Na sexta-feira, a Paty me ligou cedo e avisou que não ia rolar de ir na minha casa, então esperei o Miguel chegar e passei o dia todo com ele. No sábado, saímos de novo, fomos no cinema, demos uma volta, enfim, foi muito foda, juro que lembro de ter me divertido pra caralho, mesmo sem transar, porque minha menstruação tinha descido naquele dia, mas mesmo assim foi muito massa. Ele me deixou em casa e a gente se despediu, combinando de ele me pegar na escola na segunda, já que no domingo não dava pra gente se ver.
No domingo, eu e a Paty decidimos ir no cinema, compramos os ingressos e, antes de entrar, esbarramos na Lety e no Julio, que também iam fazer o mesmo, então entramos os quatro juntos. Nós três amigas sentamos juntas e o Julio do lado da namorada dele, a Lety. Curtimos o filme e, na saída, fomos os quatro comer uns hambúrgueres. Entre risadas e conversa, o tempo voou, e como já tava escurecendo, a gente foi embora, todo mundo indo deixar a Lety em casa primeiro. Quando nos despedimos dela, pegamos o caminho pra minha casa.
A gente ia andando e conversando, e surgiu o papo de que no dia seguinte já voltava pra escola, e por que não fazer algo a mais, já que ainda não era tão tarde. Eu tava na dúvida se minha mãe ia deixar, mas resolvi tentar, usando de desculpa que na casa da Paty tinha uma reuniãozinha, que ela tinha que ir, porque era o aniversário de um tio dela.
Depois de insistir um pouco e arrumar minhas coisas pro dia seguinte, minha mãe deixou, falando que era só por um tempinho e que eu tinha que estar em casa até meia-noite no máximo.
Fomos pra casa da Paty e cumprimentamos todo mundo que tava lá, que já tava bem animado na festa, com bebida e dança.
A gente tava sentado num sofá conversando sobre várias coisas, e como quase sempre, levando o papo pro lado sexual, lembrando principalmente eu e o Julio do nosso primeiro menage, o que a gente tentava Fazer isso de forma velada, embora a Paty soubesse muito bem do que estávamos falando, e assim mesmo, Paty e eu nos referíamos às nossas primeiras carícias entre nós, algo que despertava a curiosidade no Júlio, mas a incredulidade vencia e ele nos desafiava a nos beijar, ao que respondíamos que ele era maluco se achava que íamos fazer aquilo ali na frente de todo mundo.
Sem muito esforço, ele nos convenceu a nos beijar na frente dele, e para isso, Paty se levantou e fomos para o quarto dela. Mal íamos entrar, quando a tia dela nos viu e disse para não fazermos muito barulho, porque os primos pequenos dela estavam dormindo ali. A decepção tomou conta dos três, mas desapareceu na hora quando Paty disse para a tia que queríamos entrar para ver TV, e ela respondeu que podíamos ficar à vontade na casa dela, que ficava a apenas duas casas de distância da da minha amiga. Ela nos deu as chaves e fomos para lá.
Atravessamos o pequeno quintal que ficava na entrada, entramos e passamos pela sala de jantar, até chegar na pequena sala de estar que ela tinha. Lá, Júlio se sentou e cada uma de nós fez o mesmo ao lado dele, e imediatamente ele insistiu na história do beijo. Depois de fazê-lo sofrer e se desesperar um pouco, nos levantamos e nos entregamos àquele delicioso jogo de línguas na frente do Júlio, que ficou pasmo e, ao tentar falar alguma coisa, só conseguia gaguejar umas palavras, as quais Paty calou com um beijo nele. Quando aquele beijo terminou, ele tentou falar de novo, mas agora fui eu quem o calou na hora.
— Ei... eu... eu... é... é... isso... Le... Lety. — Ele tentava falar.
— Você já sabe que não, não vou contar nada, e a Paty também não, certo, amiga?
— Claro que não, gatinho — respondeu Paty, enquanto o beijava de novo.
Júlio estava quase de costas para mim, e eu só consegui passar a mão e esfregar minha perna, chegando até a virilha dele e roçando nos seus testículos com ela, enquanto ele começava a apalpar os peitos da Paty por cima da blusa dela. Foram alguns segundos. e depois ele mudou de posição, virando-se para mim. Eu não tirei a mão de onde estava e, com o movimento dele, comecei a acariciar o pacote dele diretamente por cima da calça, enquanto ele acariciava meus peitos.
