Estacionei o carro, paguei e fechei a cortina. Nessa hora, ela já tinha descido do carro — a luz fraca que iluminava a garagem deixava ela ainda mais gostosa. Ela estendeu a mão pra mim, eu segurei e subimos as escadas que levavam ao quarto. Quando acendi as luzes, percebi que tinha valido a pena o gasto. Não conhecia aquele motel e, sinceramente, não era nada mal. No fundo, uma cama confortável com um espelho grande na parede do lado esquerdo; do outro lado, uma mesa com flores e velas pra acender, com duas cadeiras; e, ao lado do quarto, a banheira de hidromassagem. No fim, tudo estava preparado pra uma noite incrível… Perguntei se ela queria algo pra beber, e ela respondeu que não. Fomos direto pra cama. A verdade é que nenhum de nós dois tinha pressa, porque sabíamos que tínhamos muito tempo e estávamos completamente sozinhos, sem nada nem ninguém pra nos atrapalhar. Ligamos a TV e um filme pornô estava no auge: uns caras comendo uma mina no jardim, do lado da piscina.
Deitamos ao mesmo tempo, mas ela se levantou e disse: "Deixa eu tirar seus sapatos." Fez isso e depois tirou os dela. Aquele clima tão íntimo e calmo me fez sentir à vontade com ela. Sabíamos que não estávamos nos apaixonando, que não era uma simples aventura com uma colega de trabalho, que era um momento especial com uma prima que era quase como minha irmã. A verdade é que estávamos nos divertindo pra caralho. Acendemos as velas e continuamos vendo o pornô. Depois de um tempo, já quentes por causa do filme, começamos a nos beijar. Meu pau tava pronto pra batalha de novo. Aos poucos, fomos nos despindo até ficar completamente pelados. Dessa vez, não teve prelúdio de sexo oral — fomos direto ao ponto…
— Deixa eu subir em você — ela disse. E, assim, eu deitado na cama, ela montou em mim.
A penetração foi imediata, ainda lubrificada do nosso encontro de alguns minutos antes, mas agora, sem frescura nem vergonha, ela começou a gemer cada vez mais alto. ¡Mmmm! ¡Ooohh Aaaahhh! As cadeiras dela se mexiam em círculos enquanto ela prendia o cabelo com as duas mãos, que imagem tão sensual em cima de mim. Minhas mãos apertavam os peitos dela e ela mesma pegava minhas mãos pra guiar as carícias que queria. Os lábios dela, ela molhava sem parar com a língua, enquanto apertava e mordia. Os olhos semiabertos mostravam o prazer que a gente tava dando um pro outro. Aí decidi que era eu quem ia mandar. Deitei ela de barriga pra cima, coloquei um travesseiro debaixo do quadril dela pra ficar mais levantado, levantei as pernas dela, mirei bem e comecei a enfiar meu pedaço, primeiro devagar e cada vez mais rápido, mais rápido…
- Cê gosta de me comer, primo? Ela falava… - Sim, adoro te foder, sua safada, cê é uma delícia… cê é uma putinha, sabia… - Sim, sim, sou sua putinha, me dá mais pau, me dá mais… não para de me comer! - Vou te dar todo o meu pau, vou te foder até doer sua buceta! — Sim, sim, me fode a noite toda, faz o que quiser comigo, seu filho da puta, assim, assim…
Entre gemidos dos dois, ela apertou as pernas e teve um orgasmo do caralho… - Tô gozando, tô gozando… Aaaaaaaahhhhh sim, sim… Ahhhhhjjj…
Eu continuei comendo ela sem pena, enquanto ela arqueava as costas por causa do orgasmo, cada vez mais e mais rápido. O som da nossa carne batendo uma na outra era incrível. Ela levantava a cabeça pra ver meu pau entrando nela…
- Sim, sim, me dá mais, auuhhh! Aaaahhh!
