como se tivessem combinado, quando ela foi acalmando os movimentos e os gritos, ele também fez o mesmo com os movimentos dele.
mmmmmmmm você gozou também, Julio? Perguntei
ahhhhhhh ainda não mmmmmmmm, ele respondeu, enquanto continuava comendo minha amiga com movimentos suaves
ahhhhhhhhh mmmmmmmm ainda tem pra você, Marlene, a Paty disse, com a voz entrecortada e a respiração ainda muito ofegante
mmmmm quem me dera, mmmmmmmm mas não posso
que ele meta ahhhhhhh por trás, ela disse
mmmmmm mas deve doer
ahhhhhhhh eu faço mmmmmmmm com cuidado, Marlene, ele disse
Não respondi, simplesmente me ajoelhei do lado da Paty e abaixei minha calça junto com a calcinha. O Julio começou a acariciar minha bunda e logo passou o dedo no meu cu. Ele acariciou um pouco e logo começou a meter, senti uma sensação muito estranha e um pouco de dor, mas logo veio o prazer. Quando meu buraco se acostumou com aquela presença, comecei a mexer meus quadris devagar. Depois de alguns momentos, veio mais um dedo, de novo um pouco de dor e logo aquele prazer seguido pelo movimento dos quadris. Júlio já não tava comendo a Paty, eles se beijavam, enquanto ele enfiava os dedos no meu cu e ela acariciava minhas costas. Veio mais um dedo, a dor não foi tanta, mas o prazer sim, eu já tava ofegante.
Passaram uns minutos e minha excitação era enorme, eu mexia meus quadris com a cabeça enfiada no sofá, até que não aguentei mais.
Jááááááá!!!!!!!!! Mmmmmmmmm ahhhhhhhh!!!!!!!!! Mete logo, Júlio
Ele tirou os dedos e se posicionou atrás de mim, senti as mãos macias da Paty acariciando minhas nádegas e depois abrindo elas um pouco, pra logo sentir a ponta daquela pica no meu cu. Ele começou a pressionar um pouco e senti meu cuzinho se abrindo, causando muita dor e fazendo eu gemer. Júlio tirou e Paty ficou do meu lado.
Aguenta, gatinha, ele disse enquanto roçava meus lábios
Ele enfiou a ponta de novo e eu gemi de novo, mas agora ele não tirou, ficou parado, enquanto Paty me beijava.
Aghhhhh vai devagar aghhhhh, falei pro Júlio
Ele empurrou um pouco mais e eu gemi de novo, a dor era forte. Ele tentou tirar, mas eu não deixei, porque doía ainda mais.
Afffffffhhhhhh mmmmmmfffffffggggg espera mmmmmmggggggfffff espera
Uns segundos e ele empurrou de novo um pouco. Mais uma pausa e aquela dor. Quando meus gemidos pararam, ele empurrou com um pouco mais de força e senti o corpo dele roçando minhas nádegas, sinal que tava toda dentro. Senti muita dor e umas lágrimas escorreram no meio dos gemidos. Paty tava do meu lado acariciando meu cabelo.
Aguenta, gatinha, já tá tudo dentro, ela dizia com carinho enquanto roçava os lábios nos meus. meu
Meu cu tava se acostumando com aquela presença, a dor diminuía um pouco, se misturando com prazer. Comecei a mexer meus quadris bem devagar, de trás pra frente, sentindo aquelas sensações confusas. Júlio me acompanhou, doía, de verdade doía, mas também tava gostando, não conseguia evitar que minhas lágrimas continuassem caindo, e meus gemidos de dor se misturavam com gemidos de prazer.