Várias vezes ele mudou de posição, e numa dessas vezes que estava comigo, tentou enfiar a mão entre minhas pernas, ao que eu reagi fechando-as. Aproveitando que ele beijava meu pescoço, falei que não dava, que estava naqueles dias. Ele não disse nada e continuou me beijando enquanto subia a mão para voltar a acariciar meus peitos. Paty aproveitou esses momentos para dar uma olhada no quintal.
Quando Paty voltou, Júlio parou de me beijar e virou para olhar ela. Ela estava parada na nossa frente. Ele puxou ela pelas mãos, e ela sentou no colo dele, de frente para ele. Em seguida, ele levantou a blusa dela junto com o sutiã, e os peitos dela ficaram de fora, que ele começou a acariciar e beijar. Eu me ajoelhei ao lado do Júlio e alcancei a boca da minha amiga com a minha, e começamos a nos beijar, enquanto ele continuava chupando os peitos dela. Eu estava muito excitada, mas também tinha aquele sentimento de frustração por estar menstruada.
Paty descobriu meus peitos, levantando também minha blusa e meu sutiã, e começou a acariciá-los. E como estava bem perto do Júlio, ele aproveitou para se alternar e chupar os peitos das duas. Foram minutos que a gente ficou nessa brincadeira, os três. Estávamos muito excitados, nossas respirações se ouviam de tão ofegantes. Enquanto Júlio beijava e mordia meus peitos, Paty aproveitou e desceu do colo dele, ficando de joelhos no chão entre as pernas dele, e desabotoou a calça dele, com a ajuda dele. Quando conseguiu, Júlio se levantou um pouco e abaixou a calça e a cueca até os tornozelos, deixando à mostra a magnífica rola dele, totalmente ereta e dura.
Paty começou a chupar ele, e eu logo me ajeitei ao lado dela, começando a beijar e chupar as bolas dele. Minha amiga tirou aquela rola da boca, e entre as duas começamos a percorrer ela com nossas línguas, que se encontravam, e assim, também nos acariciávamos entre nós.
Julio estava muito excitado, começou a ofegar forte, e não demorou muito para começar a gozar na minha boca, que naquele momento estava cobrindo o pau dele. Fiquei parada recebendo aqueles jatos de porra e sentindo as contrações dele nos meus lábios. Quando ele terminou de soltar o leite, me afastei dele e a Paty imediatamente procurou minha boca. Demos um beijo longo, brincando com nossas línguas, trocando nossa saliva e compartilhando a porra do Julio, que ainda ofegava um pouco.
Paty se jogou de novo no pau do Julio, que já estava mole, enquanto eu enfiava minhas mãos e tentava desabotoar a calça dele. Quando consegui, puxei ela junto com a calcinha dela. Não pensei duas vezes e me coloquei atrás dela, comecei a passar minha língua pela buceta dela e senti os sucos, aquele gosto meio salgado, não me desagradou e continuei lambendo, arrancando gemidos fortes dela na hora. Direcionei minha língua para o clitóris dela e comecei a enfiar dois dedos. Ela gemia mais forte e mexia os quadris, me mostrando que estava adorando. Eu também estava super excitada com toda a situação, não sabia o que estava acontecendo na minha frente, eu estava na minha tarefa, até que fui interrompida porque a Paty se levantou um pouco, então parei de acariciar ela com a língua, mas continuei com os dedos.
Julio se colocou atrás da Paty, que ainda gemia forte. Eu me afastei e, quando ele tomou a posição, só consegui me inclinar e passar minha língua duas ou três vezes naquele pau que estava duro de novo, com a cabeça prestes a explodir de tão inchada. Quando me levantei de novo, a Paty estava com a cabeça enfiada no sofá, pedindo para o Julio entre gemidos que metesse logo. Ele a segurou pelos quadris, e eu peguei o pau dele e direcionei para a buceta da minha amiga. Quando encaixei e a Paty sentiu, ela empurrou os quadris. pra trás, enfiando completamente aquele membro lindo. Beijei o Julio e comecei a acariciar a bunda da Paty, enquanto ele acariciava meus peitos.