Peguei as pernas dela que estavam nos meus ombros, tirei pro lado e coloquei na cama. Ela entendeu perfeitamente o recado e ficou de quatro… puta que pariu, que rabo gostoso! Não dava pra acreditar… ali, tudo pra mim. Peguei ela pela cinturinha fina, que ficava ainda mais estreita porque ela arqueava as costas e levantava a bunda…
- Ooooohhhh! Mmmmm!… Era só o que eu conseguia falar…
Meu pau se deliciava dentro dela, entrava e saía por completo. Umas gotas de suor caíram do meu rosto na bunda dela. Eu tava exausto, mas queria mais e mais, como se fosse a última foda da minha vida… continuei fodendo, eu mesmo sabia que meu pau podia dar mais, ela virava a cabeça, dava pra ver que também tava exausta mas queria mais, porque não parava de gemer e pedir mais... deixou os braços caírem, o rosto e o peito dela estavam no travesseiro, só a bunda dela levantada, as mãos dela se agarraram forte na beirada e nos lençóis da cama... os gemidos dela viraram quase choros e lamentos...
- Ahhaahh, ahhhaaaahhhaaaa.
Eu tinha ela pronta, tinha dado o que ela queria, uma fodida de campeonato... e de repente, como uma explosão, gozei com tanto prazer que senti todo meu sangue ferver e toda minha vida ir embora naquele esperma, Oooooooh! Soltei um gemido que quase posso garantir que foi um grito... - Isso, me dá tudo, filho da puta... consegui ouvir da parte dela... Eu continuei aproveitando até a última gota... ela imóvel, me inclinei pra beijar as nádegas dela, bem na pinta dela, e caí na cama... ela se deitou do meu lado e soltou um suspiro, colocou a mão no meu peito e acariciou meus pelos, ficamos em silêncio por alguns segundos, só se ouvia a respiração ofegante dos dois pela boca e nariz, eu não conseguia abrir os olhos.
- Uau! Falei...
Ela deu uma risadinha de satisfação... finalmente abri os olhos e olhei pra ela, no rosto dela refletia a satisfação, os olhos fechados e o sorriso de menina... era uma imagem extremamente linda. Ficamos alguns minutos em total tranquilidade, o filme pornô continuava... ela se levantou e disse... vou encher a jacuzzi.
Ver o corpo nu dela, o cabelo caindo nas costas, aquela bunda e aquelas pernas me fizeram sentir muito sortudo, realmente sortudo... Ela voltou do banheiro com a toalha no pescoço, deixando ver os peitos ainda bem empinados, pegou do chão nossas roupas que estavam espalhadas por todo lado, minha calça e camisa ela pendurou no armário, eu fiquei vendo um pouco de televisão e esperei que estivesse tudo pronto. 5 minutos depois ela me chamou... pensei que ela estivesse pronta pra entrar na jacuzzi... não era assim, ela estava prestes a entrar no chuveiro, onde me convidou com uma Simples sinal de mão.
— Vou te dar um banho, primo; falou com uma voz sexy. — Perfeito; respondi animado.
A figura molhada dela era excitante, os cabelos no rosto, enfim, ela toda, eu pensava… que sortudo seria o homem que tivesse essa gostosa como companheira, fiquei feliz por ela, porque, bem… era uma louca por sexo, mas o tom desdenhoso de “puta” preferi não usar mais com ela. Lavou minhas costas, minha barriga, meu pau e minhas bolas como se eu fosse um menino… me sentia no paraíso com ela..
— Fazia muito tempo que não me sentia assim, claro, desde os tempos de recém-casado.
A gente falava de mil coisas enquanto isso rolava e entramos no jacuzzi, ela colocou uma toalha na minha nuca e apoiei minha cabeça, ela fez o mesmo… o cheiro do shampoo de banheira era delicioso, fechamos os olhos e nos preparamos pra descansar, porque a gente merecia. Assim passou talvez meia hora ou mais, eu continuava pensando na amante incrível que a Erika era, e que esse “agradecimento” era de verdade o melhor da minha vida… — Umas 10 da noite e quase dormindo dentro do jacuzzi, levantei a cabeça pra ver ela, estava brincando com a água e as bolhas de sabão com um dedo.
— O que foi? perguntei. — Nada, só estava pensando. — Posso saber em quê?