Minha testa tava encharcada de suor, nossos movimentos iam ficando um pouco mais rápidos, sentia aquela dor gostosa, já não machucava mais, a excitação era demais de novo. Tinha minha cabeça enfiada no sofá e às vezes levantava pra beijar a Paty e depois enfiava de novo e continuava gemendo. Que gostoso sentia aquele vai e vem, as lágrimas já tinham sumido, mas voltaram quando Júlio acelerou o ritmo das estocadas, trazendo a dor de volta, mas sem o prazer ir embora.
ahhhhgggggggggg filho da puta!!!!!!!!!!!!!!!!! Tá doendo mmmmmmmmgggggffffffff aggggggghhhhhhhhh, comecei a gritar
já vai gozar!!!!!!!!! Ahhhhhhhhh já vai gozar!!!!!!!!!!! Só ouvi como resposta dele
Senti meu cu encher com o líquido quente dele, com o pau todo dentro de mim, uma coisa que aumentou minha excitação, e me fez agora me mexer contra ele, sem me importar mais com a dor.
ahhhhhhhggggggg assim!!!!!!!!!!!!! Aggggghhhhhhhhhh assim filho da puta!!!!!!!!!!!!!!!!! Ahhhhggggggggg que gostoso!!!!!!!!!!!!!! Aggggghhhhhhhhhhh
Não sei em que momento do orgasmo dele veio o meu, meu corpo começou a se contrair, apertando ainda mais o pau dele dentro de mim, foi uma delícia, uma descarga de prazer total. No meio desse clímax enfiei minha cabeça de novo no sofá, e mesmo assim meus gritos não diminuíram muito. Quando acabou e voltei a mim, pude sentir o pau dele saindo do meu cu, e o gozo escorrendo dele. Fiquei ainda uns momentos assim, enquanto ele sentava do lado da minha cabeça. Paty acariciava carinhosamente minhas costas e eu começava com minhas mãos a secar o suor do meu rosto, que tinha se misturado com minhas lágrimas que tinham saído de novo.
Já mais relaxada, pedi um pano pra Paty limpar o sangue da minha menstruação que tinha caído no chão. Ela se levantou, arrumou a roupa e foi buscar o que pedi, enquanto o Julio também arrumava a roupa dele e eu esperava na mesma posição. A Paty voltou com o pano e papel pra mim, enquanto eu me limpava, ela limpava o chão. Me levantei com as pernas um pouco doloridas de tanto tempo na mesma posição e fui pro banheiro terminar de me limpar. Me olhei no espelho enquanto limpava um pouco minha bunda dolorida.
só essa faltava, que puta você é, Marlene, e baixei um pouco a cabeça
QUE PUTA EU SOU, é verdade, mas adoro
COMENTEMMMMMMMMM .!!!!!!!!!!!! QUERO VER OS COMENTÁRIOS DE VOCÊS 🙂
No domingo, eu e a Paty decidimos ir no cinema, compramos os ingressos e, antes de entrar, esbarramos na Lety e no Julio, que também iam fazer a mesma coisa, então entramos os quatro juntos. Nós três amigas ficamos juntas e o Julio do lado da namorada dele, a Lety. Curtimos o filme e, na saída, fomos os quatro comer uns hambúrgueres. Entre risadas e conversa, o tempo voou, e como já tava escurecendo, a gente foi embora, todo mundo indo deixar a Lety em casa primeiro. Quando a gente se despediu dela, pegamos o caminho pra minha casa.
A gente ia andando e conversando, e aí surgiu o papo de que no dia seguinte a gente já voltava pra escola, e por que não fazer algo a mais, já que ainda não era tão tarde. Eu tava na dúvida se minha mãe ia deixar, mas resolvi tentar, usando de desculpa que na casa da Paty tinha uma festinha, que ela precisava ir, porque era aniversário de um tio dela.
Depois de insistir um pouco e arrumar minhas coisas pro dia seguinte, minha mãe deixou, falando que era só um tempinho e que eu tinha que estar em casa até meia-noite no máximo.
A gente foi pra casa da Paty e cumprimentou todo mundo que tava lá, que já tava bem animado na festa, com bebida e dança.
A gente tava sentado num sofá conversando sobre várias paradas, e como quase sempre, levando o papo pro lado sexual, lembrando principalmente eu e o Julio do nosso primeiro menage, o que a gente tentava Fazer isso de forma codificada, embora a Paty soubesse muito bem do que estávamos falando, e do mesmo jeito, Paty e eu nos referíamos às nossas primeiras carícias entre nós, algo que despertava a curiosidade no Júlio, mas a incredulidade vencia e ele nos desafiava a nos beijar, ao que respondíamos que ele era louco se achava que íamos fazer aquilo na frente de todo mundo.