Fiquei ali uns momentos, vendo como a Paty estava sendo comida, o pau do Julio aparecia na minha frente e logo sumia no corpo da minha amiga, que não parava de gemer e gritar o gostoso que estava sentindo.
ahhhhhhh!!!!!!!!!!!! Asiii!!!!!!!!!!!! Que gostoso!!!!!!!!!!! Ahh!!!!!!!!!!! Não para!!!!!!!!!!!!!
Sentei no chão, encostada no sofá, do lado da Paty, que virou pra mim e com um gesto me fez entender que queria minha boca, então me aproximei e a gente se beijou, enquanto o Julio continuava comendo ela com força. Ela colocou a mão no meio das minhas pernas e começou a acariciar por cima da minha calça, eu deixei, apesar do meu estado, dava pra sentir os carinhos dela.
A Paty parou de me beijar e enterrou a cabeça no sofá, apertou mais a mão na minha entrepernas e começou a mexer o quadril com mais força contra o Julio, pra logo começar a sentir o orgasmo dela no meio de gritos e ofegos, ele, impulsionado por essas reações da Paty, investiu com mais força contra ela, dava pra ouvir o choque do corpo dele contra a bunda da Paty, e como se tivessem combinado, quando ela foi acalmando os movimentos e os gritos, ele também fez o mesmo com os movimentos dele.
mmmmmmmm você gozou também Julio? Perguntei
ahhhhhhh ainda não mmmmmmmm, ele respondeu, enquanto continuava comendo minha amiga com movimentos suaves
ahhhhhhhhh mmmmmmmm ainda tem pra você Marlene, a Paty disse, com a voz entrecortada e a respiração ainda muito ofegante
mmmmm quem me dera, mmmmmmmm mas não consigo
que ele meta ahhhhhhh por trás, ela disse
mmmmmm mas deve doer
ahhhhhhhh eu faço mmmmmmmm com cuidado Marlene, ele disse
Não respondi, simplesmente me ajoelhei do lado da Paty e abaixei minha calça junto com a calcinha, o Julio começou a acariciar minha bunda e logo passou o dedo no meu cu Ele acariciou um pouco e logo começou a meter, senti uma sensação muito estranha e um pouco de dor, pra logo sentir prazer. Quando meu buraco se acostumou com aquela presença, comecei a mexer minha bunda devagar. Depois de uns momentos, veio mais um dedo, de novo um pouco de dor e logo aquele prazer seguido pelo movimento da bunda. O Júlio já não tava comendo a Paty, eles se beijavam, enquanto ele enfiava os dedos no meu cu e ela acariciava minhas costas. Veio mais um dedo, não doeu tanto, mas o prazer foi grande, eu já tava ofegante.
Passaram uns minutos e minha excitação era enorme, mexia minha bunda com a cabeça enfiada no sofá, até que não aguentei mais.
Jááááááá!!!!!!! Mmmmmmmmm ahhhhhhhh!!!!!!!!! Mete logo, Júlio
Ele tirou os dedos e ficou atrás de mim, senti as mãos macias da Paty acariciando minha bunda e depois abrindo um pouco, pra logo sentir a ponta daquela pica no meu cu. Ele começou a pressionar um pouco e senti meu cuzinho se abrindo, causando muita dor e fazendo eu gemer. O Júlio tirou e a Paty ficou do meu lado.
Aguenta, gatinha, ele falou enquanto roçava meus lábios
Ele enfiou a ponta de novo e eu gemi de novo, mas agora ele não tirou, ficou parado, enquanto a Paty me beijava.
Aííííí vai devagar aííííí, falei pro Júlio
Ele empurrou mais um pouco e eu gemi de novo, a dor era demais. Ele tentou tirar, mas eu não deixei, porque doía ainda mais.
Afffffffff mmmmmmfffffffggggg espera mmmmmmggggggfffff espera
Uns segundos e ele empurrou de novo um pouco. Mais uma pausa e aquela dor. Quando meus gemidos pararam, ele empurrou com mais força e senti o corpo dele roçando minha bunda, sinal que tava tudo dentro. Senti muita dor e umas lágrimas escorreram no meio dos gemidos. A Paty tava do meu lado acariciando meu cabelo.
Aguenta, gatinha, já tá tudo dentro, ela falava com carinho enquanto roçava os lábios nos meus. meu
Meu cu tava se acostumando com aquela presença, a dor diminuía um pouco, se misturando com prazer. Comecei a mexer minha cintura bem devagar, pra trás e pra frente, sentindo aquelas sensações confusas. Júlio me acompanhou, doía, doía pra caralho, mas eu também tava curtindo, não conseguia parar de chorar, e meus gemidos de dor se misturavam com gemidos de prazer.