Ela se levantou, a figura linda, nua e molhada na minha frente, me deixou doido… caminhou até mim e se colocou atrás, o que me fez me recolher pro centro do jacuzzi, sentou atrás de mim, puxou meus ombros pra eu me apoiar nela, acariciou meu peito e me deu um beijo perto da orelha… e perguntou…
— Você gosta de ficar comigo, primo? — Claro, você é a amante perfeita… mas por que a pergunta? — Você também… e não sei… se vai ter mais… — Erika, sem dúvida passei uma noite incrível, mas eu também não sei… você é uma mina muito gostosa, qualquer homem daria tudo pra estar no meu lugar agora. — Não é pra tanto! falou ela me dando um tapinha na cabeça. — Claro que é! Olha, vamos fazer um pacto, vamos parar com nos preocupar se vai ter mais ou não… Simplesmente, se rolar, que bom… e se não, vamos tentar ser felizes e seguir nossas vidas…
- Mas… bom… você tem razão, te quero muito, mas não quero te causar problemas, primo… e sabe de uma coisa? — O quê? — Tava precisando estar com um homem como você… os outros só querem uma trepada rápida e pronto, por isso que às vezes até me irritam… e eu evito eles, e muito menos tento me apaixonar. - Vai chegar sua hora, prima… vai chegar… - Pois por enquanto, você é meu homem…
Dito isso, as mãos dela começaram a acariciar minha barriga e a morder minha orelha, eu acariciei as pernas e as coxas dela que estavam ao meu lado, ela me empurrou pro outro lado pra ficarmos de frente, o olhar safado dela dizia tudo, debaixo da água ela começou a me masturbar, meu pau crescia cada vez mais… de frente pra mim, ela se aproximou e sentou em cima de mim, a penetração foi imediata, nem precisou usar as mãos. Peguei seus quadris e sua bunda, que se moviam ritmadamente, ela se apoiava nas bordas da banheira, gemendo de prazer, os movimentos dela faziam a água espirrar pra todo lado…
Preferimos sair da água, mas não do banheiro, ainda pingando, nossos corpos continuaram unidos, nos beijamos, encostei ela na parede, abri suas pernas, e assim, de pé, de frente, comecei a meter, talvez a posição não fosse a mais confortável, mas igualmente deliciosa como todas as outras… a respiração das nossas bocas se misturava, nossas respirações eram uma só, não parávamos de nos olhar nos olhos, nos dizíamos tudo sem falar nada… queríamos dizer “te quero”, mas sabíamos que isso comprometeria nossos sentimentos…
Virei ela, ela se inclinou e se apoiou na borda da banheira, com as pernas esticadas e aquela bunda linda tão gostosa, as costas ainda com gotas d’água e o cabelo caído pro lado esquerdo do rosto…
- Mete em mim, me dá seu pau… - aaaahhhh, aaaaaahhhhh, mmmmm! Cada metida e tirada era uma delícia, quando eu ia meter de novo de Novo com ela… não me importava naquele momento, queria meter nela como nunca… Quando diminui a velocidade das minhas investidas, ela disse…
– Quero que enfie no meu cu.
Eu parei… Nunca, nem na minha esposa, tinha feito pelo ânus… até tentamos uma vez, mas ela disse que doía, e eu nunca mais insisti, e ela também não. Mesmo sem saber se a Erika já tinha sido desvirginada do cu… me preparei para o que era (e devo admitir) a primeira vez que eu dava pelo cu.
– Mas devagar, porque vai ser a primeira vez, hein… ela disse, meio nervosa. – Uffa… olha só… tava com sorte naquele dia… nem minha priminha, que era uma gulosa do sexo, tinha levado um pau no cu… o fato de ser a primeira vez dos dois me tranquilizou… Pensei rápido… tenho que lubrificar… com minhas mãos peguei dos próprios sucos da buceta dela e passei no cu dela… ao sentir meu dedo, ela teve o reflexo de apertar… mas depois comecei a enfiar um dedo… sem dúvida, ela tava cooperando… No meu dedo, dava pra sentir o calor lá dentro…
– Uauuu. Ela soltou um gemidinho ao sentir meu segundo dedo… passei saliva na outra mão e lambuzei meu pau… tirei os dedos, e o cuzinho dela tava pronto… encostei a ponta bem no lugar certo… – Devagar, hein… ela disse enquanto abria uma nádega com a própria mão… – Sim, você me fala… respondi.
Segurei firme o quadril dela com uma mão e com a outra peguei meu pau e comecei a enfiar…
– Aaaii… humm… – Quer mais? – Sim… enfia mais… mas devagar…
Metade do meu pau tava dentro, parei um pouco e comecei a fazer enfiadas curtas… tava apertado pra caralho aquele cu…
– Pronta? – Aham…
E de uma enfiada só, rápida, meti até o fundo…
– Aaaai, Aaaahhhh… sim, que gostoso, siiiim, aaaaiiiii!