Sem muito esforço, ele nos convenceu a nos beijar na frente dele, e para isso, Paty se levantou e fomos para o quarto dela. Mal íamos entrar, quando a tia dela nos viu e disse para não fazermos muito barulho, porque os primos pequenos dela estavam dormindo ali. A decepção tomou conta dos três, mas desapareceu na hora quando Paty disse à tia que queríamos entrar para ver TV, e ela respondeu que podíamos fazer isso na casa dela, que ficava a apenas duas casas de distância da da minha amiga. Ela nos deu as chaves e fomos para lá.
Atravessamos o pequeno quintal que estava na entrada, entramos e passamos pela sala de jantar, chegando logo à pequena sala de estar que ela tinha. Lá, Júlio sentou e cada uma de nós fez o mesmo ao lado dele, e imediatamente ele insistiu naquela história do beijo. Depois de fazê-lo sofrer e se desesperar um pouco, nos levantamos e nos entregamos àquele delicioso jogo de nossas línguas na frente de Júlio, que ficou pasmo e, ao tentar falar alguma coisa, só gaguejava umas palavras, as quais Paty calou com um beijo nele. Quando aquele beijo terminou, ele tentou falar de novo, mas agora fui eu quem o calou na hora.
— Ei… eu eu… é… é… isso… Le… Lety. — Ele tentava falar.
— Você já sabe que não, não vou contar nada, e a Paty também não, certo, amiga?
— Claro que não, gatinho — respondeu Paty enquanto o beijava de novo.
Júlio estava de costas quase completamente para mim, e eu só consegui passar minha mão e esfregar minha perna, chegando até a virilha dele e roçando seus testículos com ela, enquanto ele começava a apalpar os peitos de Paty por cima da blusa dela. Foram alguns segundos. e depois ele mudou de posição, virando-se pra mim. Eu não tirei a mão de onde estava e, com o movimento dele, comecei a acariciar o pau dele por cima da calça, enquanto ele acariciava meus peitos.
Várias vezes ele mudou de posição, e numa dessas, quando estava comigo, tentou enfiar a mão entre minhas pernas. Eu reagi fechando-as e, aproveitando que ele beijava meu pescoço, falei que não dava, que estava naqueles dias. Ele não disse nada e continuou me beijando enquanto subia a mão pra voltar a acariciar meus peitos. Paty aproveitou esses momentos pra dar uma olhada no quintal.
Quando Paty voltou, Júlio parou de me beijar e virou pra olhar pra ela. Ela estava parada na nossa frente. Ele puxou ela pelas mãos, e ela sentou no colo dele, de frente pra ele. Na hora, ele levantou a blusa dela junto com o sutiã, deixando os peitos dela de fora, que ele começou a acariciar e beijar. Eu fiquei de joelhos ao lado do Júlio e alcancei a boca da minha amiga com a minha, e começamos a nos beijar, enquanto ele continuava chupando os peitos dela. Eu tava muito excitada, mas também com aquele sentimento de frustração por estar menstruada.
Paty descobriu meus peitos, levantando também minha blusa e meu sutiã, e começou a acariciá-los. E como eu tava bem perto do Júlio, ele aproveitou pra se revezar, chupando os peitos das duas. Foram minutos que a gente ficou nessa brincadeira, os três muito excitados. Dava pra ouvir nossa respiração de tão ofegante que tava. Enquanto Júlio beijava e mordia meus peitos, Paty aproveitou e desceu do colo dele, ficando de joelhos no chão entre as pernas dele, e desabotoou a calça dele, com a ajuda dele. Quando conseguiu, Júlio levantou um pouco e baixou a calça e a cueca até os tornozelos, deixando à mostra o pau esplêndido dele, totalmente duro e ereto.