Minha testa tava encharcada de suor, nossos movimentos foram ficando um pouco mais rápidos, eu sentia aquela dor gostosa, já não machucava mais, a excitação tava demais de novo. Eu tinha minha cabeça enfiada no sofá e de vez em quando levantava pra beijar a Paty e depois enfiava de novo e continuava gemendo. Que gostoso sentia aquele vai e vem, as lágrimas já tinham sumido, mas voltaram quando Júlio acelerou o ritmo das estocadas, a dor voltou, mas o prazer não foi embora.
ahhhhgggggggggg filho da puta!!!!!!!!!!!!!!!!! Tá doendo mmmmmmmmgggggffffffff aggggggghhhhhhhhh, comecei a gritar
já vai gozar!!!!!!!!! Ahhhhhhhhh já vai gozar!!!!!!!!!!! Só ouvi como resposta dele
Senti meu cu encher com o líquido quente dele, com o pau inteiro dentro de mim, uma coisa que aumentou minha excitação, e me fez agora me mexer contra ele, sem me importar mais com a dor.
ahhhhhhhggggggg assim!!!!!!!!!!!!! Aggggghhhhhhhhhh assim filho da puta!!!!!!!!!!!!!!!!! Ahhhhggggggggg que gostoso!!!!!!!!!!!!!! Aggggghhhhhhhhhhh
Não sei em que momento do orgasmo dele veio o meu, meu corpo começou a se contrair, apertando ainda mais o pau dele dentro de mim, foi uma delícia, uma descarga de prazer total. No meio daquele clímax, enfiei a cabeça de novo no sofá, e mesmo assim meus gritos não diminuíram muito. Quando acabou e eu voltei a mim, senti o pau dele saindo do meu cu, e o gozo escorrendo por ele. Fiquei ali mais uns momentos, enquanto ele se sentava do lado da minha cabeça. Paty acariciava carinhosamente minhas costas e eu comecei com as mãos a enxugar o suor do meu rosto, que tinha se misturado com minhas lágrimas que tinham saído de novo.
Já mais relaxada, pedi um pano pra Paty limpar o sangue da minha menstruação que tinha caído no chão. Ela se levantou, arrumou a roupa e foi buscar o que pedi, enquanto o Julio também arrumava a roupa dele e eu esperava na mesma posição. A Paty voltou com o pano e papel pra mim, enquanto eu me limpava, ela limpava o chão. Me levantei com as pernas meio doloridas de ficar tanto tempo na mesma posição e fui pro banheiro terminar de me limpar. Me olhei no espelho enquanto limpava um pouco minha bunda dolorida.
só essa faltava, que puta você é, Marlene, e baixei um pouco a cabeça
QUE PUTA EU SOU, é verdade, mas adoro
COMENTEM AÍ!!!!!!!!!!!! QUERO VER OS COMENTÁRIOS DE VOCÊS 🙂
No domingo, eu e a Paty decidimos ir no cinema, compramos os ingressos e, antes de entrar, esbarramos na Lety e no Julio, que também iam fazer o mesmo, então entramos os quatro juntos. Nós três amigas sentamos juntas e o Julio do lado da namorada dele, a Lety. Curtimos o filme e, na saída, fomos os quatro comer uns hambúrgueres. Entre risadas e conversa, o tempo voou, e como já tava escurecendo, a gente foi embora, todo mundo indo deixar a Lety em casa primeiro. Quando nos despedimos dela, pegamos o caminho pra minha casa.
A gente ia andando e conversando, e surgiu o papo de que no dia seguinte já voltava pra escola, e por que não fazer algo a mais, já que ainda não era tão tarde. Eu tava na dúvida se minha mãe ia deixar, mas resolvi tentar, usando de desculpa que na casa da Paty tinha uma reuniãozinha, que ela tinha que ir, porque era o aniversário de um tio dela.
Depois de insistir um pouco e arrumar minhas coisas pro dia seguinte, minha mãe deixou, falando que era só por um tempinho e que eu tinha que estar em casa até meia-noite no máximo.
Fomos pra casa da Paty e cumprimentamos todo mundo que tava lá, que já tava bem animado na festa, com bebida e dança.