Ela virava o rosto pro lado o máximo que podia… uma cara de dor e prazer me excitou ao máximo… era a melhor foda da minha vida… continuei macetando minha prima como nunca imaginei. foder... meu pau estava preso naquele buraquinho dos sonhos... uma e outra vez eu entrava com toda a minha força... - Ooohh! Sim, mais rápido, me dá mais rápido... não goza ainda, seu filho da puta... me dá mais cock... assim, forte, forte me fode... A Erika estava como possuída, igual a mim... não sabia quanto tempo mais ia aguentar... mas também sabia que tinha que fazer ela gozar a qualquer momento... tinha que dar isso pra ela... isso me fez segurar...
- Aaaaaaahh Aaaahhhh sim, sim assim... - Vai, mamita, que bunda gostosa você tem... você é uma delícia... vai... você gosta pelo cu, né? — Sim, sim Aaaah. Aaaaaaahh... não tira... seu filho da puta, não tira... - Nossos gemidos já eram um atrás do outro...
- Aaahhhh... ahhhaagghhh! Siiiii ssiiiiii ooohh! assim que é gostoso... ooohh!
Ela tinha gozado e eu parei, tirei meu cock do cu dela... ela respirou fundo... e apesar de estarmos exaustos de novo, queríamos mais... então... ela me levou pra cama... me deitou e montou em mim de novo, estava cavalgando como se a gente tivesse acabado de começar.
- Mmmm Aahh...
Os olhos dela fechados e aquela boquinha apertada... eram demais...
- Me avisa quando você quiser gozar, hein?... ela disse...
Poucos segundos passaram até isso acontecer... - Já, já vou... eu disse... Ela se levantou rápido e começou a chupar meu cock...
- Aaahhhh, ahhhh mmm, Mmmmhh! - Todo o meu leite jorrou na boca dela, e ela engoliu tudo... sem pressa, lambendo meu cock de cima a baixo, minhas bolas... tudo... Subiu em mim e, como da primeira vez, me deu um beijo carinhoso na bochecha...
Passamos talvez 1 ou 2 horas mais abraçados na cama, em silêncio, ouvindo música... dormindo talvez por alguns minutos... Olhei ela dormindo nos meus braços naquele espaço estranho que minha prima e eu tínhamos criado... quando faríamos de novo?... talvez amanhã? Outro dia?... no ano que vem?... talvez nunca...
O certo é que ela é uma grande mulher... e vocês vão concordar comigo nisso... apaixonada e carinhosa... vontade de fazer dela minha amante pra sempre não me faltava... mas aquela ternura ainda de menina... tirou essa ideia da minha cabeça cabeça na hora… Dei um beijo na testa dela… um sorrisinho leve surgiu no rosto dela… Ela começou me agradecendo… acabei agradecendo eu.
De Marqueze.net 🆒
Deitamos ao mesmo tempo, mas ela se levantou e disse: "Deixa eu tirar seus sapatos." Fez isso e depois tirou os dela. Aquele clima tão íntimo e calmo me fez sentir à vontade com ela. Sabíamos que não estávamos nos apaixonando, que não era uma simples aventura com uma colega de trabalho, que era um momento especial com uma prima que era quase como minha irmã. A verdade é que estávamos nos divertindo pra caralho. Acendemos as velas e continuamos vendo o pornô. Depois de um tempo, já quentes por causa do filme, começamos a nos beijar. Meu pau tava pronto pra batalha de novo. Aos poucos, fomos nos despindo até ficar completamente pelados. Dessa vez, não teve prelúdio de sexo oral — fomos direto ao ponto…
— Deixa eu subir em você — ela disse. E, assim, eu deitado na cama, ela montou em mim.