Paty começou a chupar ele, e eu na hora me ajeitei do lado dela, começando a beijar e chupar as bolas dele. Minha amiga tirou aquele pau da boca, e nós duas começamos a... percorrer com nossas línguas, que acabavam se encontrando, e assim, também nos acariciávamos entre nós. Julio estava muito excitado, começou a ofegar forte, e não demorou muito para começar a gozar na minha boca, que naquele momento estava cobrindo o pau dele. Fiquei parada recebendo aqueles jatos de porra e sentindo as contrações dele nos meus lábios. Quando ele terminou de soltar o leite, me afastei dele e a Paty logo procurou minha boca. Demos um beijo longo, brincando com nossas línguas, trocando saliva e compartilhando a porra do Julio, que ainda ofegava um pouco. Paty se jogou de novo no pau do Julio, que já estava mole, enquanto eu enfiava as mãos e tentava desabotoar a calça dele. Quando consegui, puxei pra baixo junto com a calcinha dela. Não pensei duas vezes e fiquei atrás dela, comecei a passar minha língua na buceta dela e senti os sucos, aquele gosto meio salgado, não me desagradou e continuei lambendo, arrancando gemidos altos dela na hora. Direcionei minha língua pro clitóris dela e comecei a enfiar dois dedos. Ela gemia mais forte e mexia os quadris, mostrando que tava adorando. Eu também tava super quente com toda a situação, não sabia o que rolava na minha frente, eu tava na minha, até que fui interrompida porque a Paty se levantou um pouco, então parei de acariciar ela com a língua, mas continuei com os dedos. Julio ficou atrás da Paty, que ainda gemia forte. Me afastei e, quando ele tomou a posição, só consegui me inclinar e passar minha língua duas ou três vezes naquele pau que já tava duro de novo, com a cabeça prestes a explodir de tão inchada. Quando me levantei de novo, a Paty tava com a cabeça enfiada no sofá, pedindo pro Julio entre gemidos que metesse logo. Ele segurou ela pelos quadris, e eu peguei o pau dele e guiei pra boceta da minha amiga. Quando encaixei e ela sentiu, a Paty empurrou os quadris. pra trás, enfiando completamente aquele membro lindo. Beijei o Julio e comecei a acariciar a bunda da Paty, enquanto ele acariciava meus peitos.
Fiquei ali por uns momentos, vendo como a Paty estava sendo comida, o pau do Julio aparecia na minha frente e sumia no corpo da minha amiga, que não parava de gemer e gritar o gostoso que estava sentindo.
ahhhhhhh!!!!!!!!!!!! Assim!!!!!!!!!!!! Que gostoso!!!!!!!!!!! Ahh!!!!!!!!!!! Não para!!!!!!!!!!!!!
Sentei no chão, encostada no sofá, do lado da Paty, que virou pra mim e com um gesto me fez entender que queria minha boca, então me aproximei e nos fundimos num beijo, enquanto o Julio continuava comendo ela com força. Ela colocou a mão entre minhas pernas e começou a acariciar por cima da minha calça, me deixei fazer, apesar do meu estado, conseguia sentir as carícias dela.
A Paty parou de me beijar e enterrou a cabeça no sofá, apertou mais a mão na minha entreperna e começou a mexer os quadris com mais força contra o Julio, pra logo em seguida começar a sentir o orgasmo no meio de gritos e ofegos. Ele, impulsionado por essas reações da Paty, investiu com mais força contra ela, dava pra ouvir o choque do corpo dele contra a bunda da Paty, e como se tivessem combinado, quando ela foi acalmando os movimentos e os gritos, ele também fez o mesmo com os movimentos dele.
mmmmmmmm você gozou também, Julio? Perguntei
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Aghhhhh vai devagar aghhhhh, falei pro Júlio
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Meu cu tava se acostumando com aquela presença, a dor diminuía um pouco, se misturando com prazer. Comecei a mexer meus quadris bem devagar, de trás pra frente, sentindo aquelas sensações confusas. Júlio me acompanhou, doía, de verdade doía, mas também tava gostando, não conseguia evitar que minhas lágrimas continuassem caindo, e meus gemidos de dor se misturavam com gemidos de prazer.
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Já mais relaxada, pedi um pano pra Paty limpar o sangue da minha menstruação que tinha caído no chão. Ela se levantou, arrumou a roupa e foi buscar o que pedi, enquanto o Julio também arrumava a roupa dele e eu esperava na mesma posição. A Paty voltou com o pano e papel pra mim, enquanto eu me limpava, ela limpava o chão. Me levantei com as pernas um pouco doloridas de tanto tempo na mesma posição e fui pro banheiro terminar de me limpar. Me olhei no espelho enquanto limpava um pouco minha bunda dolorida.
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QUE PUTA EU SOU, é verdade, mas adoro
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