A gente tava sentado num sofá conversando sobre várias coisas, e como quase sempre, levando o papo pro lado sexual, lembrando principalmente eu e o Julio do nosso primeiro menage, o que a gente tentava Fazer isso de forma velada, embora a Paty soubesse muito bem do que estávamos falando, e assim mesmo, Paty e eu nos referíamos às nossas primeiras carícias entre nós, algo que despertava a curiosidade no Júlio, mas a incredulidade vencia e ele nos desafiava a nos beijar, ao que respondíamos que ele era maluco se achava que íamos fazer aquilo ali na frente de todo mundo.
Sem muito esforço, ele nos convenceu a nos beijar na frente dele, e para isso, Paty se levantou e fomos para o quarto dela. Mal íamos entrar, quando a tia dela nos viu e disse para não fazermos muito barulho, porque os primos pequenos dela estavam dormindo ali. A decepção tomou conta dos três, mas desapareceu na hora quando Paty disse para a tia que queríamos entrar para ver TV, e ela respondeu que podíamos ficar à vontade na casa dela, que ficava a apenas duas casas de distância da da minha amiga. Ela nos deu as chaves e fomos para lá.
Atravessamos o pequeno quintal que ficava na entrada, entramos e passamos pela sala de jantar, até chegar na pequena sala de estar que ela tinha. Lá, Júlio se sentou e cada uma de nós fez o mesmo ao lado dele, e imediatamente ele insistiu na história do beijo. Depois de fazê-lo sofrer e se desesperar um pouco, nos levantamos e nos entregamos àquele delicioso jogo de línguas na frente do Júlio, que ficou pasmo e, ao tentar falar alguma coisa, só conseguia gaguejar umas palavras, as quais Paty calou com um beijo nele. Quando aquele beijo terminou, ele tentou falar de novo, mas agora fui eu quem o calou na hora.
— Ei... eu... eu... é... é... isso... Le... Lety. — Ele tentava falar.
— Você já sabe que não, não vou contar nada, e a Paty também não, certo, amiga?
— Claro que não, gatinho — respondeu Paty, enquanto o beijava de novo.
Júlio estava quase de costas para mim, e eu só consegui passar a mão e esfregar minha perna, chegando até a virilha dele e roçando nos seus testículos com ela, enquanto ele começava a apalpar os peitos da Paty por cima da blusa dela. Foram alguns segundos. e depois ele mudou de posição, virando-se para mim. Eu não tirei a mão de onde estava e, com o movimento dele, comecei a acariciar o pacote dele diretamente por cima da calça, enquanto ele acariciava meus peitos.
Várias vezes ele mudou de posição, e numa dessas vezes que estava comigo, tentou enfiar a mão entre minhas pernas, ao que eu reagi fechando-as. Aproveitando que ele beijava meu pescoço, falei que não dava, que estava naqueles dias. Ele não disse nada e continuou me beijando enquanto subia a mão para voltar a acariciar meus peitos. Paty aproveitou esses momentos para dar uma olhada no quintal.
Quando Paty voltou, Júlio parou de me beijar e virou para olhar ela. Ela estava parada na nossa frente. Ele puxou ela pelas mãos, e ela sentou no colo dele, de frente para ele. Em seguida, ele levantou a blusa dela junto com o sutiã, e os peitos dela ficaram de fora, que ele começou a acariciar e beijar. Eu me ajoelhei ao lado do Júlio e alcancei a boca da minha amiga com a minha, e começamos a nos beijar, enquanto ele continuava chupando os peitos dela. Eu estava muito excitada, mas também tinha aquele sentimento de frustração por estar menstruada.
Paty descobriu meus peitos, levantando também minha blusa e meu sutiã, e começou a acariciá-los. E como estava bem perto do Júlio, ele aproveitou para se alternar e chupar os peitos das duas. Foram minutos que a gente ficou nessa brincadeira, os três. Estávamos muito excitados, nossas respirações se ouviam de tão ofegantes. Enquanto Júlio beijava e mordia meus peitos, Paty aproveitou e desceu do colo dele, ficando de joelhos no chão entre as pernas dele, e desabotoou a calça dele, com a ajuda dele. Quando conseguiu, Júlio se levantou um pouco e abaixou a calça e a cueca até os tornozelos, deixando à mostra a magnífica rola dele, totalmente ereta e dura.