A penetração foi imediata, ainda lubrificada do nosso encontro de alguns minutos antes, mas agora, sem frescura nem vergonha, ela começou a gemer cada vez mais alto. ¡Mmmm! ¡Ooohh Aaaahhh! As cadeiras dela se mexiam em círculos enquanto ela prendia o cabelo com as duas mãos, que imagem tão sensual em cima de mim. Minhas mãos apertavam os peitos dela e ela mesma pegava minhas mãos pra guiar as carícias que queria. Os lábios dela, ela molhava sem parar com a língua, enquanto apertava e mordia. Os olhos semiabertos mostravam o prazer que a gente tava dando um pro outro. Aí decidi que era eu quem ia mandar. Deitei ela de barriga pra cima, coloquei um travesseiro debaixo do quadril dela pra ficar mais levantado, levantei as pernas dela, mirei bem e comecei a enfiar meu pedaço, primeiro devagar e cada vez mais rápido, mais rápido…
- Cê gosta de me comer, primo? Ela falava… - Sim, adoro te foder, sua safada, cê é uma delícia… cê é uma putinha, sabia… - Sim, sim, sou sua putinha, me dá mais pau, me dá mais… não para de me comer! - Vou te dar todo o meu pau, vou te foder até doer sua buceta! — Sim, sim, me fode a noite toda, faz o que quiser comigo, seu filho da puta, assim, assim…
Entre gemidos dos dois, ela apertou as pernas e teve um orgasmo do caralho… - Tô gozando, tô gozando… Aaaaaaaahhhhh sim, sim… Ahhhhhjjj…
Eu continuei comendo ela sem pena, enquanto ela arqueava as costas por causa do orgasmo, cada vez mais e mais rápido. O som da nossa carne batendo uma na outra era incrível. Ela levantava a cabeça pra ver meu pau entrando nela…
- Sim, sim, me dá mais, auuhhh! Aaaahhh!
Peguei as pernas dela que estavam nos meus ombros, tirei pro lado e coloquei na cama. Ela entendeu perfeitamente o recado e ficou de quatro… puta que pariu, que rabo gostoso! Não dava pra acreditar… ali, tudo pra mim. Peguei ela pela cinturinha fina, que ficava ainda mais estreita porque ela arqueava as costas e levantava a bunda…
- Ooooohhhh! Mmmmm!… Era só o que eu conseguia falar…
Meu pau se deliciava dentro dela, entrava e saía por completo. Umas gotas de suor caíram do meu rosto na bunda dela. Eu tava exausto, mas queria mais e mais, como se fosse a última foda da minha vida… continuei fodendo, eu mesmo sabia que meu pau podia dar mais, ela virava a cabeça, dava pra ver que também tava exausta mas queria mais, porque não parava de gemer e pedir mais... deixou os braços caírem, o rosto e o peito dela estavam no travesseiro, só a bunda dela levantada, as mãos dela se agarraram forte na beirada e nos lençóis da cama... os gemidos dela viraram quase choros e lamentos...
- Ahhaahh, ahhhaaaahhhaaaa.
Eu tinha ela pronta, tinha dado o que ela queria, uma fodida de campeonato... e de repente, como uma explosão, gozei com tanto prazer que senti todo meu sangue ferver e toda minha vida ir embora naquele esperma, Oooooooh! Soltei um gemido que quase posso garantir que foi um grito... - Isso, me dá tudo, filho da puta... consegui ouvir da parte dela... Eu continuei aproveitando até a última gota... ela imóvel, me inclinei pra beijar as nádegas dela, bem na pinta dela, e caí na cama... ela se deitou do meu lado e soltou um suspiro, colocou a mão no meu peito e acariciou meus pelos, ficamos em silêncio por alguns segundos, só se ouvia a respiração ofegante dos dois pela boca e nariz, eu não conseguia abrir os olhos.
- Uau! Falei...
Ela deu uma risadinha de satisfação... finalmente abri os olhos e olhei pra ela, no rosto dela refletia a satisfação, os olhos fechados e o sorriso de menina... era uma imagem extremamente linda. Ficamos alguns minutos em total tranquilidade, o filme pornô continuava... ela se levantou e disse... vou encher a jacuzzi.
Ver o corpo nu dela, o cabelo caindo nas costas, aquela bunda e aquelas pernas me fizeram sentir muito sortudo, realmente sortudo... Ela voltou do banheiro com a toalha no pescoço, deixando ver os peitos ainda bem empinados, pegou do chão nossas roupas que estavam espalhadas por todo lado, minha calça e camisa ela pendurou no armário, eu fiquei vendo um pouco de televisão e esperei que estivesse tudo pronto. 5 minutos depois ela me chamou... pensei que ela estivesse pronta pra entrar na jacuzzi... não era assim, ela estava prestes a entrar no chuveiro, onde me convidou com uma Simples sinal de mão.
— Vou te dar um banho, primo; falou com uma voz sexy. — Perfeito; respondi animado.
A figura molhada dela era excitante, os cabelos no rosto, enfim, ela toda, eu pensava… que sortudo seria o homem que tivesse essa gostosa como companheira, fiquei feliz por ela, porque, bem… era uma louca por sexo, mas o tom desdenhoso de “puta” preferi não usar mais com ela. Lavou minhas costas, minha barriga, meu pau e minhas bolas como se eu fosse um menino… me sentia no paraíso com ela..
— Fazia muito tempo que não me sentia assim, claro, desde os tempos de recém-casado.
A gente falava de mil coisas enquanto isso rolava e entramos no jacuzzi, ela colocou uma toalha na minha nuca e apoiei minha cabeça, ela fez o mesmo… o cheiro do shampoo de banheira era delicioso, fechamos os olhos e nos preparamos pra descansar, porque a gente merecia. Assim passou talvez meia hora ou mais, eu continuava pensando na amante incrível que a Erika era, e que esse “agradecimento” era de verdade o melhor da minha vida… — Umas 10 da noite e quase dormindo dentro do jacuzzi, levantei a cabeça pra ver ela, estava brincando com a água e as bolhas de sabão com um dedo.
— O que foi? perguntei. — Nada, só estava pensando. — Posso saber em quê?
Ela se levantou, a figura linda, nua e molhada na minha frente, me deixou doido… caminhou até mim e se colocou atrás, o que me fez me recolher pro centro do jacuzzi, sentou atrás de mim, puxou meus ombros pra eu me apoiar nela, acariciou meu peito e me deu um beijo perto da orelha… e perguntou…
— Você gosta de ficar comigo, primo? — Claro, você é a amante perfeita… mas por que a pergunta? — Você também… e não sei… se vai ter mais… — Erika, sem dúvida passei uma noite incrível, mas eu também não sei… você é uma mina muito gostosa, qualquer homem daria tudo pra estar no meu lugar agora. — Não é pra tanto! falou ela me dando um tapinha na cabeça. — Claro que é! Olha, vamos fazer um pacto, vamos parar com nos preocupar se vai ter mais ou não… Simplesmente, se rolar, que bom… e se não, vamos tentar ser felizes e seguir nossas vidas…
- Mas… bom… você tem razão, te quero muito, mas não quero te causar problemas, primo… e sabe de uma coisa? — O quê? — Tava precisando estar com um homem como você… os outros só querem uma trepada rápida e pronto, por isso que às vezes até me irritam… e eu evito eles, e muito menos tento me apaixonar. - Vai chegar sua hora, prima… vai chegar… - Pois por enquanto, você é meu homem…
Dito isso, as mãos dela começaram a acariciar minha barriga e a morder minha orelha, eu acariciei as pernas e as coxas dela que estavam ao meu lado, ela me empurrou pro outro lado pra ficarmos de frente, o olhar safado dela dizia tudo, debaixo da água ela começou a me masturbar, meu pau crescia cada vez mais… de frente pra mim, ela se aproximou e sentou em cima de mim, a penetração foi imediata, nem precisou usar as mãos. Peguei seus quadris e sua bunda, que se moviam ritmadamente, ela se apoiava nas bordas da banheira, gemendo de prazer, os movimentos dela faziam a água espirrar pra todo lado…
Preferimos sair da água, mas não do banheiro, ainda pingando, nossos corpos continuaram unidos, nos beijamos, encostei ela na parede, abri suas pernas, e assim, de pé, de frente, comecei a meter, talvez a posição não fosse a mais confortável, mas igualmente deliciosa como todas as outras… a respiração das nossas bocas se misturava, nossas respirações eram uma só, não parávamos de nos olhar nos olhos, nos dizíamos tudo sem falar nada… queríamos dizer “te quero”, mas sabíamos que isso comprometeria nossos sentimentos…
Virei ela, ela se inclinou e se apoiou na borda da banheira, com as pernas esticadas e aquela bunda linda tão gostosa, as costas ainda com gotas d’água e o cabelo caído pro lado esquerdo do rosto…
- Mete em mim, me dá seu pau… - aaaahhhh, aaaaaahhhhh, mmmmm! Cada metida e tirada era uma delícia, quando eu ia meter de novo de Novo com ela… não me importava naquele momento, queria meter nela como nunca… Quando diminui a velocidade das minhas investidas, ela disse…
– Quero que enfie no meu cu.