Paty começou a chupar ele, e eu logo me ajeitei ao lado dela, começando a beijar e chupar as bolas dele. Minha amiga tirou aquela rola da boca, e entre as duas começamos a percorrer ela com nossas línguas, que se encontravam, e assim, também nos acariciávamos entre nós.
Julio estava muito excitado, começou a ofegar forte, e não demorou muito para começar a gozar na minha boca, que naquele momento estava cobrindo o pau dele. Fiquei parada recebendo aqueles jatos de porra e sentindo as contrações dele nos meus lábios. Quando ele terminou de soltar o leite, me afastei dele e a Paty imediatamente procurou minha boca. Demos um beijo longo, brincando com nossas línguas, trocando nossa saliva e compartilhando a porra do Julio, que ainda ofegava um pouco.
Paty se jogou de novo no pau do Julio, que já estava mole, enquanto eu enfiava minhas mãos e tentava desabotoar a calça dele. Quando consegui, puxei ela junto com a calcinha dela. Não pensei duas vezes e me coloquei atrás dela, comecei a passar minha língua pela buceta dela e senti os sucos, aquele gosto meio salgado, não me desagradou e continuei lambendo, arrancando gemidos fortes dela na hora. Direcionei minha língua para o clitóris dela e comecei a enfiar dois dedos. Ela gemia mais forte e mexia os quadris, me mostrando que estava adorando. Eu também estava super excitada com toda a situação, não sabia o que estava acontecendo na minha frente, eu estava na minha tarefa, até que fui interrompida porque a Paty se levantou um pouco, então parei de acariciar ela com a língua, mas continuei com os dedos.
Julio se colocou atrás da Paty, que ainda gemia forte. Eu me afastei e, quando ele tomou a posição, só consegui me inclinar e passar minha língua duas ou três vezes naquele pau que estava duro de novo, com a cabeça prestes a explodir de tão inchada. Quando me levantei de novo, a Paty estava com a cabeça enfiada no sofá, pedindo para o Julio entre gemidos que metesse logo. Ele a segurou pelos quadris, e eu peguei o pau dele e direcionei para a buceta da minha amiga. Quando encaixei e a Paty sentiu, ela empurrou os quadris. pra trás, enfiando completamente aquele membro lindo. Beijei o Julio e comecei a acariciar a bunda da Paty, enquanto ele acariciava meus peitos.
Fiquei ali uns momentos, vendo como a Paty estava sendo comida, o pau do Julio aparecia na minha frente e logo sumia no corpo da minha amiga, que não parava de gemer e gritar o gostoso que estava sentindo.
ahhhhhhh!!!!!!!!!!!! Asiii!!!!!!!!!!!! Que gostoso!!!!!!!!!!! Ahh!!!!!!!!!!! Não para!!!!!!!!!!!!!
Sentei no chão, encostada no sofá, do lado da Paty, que virou pra mim e com um gesto me fez entender que queria minha boca, então me aproximei e a gente se beijou, enquanto o Julio continuava comendo ela com força. Ela colocou a mão no meio das minhas pernas e começou a acariciar por cima da minha calça, eu deixei, apesar do meu estado, dava pra sentir os carinhos dela.
A Paty parou de me beijar e enterrou a cabeça no sofá, apertou mais a mão na minha entrepernas e começou a mexer o quadril com mais força contra o Julio, pra logo começar a sentir o orgasmo dela no meio de gritos e ofegos, ele, impulsionado por essas reações da Paty, investiu com mais força contra ela, dava pra ouvir o choque do corpo dele contra a bunda da Paty, e como se tivessem combinado, quando ela foi acalmando os movimentos e os gritos, ele também fez o mesmo com os movimentos dele.
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Já mais relaxada, pedi um pano pra Paty limpar o sangue da minha menstruação que tinha caído no chão. Ela se levantou, arrumou a roupa e foi buscar o que pedi, enquanto o Julio também arrumava a roupa dele e eu esperava na mesma posição. A Paty voltou com o pano e papel pra mim, enquanto eu me limpava, ela limpava o chão. Me levantei com as pernas meio doloridas de ficar tanto tempo na mesma posição e fui pro banheiro terminar de me limpar. Me olhei no espelho enquanto limpava um pouco minha bunda dolorida.
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QUE PUTA EU SOU, é verdade, mas adoro
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