Eu parei… Nunca, nem na minha esposa, tinha feito pelo ânus… até tentamos uma vez, mas ela disse que doía, e eu nunca mais insisti, e ela também não. Mesmo sem saber se a Erika já tinha sido desvirginada do cu… me preparei para o que era (e devo admitir) a primeira vez que eu dava pelo cu.
– Mas devagar, porque vai ser a primeira vez, hein… ela disse, meio nervosa. – Uffa… olha só… tava com sorte naquele dia… nem minha priminha, que era uma gulosa do sexo, tinha levado um pau no cu… o fato de ser a primeira vez dos dois me tranquilizou… Pensei rápido… tenho que lubrificar… com minhas mãos peguei dos próprios sucos da buceta dela e passei no cu dela… ao sentir meu dedo, ela teve o reflexo de apertar… mas depois comecei a enfiar um dedo… sem dúvida, ela tava cooperando… No meu dedo, dava pra sentir o calor lá dentro…
– Uauuu. Ela soltou um gemidinho ao sentir meu segundo dedo… passei saliva na outra mão e lambuzei meu pau… tirei os dedos, e o cuzinho dela tava pronto… encostei a ponta bem no lugar certo… – Devagar, hein… ela disse enquanto abria uma nádega com a própria mão… – Sim, você me fala… respondi.
Segurei firme o quadril dela com uma mão e com a outra peguei meu pau e comecei a enfiar…
– Aaaii… humm… – Quer mais? – Sim… enfia mais… mas devagar…
Metade do meu pau tava dentro, parei um pouco e comecei a fazer enfiadas curtas… tava apertado pra caralho aquele cu…
– Pronta? – Aham…
E de uma enfiada só, rápida, meti até o fundo…
– Aaaai, Aaaahhhh… sim, que gostoso, siiiim, aaaaiiiii!
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- Aaaaaaahh Aaaahhhh sim, sim assim... - Vai, mamita, que bunda gostosa você tem... você é uma delícia... vai... você gosta pelo cu, né? — Sim, sim Aaaah. Aaaaaaahh... não tira... seu filho da puta, não tira... - Nossos gemidos já eram um atrás do outro...
- Aaahhhh... ahhhaagghhh! Siiiii ssiiiiii ooohh! assim que é gostoso... ooohh!
Ela tinha gozado e eu parei, tirei meu cock do cu dela... ela respirou fundo... e apesar de estarmos exaustos de novo, queríamos mais... então... ela me levou pra cama... me deitou e montou em mim de novo, estava cavalgando como se a gente tivesse acabado de começar.
- Mmmm Aahh...
Os olhos dela fechados e aquela boquinha apertada... eram demais...
- Me avisa quando você quiser gozar, hein?... ela disse...
Poucos segundos passaram até isso acontecer... - Já, já vou... eu disse... Ela se levantou rápido e começou a chupar meu cock...
- Aaahhhh, ahhhh mmm, Mmmmhh! - Todo o meu leite jorrou na boca dela, e ela engoliu tudo... sem pressa, lambendo meu cock de cima a baixo, minhas bolas... tudo... Subiu em mim e, como da primeira vez, me deu um beijo carinhoso na bochecha...
Passamos talvez 1 ou 2 horas mais abraçados na cama, em silêncio, ouvindo música... dormindo talvez por alguns minutos... Olhei ela dormindo nos meus braços naquele espaço estranho que minha prima e eu tínhamos criado... quando faríamos de novo?... talvez amanhã? Outro dia?... no ano que vem?... talvez nunca...
O certo é que ela é uma grande mulher... e vocês vão concordar comigo nisso... apaixonada e carinhosa... vontade de fazer dela minha amante pra sempre não me faltava... mas aquela ternura ainda de menina... tirou essa ideia da minha cabeça cabeça na hora… Dei um beijo na testa dela… um sorrisinho leve surgiu no rosto dela… Ela começou me agradecendo… acabei agradecendo eu.
De Marqueze.net 🆒
12 comentários - Gostosa, cê quer me foder, primo?
Lo anterior me resultó largo e intrascendente 🆒
🤤 🤤